Megaoperação reúne 70 policiais para combater tráfico de drogas no Centro de SP

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A Polícia Militar e a Polícia Civil do Estado de São Paulo realizam nesta segunda-feira (2) uma ampla mobilização na região central da capital paulista para combater o tráfico de drogas e reforçar o patrulhamento. Cerca de 70 policiais participam da operação em pontos considerados estratégicos.

A ação reúne equipes do 7º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), do 5º Batalhão de Choque do Canil e das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), que atuam de forma integrada com agentes do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra).

Segundo o coronel Carlos Lucena, coordenador operacional da Polícia Militar, a mobilização faz parte de uma estratégia permanente de enfrentamento ao crime organizado. “A ação integra a estratégia permanente de enfrentamento ao crime organizado, com ampliação da presença policial em pontos considerados críticos de criminalidade”, afirmou.

Dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo indicam que, em janeiro deste ano, os roubos na região central caíram 18,8% em relação ao mesmo mês de 2025. Os furtos recuaram 14,8% no mesmo período.

O reforço no policiamento ocorre em meio às ações adotadas pelo governo estadual desde 2023 para reestruturar a segurança no centro da capital. A estratégia combinou repressão qualificada, inteligência policial e atuação integrada com áreas de saúde, assistência social e desenvolvimento urbano.

Em maio de 2025, a concentração de usuários na Rua dos Protestantes foi desmobilizada, encerrando o fluxo conhecido como “cracolândia”. De acordo com o delegado Ronaldo Sayeg, que dirigiu o Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico, a mudança de abordagem priorizou o desmonte da engrenagem financeira do tráfico.

As investigações identificaram hotéis e ferros-velhos que funcionavam como apoio logístico e possíveis pontos de lavagem de dinheiro. A partir do mapeamento de movimentações financeiras incompatíveis com os serviços prestados, as forças de segurança passaram a atingir diretamente o fluxo de recursos das organizações criminosas.

“Não parece hoje, mas era extremamente difícil entender como esse esquema se mantinha por tanto tempo porque só olhávamos, até então, para a parte feia e visível do problema”, afirmou Sayeg.

Nas áreas do 3º e do 77º Distritos Policiais, que abrangem a região do antigo fluxo, também houve redução nos principais indicadores criminais. Em janeiro deste ano, foram registrados 205 roubos, queda de 18,8% em comparação com janeiro de 2025. Os furtos somaram 798 boletins de ocorrência, redução de 19,8% no período.

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Foto: Divulgação/SSP-SP

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Operação da Polícia Civil desmonta esquema bilionário de lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de São Paulo realizou uma megaoperação nesta quinta-feira (12) para cumprir 23 mandados de busca e de prisões em um grupo empresarial acusado de organizar um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Dois foram presos, um deles membro de uma facção criminosa de São Paulo. O terceiro procurado está fora do país.

“Realizamos uma operação de grande vulto, com bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em diversas contas bancárias, uma operação contra sonegação, fraude fiscal. Temos dois presos, o terceiro está na China. As investigações começaram com a denúncia de uma vítima de uma plataforma digital e culminou nessa grande operação”, explicou o delegado-geral da Polícia Civil, Artur José Dian.

De acordo com o diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Ronaldo Sayeg, o chefe da quadrilha está no exterior, em viagem à China. Entre os presos, estão uma brasileira que fazia a parte comercial e um membro do PCC. “O que sabemos é que essa quadrilha funciona com fraude documental para sonegar e lavar dinheiro. Trata-se de uma estrutura criminosa apoiando outra estrutura criminosa, mas ainda estamos investigando a participação de cada uma”, disse.

Com relação aos valores bloqueados, Sayeg explica que o bloqueio mínimo estipulado foi de R$ 1 bilhão, mas como são 36 contas haverá um levantamento dos fundos de cada uma delas. “Se houver R$ 1 bilhão em cada conta, vamos bloquear R$ 36 bilhões”. O delegado explicou que os imóveis da quadrilha, cujo valor foi estimado em R$ 25 milhões, e quatro carros de luxo apreendidos durante a operação, também permanecerão bloqueados durante a investigação.

Força-tarefa

A força-tarefa mobilizou 100 policiais civis, 20 auditores fiscais da Receita Estadual (Sefaz-SP) e dois promotores de Justiça e cumpriu mandados em São Paulo e Santa Catarina. 

As investigações revelaram que a organização utilizava um complexo sistema de desvio de fluxo financeiro para ocultar receitas. Embora as vendas de produtos eletrônicos fossem realizadas pela plataforma principal, os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada, em uma engenharia financeira que permitiu a movimentação de ao menos R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses através de ‘laranjas’ e dezenas de contas bancárias.

O grupo utilizava pessoas com histórico criminal ligado a facções criminosas, que atuava como sócio de fachada e beneficiário de imóveis de alto valor. O uso dessas pessoas visava a blindagem patrimonial.

“Nosso trabalho se concentra principalmente na asfixia financeira de grupos que fraudam o dinheiro do Estado, e isso só ocorreu graças à união de forças entre a polícia, o Ministério Público e a Secretaria Estadual da Fazenda. Somente unidos conseguimos combater crimes desse porte, que envolvem uma sofisticada engenharia financeira”, explicou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves.

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Fonte/foto: SSP-SP

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Polícia Civil encontra poço que escondia quase 1 tonelada de maconha no interior de SP

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Investigações levaram a Polícia Civil a encontrar um poço que escondia quase uma tonelada de maconha, na terça-feira (1°). A cavidade estava instalada em uma propriedade rural no bairro Ponte Alta, em Atibaia, no interior de São Paulo. Um homem, de 30 anos, foi preso em flagrante na ação. 

Agentes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) conseguiram informações sobre onde traficantes locais estariam armazenando drogas. Os policiais fizeram campana no endereço para tentar identificar alguma movimentação suspeita.

Minutos depois um homem entrou no local com uma caminhonete, momento em que a equipe realizou a abordagem. No veículo, foram encontrados 13 tijolos de maconha, que totalizaram 12 quilos. 

A equipe continuou com as buscas na propriedade, até que estranhou a terra remexida abaixo de onde a caminhonete estava estacionada. Os policiais cavaram o local e encontraram uma tampa de cimento que, ao abrir, levava a um poço. 

Na cavidade foram encontrados pelo menos 926 tijolos da droga, que totalizaram 838 quilos. – Foto: SSP-SP

O suspeito foi encaminhado à 2ª Dise, da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic), onde permaneceu preso em flagrante por tráfico de drogas. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar os demais envolvidos no crime. 

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Fonte/foto: SSP-SP

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Cocaína escondida em cadeiras é apreendida em operação do Denarc na Barra Funda

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A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), realizou neste sábado (18) uma operação na Rodoviária Barra Funda, na zona oeste da capital paulista, com o objetivo de combater o tráfico interestadual de drogas.

Durante as diligências, os agentes localizaram 4,1 kg de cocaína escondidos em cadeiras de madeira, configurando uma tentativa de dissimulação do entorpecente em objetos aparentemente inofensivos. O material ilícito estava sendo transportado em um ônibus que partiu de Corumbá, Mato Grosso do Sul, cidade que faz fronteira com Puerto Quijarro, na Bolívia.

A operação resultou na prisão em flagrante de uma mulher de 40 anos, de nacionalidade boliviana, que foi conduzida à unidade policial para os procedimentos legais.

A ação faz parte dos esforços contínuos da Polícia Civil para impedir a entrada de drogas no Estado de São Paulo por meio de linhas interestaduais de transporte público. As investigações seguem para identificar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.

Leia também: Brasil tem 4 mortes confirmadas por dengue em 2025 e investiga mais 62


Fonte/foto: SSP-SP

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Três homens que aplicavam “golpe do amor” são presos em São Paulo

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A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (5) três integrantes da quadrilha especializada no chamado “golpe do amor”. Por meio de perfis falsos em redes sociais, os suspeitos atraiam as vítimas para encontros românticos, mas que terminavam em sequestro. Os integrantes do bando foram presos em suas residências, no bairro do Jaguaré, na zona oeste da capital paulista.

Presos responderão por crimes de extorsão mediante sequestro e organização criminosa.

O Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) cumpriu, além das prisões, mandados de busca e apreensão. Vários aparelhos eletrônicos, possivelmente utilizados no golpe foram apreendidos.

O modus operandi da quadrilha consistiu em sequestrar as vítimas, mantê-las em cárcere privado, sob ameaça, enquanto os integrantes do banco realizavam transações bancárias. Em julho, uma vítima ficou horas em poder dos suspeitos antes de ser libertado.

Na mesma operação, a Secretaria de Segurança Pública do Estado informou que também foi efetuada a prisão de um homem que participou de uma tentativa de sequestro, no mesmo bairro do Jaguaré, também no mês de julho deste ano.

Todos os quatro presos têm entre 22 e 25 anos, com passagens pela polícia por tráfico de entorpecentes, violência doméstica e receptação.

Leia também: STF começa a julgar recurso de Bolsonaro contra Alexandre de Moraes em inquérito


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Divulgação/SSP-SP

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Polícia encontra em São Roque 9 metralhadoras que foram furtadas do Exército em Barueri

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A Polícia Civil encontrou escondidas num lamaçal numa área de mata em São Roque nove armas que fazem parte do arsenal de guerra furtado na base militar do Exército de Barueri. As informações foram divulgadas pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, durante a madrugada deste sábado (21).

Ao todo, 21 metralhadoras foram furtadas do Arsenal de Guerra do Exército, sendo 13 armas .50 e outras oito de calibre 7,62. O crime foi descoberto no dia 10 de outubro, durante uma inspeção. Até agora, 17 armas foram recuperadas.

De acordo com Derrite, a polícia conseguiu apurar que o armamento seria entregue para criminosos entre esta sexta-feira (20) e sábado (21), na Grande São Paulo. Os agentes foram até o local indicado e, segundo o secretário, houve troca de tiros. Os criminosos conseguiram fugir.

Armas do Exército foram encontradas em Carapicuíba pela Polícia Civil. – Foto: Reprodução/Redes Sociais/Governador Tarcísio de Freitas

As armas foram recolhidas pela polícia e levadas até a Delegacia de Carapicuíba. Uma equipe do Exército checou o material e confirmou que o armamento faz parte do arsenal furtado em Barueri.

De acordo com Derrite, a Polícia Militar faz buscas pelos suspeitos que conseguiram fugir após o confronto com os policiais.


* Matéria atualizada para novas informações às 10h20 de 21/10/2023.

*Com informações G1 – Foto: Reprodução/Redes Sociais/Governador Tarcísio de Freitas

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