Mãe Parnaibana ajuda a reduzir mortalidade infantil ao menor índice da história da cidade

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Criado há quase 13 anos para ampliar o atendimento às gestantes da rede pública, o programa Mãe Parnaibana ajudou Santana de Parnaíba a atingir o menor índice de mortalidade infantil da história do município. Dados da administração municipal apontam que a taxa caiu de 12,2 óbitos por mil nascidos vivos, em 2013, para 5,2 em 2025.

O programa foi lançado em agosto de 2013 e reúne ações integradas entre a Secretaria da Mulher e da Família, Fundo Social de Solidariedade e Secretaria de Saúde. Desde então, mais de 15 mil famílias foram atendidas e cerca de 15,4 mil enxovais entregues gratuitamente às gestantes da cidade.

Na última semana, a prefeitura realizou a entrega de mais 110 kits para futuras mães durante evento promovido na Arena de Eventos. Apenas neste ano, já foram distribuídos 469 enxovais, enquanto 1.174 gestantes participaram do programa em 2025. Segundo a administração municipal, o número de kits entregues é maior devido a casos de gravidez múltipla.

Ao longo dos anos, o enxoval oferecido às participantes passou por ampliações e hoje reúne mais de 30 itens considerados essenciais para os primeiros meses do bebê. Entre os produtos distribuídos estão bodies, macacões, fraldas, bolsa maternidade, mamadeiras, termômetro, cobertor, inalador, travesseiro antirrefluxo e carrinho de bebê.

Além da entrega dos kits, o programa exige acompanhamento completo da gestação na rede pública de saúde. Para receber o benefício, as participantes precisam realizar o pré-natal, consultas odontológicas, exames médicos e participar de palestras e atividades educativas sobre cuidados com o bebê, saúde da mulher e aleitamento materno.

As gestantes também recebem acompanhamento multidisciplinar, com suporte obstétrico, nutricional, odontológico e psicológico durante a gravidez.

Os resultados do programa também aparecem nos indicadores ligados à saúde materna. Segundo dados compilados pela Central Municipal de Indicadores com base em informações do Ministério da Saúde, a Razão de Mortalidade Materna da cidade caiu de 101,37 em 2013 para zero em 2025.

O município atribui a redução dos índices ao fortalecimento do acompanhamento pré-natal e ao acesso ampliado aos serviços públicos de saúde durante a gestação e o pós-parto.

Como participar do programa

As interessadas devem realizar cadastro no Fundo Social de Solidariedade de Santana de Parnaíba e aguardar visita de uma assistente social.

Endereço: Rua Padre Luís Alves de Siqueira e Castro, 205 — Jardim Parnaíba
Telefone: (11) 2424-8972

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Foto: Fabiano Martins/PMSP

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SP avança em plano para levar saneamento a áreas rurais e já mapeia mais de 545 mil imóveis

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O Governo de São Paulo acelerou a criação de uma política inédita de saneamento rural e já mapeou mais de 545 mil imóveis em áreas afastadas dos centros urbanos. A iniciativa busca ampliar o acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário para populações historicamente fora da cobertura tradicional dos serviços públicos.

Atualmente, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem na zona rural paulista, o equivalente a aproximadamente 3% da população do estado. A dispersão das moradias e as dificuldades estruturais dessas regiões tornam a expansão do saneamento um desafio diferente do encontrado nas áreas urbanas.

Para tentar enfrentar esse problema, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) colocou em prática um grande diagnóstico estadual por meio do Programa Brotar. A ação prevê o mapeamento de cerca de 820 mil domicílios e estruturas rurais em 371 municípios paulistas.

Desde o início da operação, em abril de 2025, aproximadamente 120 mil imóveis já receberam visitas presenciais de equipes de campo. O trabalho é realizado por cerca de 550 recenseadores, responsáveis pela coleta de informações sobre abastecimento de água, esgoto e condições sanitárias das propriedades.

O levantamento utiliza dados georreferenciados e entrevistas presenciais para identificar as principais carências das comunidades rurais. A expectativa é que as informações sirvam de base para definir investimentos, tecnologias e estratégias voltadas à universalização do saneamento no campo.

A iniciativa também acompanha a ampliação da atuação da Sabesp após o novo modelo de concessão, que passou a incluir explicitamente áreas rurais na expansão dos serviços.

Segundo a secretária da Semil, Natália Resende, o objetivo é adaptar as soluções à realidade de cada território. “Levar saneamento para áreas rurais é também uma questão de qualidade de vida e desenvolvimento estruturado”, afirmou.

Além do mapeamento, o governo estadual também vem implantando soluções diretas em municípios do interior por meio do programa Água é Vida. A iniciativa já instalou mais de 800 unidades individuais de esgotamento sanitário em cidades como Itapeva, Iporanga, Jacupiranga, Borebi e Mineiros do Tietê.

As ações também atendem comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos rurais. Segundo o governo paulista, mais de 1,2 mil domicílios de populações tradicionais já foram incluídos nas medidas de saneamento.

A estratégia estadual combina três frentes principais: diagnóstico em larga escala, implantação de soluções descentralizadas e expansão estrutural dos serviços. O modelo é tratado pelo governo como referência nacional por incluir explicitamente a universalização do saneamento também em áreas rurais dentro dos contratos de concessão.

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Poluição cai em afluentes do Rio Pinheiros após avanços em saneamento

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Sete dos 16 afluentes monitorados na bacia do Rio Pinheiros apresentaram melhora nos índices de poluição orgânica entre 2020 e 2025, segundo levantamento divulgado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os resultados aparecem após o avanço de obras de saneamento, desassoreamento e retirada de lixo realizadas pelo Governo de São Paulo nos últimos anos.

Os dados indicam redução da carga orgânica em córregos importantes da capital paulista, como Águas Espraiadas, Jaguaré, Corujas, Pirajussara e Poli. O indicador utilizado pela Cetesb para medir esse tipo de poluição é o Carbono Orgânico Total (COT).

No córrego Águas Espraiadas, por exemplo, a média anual caiu de 22 mg/L em 2020 para 9 mg/L em 2025. Já no Jaguaré, o índice passou de 25 mg/L para 10 mg/L. Um dos maiores avanços foi registrado no córrego Poli, onde a concentração recuou de 66 mg/L para 11 mg/L no período analisado.

Parte da melhora está relacionada à implantação das chamadas Unidades Recuperadoras de Qualidade das Águas (URQs), estruturas criadas para ajudar na retenção de resíduos e reduzir a poluição despejada nos córregos que deságuam no Rio Pinheiros.

A melhora também foi identificada em trechos da calha principal do rio. Segundo a Cetesb, a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), indicador usado para medir a presença de matéria orgânica na água, apresentou queda significativa em regiões como Pedreira, Ponte do Socorro e Usina São Paulo.

Na Ponte do Socorro, a média anual de DBO caiu de 62 mg/L em 2016 para 23 mg/L em 2025. Na Usina São Paulo, o índice recuou de 45 mg/L para 23 mg/L no mesmo intervalo.

Os resultados acompanham o avanço do programa IntegraTietê, considerado o maior projeto de recuperação socioambiental do Rio Tietê. Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o programa prevê investimentos de R$ 23,5 bilhões até 2029.

Desde 2023, o projeto já removeu cerca de 5 milhões de metros cúbicos de sedimentos dos rios paulistas e conectou 1,5 milhão de imóveis à rede de coleta e tratamento de esgoto. As ações incluem ainda retirada de lixo flutuante, recuperação das margens e ampliação do saneamento básico.

Segundo a Cetesb, mais de 134 mil toneladas de resíduos já foram retiradas do Rio Pinheiros desde 2023, com investimento de R$ 212 milhões. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, foram recolhidas 16,2 mil toneladas de lixo, volume 19,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Outra etapa prevista pelo programa é uma Parceria Público-Privada (PPP), atualmente em consulta pública, com previsão de R$ 9,5 bilhões em investimentos ao longo de 15 anos. A proposta inclui ações de desassoreamento, retirada de vegetação aquática e ampliação da limpeza superficial no Rio Tietê e no Rio Pinheiros.

Atualmente, a rede da Cetesb possui 551 pontos de monitoramento espalhados pelos principais corpos hídricos do estado de São Paulo.

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Hospital das Clínicas lidera ranking de pronto-socorro mais lembrado de SP

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O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP conquistou o primeiro lugar na categoria “Pronto-Socorro” em pesquisa realizada pelo Datafolha sobre os serviços mais lembrados da capital paulista. A instituição pública apareceu entre os destaques ao lado de hospitais privados de referência.

Segundo o levantamento, o Hospital das Clínicas recebeu 6% das menções espontâneas dos entrevistados, dentro da margem de erro em relação aos hospitais São Luiz e São Camilo, com 7%, e ao Hospital Israelita Albert Einstein, com 5%.

A pesquisa ouviu 1.008 moradores da cidade de São Paulo, com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 13 de fevereiro. O estudo avaliou a percepção da população sobre empresas e instituições em 39 categorias.

Em 2025, os institutos que integram o complexo do Hospital das Clínicas realizaram cerca de 140 mil atendimentos de urgência e emergência. Somente o Instituto Central respondeu por aproximadamente 45,6 mil atendimentos de alta complexidade.

De acordo com a direção da instituição, o reconhecimento reforça o papel estratégico do hospital no atendimento público de alta complexidade, aliado ao investimento em tecnologia, inovação e modernização dos fluxos assistenciais.

Entre os avanços apontados estão a integração digital entre equipes médicas, protocolos mais ágeis para casos graves e uso de tecnologias de diagnóstico e monitoramento em tempo real.

O Hospital das Clínicas é vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e é considerado uma das principais referências médicas do país.

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Sabesp lidera reclamações no Procon SP e registra alta de quase 3 vezes em 2025

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A Sabesp liderou o ranking de reclamações no Procon-SP em 2025, com 6.879 queixas registradas — quase o triplo do volume do ano anterior. O salto colocou a companhia na primeira posição após ter ficado apenas em 13º lugar em 2024.

Os dados mostram um avanço expressivo nas reclamações. Em 2024, foram 2.507 registros, enquanto em 2023 o número era de 1.621, evidenciando uma escalada contínua nas queixas dos consumidores.

Na prática, o Procon-SP recebeu uma média de 19 reclamações por dia contra a companhia de saneamento, com taxa de atendimento de 31%.

A Sabesp foi privatizada em meados de 2024, durante a gestão do governador Tarcísio de Freitas, e atualmente é controlada pela Equatorial Energia.

No ranking geral, a segunda colocada foi a Enel, com 5.373 reclamações e taxa de atendimento de 20%, o equivalente a cerca de 15 queixas diárias.

Os números fazem parte do painel de reclamações fundamentadas do Procon-SP, que reúne casos não resolvidos na primeira tentativa de mediação com as empresas.

Procurada, a Sabesp atribuiu o aumento a dificuldades pontuais no início de 2025, incluindo impactos de um ataque hacker que afetou o tempo de resposta ao consumidor.

A empresa também informou que adotou medidas para melhorar o atendimento, como reforço na ouvidoria, criação de núcleos específicos para demandas críticas e realização de mutirões de negociação.

O cenário acende alerta sobre a qualidade dos serviços prestados e coloca pressão sobre a companhia para melhorar o relacionamento com os consumidores.

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Novo Centro Administrativo vai substituir Terminal Princesa Isabel no centro de SP

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O projeto do Novo Centro Administrativo do Governo de São Paulo, leiloado em 26 de fevereiro, prevê a construção de um novo terminal de ônibus na região central da capital. A estrutura substituirá o atual Terminal Princesa Isabel e ficará próxima ao futuro complexo estadual nos Campos Elíseos, na região da Luz, com integração direta às linhas de metrô e da CPTM.

A iniciativa faz parte de uma Parceria Público-Privada (PPP) estimada em R$ 6 bilhões, que contempla a construção da nova sede administrativa do Estado e ações de requalificação urbana no centro da cidade. O projeto foi elaborado pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), em conjunto com a Secretaria de Projetos Estratégicos (SPE).

Segundo o cronograma, as obras do novo terminal devem começar no primeiro ano da concessão e ser concluídas no segundo. A estrutura será vizinha à Estação da Luz e ao novo túnel da CPTM em construção na Avenida Cásper Líbero, o que permitirá integração direta com a malha ferroviária.

De acordo com Edgard Benozatti, presidente da Companhia Paulista de Parcerias (CPP), o terreno escolhido já garante conexão com o sistema sobre trilhos, sem necessidade de novas passagens ou estruturas adicionais. O acesso poderá ser feito diretamente pela calçada.

A transferência das linhas e dos passageiros ocorrerá apenas após o novo terminal estar plenamente em funcionamento. “A mudança só vai acontecer quando o futuro terminal estiver operando completamente, garantindo a continuidade e a qualidade do serviço”, afirmou Benozatti.

Requalificação urbana no centro

A área atualmente ocupada pelo Terminal Princesa Isabel, no Parque Princesa Isabel, foi doada ao Governo do Estado pela Prefeitura por meio da Lei nº 18.176, promulgada em 25 de julho de 2024. Além das obras físicas, o contrato prevê que a concessionária realize estudos para melhorar a mobilidade e o tráfego no entorno.

O Novo Centro Administrativo Campos Elíseos prevê sete edifícios e dez torres que concentrarão o gabinete do governador e secretarias estaduais, hoje distribuídas em mais de 40 endereços. A estrutura terá capacidade para cerca de 22 mil servidores e incluirá teatro, auditórios e salas multiuso.

Para o secretário de Projetos Estratégicos, Guilherme Afif, o projeto representa uma reorganização administrativa aliada à recuperação do centro histórico e à transformação urbana da região.

Aprovação da população

Pesquisa do Instituto Datafolha, com 1.564 entrevistados, indica apoio à mudança. Entre moradores e trabalhadores do centro, 83% acreditam que a região ficará mais segura. Também são esperadas melhorias na limpeza urbana (80%), na geração de empregos (74%), no turismo (70%) e nas condições de moradia (55%).

No total da cidade, 64% dos paulistanos consideram a mudança ótima ou boa, enquanto 77% acreditam que haverá melhora na segurança. Entre 79% e 84% avaliam que o projeto trará mais benefícios do que prejuízos para moradores, comerciantes e trabalhadores.

O Novo Centro Administrativo integra o Programa de Parcerias de Investimentos do Estado (PPI-SP), que reúne mais de 30 projetos e uma carteira estimada em mais de R$ 550 bilhões em investimentos nas áreas de rodovias, mobilidade, social e água e energia.

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Programa Casa Paulista abre inscrições para 14 mil moradias em 106 municípios de São Paulo

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O Programa Casa Paulista vai abrir inscrições para 14 mil novas moradias em 106 municípios, distribuídos pelas 16 regiões administrativas do Estado de São Paulo. O anúncio foi feito na quarta-feira (4), durante evento realizado no Palácio dos Bandeirantes.

Além das novas unidades, o governo estadual realizou o sorteio de outras 607 moradias na capital paulista, voltadas à Habitação de Interesse Social (HIS 2), destinada a famílias com renda entre três e seis salários mínimos, e à Habitação de Mercado Popular (HMP), para rendas de seis a dez salários mínimos. Do total sorteado, 250 unidades serão reservadas a agentes de segurança pública estaduais, na primeira etapa do Programa Moradia Segura.

Poderão participar policiais civis, militares, técnico-científicos e penais que atendam aos critérios estabelecidos e tenham manifestado interesse nos editais publicados pelas secretarias de Segurança Pública (SSP) e de Administração Penitenciária (SAP). As moradias estão distribuídas pelas regiões central, norte, sul e oeste da capital.

A construção de unidades destinadas às faixas HIS 2 e HMP está prevista na política habitacional do Estado e integra o plano de negócios da CDHU. Segundo o governo, a diversificação do atendimento permite ampliar o ticket médio da carteira habitacional, favorecendo o reinvestimento em novas construções.

O Programa Moradia Segura foi lançado em setembro de 2024 e, desde então, passou por regulamentação e abertura de editais de manifestação de interesse junto à SAP e à SSP. A partir das listas de inscritos, serão disponibilizadas as primeiras unidades para financiamento pela CDHU. Entre as exigências, os servidores não podem possuir imóvel, ter financiamento residencial ativo no país ou ter sido beneficiados anteriormente por atendimento habitacional definitivo.

De acordo com dados oficiais, cerca de 90% do efetivo da Secretaria de Segurança Pública e 96% dos profissionais vinculados à Secretaria de Administração Penitenciária estão enquadrados nas faixas de renda aptas ao programa. O Moradia Segura estabelece comprometimento máximo de 20% da renda familiar para beneficiários com até cinco salários mínimos, com atualização anual pelo IPCA. Também é possível optar por comprometimento de até 30% da renda, sem correção inflacionária.

As parcelas dos financiamentos serão, preferencialmente, consignadas em folha de pagamento. Os recursos para a execução do programa sairão do orçamento vigente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), com possibilidade de complementação pelo Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS).

Além das unidades específicas para policiais, seguem válidas as regras de priorização de agentes de segurança nos conjuntos habitacionais construídos pela CDHU, que reservam parte dos imóveis sorteados para esses profissionais.

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Foto: Divulgação/SDHU

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Brasil atinge recorde de feminicídios em 2025: quatro mortes por dia

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O Brasil atingiu número recorde de 1.518 vítimas de feminicídios em 2025, ano em que a sanção da Lei do Feminicídio completou dez anos.

Na ocasião, a norma inseriu no Código Penal o crime de homicídio contra mulheres no contexto de violência doméstica e de discriminação. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

No ano anterior, em 2024, o país já havia atingido recorde, com 1.458 vítimas.

“Se [a alta de casos] está acontecendo, isso é uma omissão do Estado, porque esse é um crime evitável”, afirmou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), durante lançamento do relatório anual da Human Rights Watch (HRW), nesta quarta-feira (4).

O documento, que analisa a situação dos direitos humanos em mais de 100 países, apontou a violência doméstica e de gênero como uma das violações mais frequentes no Brasil.

Segundo a especialista, a omissão atinge todas as esferas de poder.

“A gente vive no Brasil hoje o desfinanciamento dessas políticas nos níveis municipais e estaduais, especialmente, que são os atores que estão envolvidos na rede de proteção, que tem à mão a assistência social, a saúde e a polícia para de fato fazer a diferença na vida dessas meninas e mulheres”, disse.

Samira Bueno destaca que não é possível fazer política pública para proteger a vida de meninas e mulheres sem recursos humanos e financeiros.

“Essa é uma bandeira que muitos políticos gostam de carregar, a defesa da vida das meninas e das mulheres, mas no momento em que tem o poder de caneta, que sentam na cadeira e que tem a capacidade de fazer a diferença, o orçamento não chega”, disse.

Repercussão na imprensa

No ano passado, casos de feminicídio tiveram grande repercussão na imprensa e nas redes sociais. O assassinato de Tainara Souza Santos, que foi atropelada e arrastada – presa embaixo do veículo – por cerca de um quilômetro na Marginal Tietê foi um deles.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que os crimes recentes mostram o grave cenário de violência contra a mulher no país.

Pacto contra o feminicídio

Ontem, em uma iniciativa conjunta, o governo federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário lançaram o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio.

O plano prevê atuação coordenada e permanente entre os Três Poderes com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no Brasil.

A estratégia inclui ainda o site TodosPorTodas.br, que vai reunir informações sobre o pacto, divulgar ações previstas, apresentar canais de denúncia e políticas públicas de proteção às mulheres, além de estimular o engajamento de instituições públicas, empresas privadas e da sociedade civil.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram acordo com o objetivo de intensificar ações de fiscalização e fortalecer o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes.

Em nota, a Anvisa informou que o acordo visa garantir o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 855/2024, que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional.

“A ideia é unir a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF”, destacou a agência no comunicado.

O acordo terá vigência inicial de cinco anos, com reuniões periódicas entre as equipes responsáveis. Não há previsão de transferência de recursos entre as partes.

Entenda

Entre as medidas previstas no acordo está o compartilhamento sistemático de informações técnicas e de dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais.

Caberá à Anvisa fornecer subsídios técnicos e informações sobre as ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, enquanto o MPF fará a apuração das infrações identificadas e a articulação com outros órgãos de controle.

A parceria prevê ainda o desenvolvimento de ações de comunicação e sensibilização sobre riscos associados ao uso de cigarros eletrônicos como parte de estratégias de proteção à saúde pública.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Reprodução

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Prefeitura de Jandira abre seleção para vagas de estágio a estudantes do ensino médio e superior

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A Prefeitura de Jandira abriu o processo seletivo para vagas de estágio destinadas a estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação em diferentes áreas de formação. As oportunidades integram o Programa de Estágio do município e seguem a legislação vigente.

As vagas abrangem alunos do ensino geral (Ensinoca) e dos seguintes cursos: Educação Física e Psicologia, na área de Saúde e Bem-estar; Arquitetura, Engenharia Civil, Design Gráfico, Paisagismo e Jardinagem, em Engenharia e Design; Administração, Serviço Social e Turismo, em Gestão e Social; Tecnologia da Informação, Produção Audiovisual, Jornalismo e Marketing Digital, em Comunicação e Tecnologia; além de Pedagogia, na área de Educação.

De acordo com a administração municipal, a jornada de estágio e as atribuições específicas serão definidas conforme as normas legais e as diretrizes do programa adotado pela Prefeitura.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial da Prefeitura de Jandira, na aba “Estágio”, entre os dias 9 e 15 de fevereiro de 2026. Não haverá atendimento presencial para esse procedimento.

A iniciativa tem como objetivo ampliar oportunidades de formação prática para estudantes, promovendo a qualificação profissional e a inserção no mercado de trabalho por meio do serviço público.

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Foto: Arquivo/Reprodução

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