Lula tem evolução satisfatória após cirurgia de catarata

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou, neste sábado (31), por uma avaliação de rotina do primeiro dia de pós-operatório da cirurgia de catarata no olho esquerdo. Segundo nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o exame oftalmológico mostrou evolução satisfatória, dentro do esperado para o período.

 A avaliação foi realizada na clínica Mirar Oftalmologia, em Brasília, e o presidente foi liberado para retornar às atividades habituais na segunda-feira (2), quando deverá participar da sessão solene de abertura do ano Judiciário de 2026.

A catarata é um processo natural de envelhecimento que resulta na perda da transparência do cristalino, que é a lente natural dos olhos, deixando-o opaco e esbranquiçado. Na cirurgia, o cristalino é substituído por uma lente artificial.

O presidente foi submetido ao procedimento na sexta-feira (30) e recebeu alta hospitalar no mesmo dia. Lula já havia feito o mesmo procedimento no olho direito, em 2020.

No final de semana, Lula permanecerá na Granja do Torto, uma das residências da Presidência da República, com o acompanhamento das equipes lideradas pelo médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Lula diz que América Latina deve trocar conflitos por combate à fome e à desigualdade

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (28), na abertura do Fórum Econômico Internacional – América Latina e Caribe 2026, no Panamá, que “a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome e a desigualdade”. O encontro, organizado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) em parceria com o governo panamenho, reúne autoridades políticas e econômicas para discutir os desafios estratégicos da região.

Em discurso, Lula destacou o simbolismo da escolha do Panamá como sede do evento, por ser um ponto de ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico, e avaliou que o fórum ocorre em um momento de crescentes desafios geopolíticos, econômicos e tecnológicos. Segundo ele, diante de um cenário global instável, o Brasil optou por fortalecer a democracia, o multilateralismo, a integração regional e a paz.

O presidente afirmou que a estabilidade política, social, econômica, fiscal e jurídica do país tem sido reconhecida internacionalmente e citou recordes recentes no fluxo de comércio exterior, que alcançou US$ 629 bilhões em 2025. Lula disse que o Brasil responde a práticas protecionistas com diálogo e diversificação de parcerias, defendendo um modelo de desenvolvimento com inclusão social e sustentabilidade.

Ao listar indicadores internos, o chefe do Executivo ressaltou que, desde 2023, o país cresceu acima da média mundial, controlou a inflação, atingiu o menor nível de desemprego da história e valorizou o salário mínimo. Também afirmou que o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome da FAO e que, em dois anos, 17,4 milhões de pessoas ascenderam de classe social.

Na agenda ambiental, Lula apontou o protagonismo brasileiro na transição ecológica, citando que 90% da matriz elétrica é renovável e que o Plano de Transformação Ecológica mapeou US$ 90 bilhões em projetos voltados à economia verde. Ele anunciou ainda a elaboração de um roteiro para reduzir gradualmente a dependência de combustíveis fósseis.

O presidente alertou para a desigualdade e a violência de gênero na região, lembrando dados da Cepal segundo os quais 11 mulheres são assassinadas diariamente na América Latina. Defendeu que o combate ao feminicídio e à desinformação é responsabilidade coletiva e essencial para a estabilidade democrática.

Lula também reforçou a retomada da integração regional e a ampliação de acordos comerciais, citando avanços do Mercosul com a União Europeia, EFTA e Cingapura, além de negociações com Índia, México, Canadá, Emirados Árabes Unidos e países da América Central. Destacou ainda o programa Rotas de Integração Sul-Americana e a necessidade de mobilizar bancos multilaterais, como BNDES, CAF, BID e o Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS, para financiar obras de infraestrutura.

No âmbito bilateral, o presidente mencionou a expansão do comércio entre Brasil e Panamá, que cresceu 78% no último ano e alcançou US$ 1,6 bilhão, impulsionado principalmente por exportações de petróleo. Citou também a venda de quatro aeronaves Super Tucano ao governo panamenho, o estoque de US$ 9,5 bilhões em investimentos brasileiros no país e a importância do Canal do Panamá como hub logístico para o comércio exterior brasileiro.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Lula condena ataque dos EUA à Venezuela e cobra resposta da ONU

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou na manhã deste sábado sobre os ataques dos Estados Unidos è Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Lula condenou a ação militar e cobrou uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, disse Lula, por meio das redes sociais

“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.”

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Lula defende fim da escala 6×1 em discurso de Natal e antecipa pautas da eleição de 2026

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o fim da escala de trabalho 6×1, sem redução de salários, em seu tradicional pronunciamento de Natal, exibido em rede nacional de rádio e televisão na noite desta quarta-feira (24). Com pouco mais de seis minutos, o discurso apresentou um balanço do governo em 2025 e antecipou temas que devem estar no centro da estratégia petista para as eleições de 2026.

Ao falar sobre a jornada de trabalho, Lula afirmou que o “direito ao tempo” é urgente e que não é justo que trabalhadores tenham apenas um dia de descanso semanal. Segundo ele, o fim da escala 6×1 é uma demanda popular que precisa ser transformada em política pública. A pauta tramita no Congresso em diferentes propostas, incluindo uma PEC do senador Paulo Paim (PT-RS), já aprovada na CCJ do Senado, que prevê a redução gradual da jornada de 44 para 36 horas semanais.

O presidente também voltou a afirmar que o Brasil está pronto para encurtar a jornada de trabalho. O tema, segundo ele e aliados, deve ganhar força no debate eleitoral. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), já declarou que a proposta “com certeza” será discutida em 2026.

No campo econômico, Lula destacou a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, sancionada no fim de novembro. De acordo com o governo, cerca de 15 milhões de brasileiros deixarão de pagar o imposto. Para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.350, haverá desconto progressivo. A compensação fiscal virá de um imposto mínimo de 10% sobre os chamados super-ricos, grupo estimado em 140 mil contribuintes com rendimentos acima de R$ 600 mil por ano.

A segurança pública também ocupou espaço no pronunciamento. Lula reconheceu o desafio do combate ao crime organizado e citou a operação Carbono Oculto, conduzida pela Polícia Federal, que investigou vínculos do Primeiro Comando da Capital com postos de combustíveis e empresas. O presidente afirmou que o enfrentamento às facções “chegou ao andar de cima” e que não haverá interferência política nas investigações.

O tema é apontado como uma das principais preocupações dos brasileiros, segundo o Datafolha, e promete ser central no debate eleitoral, especialmente após operações policiais de grande letalidade registradas ao longo do ano.

Lula também abordou a violência contra a mulher e os casos de feminicídio, que motivaram protestos em várias regiões do país. Em São Paulo, 2025 registrou recorde de ocorrências. O presidente afirmou que irá liderar um esforço conjunto entre ministérios e instituições para enfrentar a violência de gênero e convocou os homens a se comprometerem com o combate ao problema.

Na política externa, o presidente celebrou o recuo parcial do tarifaço imposto pelos Estados Unidos durante o governo de Donald Trump. Em agosto, produtos brasileiros passaram a sofrer sobretaxa de até 50%. Após negociações, parte das tarifas foi retirada, reduzindo de 60% para 22% a parcela das exportações afetadas, segundo o governo. Lula afirmou que o país apostou no diálogo, protegeu empregos e ampliou mercados para produtos brasileiros.

O pronunciamento de Natal reforçou, assim, bandeiras sociais, econômicas e institucionais que devem orientar o discurso do Palácio do Planalto e do PT no caminho até a disputa presidencial de 2026.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR | *Com informações Folha de S. Paulo

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Donald Trump liga para Lula e diz que conversa foi “ótima”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (2) que discutiu sanções e comércio em um telefonema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi dada a repórteres na Casa Branca. Segundo Trump, a conversa foi “ótima” e incluiu menções às sanções aplicadas por seu governo relacionadas a decisões envolvendo o Judiciário brasileiro.

Em publicação nas redes sociais, Trump disse estar ansioso para se encontrar com Lula em breve e afirmou que “muita coisa boa resultará dessa parceria recém-formada”, de acordo com a Reuters.

Pelo lado brasileiro, o Palácio do Planalto informou que Lula defendeu “avançar rapidamente” nas negociações para a retirada da sobretaxa de 40% que ainda incide sobre parte dos produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. Os presidentes também trataram de cooperação no combate ao crime organizado. A conversa durou cerca de 40 minutos e foi classificada como “muito produtiva”.

Em 20 de novembro, a Casa Branca retirou 238 produtos da lista do chamado tarifaço, incluindo café, frutas tropicais, sucos, cacau, especiarias e carne bovina. Mesmo com o alívio, 22% das exportações brasileiras para os EUA ainda seguem tarifadas — no início, esse índice era de 36%.

O tarifaço faz parte da estratégia comercial lançada por Trump para elevar tarifas contra parceiros e tentar recuperar competitividade frente à China. Em abril, os EUA impuseram taxas conforme o déficit comercial com cada país. Como há superávit norte-americano com o Brasil, a tarifa inicial foi de 10%, mas, em agosto, entrou em vigor a sobretaxa adicional de 40%.

O governo brasileiro agora tenta ampliar a retirada de produtos da lista, especialmente no setor industrial, considerado o mais sensível. Temas não tarifários também estão na mesa, como terras raras, big techs, energia renovável e data centers.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR | *Matéria com informações da Agência Brasil

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Lula lidera no primeiro turno e vê disputa mais apertada no segundo, aponta Genial/Quaest

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A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (12), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue favorito nas simulações de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026, mas perdeu vantagem nos cenários de segundo turno —especialmente na disputa direta com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com o levantamento, Lula aparece com 42% das intenções de voto contra 39% de Bolsonaro, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico. Em outubro, o petista tinha 46%, enquanto o ex-presidente marcava 36%, sinalizando uma queda na distância entre ambos.

Mesmo condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe em 2022 e considerado inelegível pelo TSE, Bolsonaro segue incluído nos cenários testados pela Quaest.

O presidente, no entanto, mantém vantagem numérica sobre todos os demais adversários simulados no segundo turno: vence Ciro Gomes (38% a 33%), Tarcísio de Freitas (41% a 36%), Ratinho Jr. (40% a 35%), Romeu Zema (43% a 36%), Ronaldo Caiado (42% a 35%), Michelle Bolsonaro (44% a 35%), Eduardo Bolsonaro (43% a 33%) e Eduardo Leite (41% a 28%). Também supera Renan Santos (Missão), testado pela primeira vez, por 42% a 25%.

Nos cenários de primeiro turno, Lula lidera em todas as dez simulações realizadas. Apesar disso, o levantamento mostra forte resistência à ideia de que ele tente um novo mandato: 59% dizem que o presidente não deveria se candidatar novamente, ante 38% que defendem sua reeleição.

A pesquisa também indica um freio na recuperação da popularidade do governo, em meio às repercussões da operação policial no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortes. Uma fala de Lula —em que afirmou que “traficantes também são vítimas dos usuários”— gerou forte reação negativa. Posteriormente, o presidente disse ter sido “mal interpretado”.

Entre os bolsonaristas, há sinais de divisão. Para 67% dos entrevistados, Bolsonaro deveria abrir mão da disputa e apoiar outro nome, movimento que pode ampliar a pressão por uma alternativa única da direita, que ainda enfrenta dificuldades para consolidar nomes como Tarcísio, Zema ou Caiado.

A pesquisa também perguntou qual seria o melhor cenário para o Brasil em 2026: 24% defendem um nome que não esteja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro, e 17% preferem alguém de fora da política. Já 23% consideram melhor que Lula vença novamente, enquanto 15% apontam a volta de Bolsonaro —hipótese hoje barrada pela inelegibilidade.

Entre eleitores independentes, a rejeição é alta para ambos os polos. Nesse grupo, 73% dizem não votar em Jair Bolsonaro; 70% rejeitam Michelle Bolsonaro; e 80%, Eduardo Bolsonaro. Lula também enfrenta rejeição elevada: 64%.

A Genial/Quaest ouviu 2.004 pessoas entre 6 e 9 de novembro, em 120 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais; entre os independentes, quatro pontos.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Trump revela desconhecimento sobre atuação de Eduardo Bolsonaro nos EUA, dizem empresários

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Empresários brasileiros afirmam que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou desconhecimento sobre a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em solo americano. O parlamentar está no país desde fevereiro e se apresenta como uma espécie de articulador de uma campanha de retaliação a autoridades brasileiras, em reação à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no julgamento do chamado Plano de Golpe.

De acordo com relatos obtidos por interlocutores do governo brasileiro, o tema foi evitado por Trump durante o recente encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Uma das fontes afirmou que o republicano limitou-se a dizer que apenas “ouviu falar” que o filho de Bolsonaro vive nos Estados Unidos.

Após a reunião, Lula teria descrito a conversa como “a melhor possível”, com expectativa de avanços nas negociações sobre tarifas comerciais nos próximos dias.

Empresários brasileiros que mantêm interlocução com a Casa Branca têm atuado para estreitar os laços entre Lula e Trump, com o objetivo de reduzir resistências políticas e econômicas entre os dois países. Uma das estratégias, segundo fontes, foi reforçar junto a Trump que o presidente brasileiro não tem controle sobre o Poder Judiciário, destacando que o mesmo tribunal que condenou Jair Bolsonaro também já havia condenado o próprio Lula no passado.

A expectativa agora é pela realização de uma nova rodada de reuniões entre representantes dos governos brasileiro e americano já na próxima semana, com foco em acordos comerciais e cooperação econômica.

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*Com informações CNN Brasil – Foto: reprodução/Redes Sociais

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“Ele tem o meu telefone e eu tenho o dele”, diz Lula sobre Trump após encontro na Malásia

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou nesta segunda-feira (27) que ele e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trocaram telefones pessoais para facilitar o diálogo direto em caso de dificuldades nas negociações entre os dois países.

“Estabelecemos uma regra de negociação que toda vez que tiver uma dificuldade eu vou conversar pessoalmente com ele. Ele tem o meu telefone e eu tenho o telefone dele”, afirmou Lula a jornalistas, ao deixar o hotel em Kuala Lumpur, na Malásia.

A declaração veio após Trump comentar o encontro entre os dois líderes, ocorrido durante a programação da 20ª Cúpula da Ásia do Leste. Segundo a agência Reuters, o norte-americano classificou Lula como “um cara bastante enérgico” e disse ter tido uma “boa reunião”, mas ponderou que “não sabe se algo vai acontecer”.

Lula respondeu dizendo que a incerteza é natural: “Não era possível que em uma única conversa a gente pudesse resolver os problemas”. Ele explicou que as equipes de ambos os governos continuarão negociando temas sensíveis, como o fim da sobretaxação de produtos brasileiros e a suspensão de punições impostas pelos EUA a ministros do Supremo Tribunal Federal e ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de familiares.

O presidente destacou que as tratativas estão em boas mãos. “Minha equipe é de alto nível. Tem o Alckmin, o Haddad e o Mauro Vieira. Eu entreguei um documento com o que foi dito na nossa conversa, portanto não foram apenas palavras. Ele tem um documento sabendo o que o Brasil quer”, afirmou.

Lula cumpre o quinto dia de agendas no Sudeste Asiático. Em Kuala Lumpur, participou da abertura da cúpula e de um jantar de gala oferecido pelo presidente malaio Anwar Ibrahim e pela primeira-dama Wan Azizah Wan Ismail. Antes da Malásia, o presidente visitou a Indonésia e participou da 47ª Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

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*Com informações Agência Brasil | Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Lula lidera todos os cenários de segundo turno para 2026, aponta pesquisa Atlas Intel/Bloomberg

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em todos os cenários de segundo turno testados para as eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Atlas Intel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (24). O levantamento ouviu 14.063 pessoas entre os dias 15 e 19 de outubro e tem margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos.

De acordo com o instituto, Lula venceria os principais nomes cotados da oposição. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista teria 52% das intenções de voto, ante 44% do paulista. O mesmo percentual de 52% é registrado quando o adversário seria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que aparece com 44%, e também quando enfrenta a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que soma 43%.

Nos cenários com outros governadores, Lula mantém vantagem confortável. Ele tem 52% contra 35% de Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, e 52% a 36% diante de Ronaldo Caiado (União), de Goiás. Já em uma eventual disputa com Ratinho Jr. (PSD), governador do Paraná, o petista marca 51%, enquanto o adversário alcança 37%.

Os índices de votos brancos e nulos variam entre 4% e 14%, dependendo do cenário apresentado.

A pesquisa reforça o favoritismo de Lula na corrida presidencial de 2026, especialmente frente aos principais nomes da direita e do centro-direita. Segundo os analistas da AtlasIntel, o presidente mantém uma base sólida de apoio e se beneficia da fragmentação entre seus possíveis adversários.

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*Com informações CNN Brasil – Foto: Ricardo Stuckert/PR

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PT de Osasco articula dobradinha entre João Paulo Cunha e Emídio de Souza para 2026

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O Partido dos Trabalhadores (PT) de Osasco deve repetir uma parceria histórica nas eleições de 2026. O ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha articula sua volta à vida pública e deve disputar uma vaga de deputado federal, em dobradinha com o deputado estadual Emídio de Souza, também de Osasco.

Integrante da “velha guarda” petista, João Paulo Cunha decidiu atender a um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feito em julho durante um evento na cidade. Na ocasião, Lula convocou o ex-deputado a retomar o contato com as bases. “E João Paulo, trata de voltar para a política. Para de ganhar dinheiro como advogado em Brasília. Vem para a porta de fábrica fazer comício, pô”, disse o presidente, em tom de incentivo.

João Paulo Cunha foi o deputado mais votado do PT nas eleições de 2006 e 2010 e mantém forte influência na região de Osasco. Interlocutores próximos afirmam que ele só confirmou sua pré-candidatura após garantir que Emídio de Souza não tentará uma vaga na Câmara dos Deputados, permanecendo na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Emídio, por sua vez, é um dos nomes de maior prestígio no PT paulista e tem relação próxima com Lula e com a primeira-dama Janja. Em 2022, foi reeleito deputado estadual com 157.834 votos, com destaque nas urnas de Osasco e da capital paulista.

A dobradinha entre João Paulo Cunha e Emídio de Souza tende a fortalecer o PT na Grande São Paulo, especialmente em Osasco, onde o partido pretende consolidar sua base eleitoral para as eleições de 2026.

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Foto: Reprodução/Montagem/ZH Digital

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