Idosa de 82 anos morre após ambulância bater em poste em São Paulo

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Uma paciente de 82 anos morreu após a ambulância em que era transportada bater contra um poste na madrugada desta sexta-feira (5), na Mooca, Zona Leste de São Paulo. O acidente aconteceu por volta das 2h52, na Avenida Paes de Barros.

Além da idosa, estavam no veículo o motorista, uma enfermeira e a filha da paciente, de 49 anos, que a acompanhava durante o deslocamento. Segundo a Polícia Militar, o condutor perdeu o controle da direção e colidiu contra o poste.

A vítima chegou a ser socorrida ao Hospital Municipal Dr. Ignácio Proença de Gouveia, mas não resistiu aos ferimentos. A enfermeira foi encontrada desacordada no local, enquanto a acompanhante e o motorista sofreram ferimentos e foram encaminhados para unidades de saúde da capital.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a perícia foi acionada e o caso foi registrado como homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor no 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas. As circunstâncias do acidente serão investigadas pela Polícia Civil.

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Imagem: Reprodução/CNN Brasil

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Mulher de 37 anos é presa após fingir ser adolescente e ser acolhida por família por mais de um ano

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Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville, em Santa Catarina, suspeita de se passar por uma adolescente de 12 anos para enganar uma família que a acolheu por cerca de 14 meses.

Segundo a Polícia Civil, a investigada utilizava uma identidade falsa e afirmava ter fugido de situações de maus-tratos praticados pelo pai biológico. A história sensibilizou integrantes de uma igreja da cidade, que a apresentaram a uma família disposta a ajudá-la.

Com o passar do tempo, a mulher conquistou a confiança dos familiares e chegou a iniciar um processo informal de adoção.

Parente desconfiou da história

De acordo com as investigações, o caso começou a ser esclarecido após uma parente da família levantar suspeitas sobre a verdadeira identidade da suposta adolescente.

Após pesquisas e contatos com autoridades, os familiares descobriram que a mulher já teria aplicado golpes semelhantes em outros estados brasileiros.

A denúncia foi encaminhada à Polícia Civil, que confirmou a identidade da suspeita.

Investigação apontou registros em outros estados

Segundo a polícia, a mulher possui antecedentes relacionados a ocorrências semelhantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.

Durante o interrogatório, ela teria confessado a fraude.

Os investigadores também apuram possíveis vantagens financeiras obtidas durante o período em que viveu com a família.

Suspeita foi presa por estelionato e falsidade ideológica

Após a confirmação da identidade verdadeira da investigada, a Polícia Civil efetuou a prisão em flagrante pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica.

Ela foi encaminhada ao Presídio Regional de Joinville e permanece à disposição da Justiça.

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Suspeito de vender produtos de luxo falsificados e fazer dezenas de vítimas é preso em SP

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Um homem de 46 anos suspeito de aplicar golpes com a venda de produtos de luxo falsificados foi preso pela Polícia Civil na Zona Norte de São Paulo. Segundo as investigações, ele teria feito ao menos 40 vítimas em diferentes cidades do estado apenas no ano passado.

De acordo com a polícia, o suspeito abordava pessoas em postos de combustíveis e se apresentava como representante de marcas internacionais. Para convencer as vítimas, dizia que estava deixando o país e precisava vender rapidamente mercadorias supostamente originais por preços muito abaixo dos praticados no mercado.

As investigações apontam que os produtos oferecidos incluíam perfumes, malas, relógios, óculos e outros itens de grife.

Golpe usava identidade falsa

Durante o cumprimento de mandados em São Paulo e Guarulhos, os policiais localizaram o investigado em um apartamento no bairro Jardim São Paulo.

No local, foram apreendidos produtos suspeitos de falsificação, máquinas de cartão e cartões de apresentação utilizados nas negociações.

Segundo a Polícia Civil, os cartões continham um nome fictício, utilizado para transmitir credibilidade às vítimas.

Suspeito já havia sido preso

Ainda de acordo com a investigação, o homem foi preso em flagrante por um crime semelhante no fim de abril deste ano.

Após ser liberado mediante pagamento de fiança, ele teria voltado a comercializar os produtos. A polícia afirma que ao menos cinco novas ocorrências foram registradas nas semanas seguintes.

A suspeita é de que familiares também tenham participado do esquema.

O caso segue sob investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí.

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Operação em SP mira ONG ligada à produtora de filme sobre Bolsonaro

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta segunda-feira (1º) a Operação Wi-Fi Livre, que investiga suspeitas de irregularidades em um contrato de R$ 108 milhões firmado para a implantação de internet gratuita em comunidades da capital paulista.

O principal alvo da operação é o Instituto Conhecer Brasil, organização não governamental responsável pela execução do projeto. A entidade pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, ligada à produtora Go UP.

Segundo as investigações conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, há suspeitas relacionadas tanto à contratação quanto à execução dos serviços previstos no acordo firmado com a Prefeitura de São Paulo.

Investigação aponta notas fiscais irregulares

De acordo com os investigadores, o contrato previa a instalação de 5 mil pontos públicos de acesso à internet em regiões periféricas da capital no prazo de 12 meses.

Até o momento, segundo os órgãos responsáveis pela apuração, cerca de 3.200 pontos teriam sido efetivamente implantados.

A investigação também aponta que a ONG apresentou aproximadamente R$ 16,5 milhões em notas fiscais consideradas irregulares para justificar despesas vinculadas ao contrato.

Mandados são cumpridos em empresas e órgãos públicos

Ao todo, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão.

As diligências ocorrem no Instituto Conhecer Brasil, em empresas que teriam sido subcontratadas para a execução do projeto e também em setores da administração municipal.

Os investigadores buscam documentos físicos e digitais, contratos, prestações de contas, equipamentos eletrônicos e registros financeiros relacionados ao programa.

Prefeitura diz que colabora com investigação

Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que o contrato foi celebrado dentro dos princípios da legalidade, transparência e economicidade.

A administração municipal também informou que está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação.

Até o momento, não há informação sobre prisões ou denúncias formais decorrentes da operação.

Caso segue em apuração

A Operação Wi-Fi Livre busca esclarecer se houve irregularidades na execução dos recursos públicos destinados à ampliação do acesso gratuito à internet em comunidades da cidade.

Os materiais apreendidos serão analisados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, que darão continuidade às investigações.

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Polícia apura morte de pacientes após falsos médicos atenderem por 2 anos em hospital de SP

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (26) a segunda fase da Operação Hipócrates, que investiga um esquema envolvendo falsos médicos em uma unidade particular de saúde na zona leste de São Paulo.

Segundo as investigações, dois homens teriam atuado ilegalmente como médicos durante cerca de dois anos e realizado aproximadamente 2 mil atendimentos no hospital investigado.

De acordo com o inquérito policial, ao menos nove pacientes morreram em decorrência de supostos erros e falhas nos atendimentos prestados pelos suspeitos.

A operação é conduzida pelo 22º Distrito Policial, em São Miguel Paulista, e cumpre sete mandados de busca e apreensão, dois de prisão temporária e outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça.

As diligências acontecem na capital paulista e também nas cidades de São Bernardo do Campo, Guarulhos, Poá e Mogi das Cruzes.

Além da atuação dos falsos profissionais, a investigação também apura possíveis omissões e negligência por parte da administração hospitalar.

Por decisão judicial, a gestora operacional e o diretor clínico da unidade foram afastados dos cargos enquanto as investigações continuam.

“Estamos falando de pessoas que exerceram ilegalmente uma profissão que lida diretamente com vidas”, afirmou o delegado Mariano de Araújo, titular do 22º DP.

Segundo a Polícia Civil, a apuração aponta uma atuação clandestina prolongada dentro da unidade de saúde, com indícios de falhas que ultrapassam a atuação dos falsos médicos.

A operação mobiliza 13 viaturas, três delegados, 35 investigadores e seis escrivães. Até o momento, um dos alvos foi localizado.

A primeira fase da Operação Hipócrates ocorreu em dezembro do ano passado, quando policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em um hospital da zona leste da capital paulista.

O caso é investigado por crimes como exercício ilegal da profissão, uso de documentos falsos e estelionato.

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Bilhetes achados em esgoto de presídio levaram à prisão de Deolane em operação contra o PCC

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A influenciadora Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira (21) durante uma operação que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo investigadores, a apuração teve início há sete anos após a descoberta de bilhetes encontrados no esgoto de uma penitenciária no interior de São Paulo.

A Operação Vérnix, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo, cumpriu mandados contra seis suspeitos envolvidos na movimentação financeira da facção criminosa.

De acordo com os investigadores, policiais penais localizaram cartas e anotações descartadas pelo sistema de esgoto de uma cela no presídio de Presidente Venceslau. O material foi encaminhado ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), que passou a investigar o caso em conjunto com a Polícia Civil.

As apurações levaram os investigadores até uma transportadora suspeita de operar transferências financeiras ligadas ao grupo criminoso.

Segundo a Polícia Civil, a quebra de sigilo bancário e fiscal apontou movimentações consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada pelos investigados.

Durante coletiva de imprensa, o delegado Edmar Caparroz afirmou que Deolane teria recebido transferências financeiras da empresa investigada e classificou a influenciadora como uma possível “caixa do crime organizado”.

A investigação aponta que o grupo utilizava empresas de fachada, contas bancárias e aquisição de bens de alto padrão para ocultar a origem ilícita dos recursos.

Além de Deolane, os investigadores também prenderam Everton de Souza, conhecido como “Player”, apontado como operador financeiro do esquema.

Segundo a investigação, a influenciadora teria viajado recentemente para a Itália, onde teria se encontrado com Paloma Camacho, sobrinha de Marcos Camacho, conhecido como Marcola.

De acordo com a Polícia Civil, Paloma é considerada foragida internacional e está na lista vermelha da Interpol. Outro sobrinho de Marcola também é procurado pelas autoridades.

A operação também resultou no bloqueio de mais de R$ 327 milhões, além do sequestro de imóveis e veículos de luxo ligados aos investigados.

Segundo o Ministério Público e a Polícia Civil, a ação representa mais uma ofensiva contra os mecanismos financeiros utilizados pelo crime organizado para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

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Idoso dado como morto é encontrado vivo em funerária no interior de SP

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Um idoso de 88 anos que havia sido declarado morto em um hospital voltou a apresentar sinais vitais enquanto o corpo era preparado em uma funerária em Presidente Bernardes, no interior de São Paulo. O caso aconteceu no sábado (16) e passou a ser investigado pela Polícia Civil.

Segundo o boletim de ocorrência, funcionários da funerária perceberam que o homem estava se mexendo e respirando durante os procedimentos realizados após a suposta confirmação do óbito.

Ao notarem os sinais vitais, os trabalhadores interromperam imediatamente o preparo do corpo e acionaram atendimento médico. O idoso foi levado novamente para a Santa Casa de Presidente Bernardes, onde permanece internado em estado estável.

De acordo com a polícia, o homem é morador de Emilianópolis e havia sido encaminhado na tarde de sábado para a Santa Casa de Presidente Bernardes pelo Serviço de Atendimento Médico de Emergência.

Na unidade hospitalar, uma médica plantonista teria declarado a morte do paciente por “insuficiência respiratória”. O nome da profissional não foi divulgado oficialmente.

Após a emissão da declaração de óbito, a funerária foi acionada para realizar os procedimentos de praxe. Foi durante essa etapa que os funcionários perceberam que o idoso ainda apresentava sinais de vida.

O caso gerou forte repercussão na cidade e passou a ser investigado pela Polícia Civil como “omissão de socorro”. A apuração ficará sob responsabilidade da Delegacia de Presidente Bernardes.

Em nota, a Santa Casa informou que não irá se manifestar até a conclusão das investigações.

As circunstâncias que levaram à declaração equivocada de óbito ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades.

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Polícia descobre desmanche clandestino e prende trio na Grande SP

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Policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) de Taboão da Serra desarticularam um desmanche clandestino de veículos em Embu das Artes e prenderam três suspeitos envolvidos em um esquema de receptação ligado a roubos de caminhões e cargas na região da Rodovia Régis Bittencourt.

A operação aconteceu na quinta-feira (14), no bairro Jardim Magali, após dias de investigação e monitoramento do imóvel utilizado pelo grupo criminoso.

Segundo a Polícia Civil, os agentes passaram a acompanhar a movimentação no galpão após levantarem informações sobre roubos de caminhões na região. Durante a vigilância, os investigadores perceberam a entrada de um caminhão-baú no imóvel e decidiram realizar a abordagem quando o veículo deixou o local.

O motorista tentou fugir ao notar a presença policial, mas acabou sendo detido pouco depois.

Na sequência, as equipes entraram no galpão e flagraram outros suspeitos no interior do imóvel. Parte do grupo correu em direção a uma área de mata nos fundos do terreno na tentativa de escapar da operação.

Dois homens acabaram presos durante a fuga, enquanto outros envolvidos conseguiram desaparecer pela vegetação.

Durante as buscas no galpão, os policiais encontraram veículos, peças desmontadas e estruturas com sinais de adulteração. Entre os itens apreendidos estavam um caminhão, um carro, uma caminhonete, uma motocicleta e pedaços de chassis sem identificação.

Os investigadores também localizaram partes de um caminhão totalmente desmontado, o que reforçou a suspeita de funcionamento de um esquema clandestino de desmanche e revenda de peças.

Celulares e outros objetos recolhidos no imóvel foram encaminhados para perícia, que agora deve ajudar a polícia a identificar possíveis conexões da quadrilha com roubos de cargas registrados na Grande São Paulo.

A mulher, de 38 anos, e os dois homens, de 22 e 37 anos, foram levados para a delegacia e permaneceram presos à disposição da Justiça.

O caso foi registrado como receptação, associação criminosa e localização e apreensão de veículo e objetos no SIG da Delegacia Seccional de Taboão da Serra.

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Polícia prende condenado por estupro de vulnerável durante operação em Barueri

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A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (14) dois homens procurados pela Justiça durante a Operação Caminhos Seguros, realizada em Barueri, na Grande São Paulo.

A ação teve como foco o combate à violência sexual contra crianças e adolescentes e mobilizou equipes da Delegacia Seccional de Carapicuíba.

Segundo a polícia, sete mandados de prisão foram cumpridos em diferentes regiões da cidade.

Entre os detidos está um homem condenado definitivamente por estupro de vulnerável, que era considerado foragido da Justiça. O segundo preso era procurado por dívida de pensão alimentícia.

A operação contou com atuação de policiais civis da Delegacia de Barueri e apoio operacional do Grupo de Operações Especiais (GOE) de Carapicuíba. Ao todo, cerca de 30 agentes e 10 viaturas participaram da ação.

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Caminhos Seguros integra ações nacionais de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, intensificando o cumprimento de mandados judiciais e a localização de foragidos.

Os presos foram encaminhados às autoridades competentes e permaneceram à disposição da Justiça.

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Polícia desarticula quadrilha que roubava correntes de ouro na 25 de Março

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A Polícia Civil desarticulou uma quadrilha especializada em roubos de correntes de ouro que atuava na região da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo. A operação aconteceu nesta quinta-feira (14) e resultou na prisão de 16 suspeitos.

Segundo as investigações, o grupo criminoso atuava de forma organizada, com divisão de funções para abordar vítimas, dificultar perseguições e ocultar a origem das joias roubadas.

A ação, batizada de Operação Eldorado, cumpriu 35 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão temporária em endereços da capital paulista e da Grande São Paulo, incluindo Santo André, Carapicuíba e Francisco Morato.

Durante a operação, policiais apreenderam correntes de ouro, joias, celulares e outros materiais ligados aos crimes.

De acordo com a investigação da 1ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco), a quadrilha atuava principalmente na Rua 25 de Março e na região da Ladeira Porto Geral.

Os criminosos monitoravam vítimas distraídas em áreas de grande circulação e agiam rapidamente para arrancar correntes e joias.

Segundo a Polícia Civil, o grupo era dividido em diferentes núcleos.

Os chamados “olheiros” identificavam possíveis vítimas e repassavam informações aos assaltantes. Já os “puxadores” eram responsáveis por arrancar as correntes e fugir rapidamente do local.

Outros integrantes, conhecidos como “paredes”, cercavam as vítimas para dificultar a ação de testemunhas e impedir perseguições.

Após os roubos, as joias eram encaminhadas a receptadores que atuavam em estabelecimentos comerciais na região central de São Paulo.

A investigação aponta que as peças eram derretidas para impedir a identificação da origem do ouro.

Segundo o delegado Ronald Quene Justiniano, responsável pelo caso, a quadrilha possuía estrutura organizada e atuava de forma recorrente no centro da capital.

“Conseguimos desarticular uma organização criminosa estruturada, com divisão de funções desde a abordagem até a receptação”, afirmou.

Os investigados devem responder por roubo, receptação, associação criminosa e corrupção de menores.

A Polícia Civil segue investigando a participação do grupo em outros crimes registrados na capital paulista.

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