A Secretaria de Saúde de Cotia inicia, nesta segunda-feira (2), uma mobilização para intensificar a vacinação contra o sarampo e a febre amarela em todas as unidades de saúde do município. A ação segue até o dia 6 e será ampliada com o Dia D de vacinação no sábado, 7 de fevereiro, com foco no aumento da cobertura vacinal da população.
Apesar de as duas doenças estarem atualmente controladas em Cotia, a Vigilância Epidemiológica alerta para a importância da prevenção. O último caso de sarampo registrado na cidade ocorreu em 2020. Já a febre amarela teve apenas um caso confirmado em 2018.
Segundo o Departamento de Imunizações da Secretaria de Saúde, a vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação e é ofertada durante todo o ano. No entanto, a baixa cobertura vacinal em todo o estado de São Paulo e o registro de novos casos na capital paulista motivaram a intensificação da estratégia no município.
A vacina contra o sarampo é indicada para pessoas de 1 a 59 anos. Crianças devem receber a primeira dose aos 12 meses, com a tríplice viral, e a segunda aos 15 meses, com a tetra viral. Pessoas de 5 a 29 anos precisam de duas doses, enquanto o público de 30 a 59 anos deve receber uma dose, caso não haja comprovação vacinal. Trabalhadores da saúde devem ter duas doses, independentemente da idade.
Já a vacina contra a febre amarela é indicada a partir dos 9 meses até os 60 anos. Crianças recebem uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos. Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018 ou que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos devem receber reforço. Adultos de 5 a 59 anos não vacinados devem tomar dose única. Pessoas acima de 60 anos precisam de autorização médica.
Além da vacinação, a Secretaria reforça a atenção aos sintomas das doenças. O sarampo pode causar febre alta, manchas vermelhas no corpo, tosse seca, conjuntivite e coriza. A febre amarela provoca febre súbita, calafrios, dor de cabeça intensa, dores musculares, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza.
A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima, com documento e carteira de vacinação, para verificar a situação vacinal e se proteger.
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Foto: Juliano Barbosa/PMC


