Integra Tietê prevê R$ 25 bilhões em obras na Grande SP

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O programa Integra Tietê, do Governo de São Paulo, inicia uma nova fase com previsão de R$ 25 bilhões em investimentos até 2029 para ampliar a coleta e o tratamento de esgoto na Região Metropolitana. O projeto prevê 460 quilômetros de tubulações e a construção de 112 estações elevatórias, com expectativa de beneficiar cerca de 1,75 milhão de pessoas.

As obras executadas pela Sabesp abrangem municípios como Osasco, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Barueri, Cajamar e Santana de Parnaíba, além da capital paulista, Caieiras, Franco da Rocha e Francisco Morato.

A expansão inclui emissários, coletores-tronco, redes coletoras de esgoto e ampliação das unidades de tratamento. O objetivo é reduzir o despejo de esgoto sem tratamento em córregos e afluentes que deságuam no Rio Tietê.

Obras previstas nos municípios da região

Entre as cidades contempladas, Cotia terá a maior extensão de tubulações prevista na lista divulgada, com 107,5 quilômetros, seguida por Cajamar, com 78,3 km, e Osasco, com 76,8 km.

Confira os números informados para cada município:

  • Cotia: 107,5 km de tubulações e 15 estações elevatórias.
  • Cajamar: 78,3 km de tubulações, 35 estações elevatórias e uma estação de tratamento de esgoto.
  • Osasco: 76,8 km de tubulações e seis estações elevatórias.
  • Itapevi: 66,8 km de tubulações e nove estações elevatórias.
  • Carapicuíba: 34,3 km de tubulações e cinco estações elevatórias.
  • Jandira: 31,5 km de tubulações e oito estações elevatórias.
  • Santana de Parnaíba: 25,8 km de tubulações e sete estações elevatórias.
  • Caieiras: 13,8 km de tubulações e 12 estações elevatórias.
  • Franco da Rocha: 8 km de tubulações e cinco estações elevatórias.
  • Francisco Morato: 6,8 km de tubulações e nove estações elevatórias.

O material divulgado também inclui São Paulo e Barueri entre os municípios atendidos, mas não detalha, no trecho fornecido, a extensão das obras e o número de estações previstos para essas duas cidades.

Governo aponta redução da poluição no Tietê

Segundo os dados apresentados pelo governo estadual, desde o início do Integra Tietê, em 2023, mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados à rede de esgoto, beneficiando cerca de 4,5 milhões de pessoas. O balanço também informa a implantação de 1.032 quilômetros de tubulações, sete novas estações de tratamento e 39 estações elevatórias.

Estudo da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), divulgado em setembro de 2026, apontou redução de 29,4% na quantidade de poluição transportada pelo Rio Tietê entre 2024 e 2026. O volume caiu de 218 para 154 toneladas por dia.

Na Bacia do Pinheiros, os dados apresentados indicam queda na concentração de matéria orgânica em três dos quatro pontos monitorados desde 2024: 55% na Barragem de Pedreira, 29% na Ponte do Socorro e 26% na Usina São Paulo.

A nova fase do programa pretende ampliar a infraestrutura de saneamento e reduzir a chegada de esgoto aos cursos d’água que alimentam o Tietê. O resultado dependerá da execução das obras e da efetiva ampliação do acesso à coleta e ao tratamento de esgoto nos municípios contemplados.

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Foto: Diogo Moreira/GESP

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Cantareira sobe para 41% e sai da faixa de alerta

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Reservatório fechou setembro com 41,1% do volume útil após forte recuperação; Sabesp poderá captar até 31 m³/s a partir desta quinta-feira (1º)

O Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, encerrou setembro com 41,1% do volume útil armazenado e deixou a faixa de alerta. A partir desta quinta-feira (1º), o sistema passa a operar na Faixa 2 — Atenção, conforme os critérios estabelecidos pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pela SP Águas.

A recuperação foi significativa ao longo de setembro. No último dia útil de agosto, o Cantareira registrava 32,99% do volume útil, nível que mantinha o sistema na faixa de alerta. Em 30 de setembro, o índice chegou a 41,10%.

A mudança de faixa também altera o limite de retirada de água pela Sabesp. Na condição de alerta, a companhia podia captar até 27 m³/s do Cantareira. Com a entrada na Faixa de Atenção, o limite passa para 31 m³/s.

Em condições de normalidade, quando o volume útil é igual ou superior a 60%, a captação pode chegar a 33 m³/s.

Como funciona a classificação do Cantareira

A operação do sistema é definida de acordo com o volume armazenado no último dia útil de cada mês. A regra está prevista na Resolução Conjunta nº 925/2017, elaborada após a crise hídrica enfrentada por São Paulo em 2014 e 2015.

As faixas são:

FaixaVolume útil armazenado
Normal60% ou mais
Atenção40% a menos de 60%
Alertaacima de 30% a menos de 40%
Restriçãoacima de 20% a 30%
Especialabaixo de 20%

A classificação determina os limites de retirada de água do sistema.

Recuperação veio após meses de níveis baixos

O Cantareira passou boa parte de 2026 sob pressão. Em julho, o sistema entrou na faixa de alerta depois de fechar o mês anterior com 39,87% do volume útil. Em agosto, permaneceu nessa condição, com 32,99%.

A recuperação registrada em setembro permitiu que o sistema ultrapassasse novamente a marca de 40% e retornasse à faixa de atenção.

Apesar da melhora, o Cantareira ainda está distante da faixa considerada normal. Por isso, ANA e SP Águas reforçam a importância de medidas de gestão da demanda, redução de perdas e uso racional da água.

Sistema abastece milhões de pessoas

O Sistema Cantareira é formado pelos reservatórios Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro e é o maior produtor de água da Região Metropolitana de São Paulo.

Segundo a ANA, o sistema utiliza até 33 m³/s para abastecer aproximadamente 46% da população da região metropolitana. O Cantareira também contribui para o atendimento de outros usos da água, incluindo o abastecimento de municípios das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

A gestão do sistema é acompanhada diariamente pela ANA e pela SP Águas, que monitoram níveis, vazões e armazenamento para definir as condições de operação.

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Sabesp abre estágio com vagas em Barueri e Osasco

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A Sabesp abriu nesta segunda-feira (14) as inscrições para o programa de estágio 2027, com mais de 60 vagas para estudantes de diferentes áreas. Há oportunidades em Barueri e Osasco, além da capital paulista, Registro, Itatiba, Botucatu e Caraguatatuba.

As inscrições podem ser feitas até 13 de outubro. O início das atividades está previsto para fevereiro de 2027.

Podem participar estudantes com 18 anos ou mais que tenham previsão de concluir a graduação ou curso tecnólogo entre 2027 e 2028. As vagas abrangem áreas de humanas e exatas, com oportunidades para estudantes de Direito, Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Finanças, Tecnologia, Psicologia, Relações Públicas, Recursos Humanos e diferentes engenharias.

Entre as áreas de atuação estão Auditoria, Novos Negócios, Regulação e Energia, Relações Institucionais e Sustentabilidade, Experiência do Cliente, Jurídico, Gente e Gestão, Comercial e Tecnologia, Finanças, Compras, Engenharia e Operações, Segurança Operacional, Serviços Ambientais e Compliance.

O estágio terá duração inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por mais um ano. Os estudantes receberão bolsa-auxílio, cujo valor não foi informado pela companhia, além de assistência médica, vale-refeição, day off de aniversário e acesso ao Total Pass.

O programa também inclui uma jornada de desenvolvimento técnico e comportamental por meio da Universidade Corporativa da Sabesp (UniSabesp).

A seleção será realizada em parceria com a Eureca. A Sabesp informou ainda que está prevista para janeiro uma nova rodada de contratação do programa, com outras 60 vagas.

Serviço

Programa de Estágio Sabesp 2027

  • Vagas: mais de 60
  • Cidades: São Paulo, Barueri, Osasco, Registro, Itatiba, Botucatu e Caraguatatuba
  • Inscrições: até 13 de outubro de 2026
  • Início previsto: fevereiro de 2027
  • Requisitos: ter 18 anos ou mais e previsão de formação entre 2027 e 2028

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Foto: Divulgação/Sabesp

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Barueri e região recebem R$ 12,8 bilhões em investimentos para ampliar o saneamento

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Recursos serão destinados a dez municípios até 2029, com previsão de 419 km de novas redes de água, 918 km de redes de esgoto e 190 estações elevatórias.

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Dez municípios da região oeste da Grande São Paulo terão R$ 12,83 bilhões em investimentos em saneamento até 2029. Os recursos da Sabesp serão destinados à ampliação e modernização dos sistemas de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.

O planejamento envolve Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

Do total previsto, R$ 2,39 bilhões já foram investidos entre 2023 e o primeiro trimestre de 2026. Para o período de 2026 a 2029, estão previstos outros R$ 10,44 bilhões.

Mais de 1,3 mil quilômetros de redes

O planejamento prevê a implantação de aproximadamente 419 quilômetros de redes de abastecimento de água e 918 quilômetros de redes de esgotamento sanitário.

Também estão previstas 190 Estações Elevatórias de Esgoto, duas Estações de Tratamento de Esgoto, três Estações de Tratamento de Água e cinco estações elevatórias de água tratada.

Segundo o planejamento apresentado pela companhia, o conjunto de obras busca ampliar a capacidade dos sistemas e avançar na universalização dos serviços de saneamento nos municípios atendidos.

Barueri concentra maior investimento

Entre as dez cidades, Barueri terá o maior volume de recursos previstos até 2029, com R$ 6,56 bilhões.

Na sequência aparecem:

  • Cotia: R$ 2,54 bilhões
  • Osasco: R$ 852,2 milhões
  • Santana de Parnaíba: R$ 738,7 milhões
  • Carapicuíba: R$ 715,3 milhões
  • Itapevi: R$ 563,5 milhões
  • Taboão da Serra: R$ 381,7 milhões
  • Jandira: R$ 297 milhões
  • Vargem Grande Paulista: R$ 138,4 milhões
  • Pirapora do Bom Jesus: R$ 55,8 milhões

Obras já estão em andamento

Entre as intervenções em execução estão a implantação de unidades de ultrafiltração em Carapicuíba, a ampliação da Estação de Tratamento de Água do Baixo Cotia, em Barueri, e o retrofit da Estação de Tratamento de Esgoto de Barueri.

Também estão previstas obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário em Osasco e Itapevi, incluindo intervenções do Integra Tietê, além da expansão dos sistemas de abastecimento de água de Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus.

Há ainda obras de esgotamento sanitário em Jandira, Vargem Grande Paulista e Taboão da Serra.

Expansão do atendimento

Segundo os dados apresentados, a expansão dos sistemas já incorporou mais de 390,6 mil pessoas ao tratamento de esgoto na região desde 2024. A coleta de esgoto alcançou cerca de 240 mil pessoas, enquanto 203,2 mil novos moradores passaram a ser atendidos pelo abastecimento de água.

O novo modelo de investimentos também elevou o aporte médio anual por habitante de R$ 102,24 para R$ 753,27, aumento de 636,76% em relação ao contrato anterior.

A Sabesp também informou avanço nas tarifas destinadas à população de menor renda. O número de pessoas beneficiadas pelas Tarifas Social e Vulnerável passou de aproximadamente 228 mil, em junho de 2024, para 484,2 mil em junho de 2026.

Os investimentos foram apresentados durante uma edição do Sabesp Presente, que reuniu representantes dos dez municípios para discutir obras, investimentos e metas de saneamento na região.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Sabesp prevê concluir reparo de adutora rompida em Alphaville na quarta-feira (26)

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Rompimento de uma adutora da Sabesp abriu uma cratera na Avenida Yojiro Takaoka, em Santana de Parnaíba, deixou um veículo preso e provocou congestionamento; reparos seguem até quarta-feira

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Um veículo utilitário ficou preso em uma cratera aberta na Avenida Yojiro Takaoka, em Alphaville, após o rompimento de uma adutora da Sabesp na manhã de domingo (23).

O motorista não se feriu, mas o incidente provocou a interdição de parte da via e alterou o trânsito em uma das principais avenidas da região.

Mais de um dia após o rompimento, equipes da Sabesp ainda trabalhavam no local. No fim da tarde desta segunda-feira (24), uma faixa no sentido Alphaville–Centro Histórico havia sido liberada, mas o trânsito permanecia congestionado, com reflexos chegando próximo à UNIP.

A cratera fica no encontro da Avenida Yojiro Takaoka com a Estrada Municipal Bela Vista, nas proximidades do Residencial 11.

Problema teria ocorrido novamente no mesmo trecho

O prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar, esteve no local e afirmou que não seria a primeira vez que uma adutora da Sabesp rompe na região.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o prefeito mostrou os estragos causados pelo rompimento e disse que cobrará providências da companhia.

Segundo Elvis Cezar, esta seria a segunda vez que o problema ocorre no mesmo trecho, provocando transtornos para moradores e motoristas.

A manifestação do prefeito aumenta a pressão sobre a Sabesp para esclarecer as causas do novo rompimento e apresentar uma solução para evitar que o problema volte a acontecer.

Reparos devem seguir até quarta-feira

De acordo com informações da Sabesp divulgadas à imprensa, o rompimento ocorreu em uma rede de reforço do sistema de abastecimento.

A companhia informou que a previsão é concluir o reparo da rede nesta terça-feira (25). Depois disso, ainda será necessário realizar o preenchimento da área atingida e a recomposição do pavimento.

A previsão é que essa etapa seja concluída na quarta-feira (26).

Enquanto os serviços continuam, motoristas que utilizam a Avenida Yojiro Takaoka devem ficar atentos às alterações no tráfego e à possibilidade de lentidão na região.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Conta de água pode ficar em R$ 16 para famílias de baixa renda em SP; veja quem tem direito

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Famílias de baixa renda podem pagar entre R$ 16,42 e R$ 21 pelo consumo mensal de água por meio da Tarifa Social da Sabesp. O benefício é destinado a moradores que atendem aos critérios de renda e mantêm o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado.

A tarifa reduzida garante o fornecimento de até 10 metros cúbicos de água por mês, o equivalente a 10 mil litros. Para ter acesso ao benefício, porém, não basta apenas estar dentro da faixa de renda: os dados do CadÚnico precisam estar atualizados e o cadastro deve corresponder à titularidade da conta de água.

A Tarifa Residencial Vulnerável, de R$ 16,42, é destinada às famílias em situação de extrema pobreza, com renda média de até R$ 218 por pessoa. Já a Tarifa Residencial Social, de R$ 21, atende famílias com renda por pessoa entre R$ 218 e meio salário mínimo.

Quem pode receber o desconto

O primeiro passo para quem pretende solicitar a tarifa é verificar a situação do CadÚnico. O cadastro deve ser realizado ou atualizado no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do município, com os documentos dos moradores da residência.

Outro ponto importante é a titularidade da conta. O CPF registrado no CadÚnico deve ser o mesmo do titular da conta de água da Sabesp. Em imóveis alugados, por exemplo, o benefício pode não ser aplicado caso a fatura permaneça em nome do proprietário.

Nessa situação, o consumidor deve providenciar a transferência de titularidade ou a atualização cadastral junto à Sabesp. O benefício é limitado a um imóvel por núcleo familiar.

Caso a família cumpra os requisitos, mas o desconto não apareça automaticamente na conta, a orientação é procurar a Sabesp com o CPF e o Número de Identificação Social (NIS) para verificar a situação cadastral.

Quanto representa 10 mil litros de água

O limite de 10 m³ corresponde a 10 mil litros de água por mês. Para dimensionar esse volume, ele equivale a aproximadamente 500 galões de 20 litros ou 20 mil garrafas de 500 ml.

O benefício busca reduzir o peso da conta de água no orçamento das famílias de menor renda. Segundo o Governo de São Paulo, a Tarifa Social da Sabesp alcança quase 2 milhões de pessoas no estado.

A consulta sobre critérios, documentação e atendimento pode ser feita diretamente nos canais oficiais da Sabesp. Sabesp – Tarifa Social

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Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Sabesp reduz período de pressão reduzida da água na Grande São Paulo

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Gestão de Demanda Noturna passa de dez para oito horas diárias após melhora nas condições dos mananciais

A Sabesp informou que, a partir desta semana, reduzirá de dez para oito horas o período diário de pressão reduzida no abastecimento de água na Grande São Paulo. Com a mudança, a chamada Gestão de Demanda Noturna (GDN) passará a ser realizada das 21h às 5h.

Segundo a companhia, a decisão foi tomada após a melhora nas condições dos mananciais que abastecem a Região Metropolitana, favorecidos pelas chuvas registradas acima do previsto nas últimas semanas.

A medida de redução da pressão foi adotada no início de julho como forma de preservar os reservatórios durante o período de estiagem. O sistema afeta principalmente imóveis que não possuem caixa d’água ou contam com reservatórios de pequena capacidade.

Sistema Cantareira segue em alerta

A Gestão de Demanda Noturna foi implantada após a queda do volume útil do Sistema Cantareira, responsável por abastecer cerca de metade da população da Grande São Paulo.

Em 30 de junho, o reservatório registrava 39,87% do volume útil, levando o sistema à chamada Operação 3 – Alerta, que prevê a redução da captação para 27 metros cúbicos de água por segundo quando o volume fica abaixo de 40%.

Apesar da melhora nas condições de captação provocada pelas chuvas, o Sistema Cantareira ainda opera em nível de atenção. Na última sexta-feira (31), o volume útil registrado era de 36,67%.

A Sabesp reforça que a redução da pressão é uma medida de gestão operacional para preservar os recursos hídricos durante o período seco e minimizar o risco de desabastecimento.

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Foto: Divulgação/Sabesp

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Câmara aprova fim da tarifa mínima de água e esgoto; projeto vai ao Senado

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Proposta prevê cobrança por tarifa fixa e consumo efetivo; texto ainda precisa ser aprovado pelos senadores

A Câmara dos Deputados aprovou, durante a Sessão Deliberativa Extraordinária Semipresencial de 08/07/2026, o Projeto de Lei 1845/25 que proíbe a cobrança da chamada tarifa mínima de consumo nos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A proposta altera a Lei do Saneamento Básico e agora segue para análise do Senado.

Pelo texto aprovado, as concessionárias deixarão de cobrar uma franquia mínima de consumo, modelo em que o consumidor paga por um volume pré-estabelecido de água, mesmo quando utiliza menos ou não registra consumo.

O que muda

A proposta mantém a possibilidade de cobrança de uma tarifa fixa, destinada a custear a disponibilidade da infraestrutura e os custos permanentes da prestação do serviço.

Além disso, continuará existindo uma tarifa variável, calculada de acordo com o volume de água efetivamente consumido pelo usuário.

Na prática, o projeto acaba com a cobrança baseada em um consumo mínimo obrigatório, substituindo esse modelo por uma estrutura composta por uma parcela fixa e outra proporcional ao consumo real.

Justificativa

Segundo o relator da proposta, deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), a cobrança de uma franquia mínima pode penalizar consumidores de baixo consumo, como pessoas que moram sozinhas ou famílias menores, além de reduzir os incentivos ao uso racional da água.

O parlamentar defende que o novo modelo oferece maior transparência e equilíbrio entre a remuneração das concessionárias e a cobrança ao consumidor.

Como ficam condomínios

Nos condomínios residenciais e comerciais com hidrômetro coletivo, a tarifa fixa será cobrada individualmente de cada unidade.

Já a tarifa variável continuará sendo calculada com base no consumo total registrado pelo sistema de medição.

Regras para o esgoto

A proposta também altera a cobrança do serviço de esgotamento sanitário.

Assim como ocorre com a água, deixa de existir a cobrança baseada em consumo mínimo, permanecendo apenas a tarifa fixa e a parcela variável calculada conforme o volume de água faturado.

Quando passa a valer

Caso seja aprovado pelo Senado e sancionado pela Presidência da República, o projeto entrará em vigor 180 dias após a publicação da lei.

Os contratos atuais terão prazo de até quatro anos para adaptação às novas regras, mediante plano de transição aprovado pelas agências reguladoras competentes.

Durante esse período, a estrutura tarifária atualmente em vigor continuará sendo aplicada.

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Foto: Reprodução/GESP

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Sabesp prorroga campanha para renegociação de dívidas e permite parcelamento na conta de água

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Os clientes da Sabesp ganharam mais 30 dias para aderir à campanha “Acertando Suas Contas”, que oferece condições especiais para a renegociação de débitos. A principal novidade é que os valores renegociados agora poderão ser parcelados diretamente na fatura mensal de água, conforme regulamentação da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp).

Pelas novas regras, as parcelas do acordo serão discriminadas na conta de água, com a indicação do valor cobrado e do total de parcelas contratadas, proporcionando mais praticidade e organização financeira aos consumidores.

A campanha mantém descontos de 100% sobre juros, multas e correção monetária para todos os acordos realizados durante o período promocional. Além disso, o abatimento sobre o valor principal da dívida pode chegar a 80%, conforme o perfil do imóvel e a situação cadastral do cliente.

Os consumidores também podem optar pelo parcelamento em até 24 vezes no cartão de crédito ou pelo pagamento via PIX. Podem participar da campanha clientes com contas em atraso, independentemente do tempo de inadimplência.

Segundo a Sabesp, cerca de 128 mil clientes já aderiram à campanha em 2026, totalizando mais de R$ 110 milhões em descontos concedidos.

Como renegociar

A renegociação pode ser feita pelos canais oficiais da Sabesp:

  • WhatsApp: (11) 3388-8000
  • Central de Atendimento: 0800 055 0195 (ligação gratuita, 24 horas por dia)

A companhia também mantém atendimento presencial por meio da unidade móvel “Van Bora”, que percorre municípios do estado oferecendo serviços aos clientes.

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Rompimento de adutora em Barueri afeta abastecimento de água em cidades da região

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O rompimento de uma adutora da Sabesp, na Avenida General de Divisão Pedro Rodrigues da Silva, próximo ao Parque Shopping Barueri, provocou a interrupção no abastecimento de água e impacta moradores de diversas cidades da Região Oeste da Grande São Paulo nesta sexta-feira (26).

Além de Barueri, o problema afeta bairros de Santana de Parnaíba, Jandira, Itapevi, Osasco e outros municípios atendidos pelo mesmo sistema de abastecimento.

Segundo a Sabesp, equipes trabalham no reparo da tubulação e a previsão é que o fornecimento de água comece a ser restabelecido a partir do início da noite deste sábado (27). A normalização, no entanto, ocorrerá de forma gradativa e poderá levar mais tempo em bairros localizados em regiões mais altas ou distantes da rede principal.

O rompimento também provocou reflexos no trânsito. A interdição parcial da via gerou congestionamentos na região da Aldeia de Barueri, Alphaville e principais acessos do entorno. Agentes da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semurb) atuam para minimizar os impactos e orientar os motoristas.

A Sabesp orienta a população a utilizar água apenas para atividades essenciais até que o abastecimento seja completamente normalizado, priorizando o consumo consciente, especialmente nos imóveis abastecidos por caixas d’água.

Bairros afetados em Santana de Parnaíba

Em Santana de Parnaíba, o desabastecimento atinge moradores das seguintes regiões:

  • Alphaville 9, 10, 11 e 12
  • Burle Marx
  • Gênesis I e II
  • Fazendinha
  • Chácara Solar I e II
  • Jardim Clementino
  • Parque 120
  • Parque dos Monteiros
  • Jardim São Luís
  • Jardim Deghi
  • Chácara das Garças
  • Refúgio dos Bandeirantes
  • Cidade São Pedro
  • Cristal Park II, III e IV
  • Jardim Parnaíba

A recomendação é que os moradores economizem água durante o período de manutenção da rede e acompanhem as atualizações sobre o restabelecimento do serviço.

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