Marcos Pereira se reúne com Beto Piteri e Rubens Furlan para discutir demandas de Barueri

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O deputado federal Marcos Pereira (Republicanos), presidente nacional do partido, recebeu em Brasília o prefeito de Barueri, Beto Piteri, e o ex-prefeito Rubens Furlan. O encontro teve como foco as principais demandas do município e o alinhamento político para os próximos anos.

De acordo com interlocutores de Piteri e Furlan, a reunião também reforça a posição estratégica de Barueri no cenário político da região oeste da Grande São Paulo, especialmente com a aproximação das eleições de 2026.

Nas redes sociais, Marcos Pereira destacou a parceria de longa data com a cidade e a continuidade do trabalho conjunto. “Tenho trabalhado por Barueri desde o meu primeiro mandato e neste ano não será diferente. Agora pela manhã, recebi o prefeito Beto Piteri e o ex-prefeito Rubens Furlan para tratar das demandas locais e reforçar nossa atuação. Também conversamos sobre o cenário político e as eleições de 2026. Seguimos juntos!”, escreveu o parlamentar.

A presença de Rubens Furlan, que governou Barueri por vários mandatos e segue como uma das principais lideranças políticas da região, evidencia a articulação em torno de projetos para o município e para o fortalecimento do grupo político no estado de São Paulo.

O encontro sinaliza que o município continuará no centro das articulações políticas regionais, com diálogo aberto junto a lideranças nacionais e atenção especial ao cenário eleitoral que se desenha para os próximos anos.

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Foto: Reprodução/Instagram/@marcospereira1010

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Eleições 2026: TSE define calendário e regras para pesquisas, títulos e propaganda

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Mais de 155 milhões de eleitores devem voltar às urnas em 4 de outubro de 2026 para escolher deputados federais, deputados estaduais, dois senadores por estado, governadores e o presidente da República. Em São Paulo, são cerca de 33 milhões de votantes, o equivalente a 21,5% do eleitorado nacional. O pleito marca também os 30 anos da urna eletrônica e terá como slogan #votonademocracia.

Pela Constituição, o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e facultativo para analfabetos, jovens de 16 e 17 anos e maiores de 70. O alistamento eleitoral pode ser feito a partir dos 15 anos, mas o exercício do voto só é permitido, de forma facultativa, a quem completar 16 até a data da eleição.

Nas próximas semanas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciará a atualização das resoluções que vão reger o pleito. As minutas estarão disponíveis para consulta pública a partir de 19 de janeiro.

Desde 1º de janeiro, pesquisas de intenção de voto só podem ser divulgadas após registro na Justiça Eleitoral, conforme a Lei nº 9.504/1997 e a Resolução nº 23.600/2019. O cadastro deve ser feito no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) até cinco dias antes da publicação, sob pena de multa.

O prazo final para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina em 6 de maio, 150 dias antes da votação. A partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado para a organização do pleito. Em São Paulo, o atendimento é realizado nos cartórios e pelo sistema de Autoatendimento Eleitoral, mediante agendamento, de forma gratuita.

As convenções partidárias para escolha de candidatas e candidatos ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto. A legislação não permite candidatura avulsa: é obrigatória a filiação a partido com estatuto registrado no TSE e órgão de direção na circunscrição do pleito.

Os pedidos de registro de candidatura devem ser apresentados até 15 de agosto. As candidaturas à Presidência serão analisadas pelo TSE; as demais, pelos Tribunais Regionais Eleitorais. Para concorrer, é necessário atender a requisitos como nacionalidade brasileira, alfabetização, filiação partidária e domicílio eleitoral mínimo de seis meses. As idades mínimas são de 35 anos para presidente, vice e senador; 30 para governador e vice; e 21 para deputados.

A propaganda eleitoral poderá ser iniciada após o prazo final de registro das candidaturas. As regras estão na Lei das Eleições e na Resolução nº 23.610/2019, atualizada pela Resolução nº 23.732/2024, que incorporou normas sobre o uso de tecnologias, incluindo Inteligência Artificial.

O horário eleitoral gratuito em rádio e TV será veiculado nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno, com participação obrigatória das emissoras e recursos de acessibilidade, como legendas, Libras e audiodescrição. A legislação veda censura prévia, propaganda paga e conteúdos que degradem ou ridicularizem candidatas e candidatos.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Encontro de Kassab com Igor Soares e Rubens Furlan sinaliza novas alianças em Barueri e região

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O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, cumpriu agenda política em Barueri e na região ao lado do ex-prefeito de Itapevi, Igor Soares, e do atual prefeito do município, Teco. As reuniões incluíram um encontro com o ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, e com o atual chefe do Executivo local, Roberto Piteri, e podem indicar articulações estratégicas para o cenário eleitoral de 2026.

Fontes ligadas a Igor Soares confirmaram que a presença de Kassab na região não teve caráter apenas protocolar. A agenda incluiu conversas com Rubens Furlan, uma das principais lideranças políticas da região e pai da deputada estadual Bruna Furlan (PSDB), que tem se destacado na Comissão de Saúde na Alesp. Nos bastidores, avalia-se que o movimento pode abrir espaço para futuras mudanças partidárias.

O ex-prefeito Rubens Furlan é uma figura influente, não apenas na Grande São Paulo, como em todo o Estado. Sua eventual aproximação com o PSD poderia redesenhar o equilíbrio político na região e abrir espaço para novas alianças.

Dessa forma, a reunião entre Kassab e lideranças de Barueri e Itapevi reforça que o xadrez político regional já começa a se movimentar de olho nas eleições de 2026, com possíveis reflexos além do âmbito municipal.

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Foto: Rodrigo Costa/Arquivo/Alesp
*Matéria atualizada às 16h01 de 14/01/2026 para atualização de informações partidárias.

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Prefeito sanciona aumento de 70% para secretários em votação relâmpago em Itapecerica da Serra

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O prefeito Ramon Pires Corsini sancionou a lei que reajusta em 70% os salários dos secretários municipais de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Com a medida, publicada na Imprensa Oficial na segunda-feira (29), os vencimentos passam de R$ 10.100 para R$ 17.100 e já estão em vigor, seguindo a mesma data-base dos servidores.

O projeto foi aprovado por unanimidade pelos 15 vereadores no dia 18, na última sessão do ano, em uma votação considerada relâmpago: durou menos de dois minutos e não houve debate em plenário. A sessão, que também aprovou o orçamento de 2026, teve apenas sete minutos de duração.

Ao todo, o município possui 16 secretários. O impacto estimado do reajuste é de R$ 112 mil por mês e cerca de R$ 1,3 milhão por ano aos cofres públicos. A proposta é de autoria da Mesa Diretora da Câmara, presidida por Cícero Melo (União Brasil), mesmo partido do prefeito, com assinatura de outros três vereadores.

Na justificativa, os autores afirmam que o reajuste não representa privilégio, mas uma adequação legal e administrativa diante da complexidade e da responsabilidade dos cargos, além de contribuir para a valorização do serviço público e a atração de profissionais qualificados.

Segundo a Câmara, os secretários estavam sem reajuste desde 2018. Já a Prefeitura argumenta que o último aumento aprovado ocorreu em 2012 e que, desde então, a inflação acumulada pelo IPCA chegou a 86%. A gestão municipal sustenta ainda que os secretários não recebem gratificações ou adicionais e que alguns têm remuneração líquida considerada incompatível com as funções exercidas.

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*Com informações Globo/G1 | Foto: Reprodução/Pref. de Itapecerica da Serra

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“Em 2026 vamos trabalhar ainda mais”, diz Beto Piteri em mensagem de Natal

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O prefeito de Barueri, Beto Piteri, publicou na noite desta quarta-feira (24) uma mensagem de Natal em que agradeceu à população pela confiança e destacou o empenho dos servidores municipais ao longo do ano. No pronunciamento, o chefe do Executivo também projetou um 2026 de ainda mais trabalho para o avanço da cidade.

Dirigindo-se às famílias baruerienses, Piteri ressaltou que 2025 foi marcado por muito esforço e responsabilidade, com a administração próxima da população. “Queridas famílias da nossa cidade, mais um ano que está terminando, de muito trabalho, muita responsabilidade, em que nós pudemos estar perto um do outro. Eu tenho só a agradecer a vocês. Agradecer pela confiança, pelo carinho”, afirmou.

O prefeito destacou os avanços registrados no município e garantiu a continuidade das ações. Segundo ele, os resultados alcançados reforçam o compromisso da gestão com o desenvolvimento de Barueri. “A nossa cidade teve um avanço importante e esse trabalho que nós estamos fazendo, com certeza, no ano que vem nós vamos continuar”, declarou.

Ao falar sobre o futuro, Piteri enfatizou que o ritmo de trabalho será intensificado em 2026. “Com certeza, no ano que vem nós vamos continuar trabalhando mais e mais, para que nós possamos ter a nossa cidade cada dia melhor”, disse.

Na mensagem, o prefeito também fez questão de reconhecer o papel dos servidores públicos municipais, destacando a dedicação e o cuidado na execução dos serviços. “Estou muito feliz porque eu sei que nós, juntos — a nossa população e os funcionários —, tivemos nossos serviços executados com muita dedicação, com muito respeito e com muito carinho”, completou.

A mensagem de Natal reforça o tom de agradecimento e de compromisso da administração municipal, projetando a continuidade das políticas públicas e a busca por melhorias para Barueri nos próximos anos.

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Imagem: Reprodução/Instagram

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Governo de SP critica Enel e pede intervenção federal após sucessivos apagões

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O Governo do Estado de São Paulo endureceu o tom contra a Enel São Paulo e cobrou uma ação rigorosa do Governo Federal diante das falhas recorrentes no fornecimento de energia elétrica no estado. Em nota oficial, divulgada nesta segunda-feira (15), o Palácio dos Bandeirantes afirma que os paulistas não podem continuar “reféns de um serviço essencial prestado de forma inadequada” e aponta incapacidade técnica, operacional e gerencial da concessionária.

A manifestação ocorre em meio à possibilidade de prorrogação da concessão da Enel por mais 30 anos, hipótese classificada pelo governo estadual como uma desconsideração aos interesses da população dos 24 municípios atendidos pela empresa. Segundo o Estado, os prejuízos causados pelos apagões são inaceitáveis e vêm se repetindo ao longo dos últimos anos.

De acordo com o governo paulista, em 2023 e 2024 milhões de consumidores ficaram sem energia por seis e até sete dias consecutivos, impactando diretamente famílias, comércios, hospitais, escolas e serviços públicos. No episódio mais recente, iniciado em 9 de dezembro, mais de 2,2 milhões de consumidores foram afetados, e mesmo após cinco dias o fornecimento ainda não havia sido totalmente restabelecido.

O Estado também destaca que, entre 2024 e 2025, a Enel acumulou a maior média mensal de reclamações na Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre as concessionárias paulistas. Além disso, seis dos sete Planos de Resultados apresentados entre 2020 e 2023 foram reprovados, e multas superiores a R$ 400 milhões foram aplicadas nos últimos sete anos, sem que houvesse melhora efetiva na qualidade do serviço.

A gestão estadual afirma que, por meio da Arsesp, mantém fiscalização permanente, aplica penalidades dentro de sua competência e encaminha relatórios técnicos à Aneel, apontando a degradação da rede de distribuição e a insuficiência de investimentos. Diante do cenário, o governo defende que o Ministério de Minas e Energia e a Aneel adotem medidas mais duras, incluindo a possibilidade de intervenção na concessão, conforme prevê a legislação federal.

Ao final da nota, o governo reforça que a energia elétrica é base da vida cotidiana e da atividade econômica e afirma que o consumidor paulista deve ser colocado em primeiro lugar.

Confira a nota do Governo do Estado de São Paulo na íntegra:

Os paulistas não podem continuar reféns de um serviço essencial prestado de forma inadequada. As interrupções recorrentes e prolongadas no fornecimento de energia pela Enel São Paulo evidenciam há muito tempo a incapacidade técnica, operacional e gerencial da concessionária e o fracasso do atual modelo federal em avaliar a qualidade da prestação do serviço aos consumidores.

Nesse contexto, amplamente demonstrado pelas reiteradas manifestações de insatisfação dos usuários quanto à qualidade do serviço prestado, causa especial preocupação a possibilidade de o Governo Federal prorrogar a concessão da Enel São Paulo por mais 30 anos, o que representaria evidente desconsideração dos interesses e das necessidades da população residente nos 24 municípios atendidos pela concessionária.

Os prejuízos são inaceitáveis. Em 2023 e 2024, milhões de paulistas ficaram sem energia por seis e sete dias consecutivos, afetando famílias, comércio, hospitais, escolas e serviços públicos. No episódio mais recente, que começou no dia 9 de dezembro, mais de 2,2 milhões de consumidores foram impactados, sem resposta adequada, comunicação eficiente ou plano de contingência. Passados mais de cinco dias, o fornecimento ainda não foi normalizado.

Entre 2024 e 2025, a Enel registrou a maior média mensal de reclamações na Ouvidoria da Aneel entre as concessionárias paulistas; seis dos sete Planos de Resultados entre 2020 e 2023 foram reprovados; multas superiores a R$ 400 milhões foram aplicadas nos últimos sete anos sem melhora efetiva do serviço.

O Governo do Estado de São Paulo tem atuado de forma contínua e técnica por meio da Arsesp, com fiscalização permanente, identificação de gargalos críticos, aplicação de penalidades no âmbito de sua competência e encaminhamento de recomendações e avaliações de fiscalização em campo à Aneel sobre a degradação da qualidade do serviço e o descompasso entre os indicadores regulatórios e a realidade enfrentada pela população.

Problemas relacionados à insuficiência de investimentos realizados e à inadequada execução de vistorias podem ser evidenciados a partir da análise dos vários relatórios de fiscalização emitidos pela Arsesp, os quais, por meio de registros fotográficos, demonstram, em diversas localidades, a precarização da rede de distribuição.

A Lei Federal 8.987/95 no artigo 6º afirma que toda concessão pressupõe a prestação do serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, sendo este o que satisfaz as condições de regularidade, continuidade e eficiência na prestação aos consumidores. Diante desse quadro, observamos que a legislação não está sendo cumprida.

É indispensável que o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, observando as evidências apontadas pela Arsesp e pela própria Aneel, atue com máximo rigor no exercício do poder concedente, declarando intervenção na concessão da Enel São Paulo conforme prevê a lei federal 12.767/2012 que diz: “O poder concedente, por intermédio da Aneel, poderá intervir na concessão de serviço público de energia elétrica com o fim de assegurar sua prestação adequada e o fiel cumprimento das normas contratuais, regulamentares e legais pertinentes”.

A energia elétrica é base da vida cotidiana e da atividade econômica. O consumidor paulista vem primeiro. São Paulo exige respeito.

Governo do Estado de São Paulo

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Foto: Reprodução

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Câmara de SP aprova regras para mototáxi por aplicativo; texto vai à sanção de Ricardo Nunes

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Após um intenso debate na Sessão Plenária desta segunda-feira (8/12), a Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em segundo e definitivo turno, a regulamentação do transporte de passageiros por aplicativo em motocicletas na capital. O texto consta no substitutivo ao Projeto de Lei nº 1487/2025, elaborado pela Subcomissão do Serviço de Transporte Individual de Passageiros por Motocicleta, ligada à Comissão de Trânsito, Transporte e Atividade Econômica.

A proposta foi aprovada por 32 votos favoráveis, 16 contrários e uma abstenção. Agora, o projeto segue para sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

O PL estabelece regras para a operação do serviço, definindo obrigações para plataformas, condutores e veículos, com foco na segurança viária, fiscalização e integração às políticas públicas de mobilidade urbana. Apenas pessoas jurídicas credenciadas poderão oferecer o serviço, diretamente ou por meio de aplicativos, cooperativas ou associações. As empresas deverão comprovar regularidade fiscal, capital compatível, seguro de acidentes pessoais, pontos de descanso e o uso exclusivo de motociclistas cadastrados no município.

As plataformas também serão obrigadas a compartilhar dados com o Poder Público, como origem e destino das viagens, valores cobrados, tempo de espera, avaliações, informações sobre sinistros e dados de telemetria, além de exibir no aplicativo o cadastro do motociclista e o certificado do veículo.

Entre as novas exigências estão a proibição do transporte de menores de 18 anos, o veto a bonificações que incentivem excesso de velocidade e a inclusão do seguro obrigatório no auxílio-funeral. Caberá às empresas custear cursos de formação e a emissão da placa vermelha exigida para a atividade.

Os condutores deverão ter no mínimo 21 anos, CNH categoria “A” ou “AB” há pelo menos dois anos, EAR, inscrição no INSS, exame toxicológico a cada 90 dias e curso específico conforme normas do Contran. Também será exigida certidão negativa para crimes contra a mulher e a dignidade sexual, além de não possuir infração gravíssima nos 12 meses anteriores ao cadastro.

As motocicletas deverão ter entre 150 e 400 cilindradas, registro na categoria “aluguel”, certificado de segurança veicular e equipamentos obrigatórios. O texto proíbe circulação em corredores de ônibus, vias de trânsito rápido, região do Minianel Viário, áreas de rodízio e Zona de Máxima Restrição de Circulação, além de vedar a operação durante eventos climáticos adversos.

O projeto prevê multas que variam de R$ 4 mil a R$ 1,5 milhão para empresas, enquanto condutores poderão sofrer advertência, multa ou cassação do cadastro. A fiscalização inclui apreensão de veículos irregulares.

O debate dividiu os vereadores. Defensores da proposta afirmaram que a regulamentação é necessária diante da realidade do serviço na cidade. Já parlamentares contrários alegaram excesso de burocracia, risco à segurança viária e possibilidade de aumento de acidentes, além de questionarem a exigência da placa vermelha.

Com a aprovação em definitivo, a regulamentação do mototáxi por aplicativo em São Paulo depende agora apenas da decisão do Executivo municipal.

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Foto: Douglas Ferreira/Rede Câmara

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Com presença de Tarcísio e despedida de Derrite, Rota completa 134 anos em SP

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Com a presença do governador Tarcísio de Freitas e do secretário da Segurança Pública Guilherme Derrite, o Governo de São Paulo celebrou, nesta segunda-feira (1º), os 134 anos do 1º Batalhão de Choque Tobias de Aguiar, da Polícia Militar. A cerimônia marcou ainda o último dia de Derrite no comando da pasta, antes de seu retorno à Câmara dos Deputados.

Durante o evento, autoridades, personalidades e instituições que contribuíram para a segurança pública paulista foram homenageadas com a Medalha do Centenário do 1º BPChq. Em seu discurso, Tarcísio destacou o simbolismo da data para a história do batalhão e para a transição no comando da Secretaria de Segurança.

“É simbólico celebrar o aniversário e lembrar todas as tradições desse batalhão que assistiu a momentos importantes da nossa história. O dia também marca a despedida do nosso secretário. Em três anos, tivemos mais de R$ 1 bilhão investidos em infraestrutura, a entrega de 2.600 viaturas, 17 mil armas, 39 mil coletes e, sobretudo, os menores indicadores criminais da nossa história”, afirmou o governador.

Visivelmente emocionado, Derrite fez um balanço da gestão. “Exatamente há três anos eu fazia minha primeira aparição como secretário anunciado. Hoje tenho muito orgulho dos resultados e agradeço aos policiais civis e militares, às famílias e ao governador”, declarou.

Mudança no comando da Segurança

A partir desta terça-feira (2), o delegado Osvaldo Nico Gonçalves assume oficialmente a Secretaria de Segurança Pública. Segundo Tarcísio, a escolha representa a continuidade das políticas adotadas nos últimos anos. “Ele tem uma larga trajetória de dedicação à Segurança Pública e vai dar seguimento a esse trabalho de cooperação com os municípios e com o Ministério Público”, afirmou.

Nico agradeceu a confiança e reforçou o compromisso com a redução da criminalidade. “Sou apaixonado pela Segurança Pública. Se conseguirmos manter os indicadores em queda, ficarei realizado. Quero deixar um legado de transparência”, disse.

Rota e o combate ao crime organizado

Na atual gestão, foi assinada a reformulação da diretriz de atuação da Rota no combate ao crime organizado. A medida consolidou as atribuições da unidade no enfrentamento às organizações criminosas, com reforço no patrulhamento inteligente, apoio a ações de alta periculosidade e ampliação de cursos e treinamentos especializados.

Atualmente, o Batalhão de Choque Tobias de Aguiar é comandado pelo tenente-coronel Vergílio Corrêa Mariano e conta com quatro companhias, 470 policiais e 177 viaturas.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Delegado Nico assume Segurança Pública de SP após saída de Derrite para a Câmara

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O governador Tarcísio de Freitas anunciou nesta sexta-feira (28) a nomeação de Osvaldo Nico Gonçalves como novo secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Ele substitui Guilherme Derrite, que deixa o cargo na próxima semana para reassumir seu mandato na Câmara dos Deputados.

Atual secretário executivo da pasta desde janeiro de 2023, Nico é formado em Direito e especialista em Polícia Judiciária. Segundo o governo paulista, sua gestão dará continuidade às políticas de combate ao crime organizado e às ações de valorização das forças policiais.

Com mais de quatro décadas de atuação na segurança pública, Nico ingressou na Polícia Civil como investigador em 1979, passando por departamentos estratégicos como DECAP, DHPP, DEIC e GARRA. Em 1992, após se formar como delegado, fundou o primeiro Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, tornando-se também o primeiro delegado piloto da unidade.

Durante 12 anos, foi supervisor do Grupo Especial de Resgate (GER), no GARRA, comandando mais de 200 policiais civis. Na carreira, também criou o Grupo Anti-Bombas e o Grupo de Motos. Em 2019, assumiu a direção inicial do Departamento de Operações Policiais Especializadas (DOPE) e, em 2022, chegou ao cargo máximo da instituição ao ser nomeado delegado-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

A nomeação reforça a estratégia do Palácio dos Bandeirantes de manter a continuidade na condução da segurança pública paulista.

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Foto: Arquivo/GESP

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Delegada Raquel Gallinati toma posse como deputada estadual na Alesp

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A delegada de polícia Raquel Gallinati tomou posse, nesta sexta-feira (28), como deputada estadual da 20ª legislatura da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Suplente do Partido Liberal (PL), ela assume a vaga deixada pelo deputado Carlos Cezar, que passou a integrar o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP).

Ex-secretária de Segurança Pública de Santos e eleita com mais de 52 mil votos em 2022, Raquel destacou, em seu primeiro discurso, o compromisso com a Segurança Pública e a defesa das vítimas de violência. “Venho representar as pessoas silenciadas e aprimorar a proteção a quem cuida da nossa sociedade, além de ampliar direitos das pessoas mais vulneráveis”, afirmou.

A parlamentar também reforçou a pauta da defesa das mulheres. Como a 28ª mulher na legislatura considerada a mais feminina da história da Casa, defendeu a igualdade de direitos e o combate à violência. “Não basta garantir igualdade apenas no papel. É preciso fazer acontecer. A defesa das mulheres está acima de ideologias e é o lado certo a seguir”, declarou.

A cerimônia ocorreu no Plenário Juscelino Kubitschek e contou com a recepção do presidente da Alesp, André do Prado, que destacou a experiência e a determinação da nova deputada. O deputado Reis elogiou a atuação de Raquel na defesa dos policiais civis e sua passagem pela Secretaria de Segurança de Santos. Já o deputado Delegado Olim ressaltou a competência técnica e o respaldo popular da parlamentar.

Também participaram da sessão os deputados Alex Madureira, André Bueno, Eduardo Suplicy e Fábio Faria de Sá, além do deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

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Foto: Rodrigo Costa/Alesp

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