Bruna Furlan registra o menor custo mensal de gabinete entre deputados estaduais de São Paulo

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Levantamento divulgado pela TV Globo aponta a deputada estadual Bruna Furlan (PSDB) como a parlamentar com o menor custo mensal de gabinete na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Segundo os dados, a média de despesas por deputado é de cerca de R$ 294 mil por mês, enquanto Bruna Furlan utiliza R$ 136.520, valor bem abaixo do padrão da Casa.

A análise comparou os gastos de todos os deputados estaduais e considerou despesas com salários de funcionários e custos administrativos dos gabinetes. O estudo mostra que alguns parlamentares chegam a ultrapassar R$ 450 mil mensais, mais do que o triplo do valor utilizado pela deputada tucana.

Apesar do menor custo, Bruna Furlan figura entre as parlamentares mais atuantes da Alesp. Ela foi eleita e reeleita para a presidência da Comissão de Saúde, onde apresentou e executou um plano de trabalho ao longo do mandato. De acordo com a deputada, dezenas de projetos de lei de interesse público foram debatidos e deliberados no colegiado.

A parlamentar afirma que a economia de recursos está relacionada à organização interna do gabinete. Segundo ela, a equipe é reduzida e formada por profissionais técnicos, com planejamento definido antes mesmo do início do mandato. Bruna Furlan também relata não utilizar placa oficial no veículo disponibilizado pela Alesp e restringir o uso de combustível às atividades diretamente ligadas ao exercício parlamentar.

Com base política em Barueri, na Região Metropolitana Oeste de São Paulo, a deputada ampliou sua atuação para todo o Estado e passou a ser conhecida como “Deputada da Saúde”, em razão do trabalho desenvolvido na comissão temática. Nos últimos três anos, foram realizadas audiências públicas nos 17 Departamentos Regionais de Saúde (DRS), abrangendo os 645 municípios paulistas.

Ainda segundo Bruna Furlan, as emendas parlamentares de sua autoria foram distribuídas de forma equilibrada entre diferentes regiões do Estado, priorizando demandas locais, especialmente na área da saúde. Para a deputada, é possível manter uma agenda intensa de trabalho e cumprir o mandato com racionalidade no uso dos recursos públicos, sem comprometer a atuação legislativa.

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Bruna Furlan participa da inauguração do novo Hospital de Santana de Parnaíba e destaca avanços na saúde da região

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A deputada estadual Bruna Furlan (PSDB), presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), participou na manhã desta sexta-feira (14) da inauguração do novo Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba. A cerimônia contou também com a presença do secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, além do governador Tarcísio de Freitas e de autoridades municipais e regionais.

Em seu discurso, Bruna Furlan ressaltou os avanços recentes na área da saúde nos municípios do CIOESTE – Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo, mencionando o novo hospital inaugurado em Santana de Parnaíba, o Hospital Regional Rota dos Bandeirantes, em Barueri, e o Hospital Municipal de Jandira, previsto para entrar em operação no início de 2026.

A deputada parabenizou o prefeito Elvis Cezar pela entrega do novo equipamento público e afirmou que seguirá trabalhando, enquanto estiver à frente da Comissão de Saúde, para ampliar serviços de qualidade e garantir mais recursos estaduais para a área. “Nosso compromisso é fortalecer a rede e assegurar que cada município tenha estrutura adequada para atender sua população”, declarou.

Estrutura moderna e serviços especializados

O Hospital e Maternidade Santa Ana inicia seu funcionamento em regime faseado, dividido em três etapas de quatro meses cada. A previsão é que todos os serviços estejam plenamente operacionais em até 12 meses.

A nova unidade contará com pronto atendimento adulto e pediátrico, alas de internação clínica, cirúrgica, obstétrica e pediátrica, além de UCI neonatal e UTI neonatal. O hospital também dispõe de leitos de observação e Hospital Dia.

O Centro Cirúrgico terá cinco salas destinadas a cirurgias de emergência, partos cesáreos e procedimentos eletivos. Já o Centro de Parto Natural contará com três salas independentes, oferecendo estrutura humanizada para gestantes.

O complexo também oferecerá atendimento ambulatorial em diversas especialidades médicas e multiprofissionais, voltado tanto a pacientes internados quanto a acompanhamentos pós-operatórios. A unidade contará com exames de diagnóstico, como tomografia computadorizada e radiografia, além de serviços laboratoriais.

Entre as especialidades previstas estão clínica médica, pediatria, ortopedia, cirurgia bariátrica, oftalmologia, otorrinolaringologia, pequenas cirurgias e biópsias, tanto para procedimentos de rotina quanto de urgência.

Com a inauguração do Hospital Santa Ana, Santana de Parnaíba amplia sua capacidade de atendimento e reforça sua rede de saúde com uma das estruturas mais modernas da região.

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Comissão de Saúde da Alesp aprova projetos voltados à saúde feminina e atenção a neurodivergentes

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A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, nesta quarta-feira (12), oito projetos de lei que avançam em políticas públicas voltadas à saúde feminina, ao atendimento de pessoas neurodivergentes e ao fornecimento de insumos essenciais para tratamentos. As propostas incluem desde a distribuição gratuita de contraceptivos reversíveis de longa duração até a oferta de medidores de glicose para crianças com diabetes.

Entre as iniciativas com parecer favorável, destaca-se o PL 731/2021, de autoria do deputado Rafa Zimbaldi (Cidadania), que institui o Programa de Conscientização e Prevenção à Endometriose, condição que afeta milhões de mulheres. O texto foi analisado em conjunto com outros dois projetos semelhantes, incluindo o da deputada Beth Sahão (PT), que prevê atendimento especializado. Segundo o relator, Alex Madureira (PL), as três propostas convergem ao reforçar o diagnóstico precoce, o tratamento multidisciplinar e o acesso ampliado aos serviços de saúde.

Outro projeto aprovado foi o PL 1728/2023, apresentado pelo deputado Tomé Abduch (Republicanos) e relatado por Edna Macedo (Republicanos), que cria a “Lei Anthony Daher”. A medida estabelece prazo máximo para que pacientes com suspeita de doenças raras sejam encaminhados a especialistas, buscando reduzir a demora no diagnóstico.

Dos textos analisados, apenas o PL 589/2023, do deputado Marcos Damásio (PL), teve aprovação conclusiva. A proposta dá ao Hospital Regional de Cruzeiro o nome de “Prefeito João Bastos”, em homenagem ao político que ocupou cargos nos âmbitos municipal, estadual e federal.

A reunião também aprovou seis requerimentos. Três deles, apresentados pela presidente da Comissão, deputada Bruna Furlan (PSDB), tratam da realização de audiências públicas sobre judicialização da saúde e a atuação do Legislativo na área. Já a deputada Ana Perugini (PT) solicitou fiscalização presencial na unidade da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), na capital paulista.

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Comissão de Saúde da Alesp convida ministro Padilha para debater ações em SP

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A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) convocou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para uma audiência pública. O encontro, agendado para o próximo mês, tem como objetivo discutir as ações e políticas do Ministério da Saúde no estado, especialmente em relação ao enfrentamento de desafios sanitários.

Contexto da Convocação

A solicitação para a presença do ministro surge em um momento crítico para a saúde pública paulista. Nos últimos meses, o estado tem enfrentado um aumento no número de casos de doenças respiratórias e outras condições de saúde que exigem atenção especial. A comissão, composta por deputados de diferentes partidos, busca entender como o governo federal está apoiando as iniciativas locais e quais medidas estão sendo implementadas para melhorar a saúde da população.

Além disso, a audiência se torna relevante em um cenário onde a colaboração entre os governos federal e estadual é crucial para o fortalecimento do sistema de saúde. A troca de informações e experiências pode contribuir para a formulação de políticas mais eficazes e integradas.

Segundo a presidente da Comissão, deputada Bruna Furlan (PSDB), autora do requerimento, a data da participação do ministro será definida posteriormente. É a segunda vez que o colegiado convida um titular da Saúde: em junho de 2023, a então ministra Nísia Trindade esteve na Alesp e apresentou um balanço das ações do Ministério em São Paulo. “Acho que essa aproximação é importante”, afirmou Bruna Furlan. “Os deputados têm a oportunidade de tirar suas dúvidas, saber como avançar com os projetos nos municípios”, completou.

Expectativas para a Audiência

Os deputados da Alesp esperam que o ministro Padilha apresente um panorama das ações do Ministério da Saúde em São Paulo, incluindo programas de vacinação, combate a epidemias e investimentos em infraestrutura hospitalar. A participação do ministro também é vista como uma oportunidade para que os parlamentares questionem diretamente sobre as dificuldades enfrentadas pelo estado e as estratégias para superá-las.

A audiência pública está prevista para ocorrer no dia 15 de outubro, e a expectativa é de que um grande número de profissionais da saúde, representantes de organizações não governamentais e cidadãos interessados participe do evento. A presença de Padilha é considerada fundamental para esclarecer dúvidas e promover um diálogo aberto sobre as políticas de saúde.

Importância do Diálogo

O diálogo entre os níveis de governo é essencial para o aprimoramento das políticas públicas. A saúde, sendo um dos principais pilares do bem-estar da população, demanda atenção contínua e ações coordenadas. A interação entre a Alesp e o Ministério da Saúde pode resultar em melhorias significativas para a população paulista.

A audiência pública também permitirá que a sociedade civil se manifeste sobre suas preocupações e sugestões, fortalecendo a transparência e a participação popular nas decisões que afetam a saúde de todos.

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Deputados e especialistas debatem papel das Santas Casas em audiência pública na Alesp

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A Assembleia Legislativa de São Paulo realizou, nesta terça-feira (9), uma audiência pública para discutir a importância das Santas Casas de Misericórdia no atendimento hospitalar. A iniciativa foi do deputado Luiz Claudio Marcolino (PT) e contou com a presença da presidente da Comissão de Saúde da Alesp, deputada Bruna Furlan (PSDB), o que reforçou ainda mais a relevância do debate.

Durante o encontro, dados da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB) mostraram que essas instituições respondem por mais de 60% das internações de alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo fundamentais para o acesso da população, especialmente em cidades do interior.

O diretor-presidente da Federação das Santas Casas (Fehosp), Edson Rogatti, destacou como principal desafio a defasagem na tabela de procedimentos do SUS, sem reajuste há duas décadas. Ele elogiou o apoio dos parlamentares paulistas em medidas como a Tabela SUS Paulista, regionalização e saúde digital.

Também participou o médico Rodrigo Oliveira, representante do Ministério da Saúde, que apresentou o programa “Agora tem Especialistas”, voltado a reduzir filas de espera e ampliar o acesso à atenção especializada. Ele destacou a necessidade de integração entre União, estados e municípios para fortalecer o sistema.

Além de Marcolino e Bruna Furlan, o deputado Itamar Borges (MDB) também esteve presente.

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Bruna Furlan anuncia audiências públicas e Comissão de Saúde aprova projeto sobre tratamento de autismo

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A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou, nesta quarta-feira (25), projetos relacionados à saúde pública e ao atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A reunião foi conduzida pela deputada estadual Bruna Furlan (PSDB), que preside o colegiado.

Entre as propostas aprovadas está o Projeto de Lei 163/2022, que autoriza o Poder Executivo a adotar o método ABA (Análise Aplicada do Comportamento) para o tratamento de pacientes com TEA na rede pública estadual de Saúde, desde que haja recomendação médica. A técnica, já utilizada por profissionais da área, busca analisar a relação entre o ambiente, o comportamento humano e o aprendizado, sendo reconhecida como uma das mais avançadas no acompanhamento de pessoas com TEA.

Os parlamentares também deram aval ao Projeto de Lei 302/2023, de autoria do deputado Rogério Nogueira (PSDB), que institui o Programa de Auxílio Psicológico a Vítimas de Crimes de Violência Sexual. A proposta prevê assistência especializada e multidisciplinar em unidades como delegacias de polícia, o Instituto Médico Legal (IML), ambulatórios médicos e com equipes de atenção social. O atendimento também se estenderá aos familiares diretos ou responsáveis das vítimas.

Ainda durante a reunião, foi aprovado um requerimento da deputada Bruna Furlan para a realização de audiências públicas nos Departamentos Regionais de Saúde (DRS) de diversas regiões do estado. Os encontros devem ocorrer entre o segundo semestre de 2025 e o primeiro semestre de 2026, abrangendo cidades como São Paulo, Araçatuba, Araraquara, Franca, Marília, Piracicaba, São José do Rio Preto e Sorocaba.

Segundo o requerimento, as visitas e reuniões têm o objetivo de discutir o atendimento prestado à população nas regiões contempladas. “Vamos organizar reuniões e visitas nas DRSs que ainda não percorremos, para assegurar a melhora no atendimento da população por todo o estado”, disse Bruna Furlan.

As propostas aprovadas seguem agora para análise do Plenário da Assembleia Legislativa.

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Bruna Furlan é reeleita presidente da Comissão de Saúde da Alesp para novo biênio

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A deputada estadual Bruna Furlan (PSDB) foi reeleita presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nesta quarta-feira (21). O deputado Oseias de Madureira (PSD) também foi reconduzido ao cargo de vice-presidente. Ambos receberam nove votos e comandarão o colegiado no biênio 2025-2027.

Durante a reunião, Bruna Furlan agradeceu a confiança dos colegas parlamentares e destacou os avanços conquistados nos últimos dois anos. “Esse apoio nos motiva a seguir com ânimo redobrado. Vamos trabalhar por propostas que contribuam para o aprimoramento das políticas públicas e garantam um atendimento de saúde cada vez melhor à população paulista”, afirmou.

Oseias de Madureira também reforçou o compromisso da Comissão com a responsabilidade e o equilíbrio nas decisões. “Nosso foco será ouvir as necessidades regionais e atuar com assertividade para propor soluções eficazes que melhorem a saúde no Estado”, declarou.

Prioridades e plano de trabalho

Na ocasião, os membros da Comissão discutiram o plano de trabalho para os próximos dois anos, com foco em ações que aproximem o Legislativo das necessidades reais da população. Uma das principais estratégias será o fortalecimento da regionalização da saúde, por meio de visitas às regiões paulistas para ouvir demandas locais.

O deputado Elton (União) defendeu que esse contato direto com os municípios permitirá uma atuação mais eficaz do colegiado. Já a deputada Edna Macedo (Republicanos) propôs o aumento da frequência das visitas parlamentares a hospitais públicos, filantrópicos e terceirizados. “É preciso um olhar atento para melhorar a qualidade de vida da população”, enfatizou.

Outros pontos discutidos incluíram a necessidade de abrir novos leitos hospitalares e preencher os que estão ociosos, como apontaram os deputados Itamar Borges (MDB) e Valdomiro Lopes (PSB).

O deputado Luiz Cláudio Marcolino (PT) destacou ainda a importância de desenvolver políticas públicas voltadas ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado.

Outro tema em destaque foi o avanço da telemedicina. O deputado Marcelo Aguiar (Podemos) defendeu a ampliação do serviço como uma alternativa viável para moradores de regiões mais distantes. “A telemedicina é o futuro e pode transformar o acesso à saúde, especialmente nas áreas rurais”, observou.

Frequência das reuniões

A Comissão definiu que os encontros acontecerão às quartas-feiras, sempre às 11h. Participaram da reunião os deputados Alex Madureira (PL), Dani Alonso (PL), Ana Perugini (PT), Thainara Faria (PT), Gilmaci Santos (Republicanos), além dos parlamentares que compõem a mesa diretora.

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Foto: Carol Jacob/Alesp

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Alesp homenageia Diretor de Saúde da Unicamp com Colar de Honra ao Mérito; Bruna Furlan prestigia cerimônia

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Na noite da última segunda-feira (14), a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realizou uma Sessão Solene para homenagear o médico Oswaldo da Rocha Grassiotto, diretor da Área de Saúde da Unicamp. A cerimônia contou com a presença da deputada estadual Bruna Furlan (PSDB), que preside a Comissão de Saúde da Alesp e fez questão de prestigiar o evento.

Grassiotto recebeu o Colar de Honra ao Mérito, maior condecoração do Parlamento Paulista, em reconhecimento à sua trajetória dedicada à Medicina, ao ensino superior e à construção de políticas públicas voltadas à saúde da mulher e à gestão hospitalar. A iniciativa da homenagem foi do deputado Barros Munhoz (PSDB), que destacou a importância da Unicamp para o sistema de saúde paulista.

Durante a cerimônia, Bruna Furlan exaltou a atuação de Grassiotto na formação médica e na ampliação da qualidade dos serviços prestados à população. “Oswaldo dedicou toda a vida para qualificar o processo, o aprendizado e a saúde. Tornou-se uma referência na Unicamp, dedicando-se à Medicina, à docência e ao exercício de cargos importantes, dando enorme contribuição às Ciências Médicas e à Universidade”, afirmou.

A deputada Bruna Furlan (PSDB), que preside a Comissão de Saúde da Alesp, presigiou a homenagem ao médico Oswaldo Grassiotto.
Foto: Rodrigo Costa/Alesp

O homenageado, por sua vez, rememorou marcos de sua carreira e destacou o papel fundamental da Unicamp no atendimento universalizado por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). “Se o SUS não existisse, o Brasil seria uma barbárie”, declarou.

A presença da deputada Bruna Furlan na solenidade reforça o compromisso da Comissão de Saúde da Alesp com o reconhecimento de profissionais e instituições que impactam positivamente o sistema público de saúde no estado. Mesmo com tom institucional, o evento simbolizou também o apreço da Assembleia pela colaboração histórica da Unicamp na formação de profissionais e no atendimento à população.

Com uma trajetória marcada pelo trabalho em diversas frentes da saúde pública, Oswaldo Grassiotto segue atuando na Unicamp, coordenando um dos mais importantes complexos de saúde universitária do país, responsável por hospitais, centros especializados e ações regionais em várias cidades paulistas.

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Fotos: Rodrigo Costa/Alesp

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Alesp debate prevenção e tratamento da leucemia em audiência pública

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A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realizou, nesta quarta-feira (26), uma audiência pública para discutir a prevenção e o tratamento da leucemia. O evento, promovido em parceria com a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), integrou as atividades do Fevereiro Laranja, campanha instituída pela Lei 17.207/19, do deputado Thiago Auricchio (PL).

A deputada estadual Bruna Furlan (PSDB), presidente da Comissão de Saúde da Alesp, destacou a relevância da iniciativa. “Sem dúvida, uma iniciativa da maior importância, na medida em que proporciona um espaço de diálogo e reflexão sobre essa doença que se apresenta na forma aguda ou crônica e exige urgência no diagnóstico para aumentar a possibilidade de bons resultados no tratamento, garantindo a melhor qualidade de vida aos pacientes”, afirmou.

O debate reuniu especialistas que reforçaram a necessidade de diagnóstico precoce. – Foto: Marco A. Cardelino/Alesp

O debate reuniu especialistas que reforçaram a necessidade de diagnóstico precoce e acesso a tratamentos avançados, especialmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O hematologista Eduardo Rego alertou para a alta mortalidade nos primeiros 30 dias após o diagnóstico, enquanto o médico Renato Cunha, da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), apontou desigualdades no acesso às terapias.

A atenção oncológica também foi tema central do encontro. A presidente da Abrale, Catherine Moura, defendeu melhorias na estruturação das redes de atendimento, enquanto a pediatra Adriana Seber ressaltou a importância de protocolos específicos para crianças com leucemia.

Representantes do governo estadual informaram sobre medidas em andamento. A hematologista Selma Soriano destacou a reestruturação da rede de hemocentros para garantir o abastecimento de bolsas de sangue, enquanto Marcos Ferlin, da Secretaria de Saúde, apresentou dados sobre transplantes de medula óssea, informando que São Paulo possui 53 hospitais habilitados para o procedimento.

Com a participação de especialistas e parlamentares, a audiência pública reforçou o compromisso da Alesp em buscar soluções para ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento da leucemia, garantindo maior eficiência no combate à doença.

Leia também: Governo vai liberar saldo do FGTS a quem optou por saque-aniversário


Fotos: Marco A. Cardelino/Alesp

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Deputada Bruna Furlan destaca eficiência das Organizações Sociais de Saúde em audiência pública na Alesp

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Gestores públicos, representantes do terceiro setor e especialistas se reuniram na úlitma quinta-feira (5), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), para discutir o papel das Organizações Sociais de Saúde (OSS) na gestão da saúde pública do estado. A deputada estadual Bruna Furlan (PSDB), que preside a Comissão de Saúde da Casa, teve papel de destaque no debate, reforçando a importância do modelo para ampliar o atendimento à população e otimizar recursos públicos.

A deputada enfatizou a necessidade de manter o foco no controle social e na transparência, reconhecendo que o modelo permite ganhos significativos em eficiência no uso do orçamento público.

O encontro destacou que o modelo de gestão por OSS consome atualmente R$ 7 bilhões do orçamento estadual, equivalente a 20% dos recursos destinados à Saúde. O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Dimas Ramalho, elogiou os avanços proporcionados pelas OSS, mas alertou para a necessidade de ajustes que assegurem maior transparência e controle.

Reestruturação e regionalização

Durante a audiência, a secretária-executiva da Saúde, Priscilla Perdicaris, anunciou iniciativas do Governo para aprimorar o modelo, como a reestruturação dos contratos, maior controle técnico e critérios mais rigorosos na seleção de organizações. Priscilla destacou que a regionalização das metas é uma das estratégias para alinhar as necessidades locais ao orçamento disponível.

Parcerias fundamentais para os municípios

Representantes de entidades como o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems/SP) e o Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) reforçaram a relevância das OSS, especialmente para municípios com recursos limitados. Carmem Silvia Guariente, do Cosems/SP, destacou que muitas cidades enfrentam dificuldades para monitorar e avaliar contratos de saúde.

Pietro Sidoti, do Ibross, afirmou que o modelo deve continuar evoluindo, mantendo flexibilidade, qualidade e comprometimento com o controle social.

Presenças marcantes

Além de Bruna Furlan, participaram da audiência os deputados Luiz Claudio Marcolino (PT) e Oseias de Madureira (PSD), ambos membros da Comissão de Saúde, e o procurador do Ministério Público de Contas, Thiago Pinheiro Lima. A sessão foi aberta pelo presidente da Alesp, André do Prado, que destacou a importância de modernizar o controle desse modelo de prestação de serviço.

Leia também: Pedágios da Rodovia Castello Branco terão redução de 28% com fim do contrato da CCR ViaOeste em 2025


Foto: Bruna Sampaio/Alesp

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