Integra Tietê prevê R$ 25 bilhões em obras na Grande SP

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O programa Integra Tietê, do Governo de São Paulo, inicia uma nova fase com previsão de R$ 25 bilhões em investimentos até 2029 para ampliar a coleta e o tratamento de esgoto na Região Metropolitana. O projeto prevê 460 quilômetros de tubulações e a construção de 112 estações elevatórias, com expectativa de beneficiar cerca de 1,75 milhão de pessoas.

As obras executadas pela Sabesp abrangem municípios como Osasco, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Barueri, Cajamar e Santana de Parnaíba, além da capital paulista, Caieiras, Franco da Rocha e Francisco Morato.

A expansão inclui emissários, coletores-tronco, redes coletoras de esgoto e ampliação das unidades de tratamento. O objetivo é reduzir o despejo de esgoto sem tratamento em córregos e afluentes que deságuam no Rio Tietê.

Obras previstas nos municípios da região

Entre as cidades contempladas, Cotia terá a maior extensão de tubulações prevista na lista divulgada, com 107,5 quilômetros, seguida por Cajamar, com 78,3 km, e Osasco, com 76,8 km.

Confira os números informados para cada município:

  • Cotia: 107,5 km de tubulações e 15 estações elevatórias.
  • Cajamar: 78,3 km de tubulações, 35 estações elevatórias e uma estação de tratamento de esgoto.
  • Osasco: 76,8 km de tubulações e seis estações elevatórias.
  • Itapevi: 66,8 km de tubulações e nove estações elevatórias.
  • Carapicuíba: 34,3 km de tubulações e cinco estações elevatórias.
  • Jandira: 31,5 km de tubulações e oito estações elevatórias.
  • Santana de Parnaíba: 25,8 km de tubulações e sete estações elevatórias.
  • Caieiras: 13,8 km de tubulações e 12 estações elevatórias.
  • Franco da Rocha: 8 km de tubulações e cinco estações elevatórias.
  • Francisco Morato: 6,8 km de tubulações e nove estações elevatórias.

O material divulgado também inclui São Paulo e Barueri entre os municípios atendidos, mas não detalha, no trecho fornecido, a extensão das obras e o número de estações previstos para essas duas cidades.

Governo aponta redução da poluição no Tietê

Segundo os dados apresentados pelo governo estadual, desde o início do Integra Tietê, em 2023, mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados à rede de esgoto, beneficiando cerca de 4,5 milhões de pessoas. O balanço também informa a implantação de 1.032 quilômetros de tubulações, sete novas estações de tratamento e 39 estações elevatórias.

Estudo da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), divulgado em setembro de 2026, apontou redução de 29,4% na quantidade de poluição transportada pelo Rio Tietê entre 2024 e 2026. O volume caiu de 218 para 154 toneladas por dia.

Na Bacia do Pinheiros, os dados apresentados indicam queda na concentração de matéria orgânica em três dos quatro pontos monitorados desde 2024: 55% na Barragem de Pedreira, 29% na Ponte do Socorro e 26% na Usina São Paulo.

A nova fase do programa pretende ampliar a infraestrutura de saneamento e reduzir a chegada de esgoto aos cursos d’água que alimentam o Tietê. O resultado dependerá da execução das obras e da efetiva ampliação do acesso à coleta e ao tratamento de esgoto nos municípios contemplados.

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Foto: Diogo Moreira/GESP

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Rio Tietê reduz poluição em 29% na Grande São Paulo

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Carga média de matéria orgânica caiu de 218 para 154 toneladas por dia; trecho entre Santana de Parnaíba e Botucatu também apresentou redução na concentração de poluentes.

O Rio Tietê está transportando menos matéria orgânica ao deixar a Região Metropolitana de São Paulo. Dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) mostram que a carga média caiu de 218 toneladas por dia, em 2024, para 154 toneladas por dia em 2026 — redução de 29,4%, equivalente a 64 toneladas a menos diariamente.

A queda foi mais acentuada no último ano. Depois de registrar média de 210 toneladas por dia em 2025, o Tietê chegou a 154 toneladas em 2026, uma redução de 26,7% em apenas um ano. O resultado também ficou 19,8% abaixo da meta de 192 toneladas por dia estabelecida pelo Programa IntegraTietê.

O indicador considera a quantidade de matéria orgânica presente na água e a vazão do rio. As medições são realizadas na barragem da Pequena Central Hidrelétrica Edgard de Souza, em Santana de Parnaíba, ponto que permite avaliar a carga transportada pelo Tietê depois de atravessar a área mais urbanizada da Região Metropolitana.

A matéria orgânica está associada principalmente ao lançamento de esgoto doméstico não tratado. Em excesso, ela pode reduzir o oxigênio disponível na água, provocar odor e prejudicar a vida aquática.

Melhora também aparece no trecho do Tietê que passa pela região

O levantamento da Cetesb mostra que a melhora não está restrita ao ponto de saída da Região Metropolitana. Em aproximadamente 300 quilômetros do Médio Tietê, entre Santana de Parnaíba e a entrada do Reservatório de Barra Bonita, em Botucatu, a concentração média de Carbono Orgânico Total (COT) caiu cerca de 15% entre 2024 e 2026.

A média passou de 14,8 mg/L em 2024 para 14,4 mg/L em 2025 e chegou a 12,6 mg/L em 2026. A redução foi registrada nos 19 pontos monitorados pela Cetesb ao longo desse trecho.

Um dos destaques está em Pirapora do Bom Jesus, onde a redução chegou a 21,9%. Em Botucatu, a queda foi de 37%, enquanto um dos pontos monitorados no município de Tietê apresentou redução de 31,3%.

Os dados também apontam melhora em alguns rios e córregos que deságuam no Tietê. Entre os afluentes de maior área de drenagem estão o Rio Tamanduateí, o Córrego São João de Barueri, o Rio Cabuçu de Cima, o Rio Aricanduva, o Rio Cabuçu de Baixo e o Ribeirão Perová.

Na média ponderada dos afluentes monitorados, a concentração de COT caiu de 26 mg/L, em 2024, para 20,1 mg/L em 2026, uma redução acumulada de 23% em dois anos.

Qualidade da água ainda é desigual

Apesar da redução da carga de poluição, os dados mostram que a recuperação do Tietê ainda está em andamento. O Índice de Qualidade da Água (IQA), calculado pela Cetesb a partir de nove variáveis, é acompanhado em 28 pontos ao longo do rio, desde as cabeceiras até a foz no Rio Paraná.

Na Região Metropolitana, um dos avanços mais expressivos ocorreu no ponto da Ponte dos Remédios. O IQA passou de 15, em 2024, para 23, em 2026. Em Guarulhos, o índice subiu de 17 para 21 no mesmo período. Nos dois pontos, a classificação passou de péssima para ruim.

Em 2026, dos pontos monitorados ao longo do Tietê, 11 apresentam qualidade classificada como boa, 12 como ruim, dois como péssima, dois como regular e um como ótima.

Os números mostram, portanto, uma evolução na qualidade da água, mas também indicam que ainda existem trechos com níveis elevados de poluição.

Saneamento é uma das principais frentes

A recuperação do rio está relacionada a diferentes ações de saneamento e infraestrutura. Segundo os dados apresentados pela Cetesb, desde 2023 mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados à rede de esgoto, beneficiando cerca de 4,5 milhões de pessoas.

No mesmo período, mais de 6,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos foram retirados dos rios por meio das ações de desassoreamento. O volume representa 90% da meta de 7,2 milhões de metros cúbicos prevista até o fim de 2026.

O monitoramento dos afluentes também foi ampliado. Em 2023, a Cetesb acompanhava 11 rios e córregos que deságuam no Tietê na Região Metropolitana. Desde 2024, são 30 pontos, quase o triplo. A ampliação permite acompanhar a resposta dos cursos d’água às intervenções de saneamento e identificar onde a redução da poluição começa a aparecer.

A recuperação do Rio Tietê envolve ainda fiscalização ambiental, desassoreamento, recuperação de áreas, monitoramento da qualidade da água e intervenções nas margens. Segundo o levantamento, os investimentos contratados nas diferentes frentes do Programa IntegraTietê ultrapassam R$ 22 bilhões desde 2023.

Para a população da Grande São Paulo, especialmente nos municípios cortados pelo rio ou localizados em sua bacia, os dados mostram uma mudança gradual: o Tietê ainda está longe de ter a qualidade desejada em todos os seus trechos, mas os indicadores de 2026 apontam redução da carga de poluição e melhora em diferentes pontos do sistema.

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Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Após quase quatro anos, obras da Castello Branco serão entregues na próxima semana

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, confirmou nesta quinta-feira (25) que as obras de ampliação da Rodovia Castello Branco, na região de Barueri, serão entregues na próxima semana. O anúncio foi feito durante a inauguração da Avenida Pirarucu, novo acesso viário entre Barueri e Carapicuíba.

Com investimentos de aproximadamente R$ 1 bilhão, o projeto teve início em junho de 2022 e é considerado uma das maiores intervenções de mobilidade urbana da Região Oeste da Grande São Paulo. A expectativa é de que a entrega ocorra nos próximos dias, encerrando um ciclo de quase quatro anos de obras.

As intervenções contemplam a ampliação das vias marginais da Castello Branco entre os quilômetros 23 e 27, a implantação de uma faixa adicional na pista sentido interior, a construção de duas novas pontes sobre o Rio Tietê, paralelas à Ponte Guilherme de Almeida, além da remodelação do trevo de Barueri e da reconfiguração do trevo de Alphaville.

Segundo o governador, a conclusão das obras representará um importante avanço para a mobilidade da região, beneficiando diariamente milhares de motoristas que utilizam a Castello Branco, uma das principais rodovias do estado.

A expectativa é que a entrega da obra reduza congestionamentos, melhore a fluidez do trânsito e amplie a capacidade viária em um dos corredores mais movimentados da Grande São Paulo.

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Foto: Reprodução/Motiva Rodovias

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Poluição cai em afluentes do Rio Pinheiros após avanços em saneamento

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Sete dos 16 afluentes monitorados na bacia do Rio Pinheiros apresentaram melhora nos índices de poluição orgânica entre 2020 e 2025, segundo levantamento divulgado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os resultados aparecem após o avanço de obras de saneamento, desassoreamento e retirada de lixo realizadas pelo Governo de São Paulo nos últimos anos.

Os dados indicam redução da carga orgânica em córregos importantes da capital paulista, como Águas Espraiadas, Jaguaré, Corujas, Pirajussara e Poli. O indicador utilizado pela Cetesb para medir esse tipo de poluição é o Carbono Orgânico Total (COT).

No córrego Águas Espraiadas, por exemplo, a média anual caiu de 22 mg/L em 2020 para 9 mg/L em 2025. Já no Jaguaré, o índice passou de 25 mg/L para 10 mg/L. Um dos maiores avanços foi registrado no córrego Poli, onde a concentração recuou de 66 mg/L para 11 mg/L no período analisado.

Parte da melhora está relacionada à implantação das chamadas Unidades Recuperadoras de Qualidade das Águas (URQs), estruturas criadas para ajudar na retenção de resíduos e reduzir a poluição despejada nos córregos que deságuam no Rio Pinheiros.

A melhora também foi identificada em trechos da calha principal do rio. Segundo a Cetesb, a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), indicador usado para medir a presença de matéria orgânica na água, apresentou queda significativa em regiões como Pedreira, Ponte do Socorro e Usina São Paulo.

Na Ponte do Socorro, a média anual de DBO caiu de 62 mg/L em 2016 para 23 mg/L em 2025. Na Usina São Paulo, o índice recuou de 45 mg/L para 23 mg/L no mesmo intervalo.

Os resultados acompanham o avanço do programa IntegraTietê, considerado o maior projeto de recuperação socioambiental do Rio Tietê. Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o programa prevê investimentos de R$ 23,5 bilhões até 2029.

Desde 2023, o projeto já removeu cerca de 5 milhões de metros cúbicos de sedimentos dos rios paulistas e conectou 1,5 milhão de imóveis à rede de coleta e tratamento de esgoto. As ações incluem ainda retirada de lixo flutuante, recuperação das margens e ampliação do saneamento básico.

Segundo a Cetesb, mais de 134 mil toneladas de resíduos já foram retiradas do Rio Pinheiros desde 2023, com investimento de R$ 212 milhões. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, foram recolhidas 16,2 mil toneladas de lixo, volume 19,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Outra etapa prevista pelo programa é uma Parceria Público-Privada (PPP), atualmente em consulta pública, com previsão de R$ 9,5 bilhões em investimentos ao longo de 15 anos. A proposta inclui ações de desassoreamento, retirada de vegetação aquática e ampliação da limpeza superficial no Rio Tietê e no Rio Pinheiros.

Atualmente, a rede da Cetesb possui 551 pontos de monitoramento espalhados pelos principais corpos hídricos do estado de São Paulo.

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Foto: Divulgação/GESP

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Investimento de R$ 74,5 milhões promete recuperar capacidade da barragem em Pirapora do Bom Jesus

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A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, realizou nesta terça-feira (23) uma visita técnica à Barragem de Pirapora do Bom Jesus, na Região Metropolitana de São Paulo, para acompanhar o avanço das obras de desassoreamento da represa. A agenda contou com a presença de representantes do Fórum de Integração das Ações de Recuperação do Rio Tietê (FIAR-Tietê).

Segundo a SP Águas, agência vinculada à Semil e responsável pelos trabalhos, quando as intervenções começaram a barragem estava com cerca de 90% de assoreamento. O projeto é considerado um dos maiores já conduzidos pela agência e prevê investimento de R$ 74,5 milhões. A meta é remover aproximadamente 252,6 mil m³ de vegetação e detritos e outros 250 mil m³ de terra acumulada, ampliando a capacidade de armazenamento do reservatório e garantindo mais eficiência em sua operação.

“Estamos dando mais um passo importante para a modernização e recuperação de um sistema hídrico, com foco em segurança e eficiência para o nosso estado. Investir em infraestrutura hídrica é investir diretamente na qualidade de vida da população e na sustentabilidade dos nossos recursos naturais”, afirmou a secretária.

Além do desassoreamento, a SP Águas já retirou mais de 17,2 mil m³ de vegetação aquática e resíduos flutuantes desde junho deste ano. A conclusão dos trabalhos está prevista para setembro de 2026.

Como reforço, também está em estudo a instalação de barreiras flutuantes no Rio Tietê, em um trecho estratégico que recebe grande volume de resíduos sólidos oriundos de áreas urbanizadas. O objetivo é conter o lixo antes que chegue à barragem de Pirapora, evitando novos acúmulos que comprometem o escoamento das águas e a operação da estrutura.

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Foto: Reprodução/Setec Hidro Brasileira

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A partir da privatização da Sabesp, Tarcísio prevê possível despoluição dos rios Tietê e Pinheiros

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O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (13) que pretende assinar projeto de estruturação de privatização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Ao fazer comparação com concessão de empresa de águas e esgotos do Rio de Janeiro, ele respaldou a privatização em São Paulo vislumbrando uma despoluição dos rios Tietê e Pinheiros. 

Em discurso, o republicano reforçou o tom de comparação interestadual na agilidade da limpeza das águas poluídas.

“Eu tenho certeza que São Paulo não vai querer ter o Pinheiros e o Tietê despoluídos depois da Baía de Guanabara. São Paulo tem que despoluir antes”, destacou Tarcísio.

Durante conversa com empresários, Tarcísio fez comparação com a privatização que ocorreu com a Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro). Privatizada em 2021, as empresas terão o compromisso de despoluir a Baía de Guanabara na capital fluminense, que sofre com toneladas diárias de despejo de lixo.

Em Fórum Econômico Mundial, que aconteceu no início desse ano na Suíça, o governador de São Paulo já havia afirmado a pretensão de privatizar a Sabesp até o final de 2024.

Durante o evento desta segunda, ele ainda disse que, com a concessão à iniciativa privada, os valores da tarifa da água não aumentariam. Segundo ele, os contratos com grandes municípios gerariam um excedente que seria usado para a diminuição dos gastos.

Leia também: Bolsonaro não é líder da oposição, é um turista nos EUA, diz presidente do Republicanos


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Portal Governo de SP

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