Barueri inaugura 15 leitos de cuidados paliativos em Hospital de Retaguarda

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A Prefeitura de Barueri inaugurou nesta terça-feira (1º) uma nova ala com 15 leitos de cuidados paliativos no Hospital de Retaguarda do Jardim Paulista. A estrutura foi criada para atender pacientes com doenças graves e oferecer controle de sintomas, conforto e assistência integral durante uma fase de cuidados que pode envolver os últimos dias de vida.

A nova ala contará com equipe médica e profissionais de diferentes áreas, incluindo enfermagem, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, odontologia, serviço social, farmácia e psicologia.

A proposta é oferecer dentro do hospital um ambiente adequado para pacientes que apresentam sintomas de difícil manejo, com foco na qualidade de vida e na redução de desconfortos.

Durante a inauguração, a secretária da Saúde de Barueri, Dra. Luciane Amaral, destacou a importância da criação dos leitos e afirmou que estruturas dedicadas exclusivamente aos cuidados paliativos ainda são pouco comuns entre hospitais brasileiros.

Segundo a secretária, a iniciativa também pode servir de referência para outros municípios da região.

O prefeito Beto Piteri afirmou que a nova ala representa uma ampliação do cuidado humanizado na saúde municipal, especialmente para pacientes e familiares que enfrentam um dos períodos mais delicados do tratamento.

O que são cuidados paliativos

Os cuidados paliativos são destinados a pessoas com doenças graves e que ameaçam a vida. Nessa etapa, o atendimento tem como prioridade o alívio da dor e de outros sintomas, o conforto e a qualidade de vida, em vez de concentrar o tratamento exclusivamente na cura da doença.

O cuidado também pode envolver os familiares, com suporte durante o processo de adoecimento e luto.

Na nova ala de Barueri, a equipe multiprofissional poderá atuar no controle de sintomas como dor e falta de ar, além de outros desconfortos, buscando evitar intervenções invasivas desnecessárias quando elas não forem compatíveis com os objetivos do cuidado.

A estrutura integra o Hospital de Retaguarda do Jardim Paulista “Vanderson César de Almeida”, localizado na Avenida Cidade de Itu, 346, no Jardim Itaparica.

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Foto: Edson Mesquita Jr/Hora SP

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Cajamar amplia cobertura da saúde e chega a 80,1%

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Estratégia Saúde da Família também avançou e alcançou 78,33% de cobertura, com mais de 100 agentes comunitários atuando nos bairros.

Cajamar ampliou a cobertura da Atenção Primária em Saúde, que já alcança 80,1% do município. A Estratégia Saúde da Família (ESF) também avançou e chegou a 78,33% de cobertura, fortalecendo o acompanhamento da população nos bairros.

A Estratégia Saúde da Família é uma das principais formas de organização da Atenção Primária do SUS. As equipes atuam diretamente nos territórios com ações de prevenção, promoção da saúde, orientação, acompanhamento e cuidado contínuo.

Mais de 100 agentes atuam nos bairros

Parte desse trabalho é realizada pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Cajamar conta atualmente com mais de 100 agentes, que acompanham as famílias e ajudam a identificar situações que precisam de atenção dos serviços municipais.

Segundo a Secretaria de Saúde, a expectativa é chegar a 150 agentes comunitários já em 2027.

A atuação dos profissionais permite um acompanhamento mais próximo da realidade de cada território. Entre as ações estão o acompanhamento de gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, além de vacinação e outros cuidados de saúde.

Busca ativa aproxima atendimento das famílias

A ampliação da Estratégia Saúde da Família também fortalece a busca ativa, permitindo que os profissionais identifiquem pessoas que precisam de acompanhamento e que nem sempre procuram espontaneamente uma unidade de saúde.

Com a presença das equipes nos territórios, a proposta é ampliar o acesso aos serviços e fortalecer ações preventivas.

O fortalecimento da Atenção Primária é uma das estratégias do SUS para ampliar o acesso e qualificar o cuidado, com foco na promoção da saúde, prevenção de doenças e continuidade do acompanhamento.

Em Cajamar, os números apresentados pela Secretaria de Saúde indicam o avanço da cobertura e da presença das equipes nos bairros, aproximando os serviços públicos de saúde das famílias.

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Foto: Divulgação/PMC

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Junho Vermelho ganha força nacional; Barueri já tem lei sobre doação de sangue

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Lei nº 15.491/2026 prevê campanhas educativas e ações para ampliar os estoques de sangue; município já instituiu o Junho Vermelho em 2017

O mês de junho passará a integrar oficialmente o calendário nacional de ações de incentivo à doação de sangue. A medida foi estabelecida pela Lei nº 15.491/2026, que prevê campanhas educativas e iniciativas voltadas ao aumento dos estoques nos hemocentros de todo o país.

Entre as ações previstas está a produção de materiais de conscientização sobre a importância da doação regular de sangue. A legislação também prevê a possibilidade de iluminação de prédios públicos na cor vermelha durante o período.

As iniciativas deverão ser desenvolvidas de forma articulada entre União, estados, Distrito Federal e municípios, respeitando a disponibilidade orçamentária e as diretrizes do Ministério da Saúde.

O objetivo é ampliar a conscientização da população sobre a necessidade de manter os estoques de sangue em níveis adequados para atender pacientes que precisam de transfusões em tratamentos médicos, cirurgias, emergências e outras situações.

Barueri já possui lei para o Junho Vermelho

Em Barueri, a campanha Junho Vermelho já faz parte do calendário municipal desde 2017.

A iniciativa foi instituída pela Lei Municipal nº 2.499, de autoria do vereador Wilson Zuffa, com o objetivo de promover ações de conscientização e mobilização em torno da importância da doação de sangue.

Durante o mês de junho, campanhas educativas são realizadas no município, além de ações de mobilização da população. Prédios públicos também recebem iluminação especial na cor vermelha como forma de chamar a atenção para a causa.

Com a nova legislação nacional, as campanhas de incentivo à doação de sangue passam a contar com uma previsão específica para o desenvolvimento de ações em todo o país.

Onde doar sangue em Barueri

Para quem deseja se tornar doador, Barueri conta com um posto de coleta de referência ligado à Fundação Pró-Sangue.

O local fica na Rua Guilhermina Carril Loureiro, nº 44, ao lado do Pronto-Socorro Central, dentro da estrutura de atendimento do município.

A doação de sangue é fundamental para manter os estoques utilizados no atendimento de pacientes submetidos a tratamentos, cirurgias e situações de emergência.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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Sarampo chega a 23 casos em SP e vacinação é reforçada na Grande São Paulo

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Moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo entre 6 meses e 59 anos são orientados a procurar as UBSs; 16 dos pacientes não tinham vacinação ou estavam com esquema incompleto

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo em 2026, levando as autoridades de saúde a reforçar a vacinação da população de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A estratégia foi adotada para reduzir o risco de disseminação do vírus e inclui a vacinação mesmo de pessoas que já tenham recebido doses anteriormente, conforme a orientação epidemiológica.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois dos casos são importados e os demais estão relacionados à importação, embora a fonte de infecção ainda não tenha sido identificada. Entre os 23 pacientes, 16 não tinham histórico de vacinação ou apresentavam esquema vacinal incompleto, cenário que reforça a preocupação das autoridades com a existência de pessoas suscetíveis à doença.

A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação também deve ser observada por quem mora em outros municípios, mas trabalha, estuda ou pretende passar temporariamente por São Paulo, Guarulhos ou São Bernardo do Campo, devido à intensa circulação de pessoas entre as cidades da região metropolitana.

A recomendação de vacinação indiscriminada foi adotada nos três municípios que concentram os casos como uma medida para ampliar rapidamente a proteção da população e dificultar a formação de novas cadeias de transmissão. O Ministério da Saúde já havia orientado, em julho, a ampliação da vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos nessas três cidades.

Quem deve tomar a vacina contra o sarampo

A vacina utilizada para proteção contra o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. No cenário atual, a estratégia adotada nos municípios com recomendação específica amplia a vacinação para a faixa de 6 meses a 59 anos.

Para bebês entre 6 e 11 meses, a dose aplicada em situações de risco epidemiológico é conhecida como dose zero. Ela não substitui as doses previstas no calendário de rotina, que devem continuar sendo aplicadas posteriormente.

Na rotina de vacinação, crianças recebem as doses previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, enquanto adolescentes e adultos devem verificar o histórico vacinal para identificar a necessidade de iniciar ou completar o esquema. Em São Paulo, a recomendação publicada pela Secretaria Municipal de Saúde prevê duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos e uma dose para a faixa de 30 a 59 anos, conforme o histórico de vacinação.

A recomendação é que o cidadão leve a caderneta de vacinação à UBS para que um profissional de saúde avalie quais doses são necessárias. A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Há, porém, situações em que a vacinação não é indicada. Gestantes não devem receber a tríplice viral, por se tratar de uma vacina produzida com vírus atenuados. Pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave a algum componente da fórmula também precisam de avaliação específica.

Já mulheres que estão amamentando podem ser vacinadas normalmente. A amamentação não precisa ser interrompida após a aplicação do imunizante.

Por que o sarampo voltou a preocupar

O sarampo é uma das doenças infecciosas de maior transmissibilidade. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias pessoas não imunizadas, o que torna a manutenção de uma cobertura vacinal elevada uma das principais estratégias para evitar surtos.

A atual situação em São Paulo está relacionada à circulação de vírus introduzidos por pessoas infectadas fora do país e à presença de grupos sem vacinação ou com esquemas incompletos. O Ministério da Saúde destaca que o intenso fluxo internacional de pessoas aumenta o risco de reintrodução do vírus, especialmente em locais onde a cobertura vacinal não alcança níveis considerados adequados.

Apesar do aumento de casos, o Brasil mantém o status de país livre da circulação endêmica do sarampo. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não significam, por si só, o retorno da doença como problema de saúde pública, mas exigem vigilância e manutenção de altas coberturas vacinais.

A vice-presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm-SP), Melissa Palmier, explica que o controle depende de uma resposta rápida das autoridades diante de casos suspeitos e confirmados. Entre as medidas estão a identificação dos contatos e o chamado bloqueio vacinal, com o objetivo de interromper a transmissão.

A atenção é especialmente importante diante dos sintomas característicos da doença. Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite estão entre os principais sinais. Em caso de suspeita, a orientação é procurar atendimento de saúde e informar possíveis viagens ou contato com pessoas que tenham circulado em locais com transmissão do vírus.

A situação reforça a importância de conferir a caderneta de vacinação, especialmente para quem circula diariamente entre os municípios da Grande São Paulo. A vacinação continua sendo a principal medida de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente na rede pública.

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Foto: Fernando Frazão/Ag. Brasil

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Barueri destaca prevenção e qualidade de vida no Dia Nacional da Saúde

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Celebrado nesta quarta-feira (5), o Dia Nacional da Saúde busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção de doenças, da promoção da qualidade de vida e da adoção de hábitos saudáveis.

A data também presta homenagem ao médico e sanitarista Oswaldo Cruz, nascido em 5 de agosto de 1872, reconhecido por sua atuação no combate às epidemias e pela contribuição para o fortalecimento da saúde pública no Brasil.

Em Barueri, a Secretaria Municipal de Saúde aproveitou a ocasião para reforçar a importância da prevenção como uma das principais estratégias para reduzir o surgimento de doenças e melhorar o bem-estar da população.

Pequenas mudanças fazem diferença

Segundo a Secretaria de Saúde, atitudes simples incorporadas ao dia a dia podem trazer benefícios duradouros para a saúde física e mental.

Entre as principais recomendações estão:

  • praticar atividades físicas regularmente;
  • manter uma alimentação equilibrada;
  • dormir bem;
  • manter a vacinação em dia;
  • realizar consultas médicas periódicas;
  • fazer exames preventivos regularmente.

Esses cuidados contribuem para o diagnóstico precoce de diversas doenças e aumentam as chances de tratamento eficaz.

Saúde mental também merece atenção

Além dos cuidados com o corpo, especialistas destacam que a saúde mental deve receber a mesma atenção.

Manter o equilíbrio emocional, controlar o estresse e buscar ajuda profissional quando necessário são medidas que contribuem para a prevenção de doenças e para uma melhor qualidade de vida.

Datas reforçam conscientização

Além do Dia Nacional da Saúde, celebrado em 5 de agosto, o calendário também marca o Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril por iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As duas datas têm como objetivo incentivar a população a adotar hábitos saudáveis e fortalecer a conscientização sobre a importância da prevenção e do acesso aos serviços de saúde.

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Foto: Divulgação/SESP/PMB

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Casos de sarampo em SP reforçam alerta para vacinação; veja quem deve se imunizar

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Secretaria da Saúde orienta população a atualizar a caderneta de vacinação e destaca que a imunização continua sendo a principal forma de prevenção

A confirmação de casos de sarampo no Estado de São Paulo em 2026 levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) a reforçar o alerta para que a população mantenha a vacinação em dia. A recomendação é que crianças, adolescentes e adultos verifiquem a caderneta de vacinação e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso tenham dúvidas sobre o esquema vacinal.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e continua sendo a principal medida para prevenir a doença e reduzir a circulação do vírus.

Quem deve tomar a vacina

A recomendação varia conforme a faixa etária:

  • Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: precisam ter duas doses registradas da vacina com componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem manter duas doses da vacina, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem não possui comprovante de vacinação ou não sabe se recebeu as doses deve procurar uma UBS para avaliação.

Quais são os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

Segundo a Secretaria da Saúde, em alguns casos a doença pode provocar complicações graves, como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

O que fazer em caso de suspeita?

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento médico para avaliação e realização dos exames necessários.

A orientação é evitar contato com outras pessoas até a avaliação médica e informar aos profissionais de saúde se houve viagens recentes, contato com casos suspeitos ou confirmação da situação vacinal.

Vacina está disponível gratuitamente

A vacina tríplice viral pode ser encontrada gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o Estado de São Paulo.

Antes de comparecer à unidade, a Secretaria da Saúde recomenda verificar o horário de funcionamento da UBS do município e levar, sempre que possível, a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

A pasta reforça que manter altas coberturas vacinais é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus e proteger toda a comunidade.

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Foto: Divulgação/GESP

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SP confirma 13 casos de sarampo e reforça alerta para vacinação

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Secretaria da Saúde orienta população a manter a caderneta em dia; imunização é a principal forma de prevenção

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforçou a importância da vacinação contra o sarampo após a confirmação de 13 casos da doença no estado em 2026.

Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a imunização continua sendo a medida mais eficaz para interromper a circulação do vírus e proteger a população.

Os casos confirmados neste ano envolvem bebês de até 1 ano e adultos entre 20 e 50 anos, demonstrando que a doença pode atingir diferentes faixas etárias.

Dose extra para bebês

Desde junho, a Secretaria da Saúde recomenda a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A medida busca ampliar a proteção diante do atual cenário epidemiológico.

A pasta ressalta que essa dose não substitui o calendário regular de vacinação.

Após receber a dose zero, a criança deverá seguir normalmente o esquema previsto pelo Programa Nacional de Imunizações:

  • 12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
  • 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.

Quem deve se vacinar

Além dos bebês contemplados pela recomendação da dose zero, a Secretaria orienta que pessoas com vacinação incompleta procurem uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal.

As recomendações são:

  • Crianças de 12 meses: primeira dose da tríplice viral;
  • Crianças de 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral;
  • Pessoas de 5 a 29 anos: duas doses da vacina tríplice viral;
  • Pessoas de 30 a 59 anos: uma dose;
  • Profissionais da saúde: duas doses, independentemente da idade.

População deve conferir a caderneta

A Secretaria da Saúde orienta pais, responsáveis, adolescentes e adultos a verificarem a caderneta de vacinação e, caso necessário, procurarem a unidade de saúde mais próxima para atualizar o esquema vacinal.

Segundo o órgão, manter a vacinação em dia é a principal estratégia para evitar novos casos e impedir a circulação do vírus.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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Hospital Santa Ana registra o nascimento do 500º bebê em Santana de Parnaíba

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Alice nasceu de parto normal e marca um novo momento da maternidade inaugurada neste ano

O Novo Hospital e Maternidade Santa Ana, em Santana de Parnaíba, alcançou uma marca importante desde o início de suas atividades: o nascimento do 500º bebê na unidade.

A pequena Alice Nunes Amorim nasceu de parto normal no último sábado (11), às 13h11. Ela é filha de Andreza Amorim de Miranda e Rian Nunes Figueiredo de Andrade, moradores do bairro Parque dos Eucaliptos.

A pequena Alice Nunes Amorim nasceu de parto normal no último sábado (11). | Foto: Fabiano Martins/PMSP

Marco para a maternidade

O nascimento de Alice simboliza a consolidação da maternidade como uma das principais estruturas de atendimento obstétrico do município.

Desde a inauguração do hospital, gestantes e recém-nascidos passaram a contar com atendimento especializado, voltado à assistência durante a gestação, o parto e o período pós-parto.

O primeiro nascimento registrado na unidade ocorreu no dia da abertura do hospital, quando veio ao mundo o bebê Rael, marcando o início das atividades da maternidade.

Atendimento às famílias

Segundo a Prefeitura, a unidade foi projetada para oferecer atendimento humanizado e estrutura voltada à segurança de mães e bebês.

A marca de 500 nascimentos reforça a capacidade operacional do hospital e representa mais um indicador da utilização dos serviços pela população de Santana de Parnaíba.

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Fotos: Divulgação/PMSP

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Hospital Municipal de Cajamar ganha Agência Transfusional e amplia atendimento aos pacientes

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A Prefeitura de Cajamar inaugurou a Agência Transfusional do Hospital Municipal, novo serviço que amplia a capacidade de atendimento da unidade e garante mais agilidade e segurança aos pacientes que necessitam de transfusões de sangue.

Instalada entre a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o Centro Cirúrgico, a nova estrutura permitirá acesso mais rápido aos hemocomponentes em situações de urgência, emergência e durante procedimentos cirúrgicos, reduzindo o tempo de resposta nos atendimentos em que cada minuto é decisivo.

Além do armazenamento e da disponibilização de bolsas de sangue, a Agência Transfusional será responsável pelo controle dos hemocomponentes, seguindo protocolos técnicos e de qualidade que garantem maior segurança aos pacientes e suporte às equipes médicas.

De acordo com a Prefeitura de Cajamar, a implantação do serviço faz parte dos investimentos voltados à modernização da rede municipal de saúde e à ampliação da estrutura hospitalar, oferecendo um atendimento cada vez mais eficiente, seguro e qualificado para a população.

Com a nova unidade, o Hospital Municipal passa a contar com uma estrutura mais preparada para atender pacientes que necessitam de transfusões, especialmente em casos de alta complexidade e procedimentos cirúrgicos.

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São Paulo recomenda dose extra da vacina contra sarampo após novos casos da doença

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O Governo de São Paulo passou a recomendar a aplicação da chamada “dose zero” da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses e 29 dias que vivem na capital paulista e em Guarulhos. A medida foi adotada após a confirmação de mais três casos de sarampo no estado nesta sexta-feira (26).

Com as novas confirmações, São Paulo soma cinco casos da doença em 2026. Os pacientes mais recentes são duas crianças e um bebê, sem histórico de viagens. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), dois deles não haviam sido vacinados. Todos evoluíram para a cura.

A dose zero é uma estratégia preventiva utilizada em situações de maior risco de circulação do vírus e não substitui o calendário regular de vacinação. As crianças que receberem essa dose deverão ser vacinadas novamente aos 12 meses e aos 15 meses, conforme prevê o Programa Nacional de Imunizações.

Além da recomendação para a vacinação antecipada, a Secretaria de Estado da Saúde intensificou as ações de bloqueio vacinal e ampliou a imunização em locais de grande circulação, como aeroportos, terminais rodoviários, estações de metrô e trens, para reduzir o risco de disseminação da doença.

Apesar dos registros deste ano, o Brasil mantém o certificado de país livre do sarampo, reconquistado em 2024. No entanto, as autoridades sanitárias alertam que o fluxo internacional de viajantes e a ocorrência de casos em outros países aumentam o risco de reintrodução do vírus.

A Secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. Atualmente, a cobertura vacinal em São Paulo está em 85,32% para a primeira dose e 72,06% para a segunda, índices considerados abaixo da meta recomendada para garantir a proteção coletiva.

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Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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