Santana de Parnaíba chega a zero em mortalidade materna

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Município também registrou a menor taxa histórica de mortalidade infantil, com 5,18 óbitos por mil nascidos vivos; programa Mãe Parnaibana atua desde 2013.

Santana de Parnaíba registrou Razão de Mortalidade Materna igual a zero em 2025, segundo dados compilados pelo município a partir de informações do Ministério da Saúde. O indicador, que era de 101,37 mortes para cada 100 mil nascidos vivos em 2013, chegou a 0,00 no ano passado.

No mesmo período, a cidade atingiu a menor taxa de mortalidade infantil de sua série histórica: 5,18 óbitos por mil nascidos vivos. O dado também consta na base de indicadores do IBGE para 2025.

A evolução dos indicadores ocorre após a criação, em 2013, do programa Mãe Parnaibana, voltado ao acompanhamento das gestantes e dos recém-nascidos na rede municipal. Segundo a Prefeitura, o programa já alcançou mais de 15 mil famílias e reúne ações de acompanhamento pré-natal, assistência multidisciplinar e orientações durante a gestação e após o nascimento.

Em 2013, quando o programa foi criado, a taxa de mortalidade infantil do município era de 12,2 óbitos por mil nascidos vivos. Em 2025, o índice caiu para 5,18, uma redução de aproximadamente 58% no período.

Comparação regional

O índice de 2025 também ficou abaixo dos números apresentados no material para outros municípios da região Oeste da Grande São Paulo com mais de 100 mil habitantes, como Carapicuíba (11,63), Barueri (7,47), Osasco (13,1), Jandira (8,94), Itapevi (13,81) e Cajamar (6,18).

Na mortalidade materna, Santana de Parnaíba também já havia obtido destaque no Ranking de Competitividade dos Municípios do Centro de Liderança Pública (CLP). Na edição de 2020, o município recebeu nota 100 no indicador de combate à mortalidade materna, aparecendo na primeira posição nacional nesse quesito, conforme o material divulgado sobre o ranking.

O Ranking de Competitividade dos Municípios é uma série produzida pelo CLP desde 2020 e utiliza indicadores para comparar municípios brasileiros. O próprio CLP mantém as bases históricas e relatórios técnicos das diferentes edições.

Mãe Parnaibana

Criado em 2013, o programa municipal tem entre seus objetivos ampliar a assistência à mulher durante a gestação, facilitar o acesso à rede pública de saúde e acompanhar mãe e bebê durante o ciclo gravídico-puerperal.

Entre as ações estão o acompanhamento pré-natal e atividades multidisciplinares, com suporte obstétrico, nutricional, odontológico e psicológico. O programa também prevê a entrega de enxoval às participantes que cumprem os critérios estabelecidos pela Prefeitura.

Os dados de mortalidade utilizados pelo Ministério da Saúde são produzidos a partir de sistemas oficiais de informação. O Ministério informa que as estatísticas de mortalidade são coletadas pelas secretarias de Saúde, passam por processos de qualificação e são consolidadas pelo DataSUS.

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Foto: Fabiano Martins/PMSP

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SUS testa caneta emagrecedora em pacientes com obesidade grave

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Estudo acompanha 250 pacientes com obesidade grave ou associada a outras doenças para avaliar se a semaglutida pode reduzir a necessidade de cirurgia e outros riscos à saúde.

Enquanto o debate sobre a chegada das chamadas “canetas emagrecedoras” ao Sistema Único de Saúde (SUS) ganha espaço, o Ministério da Saúde iniciou uma etapa que pode ser decisiva para definir como esses medicamentos serão utilizados na rede pública.

Desde junho, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre, acompanha pacientes com obesidade grave ou associada a outras doenças que têm indicação para cirurgia bariátrica. O estudo, chamado Real-Bari, utiliza semaglutida, um dos medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP-1, e deve acompanhar cerca de 250 pacientes.

A principal questão é saber se o tratamento medicamentoso consegue produzir uma resposta clínica suficiente para mudar a trajetória de parte desses pacientes, inclusive aqueles que estão na fila para a cirurgia bariátrica.

O estudo também pretende avaliar aspectos clínicos, operacionais e econômicos do tratamento para verificar como uma eventual utilização desses medicamentos poderia ser aplicada na realidade do SUS. Os primeiros resultados mais amplos são esperados para 2027.

Primeiro paciente perdeu 6 kg

O Ministério da Saúde apresentou o caso do primeiro paciente que recebeu a semaglutida dentro do protocolo do GHC. Segundo o ministro Alexandre Padilha, o paciente estava na fila para cirurgia bariátrica e perdeu 6 quilos, além de apresentar redução da circunferência abdominal.

O ministro também relatou que o paciente afirmou ter mudado hábitos de vida, passando a realizar mais atividades físicas. O resultado, porém, é uma observação inicial e não representa, isoladamente, a conclusão do estudo.

O acompanhamento de 250 pessoas permitirá avaliar os efeitos do tratamento de maneira mais ampla e estabelecer critérios para o acompanhamento médico dos pacientes.

O que o SUS está tentando descobrir

A estratégia não se resume à perda de peso.

Entre os pontos que serão avaliados estão a possibilidade de controlar casos graves de obesidade, reduzir a necessidade de cirurgia bariátrica e verificar eventuais impactos sobre outras condições associadas à obesidade.

O Ministério da Saúde também aponta que o estudo avaliará aspectos econômicos e operacionais. Isso é relevante porque a eventual oferta em escala nacional depende não apenas da eficácia clínica, mas também de critérios de indicação, acompanhamento e sustentabilidade para o sistema público.

Canetas ainda não são oferecidas de forma ampla pelo SUS

Apesar dos anúncios sobre a preparação da oferta, as canetas à base de GLP-1 ainda não fazem parte de uma distribuição ampla e regular pelo SUS.

Em julho, o Ministério da Saúde informou que a semaglutida ainda estava sob análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Naquele momento, a pasta destacou que os medicamentos da classe ainda não eram oferecidos pelo SUS de forma geral.

A Conitec já analisou anteriormente uma proposta específica para utilização da semaglutida em pacientes com obesidade grau II e III, sem diabetes, com 45 anos ou mais e doença cardiovascular estabelecida. A recomendação publicada em 2025 foi pela não incorporação para aquela indicação específica.

Isso significa que a experiência atualmente conduzida pelo GHC é especialmente relevante para a discussão sobre quais pacientes poderão ser beneficiados e em quais condições caso a tecnologia venha a ser incorporada ao SUS.

Produção nacional também entra na estratégia

Paralelamente ao estudo clínico, o governo federal trabalha para ampliar a oferta de medicamentos da classe GLP-1 no mercado brasileiro.

Segundo o Ministério da Saúde, a estratégia estimulou empresas a apresentar projetos para produção nacional de canetas com esses princípios ativos. A pasta afirma que a entrada de novos produtos contribuiu para aumentar a concorrência e já resultou em medicamentos registrados com preços até 70% menores.

A redução dos preços é considerada pelo governo um dos fatores necessários para ampliar o acesso e viabilizar uma eventual incorporação desses medicamentos ao sistema público.

Por enquanto, portanto, a principal notícia não é apenas que as chamadas canetas emagrecedoras poderão chegar ao SUS. O que está em teste é uma nova estratégia para tratar pacientes com obesidade grave e avaliar se, em determinados casos, o medicamento pode evitar ou adiar uma cirurgia bariátrica.

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Foto: Fernando Frazão/ABR

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Hospital Santa Ana amplia estrutura de atendimento em Santana de Parnaíba

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Inaugurado em novembro de 2025, o Hospital e Maternidade Santa Ana reúne diferentes serviços de atendimento à saúde da população de Santana de Parnaíba, incluindo prontos-socorros, unidades de terapia intensiva, maternidade, atendimento de trauma, cirurgias e exames de diagnóstico.

A unidade conta atualmente com 311 médicos no corpo clínico e aproximadamente 420 profissionais de enfermagem. Entre os equipamentos e serviços disponíveis estão tomografia, radiologia, ultrassonografia, endoscopia, diálise, nasofibroscopia e análises clínicas.

A estrutura permite que diferentes etapas do atendimento sejam realizadas dentro da própria unidade, desde a avaliação inicial e os exames até procedimentos e acompanhamento de pacientes que necessitam de cuidados especializados.

O Hospital possui um conjunto de equipamentos e recursos que oferece suporte à realização de exames, diagnósticos e procedimentos. | Foto: Divulgação/PMSP

Atendimento de emergência e internação

O hospital possui Pronto-Socorro Adulto, Infantil, de Ortopedia e Ginecológico e Obstétrico, além de atendimento de trauma e cirurgia geral de emergência.

A estrutura hospitalar também inclui UTI Adulto e Pediátrica, Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais e Maternidade.

Entre os procedimentos realizados estão cesáreas, apendicectomias, colecistectomias, cirurgias relacionadas a casos de abdome agudo e atendimentos a vítimas de trauma. A unidade também realiza pequenas cirurgias ortopédicas e gerais.

Na maternidade, o atendimento é voltado às gestantes, mães e recém-nascidos, com suporte de diferentes áreas da assistência hospitalar.

Avaliação dos usuários

Segundo os dados apresentados pela administração municipal, o Hospital e Maternidade Santa Ana e a UPA Fazendinha registraram 88% de aprovação dos usuários.

O índice integra a avaliação dos serviços da rede municipal de saúde e aparece em meio à ampliação da estrutura de atendimento oferecida no município.

A rede conta ainda com outros equipamentos e serviços de saúde destinados ao atendimento da população de Santana de Parnaíba.

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Foto: Márcio Koch/PMSP

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Doação de sangue em Cajamar pode beneficiar até 188 vidas

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Ação realizada no Complexo de Saúde reuniu 56 voluntários e teve como objetivo contribuir para a manutenção dos estoques de sangue.

Uma ação de doação de sangue realizada no Complexo de Saúde de Cajamar reuniu 56 voluntários. Segundo a organização da iniciativa, as bolsas coletadas podem beneficiar até 188 pessoas.

Promovida pela Prefeitura de Cajamar, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, a mobilização teve como objetivo incentivar a doação voluntária e contribuir para a manutenção dos estoques de sangue.

O material coletado pode ser utilizado no atendimento de pacientes que precisam de transfusões em diferentes situações, incluindo emergências, cirurgias e tratamentos de saúde que dependem da disponibilidade de sangue.

A iniciativa também buscou chamar a atenção para a importância da doação regular. A manutenção dos estoques depende da participação voluntária da população, já que o sangue não pode ser produzido artificialmente e precisa ser obtido por meio das doações.

A Prefeitura de Cajamar destacou a participação dos 56 voluntários e dos profissionais envolvidos na organização e realização da ação.

A mobilização integra as iniciativas de saúde desenvolvidas no município para estimular a participação da população em ações de prevenção e cuidado coletivo.

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Foto: Divulgação/PMC

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Barueri inaugura 15 leitos de cuidados paliativos em Hospital de Retaguarda

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A Prefeitura de Barueri inaugurou nesta terça-feira (1º) uma nova ala com 15 leitos de cuidados paliativos no Hospital de Retaguarda do Jardim Paulista. A estrutura foi criada para atender pacientes com doenças graves e oferecer controle de sintomas, conforto e assistência integral durante uma fase de cuidados que pode envolver os últimos dias de vida.

A nova ala contará com equipe médica e profissionais de diferentes áreas, incluindo enfermagem, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, odontologia, serviço social, farmácia e psicologia.

A proposta é oferecer dentro do hospital um ambiente adequado para pacientes que apresentam sintomas de difícil manejo, com foco na qualidade de vida e na redução de desconfortos.

Durante a inauguração, a secretária da Saúde de Barueri, Dra. Luciane Amaral, destacou a importância da criação dos leitos e afirmou que estruturas dedicadas exclusivamente aos cuidados paliativos ainda são pouco comuns entre hospitais brasileiros.

Segundo a secretária, a iniciativa também pode servir de referência para outros municípios da região.

O prefeito Beto Piteri afirmou que a nova ala representa uma ampliação do cuidado humanizado na saúde municipal, especialmente para pacientes e familiares que enfrentam um dos períodos mais delicados do tratamento.

O que são cuidados paliativos

Os cuidados paliativos são destinados a pessoas com doenças graves e que ameaçam a vida. Nessa etapa, o atendimento tem como prioridade o alívio da dor e de outros sintomas, o conforto e a qualidade de vida, em vez de concentrar o tratamento exclusivamente na cura da doença.

O cuidado também pode envolver os familiares, com suporte durante o processo de adoecimento e luto.

Na nova ala de Barueri, a equipe multiprofissional poderá atuar no controle de sintomas como dor e falta de ar, além de outros desconfortos, buscando evitar intervenções invasivas desnecessárias quando elas não forem compatíveis com os objetivos do cuidado.

A estrutura integra o Hospital de Retaguarda do Jardim Paulista “Vanderson César de Almeida”, localizado na Avenida Cidade de Itu, 346, no Jardim Itaparica.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Cajamar amplia cobertura da saúde e chega a 80,1%

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Estratégia Saúde da Família também avançou e alcançou 78,33% de cobertura, com mais de 100 agentes comunitários atuando nos bairros.

Cajamar ampliou a cobertura da Atenção Primária em Saúde, que já alcança 80,1% do município. A Estratégia Saúde da Família (ESF) também avançou e chegou a 78,33% de cobertura, fortalecendo o acompanhamento da população nos bairros.

A Estratégia Saúde da Família é uma das principais formas de organização da Atenção Primária do SUS. As equipes atuam diretamente nos territórios com ações de prevenção, promoção da saúde, orientação, acompanhamento e cuidado contínuo.

Mais de 100 agentes atuam nos bairros

Parte desse trabalho é realizada pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Cajamar conta atualmente com mais de 100 agentes, que acompanham as famílias e ajudam a identificar situações que precisam de atenção dos serviços municipais.

Segundo a Secretaria de Saúde, a expectativa é chegar a 150 agentes comunitários já em 2027.

A atuação dos profissionais permite um acompanhamento mais próximo da realidade de cada território. Entre as ações estão o acompanhamento de gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, além de vacinação e outros cuidados de saúde.

Busca ativa aproxima atendimento das famílias

A ampliação da Estratégia Saúde da Família também fortalece a busca ativa, permitindo que os profissionais identifiquem pessoas que precisam de acompanhamento e que nem sempre procuram espontaneamente uma unidade de saúde.

Com a presença das equipes nos territórios, a proposta é ampliar o acesso aos serviços e fortalecer ações preventivas.

O fortalecimento da Atenção Primária é uma das estratégias do SUS para ampliar o acesso e qualificar o cuidado, com foco na promoção da saúde, prevenção de doenças e continuidade do acompanhamento.

Em Cajamar, os números apresentados pela Secretaria de Saúde indicam o avanço da cobertura e da presença das equipes nos bairros, aproximando os serviços públicos de saúde das famílias.

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Foto: Divulgação/PMC

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Junho Vermelho ganha força nacional; Barueri já tem lei sobre doação de sangue

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Lei nº 15.491/2026 prevê campanhas educativas e ações para ampliar os estoques de sangue; município já instituiu o Junho Vermelho em 2017

O mês de junho passará a integrar oficialmente o calendário nacional de ações de incentivo à doação de sangue. A medida foi estabelecida pela Lei nº 15.491/2026, que prevê campanhas educativas e iniciativas voltadas ao aumento dos estoques nos hemocentros de todo o país.

Entre as ações previstas está a produção de materiais de conscientização sobre a importância da doação regular de sangue. A legislação também prevê a possibilidade de iluminação de prédios públicos na cor vermelha durante o período.

As iniciativas deverão ser desenvolvidas de forma articulada entre União, estados, Distrito Federal e municípios, respeitando a disponibilidade orçamentária e as diretrizes do Ministério da Saúde.

O objetivo é ampliar a conscientização da população sobre a necessidade de manter os estoques de sangue em níveis adequados para atender pacientes que precisam de transfusões em tratamentos médicos, cirurgias, emergências e outras situações.

Barueri já possui lei para o Junho Vermelho

Em Barueri, a campanha Junho Vermelho já faz parte do calendário municipal desde 2017.

A iniciativa foi instituída pela Lei Municipal nº 2.499, de autoria do vereador Wilson Zuffa, com o objetivo de promover ações de conscientização e mobilização em torno da importância da doação de sangue.

Durante o mês de junho, campanhas educativas são realizadas no município, além de ações de mobilização da população. Prédios públicos também recebem iluminação especial na cor vermelha como forma de chamar a atenção para a causa.

Com a nova legislação nacional, as campanhas de incentivo à doação de sangue passam a contar com uma previsão específica para o desenvolvimento de ações em todo o país.

Onde doar sangue em Barueri

Para quem deseja se tornar doador, Barueri conta com um posto de coleta de referência ligado à Fundação Pró-Sangue.

O local fica na Rua Guilhermina Carril Loureiro, nº 44, ao lado do Pronto-Socorro Central, dentro da estrutura de atendimento do município.

A doação de sangue é fundamental para manter os estoques utilizados no atendimento de pacientes submetidos a tratamentos, cirurgias e situações de emergência.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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Sarampo chega a 23 casos em SP e vacinação é reforçada na Grande São Paulo

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Moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo entre 6 meses e 59 anos são orientados a procurar as UBSs; 16 dos pacientes não tinham vacinação ou estavam com esquema incompleto

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo em 2026, levando as autoridades de saúde a reforçar a vacinação da população de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A estratégia foi adotada para reduzir o risco de disseminação do vírus e inclui a vacinação mesmo de pessoas que já tenham recebido doses anteriormente, conforme a orientação epidemiológica.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois dos casos são importados e os demais estão relacionados à importação, embora a fonte de infecção ainda não tenha sido identificada. Entre os 23 pacientes, 16 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam esquema vacinal incompleto, cenário que reforça a preocupação das autoridades com a existência de pessoas suscetíveis à doença.

A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação também deve ser observada por quem mora em outros municípios, mas trabalha, estuda ou pretende passar temporariamente por São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo, devido à intensa circulação de pessoas entre as cidades da região metropolitana.

A recomendação de vacinação indiscriminada foi adotada nos três municípios que concentram os casos como uma medida para ampliar rapidamente a proteção da população e dificultar a formação de novas cadeias de transmissão. O Ministério da Saúde já havia orientado, em julho, a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos nessas três cidades.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo

A vacina utilizada para proteção contra o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. No cenário atual, a estratégia adotada nos municípios com recomendação específica amplia a vacinação para a faixa de 6 meses a 59 anos.

Para bebês entre 6 e 11 meses, a dose aplicada em situações de risco epidemiológico é conhecida como dose zero. Ela não substitui as doses previstas no calendário de rotina, que devem continuar sendo aplicadas posteriormente.

Na rotina de vacinação, crianças recebem as doses previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, enquanto adolescentes e adultos devem verificar o histórico vacinal para identificar a necessidade de iniciar ou completar o esquema. Em São Paulo, a recomendação publicada pela Secretaria Municipal de Saúde prevê duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para a faixa de 30 a 59 anos, conforme o histórico de vacinação.

A recomendação é que o cidadão leve a caderneta de vacinação à UBS para que um profissional de saúde avalie quais doses são necessárias. A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Há, porém, situações em que a vacinação não é indicada. Gestantes não devem receber a tríplice viral, por se tratar de uma vacina produzida com vírus atenuados. Pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave a algum componente da fórmula também precisam de avaliação específica.

Já mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas normalmente. A amamentação não precisa ser interrompida após a aplicação do imunizante.

Por que o sarampo voltou a preocupar

O sarampo é uma das doenças infecciosas de maior transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias pessoas não imunizadas, o que torna a manutenção de uma cobertura vacinal elevada uma das principais estratégias para evitar surtos.

A atual situação em São Paulo está relacionada à circulação de vírus introduzidos por pessoas infectadas fora do país e à presença de grupos sem vacinação ou com esquemas incompletos. O Ministério da Saúde destaca que o intenso fluxo internacional de pessoas aumenta o risco de reintrodução do vírus, especialmente em locais onde a cobertura vacinal não alcança níveis considerados adequados.

Apesar do aumento de casos, o Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do sarampo. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não significam, por si só, o retorno da doença como problema de saúde pública, mas exigem vigilância e manutenção de altas coberturas vacinais.

A vice-presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm-SP), Melissa Palmier, explica que o controle depende de uma resposta rápida das autoridades diante de casos suspeitos e confirmados. Entre as medidas estão a identificação dos contatos e o chamado bloqueio vacinal, com o objetivo de interromper a transmissão.

A atenção é especialmente importante diante dos sintomas característicos da doença. Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite estão entre os principais sinais. Em caso de suspeita, a orientação é procurar atendimento de saúde e informar possíveis viagens ou contato com pessoas que tenham circulado em locais com transmissão do vírus.

A situação reforça a importância de conferir a caderneta de vacinação, especialmente para quem circula diariamente entre os municípios da Grande São Paulo. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente na rede pública.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Barueri destaca prevenção e qualidade de vida no Dia Nacional da Saúde

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Celebrado nesta quarta-feira (5), o Dia Nacional da Saúde busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção de doenças, da promoção da qualidade de vida e da adoção de hábitos saudáveis.

A data também presta homenagem ao médico e sanitarista Oswaldo Cruz, nascido em 5 de agosto de 1872, reconhecido por sua atuação no combate às epidemias e pela contribuição para o fortalecimento da saúde pública no Brasil.

Em Barueri, a Secretaria Municipal de Saúde aproveitou a ocasião para reforçar a importância da prevenção como uma das principais estratégias para reduzir o surgimento de doenças e melhorar o bem-estar da população.

Pequenas mudanças fazem diferença

Segundo a Secretaria de Saúde, atitudes simples incorporadas ao dia a dia podem trazer benefícios duradouros para a saúde física e mental.

Entre as principais recomendações estão:

  • praticar atividades físicas regularmente;
  • manter uma alimentação equilibrada;
  • dormir bem;
  • manter a vacinação em dia;
  • realizar consultas médicas periódicas;
  • fazer exames preventivos regularmente.

Esses cuidados contribuem para o diagnóstico precoce de diversas doenças e aumentam as chances de tratamento eficaz.

Saúde mental também merece atenção

Além dos cuidados com o corpo, especialistas destacam que a saúde mental deve receber a mesma atenção.

Manter o equilíbrio emocional, controlar o estresse e buscar ajuda profissional quando necessário são medidas que contribuem para a prevenção de doenças e para uma melhor qualidade de vida.

Datas reforçam conscientização

Além do Dia Nacional da Saúde, celebrado em 5 de agosto, o calendário também marca o Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As duas datas têm como objetivo incentivar a população a adotar hábitos saudáveis e fortalecer a conscientização sobre a importância da prevenção e do acesso aos serviços de saúde.

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Foto: Divulgação/SESP/PMB

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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