Tarcísio dispara na frente e lidera todos os cenários pelo governo de SP, diz Paraná Pesquisas

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece como favorito absoluto na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes em 2026, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (14). O estudo mostra que o atual chefe do Executivo paulista lidera com ampla vantagem sobre todos os possíveis adversários testados.

Nos três cenários estimulados — quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados — Tarcísio tem mais de 20 pontos percentuais à frente do segundo colocado, consolidando sua posição como principal nome na disputa.

No primeiro cenário, Tarcísio soma 48,3%, seguido por Geraldo Alckmin (PSB), com 27,2%, Erika Hilton (PSOL) (9,5%) e Paulo Serra (PSDB) (3,8%). Brancos, nulos e indecisos somam 10,2%.

Quando o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), entra na disputa, Tarcísio amplia a vantagem e chega a 50,1%, contra 25,1% de Haddad. Em seguida aparecem Erika Hilton (8,8%), Paulo Serra (4,5%) e Felipe D’Ávila (Novo) com 0,9%.

O governador também lidera com folga quando o ministro Márcio França (PSB) é testado. Nesse cenário, Tarcísio alcança 52,7% das intenções de voto, enquanto França aparece com 12,6%. Erika Hilton registra 11,7%, Paulo Serra 4,9% e Alexandre Padilha (PT) 4,6%.

Os resultados indicam que, a pouco menos de um ano do pleito, Tarcísio mantém um eleitorado sólido e competitivo em diferentes composições políticas. O levantamento reforça a força do governador entre os eleitores paulistas e o coloca como nome a ser batido nas eleições de 2026.

O estudo foi realizado entre os dias 9 e 12 de outubro de 2025, com 1680 entrevistados em 86 municípios do Estado de São Paulo. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Tarcísio lidera disputa pelo governo de SP em todos os cenários, aponta pesquisa

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança em todos os cenários testados para a disputa ao governo paulista, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big divulgada nesta segunda-feira (6).

No primeiro cenário, Tarcísio tem 52% das intenções de voto, seguido por Márcio França (PSB), com 16%. Em terceiro lugar está Erika Hilton (PSOL), com 10%, e Paulo Serra (PSDB), com 8%. Já Felipe D’Ávila (Novo) soma 3%.

Quando o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) é incluído, Tarcísio mantém a dianteira com 47%, contra 26% do vice-presidente. Erika Hilton (10%), Paulo Serra (7%) e D’Ávila (2%) completam o quadro.

Nos cenários sem Tarcísio, a disputa fica mais acirrada. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) e Alckmin despontam como principais alternativas. Em um dos recortes, Nunes lidera com 34%, seguido por Márcio França (20%) e Erika Hilton (10%). Em outro, França chega a 27%, com Rodrigo Garcia (14%) logo atrás. Já em um terceiro cenário, Alckmin e Nunes aparecem empatados tecnicamente, com 31% e 30%, respectivamente.

No índice de rejeição, quem lidera é Erika Hilton (38%), seguida de Tarcísio (28%) e Alckmin (26%).

O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

📊 Resumo dos principais cenários:

  • Tarcísio x França: 52% x 16%
  • Tarcísio x Alckmin: 47% x 26%
  • Sem Tarcísio: Nunes (34%) e Alckmin (31%) lideram em cenários distintos.

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Foto: João Valério/GESP

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Governo de SP envia à Alesp proposta orçamentária de R$ 382 bilhões para 2026

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O Governo do Estado de São Paulo apresentou à Assembleia Legislativa nesta terça-feira (30) o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2026, que prevê receitas de R$ 382 bilhões para o próximo ano. Entre os destaques da proposta está a destinação de mais de R$ 30 bilhões para investimentos, reforçando o compromisso com obras estruturantes e a ampliação de serviços públicos de qualidade.

“Estas iniciativas permitem dinamizar nossas atividades produtivas, gerar mais empregos, fortalecer o contexto empresarial paulista e assim elevar a posição do Estado ao posto de melhor ambiente de negócios do país frente às cadeias globais de valor”, ressaltou o governador Tarcísio de Freitas.

Na proposta, quase três quartos da receita disponível do Executivo estão direcionados às áreas essenciais de educação, saúde, segurança pública, geração de empregos, cultura, desenvolvimento social, habitação de interesse social, segurança hídrica e preservação ambiental. O objetivo é ampliar a qualidade do atendimento ao cidadão e reduzir desigualdades.

Entre os destaques do orçamento está o Programa SuperAção SP, lançado em 2025, que integra diversas secretarias em ações voltadas à superação da pobreza extrema, à segurança alimentar e à inclusão socioprodutiva da população mais vulnerável, promovendo emancipação e autonomia por meio de capacitação e inserção no mercado de trabalho. A iniciativa conta com fonte adicional de recursos, o que representa um crescimento de cerca de 50% no orçamento da secretaria.

Na infraestrutura, o orçamento prevê a continuidade das obras das Linhas 6-Laranja, 17-Ouro, 2-Verde, 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata do Metrô, além da modernização das linhas ferroviárias e das rodovias estaduais, incluindo o recém-concedido Lote Paranapanema, estratégico para o agronegócio paulista. Também estão contemplados recursos para o término do Rodoanel Norte e para iniciativas como o início da construção do Túnel Imerso Santos-Guarujá, a implantação do Trem Intercidades (São Paulo–Campinas) e a criação do Centro Administrativo de São Paulo, projeto emblemático de revitalização urbana no centro da capital.

Para viabilizar esses investimentos, a proposta combina receitas próprias do Tesouro, parcerias público-privadas e operações de crédito nacionais e internacionais. O equilíbrio das contas estaduais, reconhecido por agências de classificação de risco, garante maior credibilidade e capacidade de financiamento.

O projeto de lei também reforça o compromisso do Governo com a responsabilidade fiscal, em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Diretrizes Orçamentárias. O processo de elaboração contou com audiências públicas virtuais e coleta de contribuições regionais e locais, ampliando a participação social na definição das prioridades do orçamento paulista.

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Fonte/foto: GESP

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Tarcísio critica Enel e promete barrar renovação de contrato em SP

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez duras críticas à Enel nesta terça-feira (23) durante reunião com a Defesa Civil e prefeitos da região metropolitana, após os temporais que atingiram o estado na véspera. Ele afirmou que a concessionária é a pior em resposta a emergências e se comprometeu a lutar contra a renovação do contrato da empresa, que vence em 2028.

“Vamos lutar com todas as forças até o fim para varrer essa concessionária do nosso estado. Para variar, quem deixa a gente na mão sempre é a Enel”, disse o governador, destacando que outras distribuidoras, como a CPFL, apresentam respostas mais eficientes. Tarcísio também criticou a possibilidade de prorrogação antecipada do contrato em discussão no Ministério de Minas e Energia.

As chuvas de segunda-feira (22) deixaram mais de 172 mil clientes da Enel sem energia elétrica na Grande São Paulo, segundo atualização da própria concessionária na manhã desta terça. A Defesa Civil informou ainda que 24 pessoas ficaram feridas, oito desabrigadas e 33 desalojadas, sem registro de mortes.

Em nota, a Enel informou que até as 17h desta terça já havia restabelecido o fornecimento para 95% dos clientes afetados, mobilizando mais de 1.300 equipes em campo. A concessionária afirmou que as rajadas de vento, que chegaram a 98 km/h, danificaram trechos inteiros da rede elétrica, derrubaram árvores e lançaram galhos sobre a fiação.

A empresa também destacou que cumpre as regras para a prorrogação das concessões e que tem investido em melhorias para aprimorar o serviço.

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*Com informações Folha de S. Paulo – Foto: Paulo Guereta/GESP

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Túnel entre Santos e Guarujá deve ter obras iniciadas ainda em 2025, diz ministro

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou que as obras do túnel que ligará Santos e Guarujá devem começar no fim deste ano. O projeto, arrematado pelo grupo português Mota-Engil em leilão realizado nesta sexta-feira (5) na B3, deve gerar cerca de 5 mil empregos diretos e reduzir o tempo de travessia entre as cidades de até 1h15 para apenas 3 a 5 minutos.

Durante o evento, autoridades destacaram a parceria entre os governos federal e paulista na viabilização do empreendimento por meio de aporte público dividido. O vice-presidente Geraldo Alckmin, no entanto, criticou a proposta do governo paulista de privatizar o Porto de Santos, ressaltando que a obra só foi possível graças à atuação da Autoridade Portuária. Já o governador Tarcísio de Freitas evitou polemizar e afirmou que a prioridade deve ser o interesse do cidadão.

O ministro Márcio França explicou que os recursos virão da própria Autoridade Portuária, sem impacto direto no orçamento da União. Segundo Tarcísio, o túnel é um projeto aguardado há mais de um século.

Do lado de fora da B3, moradores de uma comunidade de Santos protestaram contra possíveis desapropriações. O governador assegurou que as famílias afetadas terão opções de moradia igual ou superior às atuais, dentro da mesma cidade.

Além do túnel, o governo federal planeja lançar em 2026 um leilão para obras no Porto de São Sebastião, ampliando os investimentos em infraestrutura no litoral paulista.

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Foto: Eduardo Oliveira/MPOR

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Indicado de Tarcísio de Freitas para o Tribunal de Contas do Estado passa por sabatina na Alesp

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O controlador-geral do Estado de São Paulo, Wagner de Campos Rosário, foi sabatinado nesta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa, após ser indicado pelo governador Tarcísio de Freitas para ocupar uma cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP).

Rosário, de 49 anos, é natural de Juiz de Fora (MG) e tem trajetória de mais de duas décadas no serviço público. Auditor de carreira da Controladoria-Geral da União (CGU), comandou o órgão como ministro entre 2017 e 2022 e, desde o ano passado, dirige a Controladoria-Geral do Estado (CGE-SP).

Durante a sabatina, realizada no Plenário Juscelino Kubitschek e conduzida pelo presidente da Casa, deputado André do Prado, os parlamentares avaliaram os requisitos constitucionais para o cargo, que incluem idoneidade moral, reputação ilibada e conhecimentos técnicos em áreas como direito, contabilidade, economia e administração pública.

Deputados de diferentes bancadas questionaram o indicado sobre sua atuação passada e sua postura futura no TCESP. Donato (PT) destacou críticas recebidas por Rosário durante sua gestão na CGU, relacionadas à transparência e ao combate à corrupção, e cobrou garantias de independência na fiscalização do governo estadual.

Em resposta, Rosário afirmou que sua experiência o credencia para o cargo e reforçou seu compromisso com a transparência: “Tratamos pouco no Brasil sobre temas como conflito de interesses, mas é um compromisso que nós assumimos. Temos um papel com a transparência”, declarou.

Outros parlamentares, como Caio França (PSB) e Alex de Madureira (PL), levantaram questões sobre cortes de recursos estaduais e sobre o perfil que o futuro conselheiro deverá adotar no Tribunal — mais orientador ou punitivo. Rosário defendeu um papel pedagógico da Corte de Contas: “A maioria esmagadora dos gestores querem fazer o bem e não é fácil, devido às dificuldades que temos e cidades com características completamente diferentes. Nosso papel é trabalhar para trazer informação e orientação para evitar as sanções”, afirmou.

Caso tenha o nome aprovado, Wagner de Campos Rosário passará a integrar o colegiado responsável por fiscalizar a aplicação dos recursos públicos estaduais e julgar as contas de gestores e entidades.

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Foto: Bruna Sampaio/Alesp

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Criadas na Alesp, leis sancionadas por Tarcísio de Freitas ampliam direitos das pessoas autistas no estado

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O estado de São Paulo ganhou, nesta segunda-feira (25), duas novas leis que ampliam os direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Criadas e aprovadas na Assembleia Legislativa de São Paulo no primeiro semestre deste ano, as legislações foram sancionadas pelo governador Tarcísio de Freitas e publicadas no Diário Oficial do Estado.

Uma das normas, proposta pela deputada Solange Freitas (União), obriga que shopping centers construam salas de regulação sensorial para pessoas com TEA e neuroatípicas. Esses espaços existem para acolher clientes em momentos de crise sensorial e, normalmente, oferecem isolamento acústico, controle de iluminação e locais de descanso.

A Lei 18.183/2025 prevê que as salas sejam planejadas e equipadas com materiais adequados e construídas em áreas de fácil acesso. A regra, que já está em vigor, vale para estabelecimentos com circulação diária maior que 2 mil pessoas.

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Direitos nas escolas

A outra lei publicada, de autoria dos parlamentares Andréa Werner (PSB) e Guilherme Cortez (Psol), dá garantias a alunos com deficiência e transtornos do neurodesenvolvimento de estabelecimentos de ensino públicos e privados. A norma obriga, por exemplo, que as escolas substituam os sinais sonoros ou musicais por sons adequados, em volume e duração, que respeitem sensibilidades auditivas.

Os alunos ainda poderão levar o próprio alimento, de acordo com sua seletividade alimentar, para consumo dentro do ambiente escolar e transitar descalços ou de meias, respeitando sensibilidades nos pés. As escolas privadas que descumprirem a Lei 18.182/2025 podem receber multas de até R$ 37 mil reais em caso de reincidência.


Fonte: Alesp – Foto: Rodrigo Costa/Alesp

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Tarcísio promete entregas para 2026 e exalta Derrite em encontro com evangélicos em Alphaville

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou na noite desta segunda-feira (18) de um encontro com evangélicos na Igreja Batista Lagoinha de Alphaville, em Barueri. Durante mais de duas horas de palestra, o chefe do Executivo estadual mesclou referências bíblicas, relatos pessoais e anúncios de obras e programas de sua gestão.

Tarcísio destacou que pretende concluir importantes entregas até 2026, incluindo trechos do Rodoanel, a Linha 17-Ouro do Metrô, parte da Linha 6-Laranja, o trem intercidades São Paulo-Campinas, além de hospitais e o programa SuperAção. “As coisas não são possíveis para os homens, mas não são impossíveis para Deus”, declarou, ao vincular promessas de governo à fé cristã.

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O governador também defendeu a privatização da Sabesp e ressaltou avanços na segurança pública, atribuindo os resultados à atuação do secretário de Segurança, Guilherme Derrite (PP), presente no evento. “É uma pessoa extremamente corajosa, que tem feito a diferença”, afirmou.

Derrite foi citado diversas vezes ao longo do discurso, ele é apontado como possível candidato ao Senado em 2026 ou até mesmo ao governo estadual, caso Tarcísio dispute a Presidência da República.

O encontro em Alphaville reuniu lideranças religiosas e membros da comunidade evangélica, reforçando a aproximação do governador com o segmento, considerado estratégico no cenário político nacional.

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Foto: Pablo Jacob/GESP – *Com informações Folha de S. Paulo

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Tarcísio de Freitas intensifica críticas a Lula e afirma que “Brasil não aguenta mais o PT” em evento do setor agro

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), elevou o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (13), durante participação no AgroFórum, promovido pelo BTG Pactual. Em um dos discursos mais duros que já fez contra o petista, Tarcísio afirmou que o país “não aguenta mais o PT” e “não aguenta mais o Lula”.

“A gente está perdendo alguns bondes — o da tecnologia energética, o da bioeconomia, o do conhecimento. O mundo está de portas abertas para o Brasil e a gente andando aqui numa ciranda e discutindo picuinha (…). O Brasil não aguenta mais excesso de gastos, não tolera mais aumento de impostos, não tolera mais corrupção, o Brasil não aguenta mais o PT, o Brasil não aguenta mais o Lula”, declarou.

A fala ocorreu em um painel ao lado dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), Ratinho Jr (PSD) e Eduardo Leite (PSD) — todos cotados como possíveis adversários de Lula na eleição presidencial do próximo ano. Os quatro criticaram a condução política e econômica do governo federal, alegando que o país vive crises “econômica, institucional e moral”.

Tarcísio também reclamou que o debate político no Brasil estaria “há quarenta anos discutindo a mesma pessoa”, numa referência direta a Lula. “A gente vive andando numa ciranda e discutindo picuinha”, reforçou.

O governador paulista já havia feito ataques ao presidente em manifestações de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu padrinho político. No entanto, desta vez o discurso ocorreu em um evento empresarial e contou com forte repercussão no meio político.

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Foto: Marcelo S. Camargo/GESP

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Sem Bolsonaro e Tarcísio, ato bolsonarista na Paulista tem queda de público e reúne 37,6 mil pessoas, aponta USP

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A manifestação convocada por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu 37,6 mil pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (3), segundo estimativa do Monitor do Debate Público do Meio Digital da Universidade de São Paulo (USP). O levantamento foi feito com base em fotos aéreas captadas em diferentes horários do ato e tem margem de erro de 12%, o que significa que o público pode ter variado entre 33,1 mil e 42,1 mil participantes.

Mesmo sem poder comparecer por estar cumprindo medidas cautelares, que incluem a proibição de sair de casa, Bolsonaro foi o principal motivo da mobilização. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também não esteve presente porque passou por um procedimento médico.

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Entre as lideranças políticas que participaram do ato estavam o pastor Silas Malafaia, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), que subiu no trio elétrico, mas não discursou. Malafaia assumiu o papel de principal orador e direcionou críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A contagem de público feita pelo Monitor da USP foi alvo de críticas do líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que ironizou a capacidade da universidade em calcular o número de manifestantes. Segundo ele, na sua percepção, este teria sido o maior protesto bolsonarista já realizado.

Apesar disso, os números apontam para uma queda significativa de participação nos atos pró-Bolsonaro. Em fevereiro de 2024, uma manifestação na mesma Avenida Paulista havia reunido mais de 125 mil pessoas. Em 29 de junho, outro ato teve 12,4 mil participantes. Com as investigações e processos envolvendo tentativa de golpe de Estado, da qual Bolsonaro é réu, a presença em eventos do tipo caiu mais de 90%.


Foto: Cadu Pinotti/Agência Brasil

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