Agosto Lilás reforça combate à violência contra a mulher em Santana de Parnaíba

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Palestra “Quando o Amor Não Machuca” abordou sinais de relacionamentos abusivos, ciclo da violência e mecanismos de proteção disponíveis no município.

Santana de Parnaíba vem promovendo ações de conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher durante o Agosto Lilás. No dia 18, o município realizou a palestra “Quando o Amor Não Machuca”, voltada à identificação dos primeiros sinais de uma relação abusiva e à busca por ajuda.

O encontro foi conduzido pelas psicólogas Gabriela de Souza, Samila Prates e Gisele Paulino. Entre os temas discutidos estiveram o controle excessivo, ameaças, humilhações e agressões, além do ciclo da violência e da importância de construir uma rede de apoio.

Violência atinge milhões de brasileiras

A discussão ocorre em meio a um cenário de violência doméstica e familiar no país. Segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de agressão doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores ao levantamento.

Durante a palestra, também foram apresentados recursos disponíveis em Santana de Parnaíba para ampliar a segurança das mulheres em situações de risco.

Parnaíba Segura

Entre os mecanismos apresentados está o aplicativo Parnaíba Segura, que permite acionar a Patrulha Maria da Penha em situações de risco.

A programação também proporcionou espaço para escuta e troca de experiências. Algumas participantes compartilharam situações de violência que vivem ou já viveram, contribuindo para um ambiente de acolhimento e apoio.

A iniciativa integra as ações do Agosto Lilás no município e reforça a importância da informação, da prevenção e da rede de apoio no enfrentamento à violência contra a mulher.

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Pai é preso após morte das duas filhas na Zona Sul de SP

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Um homem de 24 anos foi preso neste domingo (9), após se apresentar à polícia e confessar a morte das duas filhas, de 3 e 5 anos, na região da Cidade Dutra, Zona Sul de São Paulo. As crianças foram encontradas dentro de um carro na manhã do Dia dos Pais.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades e por veículos que acompanharam o caso, Breno de Souza Castro havia saído de casa no sábado (8) levando as duas meninas. A mãe das crianças relatou que recebeu mensagens e ameaças antes de o homem desaparecer com as filhas.

Durante a noite, familiares acionaram a Polícia Militar e passaram a procurar pelo homem e pelas crianças.

Na manhã de domingo, Breno se apresentou no 48º Distrito Policial, em Cidade Dutra, e informou às autoridades onde as meninas estavam. Policiais foram até o local indicado e encontraram as duas crianças já sem vida.

O homem foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça. A investigação deverá esclarecer as circunstâncias do crime e a motivação.

Mensagens antecederam o crime

Antes de sair com as filhas, Breno teria enviado mensagens à ex-companheira, Jennifer Nayra, indicando que aquela seria a última vez que ela veria as crianças.

Segundo relatos divulgados pela imprensa, ele também teria feito ameaças à própria irmã durante a noite. A família procurou a polícia diante da preocupação com a situação.

A mãe das meninas também relatou posteriormente um histórico de conflitos e ameaças no relacionamento com Breno. Essas informações fazem parte dos relatos apresentados às autoridades e deverão ser consideradas no curso da investigação.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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SP teve 84 mil mulheres atendidas por unidades especializadas em 2025

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Unidades especializadas da Polícia Civil atenderam 84.103 mulheres em São Paulo ao longo de 2025, segundo o 10º Diagnóstico Nacional das Unidades de Polícia Civil Especializadas no Atendimento às Mulheres, divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em todo o país, foram registrados 782.474 atendimentos, envolvendo casos como ameaça, lesão corporal, injúria, importunação sexual, estupro e feminicídio, entre outras ocorrências.

O levantamento contabilizou 329.451 vítimas atendidas nas unidades especializadas. O número de atendimentos é maior porque uma mesma mulher pode procurar os serviços mais de uma vez.

Os dados foram compilados a partir de informações de 530 das 585 unidades especializadas existentes no país, entre Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (Deams) e outros modelos de atendimento.

Sudeste concentra quase metade das vítimas

A Região Sudeste concentrou 125.769 vítimas, o equivalente a 47,8% do total nacional. São Paulo aparece na liderança entre os estados, com 84.103 mulheres atendidas.

Na sequência aparecem o Nordeste, com 53.067 vítimas; o Centro-Oeste, com 43.662; o Sul, com 21.087; e o Norte, com 19.712.

O diagnóstico foi divulgado no contexto dos 20 anos da Lei Maria da Penha e também apresenta um panorama da estrutura utilizada pela Polícia Civil para atender mulheres vítimas de violência.

Ameaça lidera registros

Entre os tipos de ocorrência registrados pelas unidades especializadas em 2025, a ameaça aparece em primeiro lugar, com 148.544 registros. Na sequência estão lesão corporal, com 99.473, e injúria, com 88.739.

O levantamento também aponta crescimento expressivo de determinados tipos de violência em relação à edição anterior, que teve 2023 como ano-base.

Os registros de perseguição chegaram a 52.855, aumento de 44,3%. Já os casos de violência psicológica somaram 23.911, alta de 49,7%.

Mais de 300 mil medidas protetivas foram solicitadas

Os atendimentos realizados pelas unidades especializadas resultaram em 302.626 pedidos de medidas protetivas de urgência em 2025.

Segundo o diagnóstico, 118.672 medidas foram concedidas, sendo que 74,2% delas correspondem à maioria das medidas concedidas, conforme os dados apresentados no levantamento.

O estudo também registrou 38.214 descumprimentos de medidas protetivas por parte dos agressores.

As unidades especializadas da Polícia Civil começaram a ser implantadas no Brasil em 1985, com a criação da primeira Delegacia Especializada no Atendimento às Mulheres, na região central de São Paulo.

Atualmente, são 585 unidades, com cerca de 6.200 profissionais, entre delegados, agentes, escrivães, psicólogos e assistentes sociais.

80% das unidades não funcionam 24 horas

Apesar da expansão da estrutura especializada, o diagnóstico aponta limitações no atendimento.

Segundo o levantamento, 80% das unidades não funcionam 24 horas, o que restringe o acesso das vítimas ao serviço especializado fora do horário de expediente.

Entre as principais carências apontadas pelas próprias unidades estão a insuficiência de recursos para investigação, mencionada por 57% delas, a falta de viaturas, citada por 46%, e a falta de materiais de menor potencial ofensivo, apontada por 40%.

Os dados mostram, portanto, que a ampliação da rede de atendimento ainda convive com desafios relacionados à estrutura e à capacidade operacional das unidades especializadas em todo o país.

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Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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Operação contra violência doméstica prende 174 homens em um único dia em SP

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O Governo de São Paulo realizou nesta quinta-feira (2) o Dia D da Operação Mulher Protegida, mobilização voltada ao cumprimento de mandados judiciais relacionados a crimes de violência doméstica e sexual contra mulheres. Ao longo da ação, 174 homens foram presos em todo o estado.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), 98 prisões ocorreram em flagrante e outras 76 foram realizadas em cumprimento de mandados judiciais. Durante a operação, também foram registrados 689 pedidos de medidas protetivas para mulheres vítimas de violência ou ameaçadas por agressores.

A mobilização foi coordenada pelas Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), com atuação da Polícia Civil em todas as regiões do estado. As equipes iniciaram as diligências nas primeiras horas da manhã para cumprir ordens judiciais e ampliar a proteção às vítimas.

De acordo com o Governo de São Paulo, a Operação Mulher Protegida integra as ações permanentes de combate à violência contra a mulher, fortalecendo a rede de proteção, o cumprimento de medidas judiciais e a responsabilização dos agressores.

A iniciativa também faz parte do programa SP Por Todas, que reúne políticas públicas voltadas ao acolhimento, proteção e autonomia das mulheres, incluindo o aplicativo SP Mulher Segura e a ampliação do atendimento das Delegacias de Defesa da Mulher.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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PM prende homem por violência doméstica no Parque Imperial, em Barueri

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A Polícia Militar prendeu um homem por violência doméstica na noite desta quarta-feira (1º), no bairro Parque Imperial, em Barueri.

Segundo o 20º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (20º BPM/M), a equipe foi acionada para atender a uma ocorrência no bairro, onde a vítima relatou ter sido agredida pelo companheiro.

As partes foram encaminhadas à Central de Polícia Judiciária de Barueri, onde a ocorrência foi registrada e as medidas legais foram adotadas.

Após a análise da autoridade policial, o suspeito permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.

A Polícia Militar reforça a importância da denúncia em casos de violência doméstica e orienta que situações de emergência sejam comunicadas imediatamente pelo telefone 190.

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Foto: Divulgação/20º BPM/M

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GCM prende suspeito armado após agressão e ameaça contra mulher em Santana de Parnaíba

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A Guarda Civil Municipal (GCM) de Santana de Parnaíba prendeu um homem suspeito de agredir e ameaçar de morte a companheira durante a madrugada desta quinta-feira (4).

As equipes foram acionadas após uma denúncia de violência doméstica e encontraram a vítima abrigada na portaria de um condomínio. Segundo a GCM, a mulher apresentava ferimentos na cabeça no momento do atendimento.

Homem foi encaminhado para a Delegacia da
Mulher de Barueri. | Foto: Divulgação/PMSP

Suspeito tentou fugir

De acordo com o relato da vítima, o agressor teria deixado o local e retornaria armado para continuar as ameaças. Ao perceber a chegada das equipes, o suspeito tentou fugir, mas foi acompanhado e detido pelos guardas municipais.

Durante a perseguição, ele teria descartado um revólver calibre 38 com seis munições intactas. A arma possuía numeração suprimida, segundo a corporação.

Foto: Divulgação/PMSP

Caso foi encaminhado à DDM

Após a prisão, o homem foi levado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barueri.

Ele permaneceu à disposição da Justiça e deverá responder por ameaça no contexto de violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.

A vítima recebeu atendimento e o caso seguirá sob investigação das autoridades competentes.

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Imagens: Divulgação/Redes Sociais/PMSP

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Estupros sobem 13% em São Paulo e passam de 1,3 mil casos em abril

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O estado de São Paulo registrou aumento nos casos de estupro, agressões contra mulheres e descumprimento de medidas protetivas durante o mês de abril. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) e apontam crescimento em diversos indicadores de violência.

Segundo o levantamento, foram registrados 1.328 casos de estupro no estado em abril deste ano. O número representa alta de 13% em relação ao mesmo período de 2025, quando houve 1.174 ocorrências.

Os dados também mostram avanço nos registros de violência doméstica e agressões físicas contra mulheres.

Agressões contra mulheres cresceram 24%

Os casos de lesão corporal dolosa contra mulheres chegaram a 6.508 registros em abril.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 24%, o equivalente a 1.268 ocorrências a mais.

Outro indicador que apresentou crescimento significativo foi o descumprimento de medidas protetivas de urgência.

Segundo a SSP, foram contabilizados 2.345 registros em abril deste ano, ante 1.899 no mesmo período de 2025, uma alta de 23,5%.

Feminicídios permanecem estáveis

Os casos de feminicídio apresentaram estabilidade no estado.

Em abril, 20 mulheres foram vítimas do crime, contra 21 no mesmo mês do ano passado.

Apesar disso, as tentativas de homicídio contra mulheres aumentaram de 97 para 120 casos, crescimento de 23,7% na comparação anual.

Homicídios também registraram aumento

Os homicídios dolosos, quando há intenção de matar, passaram de 197 para 202 ocorrências em abril.

O número de vítimas subiu de 204 para 210 no mesmo período.

Os dados fazem parte das estatísticas criminais divulgadas mensalmente pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e servem de base para o monitoramento dos índices de violência no estado.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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Mulher finge pedir pizza ao 190 e é salva pela PM em São Paulo

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Uma mulher de 30 anos vítima de violência doméstica conseguiu pedir ajuda à Polícia Militar fingindo fazer um pedido de pizza pelo telefone 190. O caso aconteceu no último sábado (23), no Jardim São Francisco, na Zona Sul de São Paulo.

Segundo a Polícia Militar, a vítima ligou para o serviço de emergência enquanto o companheiro ainda estava dentro da casa. Para evitar suspeitas, ela simulou uma ligação comum para uma pizzaria.

“Oi, eu gostaria de pedir uma pizza”, disse a mulher à atendente.

Ao perceber que poderia se tratar de um pedido de socorro, a policial manteve a conversa de forma discreta e perguntou qual seria o “sabor” da pizza. Em seguida, solicitou o endereço para a suposta entrega.

A vítima ainda pediu para ser avisada quando o “motoboy” estivesse chegando.

Com a suspeita confirmada, uma equipe do 37º Batalhão da Polícia Militar Metropolitana foi enviada imediatamente ao endereço.

Ao chegarem ao imóvel, os policiais avisaram que “a pizza havia chegado”. A mulher saiu da residência apresentando sinais de nervosismo e tremores e contou aos agentes que vinha sendo agredida pelo companheiro, que também possuía uma arma de fogo.

Ela foi retirada do local e levada para um ambiente seguro.

Homem tentou fugir e foi preso

De acordo com a PM, o suspeito, de 32 anos, tentou deixar a casa, mas acabou detido pelos policiais.

Durante as buscas no imóvel, os agentes localizaram um revólver com numeração raspada e cinco munições.

Segundo o boletim de ocorrência, o homem teria usado um espelho para agredir a vítima. A filha do casal, de apenas 3 anos, também ficou ferida após ser atingida por estilhaços.

A criança foi encaminhada ao Hospital M’Boi Mirim para exames médicos.

O caso foi registrado no 47º Distrito Policial, no Capão Redondo, como lesão corporal, violência doméstica, ameaça, violência psicológica contra a mulher, dano, perigo para a vida e posse ilegal de arma de fogo.

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Feminicídios crescem 57% em março e acendem alerta em São Paulo

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O estado de São Paulo registrou 30 vítimas de feminicídio em março, maior número da série histórica para o mês e um aumento de 57,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados acendem um alerta sobre a escalada da violência contra mulheres no estado.

No acumulado do primeiro trimestre, foram 86 mulheres assassinadas, alta de 41% em comparação com o mesmo período de 2025, quando houve 61 casos. As informações são da Secretaria da Segurança Pública.

O avanço dos números também aparece em outros indicadores de violência doméstica. Os casos de descumprimento de medida protetiva somaram 3.020 ocorrências entre janeiro e março, crescimento de 31,9% na comparação anual.

Além disso, os registros de agressão física contra mulheres também aumentaram. Foram 19.249 casos de lesão corporal dolosa no período, alta de 7,4% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

Os dados reforçam a preocupação com a efetividade das medidas de proteção e evidenciam a necessidade de ampliação de políticas públicas de prevenção e combate à violência de gênero.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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Pela primeira vez uma mulher assume o comando da PM de SP

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A Polícia Militar do Estado de São Paulo passou a ser comandada pela coronel Glauce Anselmo Cavalli, primeira mulher a assumir o posto em quase 200 anos de história da corporação. À frente de um efetivo com mais de 81 mil integrantes, ela assume com a missão de fortalecer a atuação policial e ampliar políticas de proteção à população.

A nomeação marca um momento simbólico para a instituição e reforça a representatividade feminina em cargos de liderança. A nova comandante destaca que o desafio vai além do pioneirismo e envolve a construção de uma corporação mais eficiente, ética e alinhada às demandas da sociedade.

Com discurso voltado à cooperação interna, Glauce defende uma atuação integrada entre os policiais como caminho para melhores resultados. A expectativa é que a redução dos índices criminais também se reflita na sensação de segurança da população.

Entre as prioridades da gestão está o enfrentamento à violência contra a mulher. A comandante pretende ampliar estruturas de acolhimento, fortalecer o atendimento especializado e expandir iniciativas como espaços dedicados às vítimas e atendimento por videochamada.

A estratégia inclui ainda o uso de tecnologia e a reorganização de recursos operacionais para melhorar a resposta da corporação em diferentes regiões do estado.

Com 33 anos de carreira, Glauce iniciou a trajetória na Polícia Militar ainda jovem e passou por diferentes funções, incluindo o comando de unidades, áreas administrativas e setores estratégicos da corporação.

Ao longo da carreira, acumulou experiência em diversas regiões, com destaque para a atuação no interior paulista, além de funções como chefia de áreas financeiras, operacionais e de comunicação.

Fora da rotina profissional, a comandante destaca a importância da família e de atividades pessoais como leitura e viagens, que contribuem para o equilíbrio e a tomada de decisões.

A chegada de Glauce ao comando da PM simboliza uma nova fase para a corporação, com foco em liderança colaborativa, inovação e fortalecimento das políticas de segurança pública no estado.

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