Presidente diz que determinará redução da bandeira tarifária na conta de luz

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Declaração foi dada durante evento evangélico em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta quinta-feira (14) que determinará ao Ministério de Minas e Energia (MME) que altere a bandeira tarifária de energia elétrica para rebaixá-la a um valor menor a partir do mês que vem. A declaração foi feita durante discurso na Conferência Global Millenium, um evento que reúne igrejas evangélicas.  

“Estávamos na iminência de um colapso. Não podíamos transmitir pânico à sociedade. Dói a gente autorizar o ministro Bento [Albuquerque], das Minas e Energia, a decretar a bandeira vermelha. Dói no coração, sabemos da dificuldade da energia elétrica. Vou determinar que ele volte à bandeira normal a partir do mês que vem”, disse o presidente, sem entrar em detalhes sobre qual seria a redução pretendida.  

O país enfrenta a maior crise hídrica em 91 anos, o que tem afetado os reservatórios das usinas hidrelétricas. Neste cenário, o custo de energia aumenta porque é preciso acionar as usinas termoelétricas, que são mais caras. Em agosto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a criação de uma nova bandeira tarifária na conta de luz, chamada de bandeira de escassez hídrica. A taxa extra passou a ser de R$ 14,20 para cada 100 kilowatt-hora (KWh) consumidos e entrou em vigor a partir do dia 1º setembro, permanecendo vigente até abril do ano que vem.

Criada em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica e é dividida em níveis. Elas indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre nenhum acréscimo.

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A bandeira amarela significa que as condições de geração de energia não estão favoráveis e a conta sofre acréscimo de R$ 1,874 por 100 kWh consumido. A bandeira vermelha mostra que está mais caro gerar energia naquele período. A bandeira vermelha é dividida em dois patamares. No primeiro patamar, o valor adicional cobrado passa a ser proporcional ao consumo na razão de R$ 3,971 por 100 kWh; o patamar 2 aplica a razão de R$ 9,492 por 100 kWh. Acima da bandeira vermelha, está a bandeira escassez hídrica, atualmente em vigor.

Mais cedo, o ministro Bento Albuquerque reiterou que o país não corre risco de racionamento de energia devido à grave crise hídrica. Segundo ele, desde o ano passado o governo tem monitorado a situação e tomado as medidas necessárias para garantir o abastecimento de energia. A declaração foi feita durante a abertura da 40ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX) 2021, promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Fonte/Texto: Agência Brasil/Rafael Vilela
Imagem: Marcos Correa/Presidência

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Prédios são demolidos de forma sustentável com a reutilização dos materiais retirados

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A Prefeitura de Barueri está finalizando a demolição de um conjunto de prédios inacabados e abandonados na região central da cidade. O conjunto de três edificações trazia insegurança aos moradores e comerciantes do entorno da rua Domingos Crudo. Segundo a atual gestão, a estruturas foram se deteriorando com o tempo, comprometendo ainda a paisagem do local.

O processo da demolição dos três prédios começou em abril e deverá concluir a ação neste mês. “Vamos, primeiramente, recuperar a área e fazer uma remodelação no local. A prefeitura vai tirar aquele ‘mausoléu’ do Centro, para deixar a cidade mais bonita”, destacou o Secretario de Obras e vice-prefeito Beto Piteri.

Conforme o planejamento das Secretarias de Obras e Meio Ambiente, a demolição foi calculada especialmente para causar o mínimo de impacto aos moradores vizinhos e a área verde que tem nos fundos do terreno. O destaque do bom serviço é realizado de forma mecanizada, com baixo ruído e sem a utilização explosivos.

O serviço de “desconstrução”, ou demolição mecanizada, é realizado através de processos utilizando maquinários de última geração, sendo considerado um processo de demolição sustentável que causa o mínimo de impacto, além de possibilitar a reutilização de boa parte do que foi retirado da estrutura.

Esse processo faz com que os resíduos gerados durante a demolição sejam menores e com menos danos à natureza. Para desmontagem, existem duas categorias importantes que definirão como o serviço é executado e como o processo pode ser reutilizado. Portanto, é sempre importante que os procedimentos sejam realizados por profissionais bem treinados e que atendam às normas de segurança estabelecidas.

Uma das categorias da demolição é a não estrutural, na qual ficam retidos itens, como materiais decorativos ou portas e janelas que podem ser usados ​​em outras edificações. Outro método utilizado é a demolição da estrutura, neste caso, os materiais que ficarão retidos são pilares, madeira, blocos de cimento, tijolos e até vigas de concreto, também podendo ser reutilizados.

No caso de Barueri, a demolição está sendo realizada com as duas categorias e os materiais estão sendo reutilizados pelas Secretarias de Obras e Meio Ambiente em outros locais na cidade.

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Alguns moradores do em torno da obra aprovaram a demolição do conjunto de prédios.

Doralice Francisca da Silva, há mais de 60 anos residente na rua Sargento José Paulo, que fica justamente na parte de trás da demolição, aprova o fim dos prédios. “Isso aí não estava servindo para nada. Seria bom se a Prefeitura construísse uma creche nesse lugar, para a gente ver crianças brincando e correndo”, afirma.

Eduardo Souza, comerciante na rua Damião Fernandes também aprovou a demolição. “É uma construção que deixa a cidade feia, principalmente para quem passa pela Castello Branco e tem uma visão mais ampla desses prédios”, opina.

Adalberto Batista, grande figura pública da cidade, destacou a qualidade do serviço realizado pela empresa e os órgãos públicos envolvidos. “A paisagem estava muito feia, a retirada desses prédios deixará a cidade mais bonita. Vale destacar o ótimo serviço realizado pela empresa, onde houve o mínimo de impacto possível e o lado sustentável, que é a reutilização do material retirado. Parabéns ao Secretário de Obras e vice-prefeito Beto Piteri, ao Secretário do Meio Ambiente Bidu e a empresa que realiza o bom trabalho”, destacou.


Texto/Fotos: Edson Mesquita Junior

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Agricultura Urbana comercializa produtos às quintas-feiras no centro de Osasco

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A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda (Setre), mantém 12 hortas urbanas sustentáveis, com plantio livre de agroquímicos, integrantes do Programa Agricultura Urbana de Osasco.

Todas as quintas-feiras, das 8h às 17h, é realizada a comercialização dos produtos cultivados no Centro Público de Economia Solidária, localizado à Rua Minas Bogasian, 291, Centro. Todos os produtos são fresquinhos e a renda é 100% revertida aos agricultores.

Para quem deseja comprar os vegetais direto nos locais de produção, o atendimento é feito às segundas, terças, quartas e sextas-feiras em horários específicos. Outras informações sobre o Centro Público de Economia Solidária podem ser obtidas pelo telefone (11) 3683-6689.

Confira os endereços das 12 hortas urbanas de Osasco:

ZONA SUL

Avenida Pedro Pinho, 1340 – Pestana

Rua Nossa Senhora do Rosário, 506 – Km 18

Rua Antônio Russo, 657 – Jardim Roberto

Rua Lázaro Suave, 15 – City Bussocaba

Rua Arlindo João Salgado, 2 – Jardim Vicentina

Rua Magnólia, 37 – Vila Yolanda

ZONA NORTE

Rua Anhanguera, 348 – Jardim Piratininga

Rua Rubi, 17 – Mutinga

Rua Fortunato Pulherini, 81 – Mutinga

Avenida João Del Papa, 580 – IAPI

Avenida Passaredo, 13 A – Jardim Aliança

Rua Calixto Barbieri, 1 – Canaã

Fonte/Texto: SECOM – Osasco
Imagem: Fernanda Cazarini/SECOM – Osasco

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