A cidade de Barueri foi um dos principais destaques na criação de empregos com carteira assinada em novembro de 2025 no estado de São Paulo. Segundo dados da Fundação Seade, com base no Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o município abriu 4.011 vagas no mês, ficando atrás apenas da capital paulista e à frente de grandes centros como Osasco, Bauru e São Bernardo do Campo.
No acumulado de janeiro a novembro, Barueri também aparece entre os municípios que mais geraram postos formais no estado, com saldo de 14.196 vagas, ocupando a quarta posição no ranking paulista. Em 12 meses, o número chega a 8.949 novos empregos, mantendo a cidade entre as líderes em geração de oportunidades no período.
O desempenho acompanha o forte crescimento do mercado de trabalho em São Paulo, que criou 31,1 mil vagas em novembro e mais de 535 mil no acumulado do ano, concentrando mais de um terço de todos os empregos formais abertos no país no mês.
Barueri integra a Região Metropolitana de São Paulo, que, sozinha, respondeu por 194,5 mil vagas em 12 meses e 34,7 mil apenas em novembro, consolidando-se como o principal polo de geração de empregos do estado. A região também lidera no acumulado de 2025, com mais de 281 mil postos criados até novembro.
No recorte setorial, o crescimento do emprego foi impulsionado principalmente pelo setor de Serviços, que liderou as contratações em todo o estado, seguido pelo Comércio. Atividades ligadas a informação, comunicação, serviços financeiros, administrativos, logística e alimentação figuram entre as que mais ampliaram seus quadros.
Além do volume de vagas, São Paulo registrou em novembro o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.635,19, acima da média nacional. O resultado reforça o dinamismo econômico da Região Metropolitana e o papel estratégico de Barueri como um dos principais polos de emprego e renda do estado.
A partir da próxima segunda-feira (12) começa o prazo para os proprietários de veículos de São Paulo pagarem o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026.
O cálculo do valor do imposto é feito sobre o valor venal do veículo, que é alterado de acordo com a tabela Fipe, mas a alíquota continua a mesma: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; 1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras.
O IPVA 2026 pode ser pago nas agências bancárias credenciadas, nos caixas de autoatendimento, casas lotéricas ou diretamente pelo Internet Banking e aplicativos bancários utilizando apenas o número do Renavam do veículo.
O proprietário pode optar por pagar o imposto à vista, com desconto de 3%, ou parcelado em até cinco vezes (de janeiro a maio), de acordo com o valor do imposto devido.
No estado de São Paulo é possível pagar também usando o Pix ou usando o cartão de crédito. Para realizar o pagamento por Pix, o proprietário do veículo deve acessar o sistema da Sefaz-SP, selecionar o débito a pagar e emitir o QR Code, que deve ser efetuado em no máximo 15 minutos. Após esse prazo é necessário gerar um novo código.
No caso da opção por cartão de crédito, o proprietário pode optar por quitar à vista ou parcelado em até 5 vezes nos bancos e casas lotéricas. Há também a opção de dividir o imposto em mais parcelas utilizando as instituições financeiras cadastradas pela Sefaz-SP. No site da Secretaria há uma lista atualizada das empresas. Essas instituições oferecem condições de parcelamento diferenciadas, mas cobram juros. É necessário que o contribuinte entre em contato diretamente com a instituição e verifique as melhores taxas e prazos de pagamento. Ao Estado de São Paulo é repassado apenas o valor exato do débito do IPVA.
O que faço se perder o prazo?
Quem não efetuou o pagamento do IPVa em janeiro pode ainda fazê-lo em fevereiro, nas mesmas datas estipuladas pelo calendário. Neste caso, porém, o pagamento deve ser feito em parcela única, sem o desconto de 3%.
Atraso no pagamento
O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.
Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar a Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto.
Os proprietários de veículos do estado de São Paulo que queiram pagar o IPVA 2026 com desconto devem ficar atentos ao calendário. De acordo com o cronograma da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo (Sefaz-SP), o pagamento começa a partir da próxima segunda-feira (12).
O pagamento segue o final da placa do veículo e pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado em até 5 vezes, de acordo com o valor do imposto devido.
O pagamento em parcela única com desconto de 3% vale para automóveis, camionetas, caminhonetes, ônibus, micro-ônibus, motos e similares, caminhões e caminhões-tratores.
Confira o calendário do IPVA 2026 para pagamento com desconto:
Final
Data e mês
Final 1
12/01
Final 2
13/01
Final 3
14/01
Final 4
15/01
Final 5
16/01
Final 6
19/01
Final 7
20/01
Final 8
21/01
Final 9
22/01
Final 0
23/01
Quem preferir pode pagar o IPVA a partir de fevereiro, mas nesse caso perde o direito ao desconto de 3% e também a opção de parcelamento, devendo quitar em parcela única.
Quanto vou pagar
As alíquotas do imposto no estado de São Paulo para veículos particulares novos e usados continuam as mesmas do ano passado: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; 1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras
Para saber o valor venal do veículo o proprietário pode consultar o Sistema de Veículos (Sivei), uma página simplificada no site da Sefaz-SP.
O valor do imposto a ser pago pode ser consultado diretamente pelo Internet Banking, no caixa-eletrônico do banco ou na página da Sefaz-SP, mediante a apresentação do número do Renavam.
Parcelamento
O parcelamento do IPVA pode ser feito em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total do imposto seja igual ou superior a 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps). Para 2026, a Ufesp foi fixada em R$ 38,42, de acordo com a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo. Em caso de valores menores, o parcelamento poderá ser feito em quatro ou três parcelas.
A tabela de pagamento para proprietários de veículos de carga é diferente. O pagamento pode ser feito, sem desconto, até 22 de abril, ou parcelado em até cinco vezes, com data fixada no dia 20 de cada mês.
Como pagar
Para efetuar o pagamento do IPVA 2026, basta o contribuinte utilizar a rede bancária credenciada, com o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor).
No Estado de São Paulo, o Pix é a forma preferencial de pagamento, sendo mais rápido, fácil e confirmado imediatamente. Ao obter o QR code, gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP, o recolhimento pode ser feito junto a mais de 900 instituições financeiras, contemplando especialmente os cidadãos com contas digitais e que não possuem conta nos grandes bancos.
As tradicionais formas de pagamento estão mantidas. É possível efetuar o recolhimento pela internet, nos terminais de autoatendimento ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. Também é possível realizar o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito nas empresas credenciadas à Sefaz-SP.
Atraso no pagamento
O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.
Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar a Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto.
O estado de São Paulo foi o principal portão de entrada do país em 2025. Dos mais de 9,2 milhões de turistas estrangeiros que estiveram no Brasil no ano passado, cerca de 2,7 milhões desembarcaram nos terminais do estado. Isso representou um aumento de 21% em relação a 2024, quando houve 2,2 milhões de visitantes do exterior.
Os dados foram divulgados nesta semana conjuntamente pela Embratur, pelo Ministério do Turismo e pela Polícia Federal.
A lista de visitantes estrangeiros que entraram no país por São Paulo é liderada pelos estadunidenses. Ao todo, 431.478 pessoas dos Estados Unidos desembarcaram no estado paulista, seguidos pelos argentinos, com 391.543 turistas; chilenos, com 173.888; portugueses, com 118.453; e alemães, com 107.779.
Só no mês de dezembro, 259.237 turistas estrangeiros entraram no Brasil por São Paulo, contingente 9,6% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.
“O estado, que reúne as tradicionais atrações turísticas da capital, as belas praias e oportunidades de contato com a natureza, tem se consolidado como um destino de experiências, onde a diversidade cultural e a gastronomia se destacam. Nosso objetivo é que o destino cresça ainda mais em 2026”, destacou Marcelo Freixo, presidente da Embratur.
Brasil
O Brasil encerrou o ano de 2025 com 9.287.196 turistas internacionais, o que representou aumento de 37,1% em relação a 2024. A maior parte desses visitantes estrangeiros veio da Argentina, que enviou 3.386.823 de turistas ao país. Na sequência aparece o Chile, com 801.921 visitantes, e os Estados Unidos, que somaram 759.637 chegadas ao Brasil.
O Detran-SP planeja iniciar, ao longo de 2026, o leilão de cerca de 100 mil veículos em todo o Estado de São Paulo. A medida marca uma nova fase da política de leilões do órgão, com operações em maior escala, calendário contínuo e procedimentos padronizados para dar mais agilidade e previsibilidade aos certames.
A expectativa é que os leilões ocorram de forma regular durante todo o ano, com editais já programados para o primeiro bimestre, em diferentes regiões paulistas. A estratégia busca dar fluidez aos processos e evitar longos períodos de permanência dos veículos nos pátios.
A ampliação está apoiada em mudanças nas regras e no reforço de critérios técnicos. Segundo Anderson Poddis, diretor de Fiscalização de Trânsito do Detran-SP, a nova modelagem traz mais segurança jurídica e eficiência. “Essa estrutura garante mais agilidade, proteção institucional e respeito ao cidadão, com entrega dos veículos arrematados em menos de dez dias, já desembaraçados. É uma mudança estrutural, com controles aprimorados e critérios claros”, afirma.
Com o novo formato, o órgão passa a trabalhar com prazos definidos para a destinação dos veículos. A partir do 61º dia de recolhimento, os bens já podem ser preparados para leilão, com a expectativa de que todo o processo seja concluído, em média, até o 80º dia. O objetivo é reduzir o tempo de permanência nos pátios e evitar a desvalorização dos veículos.
Para Davi Artigas, coordenador-geral de Recolhimento e Leilão de Veículos, a previsibilidade é um dos principais avanços. “Quando o processo tem começo, meio e fim bem definidos, conseguimos operar com mais regularidade e controle. Isso permite dar escala aos leilões sem perder organização”, destaca.
A iniciativa integra um esforço do Detran-SP para modernizar a gestão de veículos apreendidos e tornar os leilões mais eficientes em todo o Estado.
Os passageiros que utilizam o transporte intermunicipal metropolitano em São Paulo passam a pagar mais caro a partir desta terça-feira (6). Entram em vigor os novos valores das tarifas nas regiões da Grande São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Sorocaba e Vale do Paraíba e Litoral Norte.
Segundo o governo estadual, os reajustes seguem critérios técnicos previstos nos contratos de concessão e levam em conta a atualização de custos operacionais do sistema. Entre os fatores considerados estão despesas com combustíveis, manutenção da frota, insumos, pedágios e gastos com pessoal, além da necessidade de assegurar a continuidade e a qualidade dos serviços prestados à população.
Os novos valores variam conforme a extensão das linhas e o tipo de serviço oferecido, que pode ser comum ou seletivo. Também são consideradas eventuais integrações com outros modais de transporte, como trens metropolitanos, Metrô e VLT, mantendo a diferenciação tarifária já existente entre os sistemas.
De acordo com a gestão estadual, a política de reajuste busca garantir o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos e a operação regular do transporte intermunicipal, utilizado diariamente por milhares de passageiros para deslocamentos entre municípios das principais regiões metropolitanas e administrativas do estado.
As tabelas com os valores atualizados podem ser consultadas nos canais oficiais das empresas operadoras e dos órgãos gestores do transporte.
Os valores atualizados podem ser consultados abaixo, de acordo com a localidade:
A nova tarifa de água e esgoto cobrada nas cidades atendidas pela Sabesp passou a valer desde quinta-feira (1º). O reajuste considera a reposição da inflação acumulada no período e não representa aumento real no valor pago pelos consumidores, segundo o modelo regulatório atualmente em vigor.
De acordo com as informações divulgadas, a revisão tarifária leva em conta apenas a variação inflacionária registrada entre julho de 2024 e outubro de 2025, sem acréscimos acima desse índice. Na prática, a atualização tem como objetivo manter o equilíbrio econômico-financeiro do serviço de abastecimento de água e coleta de esgoto, sem elevar o custo real para a população.
A revisão foi aprovada pela Arsesp, responsável pela regulação dos serviços públicos no estado. Com a decisão, a tarifa residencial passa, em 2026, para R$ 6,40 por metro cúbico em 371 municípios atendidos pela companhia.
Segundo dados apresentados no processo regulatório, o valor atualmente em vigor é inferior ao que seria aplicado caso o modelo anterior tivesse sido mantido. Pelas projeções consideradas, a tarifa residencial poderia chegar a R$ 7,36 por metro cúbico em 2026, o que representa uma diferença de cerca de 15% em relação ao valor efetivamente praticado.
A atualização ocorre em um momento de ampliação dos investimentos em saneamento básico nas regiões atendidas pela concessionária. Desde julho de 2024, foram aplicados aproximadamente R$ 15 bilhões em obras e melhorias na infraestrutura, com foco na expansão do acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário. Apenas entre janeiro e setembro de 2025, os investimentos somaram R$ 10,4 bilhões, volume superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
O modelo regulatório estabelece que eventuais ajustes tarifários estejam vinculados exclusivamente à inflação e a investimentos efetivamente realizados e auditados, sem repasse automático de novos aportes para a conta do consumidor. A meta é garantir a continuidade dos serviços e a ampliação da cobertura de saneamento, mantendo previsibilidade e estabilidade nos valores cobrados à população.
A contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) aumentou de R$ 75,90 por mês para R$ 81,05 por mês desde quinta-feira (1º), uma vez que o valor é calculado com base no salário mínimo, que também foi reajustado. A contribuiçãorepresenta 5% do novo salário mínimo, que subiu para R$ 1.621.
Pagamento
O valor é pago por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que, além da contribuição previdenciária, cobra os impostos devidos pelos MEIs.
O DAS vence todo dia 20 de cada mês. Ele pode ser emitido diretamente no Portal do Simples Nacional ou pelo App MEI, disponível para iOS e Android.
Há opção também de pagar por boleto, PIX e débito automático ou outras opções oferecidas pelas instituições financeiras.
Os microempreendedores individuais (MEIs) que exercem atividades sujeitas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), do comércio e indústria, têm um acréscimo de R$ 1 por mês no DAS.
Para atividades sujeitas ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), os prestadores de serviços, a soma é de R$ 5.
Os empreendedores que realizam os dois tipos de atividade precisam pagar os dois impostos, desembolsando R$ 6 a mais na contribuição.
MEI
O Microempreendedor Individual (MEI) é a forma mais simples de o empreendedor se formalizar, pois disponibiliza ao cadastrado um número de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).
Uma vez formalizado como MEI, o empresário pode emitir notas fiscais com facilidade, abrir uma conta empresarial e ter acesso a empréstimos com melhores taxas de juros.
Além disso, pode contribuir para a aposentadoria e receber benefícios de seguridade social.
Para se tornar MEI, o faturamento anual deve ser de até R$ 81 mil por ano. Para o MEI transportador autônomo, o valor anual é de até R$ 251,6 mil.
O prefeito de Osasco, Gerson Pessoa, sancionou a Lei nº 5.447/2025, que institui o Programa de Parcelamento Especial de Osasco (PPEO) para o ano de 2026. A medida foi publicada na edição nº 2.943 da Imprensa Oficial do Município e entra em vigor no dia 5 de janeiro.
O programa permite que contribuintes regularizem débitos com a Prefeitura de Osasco com abatimentos expressivos em multas e juros. Podem aderir moradores com dívidas inscritas ou não em dívida ativa, inclusive débitos em cobrança judicial, além de parcelamentos anteriores não quitados integralmente ou cancelados por inadimplência.
A lei estabelece três modalidades de pagamento. Para contribuintes com parcelamento em dia que optarem pela quitação à vista, o desconto será de 80% sobre multas e juros. Já aqueles com parcelamentos em atraso ou cancelados terão abatimento de 70% caso escolham o pagamento à vista. Quem optar pelo parcelamento em até seis vezes terá desconto de 50% nos encargos.
A legislação também prevê restrições: contribuintes que já possuam anistia vigente junto ao município não poderão aderir a uma nova anistia por meio do PPEO 2026.
Para participar do programa, é necessário realizar agendamento prévio pela Central 156 e comparecer, na data e horário marcados, à Praça de Atendimento da Secretaria Municipal de Finanças, localizada na Rua Narciso Sturlini, 201, no Centro de Osasco. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30.
Segundo a administração municipal, a iniciativa busca facilitar a regularização fiscal, ampliar a arrecadação e oferecer melhores condições para que os contribuintes fiquem em dia com o município.
O novo salário mínimo nacional entra em vigor nesta quinta-feira (1º) com valor de R$ 1.621, após reajuste de 6,79%, o equivalente a R$ 103. O aumento foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento e substitui o piso anterior, de R$ 1.518.
O percentual do reajuste foi definido com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que acumulou 4,18% em 12 meses até novembro, além do crescimento da economia. Em novembro, o INPC teve variação de 0,03%, segundo dados oficiais.
De acordo com estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo valor deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia, ao considerar impactos sobre renda, consumo e arrecadação, mesmo em um contexto de restrições fiscais mais rígidas.
Pela regra vigente, o salário mínimo é corrigido por dois fatores: a inflação medida pelo INPC acumulado até novembro do ano anterior e o crescimento econômico de dois anos antes. Em dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou o PIB de 2024, confirmando alta de 3,4%.
Apesar disso, o arcabouço fiscal limita o ganho real acima da inflação a um intervalo entre 0,6% e 2,5%. Com essa trava, o cálculo resultou em R$ 1.620,99, valor arredondado por lei para R$ 1.621, consolidando o reajuste de 6,79% em 2026.