Moradores de Cajamar passam a contar com farmácia pública 24h

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Os moradores de Cajamar, na Região Metropolitana de São Paulo, passaram a contar com atendimento 24 horas para retirada de medicamentos na rede municipal de saúde. A nova unidade, chamada Nossa Farma Cajamar 24H, foi inaugurada na terça-feira (24) e funciona todos os dias da semana, inclusive feriados.

O serviço está instalado na UBS de Jordanésia, na Avenida Antonio Cândido Machado, 1769, no Jardim Nova Jordanésia. A proposta é ampliar o acesso da população aos medicamentos fora do horário comercial, oferecendo mais comodidade para quem precisa de atendimento noturno ou aos fins de semana.

De acordo com a prefeitura, a iniciativa integra o cronograma de entregas do mês de aniversário da cidade e reforça a estrutura da rede municipal de saúde. A farmácia funciona de forma ininterrupta, permitindo que moradores tenham acesso contínuo aos medicamentos prescritos pelo SUS.

A retirada dos remédios é exclusiva para moradores de Cajamar. Para ter acesso ao serviço, é necessário apresentar comprovante de residência no município e o Cartão do SUS.

Segundo o prefeito Kauan Berto, a implantação da farmácia 24 horas amplia a cobertura da assistência farmacêutica e fortalece o atendimento à população. Ele destacou que o funcionamento ininterrupto garante acesso aos medicamentos sete dias por semana e ressaltou o apoio da tecnologia do programa Smart Cajamar na organização do serviço.

Com a nova unidade, a administração municipal busca reduzir filas, descentralizar o atendimento e assegurar que pacientes não fiquem sem medicação em horários de menor oferta de serviços.

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Foto: Divulgação/PMC

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Estoque de sangue entra em alerta e posto da Fundação Pró-Sangue em Barueri intensifica mobilização

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O município de Barueri conta com um dos quatro postos de coleta da Fundação Pró-Sangue no Estado. A unidade, localizada na Rua Guilhermina Carril Loureiro, nº 144, no Centro, atende hospitais vinculados à entidade e desempenha papel estratégico na manutenção dos estoques para transfusões em cirurgias, acidentes e tratamentos de doenças graves.

Segundo a instituição, as bolsas coletadas passam por todas as etapas obrigatórias após a doação, incluindo fracionamento, exames sorológicos e armazenamento. Somente após esses procedimentos o sangue é liberado para uso hospitalar, garantindo segurança para doadores e pacientes.

O agendamento deve ser feito pelo site da Fundação Pró-Sangue, onde também estão disponíveis orientações detalhadas. Na etapa presencial, os candidatos passam por triagem clínica, quando são avaliados critérios de aptidão.

Quem pode doar

Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos — sendo que a primeira doação deve ocorrer até os 60 — e pesar no mínimo 50 quilos. Menores de 18 anos precisam apresentar documentação específica e autorização.

Também é exigido ter dormido ao menos cinco horas nas últimas 24 horas, evitar alimentos gordurosos nas quatro horas anteriores e apresentar documento oficial com foto, como RG ou CNH, física ou digital com QR Code.

Impedimentos temporários

Algumas situações impedem temporariamente a doação, como resfriado (é preciso aguardar sete dias após o fim dos sintomas), gravidez e amamentação em caso de parto ocorrido há menos de 12 meses.

Outros prazos incluem: 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana; 12 horas após consumo de bebida alcoólica; seis meses para tatuagem, micropigmentação ou piercing feitos em local considerado seguro (ou 12 meses em caso de risco); seis meses após procedimentos endoscópicos ou situações de maior risco para infecções sexualmente transmissíveis.

Extração dentária ou tratamento de canal exigem intervalo de sete dias, enquanto cirurgias odontológicas com anestesia geral requerem quatro semanas. No caso de acupuntura, o prazo é de 24 horas quando realizada com material descartável e seis meses em condições não seguras.

Orientações após a doação

Ao final da coleta, o doador recebe um lanche e deve permanecer no local por ao menos 15 minutos. A recomendação é manter o curativo por quatro horas, evitar bebidas alcoólicas, não fumar por duas horas, não realizar esforço físico intenso por 12 horas — especialmente com o braço utilizado — e ingerir bastante líquido.

É possível solicitar no local declaração de doação ou de comparecimento para apresentação no trabalho.

Estoques e capacidade

Atualmente, os tipos sanguíneos com estoques mais críticos são O negativo e B, tanto positivo quanto negativo. A queda nas doações durante períodos de festas e férias agrava o cenário, segundo a entidade. Apesar de O+ e O- estarem entre os mais demandados, todos os grupos sanguíneos são considerados essenciais.

O posto de Barueri tem capacidade para atender até 70 candidatos por dia. Nos últimos três meses de 2025, foram registradas 871 bolsas coletadas em outubro, 878 em novembro e 989 em dezembro.

Dúvidas e intercorrências podem ser esclarecidas pelos canais oficiais da Fundação Pró-Sangue, como o telefone (11) 4573-7800, o e-mail [email protected] e o WhatsApp (11) 9 9152-7653.

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Foto: Arquivo/PMB

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Alcoolismo mata 12 pessoas por hora no Brasil e gera custo de R$ 19 bilhões ao país

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Reconhecido como doença crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 1967, o alcoolismo provoca cerca de 3 milhões de mortes por ano no mundo, o equivalente a 5,3% do total de óbitos globais. No Brasil, são estimadas 12 mortes por hora relacionadas ao consumo de álcool, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A maior parte das vítimas no país é formada por homens pretos e pardos, com baixa renda e escolaridade, residentes nas regiões Sul e Sudeste.

Dados do Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, apontam que o chamado “consumo episódico pesado” — ingestão excessiva de álcool em uma única ocasião — cresceu 5% entre 2006 e 2024. O aumento foi mais expressivo entre mulheres, pessoas de 25 a 44 anos e indivíduos com ensino superior completo.

Após ingerido, o álcool atinge o sistema nervoso central e compromete funções cognitivas e motoras. Entre os efeitos imediatos estão dificuldade de coordenação, visão turva, fala arrastada e prejuízo da memória. Em quadros mais graves, pode haver alucinações, alterações de humor, agressividade e surtos psicóticos. O uso abusivo prolongado também está associado a danos persistentes, mesmo após a interrupção do consumo, como perda de autocontrole e dificuldade de concentração.

Rede de apoio e recuperação

O enfrentamento do alcoolismo envolve informação, acesso a tratamento e redes de apoio. Uma das iniciativas mais conhecidas é o Alcoólicos Anônimos (A.A.), irmandade presente em 180 países que promove reuniões gratuitas de ajuda mútua.

Em São Paulo, o zelador B. Silveira, 54, relata que ingressou no programa em 2003, após anos de dependência. Ele afirma ter iniciado o consumo ainda na infância e enfrentado complicações no fígado ao longo da vida adulta. Segundo o relato, o processo de recuperação contribuiu para a reinserção no mercado de trabalho e para a reconstrução dos vínculos familiares.

Especialistas apontam que o suporte social é fator determinante para a manutenção da sobriedade e redução de recaídas.

Impacto econômico e políticas públicas

Além das consequências à saúde, o alcoolismo impõe impacto econômico significativo. Estudo do DataSUS, do Ministério da Saúde, estima custo anual de R$ 19 bilhões ao Estado. Desse total, pouco mais de R$ 1 bilhão corresponde a despesas do Sistema Único de Saúde (SUS) com internações e procedimentos. Outros R$ 18 bilhões estão relacionados a perdas de produtividade, mortalidade precoce, licenças médicas e aposentadorias antecipadas.

Entre as políticas públicas voltadas à redução de danos está a campanha “Se beber, não dirija”. Em São Paulo, a Lei 15.428/2014, de autoria do deputado Edson Giriboni, tornou obrigatória a divulgação da frase em propagandas e cardápios de bares, restaurantes e casas noturnas.

A iniciativa se soma à chamada Lei Seca (Lei Federal 11.705/2008), que endureceu penalidades para motoristas alcoolizados, ampliou a fiscalização com testes do bafômetro e reforçou operações de trânsito.

Especialistas defendem ainda a ampliação da rede de clínicas especializadas, fortalecimento de programas de reinserção social e medidas tributárias sobre bebidas alcoólicas como estratégias para reduzir a mortalidade, os acidentes e os gastos públicos associados ao consumo abusivo de álcool.

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Barueri aprova Botão do Pânico para reforçar segurança em unidades de saúde

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A Câmara Municipal de Barueri aprovou um projeto de lei que autoriza a implantação de novas medidas de segurança nas unidades de saúde do município, incluindo a criação do chamado Botão do Pânico. A iniciativa tem como objetivo ampliar a proteção de pacientes e profissionais e permitir respostas rápidas em situações de risco.

O Projeto de Lei nº 093/2025 estabelece que a Prefeitura poderá adotar mecanismos de alerta e apoio para prevenir e enfrentar episódios de conflito, ameaça ou emergência dentro dos serviços públicos de saúde. A proposta prevê o uso de equipamentos eletrônicos ou soluções equivalentes que facilitem o acionamento imediato dos órgãos de segurança.

De acordo com o texto aprovado, o Botão do Pânico poderá funcionar por meio de dispositivos físicos, aplicativos, canais diretos de comunicação ou outras ferramentas tecnológicas que permitam o envio rápido de alertas. A medida busca reduzir casos de violência e reforçar a sensação de segurança no ambiente hospitalar e ambulatorial.

Autor do projeto, o vereador Clayton Silva da Saúde (União Brasil) afirmou que a iniciativa reconhece a vulnerabilidade de quem procura atendimento médico e a necessidade de proteger também os profissionais que atuam nas unidades. Segundo ele, garantir segurança é parte fundamental do cuidado prestado à população.

Com a aprovação no Legislativo, o projeto segue agora para sanção do prefeito. Caberá à Prefeitura definir quais ferramentas serão utilizadas e de que forma elas serão integradas à rotina das unidades de saúde do município.

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Foto: Lourivaldo Fio/Arquivo/PMB

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Lula anuncia investimento de R$ 1,4 bilhão no Instituto Butantan para ampliar produção de vacinas

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta segunda-feira (9) um investimento de R$ 1,4 bilhão no Instituto Butantan, em São Paulo. Os recursos serão destinados à ampliação da infraestrutura e ao fortalecimento da produção de vacinas e insumos imunobiológicos.

O aporte federal será feito por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, o próprio Butantan contribuirá com R$ 400 milhões para a expansão e modernização de seu complexo industrial e tecnológico.

Durante a cerimônia de anúncio, Lula afirmou que o governo seguirá priorizando investimentos em ciência e pesquisa. O presidente também alertou sobre a disseminação de fake news relacionadas à vacinação e defendeu a retomada da confiança da população nos imunizantes, destacando a importância da prevenção em saúde pública.

Os recursos anunciados serão aplicados em obras de modernização e na construção de novas unidades produtivas. Entre os projetos previstos estão uma fábrica para a produção da vacina tetravalente contra o Papilomavírus Humano (HPV) e a reforma da unidade dedicada ao desenvolvimento de vacinas com tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), voltada à produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA).

O plano de investimentos inclui ainda a construção de uma nova fábrica para o IFA da vacina DTPa, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, além da reforma do prédio de produção de soros e da implantação de uma nova área para envase e liofilização. As ordens de serviço para o início das obras foram assinadas durante o evento realizado na capital paulista.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, classificou o anúncio como um marco para a ciência nacional. Segundo ele, os investimentos devem posicionar o Butantan entre os principais complexos de inovação tecnológica e industrial do mundo no setor de imunobiológicos.

Padilha também informou que a vacina contra a dengue desenvolvida pelo instituto deve começar a ser disponibilizada à população ainda este ano. A Butantan-DV, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária no início de dezembro, é o primeiro imunizante contra a dengue em dose única no mundo e foi testada em pessoas de 12 a 59 anos.

A cerimônia contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda Fernando Haddad, do secretário estadual da Saúde de São Paulo, Eleuses Paiva, e do diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás.

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Foto: Ricardo Stuckert/Ag. Brasil

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Bets viram alerta de saúde pública e Prefeitura de Barueri orienta sobre riscos e tratamento

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O crescimento das apostas esportivas no Brasil, impulsionado pelo acesso via celular e pela liberação do setor em 2018, tem acendido um alerta para a saúde pública. Em Barueri, a Secretaria de Saúde reforça que o uso sem controle pode evoluir para dependência, com impactos emocionais, financeiros e familiares, e amplia a divulgação dos serviços de apoio durante a Campanha Janeiro Branco.

Especialistas apontam que a dependência em jogos ocorre quando a pessoa não consegue interromper as apostas mesmo diante de prejuízos. Entre os sinais mais comuns estão aumento progressivo do valor apostado, irritação ao tentar parar, pensamento constante em jogos, uso das apostas como forma de aliviar tristeza ou ansiedade, além de mentiras para familiares, endividamento e perdas no trabalho.

A Prefeitura informa que, em situações mais graves, o quadro pode se associar a transtornos como depressão, exigindo acompanhamento especializado. Quem enfrenta problemas com apostas pode procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para avaliação e encaminhamento.

O principal serviço de referência no município é o Caps AD III – Crad, voltado ao atendimento de pessoas com dependência de álcool, drogas e jogos. A unidade oferece acolhimento, consultas individuais, grupos terapêuticos, apoio às famílias, oficinas e acompanhamento contínuo. Em casos de crise, o atendimento também é realizado nos prontos-socorros.

A Secretaria da Família atua de forma integrada, identificando situações de dependência entre os munícipes atendidos e encaminhando para a rede de saúde mental, mantendo o acompanhamento familiar. Além do tratamento, a Prefeitura destaca a importância da prevenção, com informação, apoio profissional e estímulo a hábitos saudáveis, como atividades esportivas e de lazer.

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Foto: Divulgação/PMB

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