Bruna Furlan participa da Marcha para Jesus em Santanade Parnaíba

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A deputada estadual Bruna Furlan participou na tarde deste sábado (12) da Marcha para Jesus, em Santana de Parnaíba. O evento reuniu centenas de fiéis, que percorreram as ruas do Centro Histórico em uma caminhada marcada por louvor e celebração.

Bruna Furlan acompanhou o trajeto completo da Marcha, desde a concentração até o destino final, no Bolsão de Estacionamento, onde acontece a programação musical.

Marcha para Jesus reuniu centenas de fiéis no Centro Histórico. | Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

A concentração começou às 15h, na Praça da Bandeira, no Centro Histórico. Os participantes seguiram pela Rua Padre Miguel Mauro, Rua Suzana Dias, Largo São Bento e Largo Éden.

Na sequência, a caminhada passou pela Estrada dos Romeiros até chegar ao Bolsão de Estacionamento, onde foi montada a estrutura para os shows.

A programação musical reúne artistas e grupos do cenário gospel nacional. Entre as atrações estão Renascer Praise, Julliany Souza, Isaías Saad, André e Felipe e Fhop Music.

A Marcha para Jesus faz parte do calendário de eventos cristãos realizados em diferentes cidades do país e reúne participantes de diversas igrejas e comunidades em uma programação que combina caminhada, música e manifestações de fé.

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Fotos: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Datafolha: Lula tem 46% e Flávio, 44% no 2º turno

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das intenções de voto contra 44% do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno para a Presidência da República, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11).

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A diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos para mais ou para menos. Na prática, os candidatos estão em situação de empate técnico nesse cenário.

Os números são os mesmos da pesquisa anterior, divulgada em 3 de setembro. Na segunda quinzena de agosto, Lula tinha 47% e Flávio Bolsonaro, 43%, uma diferença de quatro pontos.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Em outros cenários de segundo turno, Lula também aparece à frente. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente tem 46% contra 41%. Diante de Romeu Zema (Novo), Lula registra 48% contra 39%.

Na simulação com Renan Santos (Missão), Lula aparece com 48% e o adversário, com 37%. Já no cenário testado pela primeira vez com o escritor Augusto Cury (Avante), o presidente tem 45% contra 43% do candidato.

Em todos os cenários, a diferença entre os candidatos varia de dois a nove pontos percentuais.

Primeiro turno

Na simulação de primeiro turno sem Pablo Marçal (PRTB), Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 35%.

Augusto Cury tem 6%, seguido por Ronaldo Caiado, com 4%; Renan Santos, com 3%; e Romeu Zema, com 2%. Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC) e Edmilson Costa (PCB) aparecem com 1% cada.

Nesse cenário, 6% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 4% estão indecisos.

O Datafolha também testou um cenário que inclui Pablo Marçal, que, segundo a pesquisa, está inelegível. A Justiça Eleitoral ainda deverá decidir sobre a possibilidade de sua candidatura.

Rejeição

A pesquisa mostra ainda uma disputa equilibrada na rejeição. Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com 46% cada entre os eleitores que afirmam que não votariam neles de jeito nenhum no primeiro turno.

Na sequência aparecem Renan Santos, com 17%; Romeu Zema, com 16%; Ronaldo Caiado, com 14%; Rui Costa Pimenta, com 11%; e Augusto Cury, com 10%.

Segundo o Datafolha, 75% dos eleitores afirmam estar totalmente decididos sobre seu voto para presidente, enquanto 25% ainda admitem a possibilidade de mudar de escolha.

Pesquisa

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01833/2026.

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Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Valdemar Barreto/Ag. Senado | Montagem: Hora SP

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Evento com Tarcísio e Bruna Furlan é cancelado em Barueri

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O evento que reuniria o governador Tarcísio de Freitas e a deputada estadual Bruna Furlan neste sábado (12), em Barueri, foi cancelado devido à previsão de fortes chuvas e tempestades na região.

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A decisão foi comunicada pela coordenação da deputada nesta sexta-feira (11), após a Defesa Civil alertar para a possibilidade de chuva forte, descargas elétricas, rajadas de vento e granizo em pontos isolados entre sexta e sábado.

“Devido às condições climáticas e à previsão de fortes chuvas, o evento com o Governador está cancelado. A medida foi tomada visando à segurança e ao bem-estar de todos”, informou a coordenação de Bruna Furlan.

Ainda segundo o comunicado, uma nova data para a realização do encontro será divulgada posteriormente.

O evento estava previsto para ocorrer às 10h30, na Avenida Itaqui, no Jardim Belval, e havia expectativa de participação de lideranças políticas da região.

A decisão ocorre em meio a um alerta da Defesa Civil para Barueri e outros municípios da Região Metropolitana de São Paulo. A previsão indica condições favoráveis à ocorrência de tempestades, com chuva intensa, raios, ventos fortes e possibilidade de granizo.

Em Barueri, cinco locais foram apontados pela Defesa Civil como pontos que merecem atenção durante as pancadas mais intensas: Avenida Aníbal Correia, no Parque Viana; Avenida Bariloche, no Jardim Maria Helena; Rua Alagoinha, no Jardim Mutinga; Avenida Araguaia, no Tamboré; e a passagem sob a Avenida Yojiro Takaoka, na região do 18º do Forte.

Segundo a Defesa Civil, nesses locais pode ocorrer acúmulo de água e alagamento rápido durante períodos de chuva mais intensa.

A organização agradeceu a compreensão do público e informou que a nova data do encontro será anunciada posteriormente.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Bolsa Família deve manter mínimo de R$ 600 em 2027

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Projeto enviado ao Congresso reserva R$ 157,1 bilhões para o programa, abaixo dos valores previstos para 2026 e 2025

A proposta de Orçamento da União para 2027, enviada nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional, não prevê reajuste para o Bolsa Família. O projeto reserva R$ 157,1 bilhões para o programa, valor inferior aos R$ 158,6 bilhões previstos para 2026 e aos R$ 167,2 bilhões destinados em 2025.

Com a proposta, o benefício mínimo permanece em R$ 600 por família. Uma eventual correção dos valores poderá ser discutida pelos parlamentares durante a tramitação do Orçamento.

Benefício não tem reajuste desde 2023

O Bolsa Família não passa por reajuste desde seu relançamento, em março de 2023.

Além do benefício mínimo de R$ 600, o programa prevê valores adicionais conforme a composição familiar. São R$ 150 por criança de até 6 anos, R$ 50 por gestante, R$ 50 por jovem de 7 a 18 anos incompletos e R$ 50 por bebê de até 6 meses.

Os adicionais podem ser acumulados de acordo com as características de cada família.

Quem pode receber

Para ter acesso ao Bolsa Família, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. Também é necessário manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as condicionalidades estabelecidas nas áreas de saúde e educação.

Em agosto, aproximadamente 19,3 milhões de famílias foram atendidas pelo programa. No mesmo mês de 2025, eram cerca de 19,2 milhões.

Congresso poderá discutir mudanças

A manutenção do benefício sem reajuste ocorre em meio ao esforço da equipe econômica para conter o crescimento das despesas obrigatórias.

Durante a análise da proposta orçamentária, deputados e senadores poderão apresentar mudanças na previsão de recursos e discutir uma eventual recomposição dos valores pagos pelo programa.

Importante: como se trata da proposta de Orçamento, os valores ainda podem ser alterados durante a tramitação no Congresso Nacional. O texto apresentado não representa, portanto, a versão definitiva do Orçamento de 2027.

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Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Congresso pode votar fim da escala 6×1 e outras pautas nesta semana

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Câmara e Senado concentram votações antes das eleições, com propostas sobre jornada de trabalho, compras internacionais, aplicativos, segurança e Orçamento de 2027.

O Congresso Nacional terá uma semana de votações com cinco temas de grande repercussão social na pauta. Entre eles estão o fim da escala de trabalho 6×1, a chamada “taxa das blusinhas”, medidas para trabalhadores de aplicativos, a PEC da Segurança Pública e o Orçamento da União para 2027.

As propostas fazem parte do esforço concentrado da Câmara dos Deputados e do Senado antes das eleições de outubro.

Fim da escala 6×1

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê mudanças na jornada de trabalho deve ser analisada na quarta-feira (2) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

O relator, senador Omar Aziz (PSD-AM), apresentou parecer favorável e rejeitou as 12 emendas apresentadas ao texto.

A proposta prevê dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos, e estabelece que o salário não poderá ser reduzido em razão da diminuição da jornada.

Se aprovada, a jornada máxima passaria de 44 para 42 horas semanais dois meses após a promulgação da PEC. Um ano depois, seria reduzida definitivamente para 40 horas semanais.

Depois da CCJ, o texto ainda precisará ser aprovado em dois turnos pelo Plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada votação.

Taxa das blusinhas

A chamada “taxa das blusinhas”, que trata do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, também está entre os assuntos que podem avançar nesta semana.

A comissão mista responsável pela Medida Provisória se reúne nesta segunda-feira (31), às 16h. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), deve apresentar seu parecer, com expectativa de votação.

A medida provisória perde a validade em 8 de setembro.

Se aprovada pela comissão, ainda precisará passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

Mototaxistas e entregadores

A Câmara dos Deputados também inicia a semana com votação prevista para esta segunda-feira (31), às 18h.

Entre as medidas provisórias em discussão estão propostas relacionadas aos mototaxistas e profissionais de motofrete, além de uma linha de financiamento para entregadores comprarem motocicletas e bicicletas elétricas.

Os deputados também podem analisar propostas relacionadas a incentivos fiscais para doações destinadas à atenção oncológica e à saúde da pessoa com deficiência, além da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica e do Plano Nacional de Cultura.

PEC da Segurança Pública

No Senado, a PEC da Segurança Pública está entre as prioridades da Comissão de Constituição e Justiça.

A proposta prevê mudanças na integração entre as forças de segurança, no compartilhamento de informações e nas regras de financiamento do setor.

Também estão na agenda dos senadores o Redata, que prevê incentivos para instalação de data centers no Brasil, e o marco dos minerais críticos e estratégicos.

Orçamento de 2027

Além das votações, o Congresso deve receber nesta semana o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027.

O documento apresenta as estimativas de receitas e despesas da União para o próximo ano e abre uma nova rodada de negociações entre governo e parlamentares sobre metas fiscais, políticas públicas e investimentos federais.

Depois de recebido, o projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento antes de seguir para votação no Congresso Nacional.

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Foto: Lula Marques/Ag. Brasil

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Mirelle Trevisan e Bruna Furlan ampliam articulação política em SP

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Candidatas a deputadas federal e estadual defendem maior representação dos municípios e fortalecimento da participação feminina na política

As candidatas Mirelle Trevisan, que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, e Bruna Furlan, candidata à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), articulam uma atuação conjunta durante as eleições de 2026.

O encontro contou com a participação do prefeito Rodrigo Andrade e do ex-prefeito Rubens Furlan, reunindo lideranças políticas em torno da proposta de ampliar a representação dos municípios paulistas nos espaços de decisão estadual e federal.

Segundo Mirelle Trevisan, a construção conjunta tem entre seus objetivos fortalecer a participação das mulheres na política e ampliar a capacidade de articulação das cidades.

“Bruna e eu compartilhamos esse compromisso. Fortalecer a presença das mulheres na política e construir uma representação forte, do Estado a Brasília”, afirmou a candidata.

Articulação mira representação dos municípios

A proposta apresentada pelas candidatas é aproximar as demandas dos municípios dos principais espaços de decisão política, tanto em São Paulo quanto em Brasília.

Mirelle também afirmou que a atuação conjunta pretende reunir mulheres preparadas para representar diferentes cidades do estado.

“São Paulo precisa de mulheres preparadas, presentes e dispostas a trabalhar juntas”, declarou.

A articulação ocorre durante o período eleitoral de 2026, quando Mirelle Trevisan disputa uma vaga de deputada federal e Bruna Furlan concorre ao cargo de deputada estadual.

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Foto: Divulgação

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TRE-SP mantém inelegibilidade de Pablo Marçal até 2032

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Decisão do presidente do TRE-SP inadmitiu recurso especial eleitoral do ex-candidato à Prefeitura de São Paulo e manteve multa de R$ 420 mil

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), José Antonio Encinas Manfré, decidiu inadmitir um recurso especial eleitoral apresentado por Pablo Marçal, mantendo a decisão que o tornou inelegível até 2032.

A decisão foi proferida na última sexta-feira (21) e também mantém a multa de R$ 420 mil aplicada ao empresário e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo.

Marçal foi condenado por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024.

Na mesma decisão, o presidente do TRE-SP também negou um recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra parte do julgamento anterior.

O recurso questionava o trecho da decisão colegiada que havia afastado a condenação de Marçal por captação e gastos ilícitos de recursos e abuso de poder econômico.

Ao analisar o caso, foi mantido o entendimento de que os elementos reunidos no processo permitem reconhecer o uso indevido dos meios de comunicação, mas não seriam suficientes para sustentar uma condenação por abuso de poder econômico.

Com a decisão, permanece válida a condenação que estabelece a inelegibilidade de Pablo Marçal até 2032 e a multa de R$ 420 mil.

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Foto: Reprodução/Instagram/@pablomarcal1

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Prioridades Humanas

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Estamos a menos de dois meses de mais uma eleição. Em outubro vamos eleger Presidente da República, Governadores dos estados, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. O resultado desta eleição popular, irá influenciar a vida de todos os brasileiros pelos próximos 4 anos. Penso que as prioridades, de qualquer plano de governo, devem ser nas áreas da Educação e da Saúde. Fundamentais para o desenvolvimento do Brasil não apenas pela visão da tecnocracia, mas, e principalmente, por serem uma necessidade humana, social e econômica que influenciará o futuro do país. Investir nessas áreas significa investir na própria capacidade do Brasil de garantir dignidade, competitividade e bem-estar para sua população. Este artigo reflete sobre esta importância sob uma perspectiva humanista, social e econômica.

A visão humanista coloca o ser humano no centro das políticas públicas. Sob essa perspectiva, Educação e Saúde não são apenas serviços: são direitos fundamentais permitindo que cada pessoa desenvolva todo o seu potencial, dignamente. A Educação amplia horizontes, possibilita novos conhecimentos, fortalece a autonomia, enseja novas e constantes reflexões, permite que indivíduos compreendam e transformem o mundo ao seu redor. A Saúde assegura aos cidadãos condições físicas e mentais para viver plenamente, trabalhar, estudar e participar da vida comunitária. Sem esses dois pilares, a promessa de cidadania plena se torna incompleta. Um país que negligencia Educação e Saúde públicas compromete a própria humanidade de seu povo. Infelizmente essa negligência é recorrente em nosso país, pois o orçamento público para Educação e Saúde, sempre é alvo de cortes.

Investir nessas áreas é uma estratégia de fortalecimento social. A Educação pública de qualidade reduz desigualdades, rompe ciclos de pobreza e amplia oportunidades reais de ascensão social. Ela cria ambientes seguros, comunidades engajadas e cidadãos mais preparados para participar da vida democrática. Do ponto de vista meramente econômico, o investimento em Educação pública é um dos mais rentáveis que um país pode fazer, pois: aumenta a produtividade da mão-de-obra; estimula a inovação e a capacidade tecnológica; atrai investimentos internacionais; reduz custos com desemprego, violência e assistência social. O investimento consistente em Educação pública produz ganhos econômicos duradouros, construindo uma base sólida de capital humano.

A Saúde pública, por sua vez, promove equidade ao garantir que todos, independentemente de renda, etnia, gênero ou região, tenham acesso a cuidados essenciais. Sistemas de saúde funcionais reduzem mortalidade infantil, ampliam expectativa de vida e fortalecem a coesão social ao diminuir disparidades regionais e socioeconômicas. Sabidamente, trabalhadores saudáveis produzem mais, faltam menos e permanecem ativos por mais tempo; um sistema de Saúde pública eficiente reduz gastos públicos com doenças evitáveis, fortalece a economia ao evitar crises sanitárias que paralisam setores inteiros, como ocorreu durante a pandemia.

Sem dúvida o Brasil enfrenta desafios históricos: desigualdade social, péssima distribuição de renda, disparidades regionais, infraestrutura insuficiente, mas também possui grandes oportunidades: um sistema de Saúde pública robusto, o SUS, que é uma referência internacional; uma rede educacional ampla que, com os investimentos adequados, podem elevar o país a novos patamares de desenvolvimento.

A decisão de investir em Educação e Saúde públicas é urgentíssima. Sob uma perspectiva humanista, é reconhecer o valor intrínseco de cada cidadão / cidadã. Sob uma perspectiva social, é construir um país mais justo e igualitário. Sob uma perspectiva econômica, é garantir crescimento sustentável para todas as classes sociais, e não apenas para os privilegiados. Portanto, quando Educação e Saúde avançam juntas, a sociedade se torna mais igualitária, integrada, resiliente, mais humanizada.

O Brasil só alcançará seu potencial pleno quando colocar o ser humano no centro de suas prioridades, e isso começa com uma Educação e Saúde públicas fortes, acessíveis e de qualidade. Pense nisso quando for eleger seus representantes.

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Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Eleições 2026 têm mais de 20 mil pedidos de candidatura; empresários lideram

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Dados atualizados pelo TSE mostram redução de 8,7 mil pedidos em relação às eleições de 2022; deputado estadual concentra o maior número de registros

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 20.530 pedidos de registro de candidatura para as eleições de 2026, segundo dados atualizados na manhã desta terça-feira (18).

O número representa uma redução de 8.732 pedidos em comparação com as eleições de 2022.

As solicitações envolvem candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital.

Do total de pedidos registrados, 13.374, ou 65%, são de pessoas do sexo masculino, enquanto 7.156, equivalentes a 35%, são de pessoas do sexo feminino.

Deputado estadual lidera número de candidaturas

O cargo de deputado estadual concentra a maior quantidade de pedidos de registro, com 11.103 candidaturas.

Na sequência aparecem:

  • Deputado federal: 7.636 pedidos;
  • Deputado distrital: 420;
  • Governador e vice-governador: 196;
  • Senador: 315;
  • Presidência da República: 13.

Na relação entre o número de candidatos e as vagas disponíveis, o cargo de deputado distrital apresenta a maior concorrência, com 17,5 candidatos por vaga.

Para deputado federal, a média é de 14,88 candidatos por vaga.

Empresários lideram entre as ocupações

Os empresários formam o maior grupo profissional entre os candidatos que solicitaram registro, com 2.576 pessoas.

Os advogados aparecem na sequência, com 1.691 candidatos.

Também estão entre as ocupações mais frequentes:

  • Deputados: 874;
  • Vereadores: 811;
  • Policiais militares: 569;
  • Médicos: 558;
  • Servidores públicos estaduais: 541.

Outros 2.709 candidatos foram classificados pelo TSE na categoria de outras ocupações.

Maioria declarou ensino superior completo

Em relação ao grau de instrução, a maior parte dos candidatos declarou possuir ensino superior completo, representando 58,57% dos pedidos.

Em seguida aparecem os candidatos com:

  • Ensino médio completo: 21,41%;
  • Ensino superior incompleto: 10,58%;
  • Ensino médio incompleto: 3,56%;
  • Ensino fundamental incompleto: 2,94%;
  • Ensino fundamental completo: 2,58%.

Segundo os dados, 73 candidatos declararam apenas saber ler e escrever.

Faixa etária e cor ou raça

A faixa etária com o maior número de pedidos de candidatura é a de 45 a 49 anos, com 3.538 registros.

Na sequência estão os candidatos com idade entre:

  • 50 e 54 anos: 3.176;
  • 40 e 44 anos: 2.986;
  • 55 e 59 anos: 2.581.

Em relação à declaração de cor ou raça, 10.013 candidatos, ou 48,77% do total, se declararam brancos.

Outros 7.418 se declararam pardos, representando 36,13%, enquanto cerca de 2,8 mil se declararam pretos, o equivalente a 13,64%.

Também foram registrados 191 candidatos indígenas e 108 candidatos que se declararam amarelos.

Candidaturas ainda passam por análise

Os pedidos registrados pelo TSE ainda fazem parte do processo de análise da Justiça Eleitoral.

O registro formaliza as candidaturas escolhidas pelos partidos, federações e coligações durante as convenções partidárias, mas a situação de cada candidato depende da análise dos documentos apresentados e do cumprimento dos requisitos previstos na legislação eleitoral.

Os números, portanto, mostram o retrato inicial das candidaturas apresentadas para a disputa das eleições de 2026.

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Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil

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Lula lidera 1º turno, mas empata com Flávio no 2º, aponta BTG

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Presidente aparece com 41% contra 36% do senador no primeiro turno; em eventual segundo turno, diferença de três pontos fica dentro da margem de erro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pela Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026, mas encontra um cenário mais equilibrado contra Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual segunda etapa da disputa, segundo pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta segunda-feira (17).

No primeiro turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 36%. O senador está cinco pontos percentuais atrás do presidente.

Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%. Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) têm 4% cada. Outros 5% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos.

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Disputa fica mais apertada no segundo turno

Quando o levantamento considera um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, a distância diminui.

Lula aparece com 47%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 44%. A diferença de três pontos percentuais está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos para mais ou para menos.

O resultado indica um cenário de empate técnico, embora Lula apresente vantagem numérica no levantamento.

Lula também lidera contra outros adversários

A pesquisa testou ainda outros cenários de segundo turno.

Contra Romeu Zema, Lula aparece com 46%, enquanto o governador de Goiás tem 41%. Em uma disputa contra Renan Santos, o presidente registra 47%, ante 36% do candidato do Missão.

Já no cenário entre Lula e Ronaldo Caiado, o petista tem 45%, contra 42% do ex-governador de Goiás.

Pesquisa foi realizada no início da campanha

O levantamento foi realizado por telefone entre os dias 14 e 16 de agosto, com 2.003 eleitores.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03317/2026.

A divulgação ocorre um dia após o início oficial da campanha eleitoral nas ruas, que começou neste domingo (16), colocando os candidatos diante de um cenário de disputa nacional ainda marcado por forte polarização.

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Foto: Montagem/Hora SP

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