Gil Arantes vence disputa com vereadores e mantém presidência do União Brasil em Barueri

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O ex-prefeito de Barueri Gil Arantes manteve a presidência do União Brasil na cidade, na disputa pelo partido estavam três vereadores que compõem a base do governo de Rubens Furlan e Beto Piteri.

A disputa pelo Diretório Municipal do União Brasil teve início no mês de abril, quando os vereadores do partido, Antonivaldo Rios Gomes (Kascata), Tania Gianelli e Rafael Carvalho se uniram para assumir a presidência e deram entrada na documentação junto ao Diretório Estadual.

Na época, Gil Arantes estava com a documentação “da provisória” vencida e nos bastidores, após disputa junto a diversas lideranças estaduais, o ex-prefeito manteve-se na presidência.

Veja abaixo a nova composição do União Brasil em Barueri:

Após obtermos conhecimento sobre a atualização da nova composição, procuramos os vereadores mencionados para saber se continuarão filiados ao partido.

Em contato com a vereadora Tania Gianelli, obtivemos que no momento não apresentará um posicionamento sobre se deve permanecer no partido.

Os vereadores Kascata e Rafael Caravalho, até a publicação desta matéria não responderam nossos contatos.

Procuramos também o presidente do União Brasil, Gil Arantes e o vice-presidente, Fábio Oliveira (Japa).

Segundo a assessoria do ex-prefeito, Gil Arantes não se encontra na cidade e neste momento não se pronunciará.

O agora vice-presidente do partido, Fábio Oliveira (Japa), nos enviou a seguinte mensagem, “o vereador Kascata tentou plantar algo que nunca foi cogitado. Gil Arantes, já foi 3 vezes prefeito de Barueri e 2 vezes deputado Estadual, estando filiado ao partido desde 1987, ou seja, é um decano no partido”.

Leia também: Demolição de Terreiro de Candomblé em Carapicuíba expõe intolerância religiosa


Foto: Reprodução/Redes Sociais/Gil Arantes

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União Brasil citará Ricardo Nunes em peça de TV, em aceno ao prefeito de SP

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Em aceno ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), as principais lideranças do União Brasil na capital o citarão em inserções televisivas que irão ao ar a partir desta segunda-feira (15).

Milton Leite, presidente da Câmara Municipal, diz no material já gravado que “em São Paulo, o União Brasil trabalha com o prefeito Ricardo Nunes” e que juntos recuperaram “o potencial de investimentos da cidade“.

Já o deputado federal Alexandre Leite (União Brasil) afirma na peça que “com Ricardo Nunes” estão fazendo “uma reparação histórica, principalmente na periferia“.

Nunes tem tentado construir um amplo arco de alianças para as eleições de 2024, quando deverá ter Guilherme Boulos (PSOL) como principal adversário.

No PL, o prefeito sofre a concorrência de Ricardo Salles (SP), que tenta convencer a legenda a lançar candidatura própria.

No União Brasil, a tensão atual envolve a nomeação para o sucessor de Maurício Faria no Tribunal de Contas do Município. Leite tem dito a aliados que foi feito um acordo em 2020 para que ele escolhesse o novo conselheiro, mas Nunes tem respondido que não sabe da existência de qualquer acordo e que a decisão será exclusivamente sua.

Leia também: Prefeito de SP e presidente da Câmara se estranham sobre TCM e vice para 2024


Fonte: Coluna Painel/Folha de S. Paulo – Texto originalmente publicado em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2023/05/uniao-brasil-citara-ricardo-nunes-em-peca-de-tv-em-aceno-ao-prefeito-de-sp.shtml
Foto: André Bueno/Rede Câmara

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Convenção estadual do União Brasil decidirá quem irá presidir o partido em Barueri

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Na semana passada, publicamos que o diretório municipal do partido União Brasil de Barueri trocaria de presidente e executiva, o vereador Kascata assumiria a presidência no lugar do ex-prefeito Gil Arantes.

Com as informações em mãos, checamos com inúmeros integrantes da executiva estadual e municipal, em sua grande maioria, todos confirmavam a alteração na presidência do partido na cidade.

Porém, apuramos que na última segunda-feira (17), após ter conhecimento da alteração na direção municipal, o ex-prefeito Gil Arantes, que estava com a provisória do partido vencida, correu atrás da regularização e solicitou a direção estadual que continue na presidência.

Com o racha no diretório municipal, com três vereadores (Kascata, Rafa Carvalho e Tania Gianeli) de um lado e um ex-prefeito (Gil Arantes) do outro, entramos em contato com a executiva estadual para questionar quem oficialmente preside o União Brasil de Barueri. Em resposta, recebemos a seguinte informação:

Informamos que a convenção estadual do União Brasil acontecerá na segunda-feira, dia 24 de abril, portanto, tratativas como as que você questiona ainda estão em andamento“.

Com isso, neste momento, o União Brasil de Barueri não possui um presidente de forma oficial, pois, tanto o vereador Kascata, quanto Gil Arantes, deram entrada na documentação com a intenção de presidir o partido.

Leia também: Bruna Furlan é eleita presidente da Comissão de Saúde da Alesp


Imagem capa: Reprodução/Twitter/União Brasil

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Rivais extremos, PT e PL Barueri rejeitam apoiar o ex-prefeito Gil Arantes

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Rivais extremos no cenário nacional, os maiores partidos que representam a esquerda e a direita no Brasil, PT e PL rejeitam apoiar o ex-prefeito de Barueri Gil Arantes em 2024.

Conforme publicamos anteriormente, os presidentes dos diretórios municipais do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Liberal (PL), ambos, rejeitaram caminhar ao lado de Gil Arantes (União) nas próximas eleições municipais.

Na atual conjuntura, tudo indica que, os rivais na esfera nacional devem ficar ao lado do grupo do prefeito Rubens Furlan (PSDB) e apoiar a pré-candidatura de Beto Piteri (PSDB).

Já publicamos o posicionamento de cada partido, através de entrevistas exclusivas, onde destacamos a declaração dos presidentes dos diretórios de Barueri.

À época, Alexandre de Ramos, presidente do PT Barueri, destacou que “é muito improvável o partido (PT) apoiar ou realizar aliança com o Gil Arantes“, disse. Leia aqui

Já o presidente do PL, Dr. Antônio, destacou, “eu e Gil Arantes estamos em lados opostos”, disse. Leia aqui

Nos bastidores, circula que o ex-prefeito está articulando para conquistar o apoio nacional do PL e assim, trazer o partido para o seu grupo político, independente da vontade do presidente municipal, Dr. Antônio. Já no caso do PT, interlocutores do Gil, alegaram que o grupo político rejeita receber o apoio do partido em Barueri.

Leia também: Furlan reúne secretariado e reafirma apoio a pré-candidatura de Beto Piteri


Foto: Reprodução/Redes Sociais/Gil Arantes

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PT se une ao PL por cassação de Moro, e ex-juiz fala em ‘choro de perdedor’

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A Federação Brasil da Esperança no Paraná, que reúne os diretórios estaduais de PT, PV e PC do B, apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral paranaense uma ação de investigação judicial contra o senador eleito Sergio Moro (União Brasil-PR). A articulação solicita a cassação do mandato do ex-juiz e a quebra de seu sigilo fiscal e bancário por gastos realizados durante a pré-campanha deste ano.

A iniciativa une a federação ao PL de Jair Bolsonaro, que no início deste mês acionou a Justiça contra Moro pelas mesmas razões.

Segundo a legenda do presidente da República, Moro iniciou sua campanha quando ainda era filiado ao Podemos e pretendia concorrer à Presidência. No limite do prazo, o ex-juiz foi para o União Brasil e se lançou ao Senado.

O problema, argumentam os advogados do PL, é que a prestação de contas do ex-juiz não considerou o período anterior à troca de partido —acusação que é endossada pela Federação Brasil da Esperança no Paraná.

“Os investigados, principalmente o senador eleito Sergio Moro, perpetraram diversos atos de abusos, desde a possível prática de ‘caixa dois’ e abuso de poder econômico, fatos estes que, por si só, levam à necessária e urgente apuração de suas atitudes ilícitas, até as irregularidades na prestação de contas”, afirmam PT, PV e PC do B na ação, que também pede a investigação dos suplentes do senador eleito.

“Em atitudes que se estendem desde a filiação de Moro ao Podemos até sua candidatura ao Senado pelo Paraná, pelo União Brasil, há indícios de que o investigado utilizou de recursos do fundo partidário e do fundo especial de campanha, além de outras movimentações financeiras suspeitas, para a construção e projeção de sua imagem enquanto pré-candidato”, dizem ainda.

Procurado pela reportagem por meio de sua assessoria de imprensa, Sergio Moro classificou as acusações como “especulações fantasiosas”.

“A ação do PT é mero choro de perdedor e reflete o medo do partido de enfrentar uma oposição inteligente e democrática no Senado. Nada tememos, pois especulações fantasiosas não afetam a regularidade de nossas ações”, diz Moro, em nota.

De acordo com a ação, o ex-ministro da Justiça deveria ser investigado por supostamente usar recursos do Podemos e do União Brasil para se projetar na véspera das eleições sem declará-los.

“O Podemos, desde novembro de 2021, passou a custear a ‘carreira política’ de Moro, que, a partir dali já era pré-candidato, passou a encampar uma vasta agenda de viagens e eventos de articulação política, tudo também divulgado amplamente em suas mídias sociais”, diz a ação.

“É importante notar que, dos vídeos e postagens, Moro é acompanhado de amplo staff pessoal de assessores e auxiliares, os quais, novamente, não se tem notícia de quem são, quanto e se receberam recursos ou quem custeou suas despesas pessoais e a serviço do futuro candidato. E tudo, como se nota, a serviço de sua futura campanha eleitoral”, continua.

Em uma citação na abertura da ação, os advogados dos diretórios estaduais de PT, PV e PC do B fazem uma espécie de provocação ao elencar uma frase dita por Moro durante palestra na Universidade de Harvard, no Estados Unidos, em 2017. “Para mim, a corrupção para financiamento de campanha é pior que para o enriquecimento ilícito”, diz o trecho atribuído a ele.

Para os advogados Luiz Eduardo Peccinin, Dylliardi Alessi, Priscilla Conti Bartolomeu e Jeancarlo de Oliveira Coletti, que assinam a ação contra o ex-juiz, o caso do senador eleito se assemelha ao da ex-senadora Juíza Selma (Podemos-MT), que teve o mandato cassado em 2019 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A corte superior manteve uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, que concluiu que a então candidata e seu primeiro suplente omitiram da Justiça quantias expressivas usadas para pagar despesas de campanha no período pré-eleitoral.

Entre essas despesas havia a contratação de empresa de pesquisa e de marketing para produção de vídeo, jingles e fotos antes do início oficial da campanha, o que é vedado pela legislação.

Com 678,5 mil votos, a senadora se elegeu em 2019 pelo PSL adotando um forte discurso de combate à corrupção, o que lhe rendeu o apelido de “Moro de saia”. Posteriormente, Selma migrou para o Podemos.

Leia também:


Fonte: FolhaPress – Foto: Reprodução/Correio Braziliense

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União Brasil lança pré-candidatura de Luciano Bivar à Presidência

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O União Brasil lançou oficialmente nesta terça-feira (31) a pré-candidatura de Luciano Bivar à Presidência da República. O evento ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, e reuniu políticos e lideranças do partido, como o ex-governador do Rio Grande do Norte e ex-senador, José Agripino, o líder do União na Câmara dos Deputados, Elmar Nascimento (BA), a senadora Soraya Thronicke (MS) e o líder do União Brasil no Senado, Davi Alcolumbre (AP).

Durante o lançamento, após a composição da mesa, houve um minuto de silêncio em respeito às vítimas das chuvas de Pernambuco.

O presidente nacional do União Brasil e pré-candidato do partido à Presidência, Luciano Brasil, disse que seria um choque muito grande que um partido do tamanho do União não ter um candidato a presidente. O partido surgiu da fusão entre o DEM e o PSL. “Só assim vamos acabar com a polarização que se instaurou no Brasil”, disse.

Bivar disse que a principal bandeira de sua pré-campanha será a instituição de um imposto único federal. “Nossa reforma tributária trará a substituição de 11 impostos federais em apenas um. O Imposto Único vem para diminuir a mordida do leão. Será um imposto só, menor, e todo mundo vai sair ganhando”. O pré-candidato garante que, com esse imposto único, produtos e serviços ficarão mais baratos .

Luciano Bivar é bacharel em direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de janeiro, com pós-graduação em educação financeira pela Northwestern University (EUA) e em direito comparado pela Unicap (Recife). Ele é empresário e deputado federal por Pernambuco em sua quarta gestão.


Por Agência Brasil – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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