Prefeito Beto Piteri e vereador Levi Gobert anunciam novo pronto-socorro no Engenho Novo em Barueri

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O prefeito de Barueri, Beto Piteri, confirmou nesta terça-feira (23) a construção de um novo Pronto-Socorro no bairro Engenho Novo, que será referência para toda a região. A visita oficial contou com a presença do vereador Levi Gobert e do secretário de Saúde, Milton Monti, que acompanharam o prefeito nas unidades de saúde do bairro, incluindo a UBS Kátia Kohler, considerada modelo no atendimento à população.

A nova unidade atenderá a uma reivindicação do vereador Levi Gobert, que destacou a importância da obra para os moradores. “Essa conquista é fruto de muito diálogo e dedicação. O novo pronto-socorro vai trazer mais qualidade no atendimento de urgência para milhares de famílias. Agradeço ao prefeito Beto Piteri e ao secretário Milton Monti por ouvirem nossa demanda e confirmarem esse importante investimento para o Engenho Novo e região”, afirmou o parlamentar.

O anúncio integra um conjunto de investimentos expressivos que Barueri prepara para a área da saúde em 2025. O orçamento destinado ao setor será de R$ 1,24 bilhão, o que representa 21,3% do orçamento total do município – percentual bem acima do mínimo constitucional de 15% exigido pela Lei Complementar nº 141/2012.

Com esses recursos, a Prefeitura pretende expandir e modernizar a rede, tanto por meio da construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) quanto pelo reforço às estruturas já existentes. Além do novo pronto-socorro no Engenho Novo, estão em andamento obras nas UBSs do Jardim Graziela e Chácaras Marco, que devem ser entregues em breve.

Outra prioridade será a ampliação do uso de tecnologias digitais, como a telemedicina, para agilizar diagnósticos e consultas. A aquisição de novos equipamentos também está prevista, fortalecendo o atendimento em áreas estratégicas.

Com a confirmação do novo pronto-socorro, a região do Engenho Novo dá um passo importante para garantir mais qualidade, agilidade e eficiência nos serviços de saúde oferecidos à população.

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Trump elogia Lula após breve encontro na ONU e fala em “excelente química”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após um breve encontro entre os dois durante a abertura da 80ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Segundo Trump, houve uma “excelente química” entre ambos. O governo brasileiro confirmou o encontro.

De acordo com Trump, a conversa ocorreu nos bastidores, quando Lula deixava o plenário e ele se preparava para discursar. “Eu estava entrando e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Em retrospecto, fico feliz de ter esperado (para negociar tarifas). Tivemos uma boa conversa e combinamos de nos encontrar na próxima semana, se isso for de interesse mútuo, mas ele pareceu um homem muito agradável. Na verdade, ele gostou de mim, eu gostei dele”, disse o americano.

Trump também ressaltou o clima amistoso: “Só faço negócios com pessoas que eu gosto. Quando não gosto deles, não gosto deles. Tivemos uma excelente química por pelo menos uns 39 segundos.”

O republicano foi o segundo a discursar na Assembleia, logo após Lula. Em sua fala oficial, voltou a defender as tarifas de 50% aplicadas em julho contra produtos brasileiros e de outros países, justificando que se tratam de medidas de “defesa da soberania e da segurança” dos Estados Unidos. “Foram décadas de vantagens que outros países tiveram durante governos anteriores”, afirmou.

A declaração acontece em meio a um cenário de tensão nas relações entre Brasília e Washington. As medidas de Trump foram vistas pelo governo brasileiro como retaliação política após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos de prisão pelo crime de golpe de Estado.

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Foto: Reprodução/Discurso/ONU

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Ser político – por Celso Tracco

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A palavra política vem do grego politikós e tem como origem o termo polis, o qual podemos traduzir por comunidade/agrupamento de pessoas. Portanto toda pessoa que vive em comunidade e se interessa pelas coisas públicas desta comunidade, é, por definição, um ser político.

A manifestação política de todos os habitantes de uma comunidade, de uma cidade, estado, região ou país deveria ser frequente e contínua. Dentro de um sistema político democrático, esta prática é assegurada pelas eleições regulares e constitucionais, nas quais legítimos representantes do povo são eleitos para exercerem seus mandatos nos poderes executivo e legislativo.

Entretanto, se lançarmos um olhar mais criterioso para a história de nosso país, facilmente verificamos que a efetiva participação política de nosso povo é mínima. Podemos enumerar várias razões que justificam esse desinteresse, tais como: imposições de vontades autoritárias e absolutistas, baixa escolaridade da população, centralização e concentração do poder em mãos de pequenos grupos familiares, uma sociedade elitizada, baixíssima experiência democrática com uma sucessão de golpes e tentativas de golpes de estado.

Sem dúvida, os fatores citados acima, além de reiterados e contínuos casos de corrupção, trouxeram ao longo do tempo, a percepção de que o exercer político, em especial a política partidária, é um mal social. O povo não confia nos representantes que ele próprio elegeu. Uma tragédia. Tem-se a sensação de que os partidos políticos apenas agem de acordo com os seus próprios objetivos, ou dos objetivos pessoais de seus dirigentes. Eles não estão preocupados em promover o bem-estar dos seus eleitores. Deste modo o povo em geral, não se interessa em sequer debater sobre política. Há um sentimento de inutilidade e até de desprezo, quando se fala sobre política partidária.

Mas, a não participação dos eleitores na política, em que pesem as várias restrições sistêmicas e estruturais, é um grave erro da sociedade brasileira. Temos o dever de participar, cobrar e fiscalizar o trabalho dos eleitos. Nossa recente experiência democrática tem apenas 35 anos, e parece que já estamos cansados e desiludidos com a prática democrática. Continuamos aguardando um “salvador da pátria”, alguém que resolva de imediato, todos os problemas estruturais acumulados em séculos de nossa história. Não vai acontecer. Apenas a livre, plural e democrática manifestação de todos os segmentos de uma comunidade irá aprimorar e solidificar as instituições políticas, evitando o personalismo anacrônico e nefasto em que ainda vivemos. Uma sociedade só será forte, segura, próspera, se a maioria de seus integrantes forem conscientemente participantes ativos, trabalhando para o bem comum.

Pode parecer utópico, mas encaremos a utopia como algo muito difícil, mas possível de ser realizado. Se não trabalharmos duramente, nada irá mudar, e a sensação real de uma classe política inepta, corrupta, servil aos seus próprios interesses só irá aumentar. A manifestação política dos cidadãos, através das inúmeras entidades da sociedade civil requer muita abnegação, mudança de hábitos, de posturas e certamente sacrifícios, mas ainda assim, será o melhor caminho para construirmos uma sociedade mais justa, mais igualitária, mais solidária e humanizada para todos. Exercite sua cidadania, faz bem e não tem contra indicação.


Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.


*Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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PL oficializa Eduardo Bolsonaro como líder da Minoria na Câmara e garante blindagem contra cassação

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O PL confirmou nesta terça-feira (16) o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como novo líder da Minoria na Câmara dos Deputados. A deputada Caroline de Toni (PL-SC), que ocupava o posto, renunciou em favor do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e assumirá a primeira vice-liderança, mantendo-se responsável pelas votações em plenário na ausência de Eduardo.

A manobra visa evitar que Eduardo perca o mandato por faltas. O parlamentar não registra presença em sessões há mais de dois meses e, sem justificativa, poderia ser cassado de forma automática em 2025. A liderança partidária garante isenção do registro de presença, com base em ato da Mesa Diretora de 2015, assinado pelo então presidente Eduardo Cunha (MDB-RJ).

Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde março e tem articulado sanções do governo Donald Trump contra o Brasil, em retaliação à condenação de seu pai pelo STF a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), defendeu a decisão. “Estamos protegendo sim o Eduardo Bolsonaro naquilo que estiver a nosso alcance”, disse, ao lado de outros dirigentes do partido.

A oposição reagiu. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), classificou a medida como “absurda” e anunciou que buscará reverter a nomeação na Mesa Diretora, no Plenário e no Judiciário. Na semana passada, ele já havia protocolado no STF pedido de prisão preventiva de Eduardo, além do bloqueio de salários e verbas parlamentares, sob alegação de ausência prolongada e lobby contra o país no exterior.

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Foto: Reprodução/Flickr/Eduardo Bolsonaro

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Câmara de Barueri recebe posse da nova diretoria municipal do PT

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A Câmara Municipal de Barueri foi palco, na noite de sábado (13), da cerimônia de posse da nova diretoria do Diretório Municipal do PT. O evento reuniu lideranças políticas da região e importantes nomes do partido, como o deputado estadual Emídio de Souza, o ex-prefeito de Carapicuíba Sérgio Ribeiro, o ex-deputado federal João Paulo Cunha e a coordenadora do PT Macro Osasco, Rosângela Santos. Também marcaram presença o vereador de Barueri Keu Oliveira (PV) e outras figuras políticas locais.

O presidente do PT de Barueri, Alexandre de Ramos, reeleito para o cargo, reforçou o papel estratégico do partido na cidade. “Sabemos do grande desafio da nova diretoria: 2026 será o ano da reeleição do presidente Lula. Além disso, seguiremos em busca de recursos para Barueri. Se em 2023 e 2024 conseguimos mais de R$ 300 milhões em recursos federais para nossa cidade, nesta gestão não será diferente”, afirmou.

Alexandre ainda reafirmou seu compromisso com a cidade. “Reafirmo meu compromisso de lutar pelo melhor para nossa cidade”, completou.

Com a posse, o PT de Barueri busca ampliar seu protagonismo no cenário político municipal e fortalecer a articulação para as próximas eleições.

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Foto: Reprodução/Facebook/Alexandre de Ramos

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Câmara de Barueri celebra 35 anos da Lei Orgânica com exposição histórica

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Quem visitar a Câmara Municipal de Barueri até o fim de outubro poderá reviver um marco da história política da cidade: a promulgação da Lei Orgânica Municipal, que completa 35 anos. A exposição, organizada pelo Arquivo Público da Casa, reúne documentos originais, recortes de jornais, fotografias e objetos que mostram como foi o trabalho dos 20 vereadores constituintes responsáveis pela elaboração do texto em 1990.

A abertura ocorreu na última terça-feira (9), durante a sessão legislativa. O curador da mostra, Reginado Cruz, destacou que a Lei Orgânica foi construída de forma participativa. “Assim como a Constituição Federal de 1988 é chamada de Constituição Cidadã, nossa Lei Orgânica também teve participação popular. Quem visitar a exposição poderá ver a urna usada para colher sugestões dos baruerienses”, afirmou.

Presidente da Câmara Wilson Zuffa ao lado de Reginaldo Cruz, curador da exposição, e demais vereadores. – Foto: Marco Miatelo/CMB

Durante o evento, a Câmara homenageou os 20 vereadores constituintes por meio da Moção 020/2025, proposta pelo presidente Wilson Zuffa (Republicanos) e aprovada por unanimidade. Entre os homenageados estão figuras que marcaram a história do Legislativo barueriense, como Antônio Balthazar Necchi, Jurandir Aparecido Alves (Jurinha) e José Maria de Morais (Zé Maria).

A exposição é gratuita e aberta ao público em horário de expediente da Câmara.

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Fotos: Marco Miatelo/CMB

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Lula destaca importância do SUS e diz que saúde não tem esquerda ou direita

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste sábado (13) do mutirão nacional de atendimentos hospitalares, o Dia E, realizado em 45 hospitais universitários de 25 estados, todos geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A ação integra o programa Agora Tem Especialistas, que busca reduzir as filas de consultas, exames e cirurgias do SUS.

Durante visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), Lula destacou que saúde é prioridade acima de ideologias. “Em se tratando de saúde, você não tem esse negócio de direita e esquerda, tem é pessoas comprometidas com a saúde do povo brasileiro”, afirmou, lembrando o papel do SUS durante a pandemia.

De acordo com o governo, apenas neste sábado foram realizados cerca de 2 mil cirurgias eletivas, 4,5 mil consultas e 22,7 mil exames, todos previamente agendados. Para atender à demanda, mais de 3,2 mil profissionais, incluindo 2,5 mil médicos e enfermeiros, além de 700 estudantes, atuaram em turnos extras.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que o programa prevê parcerias com a rede privada para acelerar atendimentos, inclusive com abatimento de dívidas de operadoras de saúde com o SUS. Já o presidente da Ebserh, Arthur Chioro, anunciou meta de aumentar em 40% o número de cirurgias realizadas nos hospitais universitários.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, médico anestesista, também participou do evento e exaltou o SUS como patrimônio nacional.

Esta foi a segunda edição do Dia E em 2025 – a primeira, em julho, registrou 12.464 procedimentos. Uma terceira edição está prevista para dezembro.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR – *Com informações Agência Brasil

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Bolsonaro pode ser preso até dezembro; STF analisa recursos de defesa

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O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados condenados por envolvimento em uma trama golpista podem enfrentar a execução de suas penas até dezembro deste ano, caso os recursos apresentados por suas defesas sejam rejeitados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A condenação, que varia entre 16 e 27 anos de prisão em regime fechado, foi decidida pela Primeira Turma do STF na última quinta-feira (11).

Detalhes da condenação

A decisão do STF não é imediata, uma vez que os réus ainda têm a possibilidade de recorrer. O tribunal tem um prazo de até 60 dias para publicar o acórdão, que contém os votos dos ministros. Após essa publicação, as defesas terão cinco dias para apresentar embargos de declaração, um recurso que visa esclarecer eventuais omissões ou contradições na decisão. Contudo, esse tipo de recurso geralmente não altera o resultado do julgamento e tende a ser negado.

A expectativa é que o julgamento dos embargos ocorra entre novembro e dezembro. Caso sejam rejeitados, o STF determinará a execução imediata das penas. Importante ressaltar que, como a votação teve um placar de 4 a 1, os réus não poderão levar o caso ao plenário, já que precisariam de ao menos dois votos favoráveis à absolvição para isso.

Condições de prisão

Se as penas forem efetivamente executadas, é provável que os condenados não sejam enviados a celas comuns. De acordo com o Código de Processo Penal, oficiais do Exército têm direito a uma prisão especial. Entre os condenados, quatro são militares do Exército, um da Marinha e dois delegados da Polícia Federal, que também podem usufruir dessa prerrogativa. As celas especiais estão localizadas em unidades como o presídio da Papuda, em Brasília, e na superintendência da Polícia Federal.

O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal, será responsável por decidir o local de cumprimento das penas. Além disso, Bolsonaro poderá solicitar a possibilidade de cumprir sua pena em prisão domiciliar, considerando problemas de saúde decorrentes de um atentado sofrido em 2018. Essa medida, no entanto, não é automática e dependerá de avaliação judicial.

Contexto e implicações

A condenação de Bolsonaro e seus aliados ocorre em um momento crítico da política brasileira, onde a polarização e os debates sobre a democracia estão em alta. A trama golpista, que envolveu tentativas de desestabilizar o governo, levanta questões sobre a segurança institucional e a integridade do processo democrático no país.

Além disso, a condenação torna Bolsonaro inelegível até 2060, o que pode impactar sua influência política futura e a dinâmica do cenário eleitoral brasileiro. A situação dos réus, incluindo a possibilidade de delação premiada de alguns deles, como Mauro Cid, também pode trazer novas revelações sobre as ações e os planos que levaram à condenação.

As próximas semanas serão cruciais para o desfecho desse caso, que promete continuar a ser um tema de grande relevância na mídia e na sociedade brasileira.

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Foto: Marcos Correa/Arquivo/PR

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Primeira Turma do STF aplica pena de mais de 27 anos de prisão a Jair Bolsonaro

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta quinta-feira (11), o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo conjunto de crimes imputados na ação penal conhecida como “Trama Golpista” — entre eles tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A punição imposta foi de 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado. O ministro Luiz Fux votou pela absolvição de Bolsonaro.

A condenação ocorreu por 4 votos a 1, com os ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin favoráveis à condenação.

O que é a “Trama Golpista”

A denúncia da Procuradoria-Geral da República aponta que Bolsonaro liderou uma organização criminosa com aliados — ex-ministros, militares e agentes públicos — cujo objetivo era impedir a posse do presidente eleito em 1º de janeiro de 2023 e subverter a democracia brasileira.

São atribuídos aos réus, além do ex-presidente, crimes como:

  • tentativa de golpe de Estado;
  • tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • organização criminosa armada;
  • dano qualificado;
  • deterioração de patrimônio tombado.

A duração do processo até a condenação

O processo (Ação Penal 2.668) passou por diversas etapas antes da conclusão do julgamento:

  • Em março de 2025, a Primeira Turma do STF recebeu a denúncia, tornando réus Bolsonaro e outros sete integrantes do chamado núcleo central da trama.
  • Sustentações orais das defesas foram feitas nos primeiros dias de setembro.
  • O julgamento em plenário presencial se iniciou em 2 de setembro, com sessões reservadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.
  • Durante esses dias, foram apresentados os votos dos ministros, inclusive o voto divergente do ministro Luiz Fux, que durou cerca de 11‐14 horas.

Em suma, do recebimento da denúncia à votação final, o processo levou cerca de seis meses, com o julgamento efetivo ocupando cerca de uma semana (2 a 12 de setembro) para a fase decisória.

Implicações e próximas etapas

Com a condenação, Bolsonaro fica inelegível e poderá recorrer das decisões. A execução da pena não será automática: depende de eventual trânsito em julgado ou de que os recursos sejam rejeitados.

A decisão marca um marco inédito: é a primeira vez que um ex-presidente do Brasil é condenado por crimes relacionados a uma tentativa de ruptura democrática desse tipo.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Vereador Levi Gobert recebe vereadora de Curitiba para troca de experiências na Câmara de Barueri

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Na manhã desta sexta-feira (15), o vereador Levi Gobert (Podemos) recebeu na Câmara Municipal de Barueri a visita de Indiara Barbosa (Novo), vereadora de Curitiba-PR. O encontro teve como objetivo a troca de experiências e o fortalecimento de ideias que possam beneficiar as duas cidades.

Durante a visita, Levi apresentou a estrutura e o funcionamento da Casa de Leis barueriense, além de compartilhar informações sobre projetos em andamento no município. A conversa também abordou iniciativas de Curitiba, capital do Paraná, que é reconhecida nacionalmente por seus avanços em áreas como mobilidade urbana, sustentabilidade e gestão pública — projetos que podem servir de inspiração para serem adaptados e implantados em Barueri.

Indiara Barbosa, que está em seu segundo mandato, se destacou nas eleições de 2020 como a vereadora mais votada de Curitiba, com 12.147 votos, tornando-se a primeira mulher a alcançar tal feito na cidade. Reeleita em 2024 com 9.106 votos, ela tem atuação marcada por pautas voltadas à eficiência da gestão pública e ao desenvolvimento econômico.

Para Levi Gobert, a visita reforça a importância de aproximar realidades diferentes para ampliar horizontes. “O diálogo entre parlamentares de cidades distintas é fundamental para trazer novas ideias, adaptar boas práticas e melhorar continuamente os serviços oferecidos à população”, afirmou.

A reunião evidenciou que, ao unir experiências e boas práticas, tanto Barueri quanto Curitiba podem avançar ainda mais na construção de cidades modernas, eficientes e voltadas ao bem-estar de seus moradores.

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Foto: Edson Mesquita Jr/ZH Digital

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