Bancos terão horário especial nos dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo

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As agências bancárias em todo o país terão horário especial de atendimento ao público nos dias em que a Seleção Brasileira entrar em campo pela Copa do Mundo. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as unidades encerrarão o expediente duas horas antes do início das partidas.

O horário de abertura das agências será mantido normalmente, de acordo com o funcionamento habitual de cada unidade. Já o encerramento do atendimento será antecipado para permitir a operação dos serviços de transporte de valores e garantir a segurança operacional dos bancos.

Dessa forma, quando os jogos do Brasil começarem às 14h, as agências fecharão às 12h. Caso a partida seja às 16h, o atendimento ao público será encerrado às 14h. Nos jogos marcados para as 17h, as unidades bancárias funcionarão até as 15h.

Os horários dos postos instalados em locais especiais, como aeroportos e shoppings, poderão variar e serão definidos por cada instituição.

A Febraban informou ainda que os canais digitais continuarão funcionando normalmente. Aplicativos, internet banking, salas de autoatendimento e o sistema Pix permanecerão disponíveis 24 horas por dia, inclusive nos dias dos jogos da Seleção Brasileira.

Como será o fechamento das agências

  • Jogo às 14h: bancos fecham às 12h;
  • Jogo às 16h: atendimento até as 14h;
  • Jogo às 17h: agências encerram as atividades às 15h.

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Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Santana de Parnaíba terá telão para estreia do Brasil na Copa do Mundo

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Os torcedores de Santana de Parnaíba terão um espaço especial para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. No próximo sábado (13), a Prefeitura promoverá o evento “Copa na Praça”, com transmissão da partida em telão na Praça 14 de Novembro, no Centro Histórico.

A programação começa às 18h e promete reunir famílias, amigos e amantes do futebol em um clima de confraternização e torcida pela Seleção Brasileira.

A proposta é transformar um dos principais cartões-postais da cidade em um ponto de encontro para os torcedores, com estrutura preparada para receber o público com conforto e segurança.

A expectativa é que moradores e visitantes aproveitem o ambiente festivo para acompanhar juntos a estreia do Brasil no Mundial, reforçando o espírito de união e a paixão pelo futebol.

Serviço

Copa na Praça
📅 13 de junho
🕕 18h
📍 Praça 14 de Novembro – Centro Histórico de Santana de Parnaíba

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Foto: Reprodução/PMSP

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Ancelotti convoca Seleção para a Copa de 2026 com Neymar, Vini Jr e Endrick

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Treinador italiano anuncia lista final do Brasil para o Mundial e mistura experiência, renovação e estrelas do futebol europeu

O técnico Carlo Ancelotti anunciou nesta segunda-feira (18) os 26 jogadores convocados da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 2026.

A convocação foi divulgada durante evento realizado no Museu do Amanhã e marca o início oficial da preparação brasileira para o Mundial.

A lista mistura jogadores experientes, atletas consolidados no futebol europeu e jovens nomes que representam a renovação da Seleção. Entre os principais destaques estão Neymar, Vinícius Júnior e Endrick.

A presença de Neymar era uma das maiores expectativas da convocação. Depois de conviver com lesões e questionamentos físicos nos últimos anos, o camisa 10 foi confirmado na lista final e deve disputar mais uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira.

O grupo também mantém lideranças importantes como Casemiro, Marquinhos, Alisson e Bruno Guimarães, enquanto jovens atletas passam a ganhar protagonismo dentro do novo ciclo comandado por Ancelotti.

A convocação rapidamente dominou as redes sociais e movimentou torcedores em todo o país, principalmente pela presença de nomes históricos e pela aposta em jogadores que vivem bom momento no futebol internacional.

Confira os convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026:

Goleiros

  • Alisson (Liverpool)
  • Ederson (Fenerbahçe)
  • Weverton (Grêmio)

Zagueiros

  • Marquinhos (Paris Saint-Germain)
  • Gabriel Magalhães (Arsenal)
  • Bremer (Juventus)
  • Ibañez (Al Ahli)
  • Léo Pereira (Flamengo)

Laterais

  • Wesley (Roma)
  • Alex Sandro (Flamengo)
  • Douglas Santos (Zenit)
  • Danilo (Flamengo)

Meio-campistas

  • Casemiro (Manchester United)
  • Bruno Guimarães (Newcastle)
  • Danilo (Botafogo)
  • Lucas Paquetá (Flamengo)
  • Fabinho (Al-Ittihad)

Atacantes

  • Raphinha (Barcelona)
  • Vinícius Júnior (Real Madrid)
  • Luiz Henrique (Zenit)
  • Gabriel Martinelli (Arsenal)
  • Neymar (Santos)
  • Endrick (Lyon/Real Madrid)
  • Matheus Cunha (Manchester United)
  • Rayan (Bournemouth)
  • Igor Thiago (Brentford)

A expectativa agora gira em torno do início da preparação da equipe e dos amistosos que antecedem a estreia do Brasil no Mundial de 2026.

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Foto: Rafael Ribeiro/CBF

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Ancelotti convoca Neymar para a Copa de 2026 e agita torcida brasileira

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Camisa 10 volta à Seleção na lista final para o Mundial e reacende esperança do Brasil pelo hexacampeonato

O técnico Carlo Ancelotti confirmou a convocação de Neymar para a disputa da Copa do Mundo de 2026. A presença do camisa 10 na lista final da Seleção Brasileira movimentou o cenário esportivo e provocou forte repercussão entre torcedores nas redes sociais.

Depois de um longo período marcado por lesões e dúvidas sobre sua condição física, Neymar volta a aparecer como peça importante no planejamento da equipe brasileira para o Mundial.

A decisão de Ancelotti sinaliza confiança na experiência, liderança e capacidade técnica do atacante para momentos decisivos da competição.

A convocação também marca a continuidade de um dos jogadores mais emblemáticos da história recente da Seleção Brasileira em mais uma Copa do Mundo. Mesmo cercado por debates nos últimos anos, Neymar segue como um dos nomes mais influentes do futebol brasileiro dentro e fora de campo.

Nos bastidores da Seleção, a avaliação é de que o camisa 10 pode exercer papel importante não apenas tecnicamente, mas também na condução de um elenco renovado que tentará recolocar o Brasil no topo do futebol mundial.

A confirmação do atacante na lista final rapidamente dominou as redes sociais e dividiu opiniões entre os torcedores. Enquanto muitos comemoraram o retorno do craque, outros questionaram a aposta em um jogador que enfrentou problemas físicos recentes.

Apesar das discussões, a expectativa é de que Neymar chegue ao torneio como uma das principais referências ofensivas da equipe brasileira na primeira Copa do Mundo comandada por Carlo Ancelotti.

A convocação aumenta ainda mais a atenção sobre a Seleção Brasileira, que inicia o ciclo do Mundial cercada de expectativa pela busca do hexacampeonato.

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF/Direitos Reservados

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Renda média do brasileiro alcança maior valor da história

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O rendimento médio mensal real da população brasileira alcançou R$ 3.367 em 2025, o maior valor já registrado pela série histórica da PNAD Contínua, pesquisa do IBGE iniciada em 2012. O resultado representa crescimento de 5,4% em relação a 2024 e marca o quarto ano seguido de alta na renda dos brasileiros.

Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a recuperação econômica iniciada após a pandemia continua refletindo no rendimento das famílias, impulsionada principalmente pelo avanço do mercado de trabalho e pelo aumento da massa salarial no país.

O rendimento médio proveniente do trabalho também atingiu recorde histórico. Em 2025, os brasileiros receberam, em média, R$ 3.560 por mês em seus empregos e atividades profissionais, alta de 5,7% em relação ao ano anterior. Na comparação com 2019, período anterior à pandemia, o crescimento acumulado foi de 11,1%.

Segundo o levantamento, cerca de 143 milhões de pessoas possuíam algum tipo de rendimento no Brasil em 2025, o equivalente a 67,2% da população. É o maior percentual já registrado pela pesquisa desde o início da série histórica.

A massa de rendimento do trabalho, que representa o total de dinheiro circulando na economia por meio dos salários e ocupações, também alcançou recorde. O valor chegou a R$ 361,7 bilhões em 2025, crescimento de 7,5% frente a 2024 e de 23,5% em relação a 2019.

O IBGE destaca que o avanço foi impulsionado tanto pelo aumento dos salários quanto pelo crescimento da população ocupada com rendimento, que chegou a 101,6 milhões de trabalhadores no país.

Apesar da melhora nos indicadores, a desigualdade de renda continua elevada. Segundo a pesquisa, os 10% mais ricos da população concentravam 40,3% de toda a massa de rendimento domiciliar do Brasil em 2025. Em média, esse grupo recebeu 13,8 vezes mais do que os 40% com menor renda.

O rendimento domiciliar per capita também bateu recorde e chegou a R$ 2.264 em 2025, alta de 6,9% na comparação com o ano anterior.

Entre as regiões do país, o Sul apresentou o maior rendimento domiciliar per capita, com média de R$ 2.734. Na sequência aparecem Centro-Oeste (R$ 2.712), Sudeste (R$ 2.669), Norte (R$ 1.558) e Nordeste (R$ 1.470).

Os dados também mostram que aposentadorias e pensões continuam sendo a principal fonte de renda fora do mercado de trabalho, alcançando 13,8% da população brasileira. Já os programas sociais do governo atenderam 9,1% dos brasileiros em 2025, com maior presença nas regiões Nordeste e Norte.

O valor médio recebido em programas sociais ficou em R$ 870 no ano passado, patamar semelhante ao de 2024, mas 71,3% superior ao registrado antes da pandemia.

Entre os domicílios atendidos pelo Bolsa Família, o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 774 em 2025. Nas famílias sem o benefício, a média alcançou R$ 2.682.

Para especialistas, os números reforçam o avanço da renda no país após o período crítico da pandemia, mas também evidenciam que a desigualdade social segue como um dos principais desafios econômicos do Brasil.

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Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Planos de saúde coletivos sobem 9,9% em 2026 e reajuste segue acima da inflação

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Os planos de saúde coletivos registraram reajuste médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Embora seja o menor aumento médio dos últimos cinco anos, o índice ainda supera com folga a inflação oficial do país, que ficou em 3,81% no período.

O aumento atinge contratos coletivos empresariais e por adesão, modalidade que concentra a maior parte dos beneficiários no Brasil. Atualmente, cerca de 84% dos usuários de planos de saúde estão vinculados a contratos desse tipo.

Os dados divulgados pela ANS mostram que os reajustes seguem em patamares elevados há mais de uma década. Mesmo com a desaceleração registrada em 2026, os aumentos continuam pressionando empresas, trabalhadores e famílias que dependem da saúde suplementar.

Veja a evolução média dos reajustes dos planos coletivos nos últimos anos:

  • 2016 — 15,74%
  • 2017 — 14,24%
  • 2018 — 11,96%
  • 2019 — 10,55%
  • 2020 — 7,71%
  • 2021 — 6,43%
  • 2022 — 11,48%
  • 2023 — 14,13%
  • 2024 — 13,18%
  • 2025 — 10,76%
  • 2026 — 9,90%

A última vez em que os reajustes ficaram abaixo do percentual atual foi em 2021, durante a pandemia da covid-19. Naquele período, o isolamento social provocou redução significativa na realização de consultas, exames e cirurgias eletivas, diminuindo os custos das operadoras.

Apesar da queda em relação aos últimos anos, entidades de defesa do consumidor seguem criticando os reajustes acima da inflação. O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), por exemplo, costuma questionar os aumentos praticados pelas operadoras em contratos coletivos.

A ANS, no entanto, afirma que a comparação direta com o IPCA não é adequada. Segundo a agência, o cálculo considera fatores específicos do setor de saúde, como aumento nos custos médicos, procedimentos, internações e frequência de utilização dos serviços pelos beneficiários.

Outra diferença importante está na forma como os reajustes são definidos. Nos planos individuais e familiares, o percentual máximo é determinado pela própria ANS. Já nos contratos coletivos, os aumentos são negociados diretamente entre empresas, associações ou administradoras e as operadoras de saúde.

Os dados da agência também mostram diferenças relevantes entre os tipos de contratos coletivos. Nos dois primeiros meses de 2026, os planos com 30 ou mais beneficiários tiveram reajuste médio de 8,71%. Já os contratos menores, com até 29 vidas, registraram aumento médio de 13,48%.

Segundo a ANS, cerca de 77% dos consumidores estão nos planos com mais de 30 usuários, geralmente contratados por empresas de médio e grande porte.

O setor de saúde suplementar segue em expansão no país. Dados de março de 2026 apontam que o Brasil alcançou 53 milhões de vínculos em planos de saúde, crescimento de 906 mil contratos em relação ao ano anterior.

Além do aumento no número de beneficiários, as operadoras também registraram lucro recorde. Em 2025, o setor acumulou receitas de R$ 391,6 bilhões e lucro líquido de R$ 24,4 bilhões, o maior já registrado pela saúde suplementar no país.

Na prática, isso significa que as empresas obtiveram cerca de R$ 6,20 de lucro a cada R$ 100 arrecadados.

O avanço dos reajustes em ritmo superior à inflação mantém o debate sobre custos da saúde suplementar e o peso crescente dos planos no orçamento das famílias brasileiras, principalmente entre trabalhadores vinculados a contratos empresariais.

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Imagem: Etactics Inc/Unsplash

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Após cirurgia em SP Lula deve ficar em repouso nos próximos dias

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou por um procedimento cirúrgico na manhã desta sexta-feira (24), em São Paulo, para retirada de uma lesão no couro cabeludo. A cirurgia foi considerada simples e ocorreu sem intercorrências, com previsão de alta no mesmo dia.

De acordo com o médico Roberto Kalil Filho, que acompanha o presidente, o procedimento foi bem-sucedido e não deve afetar a rotina institucional nos próximos dias.

A intervenção foi realizada pela médica Cristina Abdala, que explicou tratar-se de uma lesão de pele do tipo carcinoma basocelular — condição comum associada à exposição solar e que não apresenta risco de disseminação para outras partes do corpo.

Durante a cirurgia, houve a retirada de uma área de pele na região afetada, e o material foi encaminhado para biópsia. Segundo os médicos, esse tipo de lesão é frequente e costuma ter tratamento simples quando diagnosticado precocemente.

Além do procedimento na cabeça, o presidente também passou por uma infiltração na mão direita para tratar um quadro de tendinite.

Após a cirurgia, Lula deve permanecer em repouso por alguns dias, evitando agendas mais intensas. A recomendação médica inclui cuidados com a cicatrização, como proteção solar e uso de curativos, com recuperação estimada em cerca de um mês.

Apesar das orientações, a equipe médica afirmou que o procedimento não compromete compromissos futuros nem eventuais atividades políticas. O presidente esteve acompanhado da primeira-dama Rosangela Lula da Silva durante a internação.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Financiamento de veículos cresce 12,8% e atinge melhor resultado desde 2008

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As vendas financiadas de veículos no Brasil cresceram 12,8% no primeiro trimestre de 2026, totalizando 1,89 milhão de unidades — o melhor desempenho para o período desde 2008. O avanço reforça a retomada do crédito e aquece o mercado automotivo no país.

O resultado mostra um cenário mais favorável para o setor, impulsionado pela maior oferta de crédito e pela demanda aquecida em diferentes segmentos.

Os veículos usados seguem liderando os financiamentos, com 1,21 milhão de unidades, enquanto os novos somaram 675 mil. Ambos apresentaram crescimento em relação ao mesmo período de 2025.

Entre os segmentos, os automóveis leves concentraram a maior parte das operações, com 1,31 milhão de unidades financiadas. Já as motos tiveram destaque no crescimento, com alta de 18,1%, enquanto os veículos pesados avançaram de forma mais moderada.

O desempenho positivo foi registrado em todas as regiões do país, com o Nordeste liderando a expansão percentual, seguido por Centro-Oeste, Sul, Sudeste e Norte.

No recorte por modalidade, o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) foi responsável pela maior parte das operações, com mais de 1,6 milhão de financiamentos, seguido pelos consórcios.

O mês de março também apresentou forte aceleração, com crescimento de 27,6% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 703 mil unidades financiadas — o melhor resultado desde 2011.

O avanço foi puxado tanto por veículos novos quanto usados, indicando um movimento consistente de recuperação e estabilidade no setor.

Além disso, os preços dos veículos novos registraram leve alta em março, enquanto o mercado de usados manteve estabilidade, refletindo um equilíbrio entre oferta e demanda.

O cenário aponta para uma continuidade do crescimento ao longo do ano, com o crédito desempenhando papel central na sustentação das vendas.

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Foto: Rafa Neddemeyer/Ag. Brasil

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Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6×1

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Cerca de 84% dos brasileiros são favoráveis aos trabalhadores terem, no mínimo, dois dias de descanso por semana, segundo a pesquisa da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, feita nas 27 unidades da Federação, entre os dias 30 de janeiro e 5 deste mês. A pesquisa mostrou ainda que  73% apoiam o fim da escala 6×1, desde que não haja redução de salário. Foram ouvidos 2.021 cidadãos acima de 16 anos de idade.

O CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, esclareceu nesta quinta-feira (12) à Agência Brasil que a ampla maioria – 62% dos consultados – sabe que há em debate, no âmbito do governo federal e do Congresso Nacional, a proposta de acabar com a escala 6×1. 

“A gente tem de cara 35%, ou seja, uma de cada três pessoas que nunca nem ouviu falar desse negócio. E dos 62% que já ouviram falar, 12% conhecem bem e 50% conhecem mais ou menos”, disse Tokarski. 

De maneira genérica, 63% dos consultados se mostraram a favor do fim da escala 6×1. Ao serem indagados se tiver redução de salário continuaria a favor ou mudaria de opinião, 30% afirmaram ser favoráveis, desde que não se mexa no bolso dos trabalhadores. 

A mesma pergunta foi feita para os 22% que afirmaram ser contrários ao fim da jornada 6×1. Desses, 11% disseram que iriam continuar sendo contra, mas 10% responderam que “se não mexer no bolso, eu topo”.

Com a diminuição do salário, o total de pessoas favoráveis ao fim da escala cai para 28%, ou seja, a minoria. Outros 40% só são favoráveis à escala 6×1 se a medida for aprovada e não implicar em redução salarial. Há ainda 5% que se dizem favoráveis ao fim da jornada, mas ainda não têm opinião formada sobre a condicionante de manutenção ou redução dos salários.

Marcelo Tokarski avalia que a grande discussão no Congresso vai tratar da redução da jornada, com ou sem diminuição da remuneração dos trabalhadores. Para ele, o que a pesquisa mostra muito claramente é que quase todo mundo é favorável que tem que ter uma folga a mais. “Não dá para trabalhar seis dias e folgar um só”, disse.

“Essa é a grande questão, porque as empresas defendem que a jornada não seja reduzida mas, se houver redução, é com diminuição do salário. E os trabalhadores, de maneira geral, não topam uma redução de jornada com redução de salário”, explica.

Menos dinheiro

De acordo com Marcelo Tokarski, o problema é que, no Brasil, país de renda média baixa, de trabalho mais precarizado, pouca gente aceita ter uma folga a mais se o salário diminuir. 

“Acho que é um pouco essa leitura que a pesquisa nos traz e que joga luz sobre essa discussão”, disse. 

A pesquisa aponta que 84% das pessoas acreditam que o trabalhador deveria ter duas folgas obrigatórias. “É quase um viés de desejo. Quem não quer ter folga a mais? Todo mundo quer. Agora, quando a gente coloca que você vai trabalhar um dia menos, mas vai ganhar menos, o cara não quer porque tem conta para pagar. Acho que é um pouco isso que o dado evidencia ali para a gente”.

Lula

O projeto de acabar com a jornada 6×1 tem mais aprovação por quem votou no presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Era uma promessa, uma bandeira defendida pelo governo também. É natural que quem votou no Lula tende a apoiar mais”, disse Marcelo Tokarski.

A pesquisa revela que 71% dos entrevistados que votaram no presidente Lula no segundo turno das eleições de 2022 são a favor do projeto de lei que propõe o fim da escala 6×1. Outros 15% são contra, enquanto 15% não opinaram. Já entre quem votou em Jair Bolsonaro nas últimas eleições presidenciais, 53% são a favor do fim das 44 horas de trabalho semanais, 32% são contrários e 15% não opinaram.

PEC

A PEC 148/2015 foi aprovada no dia 10 de dezembro do ano passado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, mas ainda precisa passar por duas votações no plenário do Senado e duas na Câmara, com voto favorável de, pelo menos, 49 senadores e 308 deputados.

Se aprovada, o fim da escala 6×1 ocorrerá de forma gradual. No primeiro ano, serão mantidas as regras atuais. No ano seguinte, o número de descansos semanais subirá de um para dois. Atualmente, a jornada máxima semanal de trabalho é de 44 horas mas, a partir de 2027, poderá cair para 40 horas. O teto final será de 36 horas por semana de 2031 em diante. Anteriormente, o que se previa era que os empregadores não poderiam reduzir a remuneração dos trabalhadores para compensar o novo tempo de descanso. Esse ponto deverá ser votado pelo Congresso Nacional.

A pesquisa indagou dos entrevistados se acham que a proposta será aprovada pelo Congresso, e 52% disseram que sim, contra 35% que responderam que não. Outros 13% não opinaram. E apenas 12% afirmaram entender bem a PEC.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Paulo Pinto/Ag. Brasil

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Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça

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A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27).

A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos.

Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14.

No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa informa que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,50 ─ um recuo de 26,9%, já considerando a inflação do período.

A última mudança no preço do combustível havia sido em 21 de outubro de 2025, quando ficou 4,9% mais barata.

Preço nas bombas

O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que a gasolina é o produto com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.

Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.

Diesel

A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada no preço do óleo combustível vendido às distribuidoras é de 36,3%, considerando a inflação do período.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Shutterstock

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