Polícia Civil apreende R$ 220 mil e carros de luxo em operação contra lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de São Paulo apreendeu R$ 220 mil em dinheiro durante uma operação contra uma associação criminosa envolvida em lavagem de dinheiro, realizada nesta sexta-feira (17), em Guarulhos.

Além do valor em espécie, os agentes confiscaram dez veículos de luxo, joias, celulares, computadores, documentos, máquinas de cartão e uma arma de fogo com munições.

A ação foi conduzida por equipes do 1º Distrito Policial de Guarulhos, que cumpriram nove mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu R$ 220 mil
em dinheiro. | Foto: Divulgação/SSP-SP

As investigações começaram a partir de denúncias e foram aprofundadas com base em relatórios de inteligência financeira, que apontaram incompatibilidade entre a renda declarada pelos suspeitos e o volume de movimentações realizadas.

Segundo a polícia, foi identificado um padrão de transações atípicas e um fluxo estruturado de recursos, com indícios de que valores provenientes de fraudes eletrônicas eram distribuídos entre pessoas físicas e jurídicas.

Os investigadores também apontam que o grupo atuava de forma organizada, com divisão de funções e uso de empresas e terceiros para ocultar a origem do dinheiro.

A operação foi batizada de Umbra Pecuniae, expressão em latim que significa “sombra do dinheiro”, em referência à prática de ocultação de valores ilícitos.

As investigações seguem em andamento para identificar todos os envolvidos e aprofundar a apuração dos crimes.

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Polícia faz operação contra quadrilha que furtava medicamentos de alto custo em SP

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A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (17) uma operação para combater uma organização criminosa especializada no furto de medicamentos de alto custo. Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão e nove de busca e apreensão em diferentes regiões da capital paulista.

A ação é coordenada pela Delegacia de Investigações Gerais de Itapeva, com apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos, e mobiliza cerca de 50 policiais.

Segundo as investigações, o grupo atuava principalmente em farmácias e estabelecimentos ligados ao setor de saúde, visando produtos de alto valor.

O caso começou após furtos registrados em Itapeva no ano passado. A partir da análise de imagens e monitoramento, a polícia identificou inicialmente quatro suspeitos e, posteriormente, ampliou o número de envolvidos.

Até o momento, dois suspeitos foram presos em Guarulhos. Outros investigados seguem sendo procurados.

Os materiais apreendidos serão encaminhados para perícia e devem ajudar no avanço das investigações.

A polícia apura a atuação da quadrilha e possíveis conexões com outros crimes semelhantes.

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Deic prende quadrilha ligada a latrocínio e roubos de casas de luxo em SP

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Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais prenderam quatro integrantes de uma quadrilha especializada em roubos a residências de alto padrão nesta quarta-feira (15), em São Paulo e Guarulhos. O grupo é investigado por participação em um latrocínio ocorrido no fim de março.

As prisões fazem parte da Operação Domus Violata, que também cumpriu 11 mandados de busca e apreensão. Durante a ação, foram apreendidas armas, celulares, roupas e outros itens ligados às investigações.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos participaram do latrocínio de um homem de 59 anos no bairro do Tucuruvi, na zona norte da capital. A vítima foi baleada durante invasão à residência e não resistiu.

O grupo também é investigado por outros roubos a casas em São Paulo. De acordo com o Deic, os criminosos utilizavam dispositivos para clonar controles remotos e facilitar o acesso aos imóveis.

Dois dos presos já tinham antecedentes por crimes semelhantes, o que reforça o perfil especializado da quadrilha.

A operação foi coordenada pela Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio, com apoio de outras delegacias especializadas.

A ofensiva faz parte de uma estratégia mais ampla das forças de segurança para combater quadrilhas organizadas e reduzir esse tipo de crime.

Dados da Secretaria da Segurança Pública mostram queda de 35,3% nos roubos a residências na capital e na Grande São Paulo nos dois primeiros meses de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025.

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Polícia detém 49 pessoas e resgata mais de 300 aves em rinha ilegal em SP

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A Polícia Civil de São Paulo deteve 49 pessoas neste domingo (12) durante uma operação contra rinhas de aves no bairro Santa Cecília, na capital. Ao todo, 307 pássaros foram resgatados, além de três ovos, em uma ação que revelou um esquema estruturado de maus-tratos.

A operação foi conduzida por agentes da 1ª Delegacia de Investigações de Infrações contra o Meio Ambiente, após trabalho investigativo que identificou a prática ilegal envolvendo canários-da-terra.

O local funcionava como uma falsa revenda de veículos, mas era utilizado como arena para disputas entre aves, com participação de pessoas de diferentes regiões da cidade.

Durante a ação, foram encontradas dezenas de gaiolas e centenas de aves mantidas em condições inadequadas. Um dos animais já estava morto.

Parte dos envolvidos admitiu participação em apostas e confirmou que levou os pássaros para as rinhas.

Além dos animais, a polícia apreendeu celulares, documentos, máquinas de cartão, dinheiro e veículos utilizados no transporte das aves.

A perícia foi acionada e as aves foram encaminhadas com apoio da Guarda Civil Metropolitana Ambiental.

O caso foi registrado como crime ambiental, incluindo maus-tratos e exploração de fauna silvestre, e segue sob investigação.

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Mulher é presa por incentivar violência nas redes em operação da Polícia Civil

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A Polícia Civil de São Paulo prendeu uma mulher de 22 anos suspeita de disseminar conteúdo de ódio e incentivar práticas violentas nas redes sociais. A prisão temporária foi cumprida neste domingo (12), no Maranhão, com apoio da polícia local.

A investigação começou após análises do Núcleo de Observação e Análise Digital, que identificou interações da suspeita com um jovem de 18 anos antes de um caso recente de violência no interior paulista.

Segundo as autoridades, há indícios de que a mulher estimulava comportamentos violentos e demonstrava interesse em ações semelhantes em ambiente digital.

O caso também contou com apoio da agência norte-americana Homeland Security Investigations, que identificou atividades suspeitas e compartilhou informações com o Brasil.

Com base nas provas, a Delegacia de Investigações Criminais de Mogi das Cruzes solicitou à Justiça a prisão temporária e mandados de busca, que foram autorizados.

A investigada permanecerá presa por até 30 dias, enquanto dispositivos eletrônicos foram apreendidos para análise e aprofundamento das investigações.

O jovem de 18 anos citado no caso já está preso, após ter sido detido anteriormente e ter a prisão convertida em preventiva.

As autoridades continuam apurando possíveis conexões e a participação de outros envolvidos.

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Operação mira tráfico em Osasco e Carapicuíba e mobiliza dezenas de policiais

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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na madrugada desta terça-feira (7) a Operação Rota Caracas, com ações simultâneas em Osasco e Carapicuíba para desarticular uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro. A ofensiva mobilizou dezenas de equipes e cumpre mandados de prisão e busca expedidos pela Justiça.

A operação também ocorre em outras cidades, como Praia Grande e São Vicente, ampliando o alcance da investigação e pressionando a estrutura do grupo em diferentes regiões do estado.

As investigações foram conduzidas pelo 1º Distrito Policial de Carapicuíba e apontaram a existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de funções e atuação coordenada em diversas frentes ilícitas.

Com base nas apurações, a Justiça autorizou mandados que estão sendo cumpridos de forma simultânea, estratégia usada para evitar fuga de suspeitos e garantir maior efetividade na coleta de provas.

A ação conta com apoio de unidades especializadas, como o Grupo de Operações Especiais (GOE) e o Grupo de Repressão Tática (GRT), ligados à Delegacia Seccional de Carapicuíba e ao Demacro, reforçando o caráter integrado da operação.

Segundo a Polícia Civil, há indícios de movimentações financeiras destinadas a ocultar valores ilícitos, o que indica um esquema de lavagem de dinheiro associado ao tráfico de entorpecentes.

A ofensiva representa mais um avanço no combate ao crime organizado na Grande São Paulo, atingindo diretamente a estrutura financeira e operacional da quadrilha.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar o rastreamento dos recursos movimentados pelo grupo criminoso.

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Operação Criptonita prende grupo suspeito de lavar R$ 146 milhões com criptomoedas

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Uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo prendeu cinco pessoas ligadas a um esquema milionário de lavagem de dinheiro com criptomoedas. A ação, realizada nesta terça-feira (7), tem conexão com uma fraude bancária estimada em R$ 146,5 milhões e se desdobrou em diferentes cidades dentro e fora do estado.

As prisões ocorreram em Sorocaba, Indaiatuba, Santa Isabel e também em Natal (RN). Um dos investigados já estava detido por envolvimento em apurações anteriores conduzidas pela Polícia Federal e pelo próprio Ministério Público.

O caso teve origem em um sequestro registrado no Shopping Cidade Jardim, na capital paulista. A partir desse episódio, investigadores do 34º Distrito Policial identificaram uma organização criminosa estruturada, com divisão de funções e uso de criptoativos para ocultar recursos ilícitos.

As apurações indicam ligação direta com um esquema investigado pela Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), do Deic, que apura fraudes bancárias de grande escala. A vítima do sequestro, segundo a polícia, estaria envolvida na movimentação de valores do grupo.

Há indícios de que parte do dinheiro tenha sido desviada dentro da própria organização, o que pode ter motivado o crime. Também foram identificadas transferências superiores a R$ 70 milhões para um parceiro comercial, valor incompatível com a renda declarada.

Durante o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão, os agentes recolheram relógios de luxo, veículos de alto padrão, equipamentos eletrônicos e dispositivos ligados a transações com criptomoedas. Um guarda civil municipal está entre os investigados.

Segundo o delegado Marcus Vinícius da Silva Reis, responsável pelo caso, o grupo operava com alto nível de sofisticação para ocultar a origem dos recursos e viabilizar a circulação do dinheiro.

As investigações continuam para rastrear o destino dos valores e identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.

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Polícia apreende 118 kg de cocaína em carro de luxo perto do Aeroporto de Guarulhos

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A Polícia Civil apreendeu 118 quilos de cocaína escondidos em um carro de luxo na região do Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, neste domingo (5). O motorista, de 31 anos, foi preso em flagrante após tentar fugir durante a abordagem.

A ação foi realizada por equipes do Garra, do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), durante patrulhamento no Parque Cecap, área conhecida por movimentações ligadas ao tráfico de drogas.

Os policiais suspeitaram da atitude do condutor e decidiram realizar a abordagem na Praça Mamonas Assassinas. Ao perceber a ação, o homem abandonou o veículo e tentou escapar a pé, mas acabou detido.

Durante a vistoria no carro, os agentes encontraram 110 tijolos de cocaína no porta-malas, totalizando 118 quilos da droga, que foi imediatamente apreendida.

O veículo também foi recolhido para perícia, e os entorpecentes serão analisados para auxiliar na investigação sobre a origem e o destino da carga.

O suspeito foi encaminhado à 3ª Delegacia de Atendimento ao Turista do Aeroporto de Guarulhos, onde permaneceu preso e à disposição da Justiça.

O caso foi registrado como tráfico de drogas, e a Polícia Civil dará continuidade às investigações para identificar possíveis envolvidos e a rota do entorpecente.

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Polícia estoura central de golpes via Pix em chácara na Grande SP e prende 11

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Uma operação da Polícia Civil desmontou uma central clandestina de fraudes que funcionava em uma chácara em Mairiporã, na Grande São Paulo. Ao todo, 11 pessoas foram presas em flagrante suspeitas de aplicar golpes pela internet, com foco em transferências via Pix.

A ação ocorreu na tarde de quarta-feira (1º), após denúncias apontarem a existência de um “call center do crime”. Ao chegar ao endereço, os agentes identificaram movimentação incomum e veículos na entrada do imóvel, o que reforçou a suspeita de atividade ilegal.

Durante a abordagem, um carro tentou fugir ao desobedecer ordem de parada. Um dos ocupantes foi detido e confirmou que o local era usado para a prática de estelionato. Dentro da residência, outros dez suspeitos foram encontrados operando computadores e celulares no momento em que aplicavam os golpes.

Segundo as investigações, o grupo utilizava uma estratégia baseada em engenharia social. As vítimas recebiam mensagens informando compras suspeitas em seus nomes. Ao buscar ajuda, acabavam entrando em contato com uma falsa central de atendimento, onde eram convencidas a fazer transferências via Pix para supostos cancelamentos — que, na prática, eram desvios para contas ligadas à quadrilha.

Os criminosos também compravam dados pessoais na internet para tornar a fraude mais convincente. De acordo com a polícia, o grupo pagava cerca de R$ 500 por pacotes com mil registros de possíveis vítimas. Em alguns casos, complementavam as informações com dados disponíveis publicamente.

No local, foram apreendidos notebooks, celulares, acessórios eletrônicos e três veículos. Todo o material será analisado pela perícia para aprofundar as investigações.

Os suspeitos foram encaminhados ao Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia Seccional de Franco da Rocha, onde permanecem presos pelos crimes de estelionato e associação criminosa.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar outros integrantes da rede e possíveis ramificações do esquema.

Esquemas semelhantes se espalham pela região

Casos desse tipo têm se multiplicado na Grande São Paulo. Em março, operações semelhantes desarticularam estruturas criminosas que também funcionavam como centrais de atendimento falsas, com divisão de tarefas e uso intensivo de tecnologia.

Em uma dessas ações, realizada na zona leste da capital, 16 pessoas foram presas em um esquema que simulava atendimentos jurídicos para enganar vítimas. Dias depois, outro grupo foi detido em Suzano com atuação semelhante, prometendo valores inexistentes em processos judiciais para aplicar golpes.

As investigações indicam que essas organizações operam de forma cada vez mais estruturada, replicando modelos profissionais de atendimento para dar aparência de legitimidade e aumentar a taxa de sucesso das fraudes.

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Deic descobre fábrica de bebidas falsificadas que abastecia comércio no interior de SP

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Uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas que distribuía produtos adulterados para comerciantes do interior paulista foi desarticulada nesta quarta-feira (1º) em Limeira. Uma mulher de 70 anos, apontada como responsável pelo esquema, foi presa em flagrante no local.

A operação foi conduzida por investigadores do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) durante mais uma etapa da Operação Poison Source, que mira a cadeia de produção e distribuição de bebidas falsificadas no país. A ação teve como foco um galpão usado como base de fabricação e armazenamento dos produtos ilegais.

Segundo a Polícia Civil, a descoberta da fábrica ocorreu após análise de dados obtidos em fases anteriores da investigação. Informações extraídas de celulares apreendidos indicaram que bebidas vendidas em uma adega na região de Rio Claro tinham origem em uma produção clandestina instalada em Limeira.

Com base nessas evidências, os policiais avançaram na apuração e chegaram ao endereço onde funcionava o esquema. No local, além da prisão da suspeita, foram cumpridos mandados de busca e apreensão para recolher materiais e aprofundar as investigações.

Ao todo, a operação desta quarta-feira incluiu quatro mandados judiciais — três em Limeira e um em Piracicaba. De acordo com a polícia, o marido da mulher presa já cumpre pena em regime semiaberto por crimes tributários e contra o patrimônio, o que reforça a suspeita de envolvimento familiar em atividades ilícitas.

As autoridades destacam que a circulação de bebidas falsificadas representa risco direto à saúde pública, além de prejuízos econômicos para comerciantes e fabricantes regularizados. A investigação segue em andamento para identificar outros integrantes da rede e mapear a extensão da distribuição dos produtos adulterados.

A ofensiva faz parte de uma série de ações iniciadas no ano passado. Na primeira fase da operação, realizada em São Paulo, um dos principais fornecedores de insumos usados na falsificação foi preso, com apreensão de rótulos, tampas e selos falsos de impostos.

Na etapa seguinte, a polícia cumpriu dezenas de ordens judiciais em diversos estados, resultando em novas prisões e na apreensão de materiais ligados à adulteração. Já na terceira fase, em Rio Claro, foram encontrados pontos de produção clandestina e dois suspeitos acabaram detidos.

Agora, com a identificação da estrutura em Limeira, a polícia tenta avançar sobre os responsáveis pela distribuição em larga escala, ampliando o cerco contra o mercado ilegal de bebidas.

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