Lula e Trump se reúnem na Casa Branca em meio a tensões comerciais entre Brasil e EUA

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta quinta-feira (7) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington. O encontro, seguido de almoço oficial, durou cerca de três horas e contou com a participação de ministros dos dois países.

A reunião ocorreu em meio a um cenário de tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, especialmente após a adoção de tarifas sobre produtos brasileiros, como aço e alumínio.

Inicialmente, estava prevista uma declaração conjunta à imprensa no Salão Oval, mas o formato foi alterado. Lula deve falar com jornalistas na embaixada brasileira na capital norte-americana.

Entre os temas discutidos estiveram comércio internacional, combate ao crime organizado, cooperação em segurança e questões geopolíticas relacionadas a minerais críticos.

No mês passado, Brasil e Estados Unidos anunciaram um acordo de cooperação para combater o tráfico internacional de armas e drogas. A parceria prevê compartilhamento de informações sobre apreensões realizadas nas aduanas dos dois países.

Participaram da comitiva brasileira ministros das áreas de Relações Exteriores, Justiça, Fazenda, Desenvolvimento, Minas e Energia, além do diretor-geral da Polícia Federal.

As relações comerciais entre os dois países enfrentam instabilidade desde 2025, após a retomada de medidas protecionistas pelo governo norte-americano. O Brasil foi impactado por tarifas impostas sobre produtos metálicos e levou parte das discussões à Organização Mundial do Comércio.

Apesar de recuos parciais nas tarifas ao longo de 2025 e 2026, setores como aço e alumínio seguem sendo afetados por taxas elevadas.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e cobra resposta da ONU

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou na manhã deste sábado sobre os ataques dos Estados Unidos è Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Lula condenou a ação militar e cobrou uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, disse Lula, por meio das redes sociais

“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.”

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Operação dos EUA na Venezuela captura Maduro em “velocidade impressionante”

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Em uma ofensiva noturna descrita por especialistas como de “velocidade impressionante”, forças especiais dos Estados Unidos realizaram uma operação militar na Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro, segundo anúncio do governo norte-americano neste sábado (3).

A missão, conduzida pela elite da Força Delta do Exército dos EUA com apoio de unidades policiais especializadas e rastreamento da CIA, teve início por volta das 3h (horário de Brasília). Ataques coordenados atingiram alvos estratégicos na capital Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Testemunhas relataram música de explosões e a presença de helicópteros e aeronaves de alto desempenho sobrevoando áreas urbanas por cerca de 90 minutos. Moradores denunciaram pânicos e ruas bloqueadas por movimentação incomum de tropas.

Em resposta, o governo venezuelano declarou estado de emergência nacional e mobilizou planos de defesa. A vice-presidente Delcy Rodríguez admitiu que, após a incursão, as autoridades locais não tinham informações claras sobre o paradeiro de Maduro, o que intensificou especulações e incertezas no país.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em breve entrevista telefônica ao The New York Times na manhã deste sábado, classificou a ação como uma “operação brilhante”. “Muito bom planejamento e muitas tropas excelentes e pessoas excelentes”, afirmou Trump, referindo-se ao desempenho das forças envolvidas. “Foi uma operação brilhante, na verdade.”

Trump confirmou que Maduro foi capturado e retirado da Venezuela durante o ataque, sem, no entanto, detalhar o destino ou o local para onde ele foi levado. Questionado sobre se havia obtido autorização do Congresso para a ação militar, Trump se recusou a responder diretamente, dizendo que abordaria o tema em sua coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília) no Mar-a-Lago.

A escalada militar dos EUA contra o governo venezuelano representa um dos episódios mais críticos nas relações entre os dois países nas últimas décadas, com possíveis repercussões diplomáticas e preocupações sobre a estabilidade regional.

Até o fechamento desta edição, autoridades venezuelanas não haviam divulgado um posicionamento oficial detalhado sobre a captura, e a comunidade internacional aguardava declarações formais de governos e organismos multilaterais.

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*Com informações CNN Brasil | Foto: Reprodução/Governo da Venezuela

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Donald Trump liga para Lula e diz que conversa foi “ótima”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (2) que discutiu sanções e comércio em um telefonema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi dada a repórteres na Casa Branca. Segundo Trump, a conversa foi “ótima” e incluiu menções às sanções aplicadas por seu governo relacionadas a decisões envolvendo o Judiciário brasileiro.

Em publicação nas redes sociais, Trump disse estar ansioso para se encontrar com Lula em breve e afirmou que “muita coisa boa resultará dessa parceria recém-formada”, de acordo com a Reuters.

Pelo lado brasileiro, o Palácio do Planalto informou que Lula defendeu “avançar rapidamente” nas negociações para a retirada da sobretaxa de 40% que ainda incide sobre parte dos produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. Os presidentes também trataram de cooperação no combate ao crime organizado. A conversa durou cerca de 40 minutos e foi classificada como “muito produtiva”.

Em 20 de novembro, a Casa Branca retirou 238 produtos da lista do chamado tarifaço, incluindo café, frutas tropicais, sucos, cacau, especiarias e carne bovina. Mesmo com o alívio, 22% das exportações brasileiras para os EUA ainda seguem tarifadas — no início, esse índice era de 36%.

O tarifaço faz parte da estratégia comercial lançada por Trump para elevar tarifas contra parceiros e tentar recuperar competitividade frente à China. Em abril, os EUA impuseram taxas conforme o déficit comercial com cada país. Como há superávit norte-americano com o Brasil, a tarifa inicial foi de 10%, mas, em agosto, entrou em vigor a sobretaxa adicional de 40%.

O governo brasileiro agora tenta ampliar a retirada de produtos da lista, especialmente no setor industrial, considerado o mais sensível. Temas não tarifários também estão na mesa, como terras raras, big techs, energia renovável e data centers.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR | *Matéria com informações da Agência Brasil

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“Ele tem o meu telefone e eu tenho o dele”, diz Lula sobre Trump após encontro na Malásia

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou nesta segunda-feira (27) que ele e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trocaram telefones pessoais para facilitar o diálogo direto em caso de dificuldades nas negociações entre os dois países.

“Estabelecemos uma regra de negociação que toda vez que tiver uma dificuldade eu vou conversar pessoalmente com ele. Ele tem o meu telefone e eu tenho o telefone dele”, afirmou Lula a jornalistas, ao deixar o hotel em Kuala Lumpur, na Malásia.

A declaração veio após Trump comentar o encontro entre os dois líderes, ocorrido durante a programação da 20ª Cúpula da Ásia do Leste. Segundo a agência Reuters, o norte-americano classificou Lula como “um cara bastante enérgico” e disse ter tido uma “boa reunião”, mas ponderou que “não sabe se algo vai acontecer”.

Lula respondeu dizendo que a incerteza é natural: “Não era possível que em uma única conversa a gente pudesse resolver os problemas”. Ele explicou que as equipes de ambos os governos continuarão negociando temas sensíveis, como o fim da sobretaxação de produtos brasileiros e a suspensão de punições impostas pelos EUA a ministros do Supremo Tribunal Federal e ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de familiares.

O presidente destacou que as tratativas estão em boas mãos. “Minha equipe é de alto nível. Tem o Alckmin, o Haddad e o Mauro Vieira. Eu entreguei um documento com o que foi dito na nossa conversa, portanto não foram apenas palavras. Ele tem um documento sabendo o que o Brasil quer”, afirmou.

Lula cumpre o quinto dia de agendas no Sudeste Asiático. Em Kuala Lumpur, participou da abertura da cúpula e de um jantar de gala oferecido pelo presidente malaio Anwar Ibrahim e pela primeira-dama Wan Azizah Wan Ismail. Antes da Malásia, o presidente visitou a Indonésia e participou da 47ª Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

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*Com informações Agência Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Ministério Público da Itália apoia extradição de Carla Zambelli, ex-aliada de Bolsonaro

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O Ministério Público da Itália emitiu parecer favorável à extradição da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), atualmente detida preventivamente em território italiano. A decisão foi tomada pela Corte de Apelação de Roma, que considerou haver alto risco de fuga por parte da parlamentar.

Zambelli entrou na Itália pouco depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) decretar sua prisão preventiva, em 4 de junho de 2025, como parte do cumprimento de uma sentença condenatória. Desde então, o caso passou a tramitar em cooperação entre as autoridades brasileiras e italianas, com acompanhamento da Advocacia-Geral da União (AGU), responsável por garantir o cumprimento das decisões da Justiça brasileira.

A deputada já foi condenada duas vezes pelo STF. Na primeira sentença, recebeu pena de dez anos de prisão pelos crimes de invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsidade ideológica, em associação com o hacker Walter Delgatti Neto. Após a decisão, deixou o país e acabou sendo presa na Itália em julho, em operação conjunta entre os dois governos.

Em outro processo, Zambelli foi condenada a 5 anos e 3 meses de prisão em regime semiaberto pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Além da pena, a parlamentar deverá pagar multa equivalente a 400 salários-mínimos da época dos fatos, ocorridos em 2022, com correção monetária.

A decisão também prevê a perda do mandato parlamentar, que será efetivada assim que se esgotarem todos os recursos. Com o parecer favorável da Justiça italiana, o processo de extradição segue agora para decisão final do Ministério da Justiça da Itália, responsável por autorizar o retorno da deputada ao Brasil.

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*Com informações CNN Brasil – Foto: Lula Marques/Ag. Brasil

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Trump elogia Lula após breve encontro na ONU e fala em “excelente química”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após um breve encontro entre os dois durante a abertura da 80ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Segundo Trump, houve uma “excelente química” entre ambos. O governo brasileiro confirmou o encontro.

De acordo com Trump, a conversa ocorreu nos bastidores, quando Lula deixava o plenário e ele se preparava para discursar. “Eu estava entrando e o líder do Brasil estava saindo. Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Em retrospecto, fico feliz de ter esperado (para negociar tarifas). Tivemos uma boa conversa e combinamos de nos encontrar na próxima semana, se isso for de interesse mútuo, mas ele pareceu um homem muito agradável. Na verdade, ele gostou de mim, eu gostei dele”, disse o americano.

Trump também ressaltou o clima amistoso: “Só faço negócios com pessoas que eu gosto. Quando não gosto deles, não gosto deles. Tivemos uma excelente química por pelo menos uns 39 segundos.”

O republicano foi o segundo a discursar na Assembleia, logo após Lula. Em sua fala oficial, voltou a defender as tarifas de 50% aplicadas em julho contra produtos brasileiros e de outros países, justificando que se tratam de medidas de “defesa da soberania e da segurança” dos Estados Unidos. “Foram décadas de vantagens que outros países tiveram durante governos anteriores”, afirmou.

A declaração acontece em meio a um cenário de tensão nas relações entre Brasília e Washington. As medidas de Trump foram vistas pelo governo brasileiro como retaliação política após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos de prisão pelo crime de golpe de Estado.

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Foto: Reprodução/Discurso/ONU

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Justiça italiana mantém prisão de Carla Zambelli após audiência de custódia

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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) seguirá presa na Itália após audiência de custódia realizada nesta sexta-feira (1º). A parlamentar está detida desde terça-feira (29), após ser encontrada em um apartamento alugado em Roma, afastado do centro da cidade. Atualmente, encontra-se na penitenciária feminina de Rebibbia, na capital italiana.

A decisão da Justiça italiana ocorre em meio ao processo de extradição solicitado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e formalizado pelo Ministério das Relações Exteriores em junho. O governo brasileiro aguarda a análise do pedido, que, segundo autoridades, pode ser demorada devido aos trâmites previstos em lei e acordos internacionais.

O embaixador do Brasil na Itália, Renato Mosca, manifestou apoio à manutenção da prisão preventiva de Zambelli. Segundo ele, a medida evita risco de fuga e impede novas ações que possam ser interpretadas como ataques às instituições brasileiras.

“O fato de ela continuar presa é importante por duas razões: primeiro, para inibi-la de continuar o ataque às instituições brasileiras — coisa que ela não poderá fazer dentro do presídio. Segundo, porque evitaria a possibilidade, tendo em vista o comportamento pregresso, de ela fugir da Itália também, caso sinta que uma decisão de extradição seja iminente”, declarou o diplomata ao portal PlatôBr.

Não há prazo definido para uma decisão final sobre a extradição. Em casos semelhantes, a análise costuma se estender por meses.

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Foto: Lula Marques/Ag. Brasil

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Trump declara Brasil ameaça aos EUA e impõe tarifa de 50% alegando perseguição a Bolsonaro

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) uma Ordem Executiva que classifica o Brasil como uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional americana. A medida, semelhante à aplicada contra Cuba, Irã e Venezuela, impõe uma tarifa extra de 40% sobre produtos brasileiros, elevando a taxa total para 50%.

Segundo a Casa Branca, a decisão se baseia em supostas violações de direitos humanos no Brasil, citando a “perseguição e censura” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, acusados de tentativa de golpe em 2022. Trump ainda criticou medidas do governo brasileiro contra redes sociais, incluindo a suspensão de plataformas como Rumble e X, ligadas ao ex-presidente americano.

A ação provocou forte reação entre especialistas em democracia, que acusam a extrema-direita de distorcer fatos para desacreditar as investigações sobre os ataques ao Estado Democrático de Direito no Brasil. Para juristas, decisões do Supremo Tribunal Federal contra perfis que incitam crimes, como tentativa de golpe e discurso de ódio, estão amparadas pela Constituição brasileira.

A Ordem Executiva foi assinada sob a justificativa de “emergência nacional”, com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional dos EUA (IEEPA), e mira diretamente as políticas econômicas e digitais brasileiras, consideradas por Trump como “ameaças à liberdade de expressão e à economia americana”.

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Foto: Reprodução/White House

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Alckmin se encontra com o Papa e entrega convite para visitar o Brasil durante a COP30

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, entregou ao Papa Leão XIV, uma carta na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o convida para uma visita ao Brasil, em especial para a COP30, a ser realizada em Belém (PA), no mês de novembro.

De acordo com a assessoria da Vice-Presidência, a entrega da carta foi neste domingo (18), após Alckmin ter assistido à missa que celebrou o pontificado do novo Papa.

A COP30 é a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP). É um encontro anual onde líderes mundiais, cientistas, organizações não governamentais e representantes da sociedade civil discutem ações para combater as mudanças climáticas.

Neste ano, a COP30 será sediada no Brasil será na capital paraense.

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Fonte: Ag. Brasil – Foto: Vatican News

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