Projeto que obriga instalação de postos de carregamento de carros elétricos em rodovias avança em SP

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou na quarta-feira (8) um pacote de 109 projetos de lei, incluindo propostas que impactam diretamente as rodovias do estado, como a criação de pontos de recarga para veículos elétricos.

Entre os destaques está o PL 306/2025, do deputado Donato (PT), que prevê a obrigatoriedade de instalação de infraestrutura de recarga elétrica em rodovias concedidas à iniciativa privada, com garantia de compatibilidade entre diferentes tipos de carregadores.

O texto também determina que as concessionárias garantam compatibilidade técnica entre os diferentes tipos de carregadores.
Foto: Rodrigo Costa/Alesp

A proposta surge em meio ao crescimento da mobilidade sustentável e à expansão do uso de veículos elétricos, que ainda enfrenta limitações de infraestrutura no Brasil.

Outro projeto relevante aprovado foi o PL 257/2025, do deputado Sebastião Santos (Republicanos), que propõe a instalação de câmeras de monitoramento em passarelas e viadutos em áreas com maior incidência de crimes.

A medida busca ampliar a segurança em pontos considerados críticos, auxiliando na prevenção, identificação e investigação de ocorrências.

Com a aprovação na comissão, os projetos seguem agora para as próximas etapas de tramitação na Assembleia Legislativa.

O avanço das propostas reforça o papel do Legislativo estadual na adaptação das políticas públicas a novas demandas, como mobilidade sustentável e segurança em infraestrutura urbana.

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Foto: Mario Roberto Duran Ortiz/Senado Federal

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21 deputados trocam de partido e mudam forças na Alesp veja a lista

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A janela partidária terminou na última sexta-feira (3) com a troca de legenda de 21 deputados estaduais em São Paulo, provocando uma reconfiguração relevante na Assembleia Legislativa (Alesp), que conta com 94 parlamentares. A principal mudança foi a ascensão do PSD, que passou a ocupar a terceira maior bancada da Casa.

Mesmo com as movimentações, o PL segue como maior força, com 21 deputados, seguido pelo PT, com 18. Já o PSD cresceu e consolidou espaço no cenário político paulista, ampliando sua influência nas decisões legislativas.

As mudanças impactam diretamente a organização interna da Assembleia, incluindo a composição de comissões, lideranças partidárias e articulações políticas, fatores decisivos para o andamento de projetos e votações.

A janela partidária é um mecanismo previsto na legislação eleitoral que permite a parlamentares eleitos pelo sistema proporcional — como deputados estaduais — mudarem de partido sem perder o mandato.

Isso ocorre porque, fora desse período, a regra estabelece que o cargo pertence ao partido, e não ao político. A exceção só é permitida em casos específicos, como desvio de programa partidário ou discriminação interna.

O período de troca ocorre sempre em ano eleitoral, até seis meses antes da votação, e funciona como uma espécie de reorganização das forças políticas antes da disputa nas urnas.

Com o encerramento da janela, o novo cenário partidário passa a influenciar diretamente o equilíbrio de poder dentro da Alesp, já refletindo nas estratégias para as eleições e na dinâmica legislativa nos próximos meses.

Confira abaixo a lista de parlamentares que trocaram de legenda:

Imagem: Divulgação/Alesp

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Foto: Tom Oliveira/Arquivo/Alesp

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PSD dispara na Alesp após janela partidária e PSDB encolhe a uma cadeira

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O fechamento da janela partidária na última sexta-feira (3) redesenhou o mapa político da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O PSD saltou para 11 deputados e se tornou a terceira maior bancada da Casa, enquanto o PSDB sofreu um colapso histórico e ficou com apenas uma representante.

O avanço do partido comandado por Gilberto Kassab consolida uma mudança de força no Legislativo paulista, com impacto direto na articulação política e nas decisões estratégicas da Assembleia.

A virada começou antes mesmo da janela oficial. Em fevereiro, sete deputados estaduais deixaram o PSDB e migraram para o PSD, movimento que foi formalizado dentro do prazo legal e ampliado com novas adesões.

Entre os nomes que trocaram de partido estão Analice Fernandes, Maria Lúcia Amary, Mauro Bragato, Rogério Nogueira, Barros Munhoz, Carlão Pignatari e Carla Morando. O PSD também incorporou Dirceu Dalben, que estava no Cidadania.

Do outro lado, o PSDB, que por décadas dominou a política paulista, viu sua bancada praticamente desaparecer. A sigla passou a contar apenas com Ana Carolina Serra, que fez o caminho inverso ao se filiar ao partido após deixar o Cidadania.

A crise tucana se aprofundou com a saída de nomes relevantes, como Bruna Furlan, que optou pelo Republicanos, partido ligado ao governador Tarcísio de Freitas.

Com apenas uma cadeira, o PSDB perde espaço institucional na Alesp, deixando de ter liderança própria e reduzindo sua influência em comissões e decisões da Mesa Diretora.

Enquanto isso, o cenário também mudou em outras frentes. O PT manteve sua bancada, o PSB cresceu com a chegada de Marina Helou, e partidos como Cidadania, PDT e Rede ficaram sem representação na Casa.

As movimentações refletem o reposicionamento dos partidos de olho nas eleições, com deputados buscando fortalecer suas bases e ampliar chances de reeleição. No cenário atual, a nova configuração da Alesp já começa a influenciar o equilíbrio de forças no estado.

Gráfico: Hora de S. Paulo | Fonte: Alesp

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Embaixador reforça papel estratégico de São Paulo para o Canadá

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O estado de São Paulo se consolidou como eixo estratégico nas relações entre Brasil e Canadá, movimentando bilhões em comércio e ampliando cooperação em áreas como tecnologia, agronegócio e inovação. A avaliação foi reforçada por autoridades dos dois países durante encontro realizado nesta quarta-feira (1º) na Assembleia Legislativa paulista (Alesp).

Segundo representantes canadenses, São Paulo concentra a maior parte das trocas comerciais entre os dois países. As exportações do Canadá para o estado giram em torno de R$ 9 bilhões, enquanto as vendas paulistas ao mercado canadense passam de R$ 4 bilhões — números que evidenciam o peso econômico da parceria.

Durante a reunião, o embaixador do Canadá no Brasil, Emmanuel Kamarianakis, destacou o papel estratégico do estado dentro da relação bilateral. Ele apontou afinidades em setores de alto valor agregado, como a indústria aeroespacial — onde aeronaves da Embraer operam no Canadá — além da relevância do país norte-americano no fornecimento de fertilizantes para o agronegócio brasileiro.

A cônsul-geral do Canadá em São Paulo, Joanne Lemay, reforçou que a cooperação vai além do comércio atual e tem foco no crescimento de longo prazo. Segundo ela, o ambiente econômico paulista favorece novos investimentos e amplia oportunidades para empresas dos dois países.

No campo político, deputados estaduais ressaltaram o avanço da chamada diplomacia subnacional, em que estados e municípios passam a atuar diretamente na construção de parcerias internacionais. A proposta em discussão inclui a criação de uma agenda permanente com a Câmara de Comércio do Canadá para facilitar a entrada de empresas paulistas no mercado externo.

Além da economia, o intercâmbio educacional também ganhou destaque. Programas do governo paulista já enviaram centenas de estudantes da rede pública para o Canadá, enquanto universidades mantêm dezenas de acordos ativos para pesquisa conjunta e troca de conhecimento científico.

A cooperação tende a se ampliar ainda mais com a negociação de um acordo de livre comércio entre Mercosul e Canadá. A expectativa é de redução de tarifas, aumento das exportações e avanço em áreas estratégicas como energias limpas, inteligência artificial e biotecnologia.

O encontro também contou com a presença de representantes diplomáticos de outros países, reforçando o papel da Alesp como espaço de articulação internacional e de aproximação entre governos e mercados.

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Foto: Bruna Sampaio/Alesp

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Bruna Furlan deve trocar PSDB pelo Republicanos e disputar reeleição

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A deputada estadual Bruna Furlan deve oficializar nos próximos dias sua filiação ao Republicanos, legenda do governador Tarcísio de Freitas. A informação foi confirmada pelo ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, nesta quinta-feira (26), durante sessão solene na Câmara Municipal em comemoração aos 77 anos da cidade.

Segundo Furlan, a parlamentar já definiu que disputará a reeleição e chega ao novo partido após consolidar atuação na Assembleia Legislativa de São Paulo, onde atualmente preside a Comissão de Saúde. “Ela vem realizando um grande trabalho”, afirmou o ex-prefeito em conversa com o portal.

O movimento político também ocorre em meio à presença do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, que esteve em Barueri e participou da sessão ao lado de lideranças locais.

Com a mudança, Bruna deixará o PSDB, sigla pela qual construiu sua trajetória política e chegou a ocupar a vice-presidência nacional.

Trajetória política consolidada

Bruna Furlan foi eleita deputada estadual com 195.436 votos, sendo a mais votada do PSDB na ocasião. Em Barueri, seu principal reduto eleitoral, obteve 73.219 votos — a maior votação já registrada na história do município.

Formada em Direito e pós-graduada em Gerenciamento de Cidades, a parlamentar também possui formação em liderança executiva em política e cursos realizados na George Washington University, nos Estados Unidos. Antes da vida parlamentar, atuou como diretora da AACD.

Bruna soma ainda três mandatos como deputada federal, com destaque para a eleição de 2010, quando foi a mais votada do estado de São Paulo, com mais de 270 mil votos. No Congresso Nacional, presidiu a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e participou da formulação de projetos relevantes, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a nova Lei de Migração.

Ao longo da carreira, destinou cerca de R$ 183 milhões para investimentos em 84 municípios. Com quatro mandatos consecutivos, a deputada acumula 16 anos de experiência no Legislativo e mantém forte atuação voltada à sua base eleitoral, especialmente em Barueri, cidade onde construiu sua trajetória política.

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Beto Piteri e Furlan se reúnem com Alckmin e França em Brasília e movimentam cenário político

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O prefeito de Barueri, Beto Piteri, e o ex-prefeito Rubens Furlan participaram, nesta quarta-feira (18), de uma reunião em Brasília com o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França. O encontro ocorreu no gabinete da Vice-Presidência da República.

De acordo com interlocutores, a agenda reforça o alinhamento entre lideranças políticas de Barueri e nomes de projeção nacional. Durante a reunião, foram discutidos o cenário político no estado de São Paulo e do país.

Filiado ao partido, Rubens Furlan confirmou ao portal Hora de São Paulo a possibilidade de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em 2026. A candidatura dependeria de uma eventual decisão da deputada estadual Bruna Furlan de não concorrer à reeleição.

Nos bastidores, o PSB tem ampliado sua atuação na região metropolitana com foco no próximo pleito. O nome de Furlan é apontado como uma das principais apostas da sigla para fortalecer a representação no estado.

Essa articulação também inclui agendas recentes, como o evento Giro 40, realizado no último sábado (14), em Osasco. O encontro reuniu lideranças políticas, entre elas a deputada federal Tabata Amaral, o deputado estadual Caio França e o ministro Márcio França, com o objetivo de debater desafios do estado, fortalecer lideranças locais e ampliar filiações ao partido.

Já o prefeito Beto Piteri aproveitou a ida à capital federal para apresentar projetos de Barueri ao governo federal. Segundo interlocutores, foram destacados avanços do município em áreas como saúde, educação, segurança pública e mobilidade urbana.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Alesp aprova nova divisão do saneamento em SP e reduz regionais de 4 para 2

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A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, nesta terça-feira (3), por 53 votos a 14, o projeto que altera a regionalização da política de saneamento básico no estado. A proposta do Executivo concentra os serviços de abastecimento de água e esgoto dos 645 municípios paulistas em duas Unidades Regionais de Saneamento Básico (Uraes). Atualmente, são quatro.

Segundo o governo estadual, a medida busca adequar a estrutura regional às metas de universalização previstas no Novo Marco do Saneamento, que estabelece prazos para ampliar o acesso à água potável e à coleta e tratamento de esgoto em todo o país.

De acordo com a justificativa do Projeto de Lei 1083/2025, as unidades regionais 2, 3 e 4, criadas pela Lei 17.383/2021, não foram implementadas conforme previsto após quatro anos da aprovação. Com isso, o texto aprovado redefine o modelo e fixa apenas duas Uraes no estado.

Pelo novo desenho, a Urae-1 ficará responsável pelos 371 municípios atendidos pela Sabesp. Já a Urae-2 será reestruturada para contemplar os outros 274 municípios paulistas. O projeto também determina que os municípios que integrarão a nova Urae-2 deverão formalizar adesão.

A proposta autoriza ainda a criação de Subunidades Regionais de Saneamento Básico (Sub-Uraes), que poderão ser delimitadas com base em critérios técnicos e hidrográficos.

Durante a tramitação, quatro emendas parlamentares foram incorporadas ao texto. Relator da proposta no Congresso de Comissões, o deputado Oseias de Madureira (PSD) afirmou que as alterações garantem mais transparência ao projeto.

Entre as mudanças, foi incluído artigo que obriga as Uraes e Sub-Uraes a publicarem anualmente relatório com metas de universalização, tarifas praticadas, investimentos realizados e previstos, além de indicadores de qualidade e desempenho dos serviços.

Outra emenda estabelece que a criação de Sub-Uraes deverá considerar, além de critérios técnicos e financeiros, aspectos sociais e ambientais, como vulnerabilidade hídrica, risco climático e capacidade de adaptação dos municípios a eventos extremos.

O projeto foi debatido em audiência pública, no Congresso de Comissões e em Plenário. Parlamentares da base governista defenderam a reestruturação. “A realidade mostra isso. São medidas que vêm dando resultado”, afirmou o deputado Barros Munhoz (PSDB).

Já deputados da oposição criticaram a redução das regionais, argumentando que a mudança pode concentrar excessivamente a governança e enfraquecer a participação social. “O projeto concentra o poder de decisão nos comitês das Uraes e essa forma sobrepõe os comitês de bacias hidrográficas e a participação e o controle social”, disse a deputada Marina Helou (Rede).

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Na Alesp, Bruna Furlan lidera debate sobre futuro da formação médica em SP

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A deputada estadual Bruna Furlan (PSDB) presidiu, nesta quinta-feira (26), o Fórum Paulista de Ensino e Qualidade da Assistência Médica, realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O encontro marcou o lançamento da versão impressa do estudo Demografia Médica do Estado de São Paulo, elaborado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) em parceria com a Associação Paulista de Medicina (APM) e o governo estadual.

Na abertura, Bruna, que preside a Comissão de Saúde da Casa, afirmou que o fórum surgiu a partir de debates sobre carreira médica e interiorização do atendimento. Segundo ela, o espaço amplia a discussão sobre formação e distribuição de profissionais no estado.

Coordenador do levantamento, o professor Mário Scheffer informou que São Paulo reúne cerca de 200 mil médicos em atividade. Pela primeira vez, nenhuma região do estado tem menos de dois médicos por mil habitantes. Apesar disso, a desigualdade regional persiste: 50,6% dos profissionais estão concentrados na Grande São Paulo.

O estudo também aponta que aproximadamente 80 mil médicos atuam sem especialidade. Para Scheffer, o dado reforça a necessidade de ampliar investimentos em residência médica e qualificação profissional.

Embora São Paulo concentre 30% dos residentes do país, cerca de 20% das vagas credenciadas não são implantadas ou permanecem ociosas. O pesquisador atribuiu o problema a falhas estruturais e à insuficiência de financiamento.

O perfil da categoria também mudou. Pela primeira vez, a medicina paulista passa a ser majoritariamente feminina. Além disso, 35,4% dos médicos têm até 35 anos, indicando renovação geracional e maior diversidade socioeconômica.

No painel sobre graduação, o presidente da APM, Antonio José Gonçalves, criticou a expansão de cursos privados. Segundo ele, enquanto as vagas públicas permaneceram estáveis na última década, as particulares saltaram de 2.200 para quase 10 mil. O dirigente classificou o movimento como “mercantilização do ensino médico”.

Como medida para elevar a qualidade da formação, Gonçalves defendeu a aprovação do exame de proficiência em tramitação no Senado Federal. A proposta também foi apoiada por representantes do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e da Associação Médica Brasileira, que cobraram critérios técnicos e afastamento de disputas político-partidárias.

Parlamentares presentes reforçaram a necessidade de políticas públicas voltadas à fixação de especialistas no interior e à responsabilização de instituições com desempenho insatisfatório. Já o secretário-executivo da Saúde paulista, José Luiz Gomes do Amaral, atribuiu parte da ociosidade das vagas de residência à falta de recursos e defendeu bolsas vinculadas a programas reconhecidos por sociedades médicas.

O fórum reuniu representantes do Legislativo, Executivo e entidades médicas para discutir caminhos para aprimorar a formação e a distribuição de médicos no estado mais populoso do país.

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Alesp avança em projeto que amplia programa habitacional para guardas e agentes de trânsito

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A Comissão de Habitação, Desenvolvimento e Reforma Urbana da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, nesta terça-feira (24), o Projeto de Lei 972/2025, que inclui guardas municipais e agentes de trânsito no programa habitacional destinado a profissionais da Segurança Pública. A proposta altera a Lei Estadual 18.025/2024, que instituiu a política no estado.

De autoria dos deputados Dr. Jorge do Carmo (PT) e Fábio Faria de Sá (Podemos), o texto busca estender o benefício a categorias que atuam diretamente na proteção urbana e na organização do tráfego. Segundo os parlamentares, esses profissionais enfrentam riscos diários e, muitas vezes, comprometem parte significativa da renda com despesas de moradia.

Na mesma reunião, o colegiado aprovou o PL 104/2025, de Carlos Giannazi (Psol), que prevê a inclusão dos servidores da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa) no mesmo programa habitacional. Assim como o projeto anterior, a proposta altera dispositivo da legislação vigente para assegurar o acesso ao benefício.

Audiência pública e requerimentos

Os deputados também aprovaram requerimento para a realização de audiência pública sobre o projeto “Nova Centralidade Urbana Lajeado”, na Zona Leste da capital paulista. A iniciativa prevê intervenções que podem impactar moradias de cerca de 140 famílias.

Devem participar representantes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, da SPTrans e da Cohab-SP. A audiência será realizada no CEU Lajeado, em data ainda a ser definida.

Outro requerimento aprovado prevê o envio de ofício a Diogo Soares, diretor vice-presidente da Cohab, solicitando informações sobre o planejamento para atendimento de famílias que serão removidas da faixa de domínio ferroviária com a reativação do ramal entre Tupã e Panorama, no trecho que passa por Junqueirópolis.

Novos programas habitacionais

A comissão ainda deu aval ao PL 319/2024, de Rômulo Fernandes (PT), e ao PL 805/2024, de Luiz Claudio Marcolino (PT). As propostas autorizam o Poder Executivo a instituir os programas Crédito Habitacional para Vítimas de Violência Doméstica e A Casa é Sua no estado.

Durante a reunião, o presidente da comissão, deputado Rafael Saraiva (União), informou a atualização da subcomissão de políticas públicas para áreas de risco, presidida por Dr. Jorge do Carmo. O deputado Eduardo Suplicy (PT) passa a integrar o grupo no lugar de Simão Pedro.

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Foto: Ana Guice/PMB

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Isenção de IPVA para motos beneficia frota que mais cresceu em SP na última década

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A isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para motocicletas de até 180 cilindradas, implementada pelo Governo de São Paulo, alcança a frota que mais cresceu no estado nos últimos dez anos. Dados do Detran-SP indicam que os modelos mais populares dessa categoria passaram de 3,3 milhões em 2015 para 4,4 milhões em 2025, aumento de 33%.

No mesmo período, a frota total de veículos em São Paulo — considerando motos, carros e outros tipos — cresceu 20%, saltando de 22,3 milhões para 27 milhões. Já o número de automóveis teve alta mais moderada, de 9%, ao passar de 14 milhões para 15,3 milhões entre 2015 e 2025.

Segundo o governador Tarcísio de Freitas, a medida tem impacto direto sobre trabalhadores que dependem da motocicleta no dia a dia. Ele destaca que o benefício alcança especialmente entregadores e famílias que utilizam a moto como principal meio de transporte, sobretudo em cidades pequenas e médias, contribuindo para aliviar despesas e manter a atividade econômica.

Entre as motocicletas registradas no estado, 4,4 milhões — o equivalente a 77% do total — têm até 180 cilindradas. Para ter direito à isenção, o veículo deve estar com registro e licenciamento em situação regular e ser de propriedade de pessoa física.

A proposta de isenção foi apresentada pelo governo estadual, aprovada pela Alesp e sancionada em 24 de dezembro. De acordo com o Executivo, a mudança levou em conta o papel social e econômico das motocicletas, projeções fiscais, a atualização da Tabela Fipe para 2026 e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Representante de cerca de 1 milhão de motoboys, mototaxistas e motofretistas no estado, o presidente do Sindimotos de São Paulo, Gilberto Almeida dos Santos, afirma que a isenção atende a uma demanda antiga da categoria. Para ele, a economia gerada pode ser usada em despesas essenciais, como manutenção do veículo.

Motociclistas também relatam impacto positivo no orçamento familiar. O motoboy Dorival Roberto afirma que o valor economizado com o imposto permitirá pagar parcelas da moto e ajudar nas despesas domésticas.

O benefício é automático para veículos que se enquadram nos critérios e vale exclusivamente para o IPVA. A taxa de licenciamento anual continua obrigatória, conforme calendário do Detran-SP. Informações detalhadas sobre o IPVA 2026 podem ser consultadas no site da Sefaz-SP.

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Foto: Divulgação/GESP

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