Outras formas de se roubar a infância – por Dra. Vera Resende

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Ultimamente, temos nos escandalizado com denúncias de violência contra crianças, especialmente pela exposição abusiva e sexualizada delas. Diversos segmentos da sociedade manifestaram indignação, e autoridades perceberam a necessidade de criar leis que aumentem a proteção à infância. Seria ideal supor que todo adulto tivesse alguma responsabilidade pela criança que estivesse ao alcance de seu campo de visão, independentemente de laços de parentesco. Talvez assim a omissão fosse banida e muitas situações de abandono, violência e negligência pudessem ser evitadas.

A percepção de uma infância consumidora e já articulada ao mundo adulto pode aumentar sua vulnerabilidade, pois retira a criança do lugar em que antes era vista como símbolo de despreocupação e brincadeiras. O lúdico representava um dos mais sagrados direitos da infância, permitindo explorar a fantasia, extrair informações do mundo exterior e preparar-se para as etapas futuras da vida.

Atualmente, é comum que crianças não tenham tempo nem espaço para brincar. Suas agendas estão superlotadas de atividades, voltadas para um preparo precoce para o futuro, com a ilusão de protegê-las da violência das ruas. No entanto, acabam privadas da experiência única de conquistar autonomia, já que seu tempo permanece subordinado a horários e atividades impostos por outras pessoas, associados a compromissos, e não por elas mesmas.

Quando lhes sobra algum tempo livre, ele é frequentemente preenchido por jogos eletrônicos e redes sociais. Nesse espaço, a criança descobre precocemente o supérfluo e o integra em sua experiência, de tal modo que passa a fazer tanta falta quanto o essencial.

Assim, consolida-se um novo conceito que tolera um silencioso processo de adultização, que rouba a infância em nome de uma responsabilidade precoce. É preciso ter cuidado com o desejo de acelerar o desenvolvimento infantil, suprimindo oportunidades de fantasiar, brincar, criar e imaginar, na ilusão de forçar o crescimento e “colocar para frente” etapas que deveriam ser vividas no tempo certo.


Dra. Vera Resende – Psicóloga clínica (CRP 06-2353), mestre e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Com sólida trajetória acadêmica, foi professora e supervisora de estágio clínico na Unesp, ministrou aulas na pós-graduação, orientou teses, integrou grupos de pesquisa e coordenou cursos de especialização e extensão. Atuou no Instituto Sedes Sapientiae, participando de seminários e publicações na área de psicanálise da criança. Atualmente, mantém consultório próprio, oferecendo atendimentos, supervisão clínica e aperfeiçoamento para psicólogos iniciantes.


Os textos, análises e opiniões publicados nesta coluna são de responsabilidade exclusiva de seu(sua) autor(a) e não refletem, necessariamente, a posição editorial do portal Zero Hora Digital.

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Se sua empresa não aparece nas respostas da IA, para o seu cliente ela simplesmente não existe – por Adriana Vasconcellos

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Na semana passada participei de um curso sobre GEO (Otimização para Mecanismos de IA Generativa)* e quero compartilhar com você um pouco do que aprendi. Essa transformação muda não só a forma como as pessoas buscam informações, mas também como as marcas são descobertas e lembradas.

Por mais de vinte anos, o Google foi o centro das atenções. Toda estratégia de marketing digital girava em torno de uma pergunta: como aparecer no topo da busca? Mas em 2025 esse jogo mudou. Hoje, quando alguém quer uma resposta rápida e confiável, muitas vezes não vai mais ao Google, e sim a ferramentas de inteligência artificial como ChatGPT, Gemini, Perplexity ou Copilot.

E aqui está a grande diferença: enquanto o Google mostra uma lista de links, a IA já entrega uma resposta pronta, construída com base em várias fontes. Ou seja: a disputa agora não é só para aparecer na primeira página, mas para estar dentro da resposta. Se sua empresa não aparece, para o consumidor você simplesmente não existe.

É nesse contexto que surge o GEO. Ele não substitui o SEO tradicional (aquele usado para aparecer no Google)*, mas amplia a estratégia. Agora, não basta estar bem ranqueado: é preciso ser reconhecido como referência por essas ferramentas de IA. Para isso, três pontos fazem diferença:

         Autoridade: sua empresa é mencionada em veículos de credibilidade?

•         Consistência digital: sua marca está presente de forma coerente em diferentes canais?

         Utilidade real: seu conteúdo é claro, objetivo e realmente ajuda o público?

Aqui entra a força da assessoria de imprensa. Antes, o objetivo era “sair na mídia”. Hoje, a exposição em veículos relevantes também aumenta as chances de a sua empresa ser usada como fonte pelas IAs. Um médico citado em portais de saúde, um advogado ouvido em reportagens jurídicas ou uma empresa mencionada em sites de economia ganham mais espaço como resposta quando alguém faz perguntas sobre esses temas.

No fundo, essa mudança exige que empresas e profissionais deixem de pensar só em tráfego ou posição no ranking. É preciso pensar em presença estratégica: estar citado nas respostas, ser lembrado como referência e acelerar o caminho até o cliente.

Esse novo cenário traz implicações diretas em três áreas:

         Marca e reputação: cada vez que sua empresa é citada por uma IA, sua autoridade cresce.

•         Aquisição de clientes: aparecer em mais respostas significa mais pontos de contato com quem procura soluções.

         Vendas: estar presente desde o início até a recomendação final encurta a jornada de compra.

O futuro da busca é híbrido: parte tráfego, parte presença. O ranking no Google continua importante, mas não basta. Quem não for lembrado pelas IAs corre o risco de ficar invisível.

Por isso, o recado é simples: prepare-se agora. Estruture conteúdos que realmente ajudem, construa autoridade para ser citado e invista em assessoria de imprensa como ferramenta estratégica. No novo jogo da atenção, não basta ser encontrado: é preciso ser reconhecido.

Dicionário rápido (para você não se perder nos termos):

•           SEO (Search Engine Optimization) – técnicas para melhorar a posição de um site no Google.

•           GEO (Generative Engine Optimization) – adaptação do SEO para ferramentas de IA, que passam a entregar respostas prontas em vez de links.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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O interesse de criminosos por motocicletas e o descaso do Estado – por Ramon Soares

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Diariamente, somos confrontados com notícias de roubos e furtos de motocicletas, e consequentes vítimas em razão da resistência no ímpeto de frustrarem a ação de bandidos na subtração do bem.

As motocicletas são excelentes meios de transporte, especialmente nas grandes cidades e regiões metropolitanas, tanto para cidadãos de bem quanto, infelizmente, para criminosos. Estes se aproveitam da agilidade e discrição do veículo para abordar vítimas e fugir rapidamente, dificultando a ação policial, tanto na repressão quanto na investigação dos crimes.

As mortes se multiplicam dia após dia, muitas vezes sem que a vítima sequer reaja. Pessoas inocentes têm sido executadas friamente, como se fossem descartáveis — mortas sem qualquer piedade, como aves em abatedouros.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Em 2024, 6.759 ocorrências foram registradas no primeiro trimestre, enquanto em 2025 foram contabilizados 7.547. Isso representa um aumento alarmante de 10,5 em relação ao mesmo período de 2024. Em termos práticos, significa que, em média, quatro motocicletas são levadas por hora no estado.

Apesar desse crescimento expressivo, a Secretaria ainda não apresentou uma explicação concreta para o aumento. Por outro lado, tem divulgado ações que considera investimentos em segurança pública. Um exemplo é a aquisição de 180 novas motocicletas para patrulhamento, com um custo de R$ 24 milhões.

No entanto, essa resposta segue um padrão já conhecido: discursos bem elaborados, apresentações de currículos e conhecimento técnico por parte das autoridades, mas pouca ação concreta. As entrevistas em telejornais parecem ser, para muitos gestores, mais importantes que a própria gestão operacional voltada à redução dos índices criminais.

Percebemos uma reação imediatista, como se apenas a exposição pública bastasse. A compra de viaturas e motocicletas é tratada como solução mágica, empurrada goela abaixo da sociedade, como se apenas isso fosse suficiente para ampliar a presença policial — seja da Polícia Militar no estado ou das Guardas Municipais nos municípios.

A realidade é que o efetivo policial está reduzido ou mal distribuído, e não existe, nem no estado de São Paulo nem nos municípios, uma política pública séria, planejada e eficaz para combater esse tipo de crime — e tantos outros. As medidas continuam paliativas, quando não meramente simbólicas, como a compra de veículos, que, além de tudo, depende de um processo burocrático demorado.

Mas por que também responsabilizar os municípios pelos crimes praticados com uso de motocicletas, além dos furtos e roubos?

Porque os municípios têm a obrigação de cuidar da segurança de suas populações. Isso está previsto no parágrafo 8º do artigo 144 da Constituição Federal, regulamentado pela Lei 13.022/14, que estabelece, entre as 18 competências das Guardas Municipais, a atuação preventiva e permanente no território do município para proteger a população que utiliza bens, serviços e instalações públicas.

Fica evidente que não há, por parte do Estado de São Paulo (pois buscamos os dados da Secretaria de Segurança paulista) nem dos municípios, qualquer medida séria, inteligente e coordenada para reduzir as mortes de trabalhadores e os prejuízos causados à população. O que vemos é uma fórmula repetida: entrevistas de gestores de segurança pública, promessas de mais viaturas — como se isso dispensasse a valorização do policial —, apresentação de estatísticas que não confortam famílias enlutadas e os bordões eleitorais de sempre, como “bandido aqui não se cria”, ou “aqui tem polícia”.


Ramon Soares é Guarda Municipal em Barueri, bacharel em Direito pela UNIFIEO e vice-presidente da AGM Brasil. Palestrante e instrutor, coautor do projeto “Segurança Pública Básica” e possui certificado internacional em Segurança Escolar, obtido em Indianápolis (EUA).


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Assessoria de Imprensa: por que ela continua sendo essencial diante do novo comportamento da Geração Z? – por Adriana Vasconcellos

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Na semana passada, abordamos aqui o novo comportamento da Geração Z nas redes sociais. Hoje, vamos mostrar por que a assessoria de imprensa continua sendo essencial diante dessas mudanças. O avanço do social commerce, aliado à transformação digital dessa geração, tem levado empresas a revisarem suas estratégias de comunicação. Com menos foco no feed e maior preferência por interações privadas e conteúdos efêmeros, muitos gestores questionam se métodos tradicionais, como a assessoria de imprensa, ainda são eficazes. A resposta definitiva é: SIM. Na verdade, esse serviço se torna ainda mais fundamental nesse novo contexto.

A Geração Z, formada por jovens nascidos entre 1997 e 2012, cresceu imersa na tecnologia, mas hoje faz um uso mais seletivo e intencional das redes sociais. A tendência do “feed zero”, em que perfis permanecem praticamente vazios, não significa desconexão, mas sim a busca por autenticidade, privacidade e espontaneidade. Essa geração valoriza marcas que transmitam credibilidade e estabeleçam conexões reais, filtrando com rigor o que consome e ignorando rapidamente o que parece artificial ou excessivamente publicitário.

É justamente nesse ponto que a assessoria de imprensa mostra sua força. Ao trabalhar de forma estratégica para construir reputação, ela posiciona marcas e profissionais de forma natural nos canais onde a Geração Z busca informação, ampliando a visibilidade sem recorrer a táticas invasivas.

Ao contrário dos anúncios pagos, facilmente identificados e muitas vezes ignorados, uma reportagem em um portal de credibilidade, uma entrevista em um podcast ou um artigo de opinião em um veículo especializado carregam peso e confiança. Para a Geração Z, a validação por meio da mídia é um sinal claro de autoridade.

A assessoria de imprensa cria histórias que vão além da propaganda. As pautas são construídas com base em dados, fatos e propósitos, transmitindo mensagens mais humanas e consistentes. É o tipo de abordagem que ressoa com uma geração cansada de imagens polidas e textos engessados, e que prefere conhecer o lado verdadeiro das marcas. Indo muito além da mídia tradicional como veículos impressos, rádio e TV, a assessoria atua também nas mídias digitais, conecta marcas e profissionais a blogs, podcasts e influenciadores, e transforma pautas jornalísticas em conteúdos adaptados para Reels, TikTok e stories, garantindo que a mensagem chegue aos formatos e espaços mais consumidos pela Geração Z.

Mais do que apenas vender, essa geração busca diálogo e posicionamento genuíno. Releases, entrevistas e artigos de opinião, produzidos pela assessoria de imprensa, ajudam a fortalecer relações e a construir uma imagem sólida, o que contribui para o engajamento e a fidelização. Para atingir esse público, a assessoria de imprensa precisa atuar de forma integrada, incorporando influenciadores que tenham identificação verdadeira com a audiência, humanizando as narrativas e valorizando causas e propósitos relevantes para esse grupo. Marcas que se posicionam de maneira clara e coerente têm muito mais chances de serem lembradas e recomendadas.

Portanto, investir em assessoria de imprensa é essencial para marcas e profissionais que desejam se destacar e se conectar de forma verdadeira com a Geração Z. Em um cenário de constante transformação digital, essa estratégia se torna um diferencial competitivo, capaz de gerar credibilidade, fortalecer a autoridade e construir relacionamentos duradouros com um público cada vez mais exigente. Quem não se adaptar a essa realidade corre o risco de ficar invisível no mercado.


Adriana Vasconcellos Soares é jornalista formada pela Universidade de Mogi das Cruzes e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Atua desde 2000 no desenvolvimento de estratégias para divulgar empresas, produtos e serviços. É sócia da Six Comunicação Integrada, agência especializada em criar mecanismos de comunicação para fortalecer marcas, gerar novos negócios e construir reputação sólida nos meios de comunicação.


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Mais de mil famílias recebem matrícula de imóveis em Conjunto Habitacional de Barueri

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O programa Casa Paulista, por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), entregou na última quarta-feira (2) as matrículas de 1.088 apartamentos do Conjunto Habitacional Barueri A, localizado no Jardim Paulista, em Barueri. A regularização foi viabilizada com investimento de R$ 4,2 milhões.

O empreendimento, construído em 1994, agora passa a contar com matrículas individualizadas, oferecendo segurança jurídica e autonomia plena aos moradores. Segundo a CDHU, o objetivo é eliminar o passivo de imóveis antigos sem documentação definitiva. Atualmente, todos os novos empreendimentos da Companhia já são entregues com registros completos.

Presente no evento, o prefeito Beto Piteri celebrou a conquista. “Mais de 1.000 famílias conquistaram o tão sonhado título de propriedade do CDHU. Uma conquista que garante segurança, tranquilidade e o orgulho de poder dizer: a casa é minha”, afirmou. Ele ainda reforçou o compromisso da gestão municipal: “Seguimos firmes, trabalhando para que cada vez mais famílias realizem o sonho de ter seu lar regularizado”.

O secretário estadual de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Branco, também participou da entrega e destacou os avanços da política habitacional paulista. “Já entregamos mais de 120 mil títulos de regularização fundiária e mais de 53 mil novas habitações. Além disso, temos outras 100 mil unidades habitacionais em construção”, informou.

Para regularizar empreendimentos antigos como o Barueri A, a CDHU realiza diagnósticos fundiários, formula estratégias de regularização e atua em conjunto com prefeituras e órgãos estaduais, além de providenciar a parte jurídica e cartorial.

A matrícula individualizada é considerada a “certidão de nascimento” do imóvel, contendo todas as informações legais e permitindo que o proprietário tenha acesso ao mercado de crédito, possa vender, alugar ou deixar o bem como herança.

Essa possibilidade comoveu a moradora Maria das Graças, de 61 anos, que esperou duas décadas pelo título de propriedade. “Quitamos o apartamento, mas não sabíamos o que ia acontecer. É um sonho realizado. Agora quero deixar o apartamento como herança”, afirmou emocionada.

A mesma alegria foi compartilhada por Roberto Barboza (58) e Luciana Rodrigues (51). “É muita alegria, a sensação de sonho realizado. Todo mundo quer ter sua casa própria e hoje isso está sendo concretizado”, disse o aposentado. Luciana destacou o impacto coletivo da medida: “Foi bom para todos. O imóvel vai valorizar e isso ajuda todo o conjunto.”

Silneide Antônio Moreira (63) celebrou o fim da insegurança. “Estávamos na dúvida se éramos mesmo os donos. Agora, com este documento, temos certeza”, comemorou.

Desde o início da atual gestão, o Governo de São Paulo já regularizou mais de 122,5 mil imóveis, com investimentos que somam R$ 477,8 milhões, consolidando-se como referência nacional em políticas de habitação e segurança fundiária.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Barueri celebra 76 anos com festa e show de Péricles

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Barueri completa 76 anos de emancipação no dia 26 de março e, para comemorar a data, a Prefeitura está organizando uma grande festa com muita arte e cultura para toda a população.

O ponto alto das celebrações será no dia 30 de março, quando o cantor Péricles sobe ao palco em frente ao Ginásio José Corrêa para um show especial.

O evento, gratuito, promete emocionar os fãs do samba com os maiores sucessos da carreira do artista, um dos nomes mais consagrados do gênero no Brasil.

Serviço

  • Show Aniversário – Barueri 76 anos
  • Péricles
  • 30/03 (Domingo) às 19h
  • Entrada Gratuita

Leia também: Presidente das guardas municipais propõe mudança de nome da GCM para Polícia Municipal de Barueri


Foto: Reprodução

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Com nova previsão de chuvas e ventos, Defesa Civil reforça ações preventivas e de monitoramento

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo vai reforçar as ações de prevenção e monitoramento após nova previsão de chuvas e ventos que podem ultrapassar os 70 km/h no Estado. Com o objetivo de garantir a pronta resposta à população em caso de emergência, o órgão montará um gabinete de crise que vai operar entre quinta (24) e sexta-feira (25) com a presença de representantes das forças de segurança do estado e das concessionárias de serviços público.

De acordo com boletim meteorológico da Defesa Civil, um sistema que atualmente está no Sul do país cria condições para rajadas de vento intensas. Atenção especial para Região Metropolitana de São Paulo e Baixada Santista. Com isso, o órgão realizará atividades preventivas nessas regiões, em especial em áreas mais vulneráveis, com risco de desabamentos, alagamentos e ocorrências relacionadas a descargas elétricas.

Orientações de segurança:

• Evite lugares abertos, como praias, campos de futebol e estacionamentos
• Evite ficar perto de objetos altos e isolados, como árvores, postes, caixas d’água e quiosques
• No momento da chuva mantenha distância de aparelhos e objetos ligados à rede elétrica, como geladeiras, fogões e TVs
• Evite tomar banho durante a tempestade
• Em caso de ventos fortes, tenha cuidado com a queda de árvores, postes, fios e semáforos
• Não desafie a força das águas, não tente transpor uma enxurrada ou andar em áreas alagadas
• Se estiver em uma área de encosta, observe sinais de movimentação do solo, como rachaduras nas paredes, árvores e postes inclinados, e água lamacenta
• Se um fio energizado cair sobre o veículo, permaneça dentro do carro e ligue para o serviço de emergência

Leia também: Gil Arantes reconhece má gestão e recebe enxurrada de críticas nas redes sociais


Fonte: Governo de SP

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