Barueri registra um dos maiores saldos de emprego da Grande São Paulo em 2025

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A cidade de Barueri foi um dos principais destaques na criação de empregos com carteira assinada em novembro de 2025 no estado de São Paulo. Segundo dados da Fundação Seade, com base no Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o município abriu 4.011 vagas no mês, ficando atrás apenas da capital paulista e à frente de grandes centros como Osasco, Bauru e São Bernardo do Campo.

No acumulado de janeiro a novembro, Barueri também aparece entre os municípios que mais geraram postos formais no estado, com saldo de 14.196 vagas, ocupando a quarta posição no ranking paulista. Em 12 meses, o número chega a 8.949 novos empregos, mantendo a cidade entre as líderes em geração de oportunidades no período.

O desempenho acompanha o forte crescimento do mercado de trabalho em São Paulo, que criou 31,1 mil vagas em novembro e mais de 535 mil no acumulado do ano, concentrando mais de um terço de todos os empregos formais abertos no país no mês.

Barueri integra a Região Metropolitana de São Paulo, que, sozinha, respondeu por 194,5 mil vagas em 12 meses e 34,7 mil apenas em novembro, consolidando-se como o principal polo de geração de empregos do estado. A região também lidera no acumulado de 2025, com mais de 281 mil postos criados até novembro.

No recorte setorial, o crescimento do emprego foi impulsionado principalmente pelo setor de Serviços, que liderou as contratações em todo o estado, seguido pelo Comércio. Atividades ligadas a informação, comunicação, serviços financeiros, administrativos, logística e alimentação figuram entre as que mais ampliaram seus quadros.

Além do volume de vagas, São Paulo registrou em novembro o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.635,19, acima da média nacional. O resultado reforça o dinamismo econômico da Região Metropolitana e o papel estratégico de Barueri como um dos principais polos de emprego e renda do estado.

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Foto: Junior Holanda/Arquivo/PMB

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Mais da metade da população pratica atividades físicas, mas adesão entre jovens recua em 2025

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Estudo da Fundação Seade mostra que 55% da população no estado de São Paulo afirma praticar exercícios em 2025, 16 pontos percentuais acima do registrado em 2019 (39%). A pesquisa ouviu moradores de todas as regiões do estado por meio de entrevistas remotas realizadas em setembro de 2025.

“Os dados revelam que o hábito de se exercitar está consolidado entre boa parte da população, mas ainda há desafios em segmentos com menor renda e escolaridade, especialmente entre os mais jovens”, destaca o estudo da Fundação Seade.

A adesão é maior entre homens (61%) do que entre mulheres (52%), e cresce conforme aumentam a escolaridade e a renda familiar. Já entre os jovens de até 29 anos, houve queda de oito pontos percentuais na prática de atividades físicas, entre 2024 e 2025 (61% para 53%), o maior recuo entre os grupos etários. A redução pode estar associada ao arrefecimento de comportamentos saudáveis estimulados no período pós-pandemia, acrescido pela retomada das atividades presenciais de estudo e trabalho.

Pessoas 60+ lideram avanço

Em sentido oposto, destaca-se o avanço entre pessoas com 60 anos ou mais, cuja adesão passou de 33%, em 2019, para 52% em 2025, o que representa 19 pontos percentuais de crescimento. A pesquisa indica que esse público demonstra maior conscientização sobre os benefícios do autocuidado e da manutenção da funcionalidade física, associada à maior disponibilidade de tempo. Nesse estrato da população, os problemas de saúde continuam sendo o principal motivo para a não prática de exercícios.

No interior paulista, a proporção de praticantes (58%) é superior à da Região Metropolitana de São Paulo (52%). Entre os que se exercitam, oito em cada dez afirmam realizar atividades duas ou mais vezes por semana, e três em cada dez dedicam aos treinos mais de uma hora diária. Esses índices refletem a percepção consolidada sobre os benefícios da regularidade da prática de exercícios.

Por outro lado, 45% da população ainda não pratica atividades físicas, e as principais razões incluem problemas de saúde (39%), falta de tempo (25%) e ausência de locais adequados (14%).

O estudo também mostra que um terço dos entrevistados (33%) considera suficientes as instalações esportivas em seu bairro e 47% identifiquem a existência de centros esportivos ou quadras públicas perto da sua moradia, embora apenas 32% os utilizem. Esses espaços, segundo o levantamento, são mais usados por pessoas de menor renda familiar, o que reforça a importância da oferta de equipamentos públicos para incentivar hábitos saudáveis.

Sobre o Seade

Há mais de 40 anos, a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) é referência nacional na produção e disseminação de informações e análises socioeconômicas e demográficas sobre o Estado de São Paulo.

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Fonte/foto: GESP

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Estado de São Paulo cria 437 mil empregos em 2025

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Apuração da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), revela que o estado de São Paulo criou no acumulado do ano (janeiro a agosto) 437 mil empregos com carteira assinada, equivalente a quase 2 mil postos de trabalho por dia. Os números representam 29% do total de empregos criados no Brasil no mesmo período.

De janeiro até agosto de 2025, no Estado, houve aumento dos empregos nos serviços (228 mil), no comércio (50 mil), na indústria (73 mil), na construção (47 mil) e na agricultura (38 mil).

“Os bons resultados na criação empregos com carteira assinada em São Paulo é o resultado direto das nossas políticas públicas de incentivo ao trabalho e renda para a população. Criamos oportunidades em todos os setores da economia, seja em serviços, no comércio, agricultura ou construção civil. Emprego é sinônimo de renda, comida na mesa e dignidade para o trabalhador do nosso estado”, afirma o Governador, Tarcísio de Freitas.

Mês de agosto

Somente no mês de agosto foram criados 45 mil empregos com carteira assinada no Estado de São Paulo. A geração dos 45 mil postos de trabalho no Estado de São Paulo decorreu de 706 mil admissões e 661 mil desligamentos, com o estoque de empregos formais alcançando 14,8 milhões.

O emprego em agosto cresceu na construção (0,8%), no comércio (0,4%), na agricultura (0,3%) e nos serviços (0,3%) – com destaque para educação (7 mil), transporte, armazenagem e correio (6 mil) e alojamento e alimentação (5 mil) – e manteve-se em relativa estabilidade na indústria (0,1%).

Salário médio de admissão

Em agosto, o estado de São Paulo teve o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.612,69

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Fonte: GESP – Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Osasco, Barueri e Cajamar estão entre as cidades campeãs de emprego em julho e no ano; veja lista

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O estado de São Paulo criou mais de 390 mil vagas de emprego com carteira assinada nos primeiros sete meses deste ano, o equivalente a 2 mil por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No acumulado de 12 meses (de agosto de 2024 a julho de 2025), foram 403 mil oportunidades. Só no mês de julho, o saldo foi de 43 mil novos postos de trabalho.

Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,29% em julho, 2,73% no acumulado do ano e 2,82% no acumulado de 12 meses.

Além disso, o estado criou 33% do total de vagas com carteira assinada do país em julho, 29% do total nos primeiros sete meses e 27% em 12 meses. Assim, São Paulo se consolida como a unidade da Federação que tem maior saldo de vagas do país.

Veja as 50 cidades com maior saldo de vagas em julho:

  1. São Paulo: 9.242
  2. Bauru: 2.977
  3. Osasco: 2.949
  4. Barueri: 2.515
  5. Sao Caetano do Sul: 1.194
  6. Guarulhos: 1.106
  7. Vargem Grande do Sul 1.076
  8. Santo André 1.071
  9. São José do Rio Preto 725
  10. Bragança Paulista 679
  11. São José dos Campos: 661
  12. Santos: 658
  13. Bernardino de Campos: 568
  14. Piracicaba 498
  15. Mogi das Cruzes 473
  16. Cajamar 464
  17. Santa Cruz do Rio Pardo 433
  18. Embu: 431
  19. Atibaia: 428
  20. Cubatão: 415
  21. Franca: 406
  22. Jundiaí: 405
  23. Hortolândia 396
  24. Sorocaba 388
  25. Diadema 385
  26. Campinas 382
  27. Tatuí 382
  28. Cotia 374
  29. Matao 365
  30. Taubaté 354
  31. São Bernardo do Campo: 348
  32. Itápolis 329
  33. Ribeirão Preto: 327
  34. São José do Rio Pardo: 325
  35. Agudos 322
  36. Bebedouro 315
  37. Monte Azul Paulista 294
  38. Cabreúva 279
  39. Paulínia 276
  40. Pirassununga 270
  41. Casa Branca 266
  42. Itapevi 264
  43. São Carlos 264
  44. Araçatuba: 259
  45. Indaiatuba: 257
  46. Pederneiras: 253
  47. Taboão da Serra: 253
  48. Mococa: 252
  49. Mauá: 250
  50. Sumaré: 249

Veja as 50 cidades com maior saldo de vagas no acumulado do ano:

  1. São Paulo: 95.487
  2. Guarulhos: 14.367
  3. Osasco: 13.464
  4. Campinas: 8.292
  5. Sorocaba: 8.049
  6. São José dos Campos: 7.050
  7. Matão: 6.696
  8. Bauru: 6.256
  9. Barueri: 6.171
  10. Santo André: 5.599
  11. Ribeirão Preto: 5.248
  12. Santos: 4.832
  13. Jundiaí 4.657
  14. São Bernardo do Campo: 4.606
  15. Franca 4.106
  16. São José do Rio Preto 3.764
  17. Cajamar 3.449
  18. Piracicaba: 3.360
  19. Limeira 3.135
  20. Mogi-Guaçu 3.069
  21. Bebedouro 3.032
  22. Maua 2.952
  23. São Caetano do Sul 2.849
  24. São José do Rio Pardo 2.734
  25. Taubaté 2.634
  26. Cotia 2.587
  27. Diadema 2.421
  28. Atibaia 2.284
  29. Birigui 2.269
  30. Indaiatuba 2.181
  31. São Carlos 2.087
  32. Paulínia 2.011
  33. Presidente Prudente 2.001
  34. Araraquara 1.978
  35. Pontal 1.906
  36. Sumaré 1.803
  37. Mogi das Cruzes 1.747
  38. Catanduva 1.732
  39. Araçatuba 1.697
  40. Carapicuíba 1.683
  41. Capela do Alto: 1.675
  42. Tatuí: 1.670
  43. Embu: 1.637
  44. Botucatu: 1.631
  45. Rio Claro: 1.608
  46. Itaquaquecetuba: 1.563
  47. Araras: 1.523
  48. Monte Azul Paulista: 1.497
  49. Colômbia: 1.464
  50. Santa Rita do Passa Quatro: 1.424

Veja as 50 cidades com maior saldo de vagas em 12 meses:

  1. São Paulo: 127.654
  2. Osasco: 21.382
  3. Guarulhos: 18.878
  4. Campinas: 9.763
  5. Barueri: 8.969
  6. Sorocaba: 8.957
  7. São José dos Campos: 8.762
  8. Santo André: 7.550
  9. São Bernardo do Campo: 7.106
  10. Santos: 7.041
  11. Ribeirão Preto: 6.654
  12. Jundiaí: 6.340
  13. Cajamar: 5.034
  14. São José do Rio Preto 4.042
  15. Bauru 3.927
  16. Piracicaba: 3.770
  17. Diadema: 3.621
  18. Taubaté: 3.393
  19. Mauá: 3.300
  20. Mogi das Cruzes: 2.546
  21. Botucatu: 2.516
  22. Presidente Prudente 2.479
  23. Matão 2.387
  24. Cotia 2.252
  25. Atibaia 2.206
  26. Tatuí 2.087
  27. Carapicuíba 2.066
  28. Itapecerica da Serra 2.036
  29. Araraquara 2.001
  30. Mogi-Guaçu 1.994
  31. Franca: 1.985
  32. Itaquaquecetuba: 1.935
  33. Araçatuba: 1.926
  34. São Carlos: 1.837
  35. Paulínia: 1.781
  36. São Caetano do Sul: 1.676
  37. Jacareí: 1.620
  38. Louveira: 1.588
  39. Cabreúva: 1.529
  40. Praia Grande: 1.524
  41. Marília: 1.514
  42. Itu: 1.494
  43. Birigui: 1.468
  44. Hortolândia: 1.384
  45. Promissão: 1.383
  46. Santa Rita do Passa Quatro: 1.300
  47. Embu: 1.280
  48. Votorantim: 1.278
  49. Sumaré: 1.264
  50. Jaú: 1.259

Setores com mais contratações

O setor de Serviços foi o responsável por criar o maior número de vagas de emprego em julho. Veja os setores com melhor desempenho:

Serviços: 14.919
Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas: 11.500
Transporte, armazenagem e correio: 6.318
Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 6.148
Indústrias de Transformação: 6.109
Indústria geral: 6.056
Construção: 5.168
Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 5.153
Saúde Humana e Serviços Sociais: 4.812
Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 2.562
Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 1.965
Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 1.566
Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 850
Informação e Comunicação: 806
Alojamento e alimentação: 568
Artes, Cultura, Esporte e Recreação: 464

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Fonte: GESP – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Estado de São Paulo registra mais de 500 mil novas empresas em 12 meses

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O Estado de São Paulo registrou a abertura de 504.766 empresas entre maio de 2024 e abril de 2025, de acordo com levantamento da Fundação Seade baseado em dados do CNPJ da Receita Federal. Neste período, destaca-se o setor de serviços, responsável por quase 70% das novas empresas.

Além dos serviços, que concentraram 350.506 empresas (69,4% do total), os setores que se destacaram foram comércio (102.974), construção civil (26.103), indústria (22.804) e agropecuária (2.379).

A região metropolitana de São Paulo liderou a abertura de empresas no período, com 301.542 registros, o equivalente a quase 60% do total estadual. Na sequência, aparecem as regiões de Campinas (66.130), Sorocaba (22.445), São José dos Campos (22.249), Santos (15.644), Ribeirão Preto (14.221), São José do Rio Preto (13.882) e Bauru (8.343).

Somente no mês de abril de 2025, 31.514 empresas foram abertas no estado – número menor do que em março, quando foram criadas 36.308 empresas, o que representa uma queda de 13,2%.

Crescimento dos MEIs

No mesmo período de 12 meses, o estado também teve a formalização de 850.624 novos Microempreendedores Individuais (MEIs). Assim como no caso das empresas em geral, o setor de serviços liderou com 561.980 registros (66,1%), seguido por comércio (155.213), indústria (69.731), construção (59.888) e agropecuária (3.812).

A Região Metropolitana de São Paulo concentrou quase 50% dos novos MEIs, com 423.467 registros. Em seguida, destacaram-se as regiões de Campinas (133.097), São José dos Campos (47.578), Sorocaba (47.152), Santos (44.357), São José do Rio Preto (26.742), Ribeirão Preto (26.042) e Bauru (18.747).

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Fonte: GESP – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Estado de SP registra abertura de mais de 510 mil empresas nos últimos 12 meses, informa Seade

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A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – Seade lança um novo boletim com foco na análise das empresas no Estado, tendo como base o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), disponibilizado pela Secretaria Especial da Receita Federal. Essas informações permitem a análise da dinâmica, distribuição geográfica e perfil dessas empresas.

Nessa primeira edição da publicação, os dados mostram que no acumulado dos últimos 12 meses, de março de 2024 a fevereiro de 2025, o estado de São Paulo registrou a abertura de 513.345 novas empresas, excluídos os MEIs. O setor de serviços liderou, com 355.245 novos empreendimentos, 69,2% do total. O comércio ocupou a segunda posição, com 105.661 novas empresas. O desempenho dos demais setores foi: agropecuária (2.419), indústria (23.598) e construção (26.422).

A Região Metropolitana de São Paulo liderou a criação de empresas no acumulado dos últimos 12 meses, com 305.006 novas empresas, 59,4% do total do Estado. Na sequência, destacaram-se as Regiões Administrativas (RAs) de Campinas (67.253 empresas); Sorocaba (23.112); e São José dos Campos (22.724). Outras regiões de destaque foram Santos (16.521), Ribeirão Preto (14.542), São José do Rio Preto (14.275) e Bauru (8.627).

Microempreendedores Individuais (MEIs)

No acumulado dos últimos 12 meses, de março de 2024 a fevereiro de 2025, o Estado de São Paulo registrou a criação de 831.220 MEIs. O setor de serviços concentrou a maior parte dos registros, com 547.267 MEIs, 65,8% do total. Na sequência, apareceram os setores de comércio (153.576), indústria (68.095), construção (58.536) e agropecuária (3.746).

A Região Metropolitana de São Paulo registrou o maior número de MEIs criados entre março de 2024 a fevereiro de 2025, com 409.638 registros, 49,3% do total estadual. Em seguida, apareceram as RAs de Campinas (130.053), Santos (46.652), São José dos Campos (46.572) e Sorocaba (46.422). Outras regiões de destaque foram São José do Rio Preto (26.296), Ribeirão Preto (25.371) e Bauru (18.390).

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Fonte: Governo de SP – Foto: Benjamim Sepulvida/PMB

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Estudo da Fundação Seade mostra aumento da idade média das mulheres em SP

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Estudo da Fundação Seade mostra que a idade média das mulheres no estado supera a dos homens e tem aumentado ao longo do tempo. Em 2023, 23,1 milhões de mulheres residiam no estado, com predominância no grupo de 30 a 39 anos, enquanto em 2000 o destaque eram as mulheres de 10 a 19 anos, indicando mudança no perfil etário diretamente associada à queda da fecundidade no período.

Por outro lado, o aumento da longevidade contribuiu para o expressivo crescimento da população feminina idosa, como se observa no contingente de mulheres com mais de 60 anos, que mais do que dobrou, e no daquelas com mais de 90 anos, que quase quadruplicou.

Um estudo abrangente da idade média da população feminina nos municípios paulistas revelou mudanças importantes no período 2000-2023. No primeiro ano analisado, 303 municípios apresentavam idade média inferior à média estadual (30,9 anos). Em 2023, o cenário se transformou. O número de municípios com idade média inferior à média estadual (39,1 anos) diminuiu para 284. Apesar dessa elevação da idade média feminina, acompanhando a tendência estadual, a configuração territorial do indicador não sofreu alterações significativas. As áreas localizadas a oeste do estado continuaram a apresentar as maiores idades médias.

Em 2000, no estado de São Paulo, as mulheres tinham em média 30,9 anos e os homens, 29,4 anos, uma diferença de 1,5 ano, que se ampliou gradativamente nas décadas seguintes: em 2010, a idade média feminina era de 34,4 anos e a masculina de 32,5 anos; em 2023, essas idades atingiram, respectivamente, 39,1 e 36,7 anos. Outro aspecto de destaque é o aumento do diferencial entre os sexos, que cresceu para 2,4 anos no período analisado.

Em 2000, 303 municípios apresentavam média inferior à estadual (30,9 anos). As cidades com as menores idades médias eram Bom Sucesso de Itararé e Ribeirão Branco, ambas com 24,5 anos, seguidas por Nova Campina (24,8 anos). Já as cidades com as maiores idades médias eram Águas de São Pedro (39,4 anos), São Caetano do Sul (37,7 anos) e Santos (37,0 anos).

Em 2023, o cenário se transformou. O número de municípios com idade média inferior à média estadual (39,1 anos) diminuiu para 284, sendo que os mais jovens passaram a ser Canitar (33,3 anos), Bom Sucesso de Itararé (33,6 anos) e Itapirapuã Paulista (34,2 anos) e aqueles com as maiores idades médias eram Águas de São Pedro (48,1 anos), Turmalina (47,6 anos) e Floreal (46,9 anos).

Leia também: Santana de Parnaíba reforça a importância da vacinação contra a febre amarela


Fonte/foto: Governo de SP

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Seade: SP gera 156 mil empregos no 3º trimestre e puxa queda do desemprego nacional

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O desemprego diminuiu no país no terceiro trimestre, principalmente devido ao resultado em São Paulo. O estado registrou no terceiro trimestre de 2023 uma queda de 0,7 ponto percentual (p.p.) na taxa de desemprego em comparação com o segundo trimestre. O resultado colaborou com a retração nacional de 0,3 p.p. registrada no período.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (22) pelo IBGE e fazem parte do resultado trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

De acordo com a pesquisa, a desocupação em São Paulo caiu de 7,8% para 7,1% do segundo para o terceiro trimestre. A queda na taxa nacional foi de 8% para 7,7%. Além de São Paulo, somente Maranhão e Acre registraram diminuição no índice. Já Roraima foi o único a ter aumento, enquanto as demais Unidades da Federação permaneceram estáveis.

Se analisado por regiões, todas apresentaram tendência de redução no desemprego, mas o Sudeste foi o único a ter uma queda significativa do ponto de vista estatístico, de 7,9% para 7,5%.

“O resultado positivo do mercado de trabalho em São Paulo é extremamente significativo e foi determinante para o Brasil reduzir a taxa nacional de desemprego. Isso mostra que nosso governo está no caminho correto ao colocar o desenvolvimento com um dos seus principais pilares, ao lado da dignidade e do diálogo. No que depender da gestão paulista, a iniciativa privada sempre terá em São Paulo o melhor ambiente de negócios do país para empreender e gerar riquezas que beneficiam toda a população”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

Serviços lideram saldo de vagas

De acordo com a Fundação Seade, com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, São Paulo criou mais de 156 mil postos de emprego com carteira assinada no terceiro trimestre de 2023. O saldo das vagas, que deriva das admissões menos as demissões, foi distribuído entre os setores de serviços (79.576), comércio (31.924), indústria (20.304), construção (19.133) e agricultura (5.399).

Na indústria, foram geradas posições como operador na linha de produção, com mais de 20 mil vagas; para a Agricultura, trabalho no cultivo de árvores frutíferas (5.582); em Serviços, postos para faxineiro (mais de 11 mil vagas) e auxiliar de escritório (9.246). No Comércio, as vagas abertas foram para atendentes de lojas e mercados (7.657) e, por fim, na Construção, para servente de obras (mais de 10 mil) vagas.

Leia também: Comissões da Alesp dão aval a projeto de privatização da Sabesp; proposta segue para Plenário


Fonte: Governo de SP – Foto: Shutterstock

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Estado de São Paulo registra a criação de 55 mil empregos em abril

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De acordo com estudo da Fundação Seade, o emprego formal aumentou 0,4% no Estado de São Paulo em abril de 2023 em relação ao mês anterior, com a geração de 55 mil novos postos de trabalho. Na somatória dos quatro primeiros meses do ano, foram criados 190 mil no estado, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged.

Houve variação positiva na agricultura (1,1%), na construção (0,9%), nos serviços (0,4%) na indústria (0,4%) e no comércio (0,3%). Em números absolutos estão assim distribuídos: agricultura, pecuária e pesca (3.716); indústria (9.339); construção (6.686); comércio (7.425); e serviços (27.744). Neste último, merece destaque os segmentos de transporte, armazenagem e correio (8 mil) e saúde humana e serviços sociais (6 mil).

Por regiões administrativas, o maior saldo de emprego foi verificado na capital paulista (12.310). Na sequência aparecem RA de Campinas (11.585), RMSP-MSP (8.222), RA de Sorocaba (4.394), RA de Bauru (3.700) e RA de São José dos Campos (2.944).

Consulte a íntegra da pesquisa com dados por regiões e por municípios:
https://trabalho.seade.gov.br/

Leia também: Novo trem das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda entra em operação nesta quinta


Fonte: Governo de São Paulo

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Estado de São Paulo gerou 51 mil vagas de trabalho em março

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O emprego formal aumentou 124% no estado de São Paulo em março de 2023, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Fundação Seade do Governo de SP. Foram criados 51 mil postos de trabalho, mais do que o dobro em relação aos 22 mil gerados em março de 2022.

O crescimento foi puxado principalmente pelo setor de serviços – com destaque para transportes, armazenagem e entregas -, com 37 mil postos, e construção com outros 9 mil. Na indústria foram criadas 6 mil vagas e o agro registrou relativa estabilidade.

Entre as diferentes regiões do Estado, a Metropolitana de São Paulo foi a que registrou o desempenho mais expressivo, com a geração de mais de 20 mil empregos durante o mês de março de 2023. Também apresentaram saldo positivo no emprego no período as regiões administrativas de Campinas (8 mil), São José do Rio Preto (4 mil) e Franca (2,6 mil).

Somente na capital paulista foram cerca de 14 mil postos de trabalho no mês, com destaque para o setor de serviços seguido pela construção civil.

O estudo

O estudo desenvolvido pelo Seade sobre mercado de trabalho aplica dados do Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Para as unidades da federação e regiões, foram utilizados dados com ajustes e estoques de empregados do início de janeiro de 2023.

O levantamento completo sobre o emprego no estado de São Paulo e regiões paulistas está disponível em https://trabalho.seade.gov.br/ .

Sobre o Seade

Há mais de 40 anos, o Sistema Estadual de Análise de Dados é referência nacional na produção e disseminação de análises e estatísticas socioeconômicas e demográficas de São Paulo. Os principais levantamentos englobam mercado de trabalho, tecnologia, pesquisas econômicas (PIB, investimentos, etc.), população, mortalidade e natalidade, entre outros.

Leia também: PIB paulista tem aumento de 2% no primeiro bimestre de 2023


Fonte: Governo de SP – Foto: Arquivo/Ag. Brasil

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