Republicanos decide não apoiar candidato à Presidência em 2026

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O Republicanos anunciou nesta terça-feira (4) que não apoiará nenhum candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi oficializada durante a convenção nacional do partido, que também confirmou que a legenda não lançará candidato próprio ao Palácio do Planalto.

Em nota, o partido informou que adotará uma posição de independência institucional, permitindo que os diretórios estaduais tenham autonomia para definir suas alianças conforme a realidade política de cada estado.

Diretórios estaduais terão autonomia

Segundo o Republicanos, a decisão leva em consideração a presença da legenda em diversas regiões do país e a necessidade de preservar os acordos políticos já construídos nos estados.

Na nota divulgada pela direção nacional, o partido afirma que sua ampla atuação no território brasileiro exige respeito às particularidades locais.

“Essa capilaridade impõe o dever de considerar as particularidades de cada estado na tomada de decisão, respeitando as estratégias políticas locais e as diferentes composições construídas ao longo dos últimos anos”, informou a legenda.

Com isso, os diretórios regionais poderão firmar alianças com diferentes candidaturas, sem uma orientação única da executiva nacional.

Convenção confirmou decisão

A convenção nacional foi realizada na manhã desta terça-feira, mas a decisão já havia sido antecipada em nota publicada pelo partido antes mesmo do início do encontro.

A definição ocorre no momento em que as legendas iniciam a formalização de candidaturas e alianças para as eleições gerais de 2026.

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PSDB-Cidadania lança 166 candidatos e confirma Soninha ao Senado

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Convenção da federação também oficializou apoio à reeleição do governador Tarcísio de Freitas e homologou candidaturas para deputado estadual e federal

A Federação PSDB-Cidadania oficializou, na noite desta terça-feira (28), sua chapa para as eleições de 2026 em São Paulo. Durante convenção realizada em formato híbrido, os partidos homologaram 166 candidaturas, sendo 95 para deputado estadual e 71 para deputado federal, além de confirmarem Soninha Francine (Cidadania) como candidata ao Senado Federal.

A convenção também definiu o apoio da federação à candidatura à reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Soninha disputa vaga no Senado

Ao ser oficializada como candidata ao Senado, Soninha afirmou que retorna à disputa eleitoral motivada pelo projeto político construído pela federação.

Ex-vereadora da capital paulista por dois mandatos, ex-secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania e ex-subprefeita da Lapa, Soninha disse que aceitou o convite para contribuir com a proposta apresentada pelo PSDB e pelo Cidadania.

Federação aposta em fortalecimento político

A convenção foi conduzida pelo presidente da Federação PSDB-Cidadania, deputado federal Alex Manente (Cidadania), e pelo presidente estadual do PSDB, Paulo Serra.

Segundo Alex Manente, a candidatura de Soninha representa um dos principais nomes da federação para a eleição deste ano.

Paulo Serra, que também teve sua candidatura a deputado federal homologada durante a convenção, afirmou que a federação pretende ampliar sua representação política nas eleições de 2026 e fortalecer a atuação do partido no cenário estadual e nacional.

Convenção reuniu lideranças

O encontro contou com a participação de dirigentes partidários, deputados estaduais, vereadores e lideranças do PSDB e do Cidadania.

De acordo com a federação, mais de 500 pessoas participaram da convenção, presencialmente e de forma on-line.

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Tarcísio tem aprovação de 63,8% da gestão, aponta Paraná Pesquisas

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Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas aponta que quase dois terços dos paulistas aprovam a administração estadual; 46% avaliam a gestão como ótima ou boa

A administração do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) é aprovada por 63,8% dos eleitores do Estado de São Paulo, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Paraná Pesquisas. Outros 32,1% disseram desaprovar a gestão, enquanto 4% não souberam ou preferiram não opinar.

Além do índice de aprovação, o levantamento também mediu a avaliação do governo paulista. Para 46% dos entrevistados, a administração é considerada ótima (16,7%) ou boa (29,3%). Outros 29% classificaram a gestão como regular.

Já a avaliação negativa soma 22,7%, sendo 8% que consideram o governo ruim e 14,7% que o classificam como péssimo. Outros 2,3% não responderam.

Aprovação permanece acima de 60%

O comparativo apresentado pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que a aprovação do governo Tarcísio permanece acima dos 60% ao longo dos levantamentos realizados em 2026.

Na pesquisa de junho, o índice de aprovação era de 63,2%. Agora, em julho, passou para 63,8%. Já a desaprovação variou de 31,9% para 32,1%, dentro da margem de erro da pesquisa.

Avaliação positiva supera negativa

Os dados também indicam que a soma das avaliações ótima e boa (46%) supera em mais do que o dobro a soma das avaliações ruim e péssima (22,7%). A parcela dos entrevistados que considera a gestão regular representa 29%.

Dados da pesquisa

O levantamento do Instituto Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 25 e 28 de julho de 2026, com 1.680 eleitores em 79 municípios do Estado de São Paulo.

A pesquisa tem grau de confiança de 95% e margem de erro de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04624/2026.

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Foto: Pablo Jacob/GESP

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Após ofensas de Milei a Lula, Itamaraty chama embaixador para consulta

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O Ministério das Relações Exteriores chamou para consultas o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Julio Bitelli, após ofensas proferidas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Milei participou, nesse sábado (25), em São Paulo, da convenção do Partido Liberal (PL) que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

Seu discurso foi repleto de ofensas ao seu homólogo brasileiro, insultando-o diretamente mais de uma vez. Em uma delas, chamou o presidente do Brasil de “presidiário”.

Houve insultos também ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes a quem Javier Milei chamou de “lixo careca” por não ter autorizado visita a Jair Bolsonaro.

Na diplomacia, o gesto de chamar o embaixador para consultas significa descontentamento, um momento de tensão e gravidade entre dois países.

Bitelli deve chegar a Brasília entre a noite deste domingo (26) e a madrugada de segunda-feira (27).

Civilidade

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, divulgou nesse sábado (25) nota oficial em que classifica como “referência desrespeitosa” a declaração do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre o ministro do STF Alexandre de Moraes.

“Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a Presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”, disse Fachin, em nota.

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Foto: Maura Martins/TV Brasil

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Orçamento de SP para 2027 prevê receita de R$ 383,5 bilhões

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Texto estabelece as diretrizes para a elaboração do Orçamento do Estado e segue agora para sanção do governador Tarcísio de Freitas

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, que prevê uma receita total de R$ 383,5 bilhões para o próximo exercício financeiro. O texto foi aprovado em Sessão Extraordinária na terça-feira (21), publicado no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (23) e agora aguarda a sanção do governador Tarcísio de Freitas.

A proposta, encaminhada pelo Governo do Estado, estima R$ 298,064 bilhões em receitas tributárias e projeta despesas de R$ 365,9 bilhões. O documento também apresenta metas fiscais e projeções econômicas para o período de 2026 a 2029.

Entre as prioridades definidas para a aplicação dos recursos estão investimentos em saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico e social.

Durante a tramitação na Assembleia, o projeto recebeu 421 emendas parlamentares, incorporadas ao texto aprovado pelos deputados estaduais.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias serve de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), responsável por detalhar como os recursos públicos serão distribuídos entre os órgãos e programas do governo no próximo ano. Além disso, a LDO orienta a política tributária, a gestão da dívida pública e a captação de recursos pelo Estado.

Antes do envio do projeto à Alesp, a Secretaria da Fazenda e Planejamento realizou uma consulta pública entre 2 e 29 de março, período em que cidadãos puderam apresentar sugestões sobre áreas como saúde, educação, segurança pública e desenvolvimento social. Segundo o governo estadual, as contribuições consideradas pertinentes foram incorporadas ao processo de elaboração do orçamento.

O texto também traz informações sobre a evolução do patrimônio líquido do Estado, a previsão de renúncia fiscal, a situação financeira da São Paulo Previdência (SPPrev) e um levantamento dos riscos fiscais que podem impactar as contas públicas, como oscilações da economia, ações judiciais e compromissos assumidos em contratos de Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Após a sanção do governador, a LDO servirá de referência para a elaboração da proposta da Lei Orçamentária Anual de 2027, que será encaminhada posteriormente à Assembleia Legislativa para análise e votação.

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Foto: Tom Oliveira/Alesp

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São Paulo terá mais de 34 milhões de eleitores nas eleições de 2026

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Estado concentra 21,48% do eleitorado brasileiro; mulheres são maioria entre os aptos a votar

O estado de São Paulo terá 34.104.226 eleitoras e eleitores aptos a votar nas eleições de 2026, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa 21,48% de todo o eleitorado brasileiro, que soma 158.745.463 pessoas aptas a participar do pleito.

Com o maior colégio eleitoral do país, São Paulo terá papel decisivo nas eleições marcadas para outubro.

Capital lidera número de eleitores

A cidade de São Paulo concentra o maior número de eleitores do estado, com 9.135.407 votantes, o equivalente a 26,7% do eleitorado paulista.

Na sequência aparecem:

  • Guarulhos: 948.410 eleitores;
  • Campinas: 870.672 eleitores.

Mulheres são maioria

As mulheres representam a maior parcela do eleitorado paulista.

São 18,1 milhões de eleitoras, o equivalente a 53% do total, enquanto os homens somam 15,9 milhões, correspondendo a 47%.

Faixa etária predominante

A maior concentração de eleitores está entre pessoas de 40 a 44 anos, com aproximadamente 3,48 milhões de votantes.

Em seguida aparecem:

  • 45 a 49 anos: 3,38 milhões;
  • 35 a 39 anos: 3,23 milhões.

O estado também possui 8,5 milhões de eleitores com mais de 60 anos, sendo que quase metade deles tem 70 anos ou mais.

Já os eleitores menores de 18 anos somam 180.229, lembrando que o voto é permitido para jovens a partir de 16 anos.

Maioria está sujeita ao voto obrigatório

Dos mais de 34 milhões de eleitores paulistas:

  • 29.698.450 (87,08%) estão sujeitos ao voto obrigatório;
  • 4.405.776 (12,92%) têm voto facultativo.

Escolaridade

O ensino médio completo é o nível de escolaridade mais frequente entre os eleitores paulistas, representando 33,45% do total.

Também se destacam:

  • Ensino fundamental incompleto: 17,53%;
  • Ensino médio incompleto: 16,67%;
  • Ensino superior completo: 5.133.353 eleitores (15,05%).

O levantamento mostra ainda que 574.211 eleitores declararam ser analfabetos, enquanto 2,85% informaram apenas saber ler e escrever.

Cresce o número de indígenas, quilombolas e pessoas com nome social

Os dados do TSE apontam crescimento expressivo no número de eleitores que se autodeclaram indígenas e quilombolas no estado.

O eleitorado indígena passou de 3.706, em 2024, para 7.492 em 2026, um aumento de 102,1%.

Já o número de eleitores quilombolas cresceu de 2.180 para 3.941, alta de 80,7%.

Além disso, 12.331 eleitores estão cadastrados para votar utilizando o nome social, o que representa cerca de 32% de todos os registros desse tipo no país.

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Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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Projeto pode proibir postos de cobrarem preço diferente no Pix e no dinheiro

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Proposta em tramitação na Câmara determina que pagamento via Pix à vista tenha o mesmo tratamento do dinheiro em espécie

Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pode impedir que postos de combustíveis cobrem preços diferentes para pagamentos realizados em dinheiro e via Pix. A proposta prevê que o pagamento instantâneo seja considerado equivalente ao dinheiro em espécie quando realizado à vista.

O Projeto de Lei 1.071/2026, de autoria do deputado Amaro Neto (PP-ES), determina que os estabelecimentos pratiquem o mesmo valor para as duas modalidades de pagamento. Caso seja aprovado, anúncios ou placas que exibam preços diferentes para Pix e dinheiro poderão ser considerados irregulares, sujeitando os postos às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Diferença continuará permitida para cartões

Pela proposta, a diferenciação de preços continuará autorizada apenas para pagamentos realizados com cartões de crédito e débito.

Segundo o texto, essa exceção se justifica porque essas modalidades envolvem taxas cobradas pelas operadoras e prazos maiores para o recebimento dos valores pelos comerciantes.

Argumento do projeto

Embora a Lei nº 13.455/2017 permita a diferenciação de preços conforme a forma de pagamento, o autor da proposta argumenta que o Pix possui características semelhantes às do pagamento em dinheiro, já que os recursos são transferidos imediatamente para a conta do recebedor.

Na justificativa, o deputado afirma que a cobrança diferenciada transfere ao consumidor um custo que, em sua avaliação, não se justificaria da mesma forma que ocorre nas operações com cartões.

Setor de combustíveis aponta custo das transações

Representantes do setor argumentam que, apesar da liquidação instantânea, empresas que recebem pagamentos via Pix em contas comerciais pagam tarifas bancárias autorizadas pelo Banco Central.

Essas tarifas variam, em média, entre 0,89% e 1,45% por transação. Em um abastecimento de R$ 300, por exemplo, o custo pode chegar a R$ 4,35, valor que, segundo o setor, influencia a política de preços adotada pelos estabelecimentos.

Pix segue em expansão

A discussão ocorre em um momento de crescimento contínuo do Pix no Brasil.

Segundo levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), com base em dados do Banco Central, o sistema registrou 79,8 bilhões de transações em 2025, alta de 25,7% em relação ao ano anterior.

No mesmo período, o volume financeiro movimentado chegou a R$ 24,46 trilhões, crescimento de 33,6% na comparação com 2024.

O projeto inicia agora sua tramitação pelas comissões da Câmara dos Deputados antes de seguir para votação.

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Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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PoderData: Lula abre 6 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 1º turno

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Pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todo o país entre os dias 12 e 15 de julho; levantamento está registrado no TSE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pelo Palácio do Planalto no cenário de primeiro turno da nova pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (16). O levantamento mostra Lula com 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 34%. Segundo o instituto, a diferença de seis pontos percentuais supera a margem de erro de dois pontos, deixando de configurar empate técnico nesse cenário.

Na sequência aparecem Renan Santos (Missão), com 6% das intenções de voto; Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), ambos com 4%; e Augusto Cury (Avante), com 3%. Os demais nomes permanecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro da pesquisa.

Destaques do levantamento

De acordo com o PoderData/Aya, Lula registra desempenho mais forte entre o eleitorado feminino, com 40% das intenções de voto, contra 30% de Flávio Bolsonaro nesse segmento.

Regionalmente, o presidente também apresenta vantagem no Nordeste, onde alcança 46%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 33%. Já o senador tem desempenho relativamente melhor nas regiões Sul e Centro-Oeste, segundo o instituto.

Motivação do voto

A pesquisa também perguntou aos entrevistados quais fatores mais influenciam a escolha do candidato.

Segundo o levantamento:

  • 61% afirmaram votar principalmente pelas propostas apresentadas pelos candidatos;
  • 17% disseram que a escolha é motivada pela rejeição aos demais concorrentes.

Metodologia

A pesquisa PoderData/Aya foi realizada entre 12 e 15 de julho de 2026, com 2.400 entrevistas telefônicas em 685 municípios das 27 unidades da Federação.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00059/2026.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Câmara aprova fim da tarifa mínima de água e esgoto; projeto vai ao Senado

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Proposta prevê cobrança por tarifa fixa e consumo efetivo; texto ainda precisa ser aprovado pelos senadores

A Câmara dos Deputados aprovou, durante a Sessão Deliberativa Extraordinária Semipresencial de 08/07/2026, o Projeto de Lei 1845/25 que proíbe a cobrança da chamada tarifa mínima de consumo nos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A proposta altera a Lei do Saneamento Básico e agora segue para análise do Senado.

Pelo texto aprovado, as concessionárias deixarão de cobrar uma franquia mínima de consumo, modelo em que o consumidor paga por um volume pré-estabelecido de água, mesmo quando utiliza menos ou não registra consumo.

O que muda

A proposta mantém a possibilidade de cobrança de uma tarifa fixa, destinada a custear a disponibilidade da infraestrutura e os custos permanentes da prestação do serviço.

Além disso, continuará existindo uma tarifa variável, calculada de acordo com o volume de água efetivamente consumido pelo usuário.

Na prática, o projeto acaba com a cobrança baseada em um consumo mínimo obrigatório, substituindo esse modelo por uma estrutura composta por uma parcela fixa e outra proporcional ao consumo real.

Justificativa

Segundo o relator da proposta, deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), a cobrança de uma franquia mínima pode penalizar consumidores de baixo consumo, como pessoas que moram sozinhas ou famílias menores, além de reduzir os incentivos ao uso racional da água.

O parlamentar defende que o novo modelo oferece maior transparência e equilíbrio entre a remuneração das concessionárias e a cobrança ao consumidor.

Como ficam condomínios

Nos condomínios residenciais e comerciais com hidrômetro coletivo, a tarifa fixa será cobrada individualmente de cada unidade.

Já a tarifa variável continuará sendo calculada com base no consumo total registrado pelo sistema de medição.

Regras para o esgoto

A proposta também altera a cobrança do serviço de esgotamento sanitário.

Assim como ocorre com a água, deixa de existir a cobrança baseada em consumo mínimo, permanecendo apenas a tarifa fixa e a parcela variável calculada conforme o volume de água faturado.

Quando passa a valer

Caso seja aprovado pelo Senado e sancionado pela Presidência da República, o projeto entrará em vigor 180 dias após a publicação da lei.

Os contratos atuais terão prazo de até quatro anos para adaptação às novas regras, mediante plano de transição aprovado pelas agências reguladoras competentes.

Durante esse período, a estrutura tarifária atualmente em vigor continuará sendo aplicada.

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Foto: Reprodução/GESP

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Quaest: aprovação do governo Lula supera desaprovação pela primeira vez desde abril

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Levantamento mostra empate técnico entre os dois índices e redução da diferença registrada nos últimos meses

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 48%, enquanto a desaprovação ficou em 47%, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os resultados configuram um empate técnico.

Os entrevistados que não souberam ou preferiram não responder representam 5%.

Na comparação com os levantamentos anteriores, a pesquisa indica redução da diferença entre aprovação e desaprovação observada ao longo dos últimos meses. Em abril, por exemplo, a desaprovação superava a aprovação por nove pontos percentuais.

Evolução da aprovação

Segundo a Quaest, os índices evoluíram da seguinte forma:

MêsAprovaDesaprova
Março44%51%
Abril43%52%
Maio46%49%
Junho47%48%
Julho48%47%

Avaliação do governo

A pesquisa também perguntou aos entrevistados como avaliam o trabalho do presidente Lula.

Os resultados foram:

  • Positivo: 36% (34% em junho);
  • Negativo: 36% (38% em junho);
  • Regular: 26% (26% em junho);
  • Não souberam ou não responderam: 2%.

Os números mostram equilíbrio entre as avaliações positivas e negativas, enquanto a avaliação regular permaneceu estável em relação ao levantamento anterior.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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