Grande SP tem média três colisões contra postes a cada dois dias; Cotia lidera acidentes na região oeste

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Colisões contra postes de energia continuam provocando transtornos e riscos na Grande São Paulo. Entre janeiro e abril deste ano, a Enel registrou 183 acidentes desse tipo nos 24 municípios atendidos pela concessionária na região metropolitana.

Apesar do número ainda elevado, houve redução de 12,85% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 210 ocorrências. Na prática, o índice representa uma média de aproximadamente três colisões a cada dois dias.

A capital paulista lidera o ranking absoluto de acidentes, com 110 registros apenas nos quatro primeiros meses do ano. Na sequência aparecem São Bernardo do Campo, com 11 casos, e Santo André, com 10 ocorrências.

Mesmo com a queda registrada em 2026, o balanço consolidado do ano passado aponta crescimento no número de acidentes. Em 2025, a Enel contabilizou 573 colisões contra postes, alta de 4,37% em relação a 2024.

Entre os municípios que apresentaram aumento nas ocorrências estão Santana de Parnaíba, Barueri, Cotia e Carapicuíba. Cotia teve o maior crescimento absoluto, passando de 13 para 21 acidentes. Já Carapicuíba registrou a maior alta percentual.

Segundo a concessionária, os impactos vão além dos danos à rede elétrica. As colisões podem causar interrupções no fornecimento de energia, além de representar riscos para motoristas, pedestres e equipes de manutenção.

O tempo médio para substituição de um poste é de cerca de oito horas, mas pode aumentar dependendo da complexidade da ocorrência. Em muitos casos, além do poste, cabos e equipamentos da rede elétrica também precisam ser reconstruídos.

A Enel orienta que, em casos de colisão ou queda de cabos elétricos, as pessoas não se aproximem da estrutura danificada e acionem imediatamente os serviços de emergência. A recomendação é permanecer dentro do veículo, sem contato com partes metálicas, até a chegada das equipes especializadas.

A distribuidora também reforça medidas preventivas como respeito à sinalização, manutenção dos veículos, atenção às condições climáticas e proibição do uso de celular ao volante.

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Barueri e Enel iniciam parceria para retirada de árvores com risco de queda

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A Prefeitura de Barueri iniciou uma parceria com a Enel para substituir árvores com risco de queda e que possam comprometer a rede elétrica da cidade. O projeto, batizado de “Árvore Mais Segura”, começou a ser implantado nesta quinta-feira (14) e prevê a remoção de exemplares doentes, condenados por cupins, atingidos por acidentes ou plantados em locais inadequados.

A iniciativa surge em meio ao aumento das preocupações com quedas de árvores durante temporais e danos provocados à rede de energia em diferentes cidades da Grande São Paulo. Em Barueri, a proposta da administração municipal é ampliar a segurança em vias públicas e reduzir riscos para motoristas, pedestres e imóveis.

O acordo de cooperação foi assinado durante cerimônia realizada em Alphaville Industrial, com a presença do prefeito Beto Piteri, do secretário de Meio Ambiente Marco Antônio “Bidu”, do presidente da Enel Brasil, Antônio Scala, e do presidente da Enel São Paulo, Guilherme Lencastre.

Segundo o prefeito, a proposta busca modernizar o manejo da arborização urbana sem comprometer a preservação ambiental. “A iniciativa prevê a substituição de árvores que apresentam risco de queda ou interferem na rede elétrica, sempre com o replantio de novas espécies adequadas ao local”, afirmou Beto Piteri.

A Prefeitura informou que as podas e remoções não serão feitas de maneira aleatória. Cada árvore passará por avaliação técnica para análise das condições fitossanitárias, danos estruturais e capacidade de sustentação.

Nos casos considerados críticos, a substituição será planejada para evitar acidentes envolvendo pessoas, veículos, edificações e cabos de energia.

Como primeira ação prática do projeto, equipes identificaram uma árvore da espécie Santa Bárbara plantada irregularmente junto a um muro na rua São Paulo, em Alphaville Industrial. Técnicos constataram a presença de fungos que comprometiam a base do tronco e elevavam o risco de queda.

O exemplar foi removido e substituído por uma muda de ipê-branco, espécie nativa considerada mais adequada para o ambiente urbano. Além do plantio, a ação também incluiu podas preventivas na região.

Beto Piteri e o presidente da Enel Brasil realizam o plantio simbólico de um ipê-branco. | Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

De acordo com a Prefeitura, todas as árvores retiradas deverão ser compensadas com o plantio de novas espécies nativas, em uma tentativa de equilibrar segurança urbana e preservação ambiental.

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Fotos: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Aneel abre processo e coloca concessão da Enel SP em risco

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu nesta terça-feira (7) um processo administrativo para avaliar a continuidade da concessão da Enel na região metropolitana de São Paulo, que atende cerca de 8,5 milhões de clientes. A medida, considerada excepcional, pode impactar diretamente o fornecimento de energia na capital e em outros 23 municípios.

A decisão ocorre após a agência identificar falhas recorrentes na prestação de serviço, especialmente em situações de emergência. Segundo a Aneel, a concessionária apresentou desempenho abaixo do esperado, com demora no atendimento, interrupções prolongadas e problemas na execução de planos de contingência.

De acordo com o órgão regulador, a análise considerou eventos climáticos severos registrados entre 2023 e 2025. Mesmo nesses cenários, a distribuidora ficou abaixo da média de outras empresas do setor em situações semelhantes.

A agência também avaliou o plano de recuperação apresentado pela Enel, mas concluiu que as medidas propostas foram insuficientes para corrigir os problemas identificados. Pareceres técnicos e manifestações jurídicas da empresa foram rejeitados.

Em resposta, a Enel afirmou que cumpriu os indicadores previstos em contrato e disse confiar na legalidade e na consistência técnica de suas operações no Brasil. A empresa também defendeu previsibilidade regulatória e tratamento isonômico no processo.

A abertura do procedimento marca um novo estágio na relação entre a Aneel e a concessionária e pode resultar em sanções mais severas, incluindo a revisão ou até perda da concessão, dependendo do desfecho da análise.

O caso aumenta a pressão sobre o serviço de energia na Grande São Paulo e coloca em debate a qualidade do atendimento prestado à população em momentos críticos.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Prefeitos do CIOESTE alinham ações regionais e agendam reuniões com o governo de SP

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Prefeitos dos municípios que integram o Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE) se reuniram na tarde desta terça-feira (10) para discutir pautas estratégicas e ampliar parcerias regionais. O encontro ocorreu na sede do consórcio e foi coordenado pelo presidente da entidade, Gregorio Maglio, prefeito de Pirapora do Bom Jesus.

Entre os temas centrais da reunião esteve a definição da instalação temporária de uma Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil no município de Ibiúna, iniciativa voltada ao manejo adequado de entulhos e à sustentabilidade ambiental na região.

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Os prefeitos também debateram a integração com a concessionária de energia Enel, com foco em soluções conjuntas para problemas recorrentes, como a limpeza da fiação aérea e a poda de árvores. A proposta inclui a realização de visitas técnicas aos municípios para diagnóstico e encaminhamento das demandas.

Na área da educação, os gestores trataram de melhorias e reformas em escolas estaduais e alinharam uma agenda com o secretário-adjunto estadual da pasta, Vinicius Mendonça Neiva, para discutir possíveis parcerias. Também foi confirmada a realização de uma palestra com o professor Mário Sérgio Cortella, prevista para o primeiro semestre.

Outro ponto destacado foi o fortalecimento do diálogo institucional com os governos estadual e federal, com o objetivo de ampliar o acesso a programas e investimentos para os municípios consorciados.

Durante o encontro, ficaram agendadas reuniões com o secretário-chefe da Casa Civil do Estado de São Paulo, Roberto Carneiro, no dia 10 de março, e com o secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini.

A reunião contou ainda com a presença do secretário-executivo do CIOESTE, Jorge Lapas, além de diretores do consórcio.

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Foto: Reprodução/Facebook/CIOESTE

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Uso inteligente do ar-condicionado pode diminuir a conta de energia

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O ar-condicionado pode representar até 40% do consumo residencial nos meses mais quentes, a depender do modelo, da potência e do tempo de uso, segundo estimativas do setor elétrico. Mas, com algumas escolhas simples, ele pode ser um aliado do consumidor na conta de luz, e não um vilão.

O especialista em pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Gree, maior fabricante de aparelhos de ar-condicionado do mundo, com sede em Zhuhai, China, Romenig Magalhães, compartilhou, em entrevista à Agência Brasil, algumas dicas para economizar. 

Escolha da tecnologia

Aparelhos com tecnologia avançada, do tipo inverter, que oferecem maior controle sobre o consumo, podem se traduzir em menos desperdício de energia. Segundo Magalhães, essa tecnologia pode provocar redução de até 40% no consumo residencial em dias mais quentes.

Os eletrodomésticos com tecnologia inverter operam com maior eficiência, já que contam com dispositivos que otimizam o funcionamento, evitando picos de energia provocados pelo efeito de desligar e ligar o motor de tempos em tempos, o que favorece a economia de energia e prolonga a vida útil do aparelho.

Na prática, o custo de manter o equipamento ligado depende da potência do produto em BTUs, que é a sigla para eficiência energética e tempo de uso. Um equipamento residencial de 9 mil a 12 mil BTUs pode consumir entre 15 quilowatts-hora (kWh) e 45 kWh por mês, em uso moderado. 

Os modelos mais antigos, não dotados da tecnologia inverter, podem ultrapassar esse patamar com facilidade, especialmente em períodos de bandeira vemelha, o que se reflete de forma direta no orçamento das famílias. 

Selo do Inmetro

Outro requisito importante é o selo de eficiência energética do Instituto Nacional de Metrologia, Quialidade e Tecnologia (Inmetro), que atesta que a classificação A, que tem menor consumo e, consequentemente, menor impacto no bolso do consumidor. 

Cuidados com o aparelho

Segundo Magalhães, devem também ser levados em conta o ambiente onde está instalado o ar-condicionado e a forma de utilização.

Por exemplo, manter portas e janelas fechadas durante o uso e proteger o local contra o sol e o calor, por meio de cortinas e persianas são pontos positivos. 

A manutenção deve também estar em dia, salientou Magalhães, tendo em vista que filtros limpos e revisões periódicas evitam perda de eficiência. 

Escolha da temperatura

De acordo com Magalhães, uma temperatura entre 23 e 25 graus no controle remoto é adequada para o ser humano e pode ajudar na economia.

“Dá equilíbrio para que a pessoa sinta um ambiente mais confortável e também faz bem à saúde. Vai ser uma temperatura de conforto térmico para o ambiente”. 

Por outro lado, quanto mais baixa for a temperatura, maior vai ser o consumo de energia.

“A temperatura na faixa de 16 graus a 20 graus vai consumir muita energia e acaba causando um desconforto térmico, o ar fica muito seco no ambiente, há baixa umidade do ar”.

Outra dica dada pelo especialista em P&D é utilizar a função “Sono” do ar-condicionado, que estabelece uma temperatura mais equilibrada durante a noite.

“A temperatura vai aumentando de maneira gradual e, ao despertar, o nível de consumo do aparelho vai estar bem mais baixo, sem impacto na conta de energia”.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Bruno Peres/Ag. Brasil

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Inmetro orienta uso da geladeira para reduzir consumo de energia

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Um dos eletrodomésticos que mais pesam na conta mensal de energia é a geladeira. Além de funcionar 24 horas por dia, o abre e fecha da porta do equipamento pelas pessoas da casa levam ao aumento do consumo de eletricidade.

Por essa razão, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) está orientando os cidadãos que boas práticas de instalação, uso e manutenção ajudam a reduzir o consumo, além de evitar desperdícios e prolongar a vida útil do aparelho.

Dicas

A primeira dica é que a geladeira não deve ficar colada à parede nem ser instalada em espaços muito estreitos. Componentes como o compressor e o condensador precisam de espaço para liberar o calor gerado durante o funcionamento. Quando essa ventilação é prejudicada, o motor trabalha mais para manter a temperatura interna, o que aumenta o consumo.

O Inmetro recomenda seguir as instruções do fabricante que, em geral, indicam uma distância mínima de cerca de 15 centímetros das paredes.

Outra orientação importante, é evitar abrir a porta da geladeira com frequência ou mantê-la aberta por muito tempo. Esse hábito permite a entrada de ar quente, o que exige maior esforço do sistema de refrigeração.

Para reduzir o consumo, o Inmetro sugere que o ideal é organizar os produtos, abrir a porta apenas quando necessário e evitar guardar alimentos ainda quentes no interior do aparelho. Deve-se também verificar regularmente a borracha de vedação, porque desgastes e frestas comprometem a eficiência e elevam o gasto de energia.

De acordo com o Instituto, a limpeza do condensador, chamado serpentina, que está localizado na parte traseira da maioria dos modelos, é fundamental para o bom desempenho da geladeira, uma vez que o acúmulo de poeira e gordura dificulta a liberação de calor e pode aumentar o consumo.

Uma prática adotada por muitas pessoas, que é secar roupas atrás da geladeira, é considerada totalmente inadequada pelo Inmetro, porque bloqueia a saída de calor, reduz a ventilação e prejudica o funcionamento do equipamento. O Instituto reforça que a adoção desses cuidados contribui para um consumo mais eficiente, reduz a conta de energia e ajuda a manter o eletrodoméstico em boas condições por mais tempo.

O Inmetro reforça ainda que ao comprar uma geladeira, o cidadão deve verificar na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) o consumo mensal e dar preferência aos modelos mais eficientes., “uma vez que a eficiência energética faz diferença na conta de energia”.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Fabio Rodrigues Pozzembom/Ag. Brasil

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Enel faz mutirão para cliente renegociar dívidas

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A Enel SP lançou nesta segunda-feira (17) um plano para renegociação de dívidas. A iniciativa vale até 31 de março. As condições de pagamento variam conforme o caso dos clientes, mas débitos vencidos há mais de 60 dias são possíveis de parcelamento em até sete vezes e entrada a partir de 10%.

Para renegociar o débito, a fatura da conta precisa ter, no mínimo, 60 dias de atraso. O interessado na negociação precisa apresentar seus documentos (RG ou CNH). A negociação do débito pode ser feita de modo online, pelo site da Enel LINK 1 e  também pelo aplicativo da companhia, pelo WhatsApp (21 99601-9608) ou pela central de relacionamento 0800-72 72 120.

As famílias inscritas no Cadastro Único dos Benefícios Sociais (CadÚnico) e na tarifa social de energia elétrica poderão parcelar suas dívidas com a empresa em até 36 vezes, sem juros. Débitos vencidos há 180 dias que forem quitados à vista terão desconto de 10% no total.

A Enel informa que as negociações acontecem conforme a situação de cada devedor, mas há incidência de encargos e juros de parcelamento. Os valores negociados vão ser incorporados às contas mensais dos clientes.

Desta segunda-feira até 23 de março, o interessado em negociar as dívidas com a Enel poderá tratar de seu caso pessoalmente, na tenda de atendimento no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo. A iniciativa faz parte do Feirão Limpa Nome da Serasa.

Leia também: Apostas para a Dupla de Páscoa começam nesta segunda-feira (17)


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Edson Mesquita Jr/ZH Digital

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Prefeito Danilo Joan critica Enel e cobra solução para falta de energia em Cajamar

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Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito de Cajamar, Danilo Joan, fez duras críticas à Enel, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na cidade. O prefeito afirmou que a “Enel é uma vergonha” e acusou a diretoria da empresa de agir de forma irresponsável. Segundo ele, a responsável pela concessionária na região não forneceu um prazo para o restabelecimento da energia, o que ele classificou como uma atitude de “burocratas que não resolvem os problemas da sociedade”.

A falta de energia em Cajamar foi causada pelas fortes chuvas que atingiram a região na noite desta sexta-feira (11), afetando também diversas outras cidades. Boa parte da madrugada e da manhã deste sábado (12) foi marcada por apagões, impactando significativamente os moradores.

Além da falta de energia, o abastecimento de água também foi prejudicado, já que o funcionamento de equipamentos elétricos necessários para bombear água para algumas regiões foi interrompido. O prefeito Danilo Joan exigiu uma resposta rápida da Enel, ressaltando o impacto negativo na vida da população e nos serviços essenciais da cidade.

Leia também: Morador de Osasco é o novo milionário da Nota Fiscal Paulista


Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Conta de energia elétrica fica mais cara a partir de hoje

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A conta de energia elétrica fica mais cara a partir desta terça-feira (1º), com o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, o estágio tarifário mais alto do sistema da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a medida, o preço para cada 100 quilowatts-hora consumidos passa de R$ 4,463 para R$ 7,877.

A decisão foi anunciada na última sexta-feira (27) em nota da Aneel, em consequência do risco hidrológico, com reservatórios baixos, e a elevação do preço da energia no mercado, impactada pelo custo do que foi produzido e não contratado.

O sistema de bandeiras tarifárias é composto pelas cores verde, amarelo e vermelho, em patamares 1 e 2. A cor verde patamar 1 significa tarifa sem custo extra.

A bandeira vermelha patamar 1 estava em vigor desde setembro, após um período em que a bandeira verde patamar 1, a mais barata do sistema, prevaleceu por vários meses do ano.

De acordo com a agência, o sistema de bandeiras tarifárias é uma forma de tornar a cobrança complementar mais transparente aos consumidores de energia elétrica conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Criado em 2015, ele indica os custos da geração de energia no Brasil e possibilita adaptações no consumo para redução no valor da conta de luz.

Leia também: Marcas de azeite e coco ralado são proibidas pela Anvisa


FOnte: Ag. brasil – Foto: Arquivo/Edson Mesquita Jr/ZH Digital

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Conta de luz deve seguir mais cara até o fim do ano, aponta Aneel

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conta de luz dos brasileiros deve continuar mais cara até o final de 2024, com a manutenção da cobrança da bandeira amarela ou vermelha. A previsão foi feita nesta quarta-feira (18) pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa.

Em entrevista coletiva, Feitosa disse que há uma “grande tendência de que ela (a bandeira tarifária) permaneça entre amarela e vermelha até o fim do ano”.

Atualmente, tarifa cobrada é referente à bandeira “vermelha patamar 1”, que significa um valor extra de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh). Na prática, quando o custo de produção aumenta, com o acionamento de usinas termelétricas, a bandeira muda de cor.

Segundo a agência, o consumo médio de energia de uma casa brasileira na zona urbana é de aproximadamente 150 kWh a 200 kWh (sem ar-condicionado).

Saiba quanto custa cada bandeira:

  • Bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
  • Bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado; ou R$ 1,88 a cada 100kWh.
  • Bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado; ou R$ 4,46 a cada 100 kWh (situação atual).
  • Bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado; ou R$ 7,87 a cada kWh.

Leia também: Produção de motocicletas cresce 11,4% em agosto


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Reprodução

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