Aprovação de Tarcísio cresce em SP e chega a 45%, aponta Datafolha

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A avaliação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apresentou melhora e agora é considerada ótima ou boa por 45% dos paulistas, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta semana. No levantamento anterior, realizado em abril de 2025, o índice era de 41%.

De acordo com o estudo, 31% classificam o governo como regular (eram 33% no levantamento anterior), enquanto 20% consideram a gestão ruim ou péssima, ante 22% anteriormente. Outros 4% não souberam opinar.

A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 5 de março, com 1.608 entrevistas em 71 municípios do estado de São Paulo, envolvendo pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-06798/2026 e SP-04136/2026.

Comparação com gestões anteriores

Considerando os últimos 12 anos, a avaliação positiva de Tarcísio é igual ou superior à de governadores anteriores no mesmo período de mandato, dentro da margem de erro.

Em abril de 2022, o então governador João Doria tinha 23% de avaliação ótima ou boa. Já Geraldo Alckmin registrava 36% em abril de 2018 e 41% em junho de 2014, durante seu governo anterior.

Por outro lado, o desempenho atual de Tarcísio ainda fica abaixo de avaliações registradas em mandatos anteriores no estado. Alckmin tinha 66% de ótimo ou bom em abril de 2006, enquanto José Serra alcançava 55% em março de 2010.

Diferenças entre grupos

A pesquisa também aponta diferenças relevantes na percepção da gestão entre diferentes perfis de eleitores.

A avaliação positiva é maior entre homens (49%), em comparação com 42% entre mulheres. O índice também cresce entre pessoas com 60 anos ou mais (59%), enquanto cai para 27% entre jovens de 16 a 24 anos.

Entre os menos escolarizados, a avaliação positiva chega a 54%, contra 43% entre os mais instruídos. No recorte regional, moradores do interior registram 49% de aprovação, enquanto na Região Metropolitana de São Paulo o índice é de 41%.

Entre categorias profissionais, a aprovação é mais alta entre empresários (67%), enquanto cai para 19% entre funcionários públicos.

Já a avaliação ruim ou péssima é maior entre mais instruídos (29%), pessoas com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (31%), funcionários públicos (41%) e moradores da Região Metropolitana de São Paulo (27%).

Aprovação do trabalho

Quando questionados diretamente sobre o trabalho do governador, 64% dos entrevistados disseram aprovar a gestão, ante 61% em abril de 2025. Já 30% afirmaram desaprovar, contra 33% no levantamento anterior, enquanto 6% não souberam responder.

Associação política

O levantamento também mediu como os eleitores identificam o posicionamento político de Tarcísio. Para 69% dos entrevistados, o governador é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Outros 10% afirmam que ele é aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 1% considera que ele é aliado de ambos. Já 3% dizem que ele não é aliado de nenhum dos dois, e 17% não souberam responder.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Isenção de IPVA para motos beneficia frota que mais cresceu em SP na última década

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A isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para motocicletas de até 180 cilindradas, implementada pelo Governo de São Paulo, alcança a frota que mais cresceu no estado nos últimos dez anos. Dados do Detran-SP indicam que os modelos mais populares dessa categoria passaram de 3,3 milhões em 2015 para 4,4 milhões em 2025, aumento de 33%.

No mesmo período, a frota total de veículos em São Paulo — considerando motos, carros e outros tipos — cresceu 20%, saltando de 22,3 milhões para 27 milhões. Já o número de automóveis teve alta mais moderada, de 9%, ao passar de 14 milhões para 15,3 milhões entre 2015 e 2025.

Segundo o governador Tarcísio de Freitas, a medida tem impacto direto sobre trabalhadores que dependem da motocicleta no dia a dia. Ele destaca que o benefício alcança especialmente entregadores e famílias que utilizam a moto como principal meio de transporte, sobretudo em cidades pequenas e médias, contribuindo para aliviar despesas e manter a atividade econômica.

Entre as motocicletas registradas no estado, 4,4 milhões — o equivalente a 77% do total — têm até 180 cilindradas. Para ter direito à isenção, o veículo deve estar com registro e licenciamento em situação regular e ser de propriedade de pessoa física.

A proposta de isenção foi apresentada pelo governo estadual, aprovada pela Alesp e sancionada em 24 de dezembro. De acordo com o Executivo, a mudança levou em conta o papel social e econômico das motocicletas, projeções fiscais, a atualização da Tabela Fipe para 2026 e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Representante de cerca de 1 milhão de motoboys, mototaxistas e motofretistas no estado, o presidente do Sindimotos de São Paulo, Gilberto Almeida dos Santos, afirma que a isenção atende a uma demanda antiga da categoria. Para ele, a economia gerada pode ser usada em despesas essenciais, como manutenção do veículo.

Motociclistas também relatam impacto positivo no orçamento familiar. O motoboy Dorival Roberto afirma que o valor economizado com o imposto permitirá pagar parcelas da moto e ajudar nas despesas domésticas.

O benefício é automático para veículos que se enquadram nos critérios e vale exclusivamente para o IPVA. A taxa de licenciamento anual continua obrigatória, conforme calendário do Detran-SP. Informações detalhadas sobre o IPVA 2026 podem ser consultadas no site da Sefaz-SP.

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Encontro entre Baleia Rossi e Tarcísio de Freitas consolida aliança do MDB em São Paulo

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A disputa pelo apoio do MDB em São Paulo ganhou novos contornos após uma reunião realizada nesta segunda-feira (9) entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi. Segundo interlocutores ouvidos nos bastidores, o encontro teve como objetivo consolidar a aliança entre as duas siglas para a disputa eleitoral no estado.

A movimentação ocorre em meio a articulações do governo federal para o Senado. De acordo com apuração da CNN Brasil, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), deve ser indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo, como um nome identificado com o campo da esquerda.

Para viabilizar essa candidatura, porém, Tebet teria de deixar o MDB. O partido está fechado com o governador Tarcísio de Freitas e, segundo fontes, não há interferência direta do Palácio do Planalto nas decisões da legenda em São Paulo.

Após o encontro, Baleia Rossi usou as redes sociais para sinalizar a continuidade da aliança com o atual governador. “Estive ontem à noite com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Falamos sobre o cenário eleitoral no Brasil e em São Paulo, onde o MDB vai reforçar sua parceria firmada há quatro anos, que foi marcada por lealdade e respeito mútuo”, escreveu o dirigente.

A reunião aconteceu no mesmo dia em que Tarcísio deixou de comparecer a duas agendas oficiais do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin em São Paulo, gesto interpretado por aliados como mais um indicativo do distanciamento político entre o governador e o governo federal.

Nos bastidores, a avaliação é de que o alinhamento entre MDB e Republicanos em São Paulo fortalece o projeto eleitoral de Tarcísio e dificulta uma eventual candidatura de Simone Tebet ao Senado pelo partido. O cenário ainda depende das definições formais das legendas e do avanço das negociações nacionais, mas sinaliza um rearranjo relevante no tabuleiro político paulista.

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Foto: Reprodução/Instagram/@baleia.rossi | *Matéria com informações da CNN Brasil

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Tarcísio avalia nomes para vice em 2026 e disputa entre Felício, Kassab e André do Prado se intensifica

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Interlocutores do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontam o atual vice-governador, Felício Ramuth (PSD), como o nome mais provável para compor a chapa à reeleição em 2026, embora a definição ainda não tenha sido formalizada. De acordo com apuração da revista Veja, Felício estaria preparado para diferentes cenários e, caso não seja mantido como vice, não pretende disputar outro cargo nem concorrer ao Legislativo, permanecendo filiado ao PSD.

Nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes, outro nome que segue em articulação é o do secretário de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD. Segundo fontes do alto escalão estadual, Kassab trabalha com a hipótese de integrar a chapa como vice já de olho em 2030, quando poderia se credenciar como opção ao governo paulista. A indefinição sobre a composição tem provocado desgaste na relação entre Kassab e Felício, ambos do mesmo partido, segundo relatos de aliados.

Também é citado como potencial vice o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), aliado do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. De acordo com fontes do governo, André tem se movimentado para viabilizar seu nome e acompanha com frequência a agenda pública do governador. A aliados, o deputado afirma estar pronto para assumir a “missão”, caso seja o escolhido.

Integrantes do núcleo político de Tarcísio, porém, avaliam que o PL já estaria contemplado no cenário nacional com o apoio do governador à candidatura de Flávio Bolsonaro, o que reduziria a pressão por uma vaga na chapa estadual. Nesse contexto, a manutenção de Felício Ramuth ou a entrada de Kassab como vice permanecem como as principais alternativas em análise.

A decisão final sobre a composição da chapa deve ficar para mais adiante, mas o debate já expõe disputas internas e cálculos estratégicos que envolvem não apenas a eleição de 2026, como também a sucessão ao governo paulista em 2030.

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Foto: João Valério/GESP | *Texto com informações Revista Veja

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Governo de SP entrega 354 apartamentos e reassenta famílias que viviam em áreas de risco em Carapicuíba

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O Governo de São Paulo entregou nesta quinta-feira (11) um conjunto de 354 novos apartamentos do programa Casa Paulista em Carapicuíba, na Região Metropolitana. As unidades vão abrigar famílias que viviam em condições precárias nas áreas conhecidas como Porto de Areia e Vila Municipal, classificadas como de risco.

Durante a cerimônia, o governador Tarcísio de Freitas destacou o avanço do programa habitacional estadual e afirmou que a gestão deve superar a meta inicial de 200 mil moradias. “Temos feito várias desfavelizações aqui em São Paulo. Entregamos praticamente 75 mil unidades, temos 112 mil em obras e mais 40 mil encaminhadas. O déficit habitacional é grande e precisamos resolver”, afirmou.

O Conjunto Habitacional Carapicuíba N recebeu investimento de R$ 72,2 milhões da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), em parceria com a prefeitura, que doou o terreno. A CDHU foi responsável pela contratação da construtora e execução completa da infraestrutura, incluindo redes de água e esgoto, drenagem, pavimentação, iluminação e urbanização.

As famílias beneficiadas foram removidas em 2022 para viabilizar a construção do viaduto Carapicuíba, que passa sobre a linha férrea da CPTM. Desde então, receberam auxílio-moradia até a entrega definitiva das unidades.

Localizado a cerca de 200 metros da Vila Municipal, o residencial conta com três torres de 14 andares. Os apartamentos, de 39 m² e 41 m², têm dois dormitórios, sala com varanda, cozinha, banheiro e área de serviço. Entre as áreas comuns estão playground, academia ao ar livre, quiosque com churrasqueira, portaria, Centro de Apoio ao Condomínio e sistema de energia solar para consumo coletivo. O estacionamento oferece mais de 100 vagas, incluindo espaços para idosos, pessoas com deficiência e motocicletas.

O financiamento segue as regras da nova Política Habitacional do Estado, com juro zero para famílias com renda de até cinco salários mínimos. As parcelas são calculadas conforme a renda familiar, com opção de comprometimento de 20% (corrigido anualmente pelo IPCA) ou 30% da renda, com valor fixo. A menor prestação é de R$ 303,60.

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Foto: João Valerio/GESP

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Datafolha: Flávio tem 8% e fica atrás de Michelle e Tarcísio em preferência para 2026

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Uma nova pesquisa do Datafolha mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta baixa aprovação como nome do bolsonarismo para a eleição presidencial de 2026. Apenas 8% dos eleitores ouvidos afirmam que ele deveria ser o candidato indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, alinhando-se a um cenário de forte divisão no campo da direita.

De acordo com o levantamento, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece como a preferência de 22% dos entrevistados, seguida de perto pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 20%. Ambos mantêm desempenho estável em relação à pesquisa anterior, realizada em julho, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

O instituto ouviu 2.002 pessoas entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes do anúncio público de Flávio Bolsonaro de que seria o nome do pai para a disputa de 2026. Mesmo assim, os números já indicavam dificuldades para o senador, que também encontra resistência entre lideranças do centrão.

Outros nomes testados aparecem mais distantes. O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), marcou 12%, enquanto o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) teve 9% das menções. Já os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) registraram 6% e 4%, respectivamente.

A pesquisa também revela que o apoio explícito de Jair Bolsonaro não é necessariamente um trunfo eleitoral. Para 50% dos entrevistados, um candidato indicado por ele não teria seu voto. Em contrapartida, 26% afirmam que votariam com certeza em um nome bolsonarista, e 21% dizem que talvez o fizessem.

Na pergunta espontânea sobre preferências para a Presidência, Lula (PT) lidera com 24% das citações. Jair Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 7%, apesar de estar preso e inelegível. Tarcísio de Freitas soma 2%, empatando com Ratinho Jr., que tem 1%.

Entre eleitores identificados como bolsonaristas — cerca de 20% do eleitorado, segundo o Datafolha — a disputa interna se intensifica. Nesse grupo, Michelle Bolsonaro lidera com 35% das preferências como nome ideal para enfrentar Lula em 2026, enquanto Tarcísio aparece com 30%, em empate técnico. Eduardo Bolsonaro registra 14%, e Flávio fica com apenas 9%.

O levantamento reforça a avaliação de que, diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro, a direita ainda busca um nome capaz de unificá-la e manter relevância política, enquanto a esquerda segue concentrada em torno do presidente Lula.

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Foto: Arquivo/Ag. Senado *Matéria com informações jornal Folha de S. Paulo

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Pesquisa aponta aprovação de 60% para gestão de Tarcísio de Freitas em SP

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A gestão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é aprovada por 60% dos eleitores paulistas, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (2). Outros 34% dos entrevistados disseram desaprovar a administração estadual, enquanto 6% afirmaram não saber ou preferiram não opinar.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Quando questionados sobre a avaliação do desempenho do governo, 39% consideram a gestão ótima ou boa. Outros 32% classificam como regular. Já 27% avaliam a administração como ruim ou péssima. Apenas 2% dos entrevistados não souberam responder.

Os números indicam que, apesar de manter maioria de aprovação, o governador ainda enfrenta um percentual significativo de resistência, refletido principalmente na soma das avaliações negativas. O resultado também mostra um eleitorado dividido, com parcela relevante avaliando o governo como regular.

A pesquisa reforça a importância dos próximos meses de gestão, período em que temas como segurança pública, infraestrutura, saúde e educação devem continuar no centro do debate político no estado mais populoso do país.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Com presença de Tarcísio e despedida de Derrite, Rota completa 134 anos em SP

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Com a presença do governador Tarcísio de Freitas e do secretário da Segurança Pública Guilherme Derrite, o Governo de São Paulo celebrou, nesta segunda-feira (1º), os 134 anos do 1º Batalhão de Choque Tobias de Aguiar, da Polícia Militar. A cerimônia marcou ainda o último dia de Derrite no comando da pasta, antes de seu retorno à Câmara dos Deputados.

Durante o evento, autoridades, personalidades e instituições que contribuíram para a segurança pública paulista foram homenageadas com a Medalha do Centenário do 1º BPChq. Em seu discurso, Tarcísio destacou o simbolismo da data para a história do batalhão e para a transição no comando da Secretaria de Segurança.

“É simbólico celebrar o aniversário e lembrar todas as tradições desse batalhão que assistiu a momentos importantes da nossa história. O dia também marca a despedida do nosso secretário. Em três anos, tivemos mais de R$ 1 bilhão investidos em infraestrutura, a entrega de 2.600 viaturas, 17 mil armas, 39 mil coletes e, sobretudo, os menores indicadores criminais da nossa história”, afirmou o governador.

Visivelmente emocionado, Derrite fez um balanço da gestão. “Exatamente há três anos eu fazia minha primeira aparição como secretário anunciado. Hoje tenho muito orgulho dos resultados e agradeço aos policiais civis e militares, às famílias e ao governador”, declarou.

Mudança no comando da Segurança

A partir desta terça-feira (2), o delegado Osvaldo Nico Gonçalves assume oficialmente a Secretaria de Segurança Pública. Segundo Tarcísio, a escolha representa a continuidade das políticas adotadas nos últimos anos. “Ele tem uma larga trajetória de dedicação à Segurança Pública e vai dar seguimento a esse trabalho de cooperação com os municípios e com o Ministério Público”, afirmou.

Nico agradeceu a confiança e reforçou o compromisso com a redução da criminalidade. “Sou apaixonado pela Segurança Pública. Se conseguirmos manter os indicadores em queda, ficarei realizado. Quero deixar um legado de transparência”, disse.

Rota e o combate ao crime organizado

Na atual gestão, foi assinada a reformulação da diretriz de atuação da Rota no combate ao crime organizado. A medida consolidou as atribuições da unidade no enfrentamento às organizações criminosas, com reforço no patrulhamento inteligente, apoio a ações de alta periculosidade e ampliação de cursos e treinamentos especializados.

Atualmente, o Batalhão de Choque Tobias de Aguiar é comandado pelo tenente-coronel Vergílio Corrêa Mariano e conta com quatro companhias, 470 policiais e 177 viaturas.

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Delegado Nico assume Segurança Pública de SP após saída de Derrite para a Câmara

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O governador Tarcísio de Freitas anunciou nesta sexta-feira (28) a nomeação de Osvaldo Nico Gonçalves como novo secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Ele substitui Guilherme Derrite, que deixa o cargo na próxima semana para reassumir seu mandato na Câmara dos Deputados.

Atual secretário executivo da pasta desde janeiro de 2023, Nico é formado em Direito e especialista em Polícia Judiciária. Segundo o governo paulista, sua gestão dará continuidade às políticas de combate ao crime organizado e às ações de valorização das forças policiais.

Com mais de quatro décadas de atuação na segurança pública, Nico ingressou na Polícia Civil como investigador em 1979, passando por departamentos estratégicos como DECAP, DHPP, DEIC e GARRA. Em 1992, após se formar como delegado, fundou o primeiro Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, tornando-se também o primeiro delegado piloto da unidade.

Durante 12 anos, foi supervisor do Grupo Especial de Resgate (GER), no GARRA, comandando mais de 200 policiais civis. Na carreira, também criou o Grupo Anti-Bombas e o Grupo de Motos. Em 2019, assumiu a direção inicial do Departamento de Operações Policiais Especializadas (DOPE) e, em 2022, chegou ao cargo máximo da instituição ao ser nomeado delegado-geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

A nomeação reforça a estratégia do Palácio dos Bandeirantes de manter a continuidade na condução da segurança pública paulista.

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Sonegação bilionária em combustíveis compromete saúde e educação, diz governador de SP

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A Operação Poço de Lobato, deflagrada nesta quinta-feira (27), tem como alvo um sofisticado esquema de fraude fiscal envolvendo um dos maiores grupos empresariais do setor de combustíveis do país. A ação apura uma dívida de R$ 9,6 bilhões com o Estado de São Paulo e um prejuízo nacional estimado em mais de R$ 26 bilhões em débitos inscritos na dívida ativa. A ofensiva é conduzida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA/SP), sob coordenação do Governo do Estado de São Paulo.

Durante coletiva na sede do Ministério Público de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas afirmou que o valor sonegado compromete diretamente os serviços públicos. “São R$ 9,6 bilhões que deixaram de entrar nos cofres do Estado. Isso equivale, por exemplo, a retirar mensalmente um hospital de médio porte da população ou impedir a construção de 20 escolas”, comparou.

A operação envolve mais de 190 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, suspeitos de integrar organização criminosa voltada a crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e fraudes estruturadas. A investigação é realizada em conjunto pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo e o MPSP, com apoio da Receita Federal do Brasil, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Secretaria Municipal da Fazenda da capital e das polícias Civil e Militar.

Segundo o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, a ação faz parte de um conjunto de mais de 200 operações integradas realizadas nos últimos anos. “Somente com esse esforço colaborativo temos conseguido avanços concretos”, afirmou.

Dinheiro apreendido durante a operação. Foto: Divulgação

Esquema sofisticado

De acordo com o subsecretário-adjunto da Fazenda, Paulo Ribeiro Pacello, trata-se da primeira operação que integra Estado, União e Município. O grupo utilizava empresas interpostas, fintechs, estruturas societárias em camadas, paraísos fiscais e substituição frequente de sócios para ocultar os verdadeiros beneficiários e evitar o pagamento do ICMS. “Era um sistema altamente sofisticado”, destacou.

A procuradora-geral do Estado, Inês Coimbra, reforçou que a troca de dados entre os órgãos foi fundamental para desmontar o esquema. As autoridades esclareceram ainda que a Poço de Lobato não tem relação com operações anteriores e não há indícios de envolvimento de facções criminosas.

Segundo o promotor Alexandre Castilho, a coleta de documentos confirmou as suspeitas. “É um grupo empresarial extremamente organizado, com atuação nacional”, disse.

Bloqueio bilionário e projeto de lei

Além das medidas criminais, a PGE/SP determinou o bloqueio imediato de R$ 8,9 bilhões em bens e valores do grupo, enquanto a PGFN busca a indisponibilidade de R$ 1,2 bilhão na esfera federal.

Tarcísio também defendeu no Congresso a aprovação do PL 125, que prevê punições a empresas que deixam de pagar impostos de forma reiterada e intencional, como restrições a licitações e vínculos com o poder público.

O nome da operação faz referência ao primeiro poço de petróleo do Brasil, descoberto em 1939 no bairro do Lobato, em Salvador (BA), símbolo histórico da origem da indústria petrolífera nacional.

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Foto: Celso Silva/GESP

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