As inscrições para o concurso do CIOESTE – Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo, podem ser realizadas até o dia 28 de março.
O concurso público tem como objetivo contratar Auxiliar Administrativo, que irá desempenhar funções em carga horária de 40 horas semanais e contará com salário inicial no valor de R$ 3.873,87 ao mês.
Ao todo são 4 vagas disponíveis e para concorrer a uma das oportunidades, os candidatos devem comprovar a escolaridade exigida de ensino médio completo, idade mínima de 18 anos, dentre outros requisitos específicos para cada cargo que constam no edital.
Para participar, os interessados devem efetuar as inscrições até às 23h59 do dia 28 de março de 2023, exclusivamente via internet por meio do site da Fundação Vunesp. O valor da taxa de inscrição é de R$ 67,90 e deverá ser pago até o dia de 29 de março de 2023.
Nos dias 13 e 17 de março (segunda e sexta-feira, respectivamente), a Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho (Sict)de Barueri, por meio da Casa do Trabalhador, realizará processo seletivo para vaga temporária de Auxiliar Logístico.
O salário oferecido é de 1.781,00, com refeição no local, seguro de vida e transporte fretado. A vaga é para auxiliar no processo de picking, packing, armazenagem, carga e descarga.
As entrevistas começam às 9h com tolerância de 15 minutos no Ginásio Poliesportivo José Corrêa, situado na avenida Guilherme P. Guglielmo, 1000 – Centro.
Os interessados devem levar documentos pessoais com foto e currículo atualizado. Pede-se ensino médio completo, com experiência mínima de seis meses e disponibilidade para trabalhar em turnos. A oportunidade é para atuar na cidade de Cajamar.
A busca por vagas também pode ser feita pelo aplicativo Sine Fácil. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4199-1333.
Um morador de Santana de Parnaíba foi denunciado por vizinhos por ameaças e por circular no condomínio ostentando acessórios alusivos das forças policiais, com os quais ameaça as pessoas.
O caso ganhou destaque após publicação do portalMetrópoles, que trouxe detalhes de como agia o falso policial.
Conforme matéria, Estevão Domingos Santi Júnior, de 36 anos, foi denunciado por vizinhos e funcionários por ameaçá-los usando trajes das polícias Civil e Militar em um condomínio em Santana de Parnaíba.
O falso policial também usava uma carteira falsa da polícia internacional (Interpol) e adaptou seu carro com sinais luminosos e sonoros idênticos aos usados pelas forças de segurança, em veículos descaracterizados.
Colete e camiseta apreendidos na casa do falso policial, em Santana de Parnaíba. Foto: Reprodução/Metrópoles
Ainda segundo a matéria, a denúncia partiu de uma vizinha e de funcionários do condomínio que disseram que Estevão ameaçava pessoas com acessórios utilizados por policiais. Na residência do acusado foram apreendidos dois distintivos, coletes e roupas com inscrições da polícia, uma carteira falsa da Interpol, munição calibre 9 milímetros, um carregador de pistola, além de uma algema. O carro dele, adaptado com sinais idênticos aos usados em viaturas, também foi apreendido.
Itens apreendidos na casa do falso policial. – Foto: Reprodução/Metrópoles
No trecho de um mandado de busca e apreensão, assinado pelo juiz Fábio Martins Marsiglio, da Vara Criminal de Santana de Parnaíba, traz que em pesquisa feita com a Polícia Civil “restou comprovado que o representado não integra os quadros de tal instituição”. O Magistrado acrescentou que Estevão tampouco pertence ao efetivo da Polícia Militar.
Investigadores da Delegacia Seccional de Carapicuíba cumpriram o mandado de busca e apreensão, na manhã de sexta (10/3), na casa do falso policial, que estaria em viagem na Irlanda. A informação sobre sua ausência foi dada por familiares, que liberaram a entrada da equipe policial ao imóvel.
O caso é investigado como ameaça e usurpação de função pública. A Polícia Civil aguarda o retorno de Estevão Domingos Santi Júnior ao Brasil, para que ele dê esclarecimentos sobre as denúncias de ameaça e também por manter os itens das polícias em casa.
Oeste Barueri e Portuguesa Santista ficaram no empate pela 15ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A2. A partida realizada neste sábado (11), na Arena Barueri, terminou com o placar em 1 a 1.
Vice-artilheiro da competição, com 8 gols, Caio Mancha abriu o marcador para a Briosa. O Rubrão empatou com Léo Gobo. Os gols foram marcados na segunda etapa, aos 2 e 35 minutos, respectivamente.
No mata-mata o Oeste vai encarar o vice-líder Novorizontino, que venceu o Juventus por 1 a 0 e fechou a primeira fase com 29 pontos. A primeira partida será disputada em Barueri e o segundo confronto em Novo Horizonte.
A Portuguesa Santista encara o XV de Piracicaba, que avançou em 4º, com 25 pontos. A primeira partida será disputada no próximo fim de semana, em Santos. O segundo jogo será na sequência, no meio de semana, no interior de SP.
Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgado nesta sexta-feira (10) mostrou que o preço médio do litro da gasolina subiu 6,09% na última semana – de R$ 5,25 para R$ 5,57.
Já o etanol teve uma leve alta, de 2,06%, passando R$ 3,88 para R$ 3,96. Por outro lado, o diesel sofreu uma queda de 0,33%, com uma redução no valor médio do litro de R$ 5,93 para R$ 5,91.
O aumento no preço médio destes combustíveis ocorre após o governo federal confirmar o retorno dos impostos federais no setor. O anúncio da reoneração sobre a gasolina e o etanol foi feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), em fevereiro, com reajustes de R$ 0,34 para a gasolina e R$ 0,02 para o etanol.
A Receita Federal informou que a reoneração parcial dos impostos terá validade de quatro meses, ou seja, até junho. A medida provisória que dispõe sobre o tema poderá ser mantida no segundo semestre, caso o Congresso decida convertê-la em lei.
A confirmação foi realizada com pessoas do grupo político do Furlan e Beto Piteri, onde afirmaram que o banner divulgado é “Fake News” e ainda não foi definido quem será o possível candidato a vice-prefeito.
Conforme reunião na noite de ontem, quinta-feira (9), Dr. Jaques disse que ainda não definiu se será candidato em 2024.
Nesta sexta-feira (10), a liderança política do Parque dos Camargos, Enezio Azevedo, trocou o apoio do ex-prefeito Gil Arantes, pelo apoio ao grupo do prefeito Rubens Furlan e do vice-prefeito Beto Piteri.
Em conversa exclusiva com Enezio Azevedo, o mesmo disse que a sua decisão de trocar de lado se deu devido à possibilidade de apoio aos seus inúmeros projetos para a população de Barueri. “Eu de fato acredito em política construtiva e obviamente preciso estar aonde as coisas tem a possibilidade de acontecer e no momento este lado é junto com Rubens Furlan e Beto Piteri“.
Sobre o antigo grupo, Enezio declarou que, “respeito a figura do Gil, mas politicamente estaremos em lados opostos. Desejo boa sorte ao antigo grupo, mas tomei minha decisão e irei caminhar daqui para frentecom o vice-prefeito Beto Piteri“, finalizou.
Nos últimos dez anos, desastres naturais causaram R$ 401, 3 bilhões em prejuízos no país, conforme levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). O estudo contabiliza os danos com a interrupção do abastecimento de água e energia, em propriedades públicas e privadas, agricultura, comércio e indústria.
O cálculo foi feito a partir de dados das coordenadorias estaduais e municipais de Proteção e Defesa Civil e do Sistema Integrado de Informações Sobre Desastres do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, que coleta as informações dos municípios.
A seca e o excesso de chuvas são os desastres naturais mais registrados no país. No período analisado, de janeiro de 2013 a fevereiro de 2023, foram 59.311 decretações de situação de emergência e calamidade pública.
A Região Nordeste foi a com o maior número de decretos, 46,8% do total. Em seguida, aparecem Sudeste (22,6%), Sul (16,1%), Centro-Oeste (9,3%) e Norte (5,2%).
O estudo aponta que 3,4 milhões de pessoas foram desalojadas, 808 mil ficaram desabrigadas e 1.997 morreram. O ano de 2022 teve o maior número de mortes, correspondente a mais de 26% do total.
De acordo com a CNM, o levantamento aponta que o governo federal, entre 2013 e 2023, repassou R$ 8,2 bilhões para ações de socorro nas situações de calamidade, como reconstrução de áreas danificadas. Conforme a instituição, R$ 6,6 bilhões foram empenhados, o que representa 80%, e pagos R$ 4,9 bilhões aos municípios para ações de proteção e defesa civil, o que corresponde a 73,9% do empenho. O montante de R$ 4,9 bilhões equivale a 1,2% dos prejuízos contabilizados em uma década, informa a instituição.
Em balanço recente, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional informou que mais de R$ 174,8 milhões foram repassados, no início deste ano, para ações de defesa civil em todo o Brasil. Entre os atendidos estão municípios do litoral norte de São Paulo, afetados por temporais, e do Rio Grande do Sul, que enfrentam estiagem severa.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu que o país avance em uma reforma tributária, uma das prioridades da atual gestão federal, e afirmou que o estado será parceiro nesse objetivo. “São Paulo, obviamente, vai ser parceiro do governo federal, tem interesse em ver essa reforma tributária aprovada”, disse a jornalistas, na tarde desta quinta-feira (9), após se reunir com o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, no Palácio do Planalto, em Brasília.
A reforma tributária vai ser discutida a partir de um grupo de trabalho criado no Congresso Nacional com base em duas propostas que já tramitam na Câmara dos Deputados (PEC 45/19) e no Senado Federal (PEC 110/19). O relator do grupo é o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). O governo federal não vai encaminhar proposta própria, mas aproveitar o teor desses projetos em andamento e intensificar a articulação parlamentar para aprová-los.
Para o governador, a reforma é um assunto de complexa negociação política. “Não é uma coisa fácil. Hoje, a gente tem uma indústria, no Brasil, que é sobretaxada e nós temos setores que pagam pouco imposto. Ora, se você quer tirar imposto da indústria, alguém vai pagar mais, e aí envolve uma harmonização desses interesses que vai demandar muita habilidade, muito esforço de costura”.
Sobre o melhor caminho para avançar na pauta, Tarcísio sugere resolver o tema por partes, começando por uma simplificação tributária. “Resolve o que é mais fácil primeiro, simplifica os tributos federais, uniformiza a regra de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] para os estados, isso vai ter a possibilidade, por exemplo, de eliminar parte dessa guerra fiscal. Depois, você vai dando outros passos”, comentou.
Arcabouço fiscal
Tarcísio também falou sobre a proposta para o novo arcabouço fiscal do país, que deve ser apresentada nos próximos dias pela equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A nova regra deverá substituir a emenda constitucional do teto de gatos, que limita o crescimento de grande parte das despesas da União à inflação do ano anterior.
Na semana passada, o Ministério da Fazenda concluiu a modelagem da proposta, que foi enviada ao Ministério do Planejamento para orientar a elaboração do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024.
“É importante que o Brasil mantenha o seu compromisso com a solvência. A boa mensagem fiscal é o que traz confiança, elimina o ruído que, no final das contas, mexe na curva de juros de logo prazo, dá o apetite para o investidor, isso é fundamental para o Brasil ir bem”, afirmou.
Recentemente, o ministro da Fazenda informou que pretende divulgar o modelo de arcabouço fiscal antes da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que ocorrerá em 21 e 22 de março. A expectativa da equipe econômica é que o projeto dê segurança para que a autoridade monetária inicie o processo de queda da Selic (taxa básica de juros).
A principal pauta da reunião entre o governador de São Paulo e o ministro-chefe da Casa Civil foi o avanço no projeto de privatização do Porto de Santos, administrado pelo governo federal. Defensor da proposta, Tarcísio de Freitas disse que a conversa abordou aspectos da modelagem dessa concessão. Iniciada no governo de Jair Bolsonaro, o modelo de privatização do porto está atualmente em análise no Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo cálculos do governador, que foi ministro da Infraestrutura na gestão passada, os investimentos previstos ultrapassam os R$ 19 bilhões ao longo de 35 anos de concessão.
“A concessão do Porto de Santos tem muito a ver com a manutenção da competitividade do Porto”, observou. “Não tem nada mais transformador para a Baixada Santista do esse projeto de concessão do porto, porque nada vai mobilizar tanto recurso”, acrescentou.
As vinícolas Salton, Aurora e Garibaldi entraram em acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para pagar R$ 7 milhões em indenização após mais de 200 trabalhadores serem resgatados de situação análoga à escravidão em Bento Gonçalves (RS).
A Salton divulgou o acordo em comunicado à imprensa. Segundo a vinícola, foram 14 trabalhadores contratados via a empresa terceirizada Fênix Serviços Administrativos e Apoio à Gestão de Saúde LTDA.
Entretanto, o pagamento é apenas parte do acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho para reparação dos danos causados aos empregados.
A Salton ressalta que, apesar de ter contratado trabalhadores que estavam em situação similar à escravidão, o acordo não deve ser interpretado como assunção de culpa ou responsabilidade por parte da vinícola.
O valor da indenização será dividido entre as três vinícolas e, além de compor o fundo para os trabalhadores resgatados, será revertido a entidades, projetos ou outros fundos para reparação dos danos sociais causados.
Na quinta-feira (2), a Aurora se desculpou com as pessoas resgatadas e se disse “envergonhada”. Já no sábado (4), a Cooperativa Garibaldi, em nota à imprensa, disse que “vem cumprindo todas as solicitações e mantendo postura colaborativa com relação às autoridades para o andamento dos trabalhos”.
Em depoimentos ao Ministério do Trabalho, os trabalhadores disseram que foram agredidos, mantidos em cárcere privado e vítimas de agiotagem. A maioria dos funcionários veio da Bahia para o RS com a promessa de pagamento de salários, alojamento e alimentação.
Na sexta-feira (3), a Justiça bloqueou os bens do empresário Pedro Augusto Oliveira de Santana, responsável pela Fênix Serviços Administrativos e Apoio à Gestão de Saúde LTDA, a terceirizada que prestava serviços para as vinícolas Salton, Aurora e Garibaldi.
Leia o comunicado da Salton na íntegra:
A Vinícola Salton firmou, nesta quinta-feira (09/03), acordo com o Ministério Público do Trabalho para reparar danos causados a trabalhadores e à sociedade, em função de resgate ocorrido nas dependências da empresa Fênix Serviços Administrativos, flagrada mantendo trabalhadores em condições degradantes em um alojamento em Bento Gonçalves. A Salton contratou 14 trabalhadores desta prestadora de serviços para carga e descarga de caminhões de uva na safra 2023.
Os termos do acordo, assinado pelas vinícolas Salton, Aurora e Garibaldi, reforçam que as empresas concordaram voluntariamente com o pagamento, sob a forma de indenização, no valor de R$ 7 milhões, a ser rateado pelas empresas. Além de compor o fundo dos trabalhadores resgatados, o valor será revertido a entidades, projetos ou fundos que permitam a reparação dos danos sociais causados, a serem oportunamente indicados pelo Ministério Público do Trabalho.
A Salton ressalta que assinatura voluntária deste termo tem o intuito de reforçar publicamente seu compromisso com a responsabilidade social, boa-fé e valorização dos direitos humanos, bem como a integridade do setor vitivinícola gaúcho.
A Salton e as demais vinícolas construíram conjuntamente com o Ministério Público do Trabalho procedimentos para fortalecer a fiscalização de prestadores de serviços para evitar que episódios lastimáveis voltem a ocorrer. Além disso, o acordo prevê, também, ampliar boas práticas com relação à cadeia produtiva da uva junto aos seus produtores rurais.
Por fim, o acordo se encerra com a declaração de que sua celebração “não significa e não deve ser interpretada como assunção de culpa ou qualquer responsabilidade” por parte das vinícolas pelas irregularidades constatadas na empresa prestadora de serviços Fênix Serviços Administrativos.
A Salton ressalta que assinatura voluntária deste termo tem o intuito de reforçar publicamente seu compromisso com a responsabilidade social, boa-fé e valorização dos direitos humanos, bem como a integridade do setor vitivinícola gaúcho.
A Salton e as demais vinícolas construíram conjuntamente com o Ministério Público do Trabalho procedimentos para fortalecer a fiscalização de prestadores de serviços para evitar que episódios lastimáveis voltem a ocorrer. Além disso, o acordo prevê, também, ampliar boas práticas com relação à cadeia produtiva da uva junto aos seus produtores rurais.
Por fim, o acordo se encerra com a declaração de que sua celebração “não significa e não deve ser interpretada como assunção de culpa ou qualquer responsabilidade” por parte das vinícolas pelas irregularidades constatadas na empresa prestadora de serviços Fênix Serviços Administrativos.