PM de SP prende em 7 dias mais foragidos do que setor da Polícia Civil em 2022

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Uma operação realizada pela Polícia Militar de SP conseguiu capturar, em sete dias, 854 suspeitos contra os quais havia em aberto mandados de prisão expedidos pela Justiça. Esse contingente é suficiente para encher uma penitenciária no estado, presídios têm capacidade média de 847 vagas.

Essa quantidade também é superior às 707 pessoas presas ou apreendidas em todo o ano passado pela Divisão de Capturas do Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas), unidade especial da Polícia Civil cuja principal atribuição é dar cumprimento a mandados de prisão no estado.

Na conta da Divisão de Capturas, segundo a Secretaria da Segurança Pública do estado, nem todos os casos se referem a criminosos. Há, por exemplo, mandados de prisão por falta de pagamento de pensão alimentícia (ou seja, questões cíveis).

Boa parte desse número é, também, segundo policiais ouvidos pela Folha, de pessoas que procuraram o Poupatempo para regularização de documentos, por exemplo, e os funcionários identificaram os mandados em aberto. Assim, os investigadores da Divisão de Capturas só têm o trabalho de buscar o procurado.

De acordo com delegados ouvidos pela reportagem, a baixa produtividade da Divisão de Capturas reflete uma histórica falta de política de governo para tentar reduzir um estoque estimado em mais de 100 mil mandados de prisão em aberto, de criminosos que deveriam estar atrás das grades.

Essa situação acaba criando, ainda segundo os policiais civis ouvidos, sensação de impunidade e de insegurança porque, muitas vezes, as vítimas se deparam com seus algozes pelas ruas, sabendo que há ordens de prisão expedidas contra esses criminosos.

Para o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, o resultado obtido pela Divisão de Capturas é muito baixo, menos de duas pessoas por dia (contra 122 da ação da PM), até pela importância dessas medidas para o trabalho policial.

“É o velho dilema da Civil. Efetivamente, a estrutura deles está fragilizada, está envelhecida, e esses números mostram que quase não tem investigação. É pensão [alimentícia], é Poupatempo. Enfim, redução de impunidade é também cumprir mandados”, disse.

Ainda segundo Lima, a Polícia Civil deveria destinar recursos para essa divisão especial porque o cumprimento de mandados é uma importante ferramenta para reduzir a violência das ruas, porque se retira de circulação criminosos já identificados e que podem continuar delinquindo.

“E a Polícia Civil sabe fazer isso [investigação]. Fez isso no DHPP [homicídios] na época que tinha chacinas. Ela foi lá e prendeu os homicidas contumazes. Investigou e prendeu os caras. E caiu pra caramba [o número de homicídios]. Não é algo que a polícia não sabe. Pelo contrário, ela sabe, é uma polícia tecnicamente preparada, mas, aí, ela precisa priorizar. Precisa ter política”, disse.

Para o presidente do IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), Renato Vieira, a realização da operação pela PM às vésperas do Carnaval só demonstra a falta de uma política organizada do estado, um buraco deixado pela ausência de um trabalho paulatino pela Divisão de Capturas.

“O problema todo, que isso [a operação] não esconde, é uma falta de planejamento dos órgãos públicos. Porque a política de cumprimento de mandados de prisão necessariamente precisa ser uma política duradoura –que não dependa de vésperas desse ou daquele feriado”, disse.

Ainda segundo ele, quando há uma desorganização nesse campo, que ocorre não só em São Paulo, é necessária uma análise das autoridades se os mandados de prisão a serem cumpridos estão válidos, fazer uma fiscalização se os crimes não estão prescritos, se não houve uma extinção da punibilidade.

“Nós temos uma política de segurança pública desorganizada, porque ela prende muito, e porque ela não consegue se organizar para priorizar quais e quando os mandados de prisão são cumpridos”, disse o advogado.

Para o especialista em segurança Rafael Alcadipani, professor da FGV, a quantidade de prisões realizadas pela Divisão de Capturas é realmente baixo, mas não de todo.

“Agora, se você vir as condições que estão colocadas e quem acaba sendo preso, eu não acho que é um número baixo. Porque são casos de maior repercussão, que cometeram crimes piores. A impressão que eu tenho, são pessoas que ofereciam risco à sociedade consideravelmente.”

Ainda segundo ele, dadas as estruturas da polícia e da dificuldade em alguns casos, a prisão de menos de duas pessoas por dia, em média, não é ruim. “Agora, se for comparar com o número de mandados que tem em aberto, a polícia deixa a desejar tanto a Civil quanto a Militar”, disse.

De acordo com a PM, a operação desencadeada entre os dias 2 e 10 de fevereiro foi planejada durante cerca de um mês e teve como objetivo tentar reduzir a incidência de crimes durante o Carnaval. Os 854 presos se referem aos sete primeiros dias. Os dados atualizados, dos nove dias da operação, ainda não foram divulgados.

Conforme policiais ouvidos pela reportagem, o comando da corporação solicitou levantamento de mandados de prisão em aberto de criminosos com um perfil específico, principalmente pelas práticas de roubo e furto, além de envolvimento com as chamadas “quadrilhas do Pix”.

Os órgãos de inteligência da PM passaram, então, a realizar levantamentos de possíveis paradeiros desses suspeitos, com base nas rotinas conhecidas.

Essas informações, com as fotos dos procurados, foram repassadas para as equipes de Força Tática e Baeps (batalhões de operações especiais) em todo o estado, que fizeram ações específicas em busca desses alvos, como em bares onde os suspeitos costumavam frequentar.

“Nós tivemos uma surpresa muito positiva, da altíssima produtividade, que foi a prisão de 854 pessoas. Então, são 854 bandidos que estão fora das ruas. Nós temos uma perspectiva de que isso vai impactar positivamente nos números do Carnaval”, disse o comandante-geral da PM, Cássio Araújo de Freitas, na última quinta (9), com dados ainda parciais.

As prisões feitas pela PM nessa ação pré-carnavalesca equivalem a mais de 10% de todas as 8.165 capturas realizadas pelas polícias na capital, em 2022, em cumprimento a ordens judiciais.

Em todo o estado, a PM tem cerca de 2.900 homens e mulheres que atuam nos Baeps. Já nas forças táticas estima-se um efetivo parecido.

A Secretaria da Segurança não informou quantos policiais há na Divisão de Capturas, nem quantos policiais há no Dope atualmente. Estima-se, segundo policiais ouvidos, menos de 50 agentes na primeira unidade, e mais de 300 na segunda.

A pasta informou, porém, que a melhoria do sistema de segurança é uma das metas da atual gestão. “Desde janeiro, a SSP [Secretaria da Segurança Pública] tem trabalhado para recompor os efetivos das forças policiais, ampliar a produtividade policial e o uso de tecnologia no combate ao crime, a fim de aumentar a sensação de segurança da população. Todas essas medidas visam a otimização dos trabalhos policiais”, diz nota.

A pasta não respondeu se considera os números da Divisão de Capturas baixos.

Diz que essa unidade presta apoio a todos os distritos policiais e forças de segurança de outros estados. “Atua com operações em conjunto com o Ministério Público e outros órgãos, como a Luz na Infância, que combate a pedofilia e a pornografia infantil, e apoio ao Deic [Departamento Estadual de Investigações Criminais]. Em 2022, 60.777 pessoas foram presas em decorrência de mandados de prisão no estado pelas forças policiais.”

Leia também: Nasce filho de Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello


Fonte: Folhapress – Foto: Divulgação/PMESP

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Deic prende quatro e localiza desmanches ilegais em Carapicuíba e Osasco

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Policiais civis do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam quatro pessoas por esquemas de receptação e de desmanches ilegais em Carapicuíba e em Osasco.

As ações aconteceram na segunda-feira (30) e madrugada de terça-feira (31). Durante ação realizada por policiais da 3ª Delegacia de Investigações sobre Desmanches Delituosos (DIVECAR), a equipe tinha como objetivo descobrir o funcionamento de um desmanche de motos ilegal em Carapicuíba. O esquema funcionava dentro da garagem de uma casa na rua Venâncio Costa, no Jardim Cibele.

O esquema funcionava dentro da garagem de uma casa. Foto: Divulgação/DEIC

Três homens foram flagrados iniciando o desmonte da moto, que apresentava queixa de furto desde sexta-feira (27). Os policiais também recolheram peças de diversas motos sem procedência e ferramentas utilizadas no desmanche. Também apreenderam um Fiat Fiorino utilizado para fazer as entregas aos receptadores. O trio foi autuado por receptação qualificada, associação criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo automotivo.

Em outra ação, os policiais da 1ª Delegacia de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos (DIVECAR), encontraram na Vila dos Remédios, em Osasco, um caminhão Volvo furtado no domingo (29) em Novo Horizonte, no Interior de São Paulo. A equipe flagrou quando um homem saía de um galpão industrial utilizado como oficina mecânica.

Durante a abordagem, o homem revelou ser responsável pelo estacionamento em frente à oficina, onde estava o caminhão furtado. Ele foi autuado por receptação. As investigações continuam para identificar o motorista responsável por deixar o caminhão no local.

Leia também: Comerciante é preso suspeito de estuprar enteada de 17 anos em Barueri


Fonte: SSP/Secretaria de Segurança Pública SP

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Polícia diz que aluna da USP “tem certeza da impunidade e jamais deveria exercer medicina”

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No relatório final do inquérito que pediu a prisão preventiva da estudante Alicia Muller, a Polícia Civil afirmou que ela apresentou postura de quem tem certeza da impunidade e jamais deveria exercer a medicina. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o pedido está sob análise da Justiça.

“Trata-se de um estudante de medicina e que deveria salvar vidas, sequer foi capaz de respeitar os colegas de turma, sequer foi capaz de pensar no esforço financeiro feito por grande parte dos alunos, quando praticou os crimes. Uma pessoa com esse perfil e caráter jamais deveria exercer a medicina, função das mais nobres”, escreveu o delegado Guilherme Santos Azevedo no documento.

Alicia foi indiciada nove vezes por apropriação indébita pelo desvio de quase R$ 1 milhão da comissão de formatura de sua turma da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Em outro trecho do relatório, o delegado relata que Alicia se sentiu incentivada a prosseguir fazendo saques da comissão de formatura por não ser punida.

“A postura apresentada por Alicia é de uma pessoa que tem certeza da impunidade, a ponto de sair sorrindo do interrogatório”, escreveu.

O inquérito está sendo avaliado pelo Ministério Público de São Paulo, que pode apresentar denúncia, acrescentar outros crimes, pedir mais provas ou arquivar o caso. “Apropriação indébita” tem pena máxima de 4 anos de prisão. Se a denúncia for apresentada e aceita, ela poderá pegar até 36 anos de prisão.

Leia também: Sabesp: governador de SP quer ter ‘golden share’ na privatização


Fonte: TV Cultura

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Chacina no DF foi motivada por chácara avaliada em R$ 2 milhões, diz polícia

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Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou, na manhã desta sexta-feira (27), que os assassinatos contra as dez pessoas da família da cabeleireira Elizamar da Silva, de 39 anos, aconteceram por causa de terras em que parte deles morava.

O crime cometido pelo grupo formado por Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa, Fabrício Silva Canhedo e Carlomam dos Santos Nogueira foi motivado pela chácara que a família tinha, avaliada em R$ 2 milhões, segundo o delegado Ricardo Viana, da 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá.

As investigações apontam que o planejamento do crime começou em 28 de dezembro do ano passado. Além do terreno, o grupo queria R$ 200 mil obtidos por uma das vítimas com a venda de uma casa.

Membros da família também foram obrigados a passar dados pessoais sobre contas bancárias e cartões de crédito para os criminosos, durante o período que estiveram em cativeiro, segundo os investigadores.

Os mortos na chacina são:

Elizamar Silva, de 39 anos: cabeleireira;

Thiago Gabriel Belchior, de 30 anos: marido de Elizamar Silva;

Rafael da Silva, de 6 anos: filho de Elizamar e Thiago;

Rafaela da Silva, de 6 anos: filha de Elizamar e Thiago;

Gabriel da Silva, de 7 anos: filho de Elizamar e Thiago;

Marcos Antônio Lopes de Oliveira, de 54 anos: pai de Thiago e sogro de Elizamar;

Cláudia Regina Marques de Oliveira, de 54 anos: ex-mulher de Marcos Antônio;

Renata Juliene Belchior, de 52 anos: mãe de Thiago e sogra de Elizamar;

Gabriela Belchior, de 25 anos: irmã de Thiago e cunhada de Elizamar;

Ana Beatriz Marques de Oliveira, de 19 anos: filha de Cláudia e Marcos Antônio.

Leia também: PF prende a “dona Fátima, de Tubarão (SC)” em operação contra os atos terroristas em Brasília


Fonte: TV Cultura

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Polícia cumpre mandados contra suspeitos de participarem da tentativa de invasão à PF em Brasília

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A Polícia Federal (PF) e a Polícia Civil do Distrito Federal deflagraram, na manhã desta quinta-feira (29), uma operação contra suspeitos de participarem de uma tentativa de invasão à sede da PF e atos de vandalismo em Brasília, no dia 12 de dezembro.

Ao todo, 32 ordens judiciais de busca e apreensão e de prisão estão sendo cumpridas. Todas foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal, em Rondônia, no Pará, no Mato Grosso, no Tocantins, no Ceará, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

As corporações investigam os crimes de dano qualificado, incêndio majorado, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. As penas máximas somadas chegam a 34 anos de prisão.

Segundo a PF, as investigações tiveram início depois da tentativa de invasão à sede da PF. A operação ganhou o nome de Nero, em referência ao imperador romano do primeiro século que ateou fogo em Roma.

Segundo a Polícia Federal, “o conjunto da investigação buscou identificar e individualizar as condutas dos suspeitos de depredar bens públicos e particulares, fornecer recursos para os atos criminosos ou, ainda, incitar a prática de vandalismo”.

Leia também:


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Ag. Brasil

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Polícia Civil prende homem com material nazista no interior de SP

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Policiais civis da Delegacia de Cordeirópolis e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) prenderam, na sexta-feira (25), um homem com material nazista escondido em um depósito na cidade de Cordeirópolis. 

Os agentes, em cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela Vara de Cordeirópolis, encontraram no imóvel, material nazista que o suspeito vendia através de um site. Uma arma de fogo calibre 38, duas munições de mesmo calibre, 111 munições de calibre 762 com a suástica gravada no fundo, munições de metralhadora .50, granadas, dois lanças chamas, além de bandeiras nazistas, broches e outros materiais gravados com a suástica também foram recolhidos. 

Materiais apreendidos no imóvel na cidade de Cordeirópolis, interior de São Paulo.
Foto: Divulgação/Sec. da Segurança Pública de São Paulo
Materiais apreendidos no imóvel na cidade de Cordeirópolis.
Foto: Divulgação/Sec. da Segurança Pública de São Paulo

A equipe do Grupo Especial de Reação (GER) foi acionada e desmontou todos os artefatos. Eles encontraram TNT em duas granadas, além de detonarem outras duas. 

O homem foi preso em flagrante e encaminhado para cadeia pública de Limeira, ficando à disposição da Justiça.

Leia também:


Fonte: Secretaria da Segurança Pública de São Paulo

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Bolsonarista mata jovem de 28 anos e atira em outras quatro pessoas após vitória de Lula

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Um jovem de 28 anos foi morto a tiros enquanto celebrava a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Belo Horizonte, Minas Gerais, na noite do último domingo, 30. De acordo com a Polícia Militar, outras quatro pessoas, incluindo uma criança de 12 anos, também foram baleadas pelo criminoso.

Após o resultado da apuração dos votos, que deu a vitória das eleições a Lula, o suspeito, um homem de 36 anos, que não teve a identidade divulgada, saiu armado de casa. Conforme publicado pelo jornal O Globo, o criminoso é apoiador de Jair Bolsonaro (PL) e saiu de casa “em busca de traficantes”, no bairro Nova Cintra, em BH, segundo divulgou a PM mineira.

Leia mais:

Após ser detido pelos agentes, ele revelou que atirou “aleatoriamente”. Duas vizinhas, uma mulher de 47 anos e outra de 40, foram atingidas de raspão e levadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste de Belo Horizonte.

Em seguida, o criminoso viu a garagem onde a vítima, Pedro Henrique Dias Soares, comemorava o resultado da eleição com a sua família. O suspeito aproveitou o momento em que a mãe de Pedro abriu o portão e disparou contra a família.

Pedro Henrique foi baleado enquanto comemorava vitória de Lula nas eleições. Foto: Reprdução/Redes Sociais

Além de Pedro, a mãe dele, de 47 anos, e uma prima, de 12, também foram atingidas pelos disparos. Todos foram levados ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII, mas Pedro não resistiu aos ferimentos.

Com o homem, a PM aprendeu duas armas de fogo e uma faca. Na casa dele, os policiais encontraram outra arma, além de 500 munições. Ele acabou preso em flagrante, indiciado por homicídio e tentativa de homicídio.

A Polícia Civil informou que segue investigando uma suposta motivação política para o crime, mas aponta que não descartou nenhuma hipótese.

Leia também:


Fonte: Terra – Foto: Reprodução /Redes Sociais

*Matéria originalmente publicada em: https://www.terra.com.br/noticias/eleicoes/bolsonarista-mata-jovem-de-28-anos-e-atira-em-outras-quatro-pessoas-em-bh-apos-vitoria-de-lula,46dd6b85c137a970108e2dc9d6bbcd3fpzppox78.html

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Operação Primavera Segura começa com as forças policiais no Ginásio José Corrêa

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Na última quinta-feira (7), foi dado início à Operação Primavera Segura, coordenada pela Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSUDS). Cerca de 250 agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semurb), Polícia Militar, Polícia Civil, além de representantes do Poder Judiciário estiveram presentes no ginásio José Corrêa, ponto de encontro da integração das forças de segurança. 

A Operação Primavera Segura é um esforço dos órgãos de segurança trabalhando integradamente para levar mais tranquilidade aos consumidores e lojistas justamente no período em que as vendas aumentam, principalmente na época das festas de Natal. A Operação termina no dia 21 de dezembro. Também estiveram presentes como parte da Operação integrada, representantes das Guardas Civis das cidades vizinhas, como Osasco e Carapicuíba. 

Leia também: Operação Primavera Segura integra forças policiais para ação até o Natal

“O objetivo é a redução de furtos e roubos, prevenindo os crimes com as presenças das polícias e da Guarda, atuando com inteligência e, com isso, gerando na população uma maior sensação de segurança”, afirmou o chefe de Gabinete de Tecnologias da SSUDS, Francisco Alves Cangerana Neto. 

Leia também: Segundo Datafolha, 10% decidiram voto para presidente na véspera ou no dia da eleição no 1º turno

O chefe de Gabinete já havia declarado anteriormente que a atuação da Operação será em dois pilares, com policiamento preventivo em pontos sensíveis, como áreas comerciais e regiões de divisas do município, e com uso intenso de tecnologia (câmeras de vigilância e óculos digitais conectados, por exemplo) para pronta resposta em eventual ocorrência de crime. 

Leia também:


Fonte: SECOM-Barueri

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Polícia descobre cemitério clandestino em Itapevi e encontra três corpos

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A Polícia Civil da Delegacia de Itapevi descobriu, na última terça-feira (2), mais um cemitério clandestino na região.

Foi montado um aparato com quase 40 policiais entre Civis e Militares, além da Guarda Civil Municipal, para adentrar na Vila Cruzeiro. Uma área dominada pelo tráfico.

A equipe dos policiais entraram na comunidade e conseguiram chegar até onde os corpos estavam enterrados. A Polícia Científica acompanhou a equipe.

Em janeiro, um outro cemitério clandestino foi encontrado em Carapicuíba. Na época, cinco corpos foram localizados e quatro pessoas presas, todas ligadas à facções criminosas e ao Tribunal do Crime, que mata os que não “rezam a cartilha” do PCC.

No cemitério clandestino em Itapevi, foram encontrados três corpos. O delegado Aloysio Ribeiro de Mendonça Neto, titular da Seccional de Carapicuíba, disse que os três corpos encontrados estavam decaptados. Nas três covas descobertas no local, o corpo das vítimas estavam separados da cabeça.

A Polícia Civil chegou à Vila Cruzeiro por meio de denúncia anônima. A área é de mata fechada e difícil acesso.

Os cadáveres foram levados ao IML (Instituto Médico Legal) de Osasco. O delegado explicou que o estado de “esqueletização” impediu a identificação do sexo. Acredita-se que sejam três homens.

Há suspeitas de que eles tenham sido torturados antes de serem assassinados. Os três estavam com as mãos amarradas para trás.

Familiares de pessoas desaparecidas, com registro de boletim de ocorrência, serão chamadas na delegacia. O objetivo será tentar identificar as vítimas por meio de roupas, pulseiras, anel e demais vestimentas. Não está descartada a realização de exame de DNA. Indícios apontam que as mortes tenham ocorrido há aproximadamente 4 meses.

Pela forma cruel dos assassinatos é provável que os três tenham sido assassinados pelo Tribunal do Crime, ligado ao PCC.

O “tribunal” é uma espécie de justiça com as próprias mãos contra quem não segue as normas da facção criminosa. Em geral, as vítimas têm ligação com o tráfico de drogas.

Veja abaixo vídeo do cemitério clandestino:

Fonte: youtube/webdiário

Adptação: Edson Mesquita Jr/ZH Digital – FONTE/CRÉDITOS: webdiario.com.br – Imagem: Reprodução

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GCM de Barueri e Polícia Civil fazem operação de combate às drogas

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A Polícia Civil de São Paulo e a Guarda Civil Municipal de Barueri (GCM) realizaram uma operação de combate às drogas nesta quinta-feira, dia 28, na região entre os bairros Jardim São Luiz e Chácaras Marco, tendo como centro das ações a rua Aracaju, próxima à Estrada dos Romeiros. Trata-se de um local com registros de tráfico de drogas, além de viciados, alvos de muitas reclamações de moradores e dos comerciantes.

Embora o objetivo da ação tenha sido mais de cunho social que policial, foram apreendidas quantidades de drogas como maconha, cocaína e crack, conforme informou a Polícia Civil. Também foram retirados alguns barracos em situação irregular.

Barraco irregular é desmanchado por funcionários da prefeitura de Barueri – Foto: Divulgação/SECOM-Barueri

A ação faz parte da “Operação Sufoco”, realizada pela Polícia em todo o Estado. A operação visa combater a criminalidade e aumentar a sensação de segurança da população com a presença ostensiva do policiamento.

Veículos abandonados foram recolhidos na operação. – Foto: Divulgação/SECOM-Barueri

Fonte/fotos: Divulgação/SECOM-Barueri

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