Quem votar nas eleições terá Prova de Vida automática no INSS

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Comparecimento às urnas será cruzado com os dados do INSS; medida vale para aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

Aposentados, pensionistas e beneficiários de benefícios assistenciais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que votarem nas eleições de outubro terão a Prova de Vida computada automaticamente. O comparecimento às urnas será registrado nos dados da Justiça Eleitoral e posteriormente cruzado com as informações do INSS.

A regra dispensa o beneficiário que votar de realizar outra forma de comprovação de vida. O procedimento faz parte do modelo adotado pelo INSS para confirmar que o titular do benefício continua vivo e manter o pagamento regularmente.

Atualmente, cerca de 40 milhões de beneficiários ativos estão abrangidos pelo processo de Prova de Vida, considerando aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

Segundo o Ministério da Previdência Social, o próprio INSS recebe as informações da Justiça Eleitoral e utiliza o registro do comparecimento para atualizar a situação da Prova de Vida.

“O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explicou o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz.

Como funciona

A Prova de Vida é uma verificação periódica utilizada para confirmar que o titular do benefício continua vivo e, assim, garantir a manutenção dos pagamentos.

O procedimento deixou de depender prioritariamente do comparecimento presencial. Desde as mudanças implementadas nos últimos anos, o INSS passou a buscar de forma automática informações em diferentes bases de dados governamentais para comprovar a vida dos beneficiários.

Entre os registros que podem ser utilizados estão dados de votação nas eleições, acesso ao Meu INSS com selo ouro, atualizações no Cadastro Único e outros eventos registrados em bases oficiais.

O INSS informa que, caso não encontre automaticamente uma fonte que confirme a condição de vida do beneficiário, o cidadão pode ser comunicado para regularizar a situação. A consulta também pode ser feita pelo aplicativo ou site Meu INSS.

Votação já foi usada para Prova de Vida

O cruzamento entre dados eleitorais e informações do INSS já foi utilizado anteriormente. Segundo o Instituto, em 2024 foram registrados eventos eleitorais relacionados a 20.957.288 beneficiários, resultando na atualização de aproximadamente 5 milhões de Provas de Vida.

A utilização dos dados eleitorais está prevista entre os critérios de comprovação de vida adotados pelo INSS.

Atenção a golpes

O INSS alerta que a Prova de Vida é realizada atualmente, em grande parte, de forma automática. Beneficiários que não forem identificados pelas bases de dados podem receber orientações pelos canais oficiais.

O Instituto também alerta que não envia SMS, WhatsApp ou e-mail para informar corte de benefício por falta de Prova de Vida. Mensagens desse tipo que contenham links ou solicitem dados pessoais podem ser golpes.

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Foto: Alejandro Zambrana/TSE

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Mais de 1,2 mil candidaturas são indeferidas nas eleições

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Levantamento com dados do TSE aponta 1.214 registros indeferidos até 16 de setembro; 888 ainda estão em fase de recurso e 326 tiveram decisão definitiva.

A Justiça Eleitoral já indeferiu 1.214 candidaturas nas Eleições 2026, segundo levantamento baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizados até a noite de terça-feira (16). Do total, 888 registros ainda estão em fase de recurso, enquanto 326 tiveram o indeferimento definitivo.

Isso significa que cerca de 73% das candidaturas atingidas pelas decisões ainda podem ter a situação modificada durante a tramitação dos recursos. O TSE considera o registro de candidatura a etapa em que a Justiça Eleitoral verifica se o candidato atende às condições previstas na legislação, incluindo requisitos de elegibilidade, documentação e eventuais impugnações.

A maior parte dos indeferimentos envolve candidatos que disputam cargos proporcionais. São 561 registros de candidatos a deputado estadual e outros 494 de deputado federal.

Também foram indeferidas 73 candidaturas de suplentes, 31 de senador, 24 de governador, 19 de vice-governador, nove de deputado distrital e uma candidatura à Presidência da República. Não há, até o momento do levantamento, candidatura a vice-presidente indeferida, embora exista um registro ainda pendente de julgamento.

Entre os casos de maior repercussão está o de Pablo Marçal (PRTB) (foto), cujo registro para a Presidência foi negado pelo TSE. A Corte apontou falta de comprovação da filiação partidária ao PRTB dentro do prazo legal e também mencionou condição de inelegibilidade decorrente de decisão anterior.

São Paulo tem 12,9% das candidaturas indeferidas

O percentual de candidaturas indeferidas varia significativamente entre os estados. São Paulo aparece com 12,9%, segundo o levantamento, atrás apenas do Piauí, que registra 20,9%.

Na sequência aparecem Sergipe, com 9,3%, Rio de Janeiro, com 7,8%, e Pernambuco, com 7,2%. Os menores percentuais estão em Mato Grosso do Sul, com 1,4%, Ceará, com 1,8%, Espírito Santo e Rondônia, com 2%, e Santa Catarina, com 2,3%.

O percentual representa a parcela das candidaturas de cada unidade da Federação que aparece na situação de indeferimento no recorte analisado. Como parte dos registros ainda está em fase de recurso, os números podem mudar.

Falhas formais estão entre os principais motivos

O levantamento aponta que o motivo mais frequente para o indeferimento foi o desatendimento a requisito formal, identificado em 412 registros.

Em seguida aparecem a ausência de condição de elegibilidade, com 365 casos, e o indeferimento do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), com 314.

Também foram registrados 112 casos de ausência de quitação eleitoral, 110 de inelegibilidade infraconstitucional, 90 relacionados ao descumprimento da cota de gênero e 52 por falta de desincompatibilização.

Uma mesma candidatura pode apresentar mais de um motivo para o indeferimento. Por isso, a soma dessas ocorrências é superior ao número total de candidaturas atingidas.

Maioria dos casos ainda pode mudar

O cenário não é definitivo para a maior parte dos registros. Dos 1.214 indeferimentos contabilizados no levantamento, 888 permanecem em situação de recurso.

O próprio TSE informou, em 15 de setembro, que 20.982 requerimentos de candidatura já haviam sido analisados, correspondendo a 99,02% dos pedidos, e que 205 processos ainda aguardavam julgamento. Naquele momento, 980 casos estavam dentro do prazo para recurso ou já eram alvo de contestação.

A situação individual de cada candidato pode ser consultada nos sistemas oficiais da Justiça Eleitoral, incluindo o DivulgaCandContas, que reúne informações sobre candidaturas, partidos e prestação de contas.

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Foto: Reprodução

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Lula anuncia aumento de 15% no Bolsa Família a 17 dias do 1º turno

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O Bolsa Família terá reajuste de cerca de 15% a partir da folha de outubro. Com a mudança, o benefício mínimo passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o valor médio deverá subir de aproximadamente R$ 675 para R$ 777, segundo o governo.

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (17). Os novos valores começam a ser pagos a partir de 19 de outubro.

O reajuste ocorre poucas semanas antes do primeiro turno das eleições. A mudança, porém, deve ser apresentada no contexto das regras orçamentárias e das justificativas fiscais divulgadas pelo governo, sem que a proximidade com o calendário eleitoral, por si só, permita concluir sobre a motivação da medida.

Como ficam os valores

Além do novo piso de R$ 691, os benefícios adicionais pagos de acordo com a composição familiar também serão reajustados.

O valor destinado a cada integrante da família passará de R$ 142 para R$ 164. O benefício adicional para crianças de até 6 anos subirá de R$ 150 para R$ 173.

Para gestantes, jovens de 7 a 18 anos incompletos e bebês de até 6 meses, o adicional passará de R$ 50 para R$ 58.

Como esses valores são cumulativos conforme a composição da família, o benefício recebido pode ficar acima do piso de R$ 691.

Impacto nas contas públicas

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o reajuste terá impacto estimado de R$ 5,8 bilhões em 2026 e de R$ 22 bilhões em 2027.

O governo afirma que a medida será realizada dentro do espaço fiscal disponível e sem aumento dos limites de gastos previstos no arcabouço fiscal.

Para viabilizar o reajuste, o governo pretende remanejar despesas previstas no Orçamento deste ano e do próximo. Moretti citou, entre os fatores que ampliaram o espaço fiscal, a redução da fila do INSS.

Com o aumento, a previsão orçamentária para o Bolsa Família em 2027 passará de R$ 157,1 bilhões para R$ 179 bilhões.

Quem recebe o Bolsa Família

Atualmente, o programa atende cerca de 19,29 milhões de famílias no país. O pagamento de setembro tem valor médio de R$ 678,18, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

O benefício é destinado a famílias com renda mensal por pessoa de até R$ 218, desde que atendam às regras do programa e estejam inscritas no Cadastro Único.

O pagamento é feito mensalmente conforme o calendário definido pelo governo federal e o final do Número de Identificação Social (NIS). Os pagamentos de outubro começam em 19 de outubro.

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Foto: Marcelo Camargo/ABR

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Datafolha: Lula tem 46% e Flávio, 44% no 2º turno

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das intenções de voto contra 44% do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno para a Presidência da República, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11).

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A diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos para mais ou para menos. Na prática, os candidatos estão em situação de empate técnico nesse cenário.

Os números são os mesmos da pesquisa anterior, divulgada em 3 de setembro. Na segunda quinzena de agosto, Lula tinha 47% e Flávio Bolsonaro, 43%, uma diferença de quatro pontos.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Em outros cenários de segundo turno, Lula também aparece à frente. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente tem 46% contra 41%. Diante de Romeu Zema (Novo), Lula registra 48% contra 39%.

Na simulação com Renan Santos (Missão), Lula aparece com 48% e o adversário, com 37%. Já no cenário testado pela primeira vez com o escritor Augusto Cury (Avante), o presidente tem 45% contra 43% do candidato.

Em todos os cenários, a diferença entre os candidatos varia de dois a nove pontos percentuais.

Primeiro turno

Na simulação de primeiro turno sem Pablo Marçal (PRTB), Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 35%.

Augusto Cury tem 6%, seguido por Ronaldo Caiado, com 4%; Renan Santos, com 3%; e Romeu Zema, com 2%. Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC) e Edmilson Costa (PCB) aparecem com 1% cada.

Nesse cenário, 6% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 4% estão indecisos.

O Datafolha também testou um cenário que inclui Pablo Marçal, que, segundo a pesquisa, está inelegível. A Justiça Eleitoral ainda deverá decidir sobre a possibilidade de sua candidatura.

Rejeição

A pesquisa mostra ainda uma disputa equilibrada na rejeição. Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com 46% cada entre os eleitores que afirmam que não votariam neles de jeito nenhum no primeiro turno.

Na sequência aparecem Renan Santos, com 17%; Romeu Zema, com 16%; Ronaldo Caiado, com 14%; Rui Costa Pimenta, com 11%; e Augusto Cury, com 10%.

Segundo o Datafolha, 75% dos eleitores afirmam estar totalmente decididos sobre seu voto para presidente, enquanto 25% ainda admitem a possibilidade de mudar de escolha.

Pesquisa

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01833/2026.

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Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Valdemar Barreto/Ag. Senado | Montagem: Hora SP

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Evento com Tarcísio e Bruna Furlan é cancelado em Barueri

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O evento que reuniria o governador Tarcísio de Freitas e a deputada estadual Bruna Furlan neste sábado (12), em Barueri, foi cancelado devido à previsão de fortes chuvas e tempestades na região.

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A decisão foi comunicada pela coordenação da deputada nesta sexta-feira (11), após a Defesa Civil alertar para a possibilidade de chuva forte, descargas elétricas, rajadas de vento e granizo em pontos isolados entre sexta e sábado.

“Devido às condições climáticas e à previsão de fortes chuvas, o evento com o Governador está cancelado. A medida foi tomada visando à segurança e ao bem-estar de todos”, informou a coordenação de Bruna Furlan.

Ainda segundo o comunicado, uma nova data para a realização do encontro será divulgada posteriormente.

O evento estava previsto para ocorrer às 10h30, na Avenida Itaqui, no Jardim Belval, e havia expectativa de participação de lideranças políticas da região.

A decisão ocorre em meio a um alerta da Defesa Civil para Barueri e outros municípios da Região Metropolitana de São Paulo. A previsão indica condições favoráveis à ocorrência de tempestades, com chuva intensa, raios, ventos fortes e possibilidade de granizo.

Em Barueri, cinco locais foram apontados pela Defesa Civil como pontos que merecem atenção durante as pancadas mais intensas: Avenida Aníbal Correia, no Parque Viana; Avenida Bariloche, no Jardim Maria Helena; Rua Alagoinha, no Jardim Mutinga; Avenida Araguaia, no Tamboré; e a passagem sob a Avenida Yojiro Takaoka, na região do 18º do Forte.

Segundo a Defesa Civil, nesses locais pode ocorrer acúmulo de água e alagamento rápido durante períodos de chuva mais intensa.

A organização agradeceu a compreensão do público e informou que a nova data do encontro será anunciada posteriormente.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Tarcísio faz campanha com Bruna Furlan em Barueri no sábado (12)

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Ato está marcado para as 10h30, no Jardim Belval, e deve reunir Beto Piteri, Rubens Furlan e outras lideranças políticas da região.

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O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), estará em Barueri neste sábado (12) para um ato de campanha ao lado da deputada estadual Bruna Furlan (Republicanos), que também disputa a reeleição.

A atividade está marcada para as 10h30, na Avenida Itaqui, no Jardim Belval. Segundo os organizadores, também estão previstas as presenças do prefeito de Barueri, Beto Piteri (Republicanos), e do ex-prefeito Rubens Furlan, além de outras lideranças políticas da região.

A presença de Tarcísio ocorre em meio à agenda do governador pelo Estado durante a campanha eleitoral. O candidato tem participado de atividades ao lado de aliados que disputam cargos nas eleições de 2026.

Em Barueri, a agenda também evidencia a proximidade política entre Tarcísio e o grupo liderado por Rubens Furlan. Bruna Furlan, que busca a reeleição para a Assembleia Legislativa, tem mantido uma atuação próxima ao governo estadual em pautas relacionadas principalmente à área da saúde.

Um dos projetos associados a essa articulação é a Fatec Barueri InovaSaúde, nova unidade das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo voltada à formação na área da saúde. A unidade terá inicialmente os cursos de Gestão Estratégica de Saúde e Hospitais e Ciência de Dados e Inteligência em Saúde. O vestibular para 2027 está previsto para ocorrer entre setembro e novembro.

Outro projeto de relevância regional é o Hospital Regional de Barueri, que passou oficialmente a se chamar Hospital Regional Rubens Furlan Júnior após a sanção da Lei Estadual 18.493, em junho deste ano.

A agenda de sábado ocorre em um momento de intensa movimentação eleitoral no Estado. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (8) aponta Tarcísio na liderança da disputa pelo governo paulista, com 42% das intenções de voto no primeiro turno, contra 27% de Fernando Haddad (PT). O levantamento foi encomendado pela Globo e registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número SP-00959/2026

A atividade em Barueri deve reunir, além dos principais nomes do grupo político local, outras lideranças municipais da região Oeste da Grande São Paulo. O ato está previsto para começar às 10h30 de sábado (12), na Avenida Itaqui, no Jardim Belval, em Barueri.

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Imagem: Montagem/Gerada por IA/Hora SP

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SP recebe 132 mil pedidos de voto temporário nas eleições

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Mais de 132 mil eleitoras e eleitores solicitaram transferência temporária para votar no Estado de São Paulo durante o primeiro turno das Eleições 2026. Desse total, cerca de 72 mil pedidos foram feitos na modalidade de voto em trânsito, que representa aproximadamente 55% das solicitações.

No segundo turno, caso seja necessário, São Paulo recebeu cerca de 130 mil pedidos de transferência temporária, sendo aproximadamente 71 mil para voto em trânsito.

As Eleições 2026 estão marcadas para 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro. A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.

O voto em trânsito permite que o eleitor vote fora de seu domicílio eleitoral quando estiver em outra cidade no dia da eleição. No entanto, quem solicitou a modalidade não poderá votar na seção eleitoral de origem.

A transferência temporária pode ocorrer para capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores. Também é possível escolher cidades diferentes para o primeiro e o segundo turno.

O que muda para quem pediu voto em trânsito

Quem solicitou a transferência dentro do próprio Estado de São Paulo poderá votar para todos os cargos em disputa. No primeiro turno, aproximadamente 32 mil eleitores paulistas estão nessa situação.

Já quem solicitou a transferência para São Paulo vindo de outro Estado poderá votar somente para presidente da República.

Se o eleitor habilitado para o voto em trânsito não puder comparecer ao local escolhido no dia da votação, deverá apresentar justificativa pela ausência. Não é necessário solicitar posteriormente o retorno do título à seção de origem: a alteração ocorrerá automaticamente.

O prazo para solicitar a transferência temporária terminou em 20 de agosto.

Como consultar o novo local de votação

Quem alterou temporariamente o local de votação pode consultar o endereço da nova seção eleitoral pelo Autoatendimento Eleitoral ou pelo aplicativo e-Título, disponibilizado gratuitamente pela Justiça Eleitoral.

No Autoatendimento, a consulta está disponível na opção “Onde Votar”, dentro do menu “Consultas”. No e-Título, a função aparece na aba “Onde votar”, localizada na parte inferior da tela.

Além do voto em trânsito, a transferência temporária também pode ser solicitada em situações específicas, como por pessoas convocadas para trabalhar nas eleições, eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida, indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, servidores da Justiça Eleitoral, militares em serviço e presos provisórios.

São Paulo concentra 21,4% do eleitorado brasileiro

São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com mais de 34 milhões de eleitores aptos a votar, o equivalente a aproximadamente 21,4% do eleitorado nacional.

Para as eleições deste ano, o Estado terá 103.841 seções eleitorais, distribuídas em mais de 11 mil locais de votação nos 645 municípios paulistas.

A organização do pleito ficará a cargo das 393 zonas eleitorais do Estado. Do total de seções, 36.638 são consideradas acessíveis, com estrutura sem escadas ou com acesso por rampas e elevadores.

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Foto: Alejandro Zambrana/TSE

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TSE confirma Marçal na disputa presidencial, mas sob recurso

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TSE homologa Marçal, mesmo com inelegibilidade até 2032

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) homologou nesta sexta-feira (4) o registro das 13 candidaturas à Presidência da República nas eleições de 2026, incluindo a de Pablo Marçal (PRTB). A confirmação ocorre mesmo com o empresário considerado inelegível pela Justiça Eleitoral até 2032.

A situação de Marçal, que vinha sendo apontado em diferentes reportagens como fora da disputa presidencial, é mais complexa. O candidato poderá participar da eleição com o registro sub judice, enquanto a Justiça Eleitoral analisa os recursos apresentados por sua defesa.

Marçal foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) a oito anos de inelegibilidade por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha à Prefeitura de São Paulo, em 2024. A decisão está relacionada ao chamado “concurso de cortes”, estratégia que envolvia a produção e disseminação de trechos de vídeos do então candidato nas redes sociais.

A condenação foi mantida pelo TRE-SP em dezembro de 2025, por 4 votos a 3, e posteriormente os recursos apresentados pela defesa tiveram novos desdobramentos na Justiça Eleitoral paulista. A defesa tenta levar a discussão ao TSE.

O que significa estar sub judice

A confirmação do registro não significa que a condenação que tornou Marçal inelegível tenha sido anulada. Na prática, a candidatura permanece sob análise judicial e poderá sofrer alterações caso uma decisão definitiva impeça o empresário de disputar o cargo.

De acordo com as regras eleitorais, candidatos com registro sub judice podem realizar atos de campanha enquanto não houver decisão definitiva sobre a candidatura. Isso inclui pedir votos, participar da propaganda eleitoral e ter o nome mantido na urna eletrônica durante a tramitação do processo.

A situação de Marçal ganhou ainda mais atenção em agosto, quando o próprio TSE havia determinado, em decisão liminar, que ele não poderia utilizar recursos públicos de campanha nem realizar propaganda eleitoral gratuita até a análise do mérito do registro. Na ocasião, a Corte ressaltou que aquela decisão não representava antecipação do julgamento definitivo da candidatura.

Treze candidatos na disputa

Com a homologação dos registros, a eleição presidencial de 2026 terá 13 candidatos. Além de Pablo Marçal, estão na disputa:

  • Augusto Cury (Avante), número 70;
  • Clariana Barão (DC), número 27;
  • Edmilson Costa (PCB), número 21;
  • Flávio Bolsonaro (PL), número 22;
  • Hertz Dias (PSTU), número 16;
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT), número 13;
  • Renan Santos (Missão), número 14;
  • Romeu Zema (Novo), número 30;
  • Ronaldo Caiado (PSD), número 55;
  • Rui Costa Pimenta (PCO), número 29;
  • Samara Martins (UP), número 80;
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata), número 35.

Os registros de seis chapas já haviam sido validados pelo TSE em sessão virtual realizada em 2 de setembro. Na ocasião, a Corte aprovou as candidaturas de Lula, Flávio Bolsonaro, Samara Martins, Romeu Zema, Hertz Dias e Edmilson Costa. Os outros sete registros, entre eles o de Marçal, aguardavam análise.

A situação jurídica de Pablo Marçal, portanto, ainda pode sofrer alterações ao longo do processo eleitoral. A homologação do registro permite que ele esteja na disputa neste momento, mas não representa uma decisão que tenha afastado a inelegibilidade determinada anteriormente pelo TRE-SP.

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Foto: Arquivo/Reprodução/Instagram

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Renan Santos vai recorrer contra suspensão de propaganda eleitoral

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Candidato também teve repasses do Fundo Eleitoral suspensos e foi impedido de participar de debates; medidas valem até decisão final do TSE.

A campanha do candidato à Presidência da República Renan Santos, do Missão, informou nesta segunda-feira (31) que pretende protocolar um pedido de liminar contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu a propaganda eleitoral do candidato na internet.

Segundo Renan, a medida representa uma ação que classificou como autoritária. A defesa também sustenta que a campanha não teve direito ao contraditório e à ampla defesa.

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Decisão suspende propaganda e Fundo Eleitoral

Além da suspensão da propaganda eleitoral na internet, a decisão de Toffoli determinou a suspensão dos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) destinados ao candidato.

Renan Santos também ficou impedido de participar de debates realizados em televisão, rádio e podcasts.

As medidas têm caráter provisório e permanecem em vigor até uma decisão final do TSE sobre o caso.

Segundo a decisão, o partido Missão não informou à Justiça Eleitoral, dentro do prazo previsto, todos os perfis utilizados para propaganda do candidato nas redes sociais.

De acordo com Toffoli, 16 perfis vinculados a Renan Santos foram informados ao TSE 12 dias após o período de registro da candidatura.

As regras eleitorais para propaganda na internet determinam que candidatos e partidos comuniquem à Justiça Eleitoral os perfis oficiais que serão utilizados durante a campanha.

Defesa prepara recurso

O partido deverá apresentar recurso ao presidente do TSE, ministro Nunes Marques, na tentativa de suspender os efeitos da decisão.

O advogado Arthur Rollo, que representa Renan Santos, afirmou que a medida praticamente paralisa a campanha ao restringir as formas de comunicação do candidato.

Segundo o defensor, o curto período de uma campanha eleitoral torna especialmente relevante a suspensão das atividades de propaganda.

A defesa também questiona a ausência de contraditório antes da adoção das medidas.

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Mirelle Trevisan e Bruna Furlan ampliam articulação política em SP

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Candidatas a deputadas federal e estadual defendem maior representação dos municípios e fortalecimento da participação feminina na política

As candidatas Mirelle Trevisan, que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, e Bruna Furlan, candidata à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), articulam uma atuação conjunta durante as eleições de 2026.

O encontro contou com a participação do prefeito Rodrigo Andrade e do ex-prefeito Rubens Furlan, reunindo lideranças políticas em torno da proposta de ampliar a representação dos municípios paulistas nos espaços de decisão estadual e federal.

Segundo Mirelle Trevisan, a construção conjunta tem entre seus objetivos fortalecer a participação das mulheres na política e ampliar a capacidade de articulação das cidades.

“Bruna e eu compartilhamos esse compromisso. Fortalecer a presença das mulheres na política e construir uma representação forte, do Estado a Brasília”, afirmou a candidata.

Articulação mira representação dos municípios

A proposta apresentada pelas candidatas é aproximar as demandas dos municípios dos principais espaços de decisão política, tanto em São Paulo quanto em Brasília.

Mirelle também afirmou que a atuação conjunta pretende reunir mulheres preparadas para representar diferentes cidades do estado.

“São Paulo precisa de mulheres preparadas, presentes e dispostas a trabalhar juntas”, declarou.

A articulação ocorre durante o período eleitoral de 2026, quando Mirelle Trevisan disputa uma vaga de deputada federal e Bruna Furlan concorre ao cargo de deputada estadual.

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Foto: Divulgação

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