Por meio de emenda parlamentar destinada pela deputada Bruna Furlan, as viaturas da Guarda Civil Municipal (GCM) de Barueri terão tablets para auxiliar nos registros das ocorrências pela cidade.
O equipamento chamado de “Computação Embarcada” será instalado em todas as viaturas da GCM Barueri, ao todo são 170 equipamentos recém-adquiridos. Após a instalação do equipamento, os guardas municipais poderão registrar as ocorrências “in loco” junto à população, em alguns casos, sem a necessidade de deslocar o munícipe até a delegacia.
Os equipamentos de última geração, foram adquiridos através de uma emenda parlamentar destinada pela deputada Bruna Furlan para a área de segurança pública de Barueri.
A deputada Bruna Furlan foi responsável por destinar a emenda parlamentar para adquirir os tablets. – Foto: Reprodução/Alesp
Segundo o Coronel Francisco Cangerana, chefe do gabinete de tecnologia da Secretaria de Segurança de Barueri, “são 170 tablets, toda viatura da Guarda vai ter um tablet e é um equipamento que a gente chama de computação embarcada, é fundamental para o registro de ocorrência, pra captar alguma imagem, alguma coisa que seja necessário para o registro e principalmente o cidadão poder registrar a sua ocorrência com o guarda civil no local, in loco, na viatura, na rua onde é mais prático, mais rápido, mais seguro“, destacou.
Os fortes investimentos da Prefeitura de Santana de Parnaíba em segurança têm proporcionado importantes resultados à cidade. De acordo com os últimos dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo – SSP, Santana de Parnaíba segue como a mais segura da região metropolitana de São Paulo e ainda apresentou redução expressiva em alguns indicadores criminais.
Na comparação entre o ano de 2022 e 2023, por exemplo, o município apresentou queda de 58,33% em homicídio doloso, 7,59% em roubo, redução de 27,50% em roubo de veículos e 13,89% em furto de veículos, além de não apresentar nenhuma incidência nos crimes de latrocínio.
O efetivo da Guarda Civil Municipal conta com 381 profissionais que frequentemente realizam operações de prevenção no município, como a “Operação Cidade Segura” que realiza bloqueios em pontos estratégicos da cidade a fim de reduzir possíveis ações criminosas. Além de outras ações que fazem com que Santana de Parnaíba se mantenha no posto de mais segura da região metropolitana desde 2014.
A permanência como a cidade com os menores indicadores criminais se deve às políticas públicas realizadas pela gestão ao longo dos últimos 10 anos, entre as quais estão os treinamentos contínuos da GCM, aquisição de armas e equipamentos, novas viaturas, implantação de iluminação de LED em todo o município, a implantação da Delegacia de Defesa da Mulher e do Espaço de Proteção e Amparo para as Mulheres, e da Patrulha Guardiã Maria da Penha.
O Estado de São Paulo fechou o ano de 2023 com a menor taxa de homicídios dolosos em 23 anos. Foram 5,72 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Esta foi a primeira vez desde 2001, início da série histórica, que o índice ficou abaixo de 6. A queda da taxa também foi puxada pela redução de casos no ano passado, que ficou em 10,4%. Em 2022, foram 2.909 registros, ante 2.606 em 2023.
O recuo das mortes intencionais começou a ser percebido a partir de maio. Nos cinco primeiros meses, os homicídios caíram 2,7%. De lá para cá, o índice nos períodos acumulados do ano registrou quedas consecutivas de 4,9% (até junho); 10% (até julho e agosto), 9,5% (até setembro); 11,5% (até outubro); 10,9% (até novembro) e 10,4% (até dezembro).
Dados: Divulgação/Secretaria Segurança Pública do Estado de São Paulo
A região do estado com a maior queda de homicídios foi a Grande São Paulo, com 110 vidas poupadas (foram 607 registros em 2022 contra 497 em 2023). Já a capital paulista vem em segundo lugar, com 481 casos notificados no ano passado, 14,1% a menos que em 2022, que teve 560 ocorrências. Em ambas as regiões, a taxa de homicídios dolosos bateu recorde de queda desde o início da série histórica, com 5,24 mil mortes para cada grupo de 100 mil habitantes na região metropolitana e 4,01 para a mesma população da cidade de São Paulo.
O interior, por sua vez, reduziu as mortes intencionais em 6,5%, passando de 1.742 boletins em 2022 para 1.628 em 2023. A taxa de homicídios dolosos ficou em 6,81 para cada 100 mil habitantes, a terceira menor na série histórica, atrás apenas das registradas em 2019 (6,70) e 2020 (6,77).
SPVida
As reduções consecutivas são resultado das políticas criadas pela gestão para combater este tipo de delito, como o Sistema de Informação e Prevenção aos Crimes Contra a Vida (SPVida). Lançada em fevereiro, a plataforma automatiza os dados e auxilia as polícias a analisarem a dinâmica criminal dos crimes contra vida para que, desta forma, seja possível elaborar diagnósticos e planos de ações com o intuito de reduzir as mortes.
A ferramenta ainda permite que a população também tenha acesso aos dados e possa consultar, por exemplo, em quais locais as mortes ocorreram. O mecanismo amplia a transparência e dá ao cidadão participação ativa no processo para não só cobrar ações do poder público, mas ajudar com informações, vídeos e imagens que possam colaborar na elucidação dos fatos. O sistema SPVida pode ser acessado neste link: https://www.ssp.sp.gov.br/Estatistica/ProtecaoVida.aspx
Além das mortes intencionais, o sistema também mapeia os latrocínios – roubos seguidos de morte.
Outra ação para combater a criminalidade foi o aumento do policiamento ostensivo com a Operação Impacto, que colocou 17 mil policiais nas ruas diariamente.
Na noite desta quinta-feira (18), a soldado PM Sabrina Freire Romão Franklin, de 30 anos, foi assassinada após tentativa de assalto na Estrada Ecoturística de Parelheiros, na zona sul da capital. Este foi apenas um dos quatro ataques a policiais militares que ocorreram entre os dias 18 e 19 no Estado.
“Nenhum ataque a policial ficará impune. Já estamos imediatamente em operação após esses fatos. Nós temos uma Operação Escudo acontecendo nestes três pontos de ataques, temos um trabalho de investigação da Polícia Civil acontecendo neste exato momento para identificação dos criminosos que covardemente atacaram os policiais”, citou o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, sobre a resposta da Segurança Pública aos recentes ataques a policiais no Estado.
A Polícia Militar desencadeou ‘Operações Escudo’ em quatro regiões onde ocorreram os ataques aos agentes. São elas: 2ª Operação Escudo, na área do CPA/M-6 que abrange a região de Santo André, 3ª Operação Escudo, na área do CPA/M-10, abrangendo a região sul da capital paulista, decorrentes do assassinato da soldado PM Sabrina; 4ª Operação Escudo, na área do CPI-9, que abrange a área de Piracicaba e a 5ª Operação Escudo, na área do CPA/M -7, que abrange a região de Guarulhos.
A instituição ressalta que as Operações Escudo são deflagradas todas as vezes nas quais criminosos atentam contra o Estado, por meio do ataque a policiais, e têm como objetivo reestabelecer a ordem pública e a sensação de segurança na comunidade local, além de identificar e prender os responsáveis pelas ações criminosas contra os agentes de segurança paulistas.
A Polícia Civil (PC) de Santana de Parnaíba, com apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), realizou uma grande operação na última terça-feira (12/12), na cidade e em municípios vizinhos. No total, foram apreendidos mais de 34 quilos de entorpecentes, entre cocaína e maconha. Um suspeito foi detido.
Segundo o delegado da PC, Fábio Siqueira, a operação denominada Broken Gear (engrenagem quebrada), cumpriu 34 mandados de busca e apreensão e contou com efetivo de 150 policiais e 70 viaturas. A GCM colaborou com o efetivo e a frota, além do canil.
“Nós contamos com amplo apoio da Guarda. Eles cederam 15 viaturas para a operação e, durante a diligência, o canil foi fundamental para a localização da maconha e da cocaína”, ressaltou Siqueira.
Vale lembrar que na última década o município realizou maciço investimento na área de segurança, com treinamentos para a GCM, aquisição de armas e equipamentos, novas viaturas, implantação de iluminação de LED, entre outras.
Com os investimentos realizados em segurança pública nos últimos 10 anos, Santana de Parnaíba vem se mantendo como a cidade mais segura do Brasil. O último levantamento de índices criminais feito pela Secretaria de Segurança Pública do Estado mostra a diminuição em diversos delitos.
De agosto a outubro de 2022 foram registradas 121 ocorrências de roubo, roubo de veículos, roubo de carga e furto de veículos, enquanto no mesmo período de 2023 foram registradas 66 ocorrências dos mesmos delitos.
A prefeitura vem intensificando os trabalhos, principalmente agora no final do ano. Durante novembro foi realizada a operação “Cidade Segura”, com bloqueios em diversos pontos do município, que resultou na captura de seis procurados.
O Brasil liderou o ranking de países com mais homicídios do mundo em números absolutos. Os dados são do Estudo Global Sobre Homicídios 2023 e foram divulgados nesta sexta-feira (8) pela ONU.
Segundo o levantamento, o Brasil registrou mais de 45 mil casos em 2021. A taxa global foi de 5,8 a cada 100 mil habitantes em 2021, para um total de 458 mil. Os números mostram que em 81,1% dos casos, as vítimas eram homens.
A pesquisa revela ainda que mais pessoas foram mortas por homicídio do que por conflitos armados e terrorismo juntos, com uma média de 52 vítimas por hora. O total de homicídios registrado em 2021 é quatro vezes superior à média anual de mortes em conflitos armados.
Cerca de 27% dos 458 mil homicídios aconteceram na América Latina e Caribe, a região com maior taxa de homicídios do mundo. Nas Américas, segundo o estudo, a taxa foi de 15 homícidios a cada 100 mil habitantes.
“A América Latina e o Caribe não só têm consistentemente a maior taxa de homicídios de todas as sub-regiões, como também obtiveram a maior proporção de homicídios relacionados com o crime organizado em todo o mundo em 2021”, afirmou o UNODC.
Ranking de países com mais homicídios em 2021, segundo Estudo Global Sobre Homicídios
O evento, que acontece no dia 06 de dezembro, promove um panorama sobre os desafios e oportunidades para a segurança eletrônica em 2024
No último ano, o setor de segurança eletrônica faturou R$ 33 milhões e a perspectiva da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) para 2023 é de 19% de crescimento. Impulsionado pelas novas tecnologias e a expansão das cidades inteligentes, o segmento passa por um momento repleto de oportunidades. No entanto, manter os empresários e tomadores de decisão atualizados sobre as possibilidades e desafios para o próximo ano, o Congresso Abese reunirá palestrantes e especialistas em São Paulo para um dia de formação e debates.
“Atualmente, o Congresso Abese é o nosso segundo maior evento do ano, depois da Exposec. Durante o encontro, fazemos questão de atualizar os empresários da segurança eletrônica e tecnologia e tomadores de decisão, sobre as ações estratégicas que podem impactar as empresas no próximo ano, além de tratar de temas desafiadores, como vendas e marketing. O evento é gratuito e oferece a mesma oportunidade de qualificação para pequenos e grandes empresários e colaboradores do segmento“, considera a presidente da Abese, Selma Migliori.
A programação para o Congresso Abese 2023 já conta com alguns nomes confirmados. Entre os especialistas anunciados, estão: Fábio Pina, economista da Fecomércio; Alexandre Mandl, Global VP of Sales da Zup, empresa tech do Itaú; e Cristiano Machado, CEO da Amplifique-me.
Entre os temas abordados, o público pode esperar um aprofundamento sobre assuntos estratégicos que afetam o segmento de tecnologia e segurança eletrônica, como ações governamentais e conjuntura econômica, e qualificação em relação às vendas e ao marketing.
O Congresso ABESE, além de abordar uma ampla gama de tópicos relevantes para o setor de segurança eletrônica, reserva espaço crucial para a discussão sobre a proteção do mercado, especialmente voltada para a portaria remota e as telecomunicações. Dentro dessa programação, temas de suma importância serão minuciosamente explorados, desde a análise dos empregos gerados pelas empresas de portaria remota, o crescimento do mercado e os desafios associados às ações necessárias de proteção. Questões fundamentais como o direito de propriedade e a livre iniciativa na contratação de portarias remotas por parte dos condomínios serão destacadas, visando promover um debate abrangente e esclarecedor. Além disso, o impacto do avanço das telecomunicações, especialmente com a implementação do 5G, também será abordado, oferecendo insights valiosos sobre como a tecnologia está moldando e transformando o cenário da segurança eletrônica.
O Congresso Abese 2023 é gratuito, mas conta com vagas limitadas. Essa edição acontecerá na sede do Secovi-SP e contará com o apoio e patrocínio da Exposec, Fulltime, Getrak, ifaseg, Moninf, PPA, Segware Scond. Patrocinadores locais são: Intelbras, DeltaOmega, Auvo, Sistema Iris, Vett, Alfa Sense, vetti, Brako, Cheguei. Apoio: Diproseg e PGB Security.
Congresso Abese 2023 Onde: Sede do Secovi-SP (Rua Dr. Bacelar, 1043) Quando: 06 de dezembro Horário: das 15h30 às 19h00 Inscrição: https://abese.org.br/congresso/
A violência das polícias militares no Brasil contra negros e pobres poderia ser profundamente alterada com uma mudança na política de segurança pública. A opinião é da cientista social Sílvia Ramos, coordenadora da rede de Observatórios de Segurança, em entrevista ao programa Viva Maria, da Rádio Nacional.
Durante a semana, a entidade divulgou levantamento que mostra que – a cada 100 mortos pela polícia em 2022 – 65 eram negros. O levantamento foi batizado de Pele Alvo: a Bala não Erra o Negro.
A pesquisadora enfatiza que há exemplos de polícias em diferentes partes do mundo que mudaram o caminho do combate à criminalidade. “É perfeitamente possível utilizar inteligência, investigação, planejamento e operações de longo prazo. E não operações espetaculares, onde a polícia vai a uma região, mata duas ou três pessoas, recolhe três ou quatro fuzis, e, dali a um tempo, a situação está até pior do que antes”, exemplifica.
Ela contextualiza que existe a possibilidade de impedir o fluxo dessas armas e drogas, e dessas munições nesses territórios. Para isso, é preciso identificar onde está o abastecimento de equipamentos ilegais. A seguir, defende que o caminho seria buscar as fontes do abastecimento e não “na ponta final, onde tanta gente morre e onde tanta gente fica em risco”.
Contrastes na abordagem
Neste sentido, as políticas de segurança deveriam estar baseadas em inteligência e investigação para que mortes sejam evitadas. “Nós temos uma situação: ao invés de fazer operações de inteligência, as polícias fazem operação de confronto. Ao invés de prisão, fazem tiroteio”, opina.
Os números mostram que as políticas de segurança são extremamente violentas, letais e racistas. “Porque fazem e atuam de uma certa forma nas áreas pobres e populares da periferia e atuam de forma totalmente diferente nas áreas ricas, abastadas e brancas”, diz Silvia.
Com o objetivo de combater irregularidades e infrações de trânsito, a Guarda Civil Municipal (GCM) de Santana de Parnaíba intensificou a “Operação Cidade Segura”. Na última quinta-feira (9/11), o efetivo iniciou as ações a partir do Terminal Rodoviário da Fazendinha. A GCM focou na abordagem de motocicletas.
Segundo o inspetor da Guarda, Gildener Silva Santos, a operação ocorre durante o ano, mas foi reforçada neste mês devido à proximidade dos festejos natalinos e de virada de ano, época em que aumenta a circulação de pessoas, dinheiro em espécie e mercadorias.
O cronograma prevê operações semanais, com emprego de 111 guardas e 38 viaturas. De acordo com o inspetor, as ações visam inibir transtornos causados por veículos irregulares, principalmente motocicletas, uma vez que esses veículos são utilizados para fugas, infrações graves e outros delitos.