Mulher de 37 anos é presa após fingir ser adolescente e ser acolhida por família por mais de um ano

1 0
Read Time:1 Minute, 20 Second

Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville, em Santa Catarina, suspeita de se passar por uma adolescente de 12 anos para enganar uma família que a acolheu por cerca de 14 meses.

Segundo a Polícia Civil, a investigada utilizava uma identidade falsa e afirmava ter fugido de situações de maus-tratos praticados pelo pai biológico. A história sensibilizou integrantes de uma igreja da cidade, que a apresentaram a uma família disposta a ajudá-la.

Com o passar do tempo, a mulher conquistou a confiança dos familiares e chegou a iniciar um processo informal de adoção.

Parente desconfiou da história

De acordo com as investigações, o caso começou a ser esclarecido após uma parente da família levantar suspeitas sobre a verdadeira identidade da suposta adolescente.

Após pesquisas e contatos com autoridades, os familiares descobriram que a mulher já teria aplicado golpes semelhantes em outros estados brasileiros.

A denúncia foi encaminhada à Polícia Civil, que confirmou a identidade da suspeita.

Investigação apontou registros em outros estados

Segundo a polícia, a mulher possui antecedentes relacionados a ocorrências semelhantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.

Durante o interrogatório, ela teria confessado a fraude.

Os investigadores também apuram possíveis vantagens financeiras obtidas durante o período em que viveu com a família.

Suspeita foi presa por estelionato e falsidade ideológica

Após a confirmação da identidade verdadeira da investigada, a Polícia Civil efetuou a prisão em flagrante pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica.

Ela foi encaminhada ao Presídio Regional de Joinville e permanece à disposição da Justiça.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Divulgação/PCSC

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Suspeito de vender produtos de luxo falsificados e fazer dezenas de vítimas é preso em SP

0 0
Read Time:1 Minute, 17 Second

Um homem de 46 anos suspeito de aplicar golpes com a venda de produtos de luxo falsificados foi preso pela Polícia Civil na Zona Norte de São Paulo. Segundo as investigações, ele teria feito ao menos 40 vítimas em diferentes cidades do estado apenas no ano passado.

De acordo com a polícia, o suspeito abordava pessoas em postos de combustíveis e se apresentava como representante de marcas internacionais. Para convencer as vítimas, dizia que estava deixando o país e precisava vender rapidamente mercadorias supostamente originais por preços muito abaixo dos praticados no mercado.

As investigações apontam que os produtos oferecidos incluíam perfumes, malas, relógios, óculos e outros itens de grife.

Golpe usava identidade falsa

Durante o cumprimento de mandados em São Paulo e Guarulhos, os policiais localizaram o investigado em um apartamento no bairro Jardim São Paulo.

No local, foram apreendidos produtos suspeitos de falsificação, máquinas de cartão e cartões de apresentação utilizados nas negociações.

Segundo a Polícia Civil, os cartões continham um nome fictício, utilizado para transmitir credibilidade às vítimas.

Suspeito já havia sido preso

Ainda de acordo com a investigação, o homem foi preso em flagrante por um crime semelhante no fim de abril deste ano.

Após ser liberado mediante pagamento de fiança, ele teria voltado a comercializar os produtos. A polícia afirma que ao menos cinco novas ocorrências foram registradas nas semanas seguintes.

A suspeita é de que familiares também tenham participado do esquema.

O caso segue sob investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Divulgação/SSP-SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Polícia descobre laboratório clandestino de canetas emagrecedoras em São Paulo

1 0
Read Time:1 Minute, 20 Second

A Polícia Militar descobriu um laboratório clandestino usado para manipular canetas emagrecedoras na madrugada desta segunda-feira (1º), na Vila Prudente, Zona Leste da capital paulista. Um homem de 25 anos foi preso em flagrante durante a operação.

Segundo a corporação, a descoberta ocorreu após uma equipe perceber que o portão de uma residência estava aberto durante patrulhamento de rotina pela região.

Como ninguém respondeu às tentativas de contato feitas pelos policiais, os agentes suspeitaram de uma possível ocorrência de furto ou invasão e decidiram verificar o imóvel.

Estrutura clandestina funcionava dentro da residência

Durante a vistoria, os policiais encontraram um homem no quintal da casa. De acordo com a PM, ele apresentou comportamento nervoso ao ser questionado sobre sua presença no local.

Na sequência, os agentes localizaram uma estrutura utilizada para manipulação clandestina de medicamentos.

Foram apreendidas 718 ampolas de um princípio ativo utilizado em tratamentos para controle de peso, além de 180 caixas com a mesma identificação.

Também foram encontrados rótulos, equipamentos utilizados na manipulação das substâncias e dois aparelhos celulares.

Suspeito seria responsável pela segurança do local

Segundo relato prestado aos policiais, o homem detido teria sido contratado apenas para atuar como segurança da residência.

Ele afirmou não conhecer a identidade das pessoas responsáveis pela fabricação e manipulação dos produtos encontrados no imóvel.

A informação será apurada durante a investigação.

Caso será investigado

O material apreendido foi encaminhado para perícia.

A ocorrência foi registrada no 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas, como falsificação de produtos terapêuticos e medicinais.

O suspeito permaneceu preso à disposição da Justiça.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Fotos: Divulgação/GESP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Operação em SP mira ONG ligada à produtora de filme sobre Bolsonaro

0 0
Read Time:1 Minute, 47 Second

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta segunda-feira (1º) a Operação Wi-Fi Livre, que investiga suspeitas de irregularidades em um contrato de R$ 108 milhões firmado para a implantação de internet gratuita em comunidades da capital paulista.

O principal alvo da operação é o Instituto Conhecer Brasil, organização não governamental responsável pela execução do projeto. A entidade pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, ligada à produtora Go UP.

Segundo as investigações conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, há suspeitas relacionadas tanto à contratação quanto à execução dos serviços previstos no acordo firmado com a Prefeitura de São Paulo.

Investigação aponta notas fiscais irregulares

De acordo com os investigadores, o contrato previa a instalação de 5 mil pontos públicos de acesso à internet em regiões periféricas da capital no prazo de 12 meses.

Até o momento, segundo os órgãos responsáveis pela apuração, cerca de 3.200 pontos teriam sido efetivamente implantados.

A investigação também aponta que a ONG apresentou aproximadamente R$ 16,5 milhões em notas fiscais consideradas irregulares para justificar despesas vinculadas ao contrato.

Mandados são cumpridos em empresas e órgãos públicos

Ao todo, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão.

As diligências ocorrem no Instituto Conhecer Brasil, em empresas que teriam sido subcontratadas para a execução do projeto e também em setores da administração municipal.

Os investigadores buscam documentos físicos e digitais, contratos, prestações de contas, equipamentos eletrônicos e registros financeiros relacionados ao programa.

Prefeitura diz que colabora com investigação

Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que o contrato foi celebrado dentro dos princípios da legalidade, transparência e economicidade.

A administração municipal também informou que está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação.

Até o momento, não há informação sobre prisões ou denúncias formais decorrentes da operação.

Caso segue em apuração

A Operação Wi-Fi Livre busca esclarecer se houve irregularidades na execução dos recursos públicos destinados à ampliação do acesso gratuito à internet em comunidades da cidade.

Os materiais apreendidos serão analisados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, que darão continuidade às investigações.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Divulgação/SSP-SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Polícia apura morte de pacientes após falsos médicos atenderem por 2 anos em hospital de SP

0 0
Read Time:1 Minute, 29 Second

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (26) a segunda fase da Operação Hipócrates, que investiga um esquema envolvendo falsos médicos em uma unidade particular de saúde na zona leste de São Paulo.

Segundo as investigações, dois homens teriam atuado ilegalmente como médicos durante cerca de dois anos e realizado aproximadamente 2 mil atendimentos no hospital investigado.

De acordo com o inquérito policial, ao menos nove pacientes morreram em decorrência de supostos erros e falhas nos atendimentos prestados pelos suspeitos.

A operação é conduzida pelo 22º Distrito Policial, em São Miguel Paulista, e cumpre sete mandados de busca e apreensão, dois de prisão temporária e outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça.

As diligências acontecem na capital paulista e também nas cidades de São Bernardo do Campo, Guarulhos, Poá e Mogi das Cruzes.

Além da atuação dos falsos profissionais, a investigação também apura possíveis omissões e negligência por parte da administração hospitalar.

Por decisão judicial, a gestora operacional e o diretor clínico da unidade foram afastados dos cargos enquanto as investigações continuam.

“Estamos falando de pessoas que exerceram ilegalmente uma profissão que lida diretamente com vidas”, afirmou o delegado Mariano de Araújo, titular do 22º DP.

Segundo a Polícia Civil, a apuração aponta uma atuação clandestina prolongada dentro da unidade de saúde, com indícios de falhas que ultrapassam a atuação dos falsos médicos.

A operação mobiliza 13 viaturas, três delegados, 35 investigadores e seis escrivães. Até o momento, um dos alvos foi localizado.

A primeira fase da Operação Hipócrates ocorreu em dezembro do ano passado, quando policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em um hospital da zona leste da capital paulista.

O caso é investigado por crimes como exercício ilegal da profissão, uso de documentos falsos e estelionato.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Imagem gerada por IA

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

PM apreende 24 toneladas de maconha avaliadas em R$ 31 milhões no interior de SP

0 0
Read Time:1 Minute, 14 Second

A Polícia Militar apreendeu na manhã de sábado (23) cerca de 24 toneladas de maconha nas proximidades do município de Paulo de Faria, na região de São José do Rio Preto. A ação terminou com dois homens presos. O carregamento está avaliado em aproximadamente R$ 31,2 milhões.

Equipes do 16º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) realizavam o apoio a uma escolta de presos quando perceberam que o motorista de um semirreboque trafegava de forma perigosa pela via. Ao receber ordem de parada, o condutor desobedeceu e tentou fugir, mobilizando outras equipes policiais para o acompanhamento.

Durante a fuga, o suspeito colidiu contra as barreiras do trevo de acesso ao presídio de Paulo de Faria e abandonou o veículo em meio a um canavial. Na vistoria da carreta, os policiais encontraram aproximadamente 24 toneladas de maconha embaladas em fardos, além de um CPF pertencente ao investigado.

As buscas levaram ainda à localização de uma segunda carreta na cidade de Fronteira (MG). O motorista confessou que atuava como “batedor”, função utilizada para monitorar o trajeto e tentar despistar a fiscalização policial. Os dois veículos envolvidos na ocorrência possuíam placas do Paraguai.

O motorista da primeira carreta foi localizado posteriormente nas proximidades do canavial e encaminhado, junto com o outro suspeito, à Delegacia da Polícia Federal de São José do Rio Preto. Já os veículos foram apreendidos e levados ao pátio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), em Fronteira.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Fotos: Divulgação/SSP-SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Bilhetes achados em esgoto de presídio levaram à prisão de Deolane em operação contra o PCC

1 0
Read Time:1 Minute, 46 Second

A influenciadora Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira (21) durante uma operação que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo investigadores, a apuração teve início há sete anos após a descoberta de bilhetes encontrados no esgoto de uma penitenciária no interior de São Paulo.

A Operação Vérnix, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo, cumpriu mandados contra seis suspeitos envolvidos na movimentação financeira da facção criminosa.

De acordo com os investigadores, policiais penais localizaram cartas e anotações descartadas pelo sistema de esgoto de uma cela no presídio de Presidente Venceslau. O material foi encaminhado ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), que passou a investigar o caso em conjunto com a Polícia Civil.

As apurações levaram os investigadores até uma transportadora suspeita de operar transferências financeiras ligadas ao grupo criminoso.

Segundo a Polícia Civil, a quebra de sigilo bancário e fiscal apontou movimentações consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada pelos investigados.

Durante coletiva de imprensa, o delegado Edmar Caparroz afirmou que Deolane teria recebido transferências financeiras da empresa investigada e classificou a influenciadora como uma possível “caixa do crime organizado”.

A investigação aponta que o grupo utilizava empresas de fachada, contas bancárias e aquisição de bens de alto padrão para ocultar a origem ilícita dos recursos.

Além de Deolane, os investigadores também prenderam Everton de Souza, conhecido como “Player”, apontado como operador financeiro do esquema.

Segundo a investigação, a influenciadora teria viajado recentemente para a Itália, onde teria se encontrado com Paloma Camacho, sobrinha de Marcos Camacho, conhecido como Marcola.

De acordo com a Polícia Civil, Paloma é considerada foragida internacional e está na lista vermelha da Interpol. Outro sobrinho de Marcola também é procurado pelas autoridades.

A operação também resultou no bloqueio de mais de R$ 327 milhões, além do sequestro de imóveis e veículos de luxo ligados aos investigados.

Segundo o Ministério Público e a Polícia Civil, a ação representa mais uma ofensiva contra os mecanismos financeiros utilizados pelo crime organizado para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: Divulgação/GESP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Fast Shop recebe multa bilionária por esquema de fraude tributária em SP

0 0
Read Time:2 Minute, 2 Second

A rede varejista Fast Shop foi multada em mais de R$ 1,04 bilhão pelo Governo de São Paulo após investigação apontar suposto envolvimento da empresa em um esquema de obtenção irregular de créditos tributários de ICMS. Segundo a Controladoria Geral do Estado (CGE-SP), a penalidade é a maior já aplicada no Brasil com base na Lei Anticorrupção.

De acordo com o governo paulista, a empresa teria obtido vantagens indevidas por meio do uso ilegal de informações fiscais privilegiadas, além de interferir em atividades de fiscalização e investigação tributária.

A apuração aponta que a Fast Shop contratou a empresa Smart Tax Consultoria e Auditoria Tributária Ltda., ligada ao ex-auditor fiscal da Receita Estadual Artur Gomes da Silva Neto, para atuar na recuperação de créditos tributários relacionados ao ICMS.

Segundo a CGE-SP, o esquema envolvia acesso irregular a dados sigilosos do sistema tributário estadual para gerar créditos indevidos em favor da varejista. As investigações indicam que a empresa tinha conhecimento da utilização das informações privilegiadas e que o processo utilizava, inclusive, o certificado digital da própria Fast Shop.

O governo paulista afirma que a operação incluía promessas de facilitação de processos tributários, blindagem contra fiscalizações e intermediação de operações ligadas à monetização de créditos fiscais.

Ainda segundo a investigação, os créditos analisados somaram cerca de R$ 1,59 bilhão. Desse total, aproximadamente R$ 1,04 bilhão teria sido obtido de maneira irregular a partir da chamada “mineração de dados fiscais”, prática que utiliza informações restritas para homologação indevida de créditos tributários.

A multa aplicada corresponde exatamente ao valor considerado irregular pelas autoridades estaduais.

O caso faz parte da Operação Ícaro, deflagrada em agosto de 2025 pelo Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Recuperação de Ativos e Repressão aos Crimes de Formação de Cartel e Lavagem de Dinheiro (GEDEC).

Segundo o Ministério Público, dois sócios e um diretor estatutário da empresa firmaram, em setembro do ano passado, um Acordo de Não Persecução Penal com pagamento total de R$ 100 milhões em prestação pecuniária.

Após a operação, o Ministério Público também encaminhou recomendações à Secretaria da Fazenda do Estado para reforçar mecanismos de controle e reduzir riscos de corrupção no sistema de ressarcimento de ICMS.

O caso coloca novamente em debate o uso de créditos tributários, os mecanismos de fiscalização do setor e a atuação de consultorias especializadas em recuperação fiscal no país.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: José Cruz/Ag. Brasil

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Cão farejador encontra drogas em apartamento e mulher é presa em Pirapora do Bom Jesus

0 0
Read Time:1 Minute, 1 Second

Uma mulher foi presa na manhã desta terça-feira (17) após a Polícia localizar drogas em um apartamento do Residencial Santa Cruz, em Pirapora do Bom Jesus. A apreensão ocorreu durante patrulhamento com o uso de cão farejador, que indicou a presença de entorpecentes no imóvel.

De acordo com a polícia, a cadela Zoe sinalizou positivamente ao passar em frente a um dos apartamentos do conjunto habitacional. A moradora fez contato inicial pela janela e informou ser usuária de drogas. Em seguida, autorizou a entrada da equipe para averiguação.

Durante a varredura nos cômodos, o cão indicou pontos específicos onde foram encontradas porções de maconha do tipo dry, cocaína e drogas sintéticas, entre elas MDMA e LSD. Ao todo, foram apreendidos 431 gramas de entorpecentes.

Além das drogas, os policiais recolheram um iPhone 14 Pro Max, uma balança de precisão, materiais utilizados para embalar os entorpecentes e R$ 509,20 em dinheiro.

A mulher foi encaminhada ao Distrito Policial de Santana de Parnaíba, onde permaneceu presa à disposição da Justiça. As substâncias foram encaminhadas para constatação e apreendidas oficialmente. Durante o registro da ocorrência, o delegado de plantão informou que há investigações em andamento relacionadas a outro delito.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Foto: PMESP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %

Operação ‘Quebrando a Banca’ mira quadrilha que lavou quase R$ 100 milhões com jogos de azar

1 0
Read Time:2 Minute, 16 Second

A Polícia Civil, por meio da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, deflagrou, nesta terça-feira (13), a Operação Quebrando a Banca, contra uma organização criminosa que lavou quase R$ 100 milhões por meio da exploração ilegal de jogos de azar. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Mogi-Mirim, Santa Rosa do Viterbo e São João da Boa Vista.

Segundo as investigações, os envolvidos atuavam há décadas utilizando empresas de fachada e uma extensa rede de “laranjas” — pessoas usadas para emprestar o nome e esconder quem é realmente o dono do dinheiro — para ocultar o lucro obtido com as atividades ilícitas.

O delegado e divisionário da Deic de Piracicaba, William Marchi, explicou que as apurações se iniciaram a partir de prisões por jogos de azar que, apesar de ser um crime de menor potencial, fomenta outros tipos de delitos considerados graves, como lavagem de dinheiro e organização criminosa.

“Identificamos um número muito grande de pessoas que viviam de forma simples, mas que movimentaram milhões por mês. Elas são usadas por esses criminosos como ferramentas que ajudam a tirá-los da mira da polícia, por isso foi um trabalho extenso até chegarmos às verdadeiras lideranças. Também descobrimos empresas que auxiliavam na ocultação dos bens, então era uma verdadeira rede de lavagem de capitais que atuava tanto em São Paulo quanto em Minas Gerais”, disse.

Relatórios de inteligência financeira revelaram que o principal líder da quadrilha movimentou mais de R$ 25 milhões em apenas em um semestre de 2024, além de apresentar histórico de transações milionárias em anos anteriores.

Parte da cúpula da organização criminosa utilizava transações imobiliárias em espécie e a aquisição de bens em nome de terceiros para esconder a origem ilícita dos recursos. Já o núcleo operacional contava com gerentes e operadores financeiros responsáveis por pulverizar milhões de reais por meio de centenas de transferências via Pix e depósitos em dinheiro, prática conhecida como smurfing, dificultando o rastreamento dos valores.

A quadrilha ainda tinha envolvimento com uma empresa, com capital social declarado de R$ 36 milhões, apontada como destino de valores milionários realizados pela liderança da quadrilha.

Somando as movimentações financeiras atípicas, o capital social das empresas utilizadas, o patrimônio imobiliário oculto e a frota de veículos — estimada em cerca de R$ 18 milhões —, a Polícia Civil calcula que o montante total de ativos e valores movimentados pela organização criminosa chegue a R$ 97,2 milhões.

Durante a operação de hoje foram recolhidos dispositivos eletrônicos, instrumentos utilizados em apostas, veículos e quantias em dinheiro. As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes do esquema criminoso.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Fonte/fotos: SSP-SP

Happy
Happy
0 %
Sad
Sad
0 %
Excited
Excited
0 %
Sleepy
Sleepy
0 %
Angry
Angry
0 %
Surprise
Surprise
0 %
error: