Prefeitura de SP abre mais de 2 mil vagas e lança agenda especial para o Dia da Mulher

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A Prefeitura de São Paulo inicia, a partir de 3 de março, uma programação especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. A agenda reúne ações de empregabilidade, qualificação profissional, geração de renda e apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade na capital.

Um dos principais destaques é o Contrata SP – Dia Internacional da Mulher, que vai disponibilizar mais de 2 mil vagas de emprego nas áreas de comércio e serviços. As oportunidades estão distribuídas por todas as regiões da cidade e exigem, no mínimo, ensino fundamental completo.

As interessadas podem se inscrever até 5 de março pelo Portal Cate. O processo seletivo será realizado na sexta-feira (6), das 9h às 16h, no Cate Central, localizado na Avenida Rio Branco, 252, no Centro.

A programação começa oficialmente na terça-feira (3) com um encontro do programa Tem Saída, voltado a empresas parceiras da iniciativa, que promove a autonomia econômica de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Ao longo do mês, o programa realizará uma série de encontros com ações de empregabilidade, atendimento de saúde bucal e palestras sobre empreendedorismo.

As atividades do Tem Saída começam no dia 10, na zona sul, e seguem até 31 de março. Os eventos ocorrerão em centros de apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade social e a integrantes da comunidade LGBTQIAP+.

Outro eixo da programação é a inclusão de novas beneficiárias no Programa Operação Trabalho (POT) – Mães Guardiãs. As selecionadas atuarão na rede municipal de ensino. A iniciativa é conduzida pelas secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e de Educação.

O programa oferece bolsa-auxílio de R$ 1.702,05 para jornada de 30 horas semanais, de segunda a sexta-feira, com seis horas diárias.

No campo da economia criativa, as feiras do programa Mãos e Mentes Paulistanas levarão o artesanato produzido por mulheres a diferentes regiões da cidade. Parques como Buenos Aires, na região central; Carmo, na zona leste; e Cidade Toronto, na zona oeste, receberão exposições e comercialização de produtos ao longo do mês.

Também estão previstas ações voltadas ao empreendedorismo feminino nas unidades TEIA, espaços de trabalho colaborativo da Ade Sampa, agência ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. As unidades estão com inscrições abertas para oficinas, cursos e encontros de networking, com foco no desenvolvimento de carreira e negócios das empreendedoras paulistanas.

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Foto: Guilherme Cunha/SMTUR

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Ricardo Nunes admite reajuste na tarifa de ônibus em 2026, limitado à inflação

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que não descarta um aumento na tarifa dos ônibus municipais em 2026, mas garantiu que qualquer reajuste deverá ficar limitado à inflação do período. A definição do novo valor, segundo ele, dependerá de estudos técnicos que estão sendo elaborados pela SPTrans, empresa da prefeitura responsável pela gestão do transporte por ônibus na capital.

“O ideal é manter congelada a tarifa. Se a gente não conseguir, que não passe da inflação. Mas isso vai depender dos estudos que eles vão trazer”, declarou o prefeito. Nunes reforçou que a administração trabalhará para evitar aumento real, ou seja, acima da inflação. “Uma coisa que eu acho que a gente vai trabalhar bastante é para que não tenha aumento real”, acrescentou.

Atualmente, a tarifa de ônibus em São Paulo é de R$ 5. O valor foi reajustado no início de 2025, quando a passagem subiu de R$ 4,40 para o preço atual. De acordo com o prefeito, o custo real do transporte coletivo é significativamente maior e só não é repassado integralmente ao usuário por causa do subsídio pago pela prefeitura às empresas concessionárias.

“Se não fosse o subsídio da administração municipal às empresas de ônibus, o preço da passagem seria de R$ 9”, afirmou Nunes. Ele explicou que a política de subsídio tem como objetivo garantir maior acesso da população ao transporte público, especialmente para os trabalhadores que dependem do sistema diariamente.

Apesar disso, o prefeito destacou que o equilíbrio fiscal é um fator decisivo na discussão. “A prefeitura tem capacidade de manter o subsídio, mas também a gente precisa equilibrar para não tirar dinheiro da saúde, não tirar dinheiro da habitação, não tirar dinheiro da segurança, cada área podendo fluir de uma forma responsável”, concluiu.

A expectativa é que os estudos da SPTrans sejam apresentados ao longo de 2025, servindo de base para a decisão final sobre a tarifa a ser praticada no próximo ano.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Greve de ônibus em SP chega ao fim após reunião com motoristas; frota começa a voltar às ruas

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A greve de motoristas e cobradores de ônibus em São Paulo começou a ser encerrada na noite desta terça-feira (9), segundo afirmou o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A paralisação, iniciada às 16h, afetou linhas em diversas regiões da capital e provocou transtornos a milhares de passageiros no horário de pico.

Após uma reunião no início da noite com representantes do sindicato da categoria e das empresas concessionárias, Nunes classificou o encontro como “muito bom” e afirmou que o serviço está sendo restabelecido, com retorno gradual de toda a frota às ruas.

De acordo com o prefeito, as empresas se comprometeram a quitar os pagamentos atrasados no próximo dia 12 de dezembro, incluindo o 13º salário e outros benefícios. Ele foi enfático ao afirmar que nenhuma empresa permanecerá com contrato com a Prefeitura caso descumpra o acordo.
“Não permanecerá com contrato com a Prefeitura de São Paulo a empresa que não honrar o pagamento do 13º na data”, declarou.

Representantes do SindMotoristas informaram que a paralisação foi motivada pelo não pagamento do 13º salário e de benefícios como o vale-refeição durante as férias, conquista da última campanha salarial. Durante a coletiva, um dirigente sindical chegou a deixar a sala para avisar os trabalhadores sobre o acordo e a retomada imediata do serviço.

O prefeito reforçou que a Prefeitura não tem responsabilidade pelos atrasos e garantiu que não há “um centavo sequer” de repasses atrasados do município às empresas. Um representante dos empresários afirmou que o problema ocorreu por um “mal-entendido”.

Sobre a legalidade da greve, Nunes reiterou que a gestão municipal seguirá acionando a Justiça para responsabilizar os organizadores da paralisação. Segundo ele, não houve assembleia formal da categoria nem aviso prévio de 72 horas, exigidos por lei. A Prefeitura também registrou boletim de ocorrência contra as empresas que aderiram ao movimento sem cumprir as normas legais.

Nas redes sociais, usuários relataram dificuldades para voltar para casa e criticaram o horário da paralisação. “Greve de ônibus na hora de ir embora para casa é sacanagem”, escreveu um internauta.

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Foto: Paulo Pinto/Arquivo/Ag. Brasil

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Câmara de SP aprova relatório que propõe regras para mototáxi na capital

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A Subcomissão do Serviço de Transporte Individual de Passageiros por Motocicleta, ligada à Comissão de Trânsito da Câmara Municipal de São Paulo, aprovou nesta quarta-feira (3) o relatório final que propõe a criação de regras para o mototáxi na capital. O texto sugere o Projeto de Lei (PL) 1487/2025, que estabelece critérios para a regulamentação da atividade.

A conclusão dos trabalhos ocorre após decisão da Justiça que determinou que a Prefeitura regulamente o serviço até o dia 11 de dezembro. A gestão municipal recorreu, mas o Tribunal manteve a sentença.

A presidente da Subcomissão, a vereadora Renata Falzoni (PSB), informou que o documento foi previamente analisado pelos integrantes. A leitura do relatório ficou a cargo do relator, o vereador Paulo Frange (MDB), que destacou o objetivo de garantir segurança jurídica e proteção aos usuários.

Entre as principais exigências previstas estão: licenciamento do veículo na categoria aluguel, conforme o Código de Trânsito Brasileiro; curso de formação específico para os condutores, além da CNH categoria A com a anotação de Exercício de Atividade Remunerada (EAR); e a padronização mínima das motocicletas, com exigência de equipamentos de segurança, como mata-cachorro e corta-pipa — ou, alternativamente, a restrição do serviço a triciclos cabinados.

O texto também prevê seguro obrigatório de responsabilidade civil, proibição de circulação em vias de trânsito rápido e nas faixas exclusivas de ônibus, além da limitação das viagens a curtas distâncias, para evitar a substituição de modais considerados mais seguros.

Outro ponto é a exigência de compartilhamento de dados em tempo real pelas plataformas, para fins de fiscalização, e a recomendação de implantação inicial por meio de um projeto-piloto, com número limitado de veículos.

“A regulamentação busca equilíbrio entre o serviço e a preservação da vida”, afirmou Paulo Frange. Segundo ele, o projeto poderá receber ajustes antes da versão final a ser debatida no plenário.

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Foto: Reprodução/Uber

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Evento pré-COP em SP deve reunir 10 mil pessoas e ter mais de 500 palestrantes nos dias 4 e 5 de novembro

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Nos dias 4 e 5 de novembro, o Parque Villa-Lobos, na capital paulista, se transformará no centro do debate sobre desenvolvimento sustentável com a realização do Summit Agenda SP + Verde, evento pré-COP organizado pelo Governo de São Paulo, Prefeitura de São Paulo e USP. A expectativa é reunir 10 mil participantes e 500 palestrantes em dois dias de programação intensa, com entrada gratuita.

A abertura, no palco principal “Economia Verde”, patrocinado pelo grupo Cosan, contará com o governador Tarcísio de Freitas e moderação do ex-ministro do Meio Ambiente Joaquim Leite, no painel “Nova Visão da Economia Verde”. O espaço abrigará debates sobre descarbonização, infraestrutura sustentável e inteligência artificial, com a presença de CEOs de grandes empresas e prefeitos de municípios paulistas, como Ricardo Nunes (São Paulo), Dário Saadi (Campinas), Rogério Santos (Santos) e Rafael Piovezan (Santa Bárbara d’Oeste).

Entre os nomes internacionais confirmados estão Jennie Cato (TRATON/Scania), Luz Stella (Colombian Natural Gas Association), Katerina Elias-Trostmann (Salesforce), Wolfgang Dieker (SAP) e Alberto Mina (MIND Milão), que apresentarão soluções para descarbonização, inovação tecnológica e regeneração urbana.

No campo corporativo, participam Natália Resende (Secretária de Meio Ambiente e Logística de SP), Brendon Ramos (Via Appia/Rodoanel), Carlos Piani (Sabesp), João Brito Martins (EDP South America), Gustavo Estrella (CPFL), Miguel Setas (Motiva) e Gilberto Peralta (Airbus Brasil). O debate sobre infraestrutura sustentável, energia limpa e aviação verde será um dos destaques do encontro.

A agenda também trará painéis sobre financiamento climático, economia circular e indústria sustentável, com nomes como Gustavo Montezano (YvY Capital), Alvaro Lorenz (Votorantim Cimentos) e Joaquim Levy (FIESP). Representantes da indústria do cimento, vidro e papel discutirão os caminhos para a descarbonização industrial.

Entre os acadêmicos, participam Carlos Nobre, Paulo Nobre, Suely Mara Vaz Guimarães de Araújo e Alexander Turra, que abordarão temas como sustentabilidade urbana, mudanças climáticas e oceanos.

O Summit também valoriza histórias inspiradoras e diversidade social. A chef Laura Braga, liderança quilombola de Ubatuba, ministrará o workshop de culinária sustentável “Caponata do Coração da Banana”. A montanhista Aretha Duarte, primeira mulher negra brasileira a escalar o Everest, participa do painel sobre protagonismo feminino e mudanças climáticas. Já Cíntia Sanchez, chef e ativista alimentar, falará sobre segurança nutricional e combate à desigualdade.

Outras participações incluem a estilista Heloisa Faria, referência em moda sustentável, o cineasta e ambientalista David Schurmann (ONG Voz dos Oceanos) e o empreendedor social Hermes de Sousa, do Instituto Cacimba, que atua em comunidades da zona leste paulistana.

Com quatro eixos temáticos — Finanças Verdes; Resiliência e Futuro das Cidades; Justiça Climática e Sociobiodiversidade; e Transição Energética e Descarbonização —, o Summit terá ainda uma trilha de economia circular, o Hub da Circularidade e uma rodada de negócios internacional com 70 empresas de oito países.

Além dos debates, o público poderá participar de 20 workshops de gastronomia e circularidade, assistir a apresentações artísticas da OSESP, Coral Baccarelli, coral indígena e shows de Zizi Possi, Grupo Street Dance e Baile do Simonal, além de visitas guiadas a cases de economia verde e turismo sustentável.

O evento conta com patrocínio de grandes corporações, como Cosan, Sabesp, Itaú, Amazon, Toyota, EDP, CPFL e Votorantim Cimentos, e apoio institucional de mais de 40 entidades, entre elas FIESP, Senai, Pacto Global e SOS Mata Atlântica.

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Foto: Divulgação/GESP

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Mais de 1.300 vagas abertas em SP: salários chegam a R$ 3.900 e há oportunidades para todos os níveis

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A Prefeitura de São Paulo anuncia que o Cate – Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo está disponibilizando mais de 1.300 vagas de emprego em diferentes áreas. As oportunidades incluem setores como comércio, serviços, construção civil e saúde. Os salários variam de acordo com os cargos, indo de R$ 1.412 (operador de telemarketing receptivo) até R$ 3.900 (torneiro mecânico). Devido ao feriado de Tiradentes, no dia 21/04, as inscrições poderão ser feitas apenas pelo Portal Cate. A partir de terça-feira (22), as atividades presenciais voltam ao normal. 

São quase 400 vagas para quem busca trabalhar com limpeza e algumas empresas não exigem experiência prévia e nem ensino fundamental completo. Os salários variam entre R$ 1.640 e R$ 2.056,93. 

Para operador de telemarketing, há 65 oportunidades permanentes disponíveis. Todas pedem ensino médio completo, mas experiência não é exigida. As remunerações variam entre R$ 1.412 e R$ 1.518.

Já na área de cozinha, são mais de 40 vagas abertas. Todas pedem ao menos o ensino fundamental completo e a maioria exige experiência prévia. Os salários variam entre R$ 1.641 e R$ 2.048.

Para participar do processo seletivo, os interessados devem se cadastrar no Portal Cate ou comparecer a uma das 44 unidades do centro – incluindo postos fixos e móveis – até 24 de abril (quinta-feira), 18h. Quem optar pelo atendimento presencial deve levar RG, CPF e carteira de trabalho (física ou digital).

Contrata SP –  Peg Pese Hortfruti

No dia 24 de abril será realizada mais uma edição do Contrata SP com vagas de operador de caixa, repositor de mercadorias, balconista e atendente. São mais de 184 vagas com o salário de R$ 1.976 mais benefícios. O processo acontece das 9h às 16h no Cate Central.

A empresa não exige experiência dos candidatos, basta ter ao menos 18 anos. É possível se cadastrar nas oportunidades até a véspera do evento através do Portal Cate.

Serviço

Contrata SP – Peg Pese Hortfruti

  • Data: 24/04
  • Hora: 9h às 16h

Processos Seletivos Cate

Para agendamento de atendimento nas unidades do Cate no Descomplica SP, acesse: Descomplica SP

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Fonte: Pref. de SP – Foto: Reprodução/Portal Cate

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Nunes tem 51% e Boulos 40% na disputa por São Paulo, aponta Real Time Big Data

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De acordo com a pesquisa Real Time Big Data, encomendada pela Record, o atual prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), lidera a corrida para o segundo turno com 51% das intenções de voto, enquanto Guilherme Boulos (PSOL) aparece com 40%.

Em comparação ao levantamento anterior, divulgado em 14 de outubro, Nunes registrou uma queda de dois pontos percentuais — antes ele tinha 53% das intenções de voto. Por outro lado, Boulos cresceu um ponto, passando de 39% para 40%.

O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 22 de outubro, com 1.500 entrevistados. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-05217/2024.

Resultados da pesquisa:

  • Ricardo Nunes (MDB): 51%;
  • Guilherme Boulos (PSOL): 40%;
  • Nulo/Branco: 5%;
  • Não sabe/Não respondeu: 4%.

A pesquisa foi divulgada na manhã desta quarta-feira, 23 de outubro.

Leia também: Decreto de Furlan se repete e Barueri terá ônibus gratuito no domingo (27) de eleição


Foto: Montagem/Reprodução

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Disputa pela Prefeitura de SP segue polarizada entre Nunes, Boulos e Marçal, diz Paraná Pesquisas

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A corrida eleitoral pela Prefeitura de São Paulo permanece acirrada entre o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Boulos (PSOL) e Pablo Marçal (PRTB), de acordo com levantamento divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Paraná Pesquisas.

No cenário estimulado, Nunes lidera com 27% das intenções de voto, seguido de perto por Boulos, que registra 25%. Pablo Marçal aparece em terceiro lugar, com 22,5%. Tabata Amaral (PSB) surge com 8,9%, enquanto o apresentador Datena (PSDB) tem 6%. Marina Helena (Novo) figura com 1,7%. Já 4,6% dos eleitores afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 3,5% não souberam ou não quiseram responder.

Rejeição dos candidatos

Pablo Marçal lidera no índice de rejeição, com 39,3% dos eleitores afirmando que não votariam nele de forma alguma. Guilherme Boulos vem em seguida, com 30,3%, seguido por Datena (21,8%), Ricardo Nunes (9,7%) e Tabata Amaral (9,1%).

Possíveis cenários de segundo turno

O levantamento também simulou cenários de segundo turno. Em uma disputa entre Nunes e Boulos, o atual prefeito venceria com 51,5% das intenções de voto, contra 33,6% de Boulos. Contra Pablo Marçal, Nunes teria ainda maior vantagem, com 53,9% contra 28,5% do empresário.

Caso o confronto no segundo turno fosse entre Boulos e Marçal, o deputado do PSOL venceria com 45,5%, enquanto Marçal ficaria com 39,1%.

Esses números refletem o cenário político polarizado e indicam uma eleição disputada em São Paulo, com a possibilidade de surpresas até o dia da votação.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º SP-04763/2024 para o cargo de Prefeito. 1.500 eleitores foram entrevistados entre os dias 27 e 30 de setembro. A pesquisa tem 95% de grau de confiança e margem de erro de 2,6 pontos percentuais.

Leia também: Candidata a vereadora de SP, Léo Áquila sofre atentado a tiros


Foto: Montagem/Reprodução

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Datena mantém candidatura e justifica agressão a Pablo Marçal: ‘De forma alguma me arrependo’

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José Luiz Datena (PSDB), candidato à Prefeitura de São Paulo, divulgou uma nota na manhã desta segunda-feira (16), abordando o episódio em que agrediu fisicamente o também candidato Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeirada durante o debate na TV Cultura, realizado na noite anterior. No comunicado, Datena afirmou que nunca havia defendido o uso da violência para resolver conflitos, mas, apesar da repercussão negativa, descartou a possibilidade de retirar sua candidatura.

A agressão ocorreu após uma série de discussões acaloradas no debate. Marçal provocou Datena ao mencionar uma denúncia de assédio sexual feita contra o apresentador em 2019, chamando-o de “jack”, um termo prisional usado para identificar acusados de estupro. Datena rebateu a acusação, afirmando que o caso foi arquivado pela Justiça e que o episódio trouxe grande sofrimento à sua família, inclusive resultando na morte de sua sogra, que sofreu três AVCs após o ocorrido.

A denúncia citada por Marçal envolveu a jornalista Bruna Drews, que em 2019 acusou Datena de assédio sexual enquanto trabalhava como repórter no programa “Brasil Urgente”, apresentado pelo tucano. Na época, Drews alegou que Datena frequentemente fazia comentários sobre seu corpo. Posteriormente, ela se retratou em cartório, afirmando que mentiu, mas, dias depois, voltou atrás em suas redes sociais, alegando ter sido pressionada a se retratar.

Datena justificou a agressão dizendo que foi provocado de maneira injusta e que, embora não apoie o uso de violência, não se arrepende do ocorrido. Em apoio à sua versão, a assessoria de imprensa divulgou uma troca de mensagens anteriores entre os candidatos, na qual Marçal pedia desculpas por ataques anteriores, afirmando: “Me perdoe pelas palavras pesadas contra você […]. Tenho sentido que somos animais num zoológico e todos querem ver agressões gratuitas”.

Após a agressão, Datena foi expulso do debate, que foi interrompido brevemente antes de continuar sem sua participação. Marçal deixou o local e foi levado a um hospital para atendimento médico. Nesta segunda-feira (16), Datena cancelou os compromissos de agenda de campanha e culpou a chuva.

Veja a íntegra da nota de Datena:

“Não defendo o uso da violência para resolver um conflito. Essa é a regra e sempre a respeitei nos meus 67 anos de vida. Até o dia de ontem. Porque torna-se difícil obedecê-la quando os limites de civilidade são rompidos e corrompidos por um oponente. Infelizmente, foi o que aconteceu na noite deste domingo durante debate promovido pela TV Cultura. Pablo Marçal demonstrou, em todas as situações a que teve oportunidade, sua falta de caráter. Demonstrou, ainda, que é uma ameaça à cidade de São Paulo. Será detido no voto. Mas, a despeito disso, precisava também ser contido com atos. Foi o que eu fiz.

Eu sou um cara de verdade e, com um gesto extremo, porém humano, expressei minha real indignação por ter, de forma reiterada, sido agredido verbal e moralmente por um adversário que, como todos têm podido constatar, afronta a todos com desrespeito e ultraje, ao arrepio da ética e da civilidade. As acusações que Marçal me fez diante de milhões de pessoas são graves. E absolutamente falsas.

Usando linguagem de marginais, algo que lhe é tão peculiar, feriu minha honra e maculou minha família, já machucada pela perda de um ente querido em decorrência do mesmo episódio agora novamente imputado a mim de forma vil pelo meu adversário.

Errei, mas de forma alguma me arrependo. Preferia, sinceramente, que o episódio não tivesse ocorrido. Mas, fossem as mesmas as circunstâncias, não deixaria de repetir o gesto, resposta extrema a um histórico de agressões perpetradas a mim e a muitos outros por meu adversário.

Espero, com minha atitude, ter mostrado, de uma vez por todas, o risco que a candidatura de Pablo Marçal representa para a integridade das pessoas, para a nossa democracia e para a sobrevivência de milhões de cidadãos que dependem da atuação da prefeitura de São Paulo para ter uma vida menos indigna.

Espero, também, ter lavado a alma de milhões de pessoas que não aguentavam mais ver a cidade tratada com tanto desprezo e desamor por alguém que se propõe a governá-la, mas que quer mesmo é saqueá-la, de braços dados com o crime organizado.

Continuarei a disputa pela prefeitura de São Paulo para realizar meu sonho de fazer de São Paulo uma cidade melhor, que ofereça uma vida digna aos que mais precisam. E também para defender a nossa democracia ameaçada por figuras como Pablo Marçal que querem o obscurantismo e não o bem da cidade e de sua população”, diz a nota.

Leia também: MP Eleitoral pede impugnação da candidatura de Raul Bueno em Pirapora do Bom Jesus


Foto: Reprodução/TV Cultura

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Boulos tem 31,1% e Ricardo Nunes 25,4% na disputa pela Prefeitura de SP, diz pesquisa

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De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Paraná Pesquisas, o deputado federal Guilherme Boulos e o atual prefeito de São Paulo Ricardo Nunes, estão empatados tecnicamente na disputa pela prefeitura de São Paulo.

Segundo o levantamento, Boulos tem 31,1% das intenções de voto, seguido por Nunes, que tem 25,4%, no principal cenário da pesquisa. Desta forma, eles estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, que é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa ouviu 1.046 eleitores de São Paulo, com 16 anos ou mais, de 6 a 9 de dezembro de 2023. O grau de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Regiões, sob o número 3.122/2023.

No principal cenário, em que aparecem os nomes do deputado federal Ricardo Salles e do ex-dirigente do PSDB Marco Vinholi, a pesquisa apresenta o seguinte:

Primeiro Cenário

  • Guilherme Boulos – 31,1%
  • Ricardo Nunes – 25,4%
  • Tabata Amaral – 8,9%
  • Ricardo Salles – 8,3%
  • Kim Kataguiri – 5,4%
  • Marina Helena – 3,1%
  • Marco Vinholi – 0,6%
  • Não Sabe/Não Respondeu – 5,3%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 12,0%

No segundo cenário, sem Ricardo Salles nem Marco Vinholi, o deputado federal tem 32,4%, oscilando entre 29,3% e 35,5% na margem de erro. Nunes tem 29,1%, variando entre 32,2% e 26%.

Segundo Cenário:

  • Guilherme Boulos – 32,4%
  • Ricardo Nunes – 29,1%
  • Tabata Amaral – 9,2%
  • Kim Kataguiri – 6,4%
  • Marina Helena – 3,9%
  • Não Sabe/Não Respondeu – 5,5%
  • Nenhum/Branco/Nulo – 13,5%

Já no terceiro cenário, em que aparecem apenas os nomes de Boulos e Nunes, o prefeito de São Paulo aparece na frente do deputa federal, com 41,3% (entre 38,2% e 44,4% na margem de erro) para Nunes, contra 39,8% (variando entre 42,9% e 36,7% na margem de erro) para Boulos. 

Leia também: “O grupo político (Gil Arantes) insiste em tentar enganar o povo”, disse o vereador Fabião


*Com informações R7.com – Foto Motagem: Estadão Conteúdo

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