Com foco na humanização, Hospital de Santana de Parnaíba lança boletim eletrônico para familiares na UTI

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O Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana de Parnaíba, iniciou nesta segunda-feira (2) a implantação do Boletim Eletrônico do Paciente na UTI Adulto. A ferramenta permite que familiares acompanhem, de forma remota, a evolução do quadro clínico e assistencial de pessoas internadas, ampliando a transparência e a humanização no atendimento.

A iniciativa funciona por meio de um QR Code entregue à pessoa indicada no termo de internação do paciente. O código dá acesso a um endereço eletrônico exclusivo, que reúne as informações do boletim e não é compartilhado com terceiros não autorizados. Após a leitura do QR Code, o familiar pode consultar dados atualizados sobre o estado de saúde e os cuidados prestados.

O boletim será atualizado duas vezes ao dia por médicos, enfermeiros e pela equipe multiprofissional, incluindo psicólogos e assistentes sociais. As informações contemplam aspectos do tratamento, evolução clínica e condutas assistenciais adotadas durante a internação.

Segundo a supervisora de enfermagem do HMSA, Carolina Lousa, a ferramenta facilita o entendimento do quadro clínico por parte dos familiares e contribui para maior segurança e confiança no cuidado prestado. De acordo com ela, o sistema também fortalece a comunicação entre a equipe assistencial, tornando o acompanhamento mais claro, eficiente e humanizado.

A implantação do Boletim Eletrônico do Paciente é apontada pela unidade como um avanço na integração entre tecnologia e prática assistencial. O objetivo é tornar os fluxos mais ágeis e oferecer um cuidado mais seguro e eficiente aos pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na região.

A prefeitura de Santana de Parnaíba informou que a expansão da ferramenta para os demais leitos do hospital ocorrerá de forma gradual nos próximos meses, permitindo a adaptação das equipes e dos processos à nova rotina de atendimento.

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Cotia intensifica vacinação contra sarampo e febre amarela a partir desta segunda-feira

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A Secretaria de Saúde de Cotia inicia, nesta segunda-feira (2), uma mobilização para intensificar a vacinação contra o sarampo e a febre amarela em todas as unidades de saúde do município. A ação segue até o dia 6 e será ampliada com o Dia D de vacinação no sábado, 7 de fevereiro, com foco no aumento da cobertura vacinal da população.

Apesar de as duas doenças estarem atualmente controladas em Cotia, a Vigilância Epidemiológica alerta para a importância da prevenção. O último caso de sarampo registrado na cidade ocorreu em 2020. Já a febre amarela teve apenas um caso confirmado em 2018.

Segundo o Departamento de Imunizações da Secretaria de Saúde, a vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação e é ofertada durante todo o ano. No entanto, a baixa cobertura vacinal em todo o estado de São Paulo e o registro de novos casos na capital paulista motivaram a intensificação da estratégia no município.

A vacina contra o sarampo é indicada para pessoas de 1 a 59 anos. Crianças devem receber a primeira dose aos 12 meses, com a tríplice viral, e a segunda aos 15 meses, com a tetra viral. Pessoas de 5 a 29 anos precisam de duas doses, enquanto o público de 30 a 59 anos deve receber uma dose, caso não haja comprovação vacinal. Trabalhadores da saúde devem ter duas doses, independentemente da idade.

Já a vacina contra a febre amarela é indicada a partir dos 9 meses até os 60 anos. Crianças recebem uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos. Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018 ou que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos devem receber reforço. Adultos de 5 a 59 anos não vacinados devem tomar dose única. Pessoas acima de 60 anos precisam de autorização médica.

Além da vacinação, a Secretaria reforça a atenção aos sintomas das doenças. O sarampo pode causar febre alta, manchas vermelhas no corpo, tosse seca, conjuntivite e coriza. A febre amarela provoca febre súbita, calafrios, dor de cabeça intensa, dores musculares, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima, com documento e carteira de vacinação, para verificar a situação vacinal e se proteger.

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Hospital Regional de Osasco passa a ser administrado por nova gestão e amplia atendimento especializado

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O Hospital Regional de Osasco, na Grande São Paulo, passou a contar com uma nova gestão a partir de janeiro, com a entrada do Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” (CEJAM). A unidade é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e atua como hospital de referência para a região.

Com a mudança, o CEJAM assume a gestão dos serviços de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cuidados intermediários, enfermarias clínica e cirúrgica e do pronto-socorro, que passa a oferecer atendimento médico especializado em neurologia. As integrações envolvem uma equipe de cerca de 330 profissionais.

Segundo a instituição, a ampliação da atuação tem como objetivo fortalecer a capacidade assistencial e ampliar o acesso da população a atendimentos hospitalares qualificados, com foco na segurança do paciente, na humanização do cuidado e na adoção de processos padronizados.

“O objetivo é garantir a excelência no atendimento em saúde, com foco na segurança do paciente, na humanização do cuidado e na adoção de processos padronizados e boas práticas assistenciais, contribuindo para uma experiência mais resolutiva e positiva ao longo de toda a jornada do paciente”, afirma Dirley Glizt, gerente hospitalar e da rede de atenção às urgências do CEJAM.

Fundado em 1991, o CEJAM é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos que atua em parceria com o poder público na gestão de serviços de saúde em diversos municípios dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. A organização integra o Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS) e é reconhecida como instituição de apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work.

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Foto: Diogo Moreira/A2 Fotografia

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Bets viram alerta de saúde pública e Prefeitura de Barueri orienta sobre riscos e tratamento

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O crescimento das apostas esportivas no Brasil, impulsionado pelo acesso via celular e pela liberação do setor em 2018, tem acendido um alerta para a saúde pública. Em Barueri, a Secretaria de Saúde reforça que o uso sem controle pode evoluir para dependência, com impactos emocionais, financeiros e familiares, e amplia a divulgação dos serviços de apoio durante a Campanha Janeiro Branco.

Especialistas apontam que a dependência em jogos ocorre quando a pessoa não consegue interromper as apostas mesmo diante de prejuízos. Entre os sinais mais comuns estão aumento progressivo do valor apostado, irritação ao tentar parar, pensamento constante em jogos, uso das apostas como forma de aliviar tristeza ou ansiedade, além de mentiras para familiares, endividamento e perdas no trabalho.

A Prefeitura informa que, em situações mais graves, o quadro pode se associar a transtornos como depressão, exigindo acompanhamento especializado. Quem enfrenta problemas com apostas pode procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para avaliação e encaminhamento.

O principal serviço de referência no município é o Caps AD III – Crad, voltado ao atendimento de pessoas com dependência de álcool, drogas e jogos. A unidade oferece acolhimento, consultas individuais, grupos terapêuticos, apoio às famílias, oficinas e acompanhamento contínuo. Em casos de crise, o atendimento também é realizado nos prontos-socorros.

A Secretaria da Família atua de forma integrada, identificando situações de dependência entre os munícipes atendidos e encaminhando para a rede de saúde mental, mantendo o acompanhamento familiar. Além do tratamento, a Prefeitura destaca a importância da prevenção, com informação, apoio profissional e estímulo a hábitos saudáveis, como atividades esportivas e de lazer.

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Cajamar mantém atendimento gratuito para confecção de próteses dentárias no Centro de Especialidades

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A Prefeitura de Cajamar segue oferecendo, de forma contínua, o serviço gratuito de próteses dentárias por meio do Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), localizado no Complexo de Saúde do município. A iniciativa, implantada de forma inédita na cidade, garante reabilitação oral a moradores que necessitam do tratamento.

O atendimento é realizado mediante encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde, após avaliação odontológica. No CEO, os pacientes passam por acompanhamento especializado em todas as etapas, desde a análise clínica até a entrega das próteses.

Com estrutura adequada e profissionais capacitados, o serviço funciona com produção mensal das peças, atendendo a demanda de munícipes que aguardavam pelo procedimento. Segundo a administração municipal, o programa contribui para a melhoria da saúde bucal e do bem-estar da população.

A oferta integra os investimentos permanentes da Prefeitura de Cajamar na área da saúde, com foco na ampliação do acesso a serviços especializados e na continuidade do atendimento à população.

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8 sinais de que a pessoa não está bem, mesmo quando segue funcionando

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Mesmo sem sinais extremos, sintomas sutis e persistentes podem indicar adoecimento mental

Nem todo sofrimento psíquico se manifesta de forma evidente. Neste Janeiro Branco, mês de campanha de promoção da saúde mental, é preciso alertar que muitas pessoas convivem com um mal-estar emocional constante, difícil de nomear e fácil de ignorar, enquanto continuam trabalhando, cuidando da família e cumprindo compromissos diários. Esse tipo de sofrimento, menos óbvio e mais silencioso, é hoje um dos grandes desafios no cuidado com a saúde mental.

Ao contrário de quadros mais reconhecidos — como a dificuldade de sair da cama, alterações intensas de apetite ou crises emocionais —, o sofrimento psíquico silencioso não interrompe a rotina. “A pessoa segue funcionando, mas com sensação frequente de cansaço emocional, esvaziamento e desconexão”, diz Danielle Admoni, psiquiatra da infância e adolescência, supervisora na residência de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

8 sinais de que a saúde mental pode não ir bem

  1. Irritabilidade constante e baixa tolerância a frustrações, mesmo em situações simples do dia a dia.
  2. Dificuldade de concentração e esquecimentos frequentes, com sensação de mente “embaralhada” ou dispersa.
  3. Cansaço emocional persistente, que não melhora com descanso ou tempo livre.
  4. Perda de prazer em atividades antes agradáveis, mesmo continuando a realizá-las.
  5. Procrastinação acompanhada de culpa, e não de alívio.
  6. Distanciamento emocional de pessoas próximas, com menor vontade de compartilhar sentimentos.
  7. Sensação constante de estar devendo algo, mesmo quando se cumpre muitas tarefas.
  8. Funcionamento no modo automático, com pouca conexão emocional com a própria rotina.

Esses sinais costumam ser minimizados, tanto por quem sente quanto por quem observa. O mal-estar é atribuído ao estresse, à rotina corrida ou a uma “fase difícil”. A cultura da produtividade reforça essa invisibilidade: se a pessoa está dando conta de suas obrigações, entende-se que está tudo bem.

O problema é que ignorar esses sinais não os faz desaparecer. Pelo contrário: o acúmulo de sofrimento emocional não reconhecido pode evoluir para quadros mais graves, como depressão, ansiedade crônica e burnout, além de impactar relações, desempenho cognitivo e saúde física.

Reconhecer esses sintomas precocemente é uma forma de cuidado e prevenção, não de exagero. Quando o mal-estar persiste por semanas ou quando o cansaço emocional se torna constante e a vida passa a ser vivida no modo automático, sem sentido ou prazer, é hora de buscar ajuda. “Se esses sintomas trazem um prejuízo clinicamente significativo, eles precisam ser tratados, por isso é importante procurar um profissional de saúde mental para avaliar”, diz Danielle Admoni.

O Janeiro Branco propõe ampliar o olhar sobre saúde mental. Falar apenas dos quadros mais extremos deixa de fora uma parcela significativa de pessoas que sofrem em silêncio. Cuidar da mente também significa prestar atenção ao que não grita, mas insiste.

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Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Ag. Brasil

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Butantan recruta idosos para ensaio clínico da vacina da dengue

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O Instituto Butantan está recrutando, a partir desta terça-feira (13), 767 voluntários de 60 a 79 anos para ensaios clínicos com a sua vacina da dengue, a Butantan-D. Os testes serão realizados ao longo do ano em quatro centros de pesquisa em Porto Alegre e Pelotas (RS) e um em Curitiba (PR). Participam ainda, 230 adultos de 40 a 59 anos como grupo controle em cinco centros de pesquisa no RS e PR.

Os 997 participantes do sexo masculino ou feminino, precisam estar saudáveis ou com comorbidades controladas. Será feito um sorteio entre os idosos para receber a vacina (690 participantes) ou o placebo (77 participantes), enquanto os 230 adultos (de 40 a 59 anos) receberão a vacina, sem sorteio para grupo placebo.

Segundo o Instituto Butantan, o objetivo dessa fase do estudo é avaliar a segurança e comparar a resposta imunológica por meio de testes laboratoriais para entender se a produção de anticorpos dos participantes idosos é semelhante à do grupo adulto já acompanhado nos estudos anteriores da Butantan-DV.

O recrutamento começa no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre (RS) e os interessados em participar podem se inscrever ao preencher um questionário. Em seguida, as inscrições ocorrerão nos outros quatro centros: o Hospital Moinhos de Vento e o Núcleo de Pesquisa Clínica do Rio Grande do Sul (PUCRS), ambos na capital gaúcha; o Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HEUFPEL/Ebserh), em Pelotas (RS); e o Serviço de Infectologia e Controle de Infecção Hospitalar de Curitiba (PR).

“A faixa etária de maiores de 60 anos está entre as mais impactadas pela morbidade da dengue, por isso consideramos de suma importância que tal faixa etária tenha a oportunidade de se proteger através da vacinação. Este é o objetivo primordial deste estudo: garantir a segurança para que pessoas entre 60 e 79 anos possam receber a Butantan-DV”, afirmou a diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos.

De acordo com o gestor médico de desenvolvimento clínico do Butantan Érique Miranda, a maioria dos participantes da pesquisa terá que fazer apenas quatro visitas ao centro durante o estudo. A ideia é fazer um estudo ‘enxuto’ para facilitar a participação das pessoas.

“A primeira visita já para tomar a vacina, com retorno em 22 dias; depois em 42 dias; e um ano depois da vacinação para coleta de sangue. Inicialmente 56 idosos terão que fazer mais visitas para coleta de exames de viremia. É um estudo enxuto para facilitar a participação das pessoas”, explicou.

Miranda destacou que o Paraná e o Rio Grande do Sul foram escolhidos para o teste por serem centros de baixa prevalência de casos de dengue, com 5 a 10% de casos e que teria uma soroprevalência de até 20%, sendo um bom controle. Também foram avaliadas as possibilidades de incluir regiões com grande parte da população já expostas à dengue, como Recife (PE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e Natal (RN). Entretanto, os resultados poderiam influenciar os resultados pela presença de anticorpos da doença no sangue.

A vacina

A Butantan-DV foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 26 de novembro de 2025 para ser utilizada na população brasileira de 12 a 59 anos. Com dose única, o imunizante foi incorporado ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) e o Ministério da Saúde já adquiriu as primeiras 1,3 milhão de doses fabricadas pelo Butantan. Elas serão destinadas a agentes de saúde e a pessoas com 59 anos, com expansão gradual para as demais faixas etárias até chegar ao público de 15 anos.

Uma parte dessas doses será aplicada pelo SUS, a partir de 17 de janeiro, nas cidades de Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), e Botucatu (SP), na população entre 15 e 59 anos. A estratégia visa avaliar os resultados da vacinação em massa da população desses municípios. O objetivo é vacinar pelo menos 50% dos moradores.

“Vários estudiosos apontam a possibilidade de uma alta capacidade de controle da infecção e do quadro epidêmico da dengue se a gente chegar entre 40% e 50% da população vacinada. Vamos começar a vacinação nessas cidades para acompanhar o impacto que isso tem nessas cidades. Vamos acompanhar isso por um período de anos para avaliar aquilo que pode ser uma parte importante da estratégia do resultado da aceleração da vacinação no país”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante cerimônia de assinatura de contrato para compra de vacina da dengue do Butantan, em dezembro do ano passado.

Os ensaios clínicos da Butantan-DV foram encerrados em junho de 2024, quando o último participante completou 5 anos de acompanhamento e os dados mostram 79,6% de eficácia geral para prevenir casos de dengue sintomática. Os resultados mostram uma proteção de 89% contra dengue grave e dengue com sinais de alarme. A vacina mostrou 74,7% de eficácia geral e 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme no público de 12 a 59 anos.

Dengue

A dengue é uma doença causada por um vírus que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele, coceira, náuseas e dores musculares e articulares. Uma das principais formas de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. Isso pode ser feito eliminando água parada ou objetos que acumulem água como pratos de plantas ou pneus usados.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Obras da nova Maternidade de Cajamar avança e ampliará atendimento a mães e bebês

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A construção da Nova Maternidade Municipal de Cajamar segue em ritmo acelerado e marca um avanço significativo no fortalecimento da rede pública de saúde da cidade. A unidade está sendo implantada no Hospital Municipal Enfermeiro Antônio Policarpo de Oliveira, no distrito do Polvilho, como parte do processo de modernização e ampliação do hospital.

O projeto prevê uma reestruturação completa do espaço, com novas recepções, lanchonete, espaço ecumênico, ampliação dos leitos de enfermaria, áreas administrativa e de almoxarifado, além de um ambiente exclusivo para a capacitação contínua das equipes de saúde. A nova maternidade também contará com leitos de UTI Neonatal e com uma agência transfusional inédita no município, ampliando a capacidade de resposta em casos de maior complexidade.

A estrutura será reforçada pelo suporte dos 10 leitos de UTI adulto tipo II, recentemente inaugurados no hospital, garantindo mais segurança, resolutividade e qualidade no atendimento às gestantes, mães e recém-nascidos.

Com foco na humanização, no acolhimento e no cuidado integral, a futura maternidade foi planejada para oferecer um ambiente moderno, seguro e preparado para receber mães e bebês com dignidade, respeito e atendimento qualificado desde os primeiros momentos de vida.

De acordo com a Prefeitura de Cajamar, os investimentos reforçam o compromisso com a ampliação dos serviços de saúde, a modernização das estruturas e o cuidado com a população em todas as fases da vida.

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Foto: Divulgação/PMC

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Anvisa recolhe molho de tomate suspeito de conter pedaços de vidro

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa) determinou, nessa quarta-feira (7), o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro. Com isso, o lote do produto teve a sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos.

A medida foi tomada depois do alerta da rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed – Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações) de que o lote do molho de tomate importado no Brasil continha pedaços de vidro.

Suplemento Neovite Visão

Outro produto que deve ser recolhido é o Neovite Visão, suplemento alimentar voltado para a saúde ocular, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). Estão proibidos de ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072. A empresa comunicou o recolhimento voluntário dos lotes depois de identificar irregularidades.

“Os referidos lotes foram fabricados com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, a quantidade de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos está acima do limite permitido”, diz a Anvisa em nota.

Ervas Brasil

Os suplementos de Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, da empresa Ervas Brasil Indústria Ltda., também foram alvo de ação de fiscalização sanitária e devem ser apreendidos. Os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos.

“A empresa não tem licença sanitária e nem alvará de funcionamento e utilizou ingredientes não autorizados em alimentos. Além disso, faz divulgação irregular dos produtos, com falsas indicações terapêuticas, associando o seu uso a benefícios funcionais e de saúde, sem comprovação científica”, explica a Anvisa.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Stephan Hinni/Unsplash

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Anvisa libera novo medicamento para fase inicial do Alzheimer

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou um novo medicamento, o Leqembi, para tratamento de pacientes diagnosticados na fase inicial da doença de Alzheimer. A aprovação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 22 do mês passado.

O remédio, produzido com o anticorpo lecanemabe, é indicado para retardar o declínio cognitivo das pessoas que já apresentam demência leve causada pela doença. 

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Segundo o registro da Anvisa, o lecanemabe reduz as placas beta-amiloides no cérebro. O acúmulo dessas placas é uma característica definidora da doença de Alzheimer. O produto é uma solução para diluição para infusão.

Estudo 

A Anvisa divulgou que o medicamento teve a eficácia clínica avaliada em um estudo principal que envolveu 1.795 pessoas com doença de Alzheimer em estágio inicial, que apresentavam placas betaamiloides no cérebro e receberam o Leqembi ou placebo. 

“A principal medida de eficácia foi a mudança nos sintomas após 18 meses”, apontou a Anvisa. A avaliação ocorreu a partir de uma escala de demência denominada CDR-SB, utilizada para testar a gravidade da doença de Alzheimer em pacientes. 

A escala inclui questões que ajudam a determinar o quanto a vida diária do paciente foi afetada pelo comprometimento cognitivo. Segundo o estudo, no subgrupo de 1.521 pessoas, os pacientes tratados com o novo medicamento apresentaram um aumento menor na pontuação CDR-SB do que aqueles que receberam placebo.

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Fonte: Ag. Brasil | Foto: Divulgação/EISAI

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