AtlasIntel: Lula e Flávio Bolsonaro empatam pela 1ª vez em eventual 2º turno

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa da AtlasIntel encomendada pela Bloomberg News e divulgada na quarta-feira.

De acordo com o levantamento, Flávio teria 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula soma 46,2%. É a primeira vez que os dois figuram em empate desde que o senador oficializou sua entrada na disputa.

Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos de prisão por planejar uma tentativa de golpe após a derrota na eleição de 2022, Flávio reduziu a desvantagem registrada em dezembro. À época, Lula liderava por 53% a 41%. Em janeiro, o presidente ainda aparecia à frente, com 49% contra 45%.

A pesquisa indica que a vantagem de Lula diminuiu às vésperas da votação, em um cenário de polarização semelhante ao das últimas eleições.

O levantamento também aponta divisão equilibrada do eleitorado sobre qual candidato teria melhor desempenho em temas centrais. Lula tem priorizado propostas econômicas, como novas faixas de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil por mês e um plano para reduzir a jornada semanal de trabalho. Ainda assim, não apresenta vantagem clara sobre Flávio na avaliação de quem conduziria melhor a economia.

Já o senador tem defendido medidas mais rígidas na área de segurança pública, tema apontado por parte significativa dos brasileiros como uma das principais preocupações. Mesmo assim, o estudo aponta empate estatístico também nesse quesito.

Em um cenário de primeiro turno, Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 40% de Flávio. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o governador do Paraná, Ratinho Jr., registram cerca de 4% cada. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, alcança aproximadamente 5% quando incluído na simulação.

A AtlasIntel entrevistou 4.986 brasileiros entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto percentual.

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Foto: Reprodução/Ag. Senado

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Frota ironiza Bolsonaro em vídeo após decisão do STF de transferência para a Papudinha; vídeo

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O ex-deputado federal e atual vereador de Cotia, Alexandre Frota, publicou nesta segunda-feira (15) um vídeo em suas redes sociais ironizando o ex-presidente Jair Bolsonaro. A gravação foi ao ar logo após a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que determinou a transferência de Bolsonaro da carceragem da Polícia Federal para o presídio da Papuda.

No vídeo, Frota faz uma paródia de um antigo pronunciamento de Bolsonaro, em que o ex-presidente zombava sobre a Papuda ser o destino de certas pessoas. Utilizando um tom de deboche, o vereador imitou o estilo de fala de Bolsonaro, gerando ampla repercussão nas redes.

A publicação rapidamente se espalhou, com diversas reações entre apoiadores e críticos de ambos os políticos. Enquanto alguns usuários viram a atitude de Frota como uma provocação bem-humorada, outros a consideraram desrespeitosa. A decisão do STF e as reações subsequentes prometem continuar movimentando o cenário político nos próximos dias.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Datafolha: 54% consideram justa a prisão de Jair Bolsonaro e 40% injusta

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A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é considerada justa por 54% dos eleitores brasileiros, segundo levantamento do Datafolha. Outros 40% avaliam a detenção como injusta, enquanto 6% disseram não saber opinar. De acordo com a pesquisa, 34% afirmam que Bolsonaro deveria cumprir a pena em prisão domiciliar.

A execução da condenação, fixada em 27 anos e três meses de prisão, teve início em 25 de novembro, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro foi condenado por seu papel central na trama golpista que buscava mantê-lo no poder após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de 2022.

Três dias antes do início da execução da pena, o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo e juiz da execução penal, determinou a prisão do ex-presidente após ele tentar romper a tornozeleira eletrônica utilizando um ferro de solda. Bolsonaro já estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, em razão do descumprimento de medidas cautelares impostas pelo STF durante a fase final do julgamento.

Em 11 de setembro, Bolsonaro foi condenado juntamente com outros sete réus apontados como integrantes do núcleo central da trama golpista. Atualmente, ele está preso na superintendência da Polícia Federal em Brasília, em uma sala com móveis básicos e banheiro privativo. Moraes decidiu mantê-lo no local após o trânsito em julgado do processo, encerrado oficialmente no último dia 25.

Sobre o local de cumprimento da pena, além dos 34% que defendem a prisão domiciliar, os entrevistados se dividiram entre presídio comum (26%), unidade militar (20%) e uma sede da Polícia Federal (13%). Outros 7% não souberam responder.

O Datafolha também mediu o grau de informação dos eleitores sobre o caso. Segundo o instituto, 36% disseram estar bem informados sobre a condenação definitiva de Bolsonaro; 37% afirmaram ter conhecimento razoável; 11% se declararam mal informados; e 16% disseram não ter tomado conhecimento do desfecho judicial.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais, entre terça-feira (2) e quinta-feira (4), em 113 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Foto: Reprodução/Flickr/Jair Bolsonaro | *Matéria com informações da Folha de S. Paulo.

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STF forma maioria para manter prisão preventiva de Jair Bolsonaro

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta segunda-feira (24), para manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O julgamento ocorre no plenário virtual e seguirá aberto para registro de votos até as 20h. Até o momento, já votaram os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. O voto da ministra Cármen Lúcia ainda é aguardado.

A tendência é de decisão unânime, após a saída do ministro Luiz Fux — único integrante do colegiado que vinha divergindo da manutenção da prisão.

Moraes: “descumprimento doloso”

Primeiro a votar, o ministro Alexandre de Moraes reiterou os fundamentos que justificaram a ordem de prisão. Para ele, Bolsonaro é “reiterante” no descumprimento de medidas cautelares e violou “de forma dolosa e consciente” a tornozeleira eletrônica. O ministro destacou ainda que o próprio ex-presidente admitiu ter manipulado o equipamento, o que configuraria “falta grave” e “patente desrespeito à Justiça”.

Dino cita risco de repetição de atos extremistas

Em seu voto, o ministro Flávio Dino também apontou a violação da tornozeleira e mencionou a convocação de uma vigília em defesa do ex-presidente, promovida por um de seus filhos. Dino afirmou que fugas recentes de aliados — como Carla Zambelli, Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro — demonstram “profunda deslealdade com as instituições pátrias”.

O ministro argumentou ainda que grupos de apoiadores de Bolsonaro têm histórico de atuação “descontrolada”, o que amplia o risco de confrontos, depredações e ações semelhantes aos ataques de 8 de janeiro. Segundo ele, até mesmo a residência do ex-presidente poderia ser invadida durante mobilizações, colocando em risco moradores e agentes públicos.

“Se os propósitos fossem apenas religiosos, a análise poderia ser diversa, mas lamentavelmente a realidade tem demonstrado outra configuração, com retóricas de guerra, ódios e cenas de confrontos físicos”, afirmou Dino.

Com a maioria já formada, a decisão final deve ser proclamada após o encerramento do julgamento, ainda nesta noite.

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Foto: Reprodução/Flickr/Jair Bolsonaro

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Metade do país diz ‘sim’ à prisão domiciliar de Bolsonaro, aponta Datafolha

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Uma pesquisa do Datafolha divulgada na manhã desta quinta-feira (14) revela que 51% dos brasileiros aprovam a prisão domiciliar imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O levantamento foi realizado na segunda-feira (11) e terça-feira (12), com 2.002 entrevistados maiores de 16 anos, distribuídos em 113 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

De acordo com os dados, 42% dos entrevistados afirmaram discordar da medida, enquanto 3% declararam não concordar nem discordar. Outros 4% não souberam responder.

O instituto também mediu o nível de informação da população sobre o caso. Segundo o Datafolha, 87% dos eleitores afirmaram ter ouvido falar sobre a prisão domiciliar. Desses, 30% disseram estar bem informados, 42% afirmaram ter conhecimento parcial e 15% admitiram saber pouco.

A decisão judicial que impôs a prisão domiciliar ao ex-presidente vem gerando intensa repercussão política e social, ampliando a polarização em torno de seu nome e de sua atuação no cenário político nacional.

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Foto: Arquivo/Reprodução/TSE

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