Deic prende quadrilha ligada a latrocínio e roubos de casas de luxo em SP

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Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais prenderam quatro integrantes de uma quadrilha especializada em roubos a residências de alto padrão nesta quarta-feira (15), em São Paulo e Guarulhos. O grupo é investigado por participação em um latrocínio ocorrido no fim de março.

As prisões fazem parte da Operação Domus Violata, que também cumpriu 11 mandados de busca e apreensão. Durante a ação, foram apreendidas armas, celulares, roupas e outros itens ligados às investigações.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos participaram do latrocínio de um homem de 59 anos no bairro do Tucuruvi, na zona norte da capital. A vítima foi baleada durante invasão à residência e não resistiu.

O grupo também é investigado por outros roubos a casas em São Paulo. De acordo com o Deic, os criminosos utilizavam dispositivos para clonar controles remotos e facilitar o acesso aos imóveis.

Dois dos presos já tinham antecedentes por crimes semelhantes, o que reforça o perfil especializado da quadrilha.

A operação foi coordenada pela Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio, com apoio de outras delegacias especializadas.

A ofensiva faz parte de uma estratégia mais ampla das forças de segurança para combater quadrilhas organizadas e reduzir esse tipo de crime.

Dados da Secretaria da Segurança Pública mostram queda de 35,3% nos roubos a residências na capital e na Grande São Paulo nos dois primeiros meses de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025.

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Tarcísio sanciona aumento de 10% para policiais em SP e impacto chega a R$ 1,7 bilhão

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, oficializou nesta quinta-feira (2) um reajuste salarial de 10% para policiais civis, militares e técnico-científicos. A medida passa a valer após publicação no Diário Oficial e atinge cerca de 198 mil servidores, entre ativos e aposentados.

O aumento será aplicado de forma linear sobre os vencimentos de todas as carreiras, elevando a folha de pagamento do Estado em aproximadamente R$ 1,75 bilhão. Na prática, o reajuste amplia a renda mensal dos profissionais da segurança pública e pressiona o orçamento estadual, que precisará absorver o impacto nos próximos anos.

Segundo o governo, o reajuste faz parte de uma política de valorização das forças policiais. A gestão estadual também destaca mudanças recentes nas regras de progressão de carreira, que devem facilitar promoções e evolução salarial ao longo do tempo.

Com o novo aumento, o ganho acumulado das carreiras policiais chega a cerca de 35% desde o início da atual administração. O índice supera a inflação registrada no período, estimada em torno de 14%, o que indica aumento real de renda para os profissionais.

Além disso, o governo considera no cálculo um reajuste concedido anteriormente, em 2022, elevando o impacto total das medidas salariais para aproximadamente 55% ao longo dos últimos anos.

Outro ponto citado pela gestão é a alíquota previdenciária de 10,5%, considerada baixa em comparação com outros estados. Na prática, isso significa que os policiais ficam com uma parcela maior do salário líquido após os descontos obrigatórios.

O reajuste ocorre em meio a debates sobre segurança pública e valorização das forças policiais, tema recorrente tanto no cenário estadual quanto nacional, especialmente diante da pressão por melhores condições de trabalho e remuneração na área.

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Smart Sampa já ajudou a prender mais de 4 mil suspeitos e localizar quase 3 mil foragidos em SP

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O sistema de videomonitoramento Smart Sampa já contribuiu diretamente para a prisão em flagrante de 4.010 pessoas na cidade de São Paulo, além da captura de 2.915 foragidos da Justiça desde sua implementação. Com mais de 40 mil câmeras instaladas em ruas, avenidas e equipamentos públicos, a tecnologia tem sido apontada como peça central no combate à criminalidade na capital.

Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, todas as detenções ocorreram sem necessidade de uso de armas de fogo, resultado atribuído à atuação integrada entre tecnologia e equipes da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

O programa utiliza análise de imagens em tempo real e inteligência artificial para identificar ocorrências e acionar rapidamente as equipes em campo. A estratégia tem ampliado a capacidade de resposta das forças de segurança em casos de tráfico de drogas, roubo, furto, agressões e vandalismo, incluindo episódios de violência contra a mulher.

“O Smart Sampa se consolidou como ferramenta estratégica no combate à criminalidade. A tecnologia, aliada à atuação da nossa GCM, está transformando a forma de fazer segurança pública na cidade de São Paulo”, afirmou o secretário municipal de Segurança Urbana, Orlando Morando.

Casos recentes ilustram o impacto do sistema. Em dezembro de 2025, uma ocorrência de agressão contra uma mulher na Rua Barão de Piracicaba foi atendida em menos de um minuto após identificação pelas câmeras. O agressor foi contido e preso no local.

Em outubro do mesmo ano, a chamada “quadrilha do gogó”, que atuava na região central com golpes e roubos contra pedestres, foi identificada e monitorada a partir das imagens do sistema. O cruzamento de dados permitiu mapear os deslocamentos dos suspeitos e viabilizar a prisão do grupo.

Outro episódio ocorreu na madrugada de 1º de outubro de 2025, quando um homem invadiu a EMEI Maria Vitória da Cunha, na Zona Leste, e furtou uma moldura de alumínio após depredar um quadro. A ação foi detectada em tempo real, e o suspeito foi detido em flagrante nas proximidades após tentativa de fuga.

Além das prisões, o sistema também tem papel relevante na localização de pessoas desaparecidas. Até o momento, 185 indivíduos foram identificados e encontrados com auxílio da tecnologia.

Implantado em 2024, o Smart Sampa opera com cerca de 40 mil câmeras — sendo metade da rede pública e metade integradas da iniciativa privada. A central de monitoramento funciona 24 horas por dia no Centro Histórico da capital, com cerca de 250 agentes da GCM acompanhando as ocorrências em tempo real.

O modelo vem sendo observado por outras capitais como referência em resposta rápida e uso de tecnologia aplicada à segurança urbana.

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Quase 800 presos são recapturados em SP durante primeira ‘saidinha’ de 2026

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A Polícia Militar de São Paulo recapturou 794 detentos em todo o estado durante a saída temporária realizada entre os dias 17 e 23 de março. As prisões ocorreram principalmente por descumprimento de medidas judiciais impostas pela Justiça ou por crimes cometidos em flagrante. Todos os detidos foram reconduzidos ao sistema prisional.

Esta foi a primeira saída temporária de 2026. Do total de recapturados, 770 foram flagrados violando regras estabelecidas para concessão do benefício, como restrições de circulação, horários e conduta.

A maior concentração de capturas ocorreu no interior paulista. A região de Ribeirão Preto liderou o número de detenções, com 166 casos, seguida por Santos, com 159, e Campinas, com 135. Outras regiões registraram números menores, como Bauru (76), São José do Rio Preto (71), Araçatuba (68), São José dos Campos (47), Presidente Prudente (17) e Sorocaba (7). Na capital paulista, foram contabilizadas 12 prisões.

Além das violações de regras, 24 beneficiados pela saída temporária foram presos em flagrante por crimes como homicídio, estupro, violência doméstica, tráfico de drogas, furto, roubo, agressão, falsa identidade, ameaça, direção perigosa e dano ao patrimônio.

Os detentos beneficiados tinham até as 18h de segunda-feira (23) para retornar às unidades prisionais. Aqueles que não cumpriram o prazo passam a ser considerados foragidos.

Para ter direito ao benefício, os presos devem seguir uma série de condições determinadas pela Justiça, como não frequentar bares, não consumir drogas, evitar envolvimento em brigas, respeitar os limites territoriais fixados e permanecer em casa no período noturno.

Desde junho de 2025, uma parceria entre as Secretarias da Segurança Pública (SSP), da Administração Penitenciária (SAP) e o Tribunal de Justiça de São Paulo ampliou o acesso dos policiais militares às informações dos detentos beneficiados pela saída temporária.

Com isso, durante abordagens, os agentes conseguem verificar em tempo real se o preso está cumprindo as condições impostas, sem a necessidade de conduzi-lo até uma delegacia para registro de ocorrência. Em caso de irregularidade, o detento é submetido a exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e, em seguida, encaminhado novamente ao sistema prisional.

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Polícia prende 5 por “tribunal do crime” ligado a sequestro e morte em SP

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O Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil de São Paulo, prendeu nesta segunda-feira (23) cinco suspeitos de envolvimento em um sequestro seguido de morte relacionado a um julgamento clandestino conhecido como “tribunal do crime”. A operação foi realizada na zona norte da capital paulista.

De acordo com a polícia, três homens e duas mulheres foram detidos em ação coordenada por equipes da 2ª Delegacia da Divisão de Homicídios. Também foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão. Os materiais recolhidos serão analisados pela perícia e devem auxiliar no avanço das investigações.

O caso começou a ser apurado em 2022, após um homem e sua esposa serem sequestrados e mantidos em cárcere por alguns dias. Durante o período, as vítimas foram agredidas e interrogadas sobre um suposto abuso. Posteriormente, a mulher foi libertada, enquanto o homem continuou em poder do grupo e desapareceu.

Meses depois, um cadáver em avançado estado de decomposição foi encontrado em um córrego na mesma região. Na ocasião, exames periciais não permitiram a identificação da vítima. Somente em 2025, com a realização de novos exames antropológicos e genéticos, foi possível identificar que os restos mortais pertenciam a duas pessoas — sendo uma delas o homem sequestrado.

Com a confirmação, o DHPP avançou na identificação dos suspeitos e deflagrou a operação que resultou nas prisões desta semana.

Os detidos foram levados à 2ª Delegacia da Divisão de Homicídios, onde permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime, identificar outros possíveis envolvidos e detalhar a dinâmica das mortes.

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Tarcísio propõe reajuste de 10% para policiais de SP e muda regras de promoção

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O governador Tarcísio de Freitas enviou à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) projetos de lei que preveem reajuste salarial e reestruturação dos planos de carreira das polícias Civil, Militar e Técnico-Científica. A proposta estabelece aumento linear de 10% nos salários e mudanças nas regras de progressão funcional. As medidas passam a valer após aprovação dos deputados e sanção do governador.

Segundo o governo estadual, o objetivo é ampliar a valorização dos profissionais de segurança pública, com impacto tanto na remuneração quanto nas possibilidades de ascensão na carreira. “O objetivo é garantir melhores salários aos profissionais que atuam incansavelmente para combater o crime e proteger a população”, afirmou Tarcísio.

De acordo com a gestão estadual, o reajuste médio acumulado para as carreiras policiais chega a 35% desde 2023, cerca de 21 pontos percentuais acima da inflação do período, medida pelo IPCA, que foi de aproximadamente 14%. Considerando o aumento concedido em 2022 e incorporado ao orçamento, o impacto total atinge cerca de 55%.

Na Polícia Militar, o projeto prevê a promoção de 10,6 mil soldados de 2ª classe para 1ª classe ainda neste ano. Desse total, 80% devem ser promovidos de forma imediata, enquanto 12% terão avanço até julho e 8% até dezembro. Para os demais postos e graduações, as novas regras de promoção começam a produzir efeitos a partir de 2026, após regulamentação do quadro de vagas. O impacto orçamentário estimado para este ano é de R$ 15 milhões.

Já na Polícia Civil, a proposta altera o modelo de progressão, hoje baseado em antiguidade e merecimento, ao incluir critérios mais objetivos. Entre os requisitos estão tempo de serviço, avaliação de desempenho, conclusão de cursos de aperfeiçoamento e ausência de penalidades disciplinares.

O novo modelo também reduz o tempo necessário para alcançar os níveis mais altos da carreira. A partir de 2027, o prazo para progressão será de seis anos da 3ª para a 2ª classe, 12 anos até a 1ª classe e 18 anos até a classe especial, sem limitação de vagas. Atualmente, o tempo de espera pode ultrapassar 30 anos. O impacto financeiro mensal estimado é de R$ 3,6 milhões.

O governo destaca ainda que o estado mantém alíquota previdenciária de 10,5% para a categoria, considerada uma das menores do país, o que contribui para maior rendimento líquido em comparação com outros estados.

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Santana de Parnaíba equipa GCM com celulares para agilizar atendimento a mulheres vítimas de violência

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A Guarda Civil Municipal (GCM) de Santana de Parnaíba inaugura, nesta sexta-feira (20), uma nova base operacional e passa a contar com 47 celulares destinados exclusivamente ao atendimento de ocorrências de violência contra mulheres. As iniciativas integram o pacote de investimentos da prefeitura para reforçar a segurança pública e ampliar a proteção às vítimas no município.

A nova base faz parte do Complexo de Segurança, que também reúne a Delegacia de Polícia Civil e a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A inauguração está marcada para as 17h30, na Estrada dos Romeiros, km 38,5, nas proximidades da Barragem Edgard de Souza, e deve contar com a presença do prefeito Elvis Cezar (Republicanos), além de autoridades locais e regionais.

Com cerca de 4 mil metros quadrados de área construída, a estrutura foi viabilizada com recursos totalmente municipais. O espaço inclui salas administrativas e operacionais, academia, sala de defesa pessoal, refeitório, área para higienização de viaturas, estacionamento com capacidade para 165 veículos, estande de tiro, quadra poliesportiva e área destinada ao Canil.

Além da nova base, a GCM passa a operar com 47 aparelhos celulares doados pela Secretaria da Mulher e da Família. Os dispositivos serão utilizados exclusivamente no atendimento de casos de violência contra mulheres, com o objetivo de agilizar o contato, melhorar o acompanhamento das ocorrências e ampliar a rede de proteção às vítimas.

A medida reforça as ações voltadas à segurança pública no município, com foco especial na proteção das mulheres, tema que ganha destaque neste período de mobilização e conscientização.

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Foto: Fabiano Martins/PMSP

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Sem reajuste até abril, Polícia Civil pode ficar sem aumento em 2026

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O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) cobrou do governo estadual a apresentação urgente de uma proposta de aumento salarial para os policiais civis. A entidade afirma que o reajuste precisa ser encaminhado até 6 de abril, prazo limite antes das restrições impostas pela legislação eleitoral para concessão de aumentos a servidores públicos.

Em 2026, por causa das eleições marcadas para 6 de outubro, a lei impede reajustes salariais nos 180 dias que antecedem o pleito. Caso o governo não encaminhe uma proposta até o início de abril, a medida ficaria inviabilizada até depois da votação.

Diante da falta de sinalização concreta do Palácio dos Bandeirantes, o Sindpesp afirma temer que o governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) deixe o prazo expirar e utilize a regra eleitoral como justificativa para não conceder o reajuste à categoria.

Além de oficiar o governador, o sindicato encaminhou documentos ao secretário de Segurança Pública, delegado Osvaldo Nico Gonçalves, ao delegado-geral da Polícia Civil, Artur José Dian, e a deputados estaduais, pedindo apoio para que o Executivo envie um projeto de lei com a recomposição salarial.

A presidente do Sindpesp, delegada Jacqueline Valadares, afirma que a Polícia Civil paulista enfrenta um cenário de desvalorização salarial em comparação com outras unidades da federação. Segundo ela, os vencimentos da categoria estão entre os mais baixos do país, o que tem provocado evasão de profissionais e ampliado o déficit de efetivo.

Delegada Jacqueline Valadares é presidente
do Sindpesp. – Foto: Divulgação

De acordo com a dirigente, a falta de valorização também impacta diretamente o funcionamento das delegacias e a condução de investigações. “Faltam policiais no atendimento nas delegacias e na condução de investigações e inquéritos”, afirmou.

O ofício enviado ao governo estadual foi acompanhado de um parecer técnico elaborado pela assessoria jurídica do sindicato. O documento detalha os limites legais para concessão de reajustes em ano eleitoral e reforça a necessidade de envio rápido de um projeto de lei à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Segundo a entidade, apenas com a tramitação e aprovação do projeto antes do prazo eleitoral será possível garantir a recomposição salarial da categoria ainda neste ano.

A preocupação dos policiais civis aumentou após uma reunião da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Alesp, realizada na quarta-feira (11). Na ocasião, o secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, e o secretário-executivo da pasta, Henguel Ricardo Pereira, foram questionados sobre a valorização da Polícia Civil.

De acordo com relatos do sindicato, os representantes do governo afirmaram apenas que o tema está em estudo.

O Sindpesp também destaca que a valorização da categoria está ligada à criação de uma nova Lei Orgânica da Polícia Civil. A proposta prevê modernização institucional e mudanças na carreira, incluindo a possibilidade de todos os delegados alcançarem a classe especial.

Segundo Jacqueline Valadares, a atualização da legislação também foi promessa de campanha do governador em 2022, mas ainda não foi concluída.

No ofício enviado aos parlamentares, o sindicato pediu que deputados estaduais cobrem do governo o envio de um projeto de reajuste e reforçou que a valorização da Polícia Civil é uma pauta considerada suprapartidária.

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Foto: Arquivo/SSP-SP

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Polícia descobre desmanche de motos roubadas em casa abandonada na zona norte de São Paulo

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Policiais da 1ª Delegacia de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos (Divecar) localizaram, na terça-feira (3), um imóvel abandonado usado como desmanche de motocicletas roubadas e furtadas no bairro do Jaraguá, na zona norte da capital paulista.

A descoberta ocorreu após o sistema eletrônico de rastreamento indicar que o sinal de uma motocicleta roubada apontava para o endereço do imóvel. Com a informação, equipes da Divecar foram até o local e encontraram motos em processo de desmontagem, além de diversas peças espalhadas pelos cômodos.

Segundo o boletim de ocorrência, no interior da casa havia seis motores, sete quadros e vários conjuntos de chassis de motocicletas. A suspeita é que os veículos tenham sido roubados ou furtados recentemente na cidade de São Paulo e levados ao local para serem desmontados e ter as peças revendidas no mercado ilegal.

Durante a vistoria, os policiais também encontraram um adolescente de 15 anos em um dos cômodos do imóvel. A investigação aponta que ele pode ter participação no desmonte dos veículos.

O menor foi conduzido à delegacia, onde foi autuado por ato infracional equivalente ao crime de receptação de veículos.

O caso foi registrado no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), que dará continuidade às apurações para identificar a origem das motocicletas e possíveis envolvidos no esquema.

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Foto: Arquivo/Reprodução/SSP-SP

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HB20 lidera lista dos carros mais roubados na Grande SP em 2025

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Os roubos e furtos de veículos na Região Metropolitana de São Paulo registraram queda de 11,6% em 2025. Entre janeiro e novembro, foram contabilizadas 44.456 ocorrências, contra 50.297 no mesmo período de 2024, segundo levantamento da Ituran Brasil com base em dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

A redução representa 5.841 casos a menos na comparação anual. O estudo também aponta mudança no perfil dos crimes. Do total de registros em 2025, 16,1% foram classificados como roubo — quando há violência ou grave ameaça — e 83,9% como furto, situação em que o proprietário geralmente só percebe o crime depois.

Apesar da queda geral, alguns modelos seguem entre os principais alvos de criminosos. O Hyundai HB20 aparece na liderança do ranking, com 2.216 ocorrências no período analisado. O modelo, que ocupava a sexta posição no levantamento anterior, saltou para o primeiro lugar em 2025.

Na sequência estão o Ford Ka, com 2.139 registros, e o Chevrolet Onix, com 2.081 casos. Completam a lista dos cinco veículos mais visados o Volkswagen Gol (1.868) e o Chevrolet Corsa (1.672).

O ranking dos dez carros com maior número de roubos ou furtos em 2025 inclui ainda Fiat Uno (1.661), Fiat Argo (1.454), Fiat Mobi (1.109), Volkswagen Fox (980) e Fiat Strada (972).

O levantamento considera dados oficiais da SSP-SP e consolida as ocorrências registradas na Grande São Paulo ao longo de 2025. Especialistas do setor de rastreamento e segurança veicular costumam apontar que modelos com maior frota circulante e ampla oferta de peças no mercado paralelo tendem a aparecer com mais frequência nesse tipo de estatística.

A queda nos índices ocorre em um cenário de monitoramento constante dos indicadores de segurança pública no estado, que periodicamente divulga balanços com dados consolidados de criminalidade.

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Imagem: Divulgação/Hyundai Brasil

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