São Paulo libera vacina da gripe para toda a população acima de 6 meses

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A vacinação contra a gripe foi ampliada em todo o estado de São Paulo e passa a atender toda a população acima de 6 meses de idade. A medida foi anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) e já está disponível nos 645 municípios paulistas.

A ampliação busca aumentar a cobertura vacinal e reforçar a proteção contra os vírus influenza, especialmente durante o período de maior circulação de doenças respiratórias.

Segundo a secretaria, mais de 5,6 milhões de doses já foram aplicadas no estado desde o início da campanha.

Grupos prioritários continuam sendo foco da campanha

Apesar da liberação para toda a população, a Secretaria da Saúde reforça que os grupos considerados mais vulneráveis devem procurar a vacinação o quanto antes.

Entre eles estão:

  • Idosos;
  • Crianças menores de 6 anos;
  • Gestantes;
  • Puérperas;
  • Pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

Esses públicos apresentam maior risco de desenvolver complicações graves relacionadas à gripe.

Vacina ajuda a reduzir internações

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a ampliação da campanha tem como objetivo reduzir casos graves da doença, internações e a pressão sobre os serviços de saúde durante o inverno.

A imunização é considerada a principal forma de prevenção contra a influenza e suas complicações.

Como se proteger dos vírus respiratórios

Além da vacinação, a orientação é manter medidas simples de prevenção, como:

  • Higienizar frequentemente as mãos;
  • Manter os ambientes ventilados;
  • Beber bastante água;
  • Adotar alimentação equilibrada;
  • Evitar acúmulo de poeira e mofo nos ambientes;
  • Manter hábitos saudáveis que fortaleçam a imunidade.

Portal tira dúvidas sobre vacinação

Para combater a desinformação, o Governo de São Paulo disponibiliza o portal “Vacina 100 Dúvidas”, que reúne respostas para perguntas frequentes sobre vacinas, efeitos colaterais, eficácia dos imunizantes e doenças preveníveis.

A plataforma também orienta a população sobre a importância da vacinação e os riscos da baixa cobertura vacinal.

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Foto: Beatriz Lucato/PMB

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Estupros sobem 13% em São Paulo e passam de 1,3 mil casos em abril

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O estado de São Paulo registrou aumento nos casos de estupro, agressões contra mulheres e descumprimento de medidas protetivas durante o mês de abril. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) e apontam crescimento em diversos indicadores de violência.

Segundo o levantamento, foram registrados 1.328 casos de estupro no estado em abril deste ano. O número representa alta de 13% em relação ao mesmo período de 2025, quando houve 1.174 ocorrências.

Os dados também mostram avanço nos registros de violência doméstica e agressões físicas contra mulheres.

Agressões contra mulheres cresceram 24%

Os casos de lesão corporal dolosa contra mulheres chegaram a 6.508 registros em abril.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 24%, o equivalente a 1.268 ocorrências a mais.

Outro indicador que apresentou crescimento significativo foi o descumprimento de medidas protetivas de urgência.

Segundo a SSP, foram contabilizados 2.345 registros em abril deste ano, ante 1.899 no mesmo período de 2025, uma alta de 23,5%.

Feminicídios permanecem estáveis

Os casos de feminicídio apresentaram estabilidade no estado.

Em abril, 20 mulheres foram vítimas do crime, contra 21 no mesmo mês do ano passado.

Apesar disso, as tentativas de homicídio contra mulheres aumentaram de 97 para 120 casos, crescimento de 23,7% na comparação anual.

Homicídios também registraram aumento

Os homicídios dolosos, quando há intenção de matar, passaram de 197 para 202 ocorrências em abril.

O número de vítimas subiu de 204 para 210 no mesmo período.

Os dados fazem parte das estatísticas criminais divulgadas mensalmente pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e servem de base para o monitoramento dos índices de violência no estado.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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Tarcísio destaca parceria com prefeituras em congresso que reúne gestores em SP

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O Governo de São Paulo marcou presença no 68º Congresso Estadual de Municípios, realizado entre os dias 6 e 8 de abril no Distrito Anhembi, na capital paulista. O evento reúne centenas de gestores públicos e reforça a articulação entre Estado e prefeituras para ampliar políticas públicas e melhorar serviços à população.

Considerado um dos principais encontros municipalistas do país, o congresso reúne prefeitos, vereadores e especialistas para discutir soluções práticas em áreas estratégicas como educação, infraestrutura, inovação e desenvolvimento social.

Durante participação no evento, o governador Tarcísio de Freitas destacou a necessidade de integração entre Estado e municípios para garantir resultados concretos. Segundo ele, a gestão busca ampliar entregas e fortalecer a conexão com a população por meio de ações conjuntas.

Ao longo da programação, representantes do governo estadual participaram de painéis sobre temas centrais da administração pública, como financiamento da educação básica, inclusão escolar, saneamento, regularização fundiária e mobilidade urbana.

O debate também incluiu desafios fiscais enfrentados pelas prefeituras, com foco na manutenção do equilíbrio orçamentário e na continuidade de serviços essenciais nas áreas de saúde, educação e assistência social.

Além das discussões, o evento apresentou soluções tecnológicas voltadas à modernização da gestão municipal. Entre os destaques está a plataforma Cidades SP.GOV.BR, que integra serviços públicos e permite acompanhamento em tempo real de demandas como iluminação, zeladoria e manutenção urbana.

A ferramenta, desenvolvida pela Prodesp, busca facilitar o acesso da população aos serviços e apoiar municípios, especialmente os de menor porte, na digitalização da gestão.

Com a troca de experiências e apresentação de novas soluções, o congresso reforça o papel da cooperação entre diferentes níveis de governo para melhorar a eficiência da administração pública e ampliar o atendimento à população.

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Foto: Paulo Guereta/GESP

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Aprovação de Tarcísio cresce em SP e chega a 45%, aponta Datafolha

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A avaliação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apresentou melhora e agora é considerada ótima ou boa por 45% dos paulistas, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta semana. No levantamento anterior, realizado em abril de 2025, o índice era de 41%.

De acordo com o estudo, 31% classificam o governo como regular (eram 33% no levantamento anterior), enquanto 20% consideram a gestão ruim ou péssima, ante 22% anteriormente. Outros 4% não souberam opinar.

A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 5 de março, com 1.608 entrevistas em 71 municípios do estado de São Paulo, envolvendo pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-06798/2026 e SP-04136/2026.

Comparação com gestões anteriores

Considerando os últimos 12 anos, a avaliação positiva de Tarcísio é igual ou superior à de governadores anteriores no mesmo período de mandato, dentro da margem de erro.

Em abril de 2022, o então governador João Doria tinha 23% de avaliação ótima ou boa. Já Geraldo Alckmin registrava 36% em abril de 2018 e 41% em junho de 2014, durante seu governo anterior.

Por outro lado, o desempenho atual de Tarcísio ainda fica abaixo de avaliações registradas em mandatos anteriores no estado. Alckmin tinha 66% de ótimo ou bom em abril de 2006, enquanto José Serra alcançava 55% em março de 2010.

Diferenças entre grupos

A pesquisa também aponta diferenças relevantes na percepção da gestão entre diferentes perfis de eleitores.

A avaliação positiva é maior entre homens (49%), em comparação com 42% entre mulheres. O índice também cresce entre pessoas com 60 anos ou mais (59%), enquanto cai para 27% entre jovens de 16 a 24 anos.

Entre os menos escolarizados, a avaliação positiva chega a 54%, contra 43% entre os mais instruídos. No recorte regional, moradores do interior registram 49% de aprovação, enquanto na Região Metropolitana de São Paulo o índice é de 41%.

Entre categorias profissionais, a aprovação é mais alta entre empresários (67%), enquanto cai para 19% entre funcionários públicos.

Já a avaliação ruim ou péssima é maior entre mais instruídos (29%), pessoas com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (31%), funcionários públicos (41%) e moradores da Região Metropolitana de São Paulo (27%).

Aprovação do trabalho

Quando questionados diretamente sobre o trabalho do governador, 64% dos entrevistados disseram aprovar a gestão, ante 61% em abril de 2025. Já 30% afirmaram desaprovar, contra 33% no levantamento anterior, enquanto 6% não souberam responder.

Associação política

O levantamento também mediu como os eleitores identificam o posicionamento político de Tarcísio. Para 69% dos entrevistados, o governador é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Outros 10% afirmam que ele é aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 1% considera que ele é aliado de ambos. Já 3% dizem que ele não é aliado de nenhum dos dois, e 17% não souberam responder.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Prisões por violência doméstica crescem 31% em SP e passam de 18 mil em 2025

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A atuação das polícias Civil e Militar de São Paulo resultou na prisão de 18,5 mil agressores por violência doméstica em 2025. O número representa aumento de 31,2% em relação a 2024, quando 14,1 mil autores foram detidos no estado.

De acordo com o governo paulista, o avanço está relacionado ao reforço na fiscalização do cumprimento de decisões judiciais e à resposta mais rápida às denúncias. A estratégia busca interromper o ciclo da violência antes que os casos evoluam para situações mais graves.

Segundo o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, a integração das forças de segurança foi fortalecida com a consolidação do sistema SP Mulher, criado em 2023 para padronizar atendimentos e integrar dados.

“Em São Paulo, essa resposta ganhou novo impulso com a consolidação do SP Mulher, que fortalece a atuação conjunta das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica desde o primeiro contato pelo 190 até o registro nas Delegacias de Defesa da Mulher”, afirmou.

Entre os recursos do sistema estão as Cabines Lilás no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), além das Delegacias de Defesa da Mulher (DDM), salas DDM 24 horas e o atendimento digital por meio da DDM Online.

Dados da Secretaria da Segurança Pública indicam que ampliar os canais de denúncia é considerado essencial. Em 2025, o estado registrou 270 vítimas de feminicídio. Destas, 72% não tinham feito boletim de ocorrência anteriormente e apenas 22% haviam solicitado medida protetiva.

Para enfrentar esse cenário, o governo também ampliou o monitoramento eletrônico de agressores. O uso de tornozeleiras eletrônicas em casos de violência contra a mulher foi instituído em setembro de 2023. Desde então, 712 agressores já utilizaram o equipamento, sendo 189 monitoramentos ainda ativos.

O sistema também permitiu a condução de 211 autores às delegacias por descumprimento de medidas protetivas, dos quais 120 permaneceram presos.

Outra ferramenta é o aplicativo SP Mulher Segura, que reúne atualmente 45,7 mil usuárias. A plataforma já registrou 9,6 mil acionamentos do botão do pânico, com envio imediato de policiais por meio de georreferenciamento.

No estado, a rede de atendimento especializado também foi ampliada. São Paulo passou a contar com 142 Delegacias de Defesa da Mulher e 173 Salas DDM 24 horas, o que representa crescimento de 54% na estrutura dedicada ao atendimento de vítimas.

No âmbito da Polícia Militar, a Cabine Lilás permite que mulheres que ligam para o 190 sejam atendidas por policiais femininas capacitadas para prestar acolhimento e orientação imediata.

“As mulheres que recebem orientação pela Cabine Lilás acabam registrando o boletim de ocorrência. Esse é o primeiro passo para interromper o ciclo da violência”, explicou o coordenador operacional da PM, coronel Carlos Henrique Lucena.

Além das ações de segurança pública, o estado também oferece suporte social às vítimas. O programa estadual de Auxílio-Aluguel para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica atendeu 5.247 mulheres entre março de 2025 e fevereiro de 2026, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social.

Atualmente, 585 municípios paulistas já aderiram ao benefício, que busca oferecer proteção e condições para que vítimas possam se afastar de situações de risco.

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Pedidos de medida protetiva crescem 17,5% em SP e passam de 118 mil em 2025

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O estado de São Paulo registrou 118,6 mil pedidos de medidas protetivas de urgência em 2025, número que representa um aumento de 17,5% em relação a 2024. Os dados refletem a ampliação da rede de proteção às mulheres vítimas de violência e a expansão de canais para solicitação desse tipo de medida prevista na Lei Maria da Penha.

As medidas protetivas podem ser solicitadas pela própria vítima sem a necessidade de advogado. O pedido pode ser feito em delegacias físicas, na Delegacia Eletrônica, por meio da Defensoria Pública ou do Ministério Público. O estado também disponibiliza o aplicativo SP Mulher Segura, que permite o registro digital da solicitação.

A concessão das medidas é analisada pelo Poder Judiciário. Caso o pedido seja negado ou a decisão judicial seja descumprida, a orientação é que a vítima procure a Defensoria Pública para recorrer ou comunicar a violação.

Entre as determinações possíveis estão o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima e familiares e a suspensão do porte de armas. Normalmente, a Justiça estabelece uma distância mínima de 200 a 300 metros entre agressor e vítima.

Monitoramento com tornozeleira

São Paulo foi um dos primeiros estados do país a utilizar tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores que possuem medidas protetivas. Atualmente, cerca de 391 pessoas são monitoradas, sendo 207 por violência doméstica.

Desde a implantação do sistema, em setembro de 2023, 120 homens foram presos após descumprirem decisões judiciais e tentarem se aproximar das vítimas.

O estado possui 1.250 tornozeleiras destinadas a casos de violência doméstica, com monitoramento contínuo. Quando há violação da área determinada pela Justiça, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) é acionado automaticamente, envia viaturas ao local e faz contato com a vítima.

Aplicativo e botão do pânico

Outra ferramenta da rede de proteção é o SP Mulher Segura, aplicativo que atualmente conta com 45,7 mil usuárias. Entre as funcionalidades está o botão do pânico, disponível para mulheres que já possuem medida protetiva.

Quando acionado, o sistema envia a localização da vítima para as forças de segurança por georreferenciamento. Até agora, foram registrados 9,6 mil acionamentos, com envio imediato de equipes policiais.

O aplicativo também cruza a localização da vítima com a do agressor monitorado por tornozeleira. Caso haja aproximação considerada de risco, um alerta é enviado automaticamente às autoridades.

Delegacias especializadas crescem

A rede de atendimento também foi ampliada. Desde 2023, o número de unidades especializadas cresceu 54%, chegando a 142 Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) e 170 salas de atendimento especializado distribuídas pelo estado.

Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, as ações de enfrentamento à violência contra a mulher também resultaram em mais prisões de agressores. Em 2025, foram registradas 14,2 mil detenções realizadas por DDMs, aumento de 30,2% em comparação com 2024, quando ocorreram 10,9 mil prisões.

A ampliação das estruturas e dos mecanismos de proteção ocorre no contexto das ações do governo estadual voltadas ao enfrentamento da violência doméstica, reforçadas especialmente durante o mês dedicado à conscientização sobre os direitos das mulheres.

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Foto: Reprodução/SSP-SP

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IPVA 2026: veja como pagar o imposto no estado de São Paulo

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A partir da próxima segunda-feira (12) começa o prazo para os proprietários de veículos de São Paulo pagarem o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026.

O cálculo do valor do imposto é feito sobre o valor venal do veículo, que é alterado de acordo com a tabela Fipe, mas a alíquota continua a mesma: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado;  1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras.

O IPVA 2026 pode ser pago nas agências bancárias credenciadas, nos caixas de autoatendimento, casas lotéricas ou diretamente pelo Internet Banking e aplicativos bancários utilizando apenas o número do Renavam do veículo.

O proprietário pode optar por pagar o imposto à vista, com desconto de 3%, ou parcelado em até cinco vezes (de janeiro a maio), de acordo com o valor do imposto devido.

No estado de São Paulo é possível pagar também usando o Pix ou usando o cartão de crédito. Para realizar o pagamento por Pix, o proprietário do veículo deve acessar o sistema da Sefaz-SP, selecionar o débito a pagar e emitir o QR Code, que deve ser efetuado em no máximo 15 minutos. Após esse prazo é necessário gerar um novo código.

No caso da opção por cartão de crédito, o proprietário pode optar por quitar à vista ou parcelado em até 5 vezes nos bancos e casas lotéricas. Há também a opção de dividir o imposto em mais parcelas utilizando as instituições financeiras cadastradas pela Sefaz-SP. No site da Secretaria há uma lista atualizada das empresas. Essas instituições oferecem condições de parcelamento diferenciadas, mas cobram juros. É necessário que o contribuinte entre em contato diretamente com a instituição e verifique as melhores taxas e prazos de pagamento. Ao Estado de São Paulo é repassado apenas o valor exato do débito do IPVA.

O que faço se perder o prazo?

Quem não efetuou o pagamento do IPVa em janeiro pode ainda fazê-lo em fevereiro, nas mesmas datas estipuladas pelo calendário. Neste caso, porém, o pagamento deve ser feito em parcela única, sem o desconto de 3%.

Atraso no pagamento

O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.

Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar a Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto. 

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Fonte/foto: GESP

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SP formaliza concessão das loterias e projeta bilhões em arrecadação para o Estado

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O Governo de São Paulo formalizou a assinatura do contrato de concessão das Loterias Paulistas com o consórcio SP Loterias. O documento foi publicado no Diário Oficial nesta segunda-feira (5) e inaugura uma nova fase de arrecadação destinada ao financiamento de políticas públicas, com impacto imediato na saúde.

Com a assinatura, por meio da Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado, o Estado receberá mais de R$ 560 milhões em outorga fixa do leilão. Os recursos serão aplicados, já no início do contrato, na construção de dois hospitais estaduais nos municípios de Birigui e Itapetininga. Ao longo dos 15 anos de vigência, a concessão ainda deve gerar cerca de R$ 3,4 bilhões em outorga variável.

“Além do impacto imediato com a construção dos novos hospitais, essa concessão cria uma fonte estável e contínua de receitas para o Estado, ampliando a capacidade de investimento em políticas públicas estruturantes”, afirmou Edgard Benozatti, diretor-presidente da Companhia Paulista de Parcerias.

Pelo contrato, a operação das loterias estaduais ficará a cargo da concessionária, com atuação em canais físicos e digitais. O plano inicial prevê a implantação de 31 unidades lotéricas exclusivas e a abertura de até 11 mil pontos de venda em todo o território paulista.

A concessão autoriza a exploração de modalidades como prognósticos numéricos, passivas e esportivas, além de loterias instantâneas — como as tradicionais “raspadinhas”. Ficam de fora as apostas de quota fixa, conhecidas como “bets”.

O edital também estabelece regras rigorosas de proteção a menores, incluindo o bloqueio de acesso de crianças e adolescentes aos jogos e a exigência de distância mínima de 300 metros entre pontos de venda e creches ou escolas de ensino básico e fundamental.

A SP Loterias havia ficado em segundo lugar no leilão realizado em novembro de 2024, mas assumiu o contrato após a desclassificação do consórcio Aposta Vencedora, que não cumpriu requisitos obrigatórios, como o pagamento da outorga fixa.

A iniciativa integra o Programa de Parcerias de Investimentos, que reúne projetos nas áreas de rodovias, mobilidade, social e água/energia, com uma carteira superior a R$ 550 bilhões em investimentos privados previstos para o Estado.

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Governo de SP e Justiça firmam acordo para acelerar destinação de bens apreendidos do crime organizado

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O Governo de São Paulo e o Tribunal de Justiça do Estado firmaram um Termo de Cooperação para padronizar e dar mais agilidade à destinação de bens, direitos e valores apreendidos em processos de lavagem ou ocultação de dinheiro no âmbito da Justiça estadual. O acordo cria um fluxo integrado entre o Judiciário e as forças de segurança para reforçar a recuperação de ativos ligados ao crime organizado.

A iniciativa envolve o Governo de São Paulo, por meio da Secretaria da Segurança Pública (SSP), e o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O termo regulamenta, em nível institucional, a aplicação do artigo 7º da Lei Federal nº 9.613 e do Decreto Estadual nº 68.926/2024, garantindo maior segurança jurídica para magistrados na destinação dos valores apreendidos.

Segundo a SSP, o acordo permitirá o intercâmbio de dados e a redução de entraves burocráticos, acelerando procedimentos como leilões, transferências e a incorporação de bens constritos ao patrimônio do Estado. Pelo termo, o Tribunal de Justiça passará a compartilhar informações técnicas e dados processuais estruturados com a Secretaria sempre que necessário para a identificação, apreensão, administração e destinação dos ativos, respeitando os casos de sigilo.

Também caberá ao Judiciário orientar magistrados e difundir institucionalmente os procedimentos previstos no decreto estadual, assegurando que os valores recuperados sejam destinados ao Fundo de Incentivo à Segurança Pública (Fisp). Em contrapartida, a SSP se compromete a fornecer dados estatísticos ao Judiciário, capacitar policiais para qualificar pedidos de bloqueio e perdimento de bens e estruturar rotinas de investigação voltadas à asfixia financeira das organizações criminosas.

O acordo prevê ainda a atuação do Comitê de Recuperação de Ativos do Estado de São Paulo e do Núcleo de Recuperação de Ativos da Polícia Civil no acompanhamento de leilões judiciais e na fiscalização da regularidade dos procedimentos de alienação antecipada. Para garantir transparência e controle, o termo estabelece auditoria permanente dos valores destinados ao Fisp, fiscalização interna da SSP e acompanhamento pelo Tribunal de Contas do Estado, além da apresentação de relatórios anuais detalhando a aplicação dos recursos em políticas públicas de segurança.

Com vigência de 60 meses, a cooperação busca fortalecer a atuação institucional, padronizar a gestão dos ativos apreendidos e ampliar a efetividade da persecução penal, revertendo recursos ilícitos em benefícios diretos à população paulista.

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Sabesp aplica reajuste e tarifa de água e esgoto fica mais cara em 371 cidades

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A nova tarifa de água e esgoto cobrada nas cidades atendidas pela Sabesp passou a valer desde quinta-feira (1º). O reajuste considera a reposição da inflação acumulada no período e não representa aumento real no valor pago pelos consumidores, segundo o modelo regulatório atualmente em vigor.

De acordo com as informações divulgadas, a revisão tarifária leva em conta apenas a variação inflacionária registrada entre julho de 2024 e outubro de 2025, sem acréscimos acima desse índice. Na prática, a atualização tem como objetivo manter o equilíbrio econômico-financeiro do serviço de abastecimento de água e coleta de esgoto, sem elevar o custo real para a população.

A revisão foi aprovada pela Arsesp, responsável pela regulação dos serviços públicos no estado. Com a decisão, a tarifa residencial passa, em 2026, para R$ 6,40 por metro cúbico em 371 municípios atendidos pela companhia.

Segundo dados apresentados no processo regulatório, o valor atualmente em vigor é inferior ao que seria aplicado caso o modelo anterior tivesse sido mantido. Pelas projeções consideradas, a tarifa residencial poderia chegar a R$ 7,36 por metro cúbico em 2026, o que representa uma diferença de cerca de 15% em relação ao valor efetivamente praticado.

A atualização ocorre em um momento de ampliação dos investimentos em saneamento básico nas regiões atendidas pela concessionária. Desde julho de 2024, foram aplicados aproximadamente R$ 15 bilhões em obras e melhorias na infraestrutura, com foco na expansão do acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário. Apenas entre janeiro e setembro de 2025, os investimentos somaram R$ 10,4 bilhões, volume superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.

O modelo regulatório estabelece que eventuais ajustes tarifários estejam vinculados exclusivamente à inflação e a investimentos efetivamente realizados e auditados, sem repasse automático de novos aportes para a conta do consumidor. A meta é garantir a continuidade dos serviços e a ampliação da cobertura de saneamento, mantendo previsibilidade e estabilidade nos valores cobrados à população.

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