O plenário da Câmara Municipal de Barueri aprovou, na sessão desta terça-feira (27), por ampla maioria o parecer do TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) aprovando as contas do prefeito Rubens Furlan referente ao ano de 2021.
A Conselheira do TCU, Cristina de Castro Moraes, deu parecer favorável com ressalvas e recomendações em seu relatório sobre as contas da Prefeitura de Barueri relativo ao exercício de 2021. A decisão dos vereadores também considerou a manifestação da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara, que também recomendou a aprovação.
Na votação, a ampla maioria dos vereadores votou favorável a aprovação das contas da gestão do prefeito Furlan. Apenas os vereadores Rodrigo Rodrigues e Tania Gianeli, por não estarem presentes no plenário, não tiveram seus votos computados. O presidente da Câmara, vereador Toninho Furlan, justificou a ausência da vereadora Tania Gianeli, “justificando a ausência da vereadora Tania, que ela realmente está passando muito mal ali na sala de reuniões, por isso a justificativa do voto dela”, disse o presidente.
Em uma tentativa de unir o partido após disputas internas, integrantes do PSDB se reuniram neste domingo (25) em uma convenção em São Paulo para definir a nova liderança do diretório do estado.
O evento aconteceu pela manhã na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e reuniu 314 votos que aprovaram a criação de uma chapa única para liderar o partido, composta por diferentes alas da sigla.
Outra decisão esperada era o nome do novo presidente do diretório, que foi adiada para o próximo dia 9 de março.
Dois nomes disputam a vaga: Paulo Serra, prefeito de Santo André e atual presidente da comissão provisória que comanda o diretório estadual, e Marco Vinholi, que foi secretário de Desenvolvimento Regional na gestão do governador João Dória e é o atual presidente do partido em São Paulo.
Além do comando do Diretório Estadual de São Paulo, outra indefinição do partido permanece em lançar um candidato próprio ou apoiar a reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP). A decisão também deve ficar para março.
Aliado do governador do Rio Grande do Sul e possível aposta do partido para as eleições presidenciais de 2026, Eduardo Leite (PSDB-RS), Serra afirmou que a legenda não vai focar na quantidade de prefeituras para as eleições municipais de 2024. Em vez disso, a sigla deve focar nas cidades já governadas pelo PSDB, como Campinas, São José dos Campos, Piracicaba e Santo André.
“Essas cidades acabam influenciando as cidades vizinhas, candidatos que levem esse projeto e essas ideias de reconstrução do partido para que a gente consiga ultrapassar 2024”, disse Serra em uma coletiva de imprensa após o evento.
Eduardo Leite como possível aposta para 2026
Serra também ratificou seu apoio ao chefe do executivo do Rio Grande do Sul como candidato do partido para disputar as eleições de 2026.
Ao ser questionado pela repórter da CNN Suzana Busanello sobre os planos do PSDB para as eleições presidenciais de 2026, Leite, afirmou que o foco ainda está voltado para as disputas municipais de 2024.
“A estratégia do partido deve contemplar justamente fortalecer nas eleições municipais e partir daí, em 2025, observando justamente o ambiente político, definir o melhor caminho para 2026”, expressou o governador.
“O propósito é no centro, no bom senso, no senso comum, uma alternativa à polarização. E o PSDB se propõe a liderar esse processo”, continuou.
Leite era presidente do partido até novembro de 2023, quando parte dos tucanos resolveram acionar a Justiça para anular a convenção que elegeu o governador gaúcho. Para ele, o objetivo é fortalecer a sigla para liderar uma espécie de terceira via.
Região de maior força da sigla, o PSDB governou São Paulo por 28 anos, até perder a última disputa pelo estado para o candidato do Republicanos Tarcísio de Freitas. Hoje, o partido tenta recuperar o protagonismo no cenário político após a migração de prefeitos tucanos para outros partidos.
O partido perdeu o governo do estado pela primeira vez em quase 30 anos nas eleições de 2022. A sigla também perdeu o atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que permaneceu na legenda por um período ainda maior: 33 anos.
Alckmin hoje integra o Partido Socialista Brasileiro (PSB) ao lado da deputada federal Tabata Amaral, também candidata à disputa pela prefeitura da capital paulista.
“Claro que com a perda do governo do Estado não existe a perspectiva de repetir o número [de prefeitos] que tivemos em 2020, mas estrategicamente teremos cidades muito importantes que vão preparar o partido para esse grande projeto de 2026”, concluiu Paulo Serra.
A partir deste ano, Barueri terá atividades para promover a conscientização sobre os desafios enfrentados por pessoas que cuidam de filhos com deficiência, além de criar políticas públicas de inclusão social e amparo a estas famílias. O Projeto de Lei 88/2023, que cria a Semana Municipal de Valorização das Mães e Pais Atípicos, foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Câmara Municipal na sessão de terça-feira, 20.
De acordo com o texto, as atividades ocorrerão na terceira semana do mês de abril, e contemplarão a criação de políticas públicas para inclusão social e amparo aos pais atípicos, além da conscientização da sociedade sobre os desafios enfrentados por essas famílias.
A justificativa do vereador Allan Miranda (PSDB) na apresentação do projeto de lei ressalta a importância da criação da data, destacando que pais e mães atípicos enfrentam dificuldades comuns, como o acesso a serviços e recursos adequados para seus filhos, a busca por atendimento médico especializado e a falta amparo do poder público e de inclusão social deste grupo.
Para o autor da matéria, a expectativa é que a Semana Municipal de Valorização das Mães e Pais Atípicos se torne um marco importante no calendário oficial de Barueri, promovendo ações que contribuam para a construção de uma sociedade mais inclusiva e solidária.
“São pais que têm um sobrecarga enorme de trabalho, além de terem que lidar com o preconceito da sociedade, que ainda é grande porque muita gente não conhece os direitos das pessoas com deficiência”, disse Allan Miranda ao pedir o apoio dos pares durante a discussão da matéria. “É preciso valorizar e preservar essas pessoas, para que elas tenham saúde física e mental para cuidar bem dos seus filhos”, concluiu o vereador.
A vereadora Camila Godói está em Brasília, realizando diversas reuniões no Ministério da Saúde para solicitar recursos para a saúde da cidade de Itapevi.
“É inaceitável tanta demora na marcação de exames e consultas, e a falta de tantos medicamentos e equipamentos nas nossas unidades de saúde. Todos merecem um atendimento digno, humanizado e de qualidade.” declarou a vereadora.
Camila ainda disse estar à disposição da população para ajudar a enfrentar os desafios da saúde pública em Itapevi.
A vereadora abriu um canal de comunicação com a população através de suas redes sociais para que todos possam expor suas experiências no atendimento, críticas e sugestões e em conjunto buscar atender às necessidades dos pacientes.
Depois de muitas conversas e ponderações com seu grupo político o pré-candidato a prefeito Welington Formiga, decidiu anunciar de forma oficial quem irá compor a sua chapa para disputar as eleições deste ano. Formiga, que vem lutando por Cotia há muito tempo, teve mais 50 mil votos nas eleições de 2020, de lá para cá, manteve sua popularidade, e no meio político é considerado atualmente o campeão nas intenções de votos na cidade.
Apesar de não ser surpresa para muitos, o pedetista decidiu junto ao grupo, que depois de anos de trabalho na cidade, seu vice deveria sair de dentro do grupo. Por isso, seu fiel companheiro Márcio Dola, foi o nome escolhido e deve ser oficialmente apresentado como seu vice.
Márcio Dola é casado e pai de três filhos, tem 45 anos, empresário do ramo alimentício e ao lado de Welington Formiga é bem atuante na política de Cotia.
Welington Formiga ao lado de Márcio Dola devem disputar à Prefeitura de Cotia na eleição deste ano. – Foto: Reprodução
A 5ª Vara Federal em Campo Grande determinou, em decisão publicada nesta quarta-feira (21) e divulgada hoje (22), que Adélio Bispo, autor da facada no então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em 2018, retorne a Minas Gerais, local de origem do seu processo. Atualmente, ele cumpre medida de segurança no presídio federal de Campo Grande.
A decisão, do juiz federal Luiz Augusto Iamassaki Fiorentini, determina que o juízo de origem, em Minas Gerais, deverá providenciar tratamento ambulatorial ou, excepcionalmente, a internação, considerando todas as medidas de segurança necessárias, de forma a garantir a integridade psíquica e física de Adélio Bispo. A Justiça deu prazo de 60 dias para a transferência.
A Defensoria Pública da União (DPU), que faz a assistência jurídica de Adélio desde 2019, foi autora do pedido de transferência. A defesa sustentou que Adélio não poderia continuar recolhido em um estabelecimento penal, ainda que nele exista estrutura capaz de prestar atendimento médico equivalente ao de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), como é o caso da penitenciária de Campo Grande, tampouco ser enviado para um manicômio judicial.
“A DPU destaca que, desde o advento da Lei nº 10.216/2001, conhecida como Lei Antimanicomial, é vedada a internação de pessoas com transtornos mentais em estabelecimentos penais ou em instituições com características asilares desprovidas de assistência integral às pessoas nessas condições”, disse o órgão, em nota.
Em junho de 2019, Adélio Bispo foi absolvido da facada. A decisão foi proferida após o processo criminal que o considerou inimputável por transtorno mental.
Oito em cada dez brasileiros discordam da comparação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre Israel e o holocausto.
A fala foi rejeitada por 83% dos brasileiros, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data, encomendada pela TV Record e divulgada na segunda-feira (19). Entre os entrevistados, 13% concordaram com a fala do presidente, e 4% responderam não saber o que comentar sobre o assunto.
A pesquisa foi feita com 800 entrevistados, dos quais 53% são mulheres e 47% são homens. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Ainda segundo o levantamento, 54% das pessoas que foram questionadas disseram acreditar que o Brasil deveria se manter neutro em relação à guerra em Israel, enquanto 26% creem que o país deveria apoiar os israelenses. Outros 14% acham que o Brasil deveria apoiar o lado palestino.
A pesquisa também apontou que 57% dos entrevistados acham que Israel é o lado certo no conflito. Outros 28%, o grupo terrorista Hamas. Não sabem ou não responderam somam 15%.
A maior parte dos entrevistados – 89%, de acordo com o Real Time – afirmou que tem acompanhado as notícias em relação a guerra entre Israel e Hamas.
Na cidade de São Paulo, cerca de 75% das pessoas ainda não sabem em quem vão votar nas eleições municipais marcadas para outubro. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Instituto Paraná
De acordo com o levantamento espontâneo, em que o entrevistador apenas pergunta em quem o eleitor pretende votar, 8,7% disseram que votarão em Guilherme Boulos, do PSOL, e 5,3% responderam que vão votar em Ricardo Nunes, do MDB, um empate técnico, considerando a margem de erro. Nesse cenário, Tabata Amaral, do PSB, tem 1,2% das intenções.
Kim Kataguiri (União Brasil), Marina Helena (Novo) e Ricardo Salles (PL), que, mesmo desistindo do pleito, foi citado, não atingiram 1% das intenções.
Ainda de acordo com o Instituto Paraná, Boulos e Nunes aparecem empatados em números gerais: o pré-candidato do PSOL tem 33% das intenções, e o atual prefeito tem 32%. Tabata aparece em terceiro com 9,7%, Kim Kataguiri com 5,2% e Marina Helena tem 3,2% das intenções de voto.
O Instituto Paraná Pesquisas também simulou o segundo turno entre Boulos e Nunes: o atual prefeito aparece na frente com 43,3% das intenções contra 39,6% do deputado do PSOL.
A pesquisa ouviu 1.502 eleitores entre os dias 14 e 19 de fevereiro. A pesquisa tem um índice de confiança de 95% e a margem de erro é de 2,6 pontos para cima ou para baixo.
Assim como o prefeito Rubens Furlan, Oliveira Nascimento declara apoio a pré-candidatura de Beto Piteri e põe seu nome à disposição do partido como possível candidato a vereador em Barueri na eleição deste ano.
Ao anunciar sua pré-candidatura, Oliveira deixa claro que não caminhará ao lado de seu irmão, o ex-vereador e ex-presidente da Câmara, Carlinhos Nascimento. O pré-candidato tomou a importante decisão de caminhar politicamente ao lado de Rubens Furlan e Beto Piteri.
Além de irmão, Oliveira também foi assessor do ex-vereador na Câmara Municipal de Barueri e possui larga experiência na vida pública.
“Acredito no grande trabalho que Furlan e Beto Piteri estão realizando na cidade, por isso tomei a decisão de caminhar ao lado deles. Meu nome está à disposição do partido como pré-candidato a vereador, assim como meu total apoio a pré-candidatura de Beto Piteri à Prefeitura de Barueri”, disse Oliveira Nascimento.
Procuramos o ex-presidente da Câmara e ex-vereador Carlinhos Nascimento para se posicionar sobre a escolha de seu irmão, mas, até a publicação desta matéria não obtivemos retorno.
A Operação Tempus Veritatis tem, como alvo, diversos militares que integraram o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Deflagrada nesta quinta-feira (8) pela Polícia Federal (PF), a operação investiga a existência de suposta organização criminosa que teria atuado numa tentativa de golpe de Estado.
Entre os investigados estão o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, o ex-ministro da Casa Civil general Walter Souza Braga Netto e o ex-ministro da Defesa general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.
Diante da notícia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse esperar que o rigor da lei seja aplicado contra aqueles que atacaram a democracia, ao financiar os acampamentos que culminaram na tentativa de golpe do dia 8 de janeiro de 2022.
“É muito difícil um presidente da República comentar sobre uma operação da Polícia Federal que ocorre em segredo de Justiça. Espero que não ocorra nenhum excesso e seja aplicado o rigor da lei. Sabemos dos ataques à democracia. Precisamos saber quem financiou os acampamentos. Vamos esperar as investigações”, afirmou Lula.
A declaração foi um recorte de trecho da entrevista concedida por Lula à Rádio Itatiaia. O comentário se referia à operação que cumpre 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva, além de 48 medidas cautelares que incluem a proibição de manter contato com outros investigados, a proibição de se ausentar do país, com entrega dos passaportes no prazo de 24 horas e a suspensão do exercício de funções públicas .
As medidas judiciais foram expedidas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Entre elas está a de apreender o passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A operação é deflagrada após o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro o tenente-coronel Mauro Cid ter fechado acordo de colaboração premiada com investigadores da PF. O acordo foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e já recebeu a homologação do STF.
Por meio de redes sociais, o advogado de Bolsonaro, Fábio Wajngarten, disse que “em cumprimento às decisões de hoje, o presidente Jair Bolsonaro entregará o passaporte às autoridades competentes. Já determinou que seu auxiliar direto, que foi alvo da mesma decisão e que se encontrava em Mambucaba, retorne para sua casa em Brasília, atendendo a ordem de não manter contato com os demais investigados”, postou Wajngarten.
o ex-assessor especial de Bolsonaro Felipe Martins;
coronel Bernardo Romão Correa Neto;
coronel da reserva Marcelo Costa Câmara;
major Rafael Martins de Oliveira.
As medidas judiciais estão sendo cumpridas nos seguintes estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. O Exército Brasileiro acompanha o cumprimento de alguns mandados.