Violência contra a mulher: Polícia Civil prende 150 agressores em São Paulo

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A Polícia Civil realiza nesta quarta-feira (11) uma operação para o cumprimento de mais de mil mandados de prisão contra agressores de mulheres em todo o estado de São Paulo. Até o momento, 150 condenados pela Justiça foram presos em diferentes cidades. Cerca de mil policiais foram mobilizados para a Operação M — Carnaval Seguro. A ação é coordenada pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

“Essa operação reforça que a violência contra a mulher é tratada com máxima prioridade. As forças policiais estão mobilizadas para cumprir decisões da Justiça, retirar agressores das ruas e interromper ciclos de violência”, destacou o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.

As ações tiveram início na segunda-feira (9), com a execução de mandados de prisão em todo o estado. “São agressores condenados que buscamos colocar atrás das grades para garantir à mulher o direito de viver livre e com segurança”, afirmou a coordenadora das DDMs, delegada Cristiane Braga. Hoje é considerado o “Dia D” da operação, com ações em diversas cidades paulistas.

Durante as diligências, quatro armas de fogo irregulares foram apreendidas. A iniciativa, que segue em andamento, integra um conjunto de ações permanentes do Governo do Estado de São Paulo voltadas à prevenção da violência contra a mulher, à repressão qualificada dos agressores e ao fortalecimento da rede de proteção às vítimas.

Operação realizada em dezembro cumpriu mais de 500 mandados contra agressores

Uma operação com o mesmo foco já havia sido realizada no fim de 2025, reforçando a estratégia contínua do Estado no enfrentamento à violência contra a mulher. Deflagrada nos dias 29 e 30 de dezembro, a ação foi uma iniciativa conjunta da Secretaria da Segurança Pública e da Secretaria de Políticas para a Mulher.

Na ocasião, 562 mandados de prisão contra agressores foram cumpridos em todas as regiões do estado. A maior parte das prisões ocorreu na Grande São Paulo, com 161 detidos, sendo 139 apenas na capital. Além disso, 18 homens foram presos em flagrante.

A operação mobilizou mais de 1,8 mil policiais civis e teve início com a prisão de 206 infratores já no primeiro dia, evidenciando a efetividade das ações integradas no combate à violência doméstica.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Justiça mantém prisão de piloto acusado de espancar jovem em Brasília

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A Justiça do Distrito Federal decidiu neste sábado (31) manter a prisão do empresário e piloto de automobilismo Pedro Turra, de 19 anos, após audiência de custódia. A decisão foi confirmada pela defesa do acusado.

Turra foi preso nesta sexta-feira (30) pela Polícia Civil por lesão corporal grave. Ele é acusado de agredir um adolescente de 16 anos, durante uma briga ocorrida na semana passada, no bairro de Vicente Pires, na capital federal.

O desentendimento ocorreu por causa de um chiclete arremessado em um amigo da vítima, que está internado na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Águas Claras, onde segue em estado de coma.

Na decisão, a juíza responsável pela audiência também determinou que a corregedoria da Polícia Civil seja comunicada sobre o possível descumprimento dos deveres funcionais pelos policiais que realizaram a prisão do piloto.

Defesa

Em nota enviada à Agência Brasil, o advogado Eder Fior disse que o acusado relatou durante a audiência que está sendo alvo de ameaças de morte e acusou os policiais que efetuaram a prisão de descumprirem o dever legal de proteção.

Além disso, a defesa acusou a polícia de promover a “espetacularização” do caso.

 “A defesa registra estarrecimento diante da espetacularização indevida promovida por delegado e agentes policiais, que, em conduta frontalmente incompatível com o Estado de Direito, teriam desrespeitado decisão judicial expressa que determinava a preservação da imagem do custodiado, expondo-o de forma degradante e potencializando riscos concretos à sua segurança e dignidade”, afirmou o advogado.

Nova prisão 

Turra chegou a ser preso um dia após a agressão, mas pagou fiança de R$ 24 mil e passou a ser responder ao inquérito por lesão corporal em liberdade.

A nova prisão foi autorizada pela Justiça após a polícia apresentar provas de que o empresário está envolvido em outros casos de agressão. Em um deles, ele teria usado um taser (arma de choque) contra uma adolescente de 17 anos para obrigá-la a ingerir bebida alcoólica durante uma festa.  Além disso, um homem compareceu à delegacia para informar que também foi agredido pelo piloto em junho do ano passado. 

Após o episódio, Turra também foi desligado da Fórmula Delta, competição de automobilismo na qual atuava como piloto. 

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Reprodução/Instagram

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Homem é sequestrado após cair em golpe de aplicativo de namoro; três suspeitos são presos

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A Polícia Civil prendeu três homens, de 19, 20 e 25 anos, suspeitos de envolvimento em um sequestro ocorrido no bairro Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo. As prisões aconteceram após investigação iniciada a partir do depoimento da vítima.

Segundo o boletim de ocorrência, o crime teve início em no domingo (18), quando a vítima marcou um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento. Ao chegar ao local combinado, em Cidade Tiradentes, o homem foi abordado por dois indivíduos armados com um revólver, colocado no banco traseiro de seu próprio veículo e levado pelos criminosos.

Durante o sequestro, a vítima foi mantida em dois cativeiros distintos, ambos localizados no interior da comunidade. O homem foi libertado só na manhã de terça-feira, após os criminosos realizarem transferências bancárias.

Durante as buscas na comunidade, os policiais conseguiram localizar os dois cativeiros usados pelos bandidos. Três suspeitos, que foram reconhecidos pela vítima, foram detidos durante as investigações. Dois deles já possuíam mandado de prisão em aberto. Uma arma usada no crime foi apreendida pelos policiais.

Os três permanecem à disposição da Justiça. O caso foi registrado no 54º Distrito Policial (Cidade Tiradentes).

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Fonte/foto: GESP

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Saidinha temporária: quatro detentos são presos por violência doméstica no interior paulista

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Quatro homens beneficiados pela “saidinha” temporária do sistema prisional foram presos em flagrante por violência doméstica em cidades do interior de São Paulo entre a terça-feira (23) e a quarta-feira (24), segundo boletins de ocorrência da Polícia Civil.

Em Sumaré, um homem de 29 anos foi preso após ameaçar de morte a companheira com uma faca e arremessar uma pedra contra o rosto da vítima durante uma discussão dentro da residência do casal. De acordo com o registro policial, o agressor havia sido beneficiado com a saidinha no dia anterior. Ele chegou a fugir, mas retornou ao imóvel e acabou localizado e detido pela Polícia Militar. A mulher foi socorrida e permaneceu em observação médica.

Outro caso ocorreu em Pirangi, onde um homem de 43 anos foi preso após ameaçar a companheira para obter dinheiro que, segundo a vítima, seria usado para a compra de drogas. A Polícia Civil informou que o suspeito estava em liberdade em razão do benefício da saidinha. Uma faca foi apreendida durante a ocorrência.

Já em Nova Odessa, um homem que cumpria pena por roubo e havia deixado a prisão no mesmo dia foi preso após ameaçar de morte a ex-companheira dentro do Hospital Municipal. Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito telefonou para a vítima logo após sair da prisão, dizendo que iria matá-la e tirar a filha do casal. Ele foi até o hospital e voltou a fazer ameaças, sendo preso em flagrante pela Polícia Militar.

O quarto caso foi registrado em Cândido Mota. Outro beneficiário da saída temporária foi preso após se envolver em uma ocorrência de agressões, ameaças e resistência à prisão. Ele invadiu uma chácara para cometer roubo, mas um casal tentou impedi-lo. Quando os policiais militares chegaram, ele ainda tentou resistir à prisão, mas foi contido pela equipe.

Todos os presos foram encaminhados para unidades da Polícia Civil e permanecem à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia. As vítimas foram orientadas quanto à solicitação de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.

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Fonte: SSP-SP | Foto: Arquivo/SSP-SP

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Operação Piratas do Asfalto desarticula quadrilha especializada em roubos de motos na Grande SP

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Central de Itaquaquecetuba, prendeu mais cinco integrantes de um bando especializado em roubos de motos na Grande São Paulo. Eles foram detidos em Itaquaquecetuba, durante a terceira fase da Operação Piratas do Asfalto, na segunda-feira (8).

Os agentes cumpriram seis mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária e, durante o cumprimento das ordens judiciais, as equipes realizaram as buscas e apreenderam sete celulares, um carro, usado na fuga dos criminosos, duas motocicletas e um simulacro de arma de fogo.

Policiais apreenderam sete celulares, dinheiro, um carro, duas motocicletas e um simulacro de arma de fogo. – Foto: SSP-SP

Com a terceira fase, a operação somou o total de 15 integrantes da quadrilha presos, todos com envolvimento direto em roubos de motocicletas nas cidades de Itaquaquecetuba e Guarulhos.

Primeira e segunda fases da operação

A operação teve início após um trabalho de investigação que identificou uma associação criminosa especializada em roubos de motocicletas em Itaquaquecetuba. A primeira fase foi deflagrada em setembro, quando quatro integrantes do bando foram presos. Na ocasião, os policiais civis apreenderam uma moto roubada, um simulacro de arma de fogo e cerca de R$ 4,6 mil em espécie.

Com o avanço das investigações, a segunda fase foi deflagrada no início de novembro. Nessa etapa, a Polícia Civil cumpriu seis mandados de prisão temporária e seis de busca e apreensão, resultando na prisão de seis suspeitos. Durante as buscas, foram apreendidos capacetes, jaquetas, bonés, luvas, telefones celulares, ferramentas e uma moto usada nos roubos.

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Fonte/Foto: SSP-SP

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Polícia de SP apreende carros de luxo na Operação Falso Mercúrio

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta quinta-feira (4) a Operação Falso Mercúrio para desarticular uma rede especializada em lavar dinheiro para uma facção criminosa. Ao todo, 54 mandados judiciais foram cumpridos na capital e na Grande São Paulo, incluindo seis de prisão e 48 de busca e apreensão. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis, embarcações e centenas de veículos registrados em nome dos investigados.

Entre os principais bens recolhidos estão veículos de luxo. A polícia apreendeu um Audi RS6 avaliado em R$ 950 mil, além de modelos da Porsche como Macan, de R$ 400 mil, Cayenne, cerca de R$ 1 milhão, Taycan, R$ 800 mil, e um Carrera Stuttgart, estimado em R$ 1,5 milhão. Também foram retirados outros carros usados pelos investigados, entre eles um Jeep Compass blindada, de R$ 160 mil, um Honda Civic, de R$ 120 mil, um Toyota Corolla, de R$ 40 mil, e um GM Celta, de R$ 20 mil.

Segundo as investigações da polícia, o grupo operava com três núcleos, com coletores, intermediários e beneficiários finais. Ele era estruturado para movimentar e ocultar recursos provenientes de tráfico de drogas, estelionato e jogos de azar. A operação mobilizou 100 policiais civis e simboliza, segundo a cúpula da Segurança Pública, um dos maiores trabalhos de descapitalização do crime organizado já realizados pela polícia.

“É uma das maiores operações já deflagradas pela Polícia Civil contra a lavagem de capitais. Os envolvidos no crime viviam uma vida de luxo e conseguiam milhões com a atividade ilícita. Hoje, nós avançamos contra essa rede criminosa”, disse o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.

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Fonte/foto: GESP

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Rede prestadora de serviços de lavagem de dinheiro do crime organizado é alvo de operação do Deic

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A Polícia Civil de São Paulo, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), deflagrou, nesta quinta-feira (4), a Operação Falso Mercúrio, com o objetivo de desmantelar uma organização que prestava serviços de lavagem de dinheiro a uma facção criminosa. São cumpridos 54 mandados judiciais, sendo seis de prisão e 48 de busca e apreensão na capital paulista e na Grande São Paulo. 

A pedido dos investigadores, a Justiça determinou o sequestro de 49 imóveis, de três embarcações e 257 veículos em nome dos investigados. Pelo menos 20 pessoas físicas e outras 37 jurídicas tiveram as contas bloqueadas.

Segundo as investigações da 3ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), os criminosos montaram uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro proveniente de crimes como tráfico de drogas, estelionato e jogos de azar. Há indícios que essa rede tenha ligação direta com uma facção criminosa amplamente conhecida no estado. 

Essa rede operava com três núcleos principais: coletores, responsáveis por arrecadar os valores ilícitos; intermediários, encarregados de movimentar e ocultar os recursos;  e beneficiários finais, que recebiam o dinheiro já legitimado. Cada um com funções distintas e estruturadas para fazer com que o esquema funcionasse.

No total, 100 policiais civis de todas as delegacias da DIG foram empenhados para a operação, que recebeu o nome de Falso Mercúrio em alusão ao Deus do comércio e dos trapaceiros na mitologia romana.

O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, acompanhou a saída das equipes para o cumprimento dos mandados nesta madrugada. “É uma das maiores operações já deflagradas pela Polícia Civil contra a lavagem de capitais. Os envolvidos no crime viviam uma vida de luxo e conseguiam milhões com a atividade ilícita. Hoje, nós avançamos contra essa rede criminosa”, disse. 

O delegado e diretor do Deic, Ronaldo Sayeg, revelou que esta é a maior investigação patrimonial e financeira já realizada pelo departamento. “Seguimos a diretriz de descapitalizar o crime organizado e recuperar ativos. Essa operação simboliza isso em razão do número de imóveis e bens que estão bloqueados e restritos”, afirmou.

Os envolvidos e os itens apreendidos serão levados à 3ª DIG, onde os casos serão registrados. As ações seguem em andamento.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Polícia Civil prende dupla de estelionatários que aplicava golpes em idosos

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A Polícia Civil do 2° Distrito Policial de Praia Grande deflagrou, nesta terça-feira (2), a segunda fase de uma operação para prender integrantes de uma quadrilha especializada em aplicar golpes em idosos, que se passavam por agentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para realizar supostas “provas de vida”. Com os dados coletados, os suspeitos contratavam empréstimos consignados fraudulentos, causando prejuízos aos beneficiários.

Em cumprimento aos mandados de prisão e de busca, um homem foi preso em Peruíbe e uma mulher na zona leste de São Paulo. A ação contou com apoio de agentes do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).

As investigações tiveram início após diversos boletins de ocorrência relatando que idosos estavam sendo enganados por suspeitos que se apresentavam falsamente como servidores do INSS, utilizando crachás e camisetas padronizadas. A partir disso, os investigadores iniciaram o cruzamento de informações, análise de imagens, comparação de depoimentos e consultas aos sistemas policiais.

Com isso, foi possível identificar um padrão: os suspeitos sempre chegavam uniformizados, alegando necessidade de realizar “prova de vida” ou “atualização cadastral”, recolhiam documentos, fotografavam cartões bancários e induziam as vítimas a assinar papéis. Logo depois, empréstimos eram contratados de forma fraudulenta, gerando grandes prejuízos aos aposentados.

A dupla se dividia nas funções. Um era responsável por tirar fotos, recolher documentos e manter vigilância externa. Já o líder do bando, que havia sido preso durante a primeira fase da operação, era quem fazia o contato com as vítimas, se passando por funcionário público.

Os criminosos foram identificados pelas vítimas como autores dos crimes. O caso foi registrado como organização criminosa e estelionato. As investigações prosseguem para identificar e prender outros envolvidos no esquema criminoso.

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Polícias Civil e Militar prendem 11 e recuperam carga roubada avaliada em quase R$ 1 milhão

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Uma ação conjunta das Polícias Civil e Militar Rodoviária, na quarta-feira (26), resultou na prisão de 11 homens, entre 20 e 44 anos, além da apreensão de um adolescente, de 17, envolvidos em um roubo de carga em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. 

A quadrilha havia tomado um caminhão carregado com 392 caixas de cigarros de uma marca atuante no mercado internacional. Os suspeitos utilizavam três veículos para transportar os produtos subtraídos, avaliados em quase R$ 1 milhão, quando foram abordados.

A ação, que teve apoio da Guarda Civil Metropolitana, aconteceu após a central de monitoramento da transportadora identificar o desvio de rota do caminhão. As forças de segurança foram acionadas e localizaram os automóveis usados pelos envolvidos na região de Arujá. Os criminosos não obedeceram à ordem de parada, dando início a um acompanhamento.

Depois de alguns minutos, os policiais conseguiram alcançá-los. Em uma van, foi localizada toda a carga roubada, além de parte dos suspeitos. Outros dois carros envolvidos, que estavam com as placas trocadas, eram usados como “escolta” da mercadoria.

Os automóveis e os celulares usados pelos criminosos foram apreendidos para a perícia. Eles foram encaminhados ao 4° Distrito Policial de Guarulhos, onde permaneceram à disposição da Justiça. O caso foi registrado como roubo de carga, associação criminosa, recepção, adulteração de sinal identificador de veículo, corrupção de menor de 18 anos e apreensão de veículo.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Quadrilha envolvida em sequestro e roubo de motoristas de vans é alvo de operação na Grande SP

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Uma quadrilha envolvida em sequestros e roubos de motoristas de transporte de cargas é alvo de uma megaoperação da Polícia Civil na cidade de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, nesta quarta-feira (26). A ação, coordenada pelo Núcleo de Roubo de Cargas, mobiliza 40 agentes para o cumprimento de nove mandados de prisão temporária e outros seis de busca e apreensão. 

Até o momento, oito suspeitos foram presos. As equipes ainda apreenderam documentos, celulares, armas e roupas utilizadas pelos criminosos durantes as ações.

As investigações, que duraram cerca de seis meses, revelaram que o bando rendia e sequestrava motoristas por meio de ameaças. Eles obrigavam as vítimas a realizarem transferências bancárias por meio do Pix e roubavam as mercadorias e o veículo, que era levado para o desmanche.

Foi constatado que os suspeitos utilizam a região do bairro dos Pimentas como base do crime. Os imóveis serviam como cativeiros para as vítimas, bem como para planejar os ataques e armazenar as mercadorias subtraídas.

“Foi uma investigação trabalhosa, mas conseguimos identificar esses criminosos. Hoje podemos afirmar que já desmantelamos essa quadrilha, mas as apurações continuam para identificar novos envolvidos”, afirmou o delegado titular do Núcleo de Roubos de Cargas.

A quadrilha já causou mais de R$ 4 milhões em prejuízos ao setor de transporte e distribuição, atacando vans e utilitários que abasteciam estabelecimentos comerciais em toda a Grande São Paulo.

Os casos serão registrados na Delegacia Seccional de Guarulhos. Os trabalhos de campo continuam.

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