Alimentação fora do lar dispara em SP e setor cresce mais de 20% em um ano

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O setor de alimentação fora do lar vive um forte avanço no Estado de São Paulo. Dados divulgados pela Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) apontam crescimento de 20,3% no número de empresas ligadas ao segmento entre 2024 e 2025.

O levantamento revela que São Paulo passou de 438 mil estabelecimentos em 2024 para mais de 527 mil em 2025, considerando restaurantes, bares, padarias, hotéis, conveniências, lanchonetes e negócios ligados à alimentação. Em abril deste ano, o total já ultrapassava 559 mil empresas em atividade.

O avanço é impulsionado principalmente pelo crescimento do delivery, pela retomada do turismo e pela mudança no comportamento do consumidor, que passou a buscar mais praticidade nas refeições do dia a dia.

Segundo a Fhoresp, o segmento específico de alimentação fora do lar lidera a expansão no estado. Apenas as atividades diretamente ligadas à venda de refeições saltaram de 407 mil para quase 492 mil empresas entre 2024 e 2025.

A entidade afirma que o cenário reflete uma transformação no mercado após o período da pandemia, quando o consumo por aplicativos e os serviços de entrega ganharam força em todo o país.

Para o economista Luís Carlos Burbano, coordenador do Núcleo de Pesquisa e Estatística da federação, o aumento do poder de compra também ajuda a explicar o crescimento do setor.

“O cidadão está com maior poder de compra e prefere fazer suas refeições fora, o que muitas vezes significa ganhar tempo e conveniência”, afirmou.

O estudo aponta ainda que cozinhas voltadas exclusivamente para delivery, produção de marmitas e alimentação corporativa passaram a ocupar espaço cada vez maior no mercado paulista.

Hoje, o fornecimento de refeições preparadas para consumo em casa já reúne cerca de 119,5 mil empresas em São Paulo, representando quase 23% de toda a atividade de alimentação no estado.

Outro fator apontado como decisivo para o crescimento do setor é o turismo. Segundo a Fhoresp, o aumento no fluxo de visitantes e a recuperação das atividades turísticas vêm fortalecendo hotéis, bares e restaurantes desde 2024.

Para o diretor-executivo da entidade, Edson Pinto, o mercado vive um momento de adaptação às novas exigências dos consumidores.

“Hoje, os modelos de negócios estão mais flexíveis, atendendo às necessidades dos clientes de forma mais cômoda, competitiva e alinhada às demandas do mercado”, destacou.

Atualmente, São Paulo concentra 27,5% de todos os empreendimentos ativos de alimentação fora do lar do Brasil, consolidando o estado como principal polo do setor no país.

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Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil

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Preço dos alimentos desacelera na Ceagesp, mas legumes seguem em alta

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O índice de preços da Ceagesp desacelerou em abril e registrou alta de 2,31%, após avanço de 5,16% no mês anterior. Apesar do arrefecimento, legumes, pescados e produtos básicos como batata e cebola continuaram pressionando o bolso do consumidor.

Segundo levantamento divulgado pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), o setor de verduras foi o único a apresentar queda nos preços no período, influenciado pela melhora nas condições climáticas e pela redução da demanda durante os feriados de abril.

O maior avanço entre os grupos pesquisados ocorreu no setor de legumes, que subiu 6,11% no mês. Cenoura, maxixe, quiabo, pepino e tomate aparecem entre os principais responsáveis pela pressão inflacionária observada no atacado.

A cenoura teve alta de mais de 40% após problemas climáticos afetarem a qualidade das lavouras, principalmente em Minas Gerais. Já o pepino comum acumulou aumento superior a 127% nos últimos 12 meses, refletindo dificuldades de produção em São Paulo e Minas.

Entre as frutas, a melancia liderou as altas com avanço de 31,91%. A redução das chuvas e o calor acima da média diminuíram a oferta da fruta nas principais regiões produtoras, elevando os preços no mercado atacadista.

Outros produtos que registraram forte alta foram pitaia, pinha e uva niágara, impactadas pela reta final da safra e pelas condições climáticas adversas.

No setor de verduras, a alface crespa apresentou queda de 27,11%, enquanto couve manteiga, rabanete e brócolis também ficaram mais baratos em abril. O clima seco e a maior incidência de sol favoreceram o cultivo e aumentaram a disponibilidade desses alimentos.

Batata e cebola seguiram entre os itens que mais pressionaram os preços no setor de diversos. A transição entre safras e a redução da área plantada contribuíram para novas altas no período.

Os pescados também ficaram mais caros, com destaque para xaréu, robalo e salmão importado. Segundo a Ceagesp, fatores climáticos e alterações nas condições marítimas reduziram a oferta de peixes capturados no litoral brasileiro.

Mesmo com a desaceleração do índice geral, especialistas avaliam que os próximos meses ainda exigem atenção, principalmente devido à previsão de clima mais seco e temperaturas elevadas em parte do país, cenário que pode continuar impactando frutas e hortaliças.

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Foto: Kphotography🇰🇷🇦🇺 na Unsplash

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Dólar mais baixo impulsiona vendas e comércio bate recorde no Brasil

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A queda do dólar frente ao real ajudou a impulsionar as vendas de produtos importados e levou o comércio brasileiro ao maior nível da série histórica em março, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor avançou 0,5% na passagem de fevereiro para março, registrando a terceira alta consecutiva e consolidando tendência de crescimento observada desde o fim de 2025.

Na comparação com março do ano passado, o comércio cresceu 4%. Já no acumulado de 12 meses, a expansão foi de 1,8%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quarta-feira (13) pelo IBGE.

Segundo o instituto, o principal destaque do mês foi o setor de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, que registrou crescimento de 5,7%.

O avanço foi diretamente influenciado pela desvalorização do dólar, que reduziu o custo de produtos importados e estimulou promoções e recomposição de estoques pelas empresas.

Em março deste ano, a cotação média da moeda americana ficou em R$ 5,23. No mesmo período do ano passado, o dólar estava em R$ 5,75.

“O mês de março foi importante por causa dessas promoções. Equipamentos de informática têm forte ligação com o dólar”, explicou o analista do IBGE, Cristiano Santos.

Outro segmento que apresentou crescimento foi o de combustíveis e lubrificantes, com alta de 2,9%, mesmo em meio ao aumento dos preços provocado pelas tensões no Oriente Médio.

Segundo o IBGE, a demanda do consumidor permaneceu aquecida, fazendo a receita do setor subir 11,4% no mês.

Entre as atividades que também registraram crescimento aparecem:

  • outros artigos de uso pessoal e doméstico: 2,9%;
  • livros, jornais, revistas e papelaria: 0,7%;
  • artigos farmacêuticos e de perfumaria: 0,1%.

Já o segmento de hiper e supermercados, responsável por mais da metade do comércio varejista nacional, apresentou queda de 1,4%.

De acordo com o IBGE, o recuo foi influenciado pela inflação dos alimentos, que reduziu o ritmo de consumo das famílias.

Mesmo assim, o instituto avalia que o resultado negativo não representa tendência de queda prolongada, já que o setor vinha acumulando altas nos meses anteriores.

No varejo ampliado — que inclui veículos, material de construção e atacado alimentício — o crescimento foi de 0,3% em março.

Com o novo resultado positivo, o comércio brasileiro mantém trajetória de recuperação sustentada pelo mercado de trabalho, aumento da renda e maior circulação de consumo no país.

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Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Renda média do brasileiro alcança maior valor da história

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O rendimento médio mensal real da população brasileira alcançou R$ 3.367 em 2025, o maior valor já registrado pela série histórica da PNAD Contínua, pesquisa do IBGE iniciada em 2012. O resultado representa crescimento de 5,4% em relação a 2024 e marca o quarto ano seguido de alta na renda dos brasileiros.

Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a recuperação econômica iniciada após a pandemia continua refletindo no rendimento das famílias, impulsionada principalmente pelo avanço do mercado de trabalho e pelo aumento da massa salarial no país.

O rendimento médio proveniente do trabalho também atingiu recorde histórico. Em 2025, os brasileiros receberam, em média, R$ 3.560 por mês em seus empregos e atividades profissionais, alta de 5,7% em relação ao ano anterior. Na comparação com 2019, período anterior à pandemia, o crescimento acumulado foi de 11,1%.

Segundo o levantamento, cerca de 143 milhões de pessoas possuíam algum tipo de rendimento no Brasil em 2025, o equivalente a 67,2% da população. É o maior percentual já registrado pela pesquisa desde o início da série histórica.

A massa de rendimento do trabalho, que representa o total de dinheiro circulando na economia por meio dos salários e ocupações, também alcançou recorde. O valor chegou a R$ 361,7 bilhões em 2025, crescimento de 7,5% frente a 2024 e de 23,5% em relação a 2019.

O IBGE destaca que o avanço foi impulsionado tanto pelo aumento dos salários quanto pelo crescimento da população ocupada com rendimento, que chegou a 101,6 milhões de trabalhadores no país.

Apesar da melhora nos indicadores, a desigualdade de renda continua elevada. Segundo a pesquisa, os 10% mais ricos da população concentravam 40,3% de toda a massa de rendimento domiciliar do Brasil em 2025. Em média, esse grupo recebeu 13,8 vezes mais do que os 40% com menor renda.

O rendimento domiciliar per capita também bateu recorde e chegou a R$ 2.264 em 2025, alta de 6,9% na comparação com o ano anterior.

Entre as regiões do país, o Sul apresentou o maior rendimento domiciliar per capita, com média de R$ 2.734. Na sequência aparecem Centro-Oeste (R$ 2.712), Sudeste (R$ 2.669), Norte (R$ 1.558) e Nordeste (R$ 1.470).

Os dados também mostram que aposentadorias e pensões continuam sendo a principal fonte de renda fora do mercado de trabalho, alcançando 13,8% da população brasileira. Já os programas sociais do governo atenderam 9,1% dos brasileiros em 2025, com maior presença nas regiões Nordeste e Norte.

O valor médio recebido em programas sociais ficou em R$ 870 no ano passado, patamar semelhante ao de 2024, mas 71,3% superior ao registrado antes da pandemia.

Entre os domicílios atendidos pelo Bolsa Família, o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 774 em 2025. Nas famílias sem o benefício, a média alcançou R$ 2.682.

Para especialistas, os números reforçam o avanço da renda no país após o período crítico da pandemia, mas também evidenciam que a desigualdade social segue como um dos principais desafios econômicos do Brasil.

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Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Planos de saúde coletivos sobem 9,9% em 2026 e reajuste segue acima da inflação

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Os planos de saúde coletivos registraram reajuste médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Embora seja o menor aumento médio dos últimos cinco anos, o índice ainda supera com folga a inflação oficial do país, que ficou em 3,81% no período.

O aumento atinge contratos coletivos empresariais e por adesão, modalidade que concentra a maior parte dos beneficiários no Brasil. Atualmente, cerca de 84% dos usuários de planos de saúde estão vinculados a contratos desse tipo.

Os dados divulgados pela ANS mostram que os reajustes seguem em patamares elevados há mais de uma década. Mesmo com a desaceleração registrada em 2026, os aumentos continuam pressionando empresas, trabalhadores e famílias que dependem da saúde suplementar.

Veja a evolução média dos reajustes dos planos coletivos nos últimos anos:

  • 2016 — 15,74%
  • 2017 — 14,24%
  • 2018 — 11,96%
  • 2019 — 10,55%
  • 2020 — 7,71%
  • 2021 — 6,43%
  • 2022 — 11,48%
  • 2023 — 14,13%
  • 2024 — 13,18%
  • 2025 — 10,76%
  • 2026 — 9,90%

A última vez em que os reajustes ficaram abaixo do percentual atual foi em 2021, durante a pandemia da covid-19. Naquele período, o isolamento social provocou redução significativa na realização de consultas, exames e cirurgias eletivas, diminuindo os custos das operadoras.

Apesar da queda em relação aos últimos anos, entidades de defesa do consumidor seguem criticando os reajustes acima da inflação. O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), por exemplo, costuma questionar os aumentos praticados pelas operadoras em contratos coletivos.

A ANS, no entanto, afirma que a comparação direta com o IPCA não é adequada. Segundo a agência, o cálculo considera fatores específicos do setor de saúde, como aumento nos custos médicos, procedimentos, internações e frequência de utilização dos serviços pelos beneficiários.

Outra diferença importante está na forma como os reajustes são definidos. Nos planos individuais e familiares, o percentual máximo é determinado pela própria ANS. Já nos contratos coletivos, os aumentos são negociados diretamente entre empresas, associações ou administradoras e as operadoras de saúde.

Os dados da agência também mostram diferenças relevantes entre os tipos de contratos coletivos. Nos dois primeiros meses de 2026, os planos com 30 ou mais beneficiários tiveram reajuste médio de 8,71%. Já os contratos menores, com até 29 vidas, registraram aumento médio de 13,48%.

Segundo a ANS, cerca de 77% dos consumidores estão nos planos com mais de 30 usuários, geralmente contratados por empresas de médio e grande porte.

O setor de saúde suplementar segue em expansão no país. Dados de março de 2026 apontam que o Brasil alcançou 53 milhões de vínculos em planos de saúde, crescimento de 906 mil contratos em relação ao ano anterior.

Além do aumento no número de beneficiários, as operadoras também registraram lucro recorde. Em 2025, o setor acumulou receitas de R$ 391,6 bilhões e lucro líquido de R$ 24,4 bilhões, o maior já registrado pela saúde suplementar no país.

Na prática, isso significa que as empresas obtiveram cerca de R$ 6,20 de lucro a cada R$ 100 arrecadados.

O avanço dos reajustes em ritmo superior à inflação mantém o debate sobre custos da saúde suplementar e o peso crescente dos planos no orçamento das famílias brasileiras, principalmente entre trabalhadores vinculados a contratos empresariais.

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Imagem: Etactics Inc/Unsplash

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Venda de veículos cresce 16% e atinge maior nível desde 2013 no Brasil

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O mercado automotivo brasileiro registrou forte crescimento nos primeiros quatro meses de 2026. Foram vendidos 1.734.599 veículos novos, o maior volume para o período desde 2013, segundo dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

O resultado representa uma alta de 16,3% em relação ao mesmo período de 2025, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários.

De acordo com a entidade, o desempenho positivo reflete um início de ano aquecido, impulsionado por fatores como incentivos ao consumo e promoções no setor. Entre os destaques, está o Programa Carro Sustentável, que contribuiu para elevar as vendas dos modelos incluídos em quase 32% após sua implementação.

Os veículos eletrificados lideram o avanço do mercado. As vendas de modelos híbridos cresceram 71,5%, somando mais de 90 mil unidades no quadrimestre. Já os veículos elétricos registraram alta ainda mais expressiva, de 173,7%, com 48,4 mil unidades comercializadas.

O aumento na oferta de modelos e a maior adesão do consumidor a novas tecnologias são apontados como fatores determinantes para esse crescimento.

O cenário reforça a retomada do setor automotivo e indica uma tendência de expansão ao longo de 2026, com destaque para os veículos mais eficientes e sustentáveis.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Lula lança novo Desenrola Brasil com descontos de até 90% nas dívidas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina nesta segunda-feira (4) a medida provisória que cria o novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado a pessoas que ganham até cinco salários mínimos, atualmente R$ 8.105.

A iniciativa permite renegociar débitos de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com o objetivo de aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo.

O programa terá duração inicial de 90 dias, e os interessados deverão procurar diretamente os canais oficiais de bancos e operadoras de crédito para aderir.

Entre os principais pontos, estão descontos que podem variar de 30% a 90% sobre o valor das dívidas. Também será possível utilizar até R$ 1 mil ou 20% do saldo do FGTS para quitar os débitos.

O novo modelo prevê ainda a concessão de crédito para pagamento das dívidas, com taxa de juros de até 1,99% ao mês e prazo de até 48 meses. O limite por pessoa será de até R$ 15 mil por instituição financeira, com garantia do Fundo Garantidor de Operações.

Poderão ser incluídas dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos.

O programa também contempla renegociação de débitos do Fies, além de dívidas de micro e pequenas empresas e de agricultores familiares.

Uma das regras previstas é o bloqueio, por um ano, do acesso a plataformas de apostas online para quem aderir ao programa.

O lançamento e os detalhes da medida foram apresentados em coletiva no Palácio do Planalto.

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Foto: Ricardo Stucker/PR

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Imposto de Renda 2026: quase 60% ainda não declararam a menos de um mês do prazo

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A menos de um mês do prazo final, quase 60% dos contribuintes ainda não enviaram a declaração do Imposto de Renda 2026. Até as 17h27 deste sábado (3), a Receita Federal recebeu 18.380.905 declarações, o equivalente a 41,8% do total esperado.

A expectativa do Fisco é receber 44 milhões de declarações neste ano. Historicamente, o maior volume de envios ocorre nas últimas semanas, o que aumenta o risco de erros e inconsistências no preenchimento.

Entre as declarações já entregues, 70,3% têm direito à restituição, enquanto 16,9% deverão pagar imposto e 12,8% não têm valores a pagar nem a receber.

A maioria dos contribuintes utilizou o programa de computador para preencher o documento (73,7%). Outros 17,4% optaram pelo preenchimento online e 8,9% usaram o aplicativo para dispositivos móveis.

A declaração pré-preenchida foi utilizada por 60% dos contribuintes, modelo que facilita o envio ao trazer dados já registrados pela Receita. O desconto simplificado foi escolhido em 55,3% dos casos.

O prazo de entrega começou em 23 de março e termina às 23h59min59s de 29 de maio. Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 1% do imposto devido.

Devem declarar pessoas que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 ou receita bruta rural superior a R$ 177.920 em 2025. Já quem recebeu até dois salários mínimos mensais está dispensado, salvo outras condições de obrigatoriedade.

Com o prazo se aproximando, a recomendação é evitar deixar o envio para os últimos dias e revisar cuidadosamente todas as informações.

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SP cria 183 mil empregos no trimestre e lidera país com maior salário de admissão

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O estado de São Paulo criou 183 mil empregos com carteira assinada no 1º trimestre de 2026, o equivalente a cerca de 2 mil vagas por dia, segundo dados da Fundação Seade com base no Caged, do Ministério do Trabalho. Além do volume de contratações, o estado também registrou o maior salário médio de admissão do país: R$ 2.646,63.

Os números consolidam São Paulo como principal motor do emprego formal no Brasil, responsável por 30% das vagas criadas no país no período. No acumulado de 12 meses, o estado soma 278,5 mil novos postos de trabalho.

O desempenho reforça a posição do estado como líder na geração de empregos, concentrando ainda 63,5% das vagas do Sudeste no trimestre. Em março, foram abertas 67.876 novas vagas formais, mantendo o ritmo de crescimento.

Entre os fatores que impactam a valorização dos trabalhadores está a política salarial estadual. O governo paulista propôs elevar o salário mínimo regional para R$ 1.874 em 2026, o que representa quase 50% de valorização ao longo da atual gestão.

O salário médio de admissão em São Paulo também supera a média nacional, sendo 12,6% maior que o registrado no Brasil, que ficou em R$ 2.350,83. O Sudeste aparece como a região com maior remuneração média.

O setor de serviços liderou a criação de empregos em março, com destaque para áreas como tecnologia, finanças e logística. Na sequência aparecem construção civil, indústria e comércio.

O resultado reforça o dinamismo da economia paulista e amplia o protagonismo do estado na geração de renda e oportunidades no país.

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Foto: Arquivo/PMB

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Mais de 8,5 milhões ainda não declararam Imposto de Renda em SP a um mês do prazo

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O estado de São Paulo ainda tem mais de 8,5 milhões de contribuintes que não enviaram a declaração do Imposto de Renda 2026 a um mês do prazo final, que termina em 29 de maio. Até agora, foram entregues 5.168.476 declarações, o equivalente a apenas 37,7% do total esperado.

Os dados mostram que 62,3% das declarações ainda não foram enviadas, o que indica concentração de entregas nas últimas semanas — cenário comum, mas que aumenta o risco de erros no preenchimento e problemas com a Receita Federal.

Segundo o especialista em finanças Carlos Afonso, sócio do grupo MCR Contabilidade e Auditoria, deixar para a última hora pode comprometer a qualidade da declaração. “Com pressa, o contribuinte pode esquecer informações ou preencher dados incorretos, o que pode levar à malha fina”, afirma.

A recomendação é organizar a documentação com antecedência, especialmente para quem teve mudanças de renda, possui dependentes ou dúvidas no preenchimento. Nesses casos, o apoio de um profissional pode evitar inconsistências.

Além do risco de cair na malha fina, o atraso na entrega gera penalidades. A multa mínima é de R$ 165,75, podendo chegar a até 20% do imposto devido. O contribuinte também pode ter o CPF com pendências, o que dificulta operações financeiras e acesso a serviços.

Com o prazo se aproximando, a orientação é evitar os últimos dias, revisar todas as informações com atenção e garantir o envio dentro do período estabelecido.

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Foto: Divulgação/Grupo CR

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