Você já percebeu que algumas pessoas escrevem o sete cortado? Escrevem normalmente o numeral 7, mas depois dão um traço no meio dele. Pois é, há várias versões. A mais sensata é que no processo de alfabetização corta-se o 7 para diferenciá-lo do número 1 e evitar confusão visual na escrita manual. Isso é muito importante no ambiente de aprendizado, sobretudo escolar.
Mas, vamos tratar isso com imaginação e um pouco mais de bom humor. Reza a lenda que o verdadeiro motivo é outro. Dizem que, quando o profeta Moisés foi ler a tábua dos 10 mandamentos, ele reuniu o povo e disse:
– “Pessoal, é o seguinte: para disciplinar a conduta das pessoas na sociedade vamos ter que estabelecer algumas regrinhas básicas de conduta e comportamento; isso para manter uma melhor organização, ok? Então, anotem aí:”
Bem, todas as pessoas que desejavam uma sociedade melhor, mais justa e igualitária gostaram da ideia. Mas, os críticos de plantão já discordaram logo de cara e disseram.
– “Pera lá… Vamos ver se a gente vai concordar ou não”.
Com o pessoal reunido, Moisés começou a dizer.
– “1º mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas”.
Todos concordaram e Moisés continuou:
– “2º mandamento: não chamar o nome de Deus em vão”.
Todos concordaram e Moisés continuou:
– “3º mandamento: honra teu pai e tua mãe para que se prolonguem os seus dias na terra”.
Ótimo! Concordância unânime.
E depois Moisés leu o 4º, 5º e 6º, sem contestações.
Mas, quando chegou no sétimo, disse o profeta:
– “sétimo: não desejarás a mulher do próximo”
Então os homens disseram.
– “Opa! Esse corta”.
Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.
Uma comunicação eficiente é tão estratégica quanto planejamento financeiro ou inovação. Ela sustenta a cultura organizacional, garante produtividade e fortalece reputação. Quando falha, porém, os prejuízos são gigantescos.
Um estudo da Holmes Report mostrou que empresas com comunicação eficaz registram 47% mais retorno aos acionistas. Já a Gartner estima que falhas de comunicação podem custar até US$ 62,4 milhões por ano em grandes organizações. A McKinsey reforça: companhias que priorizam clareza interna aumentam a produtividade em 20 a 25%.
Ou seja, comunicar bem não é detalhe. É sobrevivência.
Sintomas mais comuns da comunicação ruim
Esses sinais surgem de forma sutil, mas corroem resultados com o tempo:
Falta de clareza – Metas vagas levam à execução confusa. Exemplo: equipes que não sabem qual é a prioridade do trimestre e trabalham em direções opostas.
Ruídos constantes – Informações distorcidas geram retrabalho. Exemplo: marketing e vendas divulgam números diferentes para clientes.
Inconsistência – Cada gestor passa uma versão distinta da mesma decisão. Resultado: colaboradores não confiam no que ouvem.
Atraso de informações – Decisões chegam tarde e os prazos estouram.
Excesso de jargões – Linguagem técnica demais distancia em vez de engajar. Exemplo: propostas comerciais que soam como manuais de engenharia.
Falta de escuta ativa – Quando colaboradores não se sentem ouvidos, surgem desmotivação e alta rotatividade.
Retrabalho frequente – Instruções mal compreendidas geram erros repetidos.
Conflitos desnecessários – Mal-entendidos se transformam em atritos pessoais.
Baixa adesão da equipe – Pouca participação em projetos indica falha na forma como mensagens são transmitidas.
Perda de credibilidade – Contradições ou omissões corroem a confiança na liderança.
Se sua empresa apresenta três ou mais desses sinais, o problema não é apenas operacional: é estratégico.
Como corrigir e transformar a comunicação em ativo de crescimento
Objetividade: líderes precisam ser claros sobre metas, responsabilidades e prazos.
Canais oficiais: centralizar informações evita boatos e ruídos.
Alinhamento prévio: garantir que todos os gestores transmitam a mesma mensagem aumenta confiança.
Pontualidade: comunicar no tempo certo mantém equipes produtivas.
Linguagem acessível: adaptar o discurso ao público interno e externo gera inclusão.
Escuta ativa: ouvir e validar contribuições fortalece engajamento.
Feedback constante: checar entendimento reduz erros e retrabalho.
Cultura de diálogo: incentivar conversas abertas previne conflitos.
Explicitar o propósito: quando o time entende o “porquê”, o engajamento é natural.
Transparência: discurso e prática precisam caminhar juntos.
O elo entre comunicação e reputação
É aqui que entra a assessoria de imprensa como aliada estratégica. Muitas crises de imagem que explodem externamente começam, na verdade, com falhas de comunicação interna.
Ter profissionais preparados garante que:
o discurso institucional seja coerente;
porta-vozes estejam prontos para lidar com mídia;
mensagens da marca cheguem com clareza e consistência;
reputação seja protegida e fortalecida em momentos de pressão.
A comunicação não é apenas uma tarefa operacional. Ela é uma ferramenta de gestão, liderança e diferenciação competitiva. Empresas que negligenciam esse ativo pagam caro em produtividade, clima organizacional e credibilidade. Já aquelas que tratam comunicação como estratégia colhem equipes mais engajadas, clientes mais fiéis e uma marca mais respeitada no mercado.
A verdade é simples e provocativa: não é o melhor produto que vence, mas o que sabe comunicar melhor o seu valor.
Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.
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Já pensou em tratar lesões em tendões, articulações e músculos com substâncias retiradas do próprio corpo? Essa é a proposta da Ortopedia Regenerativa, uma área que vem ganhando espaço principalmente entre atletas e pessoas com dores crônicas.
O tema desperta interesse, mas também levanta dúvidas e expectativas muitas vezes irreais. Afinal, o que realmente funciona quando falamos em ortobiológicos?
O que são ortobiológicos
Ortobiológicos são substâncias biológicas extraídas do próprio paciente, aplicadas para estimular e acelerar a cicatrização de tecidos lesionados. Entre os principais estão:
PRP (Plasma Rico em Plaquetas): concentrado obtido do sangue, rico em fatores de crescimento.
Células mesenquimais: células com grande capacidade de regeneração, geralmente coletadas da medula óssea ou do tecido adiposo.
Mitos e verdades
1. É uma solução para qualquer problema ortopédico – MITO Os ortobiológicos têm indicações específicas. Mostram bons resultados em:
Lesões tendíneas crônicas (ombro, cotovelo e tornozelo)
Alívio da dor em casos leves a moderados de artrose no joelho e no quadril
Tratamento adjuvante na osteonecrose da cabeça femoral Não substituem cirurgias em casos avançados, como rupturas completas de tendão ou artrose grave.
2. O efeito é imediato – MITO Diferente de infiltrações com corticoide, que agem rápido, os ortobiológicos estimulam a cicatrização natural do corpo. A melhora começa a ser percebida após algumas semanas e pode evoluir por meses.
3. É um procedimento perigoso e experimental – MITO Como utilizam substâncias autólogas (do próprio paciente), o risco de reação alérgica é mínimo. O procedimento é feito em ambiente ambulatorial, com técnicas assépticas rigorosas. Embora seja uma área em constante pesquisa, diversos protocolos já são reconhecidos internacionalmente. No Brasil, a aplicação ainda está restrita a protocolos de pesquisa por questões regulatórias.
4. Substitui a fisioterapia – MITO A fisioterapia continua sendo indispensável. Os ortobiológicos favorecem a regeneração, mas é a reabilitação que fortalece os tecidos e restaura a função plena, prevenindo novas lesões.
Avaliação individual é fundamental
A decisão pelo uso de ortobiológicos deve ser feita junto a um ortopedista especialista, que avaliará exames de imagem, histórico clínico e as características de cada paciente. Embora não sejam uma solução universal, os tratamentos regenerativos representam um avanço importante na ortopedia e oferecem novas possibilidades para quem busca alternativas menos invasivas e com potencial de recuperação funcional.
Dr. Guilherme Falótico – Ortopedista especialista em cirurgia do quadril (CRM 128925). Formado e professor adjunto na Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, é mestre e doutor em Ciências, com Fellowship no Rothman Institute (EUA), onde se especializou em via anterior do quadril e infecções em artroplastias. Certificado em cirurgia robótica (Robô Mako) e membro da SBOT e SBQ, é reconhecido pela atuação de excelência aliada à ciência e à inovação na ortopedia.
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A teoria da janela quebrada foi apresentada em 1982 nos Estados Unidos e estabelece uma relação de causalidade entre a desordem e a criminalidade. Os autores James Wilson e George Kelling demonstraram que, em uma casa desprotegida, se alguém arremessa uma pedra e quebra os vidros de uma janela e eles não são repostos imediatamente, aquela casa passa a ser considerada abandonada e será vandalizada. Mais ainda, os estudos mostraram que não existe uma grande diferença referente a vandalismo em bairros pobres e bairros ricos. Um carro abandonado em um bairro rico com uma janela quebrada também foi depenado rapidamente.
Em resumo a teoria procura provar que a população tende a respeitar o que está bem cuidado e que funciona. No entanto se algo está abandonado, sujo, sem alguém tomando conta, o bem imóvel, seja privado ou público, não é respeitado e pequenos delitos começam a ser cometidos: vandalismo, invasões, aglomeração de usuários de drogas. Porém, os delinquentes geralmente, começam pelos pequenos delitos e, sentindo que há impunidade, podem ir avançando para delitos mais graves.
Uso dessa teoria para uma reflexão: como está a “janela quebrada” em seu bairro, em sua cidade? Sendo mais específico, como são cuidadas as escolas municipais?
Cientistas políticos e sociais, são unanimes em afirmar que a educação escolar é a base de tudo. Sem um povo minimamente escolarizado nada dará certo: a mão de obra não será qualificada, não haverá o hábito de leitura, haverá maior agressividade, menor interesse em um aprendizado constante. Então, pergunto: estamos cuidando bem de nossas “janelas escolares”?
Atenção! Apesar da prioridade pelo cuidado e manutenção do equipamento público ser do governo municipal, a fiscalização deveria ser de todos os usuários. Lembre-se que qualquer equipamento público é construído e mantido com o dinheiro de impostos, portanto pertence à comunidade e também cabe a ela preservar.
Cansamos de ver na internet como são organizadas as escolas desde o básico, nos países mais desenvolvidos. As crianças antes de aprenderem as matérias tradicionais, aprendem a ter respeito! Respeito pelos funcionários, pelos professores, pelos seus colegas, pela escola. E aprendem, não com teoria de qualquer gênero, mas praticando. Aos alunos cabe a limpeza da escola, da sala de aula, dos banheiros, de manter a ordem. A alimentação é comum para todos: alunos, professores e funcionários, aprende-se que não pode haver diferenças. Os alunos mais antigos recepcionam os mais novos, mostrando como funciona a escola.
Em uma palavra a escola pertence a eles e cabe a eles cuidarem da escola. Quanta diferença para nós! Veja como está o chão no entorno de qualquer escola de seu bairro. Bem limpo ou cheio de restos de embalagens de comida e de refrigerantes? O que os pais dos alunos conhecem da escola? Os banheiros são higienizados, limpos, torneiras funcionando, toalhas de papel, lixeiras adequadas? Pais e responsáveis devem participar de reuniões que ocorrem durante o ano letivo.
A responsabilidade também é da comunidade. Inclusive no Brasil há vários exemplos de escolas públicas que foram assumidas pela comunidade, em bairros pobres e violentos. Com diálogo, disciplina e respeitando a dignidade dos alunos, a situação caótica mudou e eles responderam positivamente. Se não agimos com dignidade, respeito, educação e disciplina com uma criança, teremos a grande chance de ter um adolescente revoltado, alienado e agressivo.
Aproveite seu dia.
Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.
Com o objetivo de avançar no aprimoramento do arcabouço constitucional sobre segurança pública, foi instalada uma Comissão Especial na Câmara dos Deputados para análise da Proposta de Emenda Constitucional nº 18 de 2025 que visa fortalecer o papel da União na formulação de normas gerais em segurança pública.
Principais objetivos da Comissão:
Aprimorar a adequação institucional — debater a alteração constitucional para atribuir expressamente à União competência para estabelecer normas gerais sobre segurança pública, preenchendo uma omissão histórica desde 1988.
Garantir participação ampla — envolver parlamentares de diversos partidos e estados, entidades do setor, sociedade civil e especialistas, por meio de audiências públicas, seminários e sessões técnicas.
Promover análise técnica e legislativa — avaliar o impacto federativo da PEC, com fundamentação jurídica sólida; discutir efeitos financeiros, possibilidade de integração ao Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e sinergias com outras políticas sociais.
Constitucionalização dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública de forma a proporcionar repasses aos entes federativos sem qualquer tipo de contingenciamento irrigando todo o sistema de segurança pública para que ente possa desenvolver políticas públicas em conformidade com o plano nacional de segurança pública respeitando as peculiaridades de cada região.
Relevância da PEC para a segurança pública:
A Constituição Federal de 1988 não atribuiu à União competência expressa para legislar sobre segurança pública, criando lacunas normativas e dificultando a uniformização das diretrizes no SUSP.
A PEC busca corrigir essa ausência, alinhando a regra ao que já ocorre em áreas como educação, saúde e previdência social, em que a União atua definindo normas gerais.
A adequação visa permitir uma coordenação normativa eficiente, promover soluções baseadas em evidência, garantir padrões mínimos e fortalecer a governança compartilhada entre os entes federativos.
Abertura dos trabalhos
Foi designada presidência e relatoria à Comissão, e já estão previstos prazos para apresentação de emendas, realização de audiências públicas e elaboração do relatório final. A expectativa é de que o texto aprovado seja votado em plenário até o final do semestre legislativo.
Continuidade do processo
Importante ressaltar que a tramitação da PEC na Comissão Especial é apenas a primeira etapa. Após aprovação — com possível substitutivo — o texto seguirá para votação em dois turnos no plenário da Câmara. Em seguida, passará pelo Senado, conforme previsto no Regimento Interno e na Constituição Federal. Vale destacar que dos 33 deputados titulares que compõem a comissão especial, 13 deputados são oriundos das forças de segurança, ou seja, em tese temos uma comissão com muitos membros que entendem do assunto.
Segurança Pública Básica – o papel das câmaras municipais na elaboração da legislação no âmbito da segurança pública
Diante da Proposta de Emenda Constitucional nº 18 de 2025 de autoria do Governo Federal, o Brasil tem a oportunidade de discutir de forma ampla e aprofundada o nosso atual sistema constitucional de segurança pública. Com esse debate temos a oportunidade de trazer a tona o papel das Câmaras Municipais na elaboração da legislação local no âmbito da segurança pública, o que irá exigir uma melhor preparação dos parlamentares municipais e um maior comprometimento com a segurança do cidadão e com as demandas locais que são de competência do ente federado municipal, até hoje muitas vezes ignoradas pelos Nobres Edis.
O SUSP – Sistema Único de Segurança Pública foi criado em 2018 com o advento da Lei Federal 13.675 e regulamentou o parágrafo 7° do artigo 144 da CF disciplinando o funcionando dos órgãos de segurança pública, e para que o sistema funcione corretamente cada ente federado precisa cumprir com seu papel constitucional, e uma grande dúvida e motivo de muitas controvérsias é: QUAL O PAPEL DOS MUNICÍPIOS NA SEGURANÇA PÚBLICA?
De acordo com artigos 5º e 6° da Constituição Federal a SEGURANÇA é um direito fundamental individual e social do povo, já no artigo 30 da Constituição Federal, o constituinte originário elencou as diversas competências dos municípios e dentre elas cito algumas “legislar sobre assuntos de interesse local; organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local; promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local”, no capítulo da segurança pública artigo 144 Caput, o legislador deixou claro que a SEGURANÇA PÚBLICA é dever do Estado enquanto ente federado, ou seja, União, Estados, Distrito Federal e Municípios, cada um dentro da sua competência constitucional.
Em fevereiro de 2025 no julgamento do RE 608.588 com repercussão geral (Tema 656) o Supremo Tribunal Federal – STF decidiu que os municípios têm competência para legislar sobre guardas municipais e que estas podem atuar em ações de segurança urbana, incluindo o policiamento preventivo e ostensivo. Essa decisão visa garantir que as guardas municipais possam exercer funções de segurança, dentro dos limites legais e sem se sobrepor às funções específicas da Polícia Militar e da Polícia Civil.
A decisão do STF reforça a autonomia dos municípios em legislar sobre as guardas municipais, permitindo que eles definam as atribuições e o âmbito de atuação dessas corporações.
As guardas municipais podem atuar em ações de segurança pública, como o policiamento preventivo, comunitário e ostensivo, contribuindo para a segurança nas cidades.
A atuação das guardas municipais deve ser exercida dentro dos limites legais e sem usurpar as atribuições da Polícia Militar e da Polícia Civil, como as atividades de investigação criminal.
A decisão do STF tem repercussão geral, o que significa que ela deve ser seguida por todas as instâncias da justiça em casos semelhantes, estabelecendo um entendimento uniforme sobre o tema.
A decisão do STF é um marco importante para as guardas municipais em todo o Brasil, permitindo que elas reforcem a segurança nas cidades e desempenhem um papel mais relevante no Sistema Único de Segurança Pública (SUSP).
Diante de todo o exposto é de fundamental importância a participação das Câmaras Municipais na elaboração de leis municipais de interesse local no âmbito da segurança pública em alinhamento com a atual legislação sobre as guardas municipais, em alinhamento com as recentes decisões da Suprema Corte e, em especial em alinhamento com os seguintes eixos temáticos:
Proteção e Defesa da Mulher – redução da violência doméstica;
Policiamento e Defesa da Comunidade Escolar;
Proteção e Defesa da Criança e Adolescente;
Proteção e Defesa da Pessoa Idosa;
Segurança viária e educação no trânsito;
Palestras Educativas;
Proteção Ambiental, Cultural e Arquitetônica;
Pacificação de Conflitos;
Política de prevenção a crimes violentos; e
Política de preservação da tranquilidade da sociedade (perturbação do sossego)
Conclusão
A Proposta de Emenda Constitucional nº 18 de 2025 conhecida como PEC da Segurança Pública, é uma excelente oportunidade para os nossos parlamentares saírem da omissão legislativa que perdura mais de 36 anos e dar uma resposta madura e responsável em prol da segurança do povo brasileiro.
Infelizmente estamos vivenciando tempos difíceis no Congresso Nacional onde alguns parlamentares estão mais preocupados em “lacrar” nas redes sociais e defender seus próprios discursos e narrativas, porém, nesse momento temos uma janela de oportunidade para mudarmos essa realidade.
A PEC da Segurança Pública tem condições para ser um verdadeiro marco na segurança pública, criando condições mínimas para uma verdadeira integração, mas não apenas entre as forças de segurança, mas em especial entre os entes federados de modo a organizar a base do Sistema Único de Segurança Pública – SUSP. Considerando o papel fundamental dos municípios na atenção primária, seja na educação, na saúde ou na segurança pública, precisamos cobrar dos parlamentares mais agilidade e responsabilidade para que os município, por meio de suas guardas municipais, possam atuar com segurança jurídica, receber os repasses do fundo nacional de segurança pública e de forma coordenada e organizada prestar diretamente serviços de segurança pública de interesse local garantindo o direito social do cidadão à segurança, conforme já preconiza nossa Carta Magna, porém, devido a falta de entendimento correto e da leitura rasa de alguns especialistas, se faz necessário essa atualização da Constituição Federal para que não haja dúvidas sobre o papel de cada ente federado no sistema de segurança pública.
Reinaldo Monteiro, GCM de Barueri-SP, Presidente da AGM BRASIL, Bacharel em Direito com especialização em Direito Constitucional e Administrativo, Consultor em Segurança Pública, Palestrante e ex-Diretor da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.
Ontem eu vim trabalhar de ônibus, ouvindo a conversa de três senhorinhas. Uma disse:
“Gente, estou ficando esquecida demais. Eu acabo de sair do quarto e volto para buscar alguma coisa, mas eu sempre me esqueço o que eu tinha ido buscar”. A segunda comentou:
“Eu pego o telefone para ligar urgente para uma pessoa, começo a procurar o nome da pessoa na agenda e daí me esqueço para quem eu tinha que ligar; e se eu ligo, esqueço o que eu tinha que falar. Isso porque era urgente”. As três sorriram e a terceira disse:
“Eu pego o copo d´água para tomar o remédio de pressão, mas logo me desconcentro e me vejo ali segurando o copo d’água tentando me lembrar se eu ia tomar o remédio ou se já tinha tomado”.
Ouvindo a conversa delas, fiquei pensando nesse negócio de problema com a memória recente. Deus me livre. Ainda bem que não sofro disso. Mesmo assim fui buscar um esclarecimento com o meu médico, Dr. Google.
Se você sofre com a falta de memória recente, não se preocupe, isso é normal. “Problemas na memória recente podem surgir em diferentes idades, sendo comum a partir dos 30 anos, devido a processos naturais de envelhecimento”. Depois de ler aquilo fiquei mais aliviado, afinal todos nós depois dos 18 anos temos muita informação na cabeça, excesso de notícias desnecessárias e um volume exagerado de conteúdo das redes sociais que só servem para ocupar um cantinho a mais em nossa memória e travar o nosso HD. Isso, sem falar nos e-mails, sms, whatsapp, ligações de telemarketing e nas preocupações com as contas a pagar e os compromissos pra cumprir. Eu estou bem, não sofro disso.
Entrei no trabalho e fiquei na dúvida se tinha trancado o carro. Corri até o estacionamento para ter certeza que havia acionado o alarme. Cheguei no pátio e não vi o carro. Que sensação ruim, deu suadeira, tontura, falta de ar e coceira pelo corpo com medo só de pensar na hipótese de terem roubado o meu carro comprado em suaves 72 prestações e sem seguro. Daí, graças a Deus, eu me lembrei que tinha ido trabalhar de ônibus. Lembrei. Ainda bem que a minha memória é muito boa.
E você? Sua memória ainda é boa? Comenta aqui pra gente o que você já esqueceu.
O consumidor nunca esteve tão exposto a estímulos digitais. Cada notificação, vídeo ou meme disputa atenção em segundos. Pesquisas mostram que a média de atenção caiu de 75 segundos em 2012 para apenas 47 segundos hoje. Esse fenômeno, chamado recessão da atenção, é um desafio para qualquer marca, especialmente pequenos negócios.
Mas há boas notícias: é possível se destacar, mesmo nesse cenário, quando se entende o jogo.
Um perfil parado é o erro mais comum. Atualizações frequentes passam confiança, mantêm a marca visível e aumentam as chances de ser lembrada na hora da compra. E cuidado: ter muitos seguidores não garante relevância. Engajamento real, conteúdo útil e consistência valem muito mais do que métricas de vaidade.
Não existe horário mágico, mas dados indicam padrões: terça a quinta-feira, entre 11h e 14h ou após às 19h, costumam gerar mais engajamento. Mais importante que o horário é manter regularidade e observar as métricas de cada rede.
Se o tempo de atenção diminuiu, o conteúdo precisa conquistar nos primeiros segundos. Algumas estratégias funcionam:
Ofereça valor: dicas rápidas, tutoriais, bastidores ou conteúdos que ajudem o cliente.
Seja breve e direto: frases curtas, listas e vídeos de até 1 minuto aumentam a retenção.
Use recursos visuais: vídeos, carrosséis e imagens bem diagramadas atraem mais que texto puro.
Estimule interação: enquetes, quizzes e caixinhas de perguntas aumentam relevância.
Humanize sua marca: mostre quem está por trás, compartilhe depoimentos e mensagens personalizadas.
Checklist rápido: publique constantemente, foque em engajamento real, teste horários, produza conteúdo visual e interativo, responda mensagens e acompanhe métricas.
Se organizar tudo isso parece desafiador, contratar um especialista pode ser decisivo. Mas lembre-se: o trabalho vai muito além de deixar o feed bonito. Envolve estratégia, planejamento, criação, testes, análise e presença digital com propósito. O profissional ideal caminha junto com você, oferecendo orientação e construção contínua de valor.
Na era da recessão da atenção, não vence quem fala mais alto, mas quem fala de forma clara, útil e humana. Para pequenos negócios, cada postagem é uma chance de permanecer na mente do cliente. Seguidores não definem sucesso: consistência, valor e relacionamento verdadeiro é o que realmente importa.
Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.
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Ultimamente, temos nos escandalizado com denúncias de violência contra crianças, especialmente pela exposição abusiva e sexualizada delas. Diversos segmentos da sociedade manifestaram indignação, e autoridades perceberam a necessidade de criar leis que aumentem a proteção à infância. Seria ideal supor que todo adulto tivesse alguma responsabilidade pela criança que estivesse ao alcance de seu campo de visão, independentemente de laços de parentesco. Talvez assim a omissão fosse banida e muitas situações de abandono, violência e negligência pudessem ser evitadas.
A percepção de uma infância consumidora e já articulada ao mundo adulto pode aumentar sua vulnerabilidade, pois retira a criança do lugar em que antes era vista como símbolo de despreocupação e brincadeiras. O lúdico representava um dos mais sagrados direitos da infância, permitindo explorar a fantasia, extrair informações do mundo exterior e preparar-se para as etapas futuras da vida.
Atualmente, é comum que crianças não tenham tempo nem espaço para brincar. Suas agendas estão superlotadas de atividades, voltadas para um preparo precoce para o futuro, com a ilusão de protegê-las da violência das ruas. No entanto, acabam privadas da experiência única de conquistar autonomia, já que seu tempo permanece subordinado a horários e atividades impostos por outras pessoas, associados a compromissos, e não por elas mesmas.
Quando lhes sobra algum tempo livre, ele é frequentemente preenchido por jogos eletrônicos e redes sociais. Nesse espaço, a criança descobre precocemente o supérfluo e o integra em sua experiência, de tal modo que passa a fazer tanta falta quanto o essencial.
Assim, consolida-se um novo conceito que tolera um silencioso processo de adultização, que rouba a infância em nome de uma responsabilidade precoce. É preciso ter cuidado com o desejo de acelerar o desenvolvimento infantil, suprimindo oportunidades de fantasiar, brincar, criar e imaginar, na ilusão de forçar o crescimento e “colocar para frente” etapas que deveriam ser vividas no tempo certo.
Dra. Vera Resende– Psicóloga clínica (CRP 06-2353), mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Com sólida trajetória acadêmica, foi professora e supervisora de estágio clínico na Unesp, ministrou aulas na pós-graduação, orientou teses, integrou grupos de pesquisa e coordenou cursos de especialização e extensão. Atuou no Instituto Sedes Sapientiae, participando de seminários e publicações na área de psicanálise da criança. Atualmente, mantém consultório próprio, oferecendo atendimentos, supervisão clínica e aperfeiçoamento para psicólogos iniciantes.
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Sempre é tempo de refletir sobre o passado e, quem sabe, projetar algumas metas para o futuro. Este pequeno artigo trata sobre isso. Sou economista de formação, teólogo de vocação, escritor por aptidão e aposentado por imposição. Evidentemente não penso mais em construir empresas ou comprar um barco ou um sítio. Depois de uma certa idade, o consumo de supérfluos já não me satisfaz. Assim minhas metas tendem a ser muito mais acadêmicas, ou se desejarem, mais filosóficas e menos mundanas. Ok, chega de introdução e vamos ao que importa.
Tenho a impressão de que a sociedade atual está perdida, sem rumo, completamente desconectada das realidades estruturais que eram ou deveriam ser a base para uma convivência ordeira, pacífica, harmoniosa, solidária, civilizada, autossustentável, entre os chamados seres humanos. Nada mais equivocado, pois sentimentos e comportamentos negativos como: ambição, poder desmedido, traições, oportunismo, manipulações, roubos, balanços maquiados, desvios de dinheiro público, são escancarados e acontecem em todo lugar deste país, de manhã, de tarde e de noite. Vivemos em uma sociedade na qual o crime é organizado, mas o governo, a polícia e justiça, aparentemente, são desorganizados. Gastaria milhões de páginas para descrever tudo que há de ruim por aqui. E pior, fora do Brasil a coisa também não vai bem. Guerras que não terminam, terrorismo, centenas de milhões de pessoas passando fome, refugiados políticos e econômicos, enchentes violentas, secas duradouras, aquecimento global. Enfim, se pudesse mudaria de planeta. Poderão pensar: você está muito pessimista. Respondo com a frase de um poeta: “todo pessimista é um chato, todo otimista é um tolo, eu me considero um realista esperançoso”. Com essa esperança realista, descrevo abaixo cinco ações que seguirei adotando, visando um mundo melhor. PRIMEIRO, serei um cidadão de boa vontade, tolerante, resiliente com tudo o que acontecer ao meu redor. Que eu seja um instrumento de paz em uma sociedade em constante discórdia. Não se combate violência com mais violência, devemos abaixar a “temperatura” de qualquer discussão. Paz, tolerância e equilíbrio sempre, jamais raiva, revolta, intranquilidade. SEGUNDO que eu olhe mais para as necessidades do outro, do que para as minhas. Sempre é possível ajudar quem necessita, seja com recursos, doações, seja disponibilizando seu tempo, ouvindo ou ensinado algo. Não quero que morra comigo toda uma experiência acumulada durante décadas. TERCEIRO, ser grato pela vida que tenho e ainda produzir algo de bom para mim e para a sociedade. Ser gentil é uma benção divina, devo retribuir todo gesto agressivo que porventura vier em minha direção, com um gesto de paz e quem sabe de ternura. Gratidão sempre gera um ambiente de harmonia aos envolvidos. A sociedade precisa de paz, compreensão, atenção, gentilezas. QUARTO, propagar a esperança em melhores dias, por mais difícil que a vida possa parecer, não devemos desanimar. Aceitar uma derrota é um sinal de sabedoria, mas devemos curar nossas feridas e seguir lutando pelos nossos valores e princípios. Desistir jamais, lembre-se que um bom discurso comove, mas um testemunho arrasta. QUINTO, ser atuante nas comunidades que frequento. Devo participar, nos meus ecossistemas, no trabalho, lazer, família, grupo de bairro, igreja, clube. Vivemos cada vez mais isolados, “conversando” via internet, mas desconectados de nossa realidade existencial. Somos seres gregários, comunitários, precisamos uns dos outros, precisamos conhecer as dificuldades de nossos colegas de trabalho, de fé, parceiros e amigos. Assim como eles precisam saber das nossas dificuldades e ansiedades. Estas práticas geram uma confiança mútua e ajudam a criar uma importante rede proteção para todos os envolvidos.
Tornar um hábito essas cinco ações, depende apenas de mim mesmo, do meu comportamento, do meu modo de encarar o mundo e são fruto do meu livre arbítrio. Talvez o mundo não fique melhor, nem a sociedade brasileira se torne mais solidária e participativa; tampouco nossos governantes se tornarão mais honestos e farão leis que privilegiem realmente o povo; a Justiça, ou parte dela, continuará “vendendo” sentenças, a (in)segurança pública não protegerá o cidadão de bem. Pode ser que nada mude ou até mude para pior, mas eu estarei melhor comigo mesmo, em paz com meu espírito, porque dentro das minhas limitações terei dado o melhor de mim, comunitariamente. Minha consciência estará tranquila, pois eu terei cumprido o meu papel de cidadão.
Celso Tracco é economista, mestre em Teologia Sistemática, escritor, consultor e palestrante (www.celsotracco.com.br). Com ampla experiência como executivo em empresas nacionais e internacionais, é especialista em marketing, vendas e comportamento humano. Atuou como professor universitário e tem três livros publicados. Em sua coluna, abordará temas como política, economia e sociedade.
Nesta semana, foi deflagrada uma megaoperação da Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal contra o crime organizado, Operação Carbono. A principal “descoberta” — se é que podemos chamar assim, já que não chega a ser surpreendente — foi justamente o grau de organização dessas atividades criminosas.
O crime organizado no Brasil teve seu início na década de 1970. Cerca de vinte anos depois, surgiu o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma facção que adotou uma estrutura com foco empresarial, consolidando-se como uma espécie de multinacional do tráfico a partir de São Paulo.
Desde então, o Estado brasileiro não atuou de forma direta, tampouco indireta, para conter o crescimento e a consolidação dessas organizações. Infelizmente, essas facções têm muito a ensinar aos governantes — que, em sua maioria, não demonstram sequer a capacidade de “tapar um buraco”.
Há quem diga que não há mais possibilidade de combater eficazmente esse sistema criminoso, ou mesmo de iniciar qualquer tipo de enfrentamento. Outros defendem o fortalecimento bélico das forças policiais. É o caso do Secretário Nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubo, que em entrevista defendeu o uso de armamento mais potente por parte da polícia, superior ao utilizado pelos criminosos.
Atualmente, o Brasil possui cerca de 1.381 presídios, segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Muitas dessas unidades funcionam como verdadeiras “faculdades do crime”, onde reclusos sem qualquer experiência criminal passam a integrar organizações, sendo formados como líderes.
Para isso, é necessário que existam candidatos dispostos a se engajar nessas “empresas do crime”, que contam com suporte financeiro, social e jurídico e crescem a cada dia em velocidade alarmante.
O crime organizado tem alcançado esferas antes inimagináveis: financiamento de campanhas políticas, apoio a candidatos diretamente ligados ao crime, infiltração nas polícias, nos governos, nos partidos e até nas igrejas — com o surgimento de fenômenos como o “narcopentecostalismo” e os chamados “traficrentes”. Pode parecer piada, mas trata-se de uma realidade dura e incontestável da sociedade brasileira.
Fica evidente a organização do crime, suas influências e seus propósitos — que, ao que tudo indica, têm sido alcançados com sucesso, ainda que à custa de muito sangue derramado.
E o Estado brasileiro?
Qual é a política de Estado aplicada contra o crime? Qual é o papel das polícias no combate e na prevenção? Como o Estado se organiza para prevenir essas situações? Se é que existe alguma forma de organização.
Não há qualquer ação concreta por parte do Estado, além de operações pontuais realizadas pelas polícias e, mais recentemente, pela Receita Federal. Fica claro que essas ações muitas vezes nascem da iniciativa de agentes públicos — verdadeiros heróis — que assumem riscos por acreditarem em seus ideais, e não como parte de um Procedimento Operacional Padrão institucionalizado. Até porque, se algo der errado, é o proponente da ação que será responsabilizado, perseguido e assediado moralmente.
Também não há diretrizes educacionais voltadas ao tema. Deveria haver, nas escolas, desde os anos 1990, um trabalho contínuo de conscientização sobre as artimanhas do crime organizado e, especialmente, sobre as drogas — que são o principal motor dessa engrenagem criminosa. Se esse trabalho tivesse sido feito, onde estaríamos hoje?
O Estado e a sociedade brasileira precisam urgentemente se organizar. Está claro para todos nós que as organizações criminosas estão muitos passos à frente da estrutura político-administrativa do país, no que diz respeito à capacidade de organização.
Ramon Soares é Guarda Municipal em Barueri, bacharel em Direito pela UNIFIEO e vice-presidente da AGM Brasil. Palestrante e instrutor, coautor do projeto “Segurança Pública Básica” e possui certificado internacional em Segurança Escolar, obtido em Indianápolis (EUA).