Barueri é uma das cidades mais seguras do Brasil para morar em 2024

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A cidade ocupou a oitava posição dentre os municípios com 200 mil e 500 mil habitantes. Os dados são do Anuário 2024 de Cidades Mais Seguras do Brasil© da Myside.

Barueri se destaca mais uma vez no cenário nacional, figurando entre as cidades mais seguras do Brasil, segundo o Anuário 2024 de Cidades mais Seguras do Brasil©. A publicação, realizada pela MySide, utiliza dados do Ministério da Saúde e do IBGE para ranquear os municípios com as menores taxas de homicídios.

A cidade registrou uma taxa de 7,1 homicídios por 100 mil habitantes, garantindo o oitavo lugar entre os municípios com população entre 200 mil e 500 mil habitantes. Esse resultado reflete os investimentos em segurança pública e políticas integradas de prevenção à violência realizados pelo município.

No topo do ranking estão Indaiatuba (SP), com 3,4 homicídios por 100 mil habitantes, Blumenau (SC), com 4,0, e Araraquara (SP), com 5,1. O ranking destaca as cidades que conseguiram diminuir de forma consistente os índices de violência e proporcionar maior segurança à população.

O bom desempenho de Barueri, além de ser motivo de orgulho para seus moradores, serve de exemplo para outras cidades, reforçando a importância de políticas públicas eficazes e a atuação conjunta entre governo e sociedade no combate à criminalidade.

O Anuário 2024 reforça o compromisso das cidades ranqueadas com a segurança e o bem-estar de seus moradores, destacando Barueri entre as que mais se empenham em manter a qualidade de vida da população. Confira o ranking completo com as cidades mais seguras de 2024.

Leia também: BOMBA! Cabos eleitorais de Gil Arantes começam a abandonar sua candidatura e já procuram por Furlan e Beto Piteri


Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Nunes tem 26,8%, Boulos 23,7% e Marçal 21% das intenções de voto, aponta Paraná Pesquisas

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O atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o deputado Guilherme Boulos (PSOL) aparecem tecnicamente empatados na disputa pela Prefeitura de São Paulo, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (20).

O atual prefeito tem 26,8% enquanto Boulos, 23,7%Pablo Marçal (PRTB) ocupa o terceiro lugar com 21% das intenções de voto. Tabata Amaral (PSB) conta com 8,3%, enquanto José Luiz Datena (PSDB) registra 7%.

Na sequência aparece Marina Helena (Novo) com 1,9%, seguida por Altino Prazeres (PSTU) e Bebeto Haddad (DC), que têm 0,1% cada. Já João Pimenta (PCO) e Ricardo Senese (UP) não pontuaram na pesquisa. Votos em branco, nulos e em nenhum candidato representam 6,2%, enquanto aqueles que não sabem ou não responderam somam 4,8%.

Três possíveis cenários para o segundo turno foram simulados, envolvendo Nunes, Boulos e Marçal. Confira:

Cenário 1 – Nunes x Boulos

  • Ricardo Nunes (MDB): 50,1%;
  • Guilherme Boulos (PSOL): 32,1%;
  • Não sabe/Não respondeu: 6,0%;
  • Nenhum/Branco/Nulo: 11,7%.

Cenário 2 – Boulos x Marçal

  • Guilherme Boulos (PSOL): 43,6%;
  • Pablo Marçal (PRTB): 37,9%;
  • Não sabe/Não respondeu: 6,0%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 12,5%.

Cenário 3 – Nunes x Marçal

  • Ricardo Nunes (MDB): 52,3%;
  • Pablo Marçal (PRTB): 27,4%;
  • Não sabe/Não respondeu: 5,7%;
  • Nenhum/Branco/Nulo: 14,5%.

O levantamento, realizado por iniciativa própria do Paraná Pesquisas, foi registrada na Justiça Eleitoral como SP-03057/2024.

A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. Ao todo, 1.500 eleitores da cidade de São Paulo foram ouvidos presencialmente entre os dias 16 e 19 de setembro. O nível de confiança é de 95%.

Leia também: Santana de Parnaíba é a grande campeã na categoria gestores no 14º Prêmio Ação Destaque


Fonte: TV Cultura – Foto: Montagem/Reprodução

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Deputada defende leis mais claras para inibir violência política de gênero

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A deputada estadual Ana Perugini, vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres da Assembleia Legislativa, participou, na manhã de terça-feira (17), do seminário ILP+MPSP: Violência Política de Gênero, promovido pelo ILP (Instituto do Legislativo Paulista) em parceria com o Ministério Público.

O seminário contou também a com a participação de Vanessa Therezinha Souza de Almeida, promotora de justiça e coordenadora do Núcleo de Gênero MP paulista, Vivian Corrêa de Castro Pompermayer Ayres, 1ª promotora de justiça de São Manuel, e Carlos Eduardo Pozzi, 4º promotor de Justiça de Tatuí.

As falas dos participantes trouxeram à tona conflitos ainda vividos pelas mulheres nos cargos de mandato, sobretudo no Poder Legislativo, e técnicas de ataque ao direito político das mulheres com base na descredibilização do gênero feminino. Os palestrantes expuseram dados que reforçam a ainda frágil participação feminina na política.

A deputada Ana Perugini jogou luz ao fato de que as mulheres ainda enfrentam dilemas machistas em seus lares, o que cerceia a evolução feminina na classe política.

Como exemplo, lembrou seu tempo de vereadora, entre 2005 e 2006, quando dividia os afazeres de casa e o cuidado com as filhas com o mandato no legislativo municipal.

“Esse tema vem à baila no momento em que recebemos relatos, aqui no gabinete na Alesp, sobre violência política. Um dos casos aconteceu no Legislativo de Santa Bárbara d’Oeste , onde uma vereadora teve retirado o seu direito de falar sem nenhuma premissa, e ainda teve que lidar com comentários de seus colegas parlamentares menosprezando a sua condição de gênero”, destacou a parlamentar.

Para a deputada, há necessidade de criação de leis mais claras para inibir esse tipo de violência. “Estamos pensando em um código dos direitos da mulher e dos direitos reprodutivos. Olhando para trás, é muito recente a nossa situação de colocação ao lado de crianças, como incapazes de ocupar espaços historicamente masculinos. Até a década de 70, por exemplo, não podíamos nem ter cartão de crédito. Ainda que nós estudemos mais, tenhamos mais prática e a experiência, ainda somos alvo do julgamento vigente na sociedade sobre onde é o nosso lugar”, complementou a deputada.

Por fim, a deputada reforçou que dois de seus projetos na atual legislatura compõem uma lista de reforços à busca pela igualdade feminina.

Um deles foi sancionado em abril pelo governador. Trata-se da Lei da Paternidade Responsável, que obriga os cartórios de registro civil a notificarem a Defensoria Pública os registros de crianças recém nascidas sem a identificação do pai.

Outro projeto, ainda em fase de tramitação nas comissões da Alesp, prevê a inclusão do trabalho de cuidado, majoritariamente realizado por mulheres, na contabilização do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

“Precisamos saber o preço desse trabalho não remunerado que a sociedade justifica como feito por amor, mas que na verdade é uma forma de nos aprisionar”, disse a deputada.

Atualmente, a deputada Ana Perugini estuda também a questão da mulher no âmbito da pesquisa acadêmica, buscando alternativas para garantir o direito à manutenção da bolsa de pesquisa para mulheres que venham a engravidar durante o processo de pesquisa.

Representatividade

O promotor Carlos Eduardo Pozzi destacou que os índices de candidatura para os cargos eletivos deste ano (prefeituras e vereanças) ainda exprimem uma ampla desigualdade. “Apenas 34% das candidaturas são de mulheres, enquanto 64% são masculinas”, afirmou, amparado por dados do TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

Pozzi reforçou também que as mulheres, embora constituam 51% da população brasileira, representam apenas 18% dos servidores lotados em cargos públicos.

Na Alesp, embora representem apenas 25 dos 94 mandatos, as mulheres foram autoras de 150 projetos no ano de 2023, ante 120 propostos por deputados homens.

“Devemos lembrar que a violência política e de gênero é constituída por agressões físicas, psicológicas, morais e similares, com intuito de cercear o direito político das mulheres, ainda que ocupem cargos na política”, pontuou Pozzi.

Leia também: Mãe e filha condenadas por homicídio violam ‘saidinha’ e são presas em Osasco


Fonte: Alesp – Foto: Divulgação/Alesp

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Marcos Tonho entrega caminhão superequipado ao Corpo de Bombeiros de Santana de Parnaíba  

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A viatura é uma das mais modernas do Brasil e tem capacidade para executar operações complexas, como salvar pessoas presas em ferragens

Santana de Parnaíba passa a ter um dos mais modernos caminhões do Brasil para prevenção e combate a incêndios e salvamento de vidas. Na manhã desta terça-feira (17), o prefeito Marcos Tonho fez a entrega da viatura ao Corpo de Bombeiros da cidade. O veículo tem capacidade de 3,5 mil litros de água e possui diversas opções de atendimento e socorro.

O caminhão é do tipo ABS (Autobomba e Salvamento), da marca Volkswagen, modelo 18260, ano 2024, com sistema automatizado. Além dos equipamentos próprios para combater incêndios e atuar nos salvamentos, o veículo possui capacidade para retirar pessoas de ferragens em casos de acidentes de trânsito. 

Corpo de Bombeiros de Santana de Parnaíba ganha novo caminhão superequipado – Foto: Jurandir Costa/PMSP

De acordo com o secretário municipal de Segurança Urbana, Eduardo Espósito, o caminhão foi adquirido com recursos próprios da Prefeitura de Santana de Parnaíba por meio de termo de convênio com o Estado. “Trata-se da concepção mais moderna de ABS do Brasil. O veículo reúne numa só viatura opções inéditas de atendimento e socorro”, afirmou.

Compromisso

Durante a cerimônia, o prefeito Marcos Tonho entregou a chave da viatura ao comandante do Posto de Corpo de Bombeiros da cidade, tenente Leandro Barros, e assinou o decreto de autorização de uso pelo Estado. Marcos Tonho destacou o compromisso da gestão com a modernização da frota e preservação de vidas. 

“Poucos municípios do Brasil contam com um veículo desse porte, e nós adquirimos com recursos próprios. Decidimos fazer esse investimento para salvar vidas, para combater de forma mais eficaz os incêndios. Ainda mais agora que estamos vendo essas queimadas pelo país”, afirmou o prefeito, que ainda ressaltou os investimentos feitos na Guarda Civil Municipal e na Defesa Civil da cidade, como a ampliação do efetivo e da frota, e a extensão do pró-labore aos bombeiros.

Leia também: Prefeito Marcos Tonho inaugura Complexo Logístico Municipal 


Foto:

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BOMBA! Cabos eleitorais de Gil Arantes começam a abandonar sua candidatura e já procuram por Furlan e Beto Piteri

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Devido à elevada rejeição de Gil Arantes e as dificuldades que os seus candidatos para vereador estão enfrentando para entrar nas casas e conversar com famílias e comerciantes, ao mesmo tempo em que observam o movimento crescente da campanha de Beto Piteri, apoiado pelo prefeito Furlan, vários candidatos e apoiadores do grupo de Gil Arantes já esboçam uma tentativa de migrar ou retornar para o grupo de Furlan.

Segundo aliados de Furlan a informação procede. Não apenas o Furlan, mas também seus assessores e candidatos a vereador estão sendo procurados por apoiadores de Gil Arantes que querem conversar sobre a possibilidade de apoiar Beto Piteri nesta reta final de campanha.

Apesar de ter apoiadores fiéis que conquistou ao logo de três mandatos como prefeito, Gil Arantes perdeu muita credibilidade quando anunciou sua aposentadoria política e deixou na mão vários vereadores, amigos e correligionários. Além disso, parte significativa da população ainda se recorda dos inúmeros escândalos contra Gil, seus processos criminais, o afastamento do cargo pela justiça e as promessas de campanha não cumpridas. O maior problema parece ser a aceitação de Gil Arantes entre os eleitores.

Por tudo isso, não está nada fácil na rua para Gil pedir voto. Segundo um dos seus cabos eleitorais que já deixou o grupo e prefere não se identificar, afirmou categoricamente “dessa vez não vai dar para o Alemão”.

Leia também: Datena agride Pablo Marçal em debate na TV Cultura; vídeo


Foto: Arquivo/Reprodução

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Datena mantém candidatura e justifica agressão a Pablo Marçal: ‘De forma alguma me arrependo’

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José Luiz Datena (PSDB), candidato à Prefeitura de São Paulo, divulgou uma nota na manhã desta segunda-feira (16), abordando o episódio em que agrediu fisicamente o também candidato Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeirada durante o debate na TV Cultura, realizado na noite anterior. No comunicado, Datena afirmou que nunca havia defendido o uso da violência para resolver conflitos, mas, apesar da repercussão negativa, descartou a possibilidade de retirar sua candidatura.

A agressão ocorreu após uma série de discussões acaloradas no debate. Marçal provocou Datena ao mencionar uma denúncia de assédio sexual feita contra o apresentador em 2019, chamando-o de “jack”, um termo prisional usado para identificar acusados de estupro. Datena rebateu a acusação, afirmando que o caso foi arquivado pela Justiça e que o episódio trouxe grande sofrimento à sua família, inclusive resultando na morte de sua sogra, que sofreu três AVCs após o ocorrido.

A denúncia citada por Marçal envolveu a jornalista Bruna Drews, que em 2019 acusou Datena de assédio sexual enquanto trabalhava como repórter no programa “Brasil Urgente”, apresentado pelo tucano. Na época, Drews alegou que Datena frequentemente fazia comentários sobre seu corpo. Posteriormente, ela se retratou em cartório, afirmando que mentiu, mas, dias depois, voltou atrás em suas redes sociais, alegando ter sido pressionada a se retratar.

Datena justificou a agressão dizendo que foi provocado de maneira injusta e que, embora não apoie o uso de violência, não se arrepende do ocorrido. Em apoio à sua versão, a assessoria de imprensa divulgou uma troca de mensagens anteriores entre os candidatos, na qual Marçal pedia desculpas por ataques anteriores, afirmando: “Me perdoe pelas palavras pesadas contra você […]. Tenho sentido que somos animais num zoológico e todos querem ver agressões gratuitas”.

Após a agressão, Datena foi expulso do debate, que foi interrompido brevemente antes de continuar sem sua participação. Marçal deixou o local e foi levado a um hospital para atendimento médico. Nesta segunda-feira (16), Datena cancelou os compromissos de agenda de campanha e culpou a chuva.

Veja a íntegra da nota de Datena:

“Não defendo o uso da violência para resolver um conflito. Essa é a regra e sempre a respeitei nos meus 67 anos de vida. Até o dia de ontem. Porque torna-se difícil obedecê-la quando os limites de civilidade são rompidos e corrompidos por um oponente. Infelizmente, foi o que aconteceu na noite deste domingo durante debate promovido pela TV Cultura. Pablo Marçal demonstrou, em todas as situações a que teve oportunidade, sua falta de caráter. Demonstrou, ainda, que é uma ameaça à cidade de São Paulo. Será detido no voto. Mas, a despeito disso, precisava também ser contido com atos. Foi o que eu fiz.

Eu sou um cara de verdade e, com um gesto extremo, porém humano, expressei minha real indignação por ter, de forma reiterada, sido agredido verbal e moralmente por um adversário que, como todos têm podido constatar, afronta a todos com desrespeito e ultraje, ao arrepio da ética e da civilidade. As acusações que Marçal me fez diante de milhões de pessoas são graves. E absolutamente falsas.

Usando linguagem de marginais, algo que lhe é tão peculiar, feriu minha honra e maculou minha família, já machucada pela perda de um ente querido em decorrência do mesmo episódio agora novamente imputado a mim de forma vil pelo meu adversário.

Errei, mas de forma alguma me arrependo. Preferia, sinceramente, que o episódio não tivesse ocorrido. Mas, fossem as mesmas as circunstâncias, não deixaria de repetir o gesto, resposta extrema a um histórico de agressões perpetradas a mim e a muitos outros por meu adversário.

Espero, com minha atitude, ter mostrado, de uma vez por todas, o risco que a candidatura de Pablo Marçal representa para a integridade das pessoas, para a nossa democracia e para a sobrevivência de milhões de cidadãos que dependem da atuação da prefeitura de São Paulo para ter uma vida menos indigna.

Espero, também, ter lavado a alma de milhões de pessoas que não aguentavam mais ver a cidade tratada com tanto desprezo e desamor por alguém que se propõe a governá-la, mas que quer mesmo é saqueá-la, de braços dados com o crime organizado.

Continuarei a disputa pela prefeitura de São Paulo para realizar meu sonho de fazer de São Paulo uma cidade melhor, que ofereça uma vida digna aos que mais precisam. E também para defender a nossa democracia ameaçada por figuras como Pablo Marçal que querem o obscurantismo e não o bem da cidade e de sua população”, diz a nota.

Leia também: MP Eleitoral pede impugnação da candidatura de Raul Bueno em Pirapora do Bom Jesus


Foto: Reprodução/TV Cultura

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Pulseira hospitalar indica baixo risco no estado de Pablo Marçal após agressão em debate

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O candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), apareceu em um vídeo publicado em suas redes sociais deitado em um leito do Hospital Sírio-Libanês, utilizando uma pulseira verde. Esse tipo de identificação, conforme o protocolo de Manchester, classifica seu caso como de baixo risco, indicando pouca urgência de atendimento e baixo risco de morte.

Marçal foi hospitalizado após ser agredido com uma cadeira pelo também candidato José Luiz Datena (PSDB) durante um debate transmitido pela TV Cultura, na noite de domingo (15). Segundo a equipe de Marçal, ele passou a noite no hospital com dores na região torácica, dificuldade para respirar e uma lesão nos dedos causada pela agressão.

Em um vídeo gravado por um de seus apoiadores, é possível ver um médico do pronto atendimento conversando com Marçal e receitando um anti-inflamatório para o tratamento. O candidato recebeu alta no final da manhã desta segunda-feira (16).

Após o ocorrido, Marçal afirmou que irá solicitar o indeferimento da candidatura de Datena e que se dirigiria ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exames de corpo de delito.

Leia também: Nunes lidera com 27%, seguido por Boulos 25% e Marçal cai para 19% na disputa por SP, diz Datafolha


Foto: Reprodução/Instagram

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Datena agride Pablo Marçal em debate na TV Cultura; vídeo

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Na noite deste domingo (15), o debate realizado pela TV Cultura foi marcado por um incidente violento envolvendo o apresentador Datena e o candidato Pablo Marçal. A confusão começou após Marçal chamar Datena de “arregão” e afirmar que ele “não é homem para fazer as coisas”. Em resposta, Datena perdeu a compostura e agrediu Marçal com uma cadeira do estúdio.

A atitude causou grande surpresa entre os participantes e repercutiu nas redes sociais, levantando discussões sobre o nível dos debates políticos no país. Após o incidente, Datena foi expulso do debate, enquanto Pablo Marçal se retirou e precisou buscar atendimento médico em um hospital.

O debate, que deveria ser um espaço de confronto de ideias, acabou reacendendo a discussão sobre a necessidade de respeito e civilidade nas disputas eleitorais.

Assista o momento da agressão:

Leia também: Nunes lidera com 27%, seguido por Boulos 25% e Marçal cai para 19% na disputa por SP, diz Datafolha


Foto: Reprodução/TV Cultura

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Grupo não gostou: Depois de escolher a esposa como vice, Gil afirma que não tem nenhum compromisso em nomear secretários

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A recente declaração de Gil Arantes, candidato à prefeitura de Barueri, sobre não ter “compromisso com ninguém para cargo de secretário” gerou desconforto entre seus aliados. A fala, feita durante uma entrevista ao Jornal Giro, surpreendeu vereadores, cabos eleitorais e lideranças políticas que estão empenhados em sua campanha, causando frustração ao sugerir que Gil pretende seguir sozinho após as eleições.

A escolha de sua esposa como candidata a vice-prefeita já havia levantado questionamentos sobre a confiança de Gil Arantes em seu próprio grupo. Os seus aliados esperavam uma escolha que refletisse um esforço coletivo.

Visto que para se vencer uma eleição é necessário um esforço coletivo que envolve partidos e agentes políticos, a recusa de se comprometer com a composição do futuro governo reforça a impressão de que o candidato conta com o grupo apenas para vencer as eleições, sem garantir que seus apoiadores terão espaço no governo. Isso aumentou o clima de insatisfação entre as lideranças que esperavam maior participação e reconhecimento. Pelo jeito, depois da eleição é cada um por si.

Assista ao trecho onde Gil Arantes afirma que não tem compromisso com ninguém:

Vídeo: Reprodução/YouTube/Giro PLay

Leia também: Polícia Federal deflagra operação contra grupo de “atores” que propagam fake news nas eleições municipais


Imagem capa: Reprodução/YouTube

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Nunes lidera com 27%, seguido por Boulos 25% e Marçal cai para 19% na disputa por SP, diz Datafolha

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Em uma nova reviravolta na corrida eleitoral para a prefeitura de São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) retomou a liderança, com 27% das intenções de voto, de acordo com pesquisa Datafolha. Guilherme Boulos (PSOL) aparece logo atrás, com 25%, configurando um empate técnico devido à margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Em terceiro lugar, mais distante, está Pablo Marçal (PRTB), com 19%.

A pesquisa, realizada nos dias 10 e 11 de setembro, revela que Marçal se afastou dos dois primeiros colocados, sugerindo que sua ascensão estancou, principalmente após o início do horário eleitoral gratuito. A propaganda gratuita tem sido um fator crucial na recuperação de Nunes, que detém 65% do tempo de rádio e TV, o maior da história das eleições paulistanas.

Antes do início da propaganda eleitoral, Nunes enfrentava dificuldades. Na rodada de 20 e 21 de agosto, ele aparecia com 19%, atrás de Boulos (23%) e Marçal (21%). No entanto, a exposição na mídia reverteu essa tendência negativa, e agora o candidato do MDB reassume a dianteira.

A pesquisa também mostra a estagnação dos candidatos do segundo escalão. Tabata Amaral (PSB) oscilou de 9% para 8%, enquanto José Luiz Datena (PSDB) caiu de 7% para 6%. Marina Helena (Novo) aparece com 3%, e Beto Haddad (DC) e Ricardo Senese (UP) têm 1% cada. Votos nulos somam 7%, enquanto 4% dos eleitores se dizem indecisos.

O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código SP-07978/2024 e ouviu 1.204 eleitores.

Leia também: Espaço Motoboy de Barueri se torna referência para candidatos da região


Foto: Montagem/Reprodução

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