Beto Piteri e Furlan se reúnem com Alckmin e França em Brasília e movimentam cenário político

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O prefeito de Barueri, Beto Piteri, e o ex-prefeito Rubens Furlan participaram, nesta quarta-feira (18), de uma reunião em Brasília com o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França. O encontro ocorreu no gabinete da Vice-Presidência da República.

De acordo com interlocutores, a agenda reforça o alinhamento entre lideranças políticas de Barueri e nomes de projeção nacional. Durante a reunião, foram discutidos o cenário político no estado de São Paulo e do país.

Filiado ao partido, Rubens Furlan confirmou ao portal Hora de São Paulo a possibilidade de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em 2026. A candidatura dependeria de uma eventual decisão da deputada estadual Bruna Furlan de não concorrer à reeleição.

Nos bastidores, o PSB tem ampliado sua atuação na região metropolitana com foco no próximo pleito. O nome de Furlan é apontado como uma das principais apostas da sigla para fortalecer a representação no estado.

Essa articulação também inclui agendas recentes, como o evento Giro 40, realizado no último sábado (14), em Osasco. O encontro reuniu lideranças políticas, entre elas a deputada federal Tabata Amaral, o deputado estadual Caio França e o ministro Márcio França, com o objetivo de debater desafios do estado, fortalecer lideranças locais e ampliar filiações ao partido.

Já o prefeito Beto Piteri aproveitou a ida à capital federal para apresentar projetos de Barueri ao governo federal. Segundo interlocutores, foram destacados avanços do município em áreas como saúde, educação, segurança pública e mobilidade urbana.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Igor Soares reúne lideranças nacionais e regionais ao oficializar filiação ao PSD em Itapevi

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O ex-prefeito de Itapevi e pré-candidato a deputado federal, Igor Soares, oficializou sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) na tarde deste sábado (7), durante evento realizado na Câmara Municipal de Itapevi.

A cerimônia reuniu importantes lideranças da política nacional e regional e marcou um novo passo na trajetória política de Igor, que passa a integrar formalmente a legenda presidida nacionalmente por Gilberto Kassab.

Entre os convidados de destaque estavam os governadores Ratinho Junior e Ronaldo Caiado, reforçando o peso político do encontro e a relevância do movimento partidário no cenário nacional.

O evento também contou com a presença de diversas lideranças da Região Metropolitana de São Paulo. Participaram o prefeito de Itapevi, Teco; o prefeito de Barueri, Beto Piteri; o prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar; o prefeito de Jandira, Dr. Sato; além do ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, uma das principais lideranças políticas da região.

A deputada estadual Bruna Furlan também marcou presença no ato, reforçando a aliança política com Igor Soares e evidenciando a articulação do grupo político regional.

Durante o evento, Igor destacou a importância do momento em sua trajetória pública.

“Tive a alegria de oficializar minha filiação ao partido. Um momento importante da minha trajetória política e que me deixa muito motivado para os próximos desafios”, afirmou.

O ex-prefeito também reforçou o compromisso com sua atuação política. “Sigo com o mesmo compromisso de sempre: trabalhar com seriedade, responsabilidade e olhar para o futuro”, completou.

A filiação de Igor Soares ao PSD ocorre em um momento de reorganização política visando as eleições de 2026, e o evento demonstrou a força da articulação regional e nacional em torno do nome do ex-prefeito de Itapevi.

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Foto: Reprodução/Instagram/@Igorsoares_SP

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TSE proíbe uso de IA para sugerir voto e veta posts manipulados às vésperas da eleição

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2) um conjunto de regras que disciplinam o uso de inteligência artificial nas eleições gerais de outubro. As normas valem para candidatos e partidos e passam a integrar as resoluções que vão orientar o pleito.

Por unanimidade, os ministros proibiram a publicação, nas redes sociais, de conteúdos manipulados com imagem ou voz de candidatos e pessoas públicas no período de 72 horas antes da votação e nas 24 horas posteriores ao encerramento do pleito. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

A Corte também vetou que provedores de ferramentas de IA ofereçam, mesmo quando solicitados pelos usuários, sugestões de candidatos em quem votar. A medida busca evitar interferências algorítmicas na livre escolha do eleitor.

No mesmo pacote de resoluções, o tribunal reforçou o combate à misoginia digital. Ficam proibidas montagens envolvendo candidatas, bem como a divulgação de fotos e vídeos com nudez ou conteúdo pornográfico com finalidade eleitoral.

O TSE reiterou ainda que provedores de internet podem ser responsabilizados pela Justiça caso não removam perfis falsos e publicações ilegais após determinação judicial. A responsabilização já está prevista na legislação, mas foi reafirmada nas novas regras.

As decisões fazem parte do conjunto de resoluções que disciplinam a disputa em que serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Liberdade de expressão

Ao mesmo tempo, os ministros adotaram medidas para evitar episódios de censura registrados em eleições anteriores. Ficou assegurado que, durante o período de pré-campanha, manifestações espontâneas de conteúdo político poderão ocorrer em ambientes universitários, escolas e espaços ligados a movimentos sociais.

Também foi garantido aos candidatos o direito de realizar panfletagem em ruas, parques e praças, desde que não haja prejuízo à circulação de pessoas.

Na semana passada, o tribunal já havia aprovado outras sete resoluções relacionadas ao processo eleitoral. Entre os temas tratados estão regras para divulgação de pesquisas eleitorais, transporte de eleitores, arrecadação de recursos, prestação de contas e atualizações no cadastro eleitoral.

Com as novas normas, o TSE busca adaptar a legislação eleitoral ao avanço das tecnologias digitais e estabelecer parâmetros mais claros para o uso de inteligência artificial no debate político.

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Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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“Continuo como vereador em Cotia”, diz Alexandre Frota ao descartar candidatura em 2026

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O vereador Alexandre Frota (PDT) afirmou, na manhã desta quarta-feira (11), que não pretende disputar cargos eletivos nas eleições de 2026. Segundo o parlamentar, não está em seus planos concorrer a uma vaga de deputado federal ou estadual e sua atuação política seguirá concentrada no mandato na Câmara Municipal de Cotia.

“Continuo como vereador em Cotia”, declarou Frota durante encontro com jornalistas, encerrando especulações sobre uma possível candidatura nas eleições gerais do próximo ano, que ocorrem em outubro. O vereador ressaltou que, neste momento, sua prioridade é dar sequência ao trabalho desenvolvido no município.

Durante a conversa com a imprensa, Frota destacou ações que vem realizando diretamente em bairros da cidade, como serviços de tapa-buraco e limpeza de áreas públicas. De acordo com ele, essas intervenções deveriam ser executadas pelo Poder Executivo municipal, mas acabam sendo assumidas por seu gabinete diante de demandas da população.

O parlamentar também comentou críticas recebidas por atuar de forma direta nessas frentes. “Não vou mudar por julgamentos de algumas pessoas”, afirmou, ao defender que seu foco é atender às necessidades imediatas dos moradores, independentemente de questionamentos.

O encontro ocorreu no Open Mall The Square, localizado na região da Granja Viana, área nobre de Cotia. A reunião teve caráter informal e foi utilizada por Frota para reforçar seu posicionamento político e apresentar um balanço de suas iniciativas no município.

Com a declaração, Alexandre Frota sinaliza que, ao menos por ora, deve permanecer afastado das disputas eleitorais de maior alcance, concentrando sua atuação na política local e no exercício do mandato de vereador.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora de S. Paulo

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Tarcísio avalia nomes para vice em 2026 e disputa entre Felício, Kassab e André do Prado se intensifica

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Interlocutores do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontam o atual vice-governador, Felício Ramuth (PSD), como o nome mais provável para compor a chapa à reeleição em 2026, embora a definição ainda não tenha sido formalizada. De acordo com apuração da revista Veja, Felício estaria preparado para diferentes cenários e, caso não seja mantido como vice, não pretende disputar outro cargo nem concorrer ao Legislativo, permanecendo filiado ao PSD.

Nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes, outro nome que segue em articulação é o do secretário de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. Segundo fontes do alto escalão estadual, Kassab trabalha com a hipótese de integrar a chapa como vice já de olho em 2030, quando poderia se credenciar como opção ao governo paulista. A indefinição sobre a composição tem provocado desgaste na relação entre Kassab e Felício, ambos do mesmo partido, segundo relatos de aliados.

Também é citado como potencial vice o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), aliado do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. De acordo com fontes do governo, André tem se movimentado para viabilizar seu nome e acompanha com frequência a agenda pública do governador. A aliados, o deputado afirma estar pronto para assumir a “missão”, caso seja o escolhido.

Integrantes do núcleo político de Tarcísio, porém, avaliam que o PL já estaria contemplado no cenário nacional com o apoio do governador à candidatura de Flávio Bolsonaro, o que reduziria a pressão por uma vaga na chapa estadual. Nesse contexto, a manutenção de Felício Ramuth ou a entrada de Kassab como vice permanecem como as principais alternativas em análise.

A decisão final sobre a composição da chapa deve ficar para mais adiante, mas o debate já expõe disputas internas e cálculos estratégicos que envolvem não apenas a eleição de 2026, como também a sucessão ao governo paulista em 2030.

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Foto: João Valério/GESP | *Texto com informações Revista Veja

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Eleições 2026: TSE define calendário e regras para pesquisas, títulos e propaganda

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Mais de 155 milhões de eleitores devem voltar às urnas em 4 de outubro de 2026 para escolher deputados federais, deputados estaduais, dois senadores por estado, governadores e o presidente da República. Em São Paulo, são cerca de 33 milhões de votantes, o equivalente a 21,5% do eleitorado nacional. O pleito marca também os 30 anos da urna eletrônica e terá como slogan #votonademocracia.

Pela Constituição, o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e facultativo para analfabetos, jovens de 16 e 17 anos e maiores de 70. O alistamento eleitoral pode ser feito a partir dos 15 anos, mas o exercício do voto só é permitido, de forma facultativa, a quem completar 16 até a data da eleição.

Nas próximas semanas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciará a atualização das resoluções que vão reger o pleito. As minutas estarão disponíveis para consulta pública a partir de 19 de janeiro.

Desde 1º de janeiro, pesquisas de intenção de voto só podem ser divulgadas após registro na Justiça Eleitoral, conforme a Lei nº 9.504/1997 e a Resolução nº 23.600/2019. O cadastro deve ser feito no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) até cinco dias antes da publicação, sob pena de multa.

O prazo final para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina em 6 de maio, 150 dias antes da votação. A partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado para a organização do pleito. Em São Paulo, o atendimento é realizado nos cartórios e pelo sistema de Autoatendimento Eleitoral, mediante agendamento, de forma gratuita.

As convenções partidárias para escolha de candidatas e candidatos ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto. A legislação não permite candidatura avulsa: é obrigatória a filiação a partido com estatuto registrado no TSE e órgão de direção na circunscrição do pleito.

Os pedidos de registro de candidatura devem ser apresentados até 15 de agosto. As candidaturas à Presidência serão analisadas pelo TSE; as demais, pelos Tribunais Regionais Eleitorais. Para concorrer, é necessário atender a requisitos como nacionalidade brasileira, alfabetização, filiação partidária e domicílio eleitoral mínimo de seis meses. As idades mínimas são de 35 anos para presidente, vice e senador; 30 para governador e vice; e 21 para deputados.

A propaganda eleitoral poderá ser iniciada após o prazo final de registro das candidaturas. As regras estão na Lei das Eleições e na Resolução nº 23.610/2019, atualizada pela Resolução nº 23.732/2024, que incorporou normas sobre o uso de tecnologias, incluindo Inteligência Artificial.

O horário eleitoral gratuito em rádio e TV será veiculado nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno, com participação obrigatória das emissoras e recursos de acessibilidade, como legendas, Libras e audiodescrição. A legislação veda censura prévia, propaganda paga e conteúdos que degradem ou ridicularizem candidatas e candidatos.

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Encontro de Kassab com Igor Soares e Rubens Furlan sinaliza novas alianças em Barueri e região

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O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, cumpriu agenda política em Barueri e na região ao lado do ex-prefeito de Itapevi, Igor Soares, e do atual prefeito do município, Teco. As reuniões incluíram um encontro com o ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, e com o atual chefe do Executivo local, Roberto Piteri, e podem indicar articulações estratégicas para o cenário eleitoral de 2026.

Fontes ligadas a Igor Soares confirmaram que a presença de Kassab na região não teve caráter apenas protocolar. A agenda incluiu conversas com Rubens Furlan, uma das principais lideranças políticas da região e pai da deputada estadual Bruna Furlan (PSDB), que tem se destacado na Comissão de Saúde na Alesp. Nos bastidores, avalia-se que o movimento pode abrir espaço para futuras mudanças partidárias.

O ex-prefeito Rubens Furlan é uma figura influente, não apenas na Grande São Paulo, como em todo o Estado. Sua eventual aproximação com o PSD poderia redesenhar o equilíbrio político na região e abrir espaço para novas alianças.

Dessa forma, a reunião entre Kassab e lideranças de Barueri e Itapevi reforça que o xadrez político regional já começa a se movimentar de olho nas eleições de 2026, com possíveis reflexos além do âmbito municipal.

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Foto: Rodrigo Costa/Arquivo/Alesp
*Matéria atualizada às 16h01 de 14/01/2026 para atualização de informações partidárias.

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Encinas Manfré assume presidência do TRE-SP às vésperas das eleições de 2026

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O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo elegeu, por aclamação, os desembargadores José Antonio Encinas Manfré e Roberto Maia Filho para os cargos de presidente e vice-presidente da Corte no biênio 2026–2027. A escolha ocorreu durante sessão solene realizada na quinta-feira (18), e a posse formal foi conduzida pela juíza decana do Tribunal, Maria Cláudia Bedotti.

Encinas Manfré será o 50º presidente do TRE-SP e ficará responsável por comandar o maior colégio eleitoral do país durante as eleições gerais de 2026, quando mais de 33 milhões de eleitores paulistas irão às urnas para escolher deputados federais e estaduais, dois senadores, governador e presidente da República.

Em seu discurso, o novo presidente destacou a honra e a responsabilidade de assumir o comando da Corte após ter atuado como vice-presidente e corregedor regional eleitoral no biênio 2024–2025. Com 40 anos de carreira na magistratura, Manfré ressaltou sua experiência como juiz eleitoral no interior do Estado e reafirmou o compromisso com a integridade, a transparência e o respeito ao voto do cidadão.

Entre as prioridades da nova gestão, o presidente ressaltou o combate à desinformação, às fake news e às adulterações digitais, como as deepfakes. Segundo ele, o enfrentamento desses desafios será feito com diálogo e cooperação entre plataformas digitais, instituições acadêmicas, órgãos públicos e a sociedade civil. Manfré também destacou o uso da Inteligência Artificial como ferramenta de apoio à Justiça Eleitoral, lembrando que o TRE-SP foi pioneiro no uso de IA generativa, com a implantação de um chatbot para atendimento ao eleitor.

O magistrado ainda enfatizou a relevância histórica da urna eletrônica, que completará 30 anos nas eleições de 2026, classificando o sistema como seguro, rápido e democrático.

Ao assumir a Vice-Presidência, Roberto Maia Filho também passará a exercer a função de corregedor regional eleitoral, responsável pela fiscalização e orientação dos serviços eleitorais no estado. Em seu pronunciamento, ele defendeu a atuação conjunta da Corte para garantir um pleito pacífico, ordeiro e em conformidade com a Constituição.

A posse solene da nova presidência está marcada para o dia 27 de fevereiro, às 17h, no Palácio da Justiça, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do TRE-SP no YouTube. No mesmo biênio, Renato de Andrade Siqueira atuará como juiz assessor da Presidência, e André Luiz Pavim assumirá o cargo de diretor-geral do Tribunal.

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Foto: Reprodução/Flickr/TRE-SP

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Datafolha: Flávio tem 8% e fica atrás de Michelle e Tarcísio em preferência para 2026

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Uma nova pesquisa do Datafolha mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta baixa aprovação como nome do bolsonarismo para a eleição presidencial de 2026. Apenas 8% dos eleitores ouvidos afirmam que ele deveria ser o candidato indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, alinhando-se a um cenário de forte divisão no campo da direita.

De acordo com o levantamento, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece como a preferência de 22% dos entrevistados, seguida de perto pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 20%. Ambos mantêm desempenho estável em relação à pesquisa anterior, realizada em julho, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

O instituto ouviu 2.002 pessoas entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes do anúncio público de Flávio Bolsonaro de que seria o nome do pai para a disputa de 2026. Mesmo assim, os números já indicavam dificuldades para o senador, que também encontra resistência entre lideranças do centrão.

Outros nomes testados aparecem mais distantes. O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), marcou 12%, enquanto o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) teve 9% das menções. Já os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) registraram 6% e 4%, respectivamente.

A pesquisa também revela que o apoio explícito de Jair Bolsonaro não é necessariamente um trunfo eleitoral. Para 50% dos entrevistados, um candidato indicado por ele não teria seu voto. Em contrapartida, 26% afirmam que votariam com certeza em um nome bolsonarista, e 21% dizem que talvez o fizessem.

Na pergunta espontânea sobre preferências para a Presidência, Lula (PT) lidera com 24% das citações. Jair Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 7%, apesar de estar preso e inelegível. Tarcísio de Freitas soma 2%, empatando com Ratinho Jr., que tem 1%.

Entre eleitores identificados como bolsonaristas — cerca de 20% do eleitorado, segundo o Datafolha — a disputa interna se intensifica. Nesse grupo, Michelle Bolsonaro lidera com 35% das preferências como nome ideal para enfrentar Lula em 2026, enquanto Tarcísio aparece com 30%, em empate técnico. Eduardo Bolsonaro registra 14%, e Flávio fica com apenas 9%.

O levantamento reforça a avaliação de que, diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro, a direita ainda busca um nome capaz de unificá-la e manter relevância política, enquanto a esquerda segue concentrada em torno do presidente Lula.

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Foto: Arquivo/Ag. Senado *Matéria com informações jornal Folha de S. Paulo

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Lula lidera no primeiro turno e vê disputa mais apertada no segundo, aponta Genial/Quaest

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A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (12), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue favorito nas simulações de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026, mas perdeu vantagem nos cenários de segundo turno —especialmente na disputa direta com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com o levantamento, Lula aparece com 42% das intenções de voto contra 39% de Bolsonaro, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico. Em outubro, o petista tinha 46%, enquanto o ex-presidente marcava 36%, sinalizando uma queda na distância entre ambos.

Mesmo condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe em 2022 e considerado inelegível pelo TSE, Bolsonaro segue incluído nos cenários testados pela Quaest.

O presidente, no entanto, mantém vantagem numérica sobre todos os demais adversários simulados no segundo turno: vence Ciro Gomes (38% a 33%), Tarcísio de Freitas (41% a 36%), Ratinho Jr. (40% a 35%), Romeu Zema (43% a 36%), Ronaldo Caiado (42% a 35%), Michelle Bolsonaro (44% a 35%), Eduardo Bolsonaro (43% a 33%) e Eduardo Leite (41% a 28%). Também supera Renan Santos (Missão), testado pela primeira vez, por 42% a 25%.

Nos cenários de primeiro turno, Lula lidera em todas as dez simulações realizadas. Apesar disso, o levantamento mostra forte resistência à ideia de que ele tente um novo mandato: 59% dizem que o presidente não deveria se candidatar novamente, ante 38% que defendem sua reeleição.

A pesquisa também indica um freio na recuperação da popularidade do governo, em meio às repercussões da operação policial no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortes. Uma fala de Lula —em que afirmou que “traficantes também são vítimas dos usuários”— gerou forte reação negativa. Posteriormente, o presidente disse ter sido “mal interpretado”.

Entre os bolsonaristas, há sinais de divisão. Para 67% dos entrevistados, Bolsonaro deveria abrir mão da disputa e apoiar outro nome, movimento que pode ampliar a pressão por uma alternativa única da direita, que ainda enfrenta dificuldades para consolidar nomes como Tarcísio, Zema ou Caiado.

A pesquisa também perguntou qual seria o melhor cenário para o Brasil em 2026: 24% defendem um nome que não esteja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro, e 17% preferem alguém de fora da política. Já 23% consideram melhor que Lula vença novamente, enquanto 15% apontam a volta de Bolsonaro —hipótese hoje barrada pela inelegibilidade.

Entre eleitores independentes, a rejeição é alta para ambos os polos. Nesse grupo, 73% dizem não votar em Jair Bolsonaro; 70% rejeitam Michelle Bolsonaro; e 80%, Eduardo Bolsonaro. Lula também enfrenta rejeição elevada: 64%.

A Genial/Quaest ouviu 2.004 pessoas entre 6 e 9 de novembro, em 120 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais; entre os independentes, quatro pontos.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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