Levantamento feito pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostrou que os termômetros em São Paulo registraram uma temperatura máxima de 15,4ºC nesta quarta-feira (2). Assim, a capital paulista teve a menor temperatura máxima para o mês de novembro desde 1999.
A queda da temperatura em meio a primavera acontece por conta do fenômeno climático chamado La Niña, que resfria as águas do Pacífico equatorial e mexe com o clima de todo o planeta.
No Brasil, as regiões que mais sofrem com o fenômeno é a Sul e Sudeste. As temperaturas devem permanecer baixas até a próxima semana.
Para hoje, quinta-feira (3), a madrugada foi gelada e registrou em média 11ºC e com a sensação térmica mais baixa. A temperatura máxima se mantém baixa, com previsão de apenas 15°C.
Uma forte frente fria chega ao Brasil no começo de novembro fazendo com que as temperaturas despenquem em plena primavera. Há até a possibilidade de nevar no Rio Grande do Sul, o que nunca aconteceu no país nesta altura do ano.
O encontro da frente com o ar muito quente que está sobre o Brasil a acarreta na formação de nuvens bastante carregadas. Por isso, estão previstas a partir desta segunda-feira fortes pancadas de chuva e intensas rajadas de vento em muitas áreas do Sul, do Sudeste, do Centro-Oeste e do Norte do Brasil.
Há alerta para temporais no norte do Rio Grande do Sul, que inclui o planalto, a serra o litoral norte gaúcho, em Santa Catarina, no Paraná, em todas as áreas de São Paulo, no sul do Rio de Janeiro, sul de Minas, Triângulo Mineiro, sol de Goiás, extremo sul de Mato Grosso e em todo o Mato Grosso do Sul, segundo o Climatempo.
Em São Paulo, por exemplo, após um final de semana de sol e calor, o dia começou com chuva intensa, e chegou a deixar a capital em estado de atenção para alagamentos durante a madrugada. Os termômetros devem oscilar entre a máxima de 25°C, e a mínima de 17°C que será registrada no fim da noite. Nos próximos dias, a queda será ainda maior chegando a oscilar entre 10°C e 15°C na quinta-feira.
Neve no Sul
No Rio Grande do Sul, há possibilidade de frio intenso e temperaturas negativas nos próximos dias. A madrugada e amanhecer da terça-feira será gelada na região, com possibilidade de neve, chuva congelada e outras precipitações invernais sobre as áreas de Serra e Planalto de Santa Catarina, além da ocorrência de geada nas primeiras horas do dia no Rio Grande do Sul.
Se isso ocorrer, será a primeira vez na história que acontece em um mês de novembro no Brasil, de acordo com o Climatempo.
O frio fora de época tem relação com o fenômeno La Niña. É comum que as massas de ar frio sigam avançando pelo país durante a primavera, especialmente pelo leste da Região Sul e Sudeste do país.
A atuação do La Niña contribui para que mais frentes frias avancem pelo Sul do Brasil no decorrer da estação. Nos últimos dias de outubro, tem uma forte queda da Oscilação Antártida, fazendo com que a circulação dos ventos na alta e médica atmosfera fique mais ondulada, com isto há maior troca de ar entre as regiões polares e tropicais no hemisfério Sul; fazendo com que o ar gelado das regiões polares, avancem mais sobre o país.
O furacão Ian chegou à Flórida e transformou as ruas em rios. No entanto, na manhã desta quinta-feira (29), a tormenta perdeu força e se transformou em uma tempestade tropical, de acordo com o Centro Nacional de Furacões (NHC).
O furacão deixou 1,8 milhão de pessoas sem energia nesta quarta-feira (28) e ainda pode causar danos catastróficos, com ventos de até 250 km/h. A imprensa norte-americana informa que há pessoas presas em casas em regiões alagadas.
O furacão Ian chegou a atingir a categoria quatro e foi um dos mais fortes a atingir os Estados Unidos em décadas. Os meteorologistas disseram que parte do estado ainda deve observar uma onda de tempestade, ventos e inundações.
O governador da Flórida, Ron DeSantis, afirmou que a intensidade do furacão provavelmente já passou do seu pico, mas que o estado ainda deve ser atingido e que haverá danos.
Depois de passar por Cuba, deixar a ilha inteira sem energia e causar a morte de duas pessoas, a tormenta atingiu a Flórida e tocou no solo na Ilha de Cayo Costa, perto da cidade de Fort Myers e na cidade de Punta Gorda.
O mês de agosto será marcado pela ocorrência de poucas chuvas em boa parte do país, com menor ocorrência no interior da Região Nordeste e parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste. As informações são do boletim meteorológico para o mês divulgado nessa quinta-feira (4) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
De acordo com o boletim, a previsão para o mês de agosto indica registros de pouca chuva ou abaixo da média na região do Matopiba, que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e também na divisa de Minas Gerais e de Goiás, assim como o leste do Mato Grosso. Para essas regiões estão previstos acumulados inferiores a 80 milímetros (mm) e, em algumas localidades, não devem ocorrer registro de chuva.
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A tendência de chuvas acima da média está prevista para o noroeste da Região Norte, costa leste do Nordeste, com volumes previstos acima dos 120 mm. As chuvas acima da média também devem ocorrer na divisa dos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, além da parte central de Santa Catarina.
Agosto também promete ser um mês de temperaturas médias elevadas. O Inmet aponta a incidência de valores acima de 24°C para o Norte, Nordeste, norte do Mato Grosso e centro-oeste do Mato Grosso do Sul.
No leste da Região Nordeste, as temperaturas deverão ser mais amenas devido à persistência de dias chuvosos, com temperaturas que vão variar entre 24ºC e 26°C.
Para a Região Sul, as temperaturas mais elevadas ocorrerão no Paraná, enquanto em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul a tendência é de temperaturas médias entre 18°C e 20°C.
O Inmet, porém, não descarta a possibilidade de entrada de massas de ar frio, que poderão acarretar em queda das temperaturas mínimas e favorecer a ocorrência de geadas em áreas serranas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, assim como no sul de Minas Gerais e no Vale do Paraíba.
Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil
O calor que vem fazendo neste mês na cidade de São Paulo já pode ser considerado histórico. Desde 1984, é o mês de julho mais quente registrado na capital paulista, com média mensal de 25,9º C de temperatura máxima na série histórica. A informação foi divulgada hoje (26) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Até então, a temperatura mais alta para um mês de julho havia sido registrada em 1977, com média mensal de 25,3º C. Normalmente, a média máxima de temperatura para o mês gira em torno de 23º C.
Segundo o Inmet, nesta semana, a cidade de São Paulo pode registrar temperatura ainda mais alta, com a máxima chegando a 29º C na quinta-feira (28), tornando esse um dos dias mais quentes do mês. A mínima na quinta-feira pode chegar a 15º C. Já no sábado (30), a máxima não deve ultrapassar os 19º C, enquanto a mínima pode registrar até 7º C.
De acordo com o instituto, a umidade relativa do ar continua baixa e um forte bloqueio atmosférico de alta pressão, que impede a entrada de frentes frias, tem favorecido a elevação das temperaturas na capital. O calor será amenizado com a chegada de uma frente fria a São Paulo na próxima sexta-feira (29), que trará rajadas de vento, chuvas esparsas e queda acentuada na temperatura.
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A cidade de São Paulo não tem chuvas significativas desde o dia 10 do mês passado, informou o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE). Até o momento, julho registrou apenas chuviscos isolados em dias alternados, acumulando apenas 0,6mm.
Em entrevista hoje (26) ao programa Repórter São Paulo, da TV Brasil, o técnico em meteorologia do CGE Adilson Nazário disse que o fim de semana deve ser mais frio em São Paulo.
Segundo Nazário, a previsão é que sábado (30) e domingo (31) sejam os dias mais frios, com temperaturas em torno de 10º C ou 11º C, ou até mais baixas, de cerca de 10º C. “Não é uma sequência de dias muito longa, mas já vai servir para melhorar a qualidade do ar temporariamente”, afirmou.
Período mais frio do ano, o inverno começa hoje (21) às 6h14 no Hemisfério Sul. A expectativa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de três meses com chuvas acima da média nas regiões Norte e Nordeste, devido ao fenômeno La Niña. A estação termina em 22 de setembro, às 22h04 (horário de Brasília).
Oposto ao El Niño, o fenômeno La Niña se caracteriza principalmente pelo registro de temperaturas abaixo da média na superfície da parte do Oceano Pacífico que fica próxima à Linha do Equador, o que afeta o clima na América do Sul. No Brasil, entre os efeitos mais comuns está o aumento da precipitação e da vazão dos rios no Norte e a redução das chuvas na Região Sul.
Além de mais chuvas, o Inmet prevê que a Região Norte terá temperaturas mais elevadas. As exceções são o sul do Pará e de Tocantins, onde o clima mais quente deve ser acompanhado de chuvas abaixo da média, o que aumenta as chances de incêndios florestais no sul da Amazônia.
Na região Centro-Oeste, massas de ar seco e quente também devem favorecer incêndios florestais principalmente nos meses de agosto e setembro. O inverno deve intensificar o período seco, e a tendência é de diminuição da umidade relativa do ar nos próximos meses, com valores diários que podem ficar abaixo de 30%, e picos mínimos abaixo de 20%.
Tempo seco
O tempo mais seco que a média deve marcar o inverno na Região Sul, além de temperaturas próximas e abaixo da média com a chegada de massas de ar polar, principalmente entre julho e agosto. O oeste desses três estados, porém, pode ter chuvas acima da média, e o norte do Paraná deve ter um inverno mais quente que o de costume.
No Nordeste, as chuvas acima da média devem incidir sobre o litoral, enquanto no oeste da Bahia e no sul do Piauí e do Maranhão as precipitações poderão ser próximas da média. O La Niña também deve forçar as temperaturas a um patamar próximo ou acima da média em grande parte da região.
O Sudeste pode ter chuvas ligeiramente abaixo da média, mas a passagem de frentes frias deve continuar a causar chuvas no litoral. Sobre a temperatura, a previsão é que permaneça acima da média, mas massas de ar polar podem determinar a formação de geadas em regiões de altitudes elevadas.
A semana começou gelada com pouca nebulosidade e temperaturas mínimas oscilando em torno dos 6,7°C na capital paulista, de acordo com informações do Centro de Gerenciamento de Emergências da prefeitura de São Paulo (CGE).
As estações meteorológicas da prefeitura indicaram que a mínima absoluta de hoje (13) atingiu 0,7°C na região de Engenheiro Marsilac, no extremo sul da cidade. A madrugada mais fria do ano continua sendo a do dia 20 de maio, quando houve o registro de 6,3°C em média na cidade e 1,1°C na Capela do Socorro, Zona Sul.
No decorrer do dia, o predomínio de sol ajuda a diminuir um pouco a sensação de frio, mas as temperaturas não sobem muito e não devem passar dos 16°C. A umidade relativa do ar pode atingir valores próximos aos 40%. No final da tarde, a nebulosidade aumenta um pouco com a chegada da brisa marítima, porém não há previsão de chuva.
Os próximos dias seguem com sol e temperaturas em gradativa elevação. As madrugadas continuam geladas na região metropolitana de São Paulo. A terça-feira (14) começa com muito frio, com os termômetros oscilando em torno dos 9°C durante a madrugada. A temperatura máxima não deve superar os 17°C. Não há condições para chuva na capital paulista.
Na quarta-feira (15), o sol predomina e favorece a gradativa elevação das temperaturas, mas a sensação de frio ainda deve persistir, com mínimas em torno dos 10°C durante a madrugada e máximas abaixo dos 19°C no período da tarde.
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Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de riscos à saúde devido à queda brusca de temperatura em algumas regiões do país. Ao todo, 11 estados e o Distrito Federal estão na zona de perigo. O aviso teve início às 10h55 de hoje (18) e segue até as 23h de sexta-feira (20).
De acordo com o alerta, as temperatura devem permanecer 5ºC abaixo da média pelo período de 3 a 5 dias.
O Inmet recomenda que, em caso de necessidade, as pessoas entrem em contato com a Defesa Civil, pelo telefone 199.
Previsão
A massa de ar polar, vinda do Sul do Brasil, chegou hoje ao Distrito Federal que registrou mínima de 8,7°C, durante a madrugada. As temperaturas devem cair ainda mais nos próximos dias, podendo chegar a 5ºC amanhã, segundo previsão do Inmet.
Por Agência Brasil – Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil
Com a previsão de quedas bruscas de temperatura indicadas pela meteorologia nos próximos dias, especialmente a partir desta quarta-feira (dia 18), a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social de Barueri (Sads) publicou a portaria nº 06/22 que estabelece ações para atendimento de situações de emergência em razão do frio intenso.
Dentre as medidas estão a locação de mais um espaço para acolhimento emergencial de pessoas em situação de rua, a ampliação de vagas nos serviços de acolhimento da Casa São Francisco – Associação Cáritas (financiado pela Prefeitura e a intensificação do serviço de abordagem social oferecendo acolhida para quem desejar. Esta ação é feita em conjunto com a Guarda Civil Municipal e a Defesa Civil, ligadas à Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social.
Outra providência será o encaminhamento necessário para outros serviços da rede socioassistencial, conforme a necessidade apresentada por esta população.
Além da Cáritas e do novo espaço de acolhimento, Barueri conta também com a Casa da Passagem para receber esse público.
Adriana Bueno Molina, secretária da Sads, explica que há uma imensa preocupação do Governo Municipal para acolher as pessoas em situação de rua: “principalmente nas baixas temperaturas e, para tanto, locamos um imóvel que oferecerá acolhimento, além da ampliação das vagas da Cáritas”. Adriana ressalta que esses cuidados devem preservar a vida dessas pessoas mais vulneráveis.
Além de leito quentinho, os acolhidos recebem alimentação e espaço adequado para higiene. Aqueles que recusam o abrigamento por causa de seus animais de estimação não precisam se preocupar, seus bichinhos também são bem-vindos, mas apenas na Casa de Passagem e no novo espaço de acolhimento emergencial.
Vagas Entre a Cáritas, a Casa de Passagem e o espaço emergencial, o município contará com aproximadamente 200 vagas para pernoite.
Serviço Se você encontrar alguém dormindo na rua ou passando frio em Barueri, ligue para a Cáritas: (11) 4199-0703. O órgão irá direcionar equipes até a pessoa em risco. Casos emergenciais também podem ser relatados às forças de segurança no número 153.
Durante a madrugada de hoje (18) a sensação térmica chegou a 4º graus Celsius negativos na região do Aeroporto de Congonhas, zona sul da capital paulista, apesar dos termômetros marcarem 7ºC, segundo a medição do Centro de Gerenciamento de Emergências. De acordo com o órgão municipal, 7ºC foi a média na cidade até o início da manhã, mas no extremo sul da cidade, em Marsilac, as temperaturas chegaram a 6ºC com sensação térmica de 1ºC.
As temperaturas foram as mais baixas do ano. Desde 2004, a menor temperatura média registrada pelo CGE na capital paulista foi em 30 de julho de 2021, com 3,2°C. Enquanto a temperatura mais baixa na cidade foi em Parelheiros, extremo sul, na mesma data, quando os termômetros marcaram -3ºC.
A previsão do CGE é que o dia mantenha o céu limpo, com temperatura não passando de 14ºC. Os ventos podem superar a velocidade de 50 quilômetros por hora, aumentando a sensação de frio.
Amanhã (19), o frio deve continuar, com as temperaturas variando entre mínima de 7ºC e máxima de 16ºC.