Tempo permanece firme, sem previsão de chuva, enquanto a baixa umidade aumenta o risco de queimadas no Estado
O tempo segue firme em todo o Estado de São Paulo nesta terça-feira (18), com predomínio de sol entre poucas nuvens e sem previsão de chuva.
As temperaturas permanecem elevadas ao longo do dia, enquanto os índices de umidade relativa do ar devem cair ainda mais. Em algumas regiões, os níveis podem atingir patamares críticos, aumentando o risco de queimadas.
Na capital paulista, os termômetros devem variar entre 17°C e 30°C.
No interior, o calor será mais intenso. Em Dracena, a previsão indica mínima de 21°C e máxima de 35°C.
A combinação de calor e baixa umidade exige atenção, principalmente durante os períodos mais secos do dia.
A terça-feira (16) começou com céu nublado em grande parte do estado de São Paulo e previsão de pancadas isoladas de chuva ao longo do dia. Segundo a Defesa Civil estadual, as precipitações podem vir acompanhadas de raios e rajadas de vento, principalmente no litoral.
Os maiores acumulados de chuva são esperados para a Baixada Santista e o Vale do Paraíba. Apesar do tempo fechado nas primeiras horas do dia, as temperaturas devem subir gradualmente durante a tarde.
Na capital paulista, os termômetros devem variar entre 14°C e 19°C. Já em Itararé, no sudoeste do estado, a mínima prevista é de 9°C, com máxima de 20°C.
A Defesa Civil orienta a população a acompanhar as atualizações meteorológicas e ficar atenta aos alertas emitidos pelos canais oficiais, especialmente em áreas sujeitas a alagamentos e ventos fortes.
O tempo permanece estável nesta terça-feira (26) em grande parte do estado de São Paulo, com variação de nebulosidade ao longo do dia e possibilidade de pancadas isoladas de chuva em algumas regiões.
Segundo a previsão meteorológica, o amanhecer deve ser marcado pela formação de nevoeiro em áreas do centro e leste paulista, cenário provocado pela combinação entre alta umidade e temperaturas mais baixas nas primeiras horas da manhã.
A tendência é que o nevoeiro se dissipe ainda durante a manhã, com elevação gradual das temperaturas ao longo do dia.
Já no período da tarde, há previsão de pancadas isoladas de chuva acompanhadas de raios e rajadas de vento, principalmente em pontos do centro, leste e sul do estado.
Na cidade de São Paulo, os termômetros devem variar entre 14°C e 25°C.
Em Andradina, no interior paulista, a previsão indica mínima de 20°C e máxima de 29°C.
A orientação da Defesa Civil é para que moradores acompanhem atualizações meteorológicas e fiquem atentos a possíveis alertas em caso de mudanças nas condições climáticas, especialmente em regiões com previsão de chuva mais intensa.
A cidade de São Paulo registrou uma madrugada gelada nesta sexta-feira (22), com temperatura média de 12,6°C, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura.
A menor temperatura foi registrada em Parelheiros, no extremo da zona sul da capital, onde os termômetros marcaram 10,3°C.
De acordo com o CGE, uma massa de ar frio mantém o tempo úmido e fechado em grande parte da cidade ao longo do dia. A previsão indica céu encoberto, ventos vindos do litoral e possibilidade de garoa no fim da tarde e durante a noite.
A temperatura máxima não deve ultrapassar os 17°C nesta sexta-feira.
O órgão também informou que o acumulado de chuva em maio já chegou a 40,5 milímetros, o equivalente a cerca de 75% da média histórica esperada para o mês.
A previsão aponta mudança nas condições climáticas durante o fim de semana. No sábado (23), áreas de instabilidade associadas a uma região de baixa pressão devem provocar chuva contínua em diferentes regiões da capital paulista.
Segundo o CGE, há risco de precipitações moderadas a fortes, o que pode aumentar a possibilidade de alagamentos em áreas vulneráveis da cidade.
As temperaturas continuam baixas no sábado, com mínima prevista de 14°C e máxima de até 18°C.
Já no domingo (24), o tempo segue instável, com possibilidade de garoa e chuva fraca ao longo do dia. Os termômetros devem variar entre 15°C e 21°C.
A combinação entre frio, umidade e chuva deve manter o fim de semana com sensação térmica mais baixa em diversas regiões da capital paulista.
A cidade de São Paulo registrou nesta quinta-feira (25) a maior temperatura já observada para um mês de dezembro. Os termômetros chegaram a 35,9°C, estabelecendo um novo recorde histórico na capital paulista. E, apesar de uma leve redução nesta sexta-feira (26), o calor intenso deve persistir nos próximos dias.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a máxima prevista para esta sexta-feira na capital é de 34°C, com mínima de 22°C. Ao longo do dia, o tempo permanece abafado, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, que podem ocorrer pela manhã, à tarde e também à noite, acompanhadas de trovoadas em pontos isolados. Os ventos seguem fracos durante todo o período.
Interior paulista
O forte calor também atinge o interior do estado, onde as temperaturas seguem cerca de 5°C acima da média esperada para dezembro.
Em Bauru, os termômetros chegam aos 35°C, com possibilidade de chuva isolada e ventos fracos. Ribeirão Preto também tem previsão de 35°C, com chuva passageira e ventos de baixa intensidade. Já em São José do Rio Preto e região, a máxima prevista é de 34°C, sem expectativa de chuva.
Litoral
No litoral paulista, o calor é menos intenso, mas o tempo segue abafado. Em Santos, a máxima prevista é de 31°C, sem chance de chuva.
Guarujá e Praia Grande devem registrar até 29°C, também sem previsão de chuva. Já Ubatuba tem máxima de 30°C, com possibilidade de chuva fraca ao longo do dia.
Segundo meteorologistas, a tendência é de que o calor continue nos próximos dias, intercalado por pancadas de chuva típicas do verão, principalmente no período da tarde e da noite.
A capital paulista está em estado de atenção para alagamentos em todas regiões devido a áreas de instabilidade e chuva geradas pelo tempo abafado. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da prefeitura (CGE-SP), os radares meteorológicos mostram chuva com forte com potencial para queda de granizo e formação de alagamentos.
“As chuvas devem seguir oscilando de intensidade, e de forma isolada no decorrer da tarde. Podem ocorrer raios e rajadas localizadas de vento, o que eleva o potencial para formação de alagamentos e queda de árvores”, alerta o CGE-SP.
De acordo com o CGE-SP, já há dois pontos de alagamento na Zona Oeste: um no Butantã (avenida Francisco Morato, sentido centro) e Pinheiros (túnel Max Feffer, sentido bairro), que está intransitável. Na Zona Leste, ainda transitável, o alagamento é na avenida Conde de Frontin, na Penha, sentido centro. Nas Zonas Sul e Sudoeste há dois pontos intransitáveis : na alameda Santo Amaro, sentido bairro e no viaduto Grande São Paulo, sentido Vila Prudente.
A chuva generalizada e intensa é resultado de um sistema de baixa pressão que se propaga pelo sul do Brasil e deve influenciar o tempo no estado de São Paulo. A terça-feira (9) deve continuar chuvosa desde a madrugada, devido a atuação desse sistema, com as temperaturas variando 20°C e 23°C. Os ventos podem superar os 60Km/h, principalmente à tarde.
Na quarta-feira (10) ainda há condições para chuvas durante a madrugada, mas que devem diminuir de intensidade no decorrer do dia. O sol aparece entre nuvens e os termômetros devem variar entre mínimas de 19°C e máximas que podem chegar aos 27°C. Ainda há condições para rajadas de vento de até 60 Km/h, o que, em conjunto com o solo encharcado, mantém elevado o potencial para queda de árvores na Grande São Paulo.
A Defesa Civil do Estado de São Paulo informa que, entre domingo (16) e terça-feira (18), a passagem de uma frente fria criará condições favoráveis para chuva forte, com raios, rajadas de vento que podem superar 70 km/h e possibilidade de granizo isolado em diversas regiões do Estado.
No domingo (16), embora a frente fria ainda atue com maior intensidade sobre o Sul do País, seus efeitos já serão percebidos no Sudeste, com possibilidade de pancadas de chuva.
Na segunda-feira (17), com o avanço do sistema em direção ao Sudeste, todas as regiões paulistas ficam sujeitas a pancadas de chuva, que podem ocorrer com intensidade forte.
Na terça-feira (18), o cenário permanece de atenção, com condições para chuva e variação de nuvens em grande parte do território paulista.
As regiões que devem registrar os maiores acumulados de chuva são:
Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira;
Vale do Ribeira, Sorocaba, Campinas e Itapeva;
Baixada Santista;
Região Metropolitana da Capital, Bauru, Araraquara, Presidente Prudente e Marília;
Araçatuba, São José do Rio Preto, Barretos, Franca e Ribeirão Preto.
Embora os modelos meteorológicos não indiquem acumulados extremamente elevados na maior parte do Estado, há potencial para tempestades severas, com risco de alagamentos, deslizamentos, destelhamentos e queda de árvores. No litoral, também não se descarta a possibilidade de agitação marítima e ressaca, exigindo atenção redobrada.
A partir de quarta-feira (19), a frente fria se afasta, permitindo o retorno gradual de condições mais estáveis no Estado.
A Defesa Civil reforça a importância de acompanhar os alertas oficiais e adotar medidas preventivas para minimizar os impactos das condições adversas previstas.
A capital paulista enfrentou neste domingo (17) a madrugada mais abafada do ano, com média de 23,8º C, informou o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas de São Paulo (CGE). A cidade apresentou a maior temperatura mínima absoluta, que foi registrada na estação encontrada na subprefeitura da Sé, no centro da capital, onde a temperatura chegou a 26,5º C.
Até então, a maior temperatura mínima havia sido registrada no sábado (16), com 23,1°C de média e absoluta de 25°C na região de Santo Amaro, na zona sul paulista.
Por causa do forte calor, a Defesa Civil de São Paulo está mantendo toda a cidade em estado de alerta para altas temperaturas.
Março tem sido um mês de muito calor e de poucas chuvas na cidade. Segundo dados do CGE, o mês de março acumulou até agora 71,9 milímetros (mm) de chuva, o que corresponde a apenas 40,3% dos 178,5 mm que são esperados para o mês.
Para este domingo, a expectativa é de rápida elevação das temperaturas na capital, com a temperatura chegando a 35º C e índice baixo de umidade, em torno de 35%. No final da tarde e início da noite podem ocorrer pancadas isoladas de chuvas. Para amanhã (18), os termômetros devem variar entre mínima de 24°C e máxima de 33°C. Entre o final da tarde e o início da noite, a propagação de áreas de instabilidade provoca chuvas na forma de pancadas, com pontos de moderada a forte intensidade, raios e rajadas localizadas de vento.
Levantamento do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostrou que o ano de 2023 foi o segundo mais quente da história recente da cidade de São Paulo. Os dados são registrados desde 1961. Ao todo, foram 108 dias com temperaturas iguais ou maiores que 30ºC.
O recorde de ano mais quente de São Paulo foi 2014, quando o município registou 114 dias com temperaturas iguais ou maiores a 30ºC.
Entre janeiro e novembro, cinco meses tiveram, segundo o estudo, “desvios relevantes” nas médias de temperatura. Destaque para setembro, quando a média foi de 5ºC acima do esperado.
A maior temperatura do ano foi no mês de novembro, quando a capital paulista registrou 37,7ºC. Esse foi o segundo dia mais quente já registrado. O recorde é de 37,8ºC em 2014.
Além do calor, as chuvas também castigaram São Paulo em 2023. A cidade teve um excedente hídrico de quase 400mm. Os meses de fevereiro e outubro foram os que mais choveram. Os índices foram de 66% e 180% acima das médias históricas, respectivamente.
A temperatura média no Brasil atingiu nível recorde pelo quarto mês seguido em outubro. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre julho e outubro, a diferença entre o valor registrado e a média histórica – variação que é tecnicamente chamada de “desvio” – foi superior a 1 grau Celsius (°C).
De acordo com o levantamento do Inmet, no mês passado, a temperatura média observada no Brasil ficou em 26,4°C. O resultado foi 1,2°C acima da média histórica para o mês (25,2°C).
“Dentre os quatro meses consecutivos mais quentes deste ano, setembro apresentou o maior desvio desde 1961, com 1,6ºC acima da climatologia de 1991/2020 (média histórica)”, informou o Inmet. Naquele mês, a temperatura média registrada ficou em 25,8°C, enquanto a média histórica estava em 24,2°C.
Em agosto deste ano, a temperatura média ficou em 24,3°C – resultado 1,4°C acima da média histórica (22,9°C) e, em julho, a média observada (23°C) estava mais de 1°C acima da média histórica (21,9°C).
O Inmet acrescenta que esses meses “foram marcados por calor extremo em grande parte do país e eventos de onda de calor, reflexo dos impactos do fenômeno El Niño [aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial], que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta”.
O aumento da temperatura global da superfície terrestre e dos oceanos também contribui para eventos cada vez mais extremos.
“O cenário indica que o ano de 2023 será o mais quente desde a década de 60. Estes resultados corroboram com as perspectivas encontradas por outros órgãos de meteorologia internacional, pois, segundo pesquisadores do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia, é improvável que os dois últimos meses deste ano revertam este recorde, tendo em vista que a tendência é de altas temperaturas em todo o mundo até novembro”, acrescentou o Inmet.
O calor deve continuar nos próximos dias. Diante da situação, o Inmet emitiu um alerta no qual prevê uma nova “onda de calor” que atingirá especialmente o interior do Brasil.
“O aviso meteorológico especial de nível amarelo (perigo potencial) de onda de calor abrange áreas do Centro-Oeste e Sudeste do País e é válido até, pelo menos, a próxima sexta-feira (10)”, detalhou, em nota, o instituto ao explicar que o nível amarelo “é emitido quando a previsão indica que as temperaturas devem ficar 5ºC acima da média pelo período de dois a três dias consecutivos”.
O Inmet acrescenta que a expectativa é que o “forte calor” continue, pelo menos, até meados da próxima semana. Contudo, a área de abrangência do fenômeno deve sofrer alterações.
“A partir do sábado (11), se a situação persistir, o aviso de onda calor será atualizado e poderá se expandir ou até mesmo ter o seu nível de severidade alterado. Em alguns municípios, principalmente dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, as temperaturas máximas devem superar os 42°C nos próximos dias”, complementou o instituto.