Rede quer Marina Silva ao Senado e sinaliza apoio a Haddad em SP

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A executiva da Rede Sustentabilidade em São Paulo manifestou nesta terça-feira (21) a intenção de lançar Marina Silva ao Senado e apoiar Fernando Haddad (PT) ao governo estadual. A sinalização marca um alinhamento político para as eleições e amplia o debate sobre alianças no estado.

O posicionamento também inclui críticas à atual gestão paulista, classificada pela sigla como negativa, e reforça a tentativa de construir uma alternativa política para o próximo pleito.

Segundo a nota, a possível dobradinha entre Marina e Haddad teria como foco a reconstrução de políticas públicas e a preparação do estado para os impactos das mudanças climáticas.

A Rede destacou a trajetória de Marina Silva, apontando a ex-ministra como uma das principais referências políticas e éticas do país, com perfil alinhado a temas ambientais e sociais.

Em relação a Haddad, o partido afirmou que sua pré-candidatura representa um campo político voltado à responsabilidade econômica e à ampliação de políticas sociais.

O movimento indica articulações antecipadas para o cenário eleitoral em São Paulo, que deve reunir diferentes forças políticas nos próximos meses.

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Foto: Bruno Peres/Ag. Brasil

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Tarcísio destaca parceria com prefeituras em congresso que reúne gestores em SP

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O Governo de São Paulo marcou presença no 68º Congresso Estadual de Municípios, realizado entre os dias 6 e 8 de abril no Distrito Anhembi, na capital paulista. O evento reúne centenas de gestores públicos e reforça a articulação entre Estado e prefeituras para ampliar políticas públicas e melhorar serviços à população.

Considerado um dos principais encontros municipalistas do país, o congresso reúne prefeitos, vereadores e especialistas para discutir soluções práticas em áreas estratégicas como educação, infraestrutura, inovação e desenvolvimento social.

Durante participação no evento, o governador Tarcísio de Freitas destacou a necessidade de integração entre Estado e municípios para garantir resultados concretos. Segundo ele, a gestão busca ampliar entregas e fortalecer a conexão com a população por meio de ações conjuntas.

Ao longo da programação, representantes do governo estadual participaram de painéis sobre temas centrais da administração pública, como financiamento da educação básica, inclusão escolar, saneamento, regularização fundiária e mobilidade urbana.

O debate também incluiu desafios fiscais enfrentados pelas prefeituras, com foco na manutenção do equilíbrio orçamentário e na continuidade de serviços essenciais nas áreas de saúde, educação e assistência social.

Além das discussões, o evento apresentou soluções tecnológicas voltadas à modernização da gestão municipal. Entre os destaques está a plataforma Cidades SP.GOV.BR, que integra serviços públicos e permite acompanhamento em tempo real de demandas como iluminação, zeladoria e manutenção urbana.

A ferramenta, desenvolvida pela Prodesp, busca facilitar o acesso da população aos serviços e apoiar municípios, especialmente os de menor porte, na digitalização da gestão.

Com a troca de experiências e apresentação de novas soluções, o congresso reforça o papel da cooperação entre diferentes níveis de governo para melhorar a eficiência da administração pública e ampliar o atendimento à população.

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Foto: Paulo Guereta/GESP

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Bruna Furlan oficializa filiação ao Republicanos e mira reeleição em SP

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A deputada estadual Bruna Furlan oficializou sua filiação ao Republicanos, partido ligado ao governador Tarcísio de Freitas, e reposiciona sua estratégia para a disputa pela reeleição. A mudança foi consolidada dentro do prazo da janela partidária, encerrada na última sexta-feira (3).

A nova filiação já consta nos registros da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), embora tenha ocorrido de forma discreta. A movimentação confirma articulações políticas antecipadas e altera o cenário partidário no estado.

A saída de Bruna Furlan do PSDB simboliza o enfraquecimento da sigla em São Paulo. Após décadas de protagonismo, o partido passa a ter apenas um representante na Alesp, evidenciando a perda de espaço político.

No novo cenário, o PSD foi a legenda que mais cresceu em número de deputados estaduais e ocupa a terceira posição, atrás de PL e PT. O Republicanos, nova sigla da deputada, aparece na sequência, seguido por União Brasil e Podemos.

Nos bastidores, a mudança é vista como estratégica. A aproximação com o grupo político do governador amplia o campo de atuação de Bruna Furlan, especialmente em pautas ligadas à saúde e políticas públicas no estado.

Analistas apontam que a filiação fortalece seu posicionamento para a próxima eleição, consolidando alianças e ampliando sua base política para a disputa pela reeleição.

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Foto: Larissa Navarro/Alesp

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Tarcísio sanciona aumento de 10% para policiais em SP e impacto chega a R$ 1,7 bilhão

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, oficializou nesta quinta-feira (2) um reajuste salarial de 10% para policiais civis, militares e técnico-científicos. A medida passa a valer após publicação no Diário Oficial e atinge cerca de 198 mil servidores, entre ativos e aposentados.

O aumento será aplicado de forma linear sobre os vencimentos de todas as carreiras, elevando a folha de pagamento do Estado em aproximadamente R$ 1,75 bilhão. Na prática, o reajuste amplia a renda mensal dos profissionais da segurança pública e pressiona o orçamento estadual, que precisará absorver o impacto nos próximos anos.

Segundo o governo, o reajuste faz parte de uma política de valorização das forças policiais. A gestão estadual também destaca mudanças recentes nas regras de progressão de carreira, que devem facilitar promoções e evolução salarial ao longo do tempo.

Com o novo aumento, o ganho acumulado das carreiras policiais chega a cerca de 35% desde o início da atual administração. O índice supera a inflação registrada no período, estimada em torno de 14%, o que indica aumento real de renda para os profissionais.

Além disso, o governo considera no cálculo um reajuste concedido anteriormente, em 2022, elevando o impacto total das medidas salariais para aproximadamente 55% ao longo dos últimos anos.

Outro ponto citado pela gestão é a alíquota previdenciária de 10,5%, considerada baixa em comparação com outros estados. Na prática, isso significa que os policiais ficam com uma parcela maior do salário líquido após os descontos obrigatórios.

O reajuste ocorre em meio a debates sobre segurança pública e valorização das forças policiais, tema recorrente tanto no cenário estadual quanto nacional, especialmente diante da pressão por melhores condições de trabalho e remuneração na área.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Bruna Furlan deve trocar PSDB pelo Republicanos e disputar reeleição

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A deputada estadual Bruna Furlan deve oficializar nos próximos dias sua filiação ao Republicanos, legenda do governador Tarcísio de Freitas. A informação foi confirmada pelo ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, nesta quinta-feira (26), durante sessão solene na Câmara Municipal em comemoração aos 77 anos da cidade.

Segundo Furlan, a parlamentar já definiu que disputará a reeleição e chega ao novo partido após consolidar atuação na Assembleia Legislativa de São Paulo, onde atualmente preside a Comissão de Saúde. “Ela vem realizando um grande trabalho”, afirmou o ex-prefeito em conversa com o portal.

O movimento político também ocorre em meio à presença do presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, que esteve em Barueri e participou da sessão ao lado de lideranças locais.

Com a mudança, Bruna deixará o PSDB, sigla pela qual construiu sua trajetória política e chegou a ocupar a vice-presidência nacional.

Trajetória política consolidada

Bruna Furlan foi eleita deputada estadual com 195.436 votos, sendo a mais votada do PSDB na ocasião. Em Barueri, seu principal reduto eleitoral, obteve 73.219 votos — a maior votação já registrada na história do município.

Formada em Direito e pós-graduada em Gerenciamento de Cidades, a parlamentar também possui formação em liderança executiva em política e cursos realizados na George Washington University, nos Estados Unidos. Antes da vida parlamentar, atuou como diretora da AACD.

Bruna soma ainda três mandatos como deputada federal, com destaque para a eleição de 2010, quando foi a mais votada do estado de São Paulo, com mais de 270 mil votos. No Congresso Nacional, presidiu a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e participou da formulação de projetos relevantes, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a nova Lei de Migração.

Ao longo da carreira, destinou cerca de R$ 183 milhões para investimentos em 84 municípios. Com quatro mandatos consecutivos, a deputada acumula 16 anos de experiência no Legislativo e mantém forte atuação voltada à sua base eleitoral, especialmente em Barueri, cidade onde construiu sua trajetória política.

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Foto: Rodrigo Costa/Alesp

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Tarcísio banca Ramuth como vice e ignora pressão do PL

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidiu manter o vice-governador Felício Ramuth (PSD) em sua chapa à reeleição, mesmo diante da pressão do PL para ocupar o posto. A definição, segundo aliados, já está consolidada no núcleo do governo, embora ainda dependa de ajustes partidários.

O principal impasse envolve o futuro de Ramuth no PSD. O presidente da sigla, Gilberto Kassab — também secretário de Governo — demonstrou interesse na vaga de vice, o que abriu uma disputa interna. Interlocutores afirmam que Kassab pode dificultar a permanência de Ramuth no partido após ser preterido.

Pessoas próximas ao governador relatam que houve desgaste na relação entre Ramuth e Kassab, o que torna incerta a permanência do vice na legenda. O entorno de Ramuth, por sua vez, nega qualquer conflito e sustenta que ele pretende seguir no PSD.

Nos bastidores, Tarcísio e Kassab devem se reunir nos próximos dias para tentar um acordo que mantenha o partido na vice, desde que Ramuth permaneça na função. Caso isso não ocorra, o destino mais provável do vice-governador é o MDB, aliado da atual gestão e sem pré-candidato próprio ao Senado. O próprio Tarcísio deve participar das articulações para uma eventual mudança de sigla.

A relação entre o governador e Kassab também sofreu abalos recentes, em meio a divergências sobre a condução política do PSD no estado.

Outro fator de tensão é a investigação que envolve Ramuth por suposta lavagem de dinheiro em Andorra, revelada em fevereiro. O vice nega irregularidades e afirma ter prestado esclarecimentos às autoridades. Aliados chegaram a especular que o vazamento da informação teria motivação política, hipótese sem confirmação.

Apesar do episódio, Tarcísio minimizou o impacto do caso na formação da chapa. “Fofoca antes de eleição sempre tem”, afirmou à imprensa na ocasião. Desde o fim de 2025, o governador já demonstrava preferência por manter Ramuth como vice.

A escolha é considerada estratégica. A expectativa entre aliados é que Tarcísio dispute a Presidência da República em 2030. Nesse cenário, o vice assumiria o governo estadual meses antes da eleição, tornando-se candidato natural à sucessão.

No PL, a decisão frustrou o plano de emplacar o presidente da Assembleia Legislativa, deputado André do Prado, como vice. O nome era defendido pelo presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, e chegou a mobilizar parlamentares da Alesp em um abaixo-assinado. A iniciativa, porém, foi vista por interlocutores do governo como pressão indevida.

Com a manutenção de Ramuth, integrantes do PL passaram a considerar André do Prado como possível candidato ao Senado em 2026. Pelo acordo entre partidos da base, Tarcísio indicaria um nome — o deputado federal Guilherme Derrite (PP) —, enquanto a outra vaga poderia ficar com o grupo ligado a Jair Bolsonaro.

Sem previsão de retorno ao Brasil, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) deve indicar um substituto. Entre os nomes ventilados estão o deputado federal Mario Frias (PL) e o coronel Mello Araújo (PL), atual vice-prefeito de São Paulo.

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Foto: Pablo Jacob/GESP | *Matéria com informações Folha de S. Paulo

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Tarcísio propõe reajuste de 10% para policiais de SP e muda regras de promoção

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O governador Tarcísio de Freitas enviou à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) projetos de lei que preveem reajuste salarial e reestruturação dos planos de carreira das polícias Civil, Militar e Técnico-Científica. A proposta estabelece aumento linear de 10% nos salários e mudanças nas regras de progressão funcional. As medidas passam a valer após aprovação dos deputados e sanção do governador.

Segundo o governo estadual, o objetivo é ampliar a valorização dos profissionais de segurança pública, com impacto tanto na remuneração quanto nas possibilidades de ascensão na carreira. “O objetivo é garantir melhores salários aos profissionais que atuam incansavelmente para combater o crime e proteger a população”, afirmou Tarcísio.

De acordo com a gestão estadual, o reajuste médio acumulado para as carreiras policiais chega a 35% desde 2023, cerca de 21 pontos percentuais acima da inflação do período, medida pelo IPCA, que foi de aproximadamente 14%. Considerando o aumento concedido em 2022 e incorporado ao orçamento, o impacto total atinge cerca de 55%.

Na Polícia Militar, o projeto prevê a promoção de 10,6 mil soldados de 2ª classe para 1ª classe ainda neste ano. Desse total, 80% devem ser promovidos de forma imediata, enquanto 12% terão avanço até julho e 8% até dezembro. Para os demais postos e graduações, as novas regras de promoção começam a produzir efeitos a partir de 2026, após regulamentação do quadro de vagas. O impacto orçamentário estimado para este ano é de R$ 15 milhões.

Já na Polícia Civil, a proposta altera o modelo de progressão, hoje baseado em antiguidade e merecimento, ao incluir critérios mais objetivos. Entre os requisitos estão tempo de serviço, avaliação de desempenho, conclusão de cursos de aperfeiçoamento e ausência de penalidades disciplinares.

O novo modelo também reduz o tempo necessário para alcançar os níveis mais altos da carreira. A partir de 2027, o prazo para progressão será de seis anos da 3ª para a 2ª classe, 12 anos até a 1ª classe e 18 anos até a classe especial, sem limitação de vagas. Atualmente, o tempo de espera pode ultrapassar 30 anos. O impacto financeiro mensal estimado é de R$ 3,6 milhões.

O governo destaca ainda que o estado mantém alíquota previdenciária de 10,5% para a categoria, considerada uma das menores do país, o que contribui para maior rendimento líquido em comparação com outros estados.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Sem reajuste até abril, Polícia Civil pode ficar sem aumento em 2026

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O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) cobrou do governo estadual a apresentação urgente de uma proposta de aumento salarial para os policiais civis. A entidade afirma que o reajuste precisa ser encaminhado até 6 de abril, prazo limite antes das restrições impostas pela legislação eleitoral para concessão de aumentos a servidores públicos.

Em 2026, por causa das eleições marcadas para 6 de outubro, a lei impede reajustes salariais nos 180 dias que antecedem o pleito. Caso o governo não encaminhe uma proposta até o início de abril, a medida ficaria inviabilizada até depois da votação.

Diante da falta de sinalização concreta do Palácio dos Bandeirantes, o Sindpesp afirma temer que o governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) deixe o prazo expirar e utilize a regra eleitoral como justificativa para não conceder o reajuste à categoria.

Além de oficiar o governador, o sindicato encaminhou documentos ao secretário de Segurança Pública, delegado Osvaldo Nico Gonçalves, ao delegado-geral da Polícia Civil, Artur José Dian, e a deputados estaduais, pedindo apoio para que o Executivo envie um projeto de lei com a recomposição salarial.

A presidente do Sindpesp, delegada Jacqueline Valadares, afirma que a Polícia Civil paulista enfrenta um cenário de desvalorização salarial em comparação com outras unidades da federação. Segundo ela, os vencimentos da categoria estão entre os mais baixos do país, o que tem provocado evasão de profissionais e ampliado o déficit de efetivo.

Delegada Jacqueline Valadares é presidente
do Sindpesp. – Foto: Divulgação

De acordo com a dirigente, a falta de valorização também impacta diretamente o funcionamento das delegacias e a condução de investigações. “Faltam policiais no atendimento nas delegacias e na condução de investigações e inquéritos”, afirmou.

O ofício enviado ao governo estadual foi acompanhado de um parecer técnico elaborado pela assessoria jurídica do sindicato. O documento detalha os limites legais para concessão de reajustes em ano eleitoral e reforça a necessidade de envio rápido de um projeto de lei à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Segundo a entidade, apenas com a tramitação e aprovação do projeto antes do prazo eleitoral será possível garantir a recomposição salarial da categoria ainda neste ano.

A preocupação dos policiais civis aumentou após uma reunião da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Alesp, realizada na quarta-feira (11). Na ocasião, o secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, e o secretário-executivo da pasta, Henguel Ricardo Pereira, foram questionados sobre a valorização da Polícia Civil.

De acordo com relatos do sindicato, os representantes do governo afirmaram apenas que o tema está em estudo.

O Sindpesp também destaca que a valorização da categoria está ligada à criação de uma nova Lei Orgânica da Polícia Civil. A proposta prevê modernização institucional e mudanças na carreira, incluindo a possibilidade de todos os delegados alcançarem a classe especial.

Segundo Jacqueline Valadares, a atualização da legislação também foi promessa de campanha do governador em 2022, mas ainda não foi concluída.

No ofício enviado aos parlamentares, o sindicato pediu que deputados estaduais cobrem do governo o envio de um projeto de reajuste e reforçou que a valorização da Polícia Civil é uma pauta considerada suprapartidária.

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Foto: Arquivo/SSP-SP

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Tarcísio autoriza concurso da SP Águas com 190 vagas e salários de até R$ 12 mil

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, autorizou a realização de concurso público para a SP Águas, agência vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado (Semil). Ao todo, serão oferecidas 190 vagas para cargos de nível superior, com salários iniciais que podem chegar a R$ 12 mil.

A autorização ocorre no mês em que se celebram iniciativas voltadas à preservação e à gestão da água. O objetivo do certame é fortalecer a regulação, a gestão e a fiscalização dos recursos hídricos no estado de São Paulo. A data de publicação do edital com as regras e o período de inscrições ainda não foi definida.

As vagas estão distribuídas entre dois cargos. Serão 170 oportunidades para especialista em regulação e fiscalização em recursos hídricos, com remuneração inicial de R$ 12.070 e possibilidade de chegar a R$ 20.628,67 no final da carreira. Outras 20 vagas serão destinadas ao cargo de analista de suporte à regulação em recursos hídricos, com salário inicial de R$ 10.366 e teto de R$ 17.716,39 ao longo da progressão funcional.

Com a autorização do concurso, o próximo passo será a formação da comissão organizadora responsável por estruturar o edital e definir a banca examinadora que aplicará as provas.

Segundo o governo estadual, a seleção pública também marcará a criação da primeira carreira especializada em recursos hídricos no estado de São Paulo. Os profissionais aprovados deverão atuar em atividades consideradas estratégicas para a gestão da água, incluindo regulação do uso dos recursos hídricos, fiscalização de diferentes formas de utilização da água, acompanhamento da segurança de barragens e monitoramento hidrológico.

A diretora-presidente da SP Águas, Camila Viana, afirma que a iniciativa representa um avanço institucional na política de gestão hídrica paulista. De acordo com ela, a estruturação de uma carreira específica contribuirá para ampliar a capacidade técnica da agência reguladora.

“Estamos avançando na consolidação da SP Águas como agência reguladora e a criação de uma carreira especializada em recursos hídricos é um marco para fortalecer a regulação e garantir uma gestão cada vez mais eficiente e sustentável da água no estado”, afirmou.

A expectativa do governo é que a nova estrutura técnica contribua para aprimorar a fiscalização e o planejamento do uso da água em São Paulo, em um cenário de crescente pressão sobre os recursos hídricos e necessidade de gestão sustentável.

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Foto: João Valério/GESP

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Simone Tebet anuncia intenção de disputar o Senado por São Paulo em 2026

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende disputar uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 2026. A confirmação foi feita durante entrevista a jornalistas em Campo Grande (MS).

Segundo Tebet, a decisão ainda não inclui a definição do partido pelo qual concorrerá ao cargo. A ministra afirmou que a candidatura em São Paulo foi sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Durante a declaração, Tebet destacou sua ligação com o Mato Grosso do Sul, estado onde construiu sua trajetória política. Ela foi senadora pela unidade federativa e também prefeita de Campo Grande.

“Tenho eterna gratidão ao Mato Grosso do Sul”, afirmou a ministra ao comentar sua carreira política no estado natal.

De acordo com Tebet, a escolha de São Paulo para a disputa também foi influenciada pelo desempenho eleitoral obtido no estado durante a eleição presidencial de 2022. Segundo ela, cerca de um terço dos votos recebidos naquela eleição veio do eleitorado paulista.

Um levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado na última segunda-feira (9), aponta que Tebet aparece tecnicamente empatada em um cenário para o Senado em São Paulo com o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

Nas eleições de 2026, dois terços das cadeiras do Senado estarão em disputa. Cada estado elegerá dois representantes para a Casa.

Antes de confirmar a intenção de disputar o Senado, Tebet também chegou a ser citada como possível candidata ao governo de São Paulo. Em janeiro, a ministra afirmou que colocaria seu “destino político na mão do presidente” Lula.

No cenário desenhado pelo governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), deve disputar o governo paulista. A candidatura ocorreria como oposição ao atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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