Imposto de Renda 2026: quase 60% ainda não declararam a menos de um mês do prazo

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A menos de um mês do prazo final, quase 60% dos contribuintes ainda não enviaram a declaração do Imposto de Renda 2026. Até as 17h27 deste sábado (3), a Receita Federal recebeu 18.380.905 declarações, o equivalente a 41,8% do total esperado.

A expectativa do Fisco é receber 44 milhões de declarações neste ano. Historicamente, o maior volume de envios ocorre nas últimas semanas, o que aumenta o risco de erros e inconsistências no preenchimento.

Entre as declarações já entregues, 70,3% têm direito à restituição, enquanto 16,9% deverão pagar imposto e 12,8% não têm valores a pagar nem a receber.

A maioria dos contribuintes utilizou o programa de computador para preencher o documento (73,7%). Outros 17,4% optaram pelo preenchimento online e 8,9% usaram o aplicativo para dispositivos móveis.

A declaração pré-preenchida foi utilizada por 60% dos contribuintes, modelo que facilita o envio ao trazer dados já registrados pela Receita. O desconto simplificado foi escolhido em 55,3% dos casos.

O prazo de entrega começou em 23 de março e termina às 23h59min59s de 29 de maio. Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 1% do imposto devido.

Devem declarar pessoas que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 ou receita bruta rural superior a R$ 177.920 em 2025. Já quem recebeu até dois salários mínimos mensais está dispensado, salvo outras condições de obrigatoriedade.

Com o prazo se aproximando, a recomendação é evitar deixar o envio para os últimos dias e revisar cuidadosamente todas as informações.

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SP cria 183 mil empregos no trimestre e lidera país com maior salário de admissão

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O estado de São Paulo criou 183 mil empregos com carteira assinada no 1º trimestre de 2026, o equivalente a cerca de 2 mil vagas por dia, segundo dados da Fundação Seade com base no Caged, do Ministério do Trabalho. Além do volume de contratações, o estado também registrou o maior salário médio de admissão do país: R$ 2.646,63.

Os números consolidam São Paulo como principal motor do emprego formal no Brasil, responsável por 30% das vagas criadas no país no período. No acumulado de 12 meses, o estado soma 278,5 mil novos postos de trabalho.

O desempenho reforça a posição do estado como líder na geração de empregos, concentrando ainda 63,5% das vagas do Sudeste no trimestre. Em março, foram abertas 67.876 novas vagas formais, mantendo o ritmo de crescimento.

Entre os fatores que impactam a valorização dos trabalhadores está a política salarial estadual. O governo paulista propôs elevar o salário mínimo regional para R$ 1.874 em 2026, o que representa quase 50% de valorização ao longo da atual gestão.

O salário médio de admissão em São Paulo também supera a média nacional, sendo 12,6% maior que o registrado no Brasil, que ficou em R$ 2.350,83. O Sudeste aparece como a região com maior remuneração média.

O setor de serviços liderou a criação de empregos em março, com destaque para áreas como tecnologia, finanças e logística. Na sequência aparecem construção civil, indústria e comércio.

O resultado reforça o dinamismo da economia paulista e amplia o protagonismo do estado na geração de renda e oportunidades no país.

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Mais de 8,5 milhões ainda não declararam Imposto de Renda em SP a um mês do prazo

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O estado de São Paulo ainda tem mais de 8,5 milhões de contribuintes que não enviaram a declaração do Imposto de Renda 2026 a um mês do prazo final, que termina em 29 de maio. Até agora, foram entregues 5.168.476 declarações, o equivalente a apenas 37,7% do total esperado.

Os dados mostram que 62,3% das declarações ainda não foram enviadas, o que indica concentração de entregas nas últimas semanas — cenário comum, mas que aumenta o risco de erros no preenchimento e problemas com a Receita Federal.

Segundo o especialista em finanças Carlos Afonso, sócio do grupo MCR Contabilidade e Auditoria, deixar para a última hora pode comprometer a qualidade da declaração. “Com pressa, o contribuinte pode esquecer informações ou preencher dados incorretos, o que pode levar à malha fina”, afirma.

A recomendação é organizar a documentação com antecedência, especialmente para quem teve mudanças de renda, possui dependentes ou dúvidas no preenchimento. Nesses casos, o apoio de um profissional pode evitar inconsistências.

Além do risco de cair na malha fina, o atraso na entrega gera penalidades. A multa mínima é de R$ 165,75, podendo chegar a até 20% do imposto devido. O contribuinte também pode ter o CPF com pendências, o que dificulta operações financeiras e acesso a serviços.

Com o prazo se aproximando, a orientação é evitar os últimos dias, revisar todas as informações com atenção e garantir o envio dentro do período estabelecido.

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Foto: Divulgação/Grupo CR

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Governo de SP propõe salário mínimo de R$ 1.874 para 2026

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O Governo de São Paulo enviou à Assembleia Legislativa de Sao Paulo, nesta terça-feira (28), o projeto de lei que define o novo salário mínimo estadual. A proposta prevê piso de R$ 1.874 em 2026, o que representa aumento de 46% em relação a 2022, quando o valor era de R$ 1.284.

O reajuste amplia a diferença em relação ao salário mínimo nacional, hoje em R$ 1.621. Se aprovado, o piso paulista ficará cerca de 15,6% acima do valor federal, com diferença de R$ 253.

Segundo o governador Tarcísio de Freitas, a proposta reflete a política de valorização da renda no estado. “Com o novo valor, chegamos a R$ 590 a mais do que há quatro anos, beneficiando mais de 70 categorias”, afirmou.

Na comparação com o cenário nacional, o crescimento do piso paulista também supera outros indicadores. Enquanto o salário mínimo nacional teve alta nominal de 33,7% no período, o reajuste estadual alcança 46%.

O aumento também ficou acima da inflação acumulada medida pelo INPC, que foi de 19,5% no mesmo intervalo, indicando ganho real no poder de compra dos trabalhadores.

A proposta agora será analisada pelos deputados estaduais. Caso seja aprovada, passará a valer após sanção do governo.

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Governo federal suspende 3,4 milhões de multas de pedágio free flow e dá prazo para pagamento

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O Contran, órgão do governo federal, suspendeu 3,4 milhões de multas aplicadas no sistema de pedágio eletrônico free flow e concedeu prazo de até 200 dias para que motoristas regularizem débitos sem penalidades. A medida vale em todo o país e interrompe temporariamente novas autuações relacionadas ao sistema.

Com a decisão, os condutores poderão quitar tarifas vencidas sem pagar multa e sem receber pontos na carteira. O prazo vai até 16 de novembro de 2026, data limite para regularização sem penalização.

A medida ocorre em meio à expansão do modelo free flow nas rodovias brasileiras, incluindo trechos sob concessão estadual e federal. O objetivo é garantir mais transparência ao usuário e evitar penalidades indevidas durante a fase de adaptação ao sistema.

Além disso, concessionárias terão até 100 dias para integrar seus sistemas a uma plataforma única, que permitirá ao motorista consultar débitos e passagens em um único ambiente digital.

A centralização das informações será feita por meio do aplicativo CNH do Brasil, que reunirá dados de rodovias federais, estaduais e municipais. A proposta é facilitar o acesso às cobranças e reduzir falhas de comunicação.

Motoristas que já pagaram multas poderão solicitar ressarcimento, desde que regularizem a tarifa correspondente dentro do prazo estabelecido.

Após o período de transição, as regras voltam a ser aplicadas normalmente. A partir de 17 de novembro, motoristas com débitos em aberto estarão sujeitos novamente à cobrança de multas e pontos na CNH.

O sistema free flow, implantado no Brasil a partir de 2023, elimina cancelas e permite cobrança automática conforme o trecho percorrido, modelo já adotado em diversas rodovias paulistas e federais.

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Foto: Divulgação/GESP

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Feijoada fica mais barata em 2026 mesmo com alta do feijão e da carne

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Preparar uma feijoada para cinco pessoas ficou mais barato em 2026, apesar da alta em itens essenciais como feijão e carne suína. O custo médio do prato caiu para R$ 94,50 em abril, contra R$ 102,30 no mesmo mês de 2025 — uma redução de 7,6%, segundo levantamento da Neogrid.

A queda chama atenção porque vai na contramão de dois dos principais ingredientes da receita. O resultado foi sustentado principalmente pela redução nos preços dos acompanhamentos, o que ajudou a aliviar o impacto no bolso das famílias e manter o prato mais acessível.

O recuo foi puxado por itens tradicionais da refeição. O arroz teve queda expressiva de 24,1%, enquanto carnes secas e defumadas recuaram 12,2%. A farinha de mandioca também ficou mais barata, assim como a laranja, que registrou uma das maiores quedas no período.

Outros componentes do prato seguiram a mesma tendência de baixa, como a linguiça e as verduras, contribuindo para reduzir o custo total da preparação mesmo diante da pressão em itens-chave.

Na direção oposta, o feijão — base da receita — subiu 8,4% em um ano. Já a carne suína teve aumento de 9,4%, reforçando a pressão sobre o prato. A farofa também registrou alta, o que mostra um cenário de preços heterogêneo dentro da mesma cesta.

Segundo a Neogrid, o comportamento reflete uma dinâmica não linear, em que a queda de alguns produtos compensou parcialmente a alta de outros. Na prática, isso segurou o custo final da feijoada, mas mantém o prato sensível às variações de preços, especialmente nos itens de proteína.

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Imagem: Gerada por IA/Freepik

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Feirão Casa Paulista libera 389 cartas de crédito para compra da casa própria no interior de SP

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O Governo de São Paulo vai disponibilizar mais de R$ 4,2 milhões em subsídios habitacionais durante o Feirão Casa Paulista, que acontece em São Carlos entre sexta-feira (24) e segunda (27). A iniciativa prevê a oferta de 389 cartas de crédito de R$ 11 mil, destinadas a famílias de baixa renda que buscam adquirir o primeiro imóvel — um incentivo direto que pode viabilizar a entrada na casa própria.

A ação integra a nova fase do programa habitacional e reforça a estratégia do Estado de ampliar o acesso à moradia para famílias com renda mais baixa. O feirão será realizado na Praça do Mercado Municipal, das 9h às 17h, reunindo 16 empreendimentos disponíveis na cidade.

Para participar, é necessário cumprir critérios específicos: renda familiar de até três salários mínimos, não possuir imóvel em nome próprio, não ter financiamento ativo e não ter sido beneficiado anteriormente por programas habitacionais. O subsídio é concedido a fundo perdido, ou seja, não precisa ser devolvido.

A atual edição marca a retomada dos feirões após um período de reavaliação do programa. A nova fase trouxe regras mais rigorosas para acelerar a entrega das unidades. Entre elas, a exigência de que os imóveis tenham ao menos dois dormitórios e estejam vinculados a contratos com a Caixa Econômica Federal até o fim do evento.

Outro ponto central é a priorização de empreendimentos com entrega prevista até junho de 2026, o que busca reduzir o tempo de espera das famílias contempladas. As construtoras podem ofertar tanto unidades já cadastradas quanto novos projetos aprovados para participação no feirão.

Após o encerramento, as empresas têm até cinco dias úteis para apresentar um relatório detalhado das negociações realizadas, etapa necessária para liberação dos recursos estaduais.

Desde 2023, o programa Casa Paulista já viabilizou mais de 3,3 mil moradias na Região Administrativa Central, com investimento superior a R$ 33,5 milhões. Outras 3,6 mil unidades estão em construção, com aporte de R$ 38,1 milhões.

Os dados reforçam o impacto social da iniciativa: enquanto famílias beneficiadas têm renda média de R$ 2,8 mil, compradores fora do programa registram média de R$ 5,2 mil. A diferença evidencia o alcance do subsídio na inclusão habitacional e no acesso ao crédito imobiliário.

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Foto: Divulgação/GESP

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Completar álbum da Copa 2026 pode passar de R$ 7 mil

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Completar o álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 pode custar entre R$ 1.004,90 e R$ 7.362,90, dependendo da estratégia do colecionador. O valor considera desde o cenário ideal, sem figurinhas repetidas, até a compra contínua de pacotes sem trocas.

O aumento chama atenção em relação à última edição e reflete mudanças no formato do torneio, além da dinâmica tradicional de repetição de figurinhas.

No cenário mais econômico — considerado improvável — o colecionador conseguiria todas as 980 figurinhas sem repetição, gastando R$ 980 com os cards e mais R$ 24,90 no álbum mais simples, totalizando R$ 1.004,90.

Já na prática, ao comprar pacotes com sete figurinhas por R$ 7, o custo tende a subir significativamente devido às repetições. Sem trocas, o valor pode chegar a R$ 7,3 mil, segundo estimativas baseadas em probabilidade.

Uma alternativa para reduzir os gastos é a troca de figurinhas repetidas, prática comum entre colecionadores e que diminui o número de compras necessárias.

O álbum da edição de 2026 também ficou maior. Serão 980 figurinhas, contra 670 na Copa do Mundo de 2022, um aumento de 310 unidades, impulsionado pela expansão do torneio de 32 para 48 seleções.

Mesmo considerando a inflação, completar o álbum ficou cerca de 51% mais caro em relação à edição anterior, evidenciando o impacto da nova estrutura da competição no bolso dos fãs.

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Foto: Divulgação/Panini | *Matéria com informações do Jornal Folha de S. Paulo

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Governo de SP limita juros e facilita parcelamento de contas de água em atraso

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O governo de São Paulo estabeleceu novas regras para o pagamento de contas de água e esgoto em atraso, com limites para juros e mais opções de parcelamento. A medida, definida pela Arsesp e publicada no Diário Oficial, passa a valer para todas as concessionárias reguladas no estado.

A mudança impacta diretamente consumidores inadimplentes e busca evitar o crescimento descontrolado das dívidas, além de ampliar a transparência nas cobranças.

Entre as principais regras, ficam definidos limites claros: multa de até 2% sobre o valor em atraso, juros de até 1% ao mês e correção pelo IPCA. A norma também proíbe a cobrança de juros sobre juros, impedindo que os débitos aumentem de forma excessiva ao longo do tempo.

Outro ponto importante é a obrigatoriedade de informações detalhadas antes da renegociação. As concessionárias deverão apresentar ao consumidor todos os dados do acordo, como valor total da dívida, encargos, número de parcelas e condições de pagamento.

A nova regulamentação também amplia as formas de quitação. Além da fatura tradicional, passam a ser aceitos Pix e cartão de crédito, e será possível incluir parcelas diretamente na conta mensal.

O texto prevê ainda o direito de antecipação de pagamento, com desconto proporcional de juros, e determina que as empresas considerem a situação financeira do consumidor em casos de dificuldade.

Enquanto houver análise de débitos pela agência reguladora, ficam suspensas medidas de cobrança relacionadas ao valor questionado, garantindo mais segurança ao usuário.

A iniciativa reforça a atuação da Arsesp na regulação dos serviços e busca equilibrar a relação entre concessionárias e consumidores, ampliando o acesso a condições mais justas de pagamento.

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Foto: Divulgação/GESP

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Imposto de Renda 2026: veja qual modelo escolher para pagar menos ou aumentar a restituição

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Na hora de declarar o Imposto de Renda, uma dúvida comum entre milhões de brasileiros é escolher entre o modelo simplificado ou o completo. A decisão pode impactar diretamente no valor a pagar ou na restituição.

De acordo com especialistas, a escolha ideal depende do perfil financeiro do contribuinte, especialmente do volume de despesas que podem ser deduzidas.

Segundo o professor de ciências contábeis Gilder Daniel Torres, o modelo completo é mais vantajoso para quem possui gastos elevados com saúde, educação, previdência privada e dependentes.

“A declaração completa permite detalhar todas as despesas. Já a simplificada aplica automaticamente um desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação”, explica.

No modelo completo, despesas médicas têm destaque por não possuírem limite de dedução, desde que devidamente comprovadas. Entram nessa categoria gastos com médicos, dentistas, hospitais e planos de saúde.

Por outro lado, procedimentos estéticos, medicamentos comprados em farmácias e despesas com acompanhantes não são dedutíveis.

Na área da educação, há limite anual para abatimento, e apenas despesas com ensino formal, como escolas, faculdades e cursos técnicos, são aceitas. Cursos de idiomas e materiais escolares ficam de fora.

Especialistas recomendam que o contribuinte simule os dois modelos antes de finalizar a declaração. O próprio sistema da Receita Federal faz essa comparação automaticamente.

“O contribuinte deve preencher todas as informações e verificar qual modelo apresenta menor imposto a pagar ou maior restituição”, orienta o especialista Paulo Pêgas.

Para quem tem poucas despesas dedutíveis, o modelo simplificado tende a ser mais prático e vantajoso. Já quem possui dependentes e altos gastos com saúde e educação pode se beneficiar mais da declaração completa.

A recomendação é organizar documentos e recibos com antecedência para garantir o melhor resultado financeiro e evitar erros na prestação de contas.

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Foto: Joédson ALves/Ag. Brasil | *Matéria com informações Agência Brasil

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