Barueri e Enel iniciam parceria para retirada de árvores com risco de queda

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A Prefeitura de Barueri iniciou uma parceria com a Enel para substituir árvores com risco de queda e que possam comprometer a rede elétrica da cidade. O projeto, batizado de “Árvore Mais Segura”, começou a ser implantado nesta quinta-feira (14) e prevê a remoção de exemplares doentes, condenados por cupins, atingidos por acidentes ou plantados em locais inadequados.

A iniciativa surge em meio ao aumento das preocupações com quedas de árvores durante temporais e danos provocados à rede de energia em diferentes cidades da Grande São Paulo. Em Barueri, a proposta da administração municipal é ampliar a segurança em vias públicas e reduzir riscos para motoristas, pedestres e imóveis.

O acordo de cooperação foi assinado durante cerimônia realizada em Alphaville Industrial, com a presença do prefeito Beto Piteri, do secretário de Meio Ambiente Marco Antônio “Bidu”, do presidente da Enel Brasil, Antônio Scala, e do presidente da Enel São Paulo, Guilherme Lencastre.

Segundo o prefeito, a proposta busca modernizar o manejo da arborização urbana sem comprometer a preservação ambiental. “A iniciativa prevê a substituição de árvores que apresentam risco de queda ou interferem na rede elétrica, sempre com o replantio de novas espécies adequadas ao local”, afirmou Beto Piteri.

A Prefeitura informou que as podas e remoções não serão feitas de maneira aleatória. Cada árvore passará por avaliação técnica para análise das condições fitossanitárias, danos estruturais e capacidade de sustentação.

Nos casos considerados críticos, a substituição será planejada para evitar acidentes envolvendo pessoas, veículos, edificações e cabos de energia.

Como primeira ação prática do projeto, equipes identificaram uma árvore da espécie Santa Bárbara plantada irregularmente junto a um muro na rua São Paulo, em Alphaville Industrial. Técnicos constataram a presença de fungos que comprometiam a base do tronco e elevavam o risco de queda.

O exemplar foi removido e substituído por uma muda de ipê-branco, espécie nativa considerada mais adequada para o ambiente urbano. Além do plantio, a ação também incluiu podas preventivas na região.

Beto Piteri e o presidente da Enel Brasil realizam o plantio simbólico de um ipê-branco. | Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

De acordo com a Prefeitura, todas as árvores retiradas deverão ser compensadas com o plantio de novas espécies nativas, em uma tentativa de equilibrar segurança urbana e preservação ambiental.

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Fotos: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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SP avança em plano para levar saneamento a áreas rurais e já mapeia mais de 545 mil imóveis

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O Governo de São Paulo acelerou a criação de uma política inédita de saneamento rural e já mapeou mais de 545 mil imóveis em áreas afastadas dos centros urbanos. A iniciativa busca ampliar o acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário para populações historicamente fora da cobertura tradicional dos serviços públicos.

Atualmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem na zona rural paulista, o equivalente a aproximadamente 3% da população do estado. A dispersão das moradias e as dificuldades estruturais dessas regiões tornam a expansão do saneamento um desafio diferente do encontrado nas áreas urbanas.

Para tentar enfrentar esse problema, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) colocou em prática um grande diagnóstico estadual por meio do Programa Brotar. A ação prevê o mapeamento de cerca de 820 mil domicílios e estruturas rurais em 371 municípios paulistas.

Desde o início da operação, em abril de 2025, aproximadamente 120 mil imóveis já receberam visitas presenciais de equipes de campo. O trabalho é realizado por cerca de 550 recenseadores, responsáveis pela coleta de informações sobre abastecimento de água, esgoto e condições sanitárias das propriedades.

O levantamento utiliza dados georreferenciados e entrevistas presenciais para identificar as principais carências das comunidades rurais. A expectativa é que as informações sirvam de base para definir investimentos, tecnologias e estratégias voltadas à universalização do saneamento no campo.

A iniciativa também acompanha a ampliação da atuação da Sabesp após o novo modelo de concessão, que passou a incluir explicitamente áreas rurais na expansão dos serviços.

Segundo a secretária da Semil, Natália Resende, o objetivo é adaptar as soluções à realidade de cada território. “Levar saneamento para áreas rurais é também uma questão de qualidade de vida e desenvolvimento estruturado”, afirmou.

Além do mapeamento, o governo estadual também vem implantando soluções diretas em municípios do interior por meio do programa Água é Vida. A iniciativa já instalou mais de 800 unidades individuais de esgotamento sanitário em cidades como Itapeva, Iporanga, Jacupiranga, Borebi e Mineiros do Tietê.

As ações também atendem comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos rurais. Segundo o governo paulista, mais de 1,2 mil domicílios de populações tradicionais já foram incluídos nas medidas de saneamento.

A estratégia estadual combina três frentes principais: diagnóstico em larga escala, implantação de soluções descentralizadas e expansão estrutural dos serviços. O modelo é tratado pelo governo como referência nacional por incluir explicitamente a universalização do saneamento também em áreas rurais dentro dos contratos de concessão.

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Foto: Divulgação/Semil

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Poluição cai em afluentes do Rio Pinheiros após avanços em saneamento

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Sete dos 16 afluentes monitorados na bacia do Rio Pinheiros apresentaram melhora nos índices de poluição orgânica entre 2020 e 2025, segundo levantamento divulgado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os resultados aparecem após o avanço de obras de saneamento, desassoreamento e retirada de lixo realizadas pelo Governo de São Paulo nos últimos anos.

Os dados indicam redução da carga orgânica em córregos importantes da capital paulista, como Águas Espraiadas, Jaguaré, Corujas, Pirajussara e Poli. O indicador utilizado pela Cetesb para medir esse tipo de poluição é o Carbono Orgânico Total (COT).

No córrego Águas Espraiadas, por exemplo, a média anual caiu de 22 mg/L em 2020 para 9 mg/L em 2025. Já no Jaguaré, o índice passou de 25 mg/L para 10 mg/L. Um dos maiores avanços foi registrado no córrego Poli, onde a concentração recuou de 66 mg/L para 11 mg/L no período analisado.

Parte da melhora está relacionada à implantação das chamadas Unidades Recuperadoras de Qualidade das Águas (URQs), estruturas criadas para ajudar na retenção de resíduos e reduzir a poluição despejada nos córregos que deságuam no Rio Pinheiros.

A melhora também foi identificada em trechos da calha principal do rio. Segundo a Cetesb, a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), indicador usado para medir a presença de matéria orgânica na água, apresentou queda significativa em regiões como Pedreira, Ponte do Socorro e Usina São Paulo.

Na Ponte do Socorro, a média anual de DBO caiu de 62 mg/L em 2016 para 23 mg/L em 2025. Na Usina São Paulo, o índice recuou de 45 mg/L para 23 mg/L no mesmo intervalo.

Os resultados acompanham o avanço do programa IntegraTietê, considerado o maior projeto de recuperação socioambiental do Rio Tietê. Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o programa prevê investimentos de R$ 23,5 bilhões até 2029.

Desde 2023, o projeto já removeu cerca de 5 milhões de metros cúbicos de sedimentos dos rios paulistas e conectou 1,5 milhão de imóveis à rede de coleta e tratamento de esgoto. As ações incluem ainda retirada de lixo flutuante, recuperação das margens e ampliação do saneamento básico.

Segundo a Cetesb, mais de 134 mil toneladas de resíduos já foram retiradas do Rio Pinheiros desde 2023, com investimento de R$ 212 milhões. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, foram recolhidas 16,2 mil toneladas de lixo, volume 19,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Outra etapa prevista pelo programa é uma Parceria Público-Privada (PPP), atualmente em consulta pública, com previsão de R$ 9,5 bilhões em investimentos ao longo de 15 anos. A proposta inclui ações de desassoreamento, retirada de vegetação aquática e ampliação da limpeza superficial no Rio Tietê e no Rio Pinheiros.

Atualmente, a rede da Cetesb possui 551 pontos de monitoramento espalhados pelos principais corpos hídricos do estado de São Paulo.

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Foto: Divulgação/GESP

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Zoológico de SP recebe porcos espinhos africanos inéditos no Brasil

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O Zoológico de São Paulo passou a abrigar quatro porcos espinhos de crista africanos, espécie inédita no Brasil, ampliando a diversidade de animais disponíveis ao público. Os exemplares vieram de um zoológico da França e já podem ser visitados.

O grupo é formado por dois machos e duas fêmeas jovens, que agora integram o espaço dedicado à fauna africana, ao lado de espécies como hienas e fenecos.

A chegada dos animais reforça o papel do zoológico na educação ambiental e na aproximação do público com espécies pouco conhecidas, além de contribuir para ações de conservação.

Apesar do nome, o porco espinho de crista africano é o maior roedor do norte da África, podendo atingir até 93 centímetros e pesar entre 10 e 20 quilos.

Os animais têm hábitos noturnos e passam o dia em tocas, saindo ao entardecer para se alimentar de raízes, frutos e tubérculos.

A principal característica da espécie são os espinhos que cobrem o corpo, podendo chegar a 30 centímetros. Quando ameaçado, o animal os levanta e pode produzir sons como forma de defesa.

Os novos moradores estão em período de adaptação, acompanhados por equipes técnicas de veterinários e biólogos.

A novidade amplia a experiência dos visitantes e reforça o investimento em diversidade e conservação no zoológico paulista.

Serviço

Zoológico de São Paulo
Ingresso antecipado: R$ 59,90
No dia: R$ 119,90

Jardim Botânico
Ingresso antecipado: R$ 19,90
No dia: R$ 39,90

Simba Safari
Ingresso antecipado: R$ 59,90
No dia: R$ 119,90

Combo com cinco atrações
Antecipado: R$ 129,90
No dia: R$ 149,90

Endereço: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda

Compra de ingressos – Zoo SP e Simba Safari

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Foto: Leandro Ferreira Amaral/Zoo São Paulo

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Cangurus gigantes chegam ao Zoológico de São Paulo e viram nova atração do parque

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O Zoológico de São Paulo passou a abrigar quatro cangurus-vermelhos (Osphranter rufus), espécie típica das savanas e regiões áridas da Austrália. A novidade integra as comemorações pelos 68 anos da instituição, celebrados em 16 de março.

Os animais nasceram em um zoológico no Texas, nos Estados Unidos, e formam um grupo composto por um macho e três fêmeas, com idades entre dois e três anos. Eles já podem ser observados pelo público em um espaço preparado especialmente para atender às características da espécie.

O canguru-vermelho é considerado o maior marsupial existente. – Foto: Divulgação/Zoo São Paulo

Segundo o zoológico, a chegada dos cangurus também reforça as atividades de educação ambiental promovidas pelo parque. A iniciativa busca apresentar aos visitantes aspectos da fauna australiana e explicar características dos marsupiais, grupo de mamíferos cujos filhotes completam parte do desenvolvimento fora do útero, dentro de uma bolsa localizada no abdômen da mãe, chamada de marsúpio.

O canguru-vermelho é considerado o maior marsupial existente. Machos podem atingir até 1,5 metro de altura e pesar cerca de 92 quilos. Já as fêmeas são menores, com aproximadamente um metro de altura e peso que pode chegar a 39 quilos.

A locomoção desses animais também chama atenção. Em vez de caminhar, os cangurus se deslocam por meio de saltos, que podem alcançar até três metros de altura e percorrer cerca de oito metros em um único impulso, dependendo da velocidade. A cauda longa e musculosa ajuda no equilíbrio durante o movimento e também funciona como apoio quando o animal está em repouso.

Ingressos e funcionamento

O Zoológico de São Paulo oferece ingresso antecipado por R$ 89,99, enquanto a compra para o mesmo dia custa R$ 119,90. No Jardim Botânico, o ingresso antecipado é de R$ 29,90 e no dia sai por R$ 39,90.

Já o Simba Safari tem entrada antecipada por R$ 99,90 e R$ 119,90 no dia da visita. Para visitas de segunda a sexta-feira, é necessário agendar horário.

O Zoológico funciona de segunda a sexta-feira das 9h às 16h, com visitação até 17h. Aos sábados, domingos e feriados, abre das 8h30 às 17h, com permanência até 18h.

O Jardim Botânico opera de segunda a sexta das 9h às 16h, com visitação até 17h. Nos fins de semana e feriados, abre das 9h às 17h, com permanência até 18h.

O Simba Safari funciona de segunda a sexta das 9h às 17h, com visitação até 18h. Aos sábados, domingos e feriados, abre das 8h30 às 17h, também com visitação até 18h.

O Zoológico de São Paulo fica na Avenida Miguel Estéfano, 4241, no bairro da Água Funda. Já o Jardim Botânico está localizado na Avenida Miguel Estéfano, 3031, na mesma região.

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Foto: Divulgação/Zoo São  Paulo

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Hospital veterinário municipal passa a funcionar 24 horas em São Paulo

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A primeira unidade veterinária da rede municipal da cidade de São Paulo começou a funcionar 24 horas desde quinta-feira (19). O Hospital Veterinário Municipal Leste “Cão Orelha”, no bairro do Tatuapé, foi renomeado para homenagear o cachorro que foi espancado e morto na Praia Brava, em Florianópolis, capital catarinense, no mês de janeiro.

A unidade veterinária agora passa a realizar também atendimento para urgências e emergências das 17h às 7h.

O serviço diurno permanece disponível normalmente. Os hospitais veterinários da rede municipal oferecem atendimento clínico e cirúrgico. Mediante agendamento ou triagem, consultas, exames, cirurgias e internações podem ser realizadas. O acesso, porém, depende da disponibilidade de vagas, com prioridade para casos graves.

Atendimento

As unidades trabalham com oito especialidades: Oftalmologia; Cardiologia; Endocrinologia; Neurologia; Oncologia; Ortopedia; Dermatologia; e Cirurgia bucomaxilofacial.

Das 7h às 16h, nas unidades sul, norte e leste, os cidadãos inscritos no CadÚnico e beneficiários de programas sociais como Bolsa Família, Auxílio Gás ou Renda Mínima, podem agendar consultas presencialmente.

Quem não tem benefício ativo pode fazer uma triagem social, que neste caso, deve levar documentos que comprovem a situação econômica.

Na unidade oeste da capital paulista, o atendimento funciona por ordem de chegada, e as senhas são distribuídas a partir das 7h.

Documentos necessários:

Para realizar o atendimento, é obrigatório a apresentação de:

  • Documento oficial com foto e CPF do responsável (presença obrigatória)
  • Comprovante de residência em São Paulo (emitido há até três meses)
  • Registro Geral do Animal (RGA)
  • Número do CadÚnico
  • Cartão ou comprovante de programa social ativo

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Polícia Civil/SC

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Agricultores familiares podem vender produção à Prefeitura de Osasco; edital já está aberto

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A Prefeitura de Osasco abriu chamamento público para selecionar agricultores familiares interessados em participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra por Doação Simultânea (CDS). O edital 001/2025 é conduzido pela Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional, Sustentabilidade e Inovação Social (SESAN) e tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar, gerar renda no campo e ampliar o acesso a alimentos de qualidade para famílias em situação de vulnerabilidade.

A iniciativa integra a Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades – Alimenta Cidades, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Osasco foi contemplada pela segunda vez para executar o programa, em reconhecimento ao engajamento do município e à atuação ativa no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).

Poderão se inscrever agricultores familiares que possuam CAF/DAP e estejam enquadrados no PRONAF. Ao todo, serão selecionados 34 produtores individuais, com reserva de 50% das vagas para mulheres e exigência de que 60% estejam inscritos no CadÚnico. Cada unidade familiar poderá comercializar até R$ 15 mil por ano, conforme a legislação. O investimento total previsto é de R$ 500 mil, com recursos federais.

Em Osasco, os alimentos adquiridos serão recebidos pelo Banco de Alimentos do município, referência nacional no combate ao desperdício e na promoção da educação alimentar. A distribuição atenderá Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e famílias previamente cadastradas, ampliando a rede de proteção social e contribuindo para o enfrentamento da insegurança alimentar.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente por e-mail ([email protected]), até 11 de janeiro de 2026, às 23h59. As regras, documentos exigidos e o cronograma completo estão disponíveis na Imprensa Oficial do Município de Osasco (IOMO), edição nº 2937, de 10 de dezembro de 2025.

Para o secretário executivo de Segurança Alimentar e Sustentabilidade, João Perez, o chamamento reforça a política pública de inclusão produtiva. “O PAA, em parceria com o Governo Federal, garante renda ao agricultor familiar e amplia o acesso à alimentação adequada para quem mais precisa”, afirmou.

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Foto: Fernanda Cazarini/PMO

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Tarcísio de Freitas anuncia criação do Parque Estadual do Morro Grande em Cotia

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou nesta terça-feira (4) a criação do Parque Estadual do Morro Grande, nova unidade de conservação de proteção integral que abrangerá áreas dos municípios de Cotia e Ibiúna. A gestão será feita pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), por meio da Fundação Florestal.

Com área superior à do Parque Estadual da Cantareira em cerca de 3 mil hectares, o Morro Grande abriga uma das maiores reservas de Mata Atlântica do estado, com ampla diversidade de fauna e flora. O parque também protege as nascentes e cabeceiras do rio Cotia e de outros cursos d’água que alimentam os reservatórios Pedro Beicht e Cachoeira da Graça — fundamentais para o abastecimento de aproximadamente 400 mil pessoas na Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo a secretária estadual de Meio Ambiente, Natália Resende, a medida fortalece a gestão ambiental integrada e a segurança hídrica do estado. “Atuamos de forma planejada e estratégica, aliando a preservação da biodiversidade ao uso sustentável do território. Com o novo parque, ampliamos a proteção integral e estimulamos a educação ambiental e a pesquisa científica”, afirmou.

O Morro Grande passa a ser o 37º parque estadual de São Paulo. As unidades administradas pela Fundação Florestal já representam cerca de 20% do território paulista, consolidando o papel do estado na conservação dos recursos naturais e na proteção dos mananciais.

Reconhecido como uma das florestas mais estudadas do país, o Morro Grande é referência no Programa BIOTA/FAPESP. Inventários científicos apontam a presença de 260 espécies arbóreas, 198 aves (13 ameaçadas), dezenas de mamíferos e uma das maiores diversidades de aranhas orbitelas da Mata Atlântica.

Com a transformação em parque estadual, a expectativa é que a área se torne um novo polo de pesquisa, conservação e visitação sustentável na região metropolitana.

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Foto: João Valério/GESP

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Evento pré-COP em SP deve reunir 10 mil pessoas e ter mais de 500 palestrantes nos dias 4 e 5 de novembro

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Nos dias 4 e 5 de novembro, o Parque Villa-Lobos, na capital paulista, se transformará no centro do debate sobre desenvolvimento sustentável com a realização do Summit Agenda SP + Verde, evento pré-COP organizado pelo Governo de São Paulo, Prefeitura de São Paulo e USP. A expectativa é reunir 10 mil participantes e 500 palestrantes em dois dias de programação intensa, com entrada gratuita.

A abertura, no palco principal “Economia Verde”, patrocinado pelo grupo Cosan, contará com o governador Tarcísio de Freitas e moderação do ex-ministro do Meio Ambiente Joaquim Leite, no painel “Nova Visão da Economia Verde”. O espaço abrigará debates sobre descarbonização, infraestrutura sustentável e inteligência artificial, com a presença de CEOs de grandes empresas e prefeitos de municípios paulistas, como Ricardo Nunes (São Paulo), Dário Saadi (Campinas), Rogério Santos (Santos) e Rafael Piovezan (Santa Bárbara d’Oeste).

Entre os nomes internacionais confirmados estão Jennie Cato (TRATON/Scania), Luz Stella (Colombian Natural Gas Association), Katerina Elias-Trostmann (Salesforce), Wolfgang Dieker (SAP) e Alberto Mina (MIND Milão), que apresentarão soluções para descarbonização, inovação tecnológica e regeneração urbana.

No campo corporativo, participam Natália Resende (Secretária de Meio Ambiente e Logística de SP), Brendon Ramos (Via Appia/Rodoanel), Carlos Piani (Sabesp), João Brito Martins (EDP South America), Gustavo Estrella (CPFL), Miguel Setas (Motiva) e Gilberto Peralta (Airbus Brasil). O debate sobre infraestrutura sustentável, energia limpa e aviação verde será um dos destaques do encontro.

A agenda também trará painéis sobre financiamento climático, economia circular e indústria sustentável, com nomes como Gustavo Montezano (YvY Capital), Alvaro Lorenz (Votorantim Cimentos) e Joaquim Levy (FIESP). Representantes da indústria do cimento, vidro e papel discutirão os caminhos para a descarbonização industrial.

Entre os acadêmicos, participam Carlos Nobre, Paulo Nobre, Suely Mara Vaz Guimarães de Araújo e Alexander Turra, que abordarão temas como sustentabilidade urbana, mudanças climáticas e oceanos.

O Summit também valoriza histórias inspiradoras e diversidade social. A chef Laura Braga, liderança quilombola de Ubatuba, ministrará o workshop de culinária sustentável “Caponata do Coração da Banana”. A montanhista Aretha Duarte, primeira mulher negra brasileira a escalar o Everest, participa do painel sobre protagonismo feminino e mudanças climáticas. Já Cíntia Sanchez, chef e ativista alimentar, falará sobre segurança nutricional e combate à desigualdade.

Outras participações incluem a estilista Heloisa Faria, referência em moda sustentável, o cineasta e ambientalista David Schurmann (ONG Voz dos Oceanos) e o empreendedor social Hermes de Sousa, do Instituto Cacimba, que atua em comunidades da zona leste paulistana.

Com quatro eixos temáticos — Finanças Verdes; Resiliência e Futuro das Cidades; Justiça Climática e Sociobiodiversidade; e Transição Energética e Descarbonização —, o Summit terá ainda uma trilha de economia circular, o Hub da Circularidade e uma rodada de negócios internacional com 70 empresas de oito países.

Além dos debates, o público poderá participar de 20 workshops de gastronomia e circularidade, assistir a apresentações artísticas da OSESP, Coral Baccarelli, coral indígena e shows de Zizi Possi, Grupo Street Dance e Baile do Simonal, além de visitas guiadas a cases de economia verde e turismo sustentável.

O evento conta com patrocínio de grandes corporações, como Cosan, Sabesp, Itaú, Amazon, Toyota, EDP, CPFL e Votorantim Cimentos, e apoio institucional de mais de 40 entidades, entre elas FIESP, Senai, Pacto Global e SOS Mata Atlântica.

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Foto: Divulgação/GESP

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Investimento de R$ 74,5 milhões promete recuperar capacidade da barragem em Pirapora do Bom Jesus

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A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, realizou nesta terça-feira (23) uma visita técnica à Barragem de Pirapora do Bom Jesus, na Região Metropolitana de São Paulo, para acompanhar o avanço das obras de desassoreamento da represa. A agenda contou com a presença de representantes do Fórum de Integração das Ações de Recuperação do Rio Tietê (FIAR-Tietê).

Segundo a SP Águas, agência vinculada à Semil e responsável pelos trabalhos, quando as intervenções começaram a barragem estava com cerca de 90% de assoreamento. O projeto é considerado um dos maiores já conduzidos pela agência e prevê investimento de R$ 74,5 milhões. A meta é remover aproximadamente 252,6 mil m³ de vegetação e detritos e outros 250 mil m³ de terra acumulada, ampliando a capacidade de armazenamento do reservatório e garantindo mais eficiência em sua operação.

“Estamos dando mais um passo importante para a modernização e recuperação de um sistema hídrico, com foco em segurança e eficiência para o nosso estado. Investir em infraestrutura hídrica é investir diretamente na qualidade de vida da população e na sustentabilidade dos nossos recursos naturais”, afirmou a secretária.

Além do desassoreamento, a SP Águas já retirou mais de 17,2 mil m³ de vegetação aquática e resíduos flutuantes desde junho deste ano. A conclusão dos trabalhos está prevista para setembro de 2026.

Como reforço, também está em estudo a instalação de barreiras flutuantes no Rio Tietê, em um trecho estratégico que recebe grande volume de resíduos sólidos oriundos de áreas urbanizadas. O objetivo é conter o lixo antes que chegue à barragem de Pirapora, evitando novos acúmulos que comprometem o escoamento das águas e a operação da estrutura.

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Foto: Reprodução/Setec Hidro Brasileira

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