Bolsonaro adia definição de sucessor para 2026 e irrita centro-direita

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Apesar da pressão de partidos de centro e direita, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sinalizou que só deve anunciar seu apoio a um candidato à Presidência da República em 2026 no próximo ano — e, preferencialmente, às vésperas da eleição.

Segundo apuração da CNN Brasil, Bolsonaro tem dito em conversas reservadas que não tem pressa para definir quem representará seu campo político no próximo pleito. A indefinição preocupa aliados, que desejam antecipar articulações para a formação de um bloco de centro-direita.

O principal nome defendido por esse grupo é o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). No entanto, Bolsonaro insiste que Tarcísio deve buscar a reeleição ao governo paulista e que o PL terá candidatura própria ao Planalto.

O nome favorito de Bolsonaro segue sendo o do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), embora o parlamentar esteja fora do país e, segundo aliados, sem intenção de retornar no curto prazo, devido às medidas cautelares impostas ao pai.

A indefinição reacendeu articulações nos bastidores para tentar convencer Bolsonaro a apoiar alternativas como o próprio Tarcísio ou Michelle Bolsonaro. Ainda assim, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem reiterado que não há um prazo determinado para a escolha.

A expectativa aumenta com a possibilidade de Bolsonaro ser julgado e condenado em setembro, o que pode tornar ainda mais urgente a definição de um nome competitivo no campo da direita.

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Foto: Reprodução/Flickr/Jair Bolsonaro

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Eduardo Bolsonaro dribla sistema, mantém mandato e volta a receber salário de R$ 46 mil; entenda

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou neste domingo (20) que não pretende renunciar ao cargo, apesar de estar afastado desde março e residindo nos Estados Unidos. Em live no YouTube, o parlamentar afirmou que “vai conseguir levar o mandato por mais três meses”.

A licença de 120 dias de Eduardo termina neste domingo. A partir desta segunda-feira (21), seu retorno ao cargo é automático, o que o habilita novamente a receber o salário de R$ 46,3 mil mensais. No entanto, como o Congresso está em recesso e o limite de faltas ainda não foi ultrapassado, ele não corre risco imediato de perder o mandato.

Segundo a Câmara, um parlamentar só perde o mandato por faltas quando ultrapassa um terço das sessões do ano sem justificativa. Eduardo soma, até o momento, quatro ausências não justificadas. De acordo com seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ele ainda pode faltar a até 44 sessões.

Nos últimos dias, Eduardo chegou a indicar que poderia renunciar, alegando risco de prisão ao retornar ao Brasil, especialmente por parte do ministro do STF Alexandre de Moraes. Ele é alvo de inquérito no Supremo, que apura suposta coação, obstrução de investigação e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Enquanto esteve fora, Eduardo tentou articular sanções contra autoridades brasileiras, inclusive buscando apoio do presidente Donald Trump. Em publicação recente, agradeceu Trump pela revogação de vistos de ministros do STF e prometeu que “tem muito mais por vir”.

Além disso, o deputado defendeu a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, classificando a medida como “única esperança” para pressionar o governo Lula, embora tenha lamentado o impacto sobre os brasileiros.

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Foto: Flickr/Eduardo Bolsonaro

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Dra. Claudia deixa Secretaria da Mulher e passa a comandar Desenvolvimento Social de Barueri

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A vice-prefeita de Barueri, Dra. Claudia Marques (PSB), assumirá um novo cargo na administração municipal. Em anúncio feito pelas redes sociais na noite desta terça-feira (15), ela confirmou que deixará a Secretaria da Mulher para comandar a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Sads), a convite do prefeito Beto Piteri (Republicanos).

Dra. Claudia estava à frente da Secretaria da Mulher desde o início do ano. Durante o período, destacou o volume de atendimentos e ações voltadas à promoção da saúde e do bem-estar feminino. Segundo ela, apenas em um mês, foram registrados mais de 41 mil atendimentos relacionados a atividades físicas para mulheres. Ela também mencionou avanços institucionais, como a autorização para a construção de uma nova Delegacia da Mulher na cidade.

“Estar à frente da Secretaria foi um presente de Deus. Foram meses de trabalho intenso com uma equipe maravilhosa. A Secretaria da Mulher não é só um prédio, é um espaço de recomeço de vida nova”, declarou em sua publicação.

Ao aceitar a nova função na Sads, Dra. Claudia afirmou manter o mesmo compromisso com a população. “Porque onde houver uma vida precisando de cuidado, é lá que quero estar”, disse.

Com a mudança, Adriana Molina — que ocupava a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social — passará a comandar a Secretaria da Mulher. A alteração faz parte de um rearranjo interno no governo municipal promovido pelo prefeito Piteri.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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Damaris Moura toma posse na Alesp e reforça representatividade feminina na Casa

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A deputada Dra. Damaris Moura (PSDB) tomou posse nesta segunda-feira (15) como nova parlamentar da 20ª legislatura da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Ela retorna à Casa como suplente, assumindo a vaga de Ortiz Júnior (Cidadania), que foi cassado pelo TRE-SP no dia 1º de julho e que ocupava a vaga deixada por Vinicius Camarinha (PSDB), que renunciou ao mandato para assumir a prefeitura de Marília.

Com a posse, a Alesp volta a contar com 25 deputadas, número recorde de mulheres eleitas em 2022. A cerimônia foi conduzida pelo presidente da Alesp, André do Prado (PL), e contou com a presença de deputados, prefeitos, secretários e representantes da sociedade civil.

Durante o discurso de posse, Damaris destacou seu compromisso com os direitos das mulheres, a liberdade religiosa e o combate à violência doméstica — bandeiras que marcaram seu primeiro mandato (2019–2023). Ela é autora da Lei Paulista de Liberdade Religiosa e coautora de legislações voltadas à proteção de mulheres em bares e restaurantes e à prevenção da violência infantil.

Nascida na Bahia e radicada em São Paulo há 24 anos, Damaris é advogada e foi a primeira mulher a ocupar a subprefeitura de São Miguel Paulista. Com passagem por comissões importantes da Alesp e mais de 50 projetos de lei apresentados, a deputada afirma que volta à Assembleia com a missão de fortalecer redes de proteção e ampliar direitos.

“Almejava esse retorno porque os temas que defendo seguem desafiadores. Precisamos garantir, de forma inequívoca, os direitos das pessoas submetidas a processos de violência silenciosa”, declarou.

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Foto: Rodrigo Romeo/Alesp

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PGR pede condenação de Bolsonaro e mais sete por tentativa de golpe e organização criminosa; veja lista

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de condenação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados, por envolvimento em uma suposta trama golpista para derrubar a ordem democrática no Brasil.

De acordo com a denúncia, Bolsonaro teria liderado uma organização criminosa armada com o objetivo de desacreditar o sistema eleitoral, incitar ataques a instituições democráticas e articular medidas de exceção. A PGR ainda acusa o ex-presidente de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Em junho, Bolsonaro prestou depoimento ao STF e negou qualquer envolvimento com a trama.

Veja quem são os outros denunciados pela PGR:

  • Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin e deputado federal): organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
  • Almir Garnier (ex-comandante da Marinha): organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
  • Anderson Torres (ex-ministro da Justiça): organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
  • Augusto Heleno (ex-ministro do GSI): organização criminosa armada.
  • Braga Netto (ex-ministro da Defesa e ex-candidato a vice de Bolsonaro): organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
  • Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa): organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Mauro Cid: colaboração com ressalvas

Também incluído na denúncia, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, foi tratado como réu colaborador. A PGR reconhece sua contribuição para o esclarecimento da estrutura da organização criminosa, mas afirma que ele cometeu omissões relevantes. Por isso, o Ministério Público pede uma redução de 1/3 da pena, sem concessão de perdão judicial.

As acusações contra Cid envolvem participação no planejamento do golpe de Estado, ataques a instituições como o STF e o TSE, além da disseminação de desinformação sobre o sistema eleitoral.

O pedido de condenação será analisado pelo Supremo Tribunal Federal, que decidirá sobre o recebimento ou não da denúncia.

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Foto: Carolina Antunes/PR

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Eduardo Bolsonaro critica Tarcísio e diz que só volta ao Brasil se Moraes for sancionado

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O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou publicamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por tentar negociar com a Embaixada dos Estados Unidos uma solução para o chamado “tarifaço” de 50% imposto por Donald Trump a produtos brasileiros. Segundo Eduardo, a iniciativa foi um “desrespeito” com ele, que atua diretamente nos EUA pressionando por sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Já provamos ser mais efetivos do que o Itamaraty. O filho do presidente exilado nos Estados Unidos. Buscar uma alternativa lateral. É um desrespeito comigo”, disse em entrevista à Folha de S.Paulo. Eduardo afirmou ainda que sua pressão por retaliações ao Brasil não tem como objetivo convencer a população, mas sim “pressionar o Moraes”.

Apesar de a medida poder beneficiar politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele disse não se arrepender das articulações para que o governo americano sancione autoridades brasileiras. Ele também afirmou que só voltará ao país quando Alexandre de Moraes “não tiver mais força para prendê-lo”.

Cotado como possível candidato à Presidência em 2026, Tarcísio tentou reduzir os impactos políticos do tarifaço e fez uma série de reuniões com lideranças, incluindo Jair Bolsonaro, ministros do STF e representantes da embaixada americana. O governo Lula, por sua vez, tem atribuído o desgaste econômico das medidas à oposição.

Eduardo, que está licenciado da Câmara desde março, indicou que poderá renunciar ao mandato. “Provavelmente vou abrir mão do mandato”, declarou à Folha. Ao Estadão, ele disse que “por ora” não pretende retornar ao Brasil.

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Foto: Reprodução/Flickr/Eduardo Bolsonaro

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Santana de Parnaíba reduz gastos com aluguel e já soma R$ 30 milhões em economia com prédios próprios

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A Prefeitura de Santana de Parnaíba tem adotado medidas para aumentar a eficiência da gestão pública e reduzir custos operacionais. Entre as principais ações, está a substituição de imóveis alugados por prédios próprios, o que deve gerar uma economia de R$ 2,2 milhões em 2026 – uma redução de 45% em relação aos R$ 4,9 milhões pagos em 2024, segundo projeção da administração municipal.

Essa estratégia inclui a construção de novos edifícios públicos, como a Delegacia de Polícia Civil e a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), recentemente inauguradas. A expectativa da gestão é seguir ampliando a economia com a redução gradual de contratos de aluguel.

Um dos destaques da política de contenção de despesas é o Centro Administrativo Bandeirantes (CAB), inaugurado em 2020. Com quase 15 mil m² e capacidade para abrigar 17 secretarias, auditório, salas de reuniões e estacionamento para 500 veículos, o prédio já proporcionou economia estimada em R$ 15 milhões desde sua criação. Com outros imóveis públicos construídos recentemente, o total economizado chega a R$ 30 milhões.

A economia tem permitido maior investimento em áreas prioritárias, como saúde, educação, segurança, assistência social, meio ambiente e tecnologia. Nos últimos 12 anos, foram entregues 29 unidades de saúde, 32 colégios, 10 parques e oito piscinas cobertas e aquecidas.

O resultado dessa gestão eficiente é reconhecido em rankings e avaliações técnicas. Em 2024, o Tesouro Nacional atribuiu nota A à Capacidade de Pagamento (Capag) do município. Além disso, o Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M) do Tribunal de Contas do Estado classificou Santana de Parnaíba entre as 20 melhores cidades paulistas em gestão fiscal, com conceito B+ — o mais alto da avaliação.

A boa saúde financeira é reforçada pelos números: a Receita Corrente Líquida de Santana de Parnaíba em 2024 foi de aproximadamente R$ 1,6 bilhão, enquanto as despesas correntes empenhadas ficaram em torno de R$ 1,4 bilhão.

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Foto: PMSP

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Alckmin critica tarifas de Trump e acusa família Bolsonaro de atuar contra o Brasil

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O vice-presidente Geraldo Alckmin classificou nesta quinta-feira (10) como um “grande equívoco” a decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país. Segundo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, os EUA mantêm amplo superávit comercial com o Brasil e contam com tarifas zeradas em grande parte dos produtos que vendem ao mercado brasileiro.

“Dos 10 produtos que eles mais exportam para o Brasil, oito têm tarifa zero. Eles têm superávit de US$ 7 bilhões em bens e de US$ 18 bilhões em serviços. É um erro de avaliação que acredito que será corrigido”, disse Alckmin após evento no Palácio do Planalto.

O vice-presidente também fez duras críticas à família Bolsonaro, acusando o grupo de articular junto ao governo norte-americano a aplicação das tarifas. Segundo ele, mesmo fora do poder, o “clã Bolsonaro” continua atuando contra os interesses nacionais. “Antes era atentado à democracia, agora é um atentado à economia, prejudicando as empresas e os empregos”, afirmou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à Record TV, informou que o Brasil irá recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e criará um comitê de emergência com empresários exportadores para discutir medidas de resposta. A aplicação da Lei de Reciprocidade Comercial também está sendo avaliada.

Alckmin reafirmou o compromisso com o diálogo bilateral, que vinha sendo conduzido diretamente com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick. “O Brasil sempre esteve aberto ao diálogo”, concluiu.

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Foto: Cadu Pinotti/Ag. Brasil

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Avaliação do governo Lula segue dividida; desaprovação ainda é maioria

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Levantamento da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgado nesta terça-feira (8), revela que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua sendo mais desaprovada do que aprovada pela população brasileira. No entanto, a diferença entre os dois índices diminuiu em relação à pesquisa anterior.

Segundo os dados, 51,8% dos entrevistados afirmaram desaprovar o desempenho de Lula, enquanto 47,3% disseram aprovar. Outros 0,9% responderam que não sabem ou preferiram não opinar. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Em comparação com o último levantamento realizado em maio, a desaprovação caiu 1,9 ponto percentual — era de 53,7% na ocasião. Já a aprovação subiu na mesma proporção, passando de 45,4% para os atuais 47,3%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 30 de junho e ouviu 2.621 pessoas em todo o país, por meio de recrutamento digital aleatório, método que utiliza convites direcionados a partir de segmentações em redes sociais e outras plataformas online.

A avaliação do governo tem oscilado dentro da margem de erro nos últimos levantamentos, refletindo um cenário de divisão no eleitorado. Lula cumpre atualmente o terceiro mandato como presidente da República, após retornar ao cargo em 2023.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Câmara de São Paulo aprova LDO de 2026 com previsão de orçamento de R$ 128,9 bilhões

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A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em segundo e definitivo turno, o Projeto de Lei 441/2025, que trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2026. A votação ocorreu durante a Sessão Plenária da última sexta-feira (27) e contou com 34 votos favoráveis e 12 contrários. Com a aprovação, o texto segue para sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

A proposta da LDO estima um orçamento de R$ 128,9 bilhões para a capital paulista no próximo ano. A medida estabelece as bases para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que definirá o orçamento definitivo do município.

Durante a sessão, o relator do projeto, vereador Major Palumbo (PP), apresentou detalhes do parecer. Segundo ele, a proposta recebeu 1.697 emendas de vereadores, das quais 137 foram incorporadas integral ou parcialmente ao texto final. “Foram sugestões dos colegas parlamentares que visam a implementação de políticas públicas importantes para a cidade”, afirmou o relator.

A aprovação da LDO representa o primeiro passo para o planejamento financeiro da administração municipal em 2026. A LOA, que será elaborada nos próximos meses, detalhará como os recursos públicos serão distribuídos entre as diferentes áreas e projetos da cidade.

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Foto: Richard Lourenço/Redes Câmara SP

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