Desculpa, foi culpa do corretor ortográfico – por Tom Moisés

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DESCULPA, FOI CULPA DO CORRETOR ORTOGRÁFICO

Hoje em dia quase todas as pessoas enviam e recebem mensagens escritas pelo celular. Alguns diálogos podem ser mal interpretados por conta do intrometido do corretor ortográfico.

– Agora, não posso, estou vendo um filme lindo no Telecine Piroca.
– Que isso, garota?! Para de assistir filme pornô!
– Tá louco?! O filme é romântico. Acha que eu assisto filme pornô?
– Só acho que o Telecine Piroca não passa filme romântico.
– Não! Eu digitei PIPOCA, TELECINE PIPOCA.

– Quero BODE.
– Quer o quê?
– Ops. Escrevi que quero VOCÊ!

– Oi, o que aconteceu? Você está sumido das redes sociais?
– É que agora só estou estuprando.
– O quê?
– Não! O corretor que digitou. Eu quis dizer que só estou ESTUDANDO.

– Eu me sento tão bem com ele.
– Senta, então, ué.
– Aonde? Não… eu quis dizer que me SINTO tão bem com ele.
– Tudo bem, te perdoo, afinal, você é uma galinha!
– Sou o quê?
– Não, eu quis dizer GATINHA!

– Vem pra casa que eu vou te fazer uma gostosa limonada SUICIDA.
– Não, SUIÇA.
– E aí? Tá onde?
– To comendo um macho.
– Comendo o que?
– NACHO, pai. NACHO! Comida mexicana. Queijo. Entendeu?

– Cara, te procurei ontem o dia todo. Onde você foi?
– Em uma festa, com um amigo meu, que transava comigo.
– Opa, eu quis dizer que TRAMPAVA comigo.

– Você tá meio gordinho, hein?!
– É que andei exagerando e comendo umas gordinhas.
– Opa, eu quis dizer comendo umas GORDURINHAS.

– Fiquei meia hora sentado no pinto.
– No PONTO. Esperando o ônibus.

Por favor, leia e revise o seu texto antes de enviá-lo.
E aí? Alguma vez o corretor já aprontou com você também?

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“Menas” não existe! – por Tom Moisés

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Meu tímpano está doendo até agora. Ontem um colega chegou pra mim e disse:

  • “Ano que vem tem Copa do Mundo, “to pricisano” de “aprendê” “ingrês””.
  • “O quê?” Eu perguntei, pois claro que ele não falaria inglês com “r”.
  • “Eu disse que “to pricisano” de “aprendê” “ingrês””.

Nossa! E não foi que ele repetiu, pensei.

  • “Acho que primeiro você deveria aprender o português”. Eu o adverti.
  • Não, não! “Nu portugues eu já sô bão. “Tô “pricisano mesmo é de falá ingrês”.

Tudo bem que “herrrar é Umano” mas, como dói os nossos tímpanos ao ouvirmos certas expressões erradas, hein?!

Muita utopia da minha parte sonhar que um dia as pessoas irão ler mais, saber mais e utilizarem melhor a língua (refiro-me ao uso correto do idioma).

Mas, errar não é “privilégio” apenas dos mortais que falam. Muitas vezes, os que escrevem também cometem erros quase que imperdoáveis. Aquele que ao escrever nunca errou, que atire a primeira caneta; se encontrarem alguma, né? Pois até as canetas estão desaparecendo.

Outro dia ouvir alguém dizer “menas gente”. Fiquei tão preocupado que resolvi escrever a respeito, para informar e esclarecer aos que ainda não sabem que a palavra “menas” não existe. É uma expressão incorreta, errada e que agride os ouvidos. É tão errada que até o computador não deixou eu escrevê-la. Ele corrigia sozinho. Eu tentava escrever “menas” e ele sozinho corrigia para “menos”.

A palavra “menos” significa o contrário de “mais”, em menor quantidade, comparativo de pouco. A palavra “menas” não existe. Não existe “menas gente, menas palavras, menas coisas”. O que existe são menos gente, menos palavras e menos coisas. Para alguns pode até parecer estranho, mas é assim que é o certo, pode pesquisar. E também podem confiar nesta informação. Em matemática eu “num sô bão não; mais nu portugueis eu agarato”.

E você? Tem algum erro de português que quando você ouve te incomoda?


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Bom, ruim e terrível – por Tom Moisés

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BOM: É natal!
RUIM: Você está duro, quebrado e sem dinheiro para comprar presentes.
TERRÍVEL: Para piorar não vai ganhar nada de ninguém.

BOM: Sua esposa está grávida.
RUIM: São trigêmeos.
TERRÍVEL: Você fez vasectomia no ano passado e não contou para ninguém.

BOM: Sua esposa não fala mais com você.
RUIM: Ela quer o divórcio.
TERRÍVEL: Ela é advogada.

BOM: Seu filho passou da puberdade.
RUIM: Ele está envolvido com uma vizinha.
TERRÍVEL: Você também está.

BOM: Seu namorado entende de moda feminina.
RUIM: Ele usa a sua roupa.
TERRÍVEL: Fica melhor nele do que em você.

BOM: Você decide dar aula sexual para seus filhos.
RUIM: Eles te interrompem várias vezes.
TERRÍVEL: Eles te corrigem o tempo todo.

BOM: Sua namorada arranjou um emprego.
RUIM: Ela sempre vai trabalhar vestida de “piriguete”.
TERRÍVEL: Seus colegas de futebol dizem que são clientes dela.

BOM: Você conheceu uma gata na internet, pelo menos a foto era linda.
RUIM: Você resolve se revelar e ela diz que te conhece.
TERRÍVEL: Era sua sogra.

MORAL DA HISTÓRIA: Tá ruim? Não reclama! Aprenda a viver, superar e sorrir dos problemas. Loucura mesmo é fazermos sempre as mesmas coisas e esperarmos resultados diferentes.


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Secretaria de Esportes de Barueri promove capacitação com foco em integração e saúde mental

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Nesta terça-feira (23), a Secretaria de Esportes de Barueri realizou mais uma edição da Capacitação e Integração mensal com seus colaboradores. O encontro teve como objetivo aprimorar conhecimentos, incentivar a troca de experiências e fortalecer o trabalho em equipe, além de abrir espaço para reflexões sobre o cuidado com a saúde mental.

A programação contou com palestras ministradas pelo Prof. Dr. Roberto Ferreira, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e por Benjamim Sepulvida. Ambos compartilharam conteúdos voltados ao desenvolvimento profissional e à prática esportiva, trazendo referências que dialogam com a realidade do setor.

A programação contou com a palestra de Benjamim Sepulvida, voltada ao desenvolvimento profissional e à prática esportiva. – Foto: Reprodução

Outro destaque foi a participação da psicóloga Naiara Sousa, que apresentou uma fala motivadora sobre a importância do equilíbrio emocional e do bem-estar. Durante sua abordagem, ela reforçou a necessidade de cultivar um ambiente de trabalho saudável, no qual o diálogo e a atenção à saúde mental façam parte do dia a dia.

A iniciativa contou com o apoio e a presença ativa do secretário de Esportes, Tom Moisés, que ressaltou a importância de valorizar os profissionais da pasta e investir continuamente em sua formação.

O evento também integrou a programação do Setembro Amarelo. – Foto: Reprodução

O evento também integrou a programação do Setembro Amarelo, campanha nacional de prevenção ao suicídio. A iniciativa ressaltou o papel fundamental de espaços institucionais na promoção de debates que contribuam para a conscientização sobre o tema.

Segundo a Secretaria de Esportes, encontros como este têm papel estratégico para manter a equipe alinhada e preparada, não apenas para enfrentar os desafios do cotidiano esportivo, mas também para cuidar da qualidade de vida dos servidores e da população atendida.

Com a participação de especialistas e colaboradores, a atividade reafirmou o compromisso da gestão com a valorização das pessoas, unindo capacitação técnica e atenção à saúde emocional.

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Foto: Reprodução/Sec. de Esportes de Barueri

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Você é uma pessoa de sorte? – por Tom Moisés

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Eu sou uma pessoa de sorte, principalmente em dar azar. Depois de 25 anos jogando na mega sena, até que enfim acertei uma quadra. O prêmio era de R$ 300,00 e só gastei R$ 150,00. Mas, quando fui buscá-lo descobri que era um bolão dividido por 20 pessoas e eu só teria direito a R$ 15,00. Isso é que é sorte.

Considero os jogos importantes, pois custeiam parte significativa do interesse público e, joga quem quer. Eu só jogo porque tenho sorte. Um dia fui trabalhar num autódromo para ganhar uma diária de R$ 60,00; isso foi no dia 06/06. Naquele dia eu acordei atrasado, às 6 pra 6h, me arrumei em 6 minutos, saí de casa às 6h e fiquei 66 minutos no trânsito. Passando próximo à fila de apostas perguntei para uma moça quem venceria e ela disse “aposta no carro nº 6”. Era muita coincidência tantos números 6. Fiquei na dúvida se deveria apostar os R$ 60,00 da diária, mas no mesmo instante me ligou uma pessoa que eu considerava uma besta quadrada. Se besta é igual 666, a ligação foi um sinal, apostei tudo. O carro 6 saiu na frente e liderou a corrida. Mas, na reta de chegada fundiu o motor e chegou em 6º.

Rifa, eu só compro para ajudar. Se eu marco o nome Roberval, dá Robervalda. No bingo sempre fico por um número. Se preciso do 10, vem o 01; se preciso do 96, vem o 69. Baralho, loterias, dados, bolas numeradas, cassinos, enfim, sempre dou sorte com o azar e ainda bem, assim não corro o risco de ficar psicologicamente viciado. Até no consórcio tenho sorte, ganhei um carro. Paguei 60 prestações esperando mês a mês ser sorteado e não fui. Depois de 5 anos pagando, quando encerrou o grupo, a empresa faliu. Mas a minha sorte brilhou, pois minha mãe ficou sensibilizada e me deu um carro de presente, um Peugeot 206 ano 1999. Nunca bateu, só apanhou; coitado. Estava com o motor fumando e a caixa de marcha engripada. Fora isso, estava bonito; amarelo, desbotado. O apelido dele era “pálido”.

Teve um dia que eu achei que ganharia uma bolada e ganhei. Eu estava do lado direito atrás do gol quando o cara bateu o pênalti. Foi uma bolada e tanto, pegou bem na minha cara. Perdemos o jogo e perdi a aposta, mas pelo menos eu ganhei, uma bolada.

E você, também é uma pessoa de sorte?


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Por que algumas pessoas escrevem o 7 cortado? – por Tom Moisés

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Você já percebeu que algumas pessoas escrevem o sete cortado? Escrevem normalmente o numeral 7, mas depois dão um traço no meio dele. Pois é, há várias versões. A mais sensata é que no processo de alfabetização corta-se o 7 para diferenciá-lo do número 1 e evitar confusão visual na escrita manual. Isso é muito importante no ambiente de aprendizado, sobretudo escolar.

Mas, vamos tratar isso com imaginação e um pouco mais de bom humor. Reza a lenda que o verdadeiro motivo é outro. Dizem que, quando o profeta Moisés foi ler a tábua dos 10 mandamentos, ele reuniu o povo e disse:

– “Pessoal, é o seguinte: para disciplinar a conduta das pessoas na sociedade vamos ter que estabelecer algumas regrinhas básicas de conduta e comportamento; isso para manter uma melhor organização, ok? Então, anotem aí:”

Bem, todas as pessoas que desejavam uma sociedade melhor, mais justa e igualitária gostaram da ideia. Mas, os críticos de plantão já discordaram logo de cara e disseram.

– “Pera lá… Vamos ver se a gente vai concordar ou não”.

Com o pessoal reunido, Moisés começou a dizer.

– “1º mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas”.

Todos concordaram e Moisés continuou:

– “2º mandamento: não chamar o nome de Deus em vão”.

Todos concordaram e Moisés continuou:

– “3º mandamento: honra teu pai e tua mãe para que se prolonguem os seus dias na terra”.

Ótimo! Concordância unânime.  

E depois Moisés leu o 4º, 5º e 6º, sem contestações.

Mas, quando chegou no sétimo, disse o profeta:

– “sétimo: não desejarás a mulher do próximo”

Então os homens disseram.

– “Opa! Esse corta”.


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Você tem problemas com a memória recente? – por Tom Moisés

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Ontem eu vim trabalhar de ônibus, ouvindo a conversa de três senhorinhas. Uma disse:

  • “Gente, estou ficando esquecida demais. Eu acabo de sair do quarto e volto para buscar alguma coisa, mas eu sempre me esqueço o que eu tinha ido buscar”.
    A segunda comentou:
  • “Eu pego o telefone para ligar urgente para uma pessoa, começo a procurar o nome da pessoa na agenda e daí me esqueço para quem eu tinha que ligar; e se eu ligo, esqueço o que eu tinha que falar. Isso porque era urgente”.
    As três sorriram e a terceira disse:
  • “Eu pego o copo d´água para tomar o remédio de pressão, mas logo me desconcentro e me vejo ali segurando o copo d’água tentando me lembrar se eu ia tomar o remédio ou se já tinha tomado”.

Ouvindo a conversa delas, fiquei pensando nesse negócio de problema com a memória recente. Deus me livre. Ainda bem que não sofro disso. Mesmo assim fui buscar um esclarecimento com o meu médico, Dr. Google.

Se você sofre com a falta de memória recente, não se preocupe, isso é normal. “Problemas na memória recente podem surgir em diferentes idades, sendo comum a partir dos 30 anos, devido a processos naturais de envelhecimento”. Depois de ler aquilo fiquei mais aliviado, afinal todos nós depois dos 18 anos temos muita informação na cabeça, excesso de notícias desnecessárias e um volume exagerado de conteúdo das redes sociais que só servem para ocupar um cantinho a mais em nossa memória e travar o nosso HD. Isso, sem falar nos e-mails, sms, whatsapp, ligações de telemarketing e nas preocupações com as contas a pagar e os compromissos pra cumprir. Eu estou bem, não sofro disso.

Entrei no trabalho e fiquei na dúvida se tinha trancado o carro. Corri até o estacionamento para ter certeza que havia acionado o alarme. Cheguei no pátio e não vi o carro. Que sensação ruim, deu suadeira, tontura, falta de ar e coceira pelo corpo com medo só de pensar na hipótese de terem roubado o meu carro comprado em suaves 72 prestações e sem seguro. Daí, graças a Deus, eu me lembrei que tinha ido trabalhar de ônibus. Lembrei. Ainda bem que a minha memória é muito boa.

E você? Sua memória ainda é boa? Comenta aqui pra gente o que você já esqueceu.


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O bom humor do Tom Moíses – Sem Veríssimo, vamos de “Tomzíssimo”

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Certamente, Veríssimo ficará feliz de fazermos crônicas bem humoradas sobre sua vida e obra. Até porque pessoas como ele não morrem, vivem para sempre. Obrigado, Veríssimo! “Onde quer que você estiver, você sempre estará lá” (leia essa frase de novo; até parecer engraçada).

Sei que a maioria das pessoas dessa geração prefere os vídeos à leitura. São dois os objetivos desse texto: 1- homenagear e agradecer ao Luís Fernando Veríssimo por toda sua contribuição social; e 2- insistir sobre o valor da leitura, pois ler é conhecer melhor as palavras e se familiarizar com o idioma; é despertar o imaginário; viajar pelo universo sem sair do lugar; conhecer os vocábulos, falar melhor e interpretar melhor a vida. Insista com suas crianças para aprenderem a ler. Só assim vão ler para aprender e “uma pessoa que lê vale por duas” (título do meu primeiro livro).

Aliás, escrevi parte do meu primeiro livro inspirado em Veríssimo. Foi um sucesso. Vendeu 3 mil exemplares no mesmo dia do lançamento. Tudo bem que foi para a mesma pessoa, minha mãe; mas, sem dúvida, foi um fenômeno de vendas.

Luisinho se foi e agora é necessário que seus imitadores continuem escrevendo para homenageá-lo e confirmar que o princípio ativo do genérico pode fazer os mesmos efeitos que o original. Compradores da tadalafila 20mg que o digam.

Muita pretensão da minha parte querer imitar o mestre; mas, como seu discípulo, tenho que escrever e manter o bom humor em alta. Eu também já fui humorista. Mas, depois, virei gestor público e “fiquei mal-humorado; fiquei sério, com cara fechada”. Antes eu sorria de tudo, contava piadas, escrevia crônicas. Aprendi muito com Veríssimo, ele me inspirava. Mas, depois que virei gestor público perdi a graça. Imagina se o tribunal de contas da internet suportaria um gestor público exercendo habilidades humorísticas. Vão me chamar de palhaço, ou dizer que estou fazendo palhaçada, o que não me incomodo. O palhaço é um grande artista que se usa do humor para entreter, emocionar e provocar reflexões. É um cara legal.  

Hoje, tive uma recaída. Decidi escrever para agradecer e prestar uma homenagem a esse grande escritor que sempre promoveu o riso e a inteligência. Falei para Rebeca, minha mulher:

– “Decidi, vou voltar a escrever”.

Ela respondeu:

– “Ué, eu nem sabia que você tinha começado”.

Liguei para a produtora que comprava os meus textos. Falei que recomeçaria a escrever. Falei com o dono e ele gostou, ficou eufórico, animado, entusiasmado e me disse: 

– “Tem certeza? Ah, tá bom, legal. Pode mandar por e-mail. Não prometo nada, mas, se der tempo, se eu conseguir, vou tentar dar uma olhada”.

Aproveitei para cobrar.

– “Chefe, quero voltar a trabalhar; mas, o senhor que me desculpe, vocês ficaram me devendo três meses de salários atrasados”.

Ele respondeu:

– “Está desculpado. Pode voltar ao trabalho”.

Se você leu até aqui, parabéns, obrigado. Acompanhe os meus textos toda semana aqui no Zero Hora Digital. Escrevo para todos, especialmente para quem não gosta de ler. Se “quem não tem cão caça com gato”; sem Veríssimo, vamos de “Tomzíssimo”. É o que tem pra hoje. Mas, tudo bem, ler o Tom pode ser tudo de bom. Muito obrigado.


Foto: Reprodução

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Tom Moisés, Secretário de Esportes de Barueri é eleito presidente estadual da Associação de Secretários de Esportes

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A cidade de Barueri sediou, na manhã de quarta-feira (25), um importante encontro promovido pela ASEMESP (Associação de Secretários Municipais de Esportes do Estado de São Paulo), reunindo autoridades e representantes do esporte de diversos municípios paulistas. O evento aconteceu nas dependências da Secretaria de Esportes de Barueri e contou com palestras e a realização da assembleia para eleição da nova diretoria da entidade.

Durante o encontro, o professor Mauzler Paoli, secretário-geral da ASEMESP, conduziu os trabalhos e destacou a importância da união entre os municípios para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao esporte. A programação contou com palestras da professora Júlia Medeiros, da Secretaria de Esportes de Barueri, e do Dr. Walter Feldman, médico, ex-deputado estadual e federal e ex-secretário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Dr. Walter Feldman compartilhou sua trajetória e destacou a importância do esporte como ferramenta de transformação social – Foto: Reprodução

O ponto alto do evento foi a eleição da nova diretoria da associação. Por unanimidade, o secretário de Esportes de Barueri, Tom Moisés, foi eleito presidente da ASEMESP. Ele terá a missão de liderar a entidade no próximo mandato, com o objetivo de fortalecer o esporte em âmbito estadual e promover o intercâmbio de boas práticas entre os municípios.

“A nossa intenção é que todos os secretários de esportes deem as mãos e caminhem juntos em torno de pautas relevantes para o esporte e o interesse público, tais como a valorização do professor e dos profissionais de educação física com melhor remuneração para todos; uma atuação do Ministério dos Esportes mais próxima dos municípios com programas e projetos que ampliem a importância, o alcance e a prática do esporte e da atividade física; definição legislativa de um percentual mínimo do orçamento para que todas as secretarias de esportes em todo país consigam efetivamente promover políticas públicas eficientes; e, com a ousadia de influenciar, impactar, mudar paradigmas, mudar culturas e melhorar a vida das pessoas. Não vamos consertar o mundo, mas, trabalhando juntos e trabalhando bem, podemos melhorar a saúde física e mental das pessoas, tirar adultos da depressão, não perder crianças para as drogas, promover lazer, melhorar a qualidade de vida das pessoas e construir um mundo melhor em nosso entorno” discursou o novo presidente.

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Barueri é reconhecida como Cidade Esportiva por destaque em inclusão e incentivo ao esporte

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Barueri conquistou o título de Cidade Esportiva no prêmio promovido pela Associação dos Secretários Municipais de Esporte e Lazer do Estado de São Paulo (Asemesp), com apoio da Secretaria Estadual de Esportes. A honraria reconhece os municípios que se destacaram nas ações de incentivo à prática esportiva e na promoção da acessibilidade entre os anos de 2023 e 2024.

A cerimônia de premiação foi realizada no dia 4 de abril, durante o Arnold Sport Festival, no Expo Center Norte, em São Paulo. Diversas cidades paulistas foram homenageadas, e Barueri foi uma das contempladas pelo protagonismo em políticas públicas voltadas ao esporte.

De acordo com a organização do prêmio, um dos principais diferenciais de Barueri foi o compromisso com o esporte inclusivo. A cidade possui uma equipe multidisciplinar preparada para atender pessoas com deficiência, oferecendo suporte adequado e garantindo a participação de todos nas atividades esportivas.

Outro fator decisivo para o reconhecimento foi a promoção de eventos e campeonatos locais, com destaque para o Campeonato Amador de Futebol, que envolve centenas de atletas, movimenta a torcida e aquece a economia local.

“O maior destaque de Barueri é a educação por meio do esporte para crianças e adolescentes”, afirmou o secretário municipal de Esportes, Tom Moisés. Ele explicou que a cidade oferece sete modalidades de artes marciais, seis coletivas e quatro individuais, além de atividades voltadas à saúde e qualidade de vida.

Segundo o secretário, os moradores interessados em participar das atividades esportivas têm duas opções: procurar diretamente um ginásio ou campo da cidade para se inscrever com o professor responsável, ou realizar a inscrição online no site da Prefeitura de Barueri, na página da Secretaria de Esportes. Em caso de vagas disponíveis, o cidadão recebe um e-mail de confirmação; caso contrário, entra em lista de espera. Com investimentos contínuos em infraestrutura, inclusão e promoção da saúde por meio do esporte, Barueri consolida-se como referência estadual em políticas esportivas de acesso amplo e democrático.

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