Banco de Leite de Barueri ajuda bebês prematuros e reforça importância da doação

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No Dia Nacional da Doação de Leite Humano, celebrado em 19 de maio, a Prefeitura de Barueri destacou o trabalho realizado pelo Banco de Leite Humano do Hospital Municipal Francisco Moran, serviço considerado fundamental para a recuperação de bebês internados na UTI Neonatal, berçário e UTI Pediátrica da unidade.

Atualmente, o banco de leite mantém cerca de 100 litros armazenados e registra consumo médio de 30 litros por mês. Na data da reportagem, seis bebês recebiam alimentação com leite humano no hospital.

O leite materno é considerado essencial principalmente para prematuros extremos e recém-nascidos em estado delicado, que muitas vezes não conseguem se alimentar diretamente no peito da mãe.

Rico em fatores imunológicos, o alimento ajuda a reduzir riscos de infecções respiratórias, diarreias, alergias, pneumonia, meningite e desnutrição, além de contribuir para a redução da mortalidade infantil.

Segundo a nutricionista responsável pelo Banco de Leite do hospital, Bianca Umbelino, o leite humano faz diferença significativa na recuperação dos bebês mais vulneráveis.

“Como contamos com um estoque muito controlado, ofertamos o leite para os bebês em situação mais crítica e que não se adaptam à fórmula”, explicou.

Ela também reforçou que qualquer quantidade doada pode ajudar no tratamento dos recém-nascidos.

“Muitas mães acreditam que produzem pouco leite, mas até 1 ml pode fazer diferença para um bebê muito prematuro”, destacou.

Além de receber doações, o Banco de Leite também presta atendimento especializado às mães que enfrentam dificuldades durante a amamentação.

A moradora do Parque Viana, Karen Caroline de Jesus Magalhães, mãe do pequeno Lucas, relatou que o leite materno tem sido essencial durante o tratamento do filho, que aguarda cirurgia cardíaca.

Outra mãe atendida pela equipe foi Ingrid dos Santos, que procurou o serviço após apresentar sintomas de ingurgitamento mamário, conhecido popularmente como “leite empedrado”.

Segundo a Prefeitura, toda mulher saudável que esteja amamentando e não utilize medicamentos incompatíveis pode se tornar doadora.

O serviço atende moradores de Barueri e também de cidades vizinhas, como Jandira, Carapicuíba e Santana de Parnaíba. O hospital ainda disponibiliza coleta domiciliar para facilitar as doações.

Serviço

Banco de Leite Humano – Hospital Municipal de Barueri
Endereço: Rua Ângela Mirella, 354 – Jardim Barueri
Telefone: (11) 2575-3269
Disque Saúde: 136
E-mail: [email protected]

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Foto: Tatiane Zechetto/PMB

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Nova maternidade de Cajamar terá UTI Neonatal; obras avançam

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As obras da nova maternidade municipal de Cajamar seguem avançando e já começam a transformar a estrutura do Hospital Municipal Enfermeiro Antônio Policarpo de Oliveira, no distrito do Polvilho.

A nova unidade integra o projeto de ampliação e modernização da rede pública de saúde da cidade e promete aumentar a capacidade de atendimento para gestantes, mães e recém-nascidos.

Com o avanço das intervenções, a futura maternidade ganha forma e reforça os investimentos da Prefeitura na ampliação dos serviços hospitalares e no fortalecimento da saúde pública municipal.

O projeto prevê uma estrutura moderna, com foco em acolhimento, humanização e atendimento especializado desde os primeiros momentos de vida dos bebês.

Segundo a Prefeitura, a nova maternidade contará com recepções ampliadas, novos leitos de enfermaria, espaço ecumênico, lanchonete, área administrativa, almoxarifado e ambientes destinados à capacitação contínua das equipes de saúde.

A unidade também terá novos leitos de UTI Neonatal e uma agência transfusional inédita no município, ampliando a capacidade de atendimento em casos de maior complexidade.

Além disso, a maternidade contará com o suporte dos 10 leitos de UTI Adulto Tipo II inaugurados recentemente no hospital, fortalecendo a rede de assistência às pacientes.

A administração municipal afirma que a proposta é oferecer um ambiente mais moderno, seguro e preparado para garantir atendimento qualificado às futuras mães e aos recém-nascidos da cidade.

Nos últimos anos, Cajamar vem ampliando investimentos em infraestrutura hospitalar e modernização dos serviços de saúde, acompanhando o crescimento populacional e a demanda por atendimento especializado.

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Fotos: Divulgação/PMC

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Pirapora do Bom Jesus anuncia nova UBS e amplia atendimento de saúde na cidade

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A Prefeitura de Pirapora do Bom Jesus anunciou a construção da quinta Unidade Básica de Saúde (UBS) do município. A nova estrutura será instalada no bairro Parque Payol 2 – Green Hills e deve ampliar o atendimento de saúde para mais de 3 mil moradores da região.

O anúncio foi feito pelo prefeito Gregorio Maglio durante a assinatura da ordem de serviço realizada na última quinta-feira (14), na área onde será construída a unidade.

Segundo a Prefeitura, a obra será financiada pelo novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal, com investimento estimado em R$ 3 milhões.

A nova UBS será do tipo 2, modelo considerado mais completo dentro da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS), com capacidade para abrigar até duas equipes de Saúde da Família.

De acordo com Gregorio, a implantação da unidade deve reduzir a necessidade de deslocamento dos moradores até outras regiões da cidade para atendimento médico.

“É uma obra que vai mudar o dia a dia de mais de 3 mil pessoas. A saúde vai chegar na porta da casa”, afirmou o prefeito durante a cerimônia.

A futura unidade contará com consultórios médicos, odontológicos e de enfermagem, além de espaços para atendimento psicológico, assistência social, vacinação, dispensação de medicamentos e realização de procedimentos.

O projeto também prevê estrutura acessível e sustentável, seguindo padrões mais modernos de construção na área da saúde pública.

Segundo a administração municipal, a UBS será sede da sexta e sétima equipe de agentes comunitários da saúde da cidade.

A secretária municipal de Saúde, Antonia Maria da Paixão Santos, classificou o início da obra como um momento histórico para o município e destacou que a nova estrutura deve ampliar o acesso da população aos serviços essenciais de saúde.

A cerimônia de lançamento contou ainda com a presença do vice-prefeito Luciano Motorista, secretários municipais, vereadores e representantes do Ministério da Saúde.

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Foto: Gilberto Labriola/PMPBJ

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Saúde mental nas empresas: o que o pequeno e médio empresário precisa entender de verdade

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ESPECIAL PUBLICITÁRIO | Por Pedro Celidonio

Mais do que um tema de cuidado, a saúde mental no trabalho também revela falhas de gestão, liderança e organização da rotina empresarial.

A saúde mental no ambiente de trabalho virou assunto frequente nas empresas, nas redes e nas conversas de gestão. Mas a verdade é que esse tema não surgiu agora. Ele sempre existiu. O que mudou foi o nível de atenção sobre um problema que, por muito tempo, ficou invisível, mal interpretado ou tratado apenas quando já havia sinais mais graves.

E a tendência é de aumento. Não porque as pessoas tenham mudado de uma hora para outra, mas porque o trabalho ficou mais intenso, mais acelerado, mais pressionado e, em muitos casos, mais desorganizado.

Quando o assunto é saúde mental nas empresas, muitos empresários ainda pensam que isso diz respeito apenas à vida pessoal do colaborador. Essa visão é limitada.

A empresa não é responsável por resolver toda a complexidade emocional dos colaboradores. Mas tem, sim, influência direta sobre o ambiente que cria, sobre a forma como o trabalho é organizado e sobre o impacto que isso gera nas pessoas.

Na prática, a saúde mental no trabalho não depende apenas de benefícios, palestras ou ações de bem-estar. Ela também é afetada por fatores do dia a dia, como excesso de cobrança, falta de clareza nas funções, mudanças mal comunicadas, sobrecarga, conflitos mal conduzidos e ausência de suporte da liderança.

Em empresas menores, esse cenário costuma ser ainda mais sensível. Isso porque o dono centraliza decisões, líderes acumulam funções, a operação vive no limite e quase tudo é tratado com urgência. Com o tempo, a pressão vira rotina, a desorganização se torna normal e o desgaste começa a aparecer em forma de queda de produtividade, aumento de conflitos, retrabalho, afastamentos e dificuldade de retenção.

O ponto central é entender que saúde mental também é tema de gestão. Não se trata de transformar a empresa em consultório, mas de reconhecer que uma rotina mal organizada adoece o ambiente, enfraquece a liderança e compromete o negócio.

Para o pequeno e médio empresário, o primeiro passo não é complicar o tema. É olhar com honestidade para perguntas simples: a equipe sabe exatamente o que se espera dela? As prioridades estão claras? A carga está compatível com a estrutura? Os líderes apoiam ou apenas cobram? Os problemas são tratados ou só empurrados?

Muitas vezes, melhorar a saúde mental no trabalho não começa com grandes discursos e sim com ajustes concretos na forma de liderar, distribuir demandas, comunicar mudanças e organizar a operação.

Empresas que entendem isso mais cedo tendem a construir ambientes mais saudáveis, equipes mais estáveis e negócios mais sustentáveis.

Se esse tema faz sentido para a sua empresa e você quiser entender melhor por onde começar, estamos disponíveis para contribuir com orientação e estruturação dessa jornada.

Instagram – Pedro Celidonio
Fone: (11) 99158-6537
https://revoebusiness.com.br/

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Foto de Nik Shuliahin/Unsplash

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Barueri terá vacinação contra gripe em feiras noturnas da cidade

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A Prefeitura de Barueri vai ampliar a campanha de vacinação contra a gripe com atendimento em feiras noturnas do município. A ação começa nesta semana e pretende facilitar o acesso da população às doses em horários alternativos, principalmente para moradores que não conseguem ir às UBSs durante o dia.

A imunização acontecerá na Feira Noturna do Centro nos dias 19 e 26 de maio, e na Feira Noturna do Silveira nos dias 22 e 29. Além da vacina contra a influenza, equipes da Secretaria de Saúde também irão atualizar carteirinhas de vacinação.

A estratégia busca aumentar a cobertura vacinal em meio à campanha nacional contra a gripe, que neste ano prioriza grupos considerados mais vulneráveis às complicações provocadas pelo vírus influenza.

No Centro, a vacinação será realizada na Feira Noturna localizada na avenida Guilherme Perereca Guglielmo. Já na região do Silveira, a aplicação das doses acontecerá na avenida João Vicente Nascimento, no Parque dos Camargos.

A Secretaria de Saúde informou que a ação pretende aproximar a vacinação da rotina dos moradores, utilizando espaços de grande circulação durante o período da noite.

Entre os públicos prioritários estão crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos acima de 60 anos, gestantes, puérperas, profissionais da saúde e professores das redes pública e privada.

A campanha também contempla pessoas com doenças crônicas, deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, indígenas, quilombolas, profissionais das forças de segurança e população em situação de rua.

Para receber a vacina, os moradores devem apresentar documento com foto e, nos casos necessários, comprovantes que demonstrem a condição de prioridade.

Segundo especialistas, a vacinação anual contra a gripe é essencial porque o vírus influenza sofre mutações frequentes, exigindo atualização constante da proteção oferecida pelas vacinas.

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Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Anvisa mantém veto contra produtos da Ypê após detectar bactéria

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a proibição da fabricação e venda de diversos produtos da Ypê após a identificação de falhas graves no processo de produção da empresa. A decisão foi confirmada nesta sexta-feira (15) e mantém fora do mercado os lotes com final 1 de detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes da marca.

O caso ganhou repercussão nacional porque envolve uma das marcas de limpeza mais populares do país e a suspeita de contaminação por uma bactéria resistente a antibióticos, considerada perigosa principalmente para pessoas com baixa imunidade.

Segundo a Anvisa, inspeções identificaram “descumprimentos relevantes” em etapas consideradas críticas da fabricação dos produtos. Entre os problemas apontados estão falhas nos sistemas de controle de qualidade, produção e garantia sanitária.

A restrição havia sido anunciada no início do mês, mas acabou temporariamente suspensa após recurso apresentado pela fabricante. Pela legislação sanitária, o recurso interrompe automaticamente os efeitos da decisão até nova análise da diretoria da agência.

Na reunião extraordinária realizada nesta sexta, a Diretoria Colegiada da Anvisa decidiu retomar parte da resolução e voltou a proibir a fabricação, comercialização e uso dos produtos atingidos pela medida.

Apesar disso, a agência recuou em relação ao recolhimento obrigatório dos itens já distribuídos. A medida foi suspensa temporariamente até que uma proposta apresentada pela empresa seja analisada pelas áreas técnicas da Anvisa.

O principal alerta envolve a bactéria Pseudomonas aeruginosa, encontrada durante as análises. O microrganismo é conhecido pela alta resistência a antibióticos e pode provocar infecções urinárias, respiratórias e complicações severas em pacientes vulneráveis, especialmente pessoas internadas, com doenças pulmonares crônicas ou submetidas ao uso de cateter.

Entre os produtos atingidos pela suspensão estão linhas bastante conhecidas pelos consumidores, como Lava Louças Ypê, Tixan Ypê e desinfetantes Bak Ypê e Atol. A restrição vale exclusivamente para os lotes identificados com numeração final 1.

A Anvisa ainda deverá analisar o mérito do recurso apresentado pela fabricante. Até que haja uma decisão definitiva, os produtos listados continuam proibidos no país.

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Foto: Joédson Alves/Ag. Brasil

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Hospital de Santana de Parnaíba promove homenagens e acolhimento no Dia das Mães

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O Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana de Parnaíba, realizou uma série de ações especiais em celebração ao Dia das Mães, com homenagens voltadas às pacientes internadas, acompanhantes e colaboradoras da unidade.

As iniciativas foram promovidas pelo Comitê de Humanização e pelo setor de Recursos Humanos do hospital, administrado pela Agir Saúde em parceria com a Prefeitura de Santana de Parnaíba.

A programação contou com entrega de lembranças personalizadas, espaços para fotos, mensagens de valorização e ações de acolhimento emocional dentro da unidade hospitalar.

Entre os destaques esteve a distribuição de espelhos personalizados com mensagens de carinho e reconhecimento às mães internadas no hospital. As pacientes também participaram de registros fotográficos em um espaço decorado com flores preparado especialmente para a data.

Segundo a presidente do Comitê de Humanização e supervisora do Serviço de Experiência do Paciente, Ana Luiza Serrano, a proposta foi tornar o ambiente hospitalar mais acolhedor em um período emocionalmente delicado para muitas famílias.

“Em um ambiente hospitalar, onde muitas vezes existem dores, inseguranças e saudade da família, proporcionar momentos de acolhimento e afeto faz toda a diferença”, destacou.

Além das homenagens às pacientes, colaboradoras da unidade participaram de ações voltadas à valorização da maternidade no ambiente profissional.

O hospital instalou um painel temático para fotos e distribuiu mensagens de empoderamento com frases ligadas à rotina das mães que atuam na área da saúde.

O setor de Recursos Humanos também realizou a entrega de lembranças às funcionárias mães do hospital, incluindo profissionais celetistas, estatutárias e demais colaboradoras da unidade.

Outra iniciativa promovida durante a programação foi a ação “Legado de Amor”, desenvolvida em unidades administradas pela Agir Saúde. A atividade reuniu relatos de maternidade enviados por colaboradoras do HMSA.

Uma das histórias selecionadas resultou em um vídeo especial gravado entre mãe e filha, abordando experiências pessoais e a relação construída ao longo da maternidade.

Segundo a supervisora de Recursos Humanos, Kimberly Neponuceno, ações desse tipo fortalecem o vínculo entre a instituição e os profissionais da saúde.

“Além do profissional, existe uma história, uma família e muitos desafios enfrentados diariamente. Dar visibilidade a essas trajetórias faz com que os colaboradores se sintam reconhecidos não apenas pelo trabalho que executam, mas também pela pessoa que são”, afirmou.

De acordo com o hospital, as ações tiveram grande adesão entre pacientes e colaboradoras, reforçando a proposta de humanização e acolhimento dentro da unidade.

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Foto: Divulgação

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Planos de saúde coletivos sobem 9,9% em 2026 e reajuste segue acima da inflação

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Os planos de saúde coletivos registraram reajuste médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Embora seja o menor aumento médio dos últimos cinco anos, o índice ainda supera com folga a inflação oficial do país, que ficou em 3,81% no período.

O aumento atinge contratos coletivos empresariais e por adesão, modalidade que concentra a maior parte dos beneficiários no Brasil. Atualmente, cerca de 84% dos usuários de planos de saúde estão vinculados a contratos desse tipo.

Os dados divulgados pela ANS mostram que os reajustes seguem em patamares elevados há mais de uma década. Mesmo com a desaceleração registrada em 2026, os aumentos continuam pressionando empresas, trabalhadores e famílias que dependem da saúde suplementar.

Veja a evolução média dos reajustes dos planos coletivos nos últimos anos:

  • 2016 — 15,74%
  • 2017 — 14,24%
  • 2018 — 11,96%
  • 2019 — 10,55%
  • 2020 — 7,71%
  • 2021 — 6,43%
  • 2022 — 11,48%
  • 2023 — 14,13%
  • 2024 — 13,18%
  • 2025 — 10,76%
  • 2026 — 9,90%

A última vez em que os reajustes ficaram abaixo do percentual atual foi em 2021, durante a pandemia da covid-19. Naquele período, o isolamento social provocou redução significativa na realização de consultas, exames e cirurgias eletivas, diminuindo os custos das operadoras.

Apesar da queda em relação aos últimos anos, entidades de defesa do consumidor seguem criticando os reajustes acima da inflação. O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), por exemplo, costuma questionar os aumentos praticados pelas operadoras em contratos coletivos.

A ANS, no entanto, afirma que a comparação direta com o IPCA não é adequada. Segundo a agência, o cálculo considera fatores específicos do setor de saúde, como aumento nos custos médicos, procedimentos, internações e frequência de utilização dos serviços pelos beneficiários.

Outra diferença importante está na forma como os reajustes são definidos. Nos planos individuais e familiares, o percentual máximo é determinado pela própria ANS. Já nos contratos coletivos, os aumentos são negociados diretamente entre empresas, associações ou administradoras e as operadoras de saúde.

Os dados da agência também mostram diferenças relevantes entre os tipos de contratos coletivos. Nos dois primeiros meses de 2026, os planos com 30 ou mais beneficiários tiveram reajuste médio de 8,71%. Já os contratos menores, com até 29 vidas, registraram aumento médio de 13,48%.

Segundo a ANS, cerca de 77% dos consumidores estão nos planos com mais de 30 usuários, geralmente contratados por empresas de médio e grande porte.

O setor de saúde suplementar segue em expansão no país. Dados de março de 2026 apontam que o Brasil alcançou 53 milhões de vínculos em planos de saúde, crescimento de 906 mil contratos em relação ao ano anterior.

Além do aumento no número de beneficiários, as operadoras também registraram lucro recorde. Em 2025, o setor acumulou receitas de R$ 391,6 bilhões e lucro líquido de R$ 24,4 bilhões, o maior já registrado pela saúde suplementar no país.

Na prática, isso significa que as empresas obtiveram cerca de R$ 6,20 de lucro a cada R$ 100 arrecadados.

O avanço dos reajustes em ritmo superior à inflação mantém o debate sobre custos da saúde suplementar e o peso crescente dos planos no orçamento das famílias brasileiras, principalmente entre trabalhadores vinculados a contratos empresariais.

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Imagem: Etactics Inc/Unsplash

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Ypê recorre da decisão da Anvisa, mas alerta sanitário continua

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A suspensão da fabricação e venda de produtos da Ypê foi interrompida temporariamente após a empresa apresentar recurso administrativo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Apesar disso, o órgão manteve o alerta sanitário e orienta consumidores a não utilizarem 23 produtos de lotes terminados em número 1.

A decisão envolve itens das linhas lava-louças, lava-roupas líquidos e desinfetantes produzidos pela unidade da Química Amparo, localizada em Amparo, no interior de São Paulo. Segundo a Anvisa, o recurso apresentado pela fabricante suspende automaticamente os efeitos da medida até uma nova análise da diretoria colegiada da agência.

Com isso, os produtos afetados podem continuar sendo fabricados e comercializados temporariamente. Em nota, a Ypê informou que o recurso foi protocolado para reforçar o plano de ação e apresentar novos esclarecimentos técnicos sobre os problemas apontados pelo órgão regulador.

Mesmo com a suspensão da medida, a Anvisa afirmou que mantém o entendimento técnico sobre os riscos sanitários identificados na linha de produção da empresa. Entre os problemas encontrados estão falhas no controle de qualidade, descumprimentos em etapas críticas da fabricação e inconsistências nos sistemas de garantia sanitária.

A agência informou que o julgamento definitivo do recurso deve ocorrer nos próximos dias. Até lá, o órgão recomenda que consumidores evitem utilizar os produtos atingidos pela decisão “por segurança”.

Segundo a Anvisa, cabe à fabricante orientar os consumidores sobre recolhimento, troca, devolução, ressarcimento e demais medidas necessárias por meio dos canais oficiais de atendimento.

O caso ganhou repercussão nacional após a agência determinar, na quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, distribuição e comercialização dos produtos fabricados pela unidade da Química Amparo. A medida foi tomada após avaliação de risco sanitário apontar falhas consideradas graves no processo de produção.

A situação também reacendeu discussões porque a empresa já havia iniciado, em novembro de 2025, um recall voluntário de alguns lotes de lava-roupas líquidos após identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos específicos.

A Anvisa informou ainda que vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foram orientadas a intensificar a fiscalização para impedir a circulação de lotes considerados irregulares. Consumidores devem conferir a numeração antes de utilizar os produtos.

Veja os produtos afetados pela Anvisa

  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças com enzimas ativas Ypê
  • Lava Louças Ypê
  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças Ypê Toque Suave
  • Lava Louças concentrado Ypê Green
  • Lava Louças Ypê Clear
  • Lava Louças Ypê Green
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
  • Lava Roupas Líquido Ypê Express
  • Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT
  • Lava Roupas Líquido Ypê Premium
  • Lava Roupas Tixan Maciez
  • Lava Roupas Tixan Primavera
  • Desinfetante Bak Ypê
  • Desinfetante de uso geral Atol
  • Desinfetante Perfumado Atol
  • Desinfetante Pinho Ypê
  • Lava roupas Tixan Power ACT

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Foto: Divulgação/Ypê

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Bebê nasce dentro de ambulância durante atendimento em Cajamar

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Uma gestante deu à luz dentro de uma ambulância na manhã desta quinta-feira (7) em Cajamar, na Grande São Paulo. O parto aconteceu durante o trajeto entre o PSF do Ponunduva e o Hospital Municipal Enfermeiro Antônio Policarpo de Oliveira, após o bebê decidir nascer antes da chegada à unidade de saúde.

A ocorrência mobilizou a equipe formada pelo técnico de enfermagem Danilo e pelo condutor Machado, responsáveis pelo transporte da paciente. Durante o percurso, a bolsa rompeu e os profissionais perceberam que o parto seria iminente.

Diante da situação, a ambulância foi estacionada em um local seguro para que o atendimento pudesse ser realizado. Poucos minutos depois, às 8h17, o bebê nasceu de forma natural dentro do veículo, recebendo os primeiros cuidados ainda no local.

Segundo informações da equipe de saúde, mãe e filho permaneceram estáveis durante todo o procedimento. Após o nascimento, a ambulância seguiu até o Hospital Municipal, onde os cuidados foram transferidos para a equipe médica da unidade.

O caso chamou atenção pela rapidez da ação dos profissionais, que precisaram adaptar o atendimento em meio ao trajeto até o hospital. A atuação da equipe evitou riscos à mãe e ao recém-nascido durante o parto emergencial.

O enfermeiro responsável técnico, Leomar dos Santos, destacou o preparo dos profissionais envolvidos na ocorrência. Segundo ele, a atuação da equipe demonstrou segurança técnica e comprometimento no atendimento prestado à população.

A Prefeitura de Cajamar também parabenizou os profissionais pelo atendimento e desejou saúde ao bebê e à família. Casos de parto dentro de ambulâncias são considerados raros e exigem resposta rápida das equipes de emergência.

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Foto: Divulgação/PMC

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