Dois helicópteros se chocam e deixam seis mortos no Rio

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Pelo menos seis pessoas morreram na manhã deste domingo (14) após a colisão no ar de dois helicópteros que caíram nos arredores da Avenida das Américas, altura do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. Os mortos são tripulantes das aeronaves.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 8h59. Cerca de 45 militares do Recreio dos Bandeirantes, com o apoio de equipes especializadas do Grupo de Ações Especiais, foram deslocados para o local. 

Segundo os bombeiros, os helicópteros caíram no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos, provocando um incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos. 


Fonte: Agência Brasil | Foto: Tomaz Silva/Ag. Brasil

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O massacre do Complexo do Alemão e da Penha: entre o discurso de sucesso e a tragédia humana – por Reinaldo Monteiro

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A megaoperação policial realizada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, sob a gestão do governador Cláudio Castro, nas comunidades do Complexo do Alemão e da Penha, resultou em mais de 120 mortes e reacendeu um dos debates mais sensíveis da segurança pública brasileira: o limite entre o uso legítimo da força e a violação dos direitos humanos. Este artigo busca analisar criticamente os desdobramentos da operação à luz da Constituição Federal, dos tratados internacionais de direitos humanos e do contexto histórico de omissão estatal nas periferias urbanas. A metodologia utilizada é de caráter qualitativo, com base em análise documental e interpretativa, considerando a jurisprudência, a doutrina e relatórios de organismos internacionais. O texto conclui que a operação não pode ser considerada um sucesso, mas sim um reflexo da falência das políticas públicas preventivas e da persistência de uma cultura de guerra às drogas que transforma cidadãos em alvos e territórios em campos de batalha.

A violência urbana no Rio de Janeiro e as chamadas “operações de choque” das forças de segurança vêm sendo objeto de intensos debates no campo jurídico e das políticas públicas. A recente megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha, que resultou em mais de 120 mortes, foi classificada como “um sucesso” pelo governador Cláudio Castro.

Essa afirmação, contudo, levanta questionamentos éticos, jurídicos e institucionais. O que significa “sucesso” em uma ação que ceifou tantas vidas? Até que ponto a busca pela pacificação pode justificar a eliminação em massa de indivíduos, muitos deles sem julgamento prévio? E como a ausência do Estado nas comunidades contribui para perpetuar esse ciclo de violência?

Este artigo propõe-se a responder tais questões à luz dos direitos humanos, da Constituição Federal e do contexto federativo brasileiro, refletindo sobre os riscos de replicação de práticas similares em outros estados e sobre caminhos possíveis para uma política pública de segurança eficaz e humanizada.

O discurso político do “sucesso” e a lógica da guerra

A celebração de uma operação com dezenas de mortos como um êxito institucional revela a adoção de uma lógica de guerra, incompatível com o Estado Democrático de Direito. Em vez de política de segurança, o que se observa é uma política de eliminação, que transforma comunidades em zonas de conflito e seus moradores em inimigos.

Sob essa ótica, a noção de sucesso é distorcida: o Estado mede sua eficácia pelo número de corpos, não pela restauração da paz ou pela redução sustentável da criminalidade. O resultado é a pilha de corpos e a naturalização da letalidade, fenômeno recorrente em territórios marginalizados.

A retórica do combate ao crime, sem respaldo em políticas sociais e urbanismo social, serve mais a interesses políticos imediatistas do que à segurança real da população. O verdadeiro sucesso deveria ser a redução da violência com respeito à legalidade e à dignidade humana.

A violação de normas constitucionais e internacionais

A operação contraria princípios fundamentais consagrados em tratados internacionais e na própria Constituição Federal. O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (art. 6º) e a Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de San José da Costa Rica) asseguram o direito à vida e proíbem o uso arbitrário e desproporcional da força.

No plano nacional, o artigo 5º da Constituição Federal garante a inviolabilidade do direito à vida e à integridade física, enquanto o artigo 144 define a segurança pública como dever do Estado e direito de todos, a ser exercida para preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas.

Uma operação que resulta em mais de uma centena de mortes, sem controle judicial efetivo e sem garantia de apuração independente, configura falha grave de planejamento e execução, contrariando os princípios da proporcionalidade, razoabilidade e legalidade administrativa.

A omissão estatal e o domínio das facções

A presença do crime organizado nas favelas é consequência direta da ausência histórica do Estado. A omissão em políticas de educação, saúde, saneamento, cultura, geração de renda e urbanismo, cria um vácuo de poder que é ocupado por facções e milícias.

O Estado aparece apenas como força repressiva, perpetuando a imagem do inimigo interno. Essa dinâmica reforça a dependência das comunidades em estruturas criminosas que, paradoxalmente, oferecem uma forma precária de “ordem social”.

Portanto, não se trata apenas de combater o tráfico, mas de reconstruir a legitimidade estatal nas periferias, oferecendo presença contínua, direitos e oportunidades. Onde o Estado se ausenta, o crime se institucionaliza.

O espelho nacional do Rio de Janeiro

O domínio do crime no Rio de Janeiro é uma síntese trágica do que se observa em todo o Brasil. Facções como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) expandiram-se devido à desarticulação federativa e à ausência de uma política nacional integrada de segurança.

Enquanto o sistema prisional continua sendo o principal centro de comando do crime, as forças de segurança seguem fragmentadas e politizadas. Essa descoordenação faz com que a violência se reproduza em diferentes estados, com características locais, mas com a mesma raiz: ineficiência estatal e desigualdade estrutural.

O risco de replicação em outros estados

O modelo de repressão ostensiva, com alto custo humano, pode ser reproduzido em outros estados, inclusive São Paulo, sob o argumento de que “funciona”. O problema é que ele não resolve a causa da violência, apenas a desloca.

A lógica da operação midiática — com helicópteros, blindados e confrontos televisivos — rende dividendos políticos, mas mina a confiança da população nas instituições. A ausência de protocolos de uso progressivo da força e de controle externo eficiente agrava o risco de novas tragédias.

Caminhos possíveis: uma segurança pública de Estado, não de governo

O enfrentamento ao crime organizado exige política de Estado baseada em três pilares: integração, inteligência e inclusão.

  1. Integração federativa: União, estados e municípios devem atuar conjuntamente, com compartilhamento de dados e definição clara de competências.
  2. Inteligência e tecnologia: o foco deve estar na investigação financeira e na desarticulação das estruturas econômicas do crime, e não apenas em confrontos armados.
  3. Inclusão social: políticas públicas consistentes de educação, cultura e emprego são essenciais para romper o ciclo de aliciamento e dependência das facções.
  4. Fortalecimento das Guardas Municipais: como forças de proximidade, podem atuar preventivamente, promovendo policiamento comunitário e defesa social.
  5. Respeito aos direitos humanos: a efetividade da segurança não se mede por mortos, mas por vidas protegidas.

A megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha não foi um sucesso, mas um fracasso institucional e civilizatório. Representa a incapacidade do Estado de formular políticas baseadas em inteligência, planejamento e respeito à vida.

A violência policial não é solução para o crime organizado, mas sintoma de um Estado que perdeu o controle sobre seus próprios meios de coerção. O desafio está em substituir a retórica da guerra pela estratégia da governança, com políticas públicas contínuas e intersetoriais.

A verdadeira vitória contra o crime não será alcançada com fuzis, mas com inteligência, integração entre os entes federados, educação, ordenamento urbano, políticas publicas de urbanismo social, oportunidades e justiça social.


Reinaldo Monteiro, GCM de Barueri-SP, Presidente da AGM BRASIL, Bacharel em Direito com especialização em Direito Constitucional e Administrativo, Consultor em Segurança Pública, Palestrante e ex-Diretor da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.


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TSE marca para 4 de novembro julgamento que pode cassar mandato do governador Cláudio Castro

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) agendou para o dia 4 de novembro o julgamento do recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) que pede a cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). A inclusão do processo na pauta ocorreu nesta quarta-feira (29), um dia após a operação policial que deixou ao menos 119 mortos no estado.

O MPE busca reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que, em maio de 2023, absolveu Castro e outros investigados em um processo sobre supostas contratações irregulares durante a campanha de 2022. As acusações envolvem a Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

De acordo com o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, o governador teria obtido vantagem eleitoral indevida ao autorizar contratações temporárias sem amparo legal e ao descentralizar recursos públicos para entidades desvinculadas da administração estadual. Para o MPE, essas ações teriam caráter político e eleitoral, e não administrativo.

O caso será relatado pela ministra Isabel Galotti no TSE. Se a Corte acolher o pedido do Ministério Público, Cláudio Castro pode perder o mandato e ficar inelegível.

Em nota, o governador declarou estar “confiante na Justiça”, ressaltando que o TRE-RJ rejeitou a ação por “total inconsistência e falta de provas”.

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Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil

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Show de Madonna tem retorno financeiro acima de R$ 300 milhões, informa governo carioca

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governo do Rio de Janeiro apresentou nesta segunda-feira (6) o balanço do show de Madonna no Rio de Janeiro realizado no último sábado (4). O estado registrou um retorno econômico acima de R$ 300 milhões.

O que gerou esse número foram os mais 150 mil turistas de diversos estados brasileiros e também de fora do país, além da ocupação de 96% dos hotéis da capital carioca.

A prefeitura do Rio de Janeiro e o governo estadual investiram R$ 10 milhões cada para realização do show. Outros R$ 40 milhões foram bancados por empresas, como Itaú, Heineken e Deezer.

O show de encerramento da turnê ‘Celebration Tour’, que celebra os 40 anos de carreira de Madonna, levou mais de um milhão de pessoas ao êxtase na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Em cerca de duas horas de apresentação, a rainha do pop passou por diversas fases de sua carreira, apresentou hits e chamou convidados especiais ao palco.

Leia também: Onda de calor deve se manter no Estado de São Paulo nesta semana


Fonte: TV Cultura – Foto: Reprodução/Instagram/Madonna

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Show de Madonna reúne 1,6 milhão de pessoas em Copacabana

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As areias de Copacabana, no Rio de Janeiro, receberam pelo menos 1,6 milhão de pessoas para o show de Madonna. O número foi divulgado pela Riotur, empresa de turismo ligada à prefeitura, e superou em 100 mil a expectativa inicial. O público pode ser considerado o maior de toda a carreira da cantora, que se apresentou no país pela quarta vez. A última foi há 12 anos.

O espetáculo, que encerrou a turnê mundial The Celebration Tour, começou pouco depois das 22h30 do último sábado (4) e teve duração de aproximadamente duas horas.

Duas artistas brasileiras – Anitta e Pabllo Vittar – contracenaram com a norte-americana. Também houve homenagens para Renato Russo, Cazuza, Abdias do Nascimento, Paulo Freire, Pelé, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marielle Franco, Zumbi dos Palmares, Mano Brown, Erika Hilton, Marta, Cacique Raoni, Maria Bethânia, Daniela Mercury, entre outros.

Balanço policial

A Polícia Militar (PM) informou que apreendeu mais 160 objetos perfurocortantes em diversos pontos de bloqueio e revista em Copacabana. Em uma imagem divulgada pela corporação, é possível ver itens como tesouras, estiletes e facas. Também foram conduzidas 33 pessoas para as delegacias do bairro, suspeitas de infrações criminais.

O esquema de segurança da PM envolveu 3.200 agentes nas ruas, havendo, ainda, o auxílio de câmeras de videomonitoramento e reconhecimento facial.

A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) informou que montou uma operação especial para o show em Copacabana. Dias antes, na sexta-feira (3), houve uma limpeza nas areias. Durante a apresentação da cantora, foi feita a manutenção do serviço e, na madrugada desse domingo, uma nova limpeza da praia.

Limpeza

“Foram mobilizados 1.518 garis, 65 veículos, 38 equipamentos, 1.500 contêineres, 15 pontos de coleta seletiva e 48 agentes do programa Lixo Zero, além de ter sido feita limpeza em três postos de saúde da região. A Comlurb retirou 287 toneladas de resíduos da praia e as equipes de fiscais do Lixo Zero aplicaram 27 multas por descarte irregular de pequenos resíduos e por publicidade irregular”, informou a Comlurb.

Leia também: Governo estima que 25,8 milhões de pessoas terão direito ao abono salarial em 2025


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Fabio Motta/Pref. Rio de Janeiro

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Defesa da mulher que levou tio morto ao banco pede prisão domiciliar

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A defesa de Erika de Souza Vieira Nunes ingressou com um pedido de habeas corpus, requisitando prisão domiciliar para sua cliente, que está com a prisão preventiva decretada pela Justiça há 11 dias. Erika levou o tio, Paulo Roberto Braga, 68 anos, já morto, para receber um empréstimo, previamente autorizado, em uma agência bancária em Bangu, na zona oeste do Rio.

De acordo com advogada Ana Carla Corrêa, que defende Érika, sua cliente sofre de depressão e não teria percebido que seu tio teria morrido no trajeto para o banco. A defesa também entrou nesta sexta-feira (26) com um pedido da revogação da prisão preventiva de sua cliente para que ela responda ao processo em liberdade.

O Ministério Público ainda está dentro do prazo legal de 15 dias para se pronunciar sobre o pedido de soltura ou não de Érika Vieira. Na semana passada, dois advogados, um de São Paulo e outro do Rio de Janeiro, que não estão sub-estabelecidos para defender Érika, entraram com ações na Justiça e acabaram tumultuando o caso. Como eles não têm procuração para atuar na ação, o presidente da 5a. Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, desembargador Cairo Italo França David pediu para que a acusada responda no processo quem é o responsável por sua defesa.

Erika levou o tio, Paulo Roberto Braga, 68 anos, já morto, para receber um empréstimo. Imagem: Reprodução

A juíza natural do caso é a titular da 2a Vara Criminal do Fórum de Bangu, Luciana Mocco Moreira Lima, que vai decidir se Érika poderá responder à Justiça em prisão domiciliar

Érika tem residência fixa e morava com quatro filhos, sendo dois menores de 17 e 14 anos. A filha caçula tem retardo no desenvolvimento normal, diagnosticado aos 6 anos de idade. O documento foi anexado pela defesa, com pedido para que a mãe possa estar perto da filha que necessita de sua presença física.

A advogada Ana Carla Corrêa esteve hoje (27) pela manhã no Complexo de Gericinó visitando Érika para saber como ela está passando e se está tomando normalmente os medicamentos de uso contínuo prescritos por seu médico. Segundo a defesa, a acusada está tomando os remédios normalmente, mas apreensiva esperando a decisão da Justiça.

Leia também: Morre José Santa Cruz, ator e dublador de personagens como Dino e Hagrid


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Reprodução/Rede Globo

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Laudo do IML diz não ser possível concluir se idoso estava morto ao chegar a banco

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laudo do exame de necropsia de Paulo Roberto Braga, 68, idoso que aparece morto em um vídeo dentro de uma agência bancária em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, não confirmou se ele morreu antes de chegar ao banco ou no local.

Além disso, o motorista de aplicativo que levou Paulo Roberto e a mulher que o acompanhava afirmou que ele estava vivo durante o trajeto.

Érika de Souza Vieira Nunes levou idoso morto em agência bancária. – Foto: Reprodução

De acordo com o UOL, o laudo afirma não haver “elementos seguros” para afirmar que ele faleceu no “trajeto, no interior da agência bancária, ou que foi levado já cadáver à agência bancária.”

O documento diz ainda que o homem pode ter morrido até sete horas antes da gravação do vídeo na última terça-feira (16). O socorrista do Samu foi acionado às 15h, e ao chegar já encontrou o corpo com livores de hipóstase, mudança de coloração que surge na pele de cadáveres.

A perícia diz que foram identificados no idoso sinais de bronco aspiração, congestão pulmonar e falência cardíaca por doença isquêmica prévia. A conclusão depende do resultado de exames toxicológicos. Paulo foi levado ao banco por Érika de Souza Vieira Nunes (foto), 43, presa em flagrante por suspeita de levar o idoso já morto ao local.

Leia também: Barueri investe em obra de desassoreamento do rio Cotia no Jardim Maria Helena


Fonte: TV Cultura – Foto: Reprodução/Rede Globo

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Justiça Federal anula três condenações contra Sérgio Cabral

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Justiça Federal anulou três condenações contra Sérgio Cabral. Na prática, o efeito da decisão não é significativo, já que a pena do ex-governador fluminense passou de quase 400 anos de prisão para pouco mais de 335 anos.

No total, o veredito do Tribunal Regional Federal da 2ª Região diminui as penas de Cabral em 40 anos e seis meses. Em fevereiro do ano passado, ele teve sua prisão domiciliar revogada, mas não foi inocentado das acusações.

Diante da decisão do até então juiz Sérgio Moro, o ex-governador do Rio de Janeiro foi preso em novembro de 2016 na Operação Lava Jato. O político permaneceu detido até dezembro de 2022.

Segundo a defesa de Cabral, as anulações reconhecem as “atrocidades processuais” presentes no caso. A equipe ainda destacou que luta para que os “danos irreparáveis” da ação que o prendeu sejam “minimizados”.

Leia também: Justiça Militar aceita denúncia contra 8 pessoas no caso das metralhadoras furtadas do Exército em Barueri


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Agência O Globo

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Eliminatórias: Brasil perde de 1 a 0 para Argentina no Maracanã

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O Brasil chegou à terceira derrota consecutiva nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 após ser superado por 1 a 0 pela Argentina, na noite desta terça-feira (21) no estádio do Maracanã. Com este revés, a seleção brasileira passa a ocupar a 6ª posição da classificação com sete pontos.

Para a Argentina, que contou com o craque Lionel Messi no seu 11 inicial, provavelmente em sua última partida oficial no Maracanã, a vitória representou a manutenção da liderança na classificação, com 15 pontos.

Voltando a apostar em uma formação com apenas dois homens no meio e quatro atacantes, a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz começou lutando muito e igualando o jogo diante dos atuais campeões mundiais. Com isso, o que se viu na primeira etapa foi uma partida com poucas oportunidades de lado a lado. A melhor delas foi justamente do Brasil, aos 43 minutos, em chute da entrada da área de Gabriel Martinelli.

Após o intervalo o confronto continuou parelho, mas a Argentina conseguiu chegar ao gol da vitória em jogada de bola parada. Aos 17 minutos do primeiro tempo, Lo Celso cobrou escanteio e Otamendi subiu muito para ganhar no alto e cabecear com precisão.

A situação da seleção se complicou de vez aos 36 minutos, quando Joelinton foi expulso após dividir bola com De Paul e o juiz entender que o brasileiro acertou o argentino no rosto em marcação muito contestada.

Diante de um panorama tão negativo, parte da torcida brasileira presente começou a expor sua insatisfação ao cantar “time sem vergonha” para uma seleção brasileira que pela primeira vez na história sofreu uma derrota em casa nas Eliminatórias Sul-Americanas.

Leia também: Solidariedade apresenta nova diretoria em Osasco


Fonte: Agência Brasil – Foto: Reuters/Ricardo Moraes

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Romário é eleito presidente do América-RJ

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Em eleições realizadas nesta quinta-feira (9), o senador Romário (PL-RJ) foi escolhido para presidir o América Football Club, de janeiro de 2024 a dezembro de 2026. O ex-jogador foi o único candidato e recebeu 54 votos; o mínimo para assumir o cargo era de 30.

“Eu me sinto preparado para esse novo desafio na minha vida. É claro que quando eu falo isso, é porque eu tenho certeza e fé em Deus e que vocês americanos, como eu e meu pai, vão me ajudar para que possamos, juntos, recolocar o América no lugar que ele merece. É na primeira divisão do [Campeonato] Carioca e voltando a disputar uma competição nacional”, afirmou Romário em seu discurso de posse.

O ex-atacante da seleção brasileira anunciou sua aposentadoria dos gramados pela primeira vez em 2008, mas voltou atrás no ano seguinte para jogar pelo América-RJ, que é o time de coração de seu pai, Edevair. Em 2009, foi campeão da segunda divisão do Campeonato Carioca com a equipe.

Um dos principais desafios do Baixinho à frente do time será a construção da nova sede na Tijuca, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, já que a anterior foi demolida para dar lugar a um shopping. O senador diz que o clube tem dívidas de R$ 80 milhões, mas o atual presidente, Sidney Santana, contesta o valor.

Leia também: Agenda cultural para o fim de semana em SP tem Museu das Favelas e orquestra


Fonte: TV Cultura – Foto: Arthur Lyrio/América-RJ

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