O tempo permanece estável nesta terça-feira (26) em grande parte do estado de São Paulo, com variação de nebulosidade ao longo do dia e possibilidade de pancadas isoladas de chuva em algumas regiões.
Segundo a previsão meteorológica, o amanhecer deve ser marcado pela formação de nevoeiro em áreas do centro e leste paulista, cenário provocado pela combinação entre alta umidade e temperaturas mais baixas nas primeiras horas da manhã.
A tendência é que o nevoeiro se dissipe ainda durante a manhã, com elevação gradual das temperaturas ao longo do dia.
Já no período da tarde, há previsão de pancadas isoladas de chuva acompanhadas de raios e rajadas de vento, principalmente em pontos do centro, leste e sul do estado.
Na cidade de São Paulo, os termômetros devem variar entre 14°C e 25°C.
Em Andradina, no interior paulista, a previsão indica mínima de 20°C e máxima de 29°C.
A orientação da Defesa Civil é para que moradores acompanhem atualizações meteorológicas e fiquem atentos a possíveis alertas em caso de mudanças nas condições climáticas, especialmente em regiões com previsão de chuva mais intensa.
A cidade de São Paulo registrou uma madrugada gelada nesta sexta-feira (22), com temperatura média de 12,6°C, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura.
A menor temperatura foi registrada em Parelheiros, no extremo da zona sul da capital, onde os termômetros marcaram 10,3°C.
De acordo com o CGE, uma massa de ar frio mantém o tempo úmido e fechado em grande parte da cidade ao longo do dia. A previsão indica céu encoberto, ventos vindos do litoral e possibilidade de garoa no fim da tarde e durante a noite.
A temperatura máxima não deve ultrapassar os 17°C nesta sexta-feira.
O órgão também informou que o acumulado de chuva em maio já chegou a 40,5 milímetros, o equivalente a cerca de 75% da média histórica esperada para o mês.
A previsão aponta mudança nas condições climáticas durante o fim de semana. No sábado (23), áreas de instabilidade associadas a uma região de baixa pressão devem provocar chuva contínua em diferentes regiões da capital paulista.
Segundo o CGE, há risco de precipitações moderadas a fortes, o que pode aumentar a possibilidade de alagamentos em áreas vulneráveis da cidade.
As temperaturas continuam baixas no sábado, com mínima prevista de 14°C e máxima de até 18°C.
Já no domingo (24), o tempo segue instável, com possibilidade de garoa e chuva fraca ao longo do dia. Os termômetros devem variar entre 15°C e 21°C.
A combinação entre frio, umidade e chuva deve manter o fim de semana com sensação térmica mais baixa em diversas regiões da capital paulista.
A cidade de São Paulo registrou nesta quinta-feira (25) a maior temperatura já observada para um mês de dezembro. Os termômetros chegaram a 35,9°C, estabelecendo um novo recorde histórico na capital paulista. E, apesar de uma leve redução nesta sexta-feira (26), o calor intenso deve persistir nos próximos dias.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a máxima prevista para esta sexta-feira na capital é de 34°C, com mínima de 22°C. Ao longo do dia, o tempo permanece abafado, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, que podem ocorrer pela manhã, à tarde e também à noite, acompanhadas de trovoadas em pontos isolados. Os ventos seguem fracos durante todo o período.
Interior paulista
O forte calor também atinge o interior do estado, onde as temperaturas seguem cerca de 5°C acima da média esperada para dezembro.
Em Bauru, os termômetros chegam aos 35°C, com possibilidade de chuva isolada e ventos fracos. Ribeirão Preto também tem previsão de 35°C, com chuva passageira e ventos de baixa intensidade. Já em São José do Rio Preto e região, a máxima prevista é de 34°C, sem expectativa de chuva.
Litoral
No litoral paulista, o calor é menos intenso, mas o tempo segue abafado. Em Santos, a máxima prevista é de 31°C, sem chance de chuva.
Guarujá e Praia Grande devem registrar até 29°C, também sem previsão de chuva. Já Ubatuba tem máxima de 30°C, com possibilidade de chuva fraca ao longo do dia.
Segundo meteorologistas, a tendência é de que o calor continue nos próximos dias, intercalado por pancadas de chuva típicas do verão, principalmente no período da tarde e da noite.
A capital paulista está em estado de atenção para alagamentos em todas regiões devido a áreas de instabilidade e chuva geradas pelo tempo abafado. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da prefeitura (CGE-SP), os radares meteorológicos mostram chuva com forte com potencial para queda de granizo e formação de alagamentos.
“As chuvas devem seguir oscilando de intensidade, e de forma isolada no decorrer da tarde. Podem ocorrer raios e rajadas localizadas de vento, o que eleva o potencial para formação de alagamentos e queda de árvores”, alerta o CGE-SP.
De acordo com o CGE-SP, já há dois pontos de alagamento na Zona Oeste: um no Butantã (avenida Francisco Morato, sentido centro) e Pinheiros (túnel Max Feffer, sentido bairro), que está intransitável. Na Zona Leste, ainda transitável, o alagamento é na avenida Conde de Frontin, na Penha, sentido centro. Nas Zonas Sul e Sudoeste há dois pontos intransitáveis : na alameda Santo Amaro, sentido bairro e no viaduto Grande São Paulo, sentido Vila Prudente.
A chuva generalizada e intensa é resultado de um sistema de baixa pressão que se propaga pelo sul do Brasil e deve influenciar o tempo no estado de São Paulo. A terça-feira (9) deve continuar chuvosa desde a madrugada, devido a atuação desse sistema, com as temperaturas variando 20°C e 23°C. Os ventos podem superar os 60Km/h, principalmente à tarde.
Na quarta-feira (10) ainda há condições para chuvas durante a madrugada, mas que devem diminuir de intensidade no decorrer do dia. O sol aparece entre nuvens e os termômetros devem variar entre mínimas de 19°C e máximas que podem chegar aos 27°C. Ainda há condições para rajadas de vento de até 60 Km/h, o que, em conjunto com o solo encharcado, mantém elevado o potencial para queda de árvores na Grande São Paulo.
A Defesa Civil do Estado de São Paulo informa que, entre domingo (16) e terça-feira (18), a passagem de uma frente fria criará condições favoráveis para chuva forte, com raios, rajadas de vento que podem superar 70 km/h e possibilidade de granizo isolado em diversas regiões do Estado.
No domingo (16), embora a frente fria ainda atue com maior intensidade sobre o Sul do País, seus efeitos já serão percebidos no Sudeste, com possibilidade de pancadas de chuva.
Na segunda-feira (17), com o avanço do sistema em direção ao Sudeste, todas as regiões paulistas ficam sujeitas a pancadas de chuva, que podem ocorrer com intensidade forte.
Na terça-feira (18), o cenário permanece de atenção, com condições para chuva e variação de nuvens em grande parte do território paulista.
As regiões que devem registrar os maiores acumulados de chuva são:
Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira;
Vale do Ribeira, Sorocaba, Campinas e Itapeva;
Baixada Santista;
Região Metropolitana da Capital, Bauru, Araraquara, Presidente Prudente e Marília;
Araçatuba, São José do Rio Preto, Barretos, Franca e Ribeirão Preto.
Embora os modelos meteorológicos não indiquem acumulados extremamente elevados na maior parte do Estado, há potencial para tempestades severas, com risco de alagamentos, deslizamentos, destelhamentos e queda de árvores. No litoral, também não se descarta a possibilidade de agitação marítima e ressaca, exigindo atenção redobrada.
A partir de quarta-feira (19), a frente fria se afasta, permitindo o retorno gradual de condições mais estáveis no Estado.
A Defesa Civil reforça a importância de acompanhar os alertas oficiais e adotar medidas preventivas para minimizar os impactos das condições adversas previstas.
A capital paulista enfrentou neste domingo (17) a madrugada mais abafada do ano, com média de 23,8º C, informou o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas de São Paulo (CGE). A cidade apresentou a maior temperatura mínima absoluta, que foi registrada na estação encontrada na subprefeitura da Sé, no centro da capital, onde a temperatura chegou a 26,5º C.
Até então, a maior temperatura mínima havia sido registrada no sábado (16), com 23,1°C de média e absoluta de 25°C na região de Santo Amaro, na zona sul paulista.
Por causa do forte calor, a Defesa Civil de São Paulo está mantendo toda a cidade em estado de alerta para altas temperaturas.
Março tem sido um mês de muito calor e de poucas chuvas na cidade. Segundo dados do CGE, o mês de março acumulou até agora 71,9 milímetros (mm) de chuva, o que corresponde a apenas 40,3% dos 178,5 mm que são esperados para o mês.
Para este domingo, a expectativa é de rápida elevação das temperaturas na capital, com a temperatura chegando a 35º C e índice baixo de umidade, em torno de 35%. No final da tarde e início da noite podem ocorrer pancadas isoladas de chuvas. Para amanhã (18), os termômetros devem variar entre mínima de 24°C e máxima de 33°C. Entre o final da tarde e o início da noite, a propagação de áreas de instabilidade provoca chuvas na forma de pancadas, com pontos de moderada a forte intensidade, raios e rajadas localizadas de vento.
Levantamento do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostrou que o ano de 2023 foi o segundo mais quente da história recente da cidade de São Paulo. Os dados são registrados desde 1961. Ao todo, foram 108 dias com temperaturas iguais ou maiores que 30ºC.
O recorde de ano mais quente de São Paulo foi 2014, quando o município registou 114 dias com temperaturas iguais ou maiores a 30ºC.
Entre janeiro e novembro, cinco meses tiveram, segundo o estudo, “desvios relevantes” nas médias de temperatura. Destaque para setembro, quando a média foi de 5ºC acima do esperado.
A maior temperatura do ano foi no mês de novembro, quando a capital paulista registrou 37,7ºC. Esse foi o segundo dia mais quente já registrado. O recorde é de 37,8ºC em 2014.
Além do calor, as chuvas também castigaram São Paulo em 2023. A cidade teve um excedente hídrico de quase 400mm. Os meses de fevereiro e outubro foram os que mais choveram. Os índices foram de 66% e 180% acima das médias históricas, respectivamente.
A temperatura média no Brasil atingiu nível recorde pelo quarto mês seguido em outubro. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre julho e outubro, a diferença entre o valor registrado e a média histórica – variação que é tecnicamente chamada de “desvio” – foi superior a 1 grau Celsius (°C).
De acordo com o levantamento do Inmet, no mês passado, a temperatura média observada no Brasil ficou em 26,4°C. O resultado foi 1,2°C acima da média histórica para o mês (25,2°C).
“Dentre os quatro meses consecutivos mais quentes deste ano, setembro apresentou o maior desvio desde 1961, com 1,6ºC acima da climatologia de 1991/2020 (média histórica)”, informou o Inmet. Naquele mês, a temperatura média registrada ficou em 25,8°C, enquanto a média histórica estava em 24,2°C.
Em agosto deste ano, a temperatura média ficou em 24,3°C – resultado 1,4°C acima da média histórica (22,9°C) e, em julho, a média observada (23°C) estava mais de 1°C acima da média histórica (21,9°C).
O Inmet acrescenta que esses meses “foram marcados por calor extremo em grande parte do país e eventos de onda de calor, reflexo dos impactos do fenômeno El Niño [aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial], que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta”.
O aumento da temperatura global da superfície terrestre e dos oceanos também contribui para eventos cada vez mais extremos.
“O cenário indica que o ano de 2023 será o mais quente desde a década de 60. Estes resultados corroboram com as perspectivas encontradas por outros órgãos de meteorologia internacional, pois, segundo pesquisadores do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia, é improvável que os dois últimos meses deste ano revertam este recorde, tendo em vista que a tendência é de altas temperaturas em todo o mundo até novembro”, acrescentou o Inmet.
O calor deve continuar nos próximos dias. Diante da situação, o Inmet emitiu um alerta no qual prevê uma nova “onda de calor” que atingirá especialmente o interior do Brasil.
“O aviso meteorológico especial de nível amarelo (perigo potencial) de onda de calor abrange áreas do Centro-Oeste e Sudeste do País e é válido até, pelo menos, a próxima sexta-feira (10)”, detalhou, em nota, o instituto ao explicar que o nível amarelo “é emitido quando a previsão indica que as temperaturas devem ficar 5ºC acima da média pelo período de dois a três dias consecutivos”.
O Inmet acrescenta que a expectativa é que o “forte calor” continue, pelo menos, até meados da próxima semana. Contudo, a área de abrangência do fenômeno deve sofrer alterações.
“A partir do sábado (11), se a situação persistir, o aviso de onda calor será atualizado e poderá se expandir ou até mesmo ter o seu nível de severidade alterado. Em alguns municípios, principalmente dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, as temperaturas máximas devem superar os 42°C nos próximos dias”, complementou o instituto.
A cidade de São Paulo amanheceu com predomínio de sol e temperatura em elevação nesta sexta-feira (10).
De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), a temperatura máxima pode chegar aos 31ºC, enquanto os menores índices de umidade se aproximam dos 40%.
Entre o meio da tarde e o início da noite, a combinação de calor com a entrada da brisa marítima gera áreas de instabilidade, que provocam chuva em forma de pancadas isoladas. Há potencial para precipitações com forte intensidade, e não se descartam rajadas de vento e formação de alagamentos.
Tendência para os próximos dias:
O bloqueio atmosférico e a massa de ar quente e seco predominam sobre o Sudeste e Centro-Oeste, o que irá provocar um fim de semana com muito sol e calor intenso na Grande São Paulo.
Nessas condições, o CGE recomenda beber água à vontade, evitar atividades físicas ao ar livre entre 10h e 17h, e usar umidificadores de ar, como toalhas molhadas, recipientes com água e vaporizadores.
A prefeitura de São Paulo vai montar dez tendas distribuídas pela cidade para entregar água e frutas à população vulnerável em dias de calor intenso. A previsão para os próximos dias é de que os termômetros ultrapassem os 36 graus Celsius (ºC), além de índices de umidade abaixo dos 30% nas horas de maior calor. O serviço, que funcionará das 10h às 16h, começa a ser oferecido nesta sexta-feira (10).
Similar à Operação Baixas Temperaturas (OBT), a ação é ativada quando a temperatura na capital atinge 32 ºC, ou sensação térmica equivalente. Além do atendimento nas tendas, os agentes do município vão incentivar que as pessoas procurem a rede de acolhimento para se abrigar do sol, se hidratar e se alimentar. Uma ambulância ficará à disposição para atendimento.
Operação Altas Temperaturas distribui água e frutas para pessoas em situação de vulnerabilidade – Paulo Pinto/Agência Brasill
Segundo o governo municipal, há 25 mil vagas de acolhimento para pessoas em situação de rua, distribuídas em Centros de Acolhida, hotéis sociais, Repúblicas para Adultos, Vilas Reencontro, serviços emergenciais, entre outros.
O encaminhamento para cada serviço é feito “de acordo com o perfil do indivíduo e com a tipologia do serviço, respeitando o histórico da pessoa ou família a ser acolhida”.
Região Central: na Praça da República e na Praça Marechal Deodoro;
Região Sul: em Santo Amaro (Praça Floriano Peixoto, nº 54) e na Capela do Socorro (Praça José Boemer Roschel);
Região Norte: em Santana (Avenida Cruzeiro do Sul, nº 3.180) e na Vila Maria (Praça Novo Mundo);
Região Leste: em Guaianases (Praça Presidente Getúlio Vargas, s/n), Itaquera (Avenida Musgo de Flor com Avenida Imperador, embaixo do viaduto Jacu Pêssego) e Mooca (Praça Cid José da Silva Campanella);
Região Oeste: na Lapa (Rua do Curtume, s/n – esquina com Guaicurus).