Alckmin critica tarifas de Trump e acusa família Bolsonaro de atuar contra o Brasil

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O vice-presidente Geraldo Alckmin classificou nesta quinta-feira (10) como um “grande equívoco” a decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país. Segundo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, os EUA mantêm amplo superávit comercial com o Brasil e contam com tarifas zeradas em grande parte dos produtos que vendem ao mercado brasileiro.

“Dos 10 produtos que eles mais exportam para o Brasil, oito têm tarifa zero. Eles têm superávit de US$ 7 bilhões em bens e de US$ 18 bilhões em serviços. É um erro de avaliação que acredito que será corrigido”, disse Alckmin após evento no Palácio do Planalto.

O vice-presidente também fez duras críticas à família Bolsonaro, acusando o grupo de articular junto ao governo norte-americano a aplicação das tarifas. Segundo ele, mesmo fora do poder, o “clã Bolsonaro” continua atuando contra os interesses nacionais. “Antes era atentado à democracia, agora é um atentado à economia, prejudicando as empresas e os empregos”, afirmou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à Record TV, informou que o Brasil irá recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e criará um comitê de emergência com empresários exportadores para discutir medidas de resposta. A aplicação da Lei de Reciprocidade Comercial também está sendo avaliada.

Alckmin reafirmou o compromisso com o diálogo bilateral, que vinha sendo conduzido diretamente com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick. “O Brasil sempre esteve aberto ao diálogo”, concluiu.

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Foto: Cadu Pinotti/Ag. Brasil

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Avaliação do governo Lula segue dividida; desaprovação ainda é maioria

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Levantamento da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgado nesta terça-feira (8), revela que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua sendo mais desaprovada do que aprovada pela população brasileira. No entanto, a diferença entre os dois índices diminuiu em relação à pesquisa anterior.

Segundo os dados, 51,8% dos entrevistados afirmaram desaprovar o desempenho de Lula, enquanto 47,3% disseram aprovar. Outros 0,9% responderam que não sabem ou preferiram não opinar. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Em comparação com o último levantamento realizado em maio, a desaprovação caiu 1,9 ponto percentual — era de 53,7% na ocasião. Já a aprovação subiu na mesma proporção, passando de 45,4% para os atuais 47,3%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 30 de junho e ouviu 2.621 pessoas em todo o país, por meio de recrutamento digital aleatório, método que utiliza convites direcionados a partir de segmentações em redes sociais e outras plataformas online.

A avaliação do governo tem oscilado dentro da margem de erro nos últimos levantamentos, refletindo um cenário de divisão no eleitorado. Lula cumpre atualmente o terceiro mandato como presidente da República, após retornar ao cargo em 2023.

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Alexandre de Ramos é reeleito presidente do PT de Barueri

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O Partido dos Trabalhadores (PT) realizou neste domingo (6) as eleições internas que definiram os presidentes municipais, estaduais e nacional da legenda. Em Barueri, a votação ocorreu na Câmara Municipal, das 8h às 17h, e confirmou a reeleição de Alexandre de Ramos à presidência do diretório municipal do partido.

Na disputa, Alexandre de Ramos enfrentou o ex-presidente do partido em Barueri, Baltasar Rosa. A votação foi realizada por meio de cédulas de papel, depositadas em urnas próprias do PT.

Com a vitória, Alexandre de Ramos mantém o partido na base de apoio ao governo municipal, liderado pelo prefeito Beto Piteri (Republicanos). O petista apoiou Piteri nas eleições municipais de 2024 e já integrava a base governista desde a gestão do ex-prefeito Rubens Furlan.

Em mensagem após a vitória, Alexandre agradeceu aos filiados e reforçou o compromisso com as pautas sociais do partido. “Com muita luta e união, sigo como presidente do PT de Barueri. Gratidão aos filiados que confiaram em mim. O compromisso continua: dar voz às mulheres, à juventude, aos negros, LGBTQIA+ e a todos que constroem o nosso partido com coragem”, declarou.

Cenário estadual e nacional

Em nível estadual, o deputado federal Kiko Celeguim também foi reeleito e segue no comando do PT em São Paulo.

Já a disputa pela presidência nacional segue indefinida. Um impasse em Minas Gerais, causado pela judicialização do processo eleitoral no estado — liderado pela deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG) —, adiou a votação em um dos maiores colégios eleitorais do partido, responsável por cerca de 10% dos votos nacionais.

A expectativa é de que o resultado nacional seja anunciado nesta segunda-feira (7), mas ainda não há confirmação oficial. A definição depende da apuração dos votos válidos e da análise se há possibilidade de declarar o vencedor sem os votos mineiros. Caso contrário, o PT deve aguardar a realização da eleição em Minas Gerais.

Quatro nomes disputam o comando nacional do partido: Romênio Pereira, Rui Falcão, Valter Pomar e Edinho Silva — este último é o candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que votou logo cedo em um hotel no Rio de Janeiro, antes de participar da cúpula do Brics.

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“Esse país vai ter pela primeira vez um presidente eleito quatro vezes”, diz Lula ao sinalizar candidatura em 2026

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a indicar nesta sexta-feira (4) que pretende disputar uma nova eleição em 2026. A declaração foi feita durante uma cerimônia de anúncio de investimentos no setor de refino e petroquímica, realizada no Rio de Janeiro.

“Eles não sabem o que eu estou pensando. Então, se preparem, porque, se tudo estiver como eu estou pensando, esse país vai ter pela primeira vez um presidente eleito quatro vezes”, afirmou Lula, em referência às suas possíveis pretensões eleitorais.

Mais cedo, o presidente participou da reunião anual do banco dos Brics, também na capital fluminense.

Durante o evento, Lula negou a existência de um clima de conflito entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional e ressaltou o apoio que tem recebido dos parlamentares.

“Parece que tem uma guerra entre o governo e o Congresso. Eu sou muito agradecido pela relação que tenho com o Congresso Nacional. Até agora, nesses dois anos e meio, o Congresso aprovou 99% das propostas que enviamos”, disse o petista.

Lula foi eleito presidente pela primeira vez em 2002 e reeleito em 2006. Após deixar o cargo em 2010, retornou ao Planalto em 2023. Caso confirme a candidatura e seja eleito novamente em 2026, poderá se tornar o primeiro presidente da história do Brasil a conquistar quatro mandatos.

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Lula sanciona lei que amplia cotas para negros em concursos públicos para 30%

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (3) o Projeto de Lei 1.958/2021, que amplia para 30% a reserva de vagas em concursos públicos para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas. A nova lei substitui a legislação anterior, de 2014, que havia expirado no ano passado.

Durante a cerimônia de sanção, Lula destacou a necessidade de tornar o serviço público mais representativo da sociedade brasileira. “Ainda temos poucas mulheres, poucos negros e quase nenhum indígena em cargos públicos”, disse o presidente, ao defender a presença desses grupos em instituições como o Ministério Público, Itamaraty, Receita Federal e outras.

A nova legislação vale para concursos de cargos efetivos da administração pública federal direta e indireta, fundações, empresas públicas e entidades privadas vinculadas à União, incluindo contratações temporárias.

Regras e critérios

De acordo com a lei, os candidatos beneficiários das cotas concorrerão simultaneamente nas vagas da ampla concorrência. Caso a autodeclaração seja indeferida, eles poderão seguir no certame pela ampla concorrência, desde que tenham desempenho suficiente nas fases anteriores. A nomeação dos aprovados seguirá critérios de alternância e proporcionalidade entre as vagas reservadas e as gerais.

A nova legislação também institui comitês de confirmação da autodeclaração, mecanismo considerado essencial para evitar fraudes, conforme destacou o senador Humberto Costa (PT-PE), relator do projeto no Senado. Os comitês deverão seguir diretrizes padronizadas, contar com especialistas e respeitar critérios regionais, além de exigir unanimidade para decisões que contestem a identidade declarada.

Reconhecimento específico

Um dos avanços destacados pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, foi o reconhecimento de indígenas e quilombolas como categorias autônomas dentro das políticas afirmativas. “A nova lei representa uma mudança concreta na estrutura do serviço público. Caminha na direção de aldear e aquilombar o Estado”, afirmou.

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, ressaltou que a proposta nasceu da avaliação crítica da lei anterior, buscando corrigir falhas e aperfeiçoar os mecanismos de inclusão.

A política será reavaliada em dez anos, como prevê a nova legislação.

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Tentativa de golpe: PF encontra novas provas e envia relatório ao STF

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A Polícia Federal (PF) enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), novas provas que reforçam a existência de uma tentativa de golpe de Estado no fim do governo Jair Bolsonaro. As evidências foram encontradas no celular do policial federal Wladmir Matos Soares, preso no ano passado por ordem de Moraes.

Wladmir é investigado por supostamente atuar como agente infiltrado durante o período de transição de governo, com a missão de vazar informações sobre a segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele fazia parte da equipe externa de segurança nos arredores do hotel onde Lula estava hospedado, em Brasília, entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023 — período marcado pela diplomação e posse do presidente e os atos golpistas de 8 de janeiro.

De acordo com a PF, o policial integrava o grupo denominado “Punhal Verde-Amarelo”, responsável por um plano que previa ações violentas, incluindo o assassinato de autoridades como Lula e o próprio Moraes. Em áudios interceptados, Wladmir afirma que estava disposto a impedir a posse do presidente e critica a decisão das Forças Armadas de não aderirem à tentativa de golpe.

Leia mais: Delegado Olim é eleito presidente pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar

“Os generais se venderam ao PT no último minuto”, disse, mencionando que o grupo estava preparado para matar “meio mundo de gente”. Em outra conversa, ele relatou que fazia parte de uma equipe armada pronta para agir em defesa de Bolsonaro, aguardando apenas uma autorização do ex-presidente. “A gente estava pronto. Só que aí o presidente… esperávamos só o ok do presidente, uma canetada para gente agir”, afirmou.

Em outro trecho, Wladmir disse estar preparado para prender o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que ele “tinha que ter tido a cabeça cortada” por ter barrado a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção da PF, no início do governo Bolsonaro.

As mensagens também revelam frustração com a ida de Bolsonaro aos Estados Unidos ao fim do mandato. Segundo ele, “estava tudo certo, mas agora deu tudo pra trás”.

A Primeira Turma do STF deve decidir na próxima terça-feira (20) se Wladmir Matos e outros 11 militares se tornarão réus no processo que apura a trama golpista. Eles integram o chamado “núcleo 3” da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), acusado de planejar ações táticas para executar o golpe.

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Foto: Rafa Neddemeyer/Ag. Brasil

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Lula sanciona lei que permite uso de tornozeleira eletrônica em casos de violência doméstica

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que prevê o uso de tornozeleira eletrônica, ou de qualquer outro dispositivo de monitoramento, para agressores acusados de violência doméstica contra a mulher.  A penalidade foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (25).

A medida aprimora a Lei Maria da Penha e tem como objetivo reforçar a eficácia das medidas protetivas em casos de violência doméstica e familiar. Além da assinatura de Lula, o documento foi assinado por três ministras: Macaé Evaristo (Direitos Humanos), Cida Gonçalves (Mulheres) e Simone Tebet (Planejamento).

A nova lei também determina que a vítima receba um dispositivo de segurança que a alerte caso o agressor se aproxime. A legislação já previa o afastamento do agressor e outras medidas; contudo, o monitoramento eletrônico poderá agora ser aplicado de forma cumulativa, oferecendo um reforço imediato à proteção, segundo informações do UOL.

A assinatura de Lula ao projeto de lei ocorreu na quinta-feira (24), durante um evento no Palácio do Planalto, que também serviu para sancionar outros dois projetos de proteção às mulheres.

O primeiro projeto sancionado prevê o aumento da pena em casos de violência psicológica contra a mulher, caso sejam usadas tecnologias de inteligência artificial ou qualquer outro meio de alteração de voz ou imagem.

Já a segunda lei proíbe a discriminação contra estudantes e pesquisadoras em processos de seleção para bolsas de estudo ou pesquisa, em razão de gestação, parto, adoção ou nascimento de filho.

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Fonte: TV Cultura – Foto: SSP-SP

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Lula supera Tarcísio em cenário de segundo turno com 48% contra 39%, diz Datafolha

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em um eventual segundo turno nas eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta semana. Lula aparece com 48% das intenções de voto, contra 39% do aliado de Jair Bolsonaro (PL). Outros 13% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois candidatos, enquanto 1% não soube responder.

O petista também leva vantagem contra outros nomes ligados ao bolsonarismo. Em um eventual confronto com Michelle Bolsonaro (PL), ex-primeira-dama, Lula chega a 50% das intenções de voto, contra 38% dela.

A distância entre os dois cresce ainda mais quando o adversário é o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Nesse cenário, o atual presidente tem 51% das intenções de voto, enquanto o filho do ex-presidente atinge apenas 34%. Eduardo está nos Estados Unidos, onde anunciou um “autoexílio” há duas semanas.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 3 de abril, com 3.054 pessoas com 16 anos ou mais, em 172 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Lula lidera todos os cenários de 2º Turno e deixa Bolsonaro para trás, diz Genial/Quaest

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a dianteira em todos os cenários de segundo turno testados pela pesquisa Genial/Quaest para as eleições de 2026, divulgada nesta quinta-feira (3). Mesmo com a popularidade do governo em declínio, Lula supera seus principais adversários, incluindo Jair Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos).

De acordo com a pesquisa, 41% dos brasileiros avaliam negativamente a atual gestão, enquanto apenas 27% consideram o governo positivo. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 27 e 31 de março e apresenta margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No cenário mais acirrado, Lula aparece com 44% das intenções de voto contra 40% de Jair Bolsonaro. Já contra Michelle Bolsonaro, o petista marca 44% ante 38% da ex-primeira-dama. Se o adversário for Tarcísio de Freitas, a vantagem do presidente é de 43% contra 37%.

O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), também foi testado e aparece com 35%, enquanto Lula lidera com 42%. Já no confronto com o empresário Pablo Marçal (PRTB), o placar fica em 44% a 35% para o petista.

Entre os filhos do ex-presidente, Eduardo Bolsonaro (PL) surge como um possível candidato, mas tem apenas 34% contra 45% de Lula. No embate com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o atual presidente também leva vantagem: 43% contra 31%.

A pesquisa confirma que, apesar da queda na popularidade, Lula ainda é o favorito para um eventual segundo turno em 2026, mantendo vantagem sobre os principais nomes da oposição.

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Quaest: reprovação ao governo Lula sobe para 56% e atinge maior índice do mandato

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A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 56%, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (2).

O índice representa um aumento de sete pontos percentuais em relação ao levantamento de janeiro, quando 49% avaliavam negativamente a gestão petista. Já a aprovação caiu de 47% para 41%, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

O estudo revela um distanciamento inédito entre os índices de aprovação e rejeição do governo desde o início do atual mandato. Desde julho de 2023, a desaprovação acumulou alta de 13 pontos, refletindo a crescente insatisfação popular.

Nordeste, historicamente uma base eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT), também registrou um aumento expressivo na reprovação, que saltou de 37% para 46% nos últimos dois meses, enquanto a aprovação caiu de 59% para 52%. No Sudeste, região mais populosa do país, 60% desaprovam o governo, contra 37% que o avaliam positivamente. No Sul, a reprovação é de 64%. Entre jovens de 16 a 34 anos e eleitores com ensino superior incompleto, a insatisfação também atinge 64%.

Os resultados indicam que as recentes tentativas de ajuste de rota promovidas não tiveram impacto significativo na percepção popular. Em março, o político anunciou medidas para reduzir o preço dos alimentosampliou viagens pelo país e divulgou a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Além disso, também trocou o comando da Secretaria de Comunicação (Secom), substituindo Paulo Pimenta por Sidônio Palmeira, mas a mudança foi percebida como irrelevante por 44% dos entrevistados.

O levantamento também revela que 56% dos brasileiros consideram que o país está na direção errada e avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses71% acreditam que o governante não tem cumprido suas promessas de campanha e 53% consideram a atual gestão inferior às anteriores. Na comparação com o governo de Jair Bolsonaro (PL), 43% dizem que Lula tem um desempenho pior, enquanto 39% avaliam positivamente sua administração, configurando um empate técnico.

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada presencialmente com 2.004 brasileiros entre 27 e 31 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

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Fonte: TV Cultura – Foto: José Cruz/Ag. Brasil

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